Minha experiência sexual com minha chefe – PARTE 1
Dentre as experiências sexuais relevantes que venho relatando em publicações anteriores, não poderia ficar de fora essa que conto a seguir:
As primeiras semanas no escritório foram o que se poderia esperar: montes de trabalho, apresentações desconfortáveis e alguns olhares fulminantes da minha chefe quando algo não saía muito bem. Era intimidador, sem dúvida. Seu profissionalismo gelado mantinha todos à distância, inclusive a mim. Mas com o tempo, começaram a aparecer pequenas rachaduras. Um sorriso aqui, uma conversa informal ali. Ela não era tão inacessível quanto parecia. E depois tinha os detalhes: o jeito que ela cruzava as pernas debaixo da mesa, as blusas decotadas que revelavam o suficiente para fazer sua mente viajar, as sandálias que mostravam seus pés perfeitamente cuidados.
Deus… seus pés. Eram impecáveis. Arcos delicados, dedos pintados em tons suaves, pele macia que parecia nunca ter visto um dia de desconforto. Tentei ignorar, afastar os pensamentos. Não era algo que eu admitia abertamente, nem mesmo para mim mesmo. Mas toda vez que ela usava sandálias (aqueles delicados tiras que emolduravam seus dedos perfeitamente cuidados), eu percebia que meu olhar desviava para baixo. Eram imaculados, macios e quase provocativamente fora do meu alcance. Tentei deixar o pensamento de lado, enterrando-o sob camadas de profissionalismo. Afinal, ela era minha chefe. Nada de bom poderia sair de fantasiar com seus pés.
Sempre fui o tipo de homem que preferia mulheres mais jovens: rostos frescos, corpos firmes e aquela energia juvenil que me fazia sentir vivo. Minha chefe, com seus ternos elegantes, saltos que faziam barulho ao caminhar e um comportamento que poderia congelar água, não era meu tipo. Ela tinha uns 40 anos, mas se comportava como alguém que se recusava a deixar o tempo tocá-la. Sua figura era inegavelmente atraente, seus curvas acentuadas por vestidos justinhos que abraçavam seu corpo perfeitamente. Mas a idade dela? Não, não era para mim. Ou pelo menos eu achava.
Algumas semanas depois veio o jantar da empresa.
Foi um daqueles eventos em que todo mundo se solta um pouco. O vinho fluiu à vontade, as risadas ecoavam pela sala e a tensão do escritório desapareceu. Minha chefe sentou-se à minha frente, com as bochechas coradas e os lábios curvados num sorriso estranho. Ela parecia... diferente. Mais suave. Mais humana. Estava inusitadamente falante, sua risada soava mais alta que o normal, seus olhos pousaram em mim um pouco mais do que deveriam.Você tem mandado bem., disse, erguendo levemente sua taça em minha direção.No começo eu não tinha certeza sobre você, mas você provou o seu valor..Valeurespondi, tentando soar casual apesar do calor que se espalhava pelo meu peito.Isso significa muito vindo de vocêEla sorriu, com um toque de malícia e autoridade nos olhos que eu não tinha notado antes.Não deixa isso subir à cabeça.concluiu.
A noite avançava e o vinho virou uísque. Quando ela anunciou que ia embora, me ofereci para acompanhá-la até o carro. Parecia a coisa mais cavalheiresca a fazer. Mas assim que saímos, o ar entre nós mudou, as luzes da cidade lançando um brilho suave ao nosso redor. Por um momento, nos sentimos quase em paz. Então ela parou e se virou para me encarar. Antes que eu pudesse reagir, suas mãos agarraram minha camisa e me puxaram para perto. Ela se inclinou na minha direção, seu corpo quente e acolhedor apesar da brisa fresca da noite.Você está bem atento hoje à noitemurmurou, seu hálito quente contra meu ouvido. Antes que eu pudesse responder, seus lábios estavam sobre os meus, suas mãos apertando minha camisa para me puxar mais perto. Eu congelei, minha mente a mil. Isso estava errado. Ela era minha chefe. Devia estar bêbada. Tentei me afastar, murmurando desculpas sobre como era inapropriado, mas ela me calou com outro beijo, mais profundo dessa vez, mais insistente.Chefe...consegui murmurar entre beijos, minhas mãos pairando desajeitadas ao meu lado.Você tá bêbada. Isso não é..." "Não tô bêbada",sussurrou, seu hálito quente contra meu ouvido.E você também não.A mão dele deslizou pelo meu peito, parando bem acima do meu cinto.Você quer mesmo parar?Engoli em seco, minha determinação desmoronando mais rápido do que eu conseguia reconstruir. Quando ela me beijou de novo, mais fundo dessa vez, não consegui me afastar. Seus dedos se enroscaram no meu cabelo, puxando suavemente enquanto ela se apertava contra mim. Porra. Minhas mãos finalmente encontraram o caminho até seus quadris, agarrando firme enquanto o beijo se aprofundava.
Mas então ela se afastou, seu olhar se cruzando com o meu.Alguém pode nos ver",murmurou, com a voz baixa e rouca.Vamos procurar um lugar mais reservado.Meu estômago embrulhou. Isso era uma loucura. Ela era minha chefe. Havia regras, limites, consequências. Mas nada disso importava quando ela passou a língua no lábio inferior, seus olhos me desafiando a dizer não.“Onde?”falei com a voz rouca, a garganta seca.
Um sorriso malicioso se espalhou pelo rosto dela.“Me conta você”.O caminho até o motel foi embaçado. Minhas mãos agarravam o volante com tanta força que meus nós dos dedos ficaram brancos. Ela estava sentada ao meu lado, as pernas elegantemente cruzadas, os dedos traçando círculos preguiçosos na minha coxa. Cada toque enviava uma descarga elétrica através de mim, tornando mais difícil me concentrar na estrada.
Quando chegamos, o quarto do motel era tudo que eu esperava: fracamente iluminado, limpo e equipado com todas as ferramentas necessárias para uma noite de libertinagem. Assim que a porta se fechou atrás de nós, ela não esperou, me empurrou contra a parede, seus lábios devorando os meus. Suas mãos trabalhavam freneticamente para desabotoar meus botões, e eu brincava com o zíper do seu vestido. O tecido se amontoou aos seus pés, revelando um sutiã de renda preta que mal continha seus seios. Eles eram maiores do que eu havia imaginado, transbordavam nas minhas mãos, cheios e pesados, as cicatrizes do aumento mal visíveis. Normalmente, eu não era fã de traços aprimorados, mas nela... funcionou.
Hesitei por um momento, meus dedos acariciando sua pele.Tem certeza disso?eu perguntei, minha voz quase inaudível. Em resposta, ele agarrou meu pulso e colocou minha mão firmemente sobre sua bunda.“Cala a boca”ordenou, seu tom não deixava espaço para discussão. Seus lábios encontraram os meus novamente, e qualquer resistência restante evaporou.
Ele não perdeu tempo me empurrando na cama, suas mãos fizeram um trabalho rápido com meu cinto e zíper. Minha cueca seguiu rapidamente, e seus olhos brilharam ao ver minha ereção. Sem dizer uma palavra, ele se inclinou, sua boca se fechou ao meu redor. A sensação era avassaladora, sua língua rodopiava com perícia enquanto me levava mais fundo. Eu gemei, minhas mãos se enredaram em seu cabelo enquanto ele se movia. Era demais, muito rápido. Seus lábios envolvendo meu pau com uma perícia que me tirou o fôlego. Sua boca era puro pecado, alternando entre carícias lentas e provocantes e tragadas profundas e famintas.“Espera”Jadeei, empurrando ela pra trás.Ainda não quero acabar.Ela sorriu, claramente satisfeita consigo mesma, e se levantou.Sua vez, disse, dando um passo para trás para me deixar assumir o controle. Ela se recostou na cama, seu corpo esticado como uma tela esperando para ser pintada. Tinha as pernas abertas, sua pele brilhava sob a luz fraca do quarto do motel. O ar estava carregado com o cheiro de suor e desejo, e cada músculo do meu corpo estava tenso, pronto para explodir. Me ajoelhei diante dela, tirando lentamente suas sandálias. Seus pés eram ainda mais bonitos de perto: macios, delicados, perfeitos.Eu sabia—murmurou, com a voz carregada de satisfação—.Você sabe que eu sempre percebi como você olha pros meus pés, né?O sorriso dele se alargou, aqueles olhos escuros fixos nos meus, semicerrados pela luxúria e por algo mais, algo que parecia poder.Desde a primeira semana que você chegou pra trabalhar, eu percebi como você me olhava— disse ela, num tom casual, quase conversacional, como se não estivéssemos no meio do encontro sexual mais intenso da minha vida. Meu rosto queimava de vergonha, mas minha excitação só aumentou. Ela sabia. Esse tempo todo, ela tinha sabido.
Eu congelei, minhas bochechas ardiam. Quantas vezes ela tinha me pegado espiando de relance suas sandálias, o jeito que seus dedos do pé apareciam debaixo da mesa durante as reuniões? Abri a boca para responder, mas nenhuma palavra saiu. Seu pé tocou minha bochecha, me forçando a olhar em seus olhos.Não é uma reclamação, ela garantiu, seu pé roçando meus lábios de novo.Me faça aproveitar suas fantasiasMinha língua se moveu instintivamente contra a sola do pé dela e sua respiração falhou.
Depois beijei, começando pelos dedos dos pés e subindo. A respiração dela cortou e ergui os olhos para vê-la me observando com uma mistura de curiosidade e desejo. Hesitei, mas só por um momento, antes de deixar minha língua deslizar pelo arco do pé dela, saboreando como se fosse a sobremesa mais decadente. Passei meus dedos pelo arco, minhas mãos tremiam quando alcancei o outro pé e o levei à minha boca. O sabor da pele dela enviou uma descarga elétrica através de mim e eu gemeu contra a sola. Ela riu suavemente, o som enviou arrepios pela minha coluna.“Assim que eu gosto”ronronou, seus quadris girando contra o colchão.“Não para”Não fiz isso. Não consegui. Minha língua explorou cada centímetro dos pés dela, desde as pontas dos dedos até o ponto sensível logo abaixo do arco. Ela suspirou quando chupei suavemente seu dedão, seus dedos se enroscaram no meu cabelo.
Ela abriu as pernas, revelando uma calcinha de renda que deixava pouco à imaginação. Minhas mãos tremiam enquanto afastava o tecido, expondo-a completamente. Estava impecável, perfeitamente depilada e já brilhava de tesão. Enterrei meu rosto entre suas coxas, minha língua explorando cada centímetro dela, devorando-a como um homem faminto. Seus gemidos encheram o quarto, ficando mais altos a cada movimento da minha língua. Seus gemidos encheram o quarto, seus quadris se ergueram para encontrar minha língua.
Mas não era o suficiente. Ela queria mais, precisava mais. Ela me puxou para cima, seus olhos escuros de desejo.Me come— ela me pediu. Enfiou a mão na bolsa, pegou uma camisinha e apertou na minha mão.Meu Hotelordenou, sua voz rouca de desespero. Obedeci, deslizando a camisinha no meu pau antes de me posicionar na sua entrada. Com uma investida, estava dentro dela, suas paredes me apertando como um torno. Ela gritou, suas unhas cravaram nas minhas costas enquanto eu começava a me mover, ela ofegou e arqueou o corpo para encontrar o meu. Suas mãos arranharam minhas costas, me instando a entrar mais fundo, mais rápido. Me perdi no ritmo, na sensação de tê-la envolvida ao meu redor.
Nos perdemos um no outro, nossos corpos se movendo em perfeita harmonia. E então, num momento de ousadia, levantei suas pernas mais alto, encaixando-as sobre meus ombros. Seus pés pendiam perto do meu rosto e não resisti. Beijei a sola do seu pé, depois a outra, e mais uma, meus lábios percorrendo a curva delicada do seu arco.Não seja tímida—murmurou, sua voz destilava autoridade e algo mais sombrio, algo que fez meu estômago embrulhar e meu pulso acelerar. Seu pé deslizou pelo meu peito, deixando um rastro de calor por onde passou.Você tem um fetiche, gostosa, disse, com voz baixa e rouca.Por que a gente não aproveita?Ela se afastou e me empurrou de costas, deslizou os pés pelas minhas coxas até que descansaram dos dois lados do meu pau—.Alguém já te tocou desse jeito?
Antes que eu pudesse responder, ela começou a se mexer, os pés deslizando pelo meu pau num ritmo que me deixou sem palavras. Minhas quadras sacudiram por instinto, desesperado por mais. Ela riu, um som baixo e gutural que só aumentou minha excitação.Goza pra mim—sussurrou, com os olhos fixos nos meus enquanto seus pés aceleravam o ritmo em volta da minha masculinidade. E eu fiz... Mas antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ela me afastou, seus olhos brilhando com malícia.Limpa elesordenou, apontando para os pés dela. Eu a olhei, atônito.O quê?". "Limpa eles com a línguaele ordenou.Hesitei, meu orgulho se enfrentava à parte de mim que queria (não, precisava) obedecer. No final, essa última venceu. Ajoelhei-me diante dela, com a cabeça baixa, e comecei a lamber a bagunça que eu tinha causado.
Minha língua se moveu lenta e metodicamente, traçando os contornos dos pés dela enquanto limpava até o último traço da minha liberação. O sabor era amargo, estranho, e mesmo assim mandou um calafrio de excitação pela minha coluna. O leve zumbido de aprovação dela sobre mim só aprofundou o calor que se acumulava no meu estômago. Ela se inclinou levemente para trás, a mão descansando na minha cabeça, os dedos se enrolando no meu cabelo de um jeito que parecia possessivo e tranquilizador.Bom garoto, murmurou, sua voz baixa e gutural.Você está aprendendo rápido.Olhei para ela, meus lábios ainda pressionados contra o arco de seu pé. Sua expressão era indecifrável: parte satisfação, parte algo mais sombrio, mais calculista. Foi então que percebi que aquilo não era só sobre meu fetiche ou o domínio dela. Havia um jogo, um com regras que eu ainda não entendia completamente.
Ela se moveu, afastou o pé e levantou-se da beirada da cama. Ficou sobre mim por um momento, seus olhos percorreram meu corpo antes de me atrair num beijo apaixonado misturado com meus fluidos recentes.
Me soltou e virou-se em direção ao jacuzzi escondido no canto do quarto. Meu olhar seguiu seus movimentos, parando no balanço dos seus quadris e no jeito que sua pele brilhava sob a iluminação fraca e melancólica.Vem, disse, sem se dar ao trabalho de olhar para trás enquanto começava a encher a banheira.
A ordem foi suave, mas firme, sem deixar margem para dúvidas. Levantei-me, minhas pernas estranhamente bambas, e caminhei até onde ela estava. Suas curvas eram hipnóticas, impossíveis de ignorar, e me peguei olhando para ela, apesar da vergonha persistente de momentos atrás.
Ela me flagrou olhando e sorriu, inclinando a cabeça como se me desafiando a dizer algo. Quando permaneci em silêncio, ela entrou na banheira de hidromassagem, afundando na água borbulhante com um suspiro de alívio. Seus olhos se prenderam nos meus e ela fez um gesto para que eu a seguisse.
Hesitei apenas um segundo antes de entrar na água morna ao lado dela. Os jatos de água imediatamente começaram a fazer sua mágica, massageando meus músculos tensos, mas minha atenção estava completamente focada nela. Ela se recostou na borda da banheira, com os braços abertos preguiçosamente ao longo da borda, seus seios flutuando logo acima da superfície da água.Entãocomeçou, seu tom casual, quase conversacional,conta pra mim sobre sua pequena... obsessão.Fiquei paralisado, sem saber como responder. Minhas bochechas queimavam e desviei o olhar, focando no vapor que subia da água. Ela riu baixinho, o som enviou uma onda de calor por todo o meu corpo.Vamos",me convenceu, esticando a perna dela debaixo d'água até que o pé dela roçou na minha coxa.Eu já sei. Não é melhor falar sobre isso?Os dedos do pé dela desenhavam pequenos círculos na minha pele e eu engoli seco.Não sei o que dizer— admiti, minha voz mal era mais que um sussurro.
Ela inclinou a cabeça, sua expressão se suavizou um pouco.Comece pelo porquê. O que os pés têm que te excitam tanto?Respirei fundo, me forçando a olhar nos olhos dela.É que… eles são delicados. Vulneráveis, eu acho. Mas também poderosos. Nos levam a todos os lugares, nos sustentam, e mesmo assim mal notamos eles a não ser que algo esteja errado. E quando cuidamos deles, como os seus… é como se virassem arte. Algo para admirar.Ela ouviu atentamente, seu pé continuou a lenta exploração da minha perna. Quando terminei, ela assentiu pensativamente.Interessante— ela disse —.A maioria dos homens nunca admitiria algo assim. É... revigorante.Seu elogio foi como um peso que saiu do meu peito, e não consegui evitar um sorriso fraco.Mas— continuou ele, mudando levemente o tom —, se você vai se deixar levar pelas suas fantasias, tem que aprender a controlá-las. Não deixar que elas te controlem.
As palavras dele me atingiram mais forte do que eu esperava e franzi a testa, tentando processar o que ele queria dizer. Antes que eu pudesse responder, ele tirou o pé da água e o colocou suavemente sobre meu ombro.Beija ele— disse simplesmente.
Obedeci sem hesitar, pressionando meus lábios contra a parte superior de seu pé. Sua pele estava morna pela água, macia e tentadora. Segui a curva de seu arco com a língua, saboreando a leve salinidade de sua pele. Ela suspirou, inclinando levemente a cabeça para trás enquanto fechava os olhos.Beleza— sussurrou ela. — Agora, morde. De leve.
Fiz uma pausa, surpreso com a ordem, mas obedeci submisso, mordiscando suavemente a pele sensível logo abaixo dos dedos dela. Ela suspirou, o corpo tensionou por um instante antes de relaxar novamente.Viu?— disse, com a voz levemente trêmula.Controle. Você tem o poder, não os seus desejos.Sua lição tocou uma fibra sensível em mim e eu repeti o movimento, alternando entre beijos suaves e mordidinhas leves. A cada vez, as reações dela ficavam mais intensas, sua respiração mais pesada, até que finalmente ela afastou o pé e me agarrou.Chega, disse, com a voz carregada de desejo.“Vem cá.”Me aproximei mais, nossos corpos se pressionaram juntos na água morna. Suas mãos encontraram meu rosto, me puxando para um beijo profundo e faminto. Seus lábios eram exigentes, me reivindicavam de um jeito que não deixava dúvidas sobre quem estava no comando. Quando finalmente rompeu o beijo, sussurrou no meu ouvido:Agora, me mostra o que mais você consegue fazer.Suas palavras provocaram uma onda de adrenalina no meu corpo e eu não perdi tempo. Minhas mãos percorreram seu corpo, explorando cada centímetro dela enquanto minha boca deixava um rastro de beijos quentes e de boca aberta pelo seu pescoço. Ela se arqueou na minha direção, suas unhas cravaram nos meus ombros enquanto eu alcançava entre suas pernas.Esperasussurrou, me segurando pelo pulso.Ainda não.Confuso, me afastei um pouco, procurando uma explicação no rosto dela. Mas, em vez de responder, ela se virou e saiu do jacuzzi, a água escorrendo pelo corpo enquanto voltava para a cama.Me segue, gritou por cima do ombro, seu tom não deixava espaço para discussão. Fiz o que ela disse, saí da banheira e peguei uma toalha para me secar rapidamente antes de me juntar a ela na cama. Ela estava deitada de costas, com as pernas abertas de forma convidativa, seus olhos escurecidos pela antecipação. Fui me arrastando até ela até ficar ajoelhado entre suas pernas. Seus pés estavam a centímetros do meu rosto, e a visão por si só foi suficiente para acelerar meu pulso. Estendi meus beijos e carícias com a língua desde seu pé, subindo pelas panturrilhas até me aproximar de suas coxas. Ela soltou um suspiro suave, seus olhos piscando fechados.“Continua”,instigou.“Não se segura.”Me inclinei, pressionando um beijo hesitante na parte superior de sua intimidade. Sua pele era incrivelmente macia, com um leve aroma de lavanda da loção que ela havia usado antes. Meus beijos ficaram mais ousados, mais deliberados, percorrendo seu contorno com minha língua. Quando mordisquei suavemente seu clitóris, ela soltou um gemido baixo, seus quadris se moveram inquietos contra a cama.É isso aísussurrou, a voz carregada de desejo.Me faz sentir bem.Encorajado pela reação dela, continuei chupando suavemente seu botãozinho. Ela suspirou, as mãos agarrando os lençóis enquanto eu descia novamente por seus lábios vaginais até o períneo, chegando ao seu buraco mais escondido. A respiração dela ficou irregular, e quando olhei para cima, vi que sua mão livre havia deslizado entre as pernas, os dedos envolvendo seu clitóris com facilidade de quem já tinha prática.Não parasuplicou, sua voz quebrada nas palavras.Deus, não para.Não fiz isso. Não consegui. Os sons que ela estava fazendo - gemidos suaves, suspiros abafados, o ocasional grito agudo - estavam me deixando louco. Abri mais suas nádegas com minhas mãos para me concentrar no seu cu, dedicando a maior atenção, minha língua traçando cada curva e fenda. Seus quadris se sacudiram contra sua mão e percebi que ela estava perto, balançando à beira do prazer.Mais rápido",exigiu, sua voz rouca e desesperada.Por favor, mais rápido!
Obedeci, aumentando a pressão da minha boca, chupando e lambendo com um frenesi imprudente. Seus gemidos cresceram, enchendo o quarto, e então ela se desfez, seu corpo arqueando para fora da cama enquanto ondas de prazer a atingiam. Segurei seu quadril com firmeza, sem querer romper a conexão mesmo quando seus tremores diminuíram.
Quando finalmente ela desabou no colchão, com o peito ofegante, me olhou com uma expressão que não consegui identificar: algo entre espanto e fome. Ela fez um gesto para que eu me aproximasse e me arrastei pela cama até que nossos rostos estivessem no mesmo nível. Sua mão acariciou minha bochecha, seu polegar roçou meu lábio inferior.Você está cheio de surpresas, repetiu, sua voz agora mais suave, quase terna.Mas eu quero mais.
Mais?repeti, minha voz falhou levemente. Ela concordou com a cabeça, seus dedos percorrendo meu peito, parando logo acima da cintura.Quero ver até onde você vai por mim.O significado era claro, e enviou uma descarga elétrica direto pro meu centro. Antes que eu pudesse responder, ele se virou de bruços, a bunda levemente erguida no ar. Olhou por cima do ombro, os olhos escuros pela promessa.Me come, disse, sua voz pingando autoridade.E não seja gentil.Hesitei, de repente inseguro.O que você quer que eu faça?
Ela sorriu, com um brilho perverso nos olhos.Me surpreende"...
Dentre as experiências sexuais relevantes que venho relatando em publicações anteriores, não poderia ficar de fora essa que conto a seguir:
As primeiras semanas no escritório foram o que se poderia esperar: montes de trabalho, apresentações desconfortáveis e alguns olhares fulminantes da minha chefe quando algo não saía muito bem. Era intimidador, sem dúvida. Seu profissionalismo gelado mantinha todos à distância, inclusive a mim. Mas com o tempo, começaram a aparecer pequenas rachaduras. Um sorriso aqui, uma conversa informal ali. Ela não era tão inacessível quanto parecia. E depois tinha os detalhes: o jeito que ela cruzava as pernas debaixo da mesa, as blusas decotadas que revelavam o suficiente para fazer sua mente viajar, as sandálias que mostravam seus pés perfeitamente cuidados.
Deus… seus pés. Eram impecáveis. Arcos delicados, dedos pintados em tons suaves, pele macia que parecia nunca ter visto um dia de desconforto. Tentei ignorar, afastar os pensamentos. Não era algo que eu admitia abertamente, nem mesmo para mim mesmo. Mas toda vez que ela usava sandálias (aqueles delicados tiras que emolduravam seus dedos perfeitamente cuidados), eu percebia que meu olhar desviava para baixo. Eram imaculados, macios e quase provocativamente fora do meu alcance. Tentei deixar o pensamento de lado, enterrando-o sob camadas de profissionalismo. Afinal, ela era minha chefe. Nada de bom poderia sair de fantasiar com seus pés.
Sempre fui o tipo de homem que preferia mulheres mais jovens: rostos frescos, corpos firmes e aquela energia juvenil que me fazia sentir vivo. Minha chefe, com seus ternos elegantes, saltos que faziam barulho ao caminhar e um comportamento que poderia congelar água, não era meu tipo. Ela tinha uns 40 anos, mas se comportava como alguém que se recusava a deixar o tempo tocá-la. Sua figura era inegavelmente atraente, seus curvas acentuadas por vestidos justinhos que abraçavam seu corpo perfeitamente. Mas a idade dela? Não, não era para mim. Ou pelo menos eu achava.
Algumas semanas depois veio o jantar da empresa.
Foi um daqueles eventos em que todo mundo se solta um pouco. O vinho fluiu à vontade, as risadas ecoavam pela sala e a tensão do escritório desapareceu. Minha chefe sentou-se à minha frente, com as bochechas coradas e os lábios curvados num sorriso estranho. Ela parecia... diferente. Mais suave. Mais humana. Estava inusitadamente falante, sua risada soava mais alta que o normal, seus olhos pousaram em mim um pouco mais do que deveriam.Você tem mandado bem., disse, erguendo levemente sua taça em minha direção.No começo eu não tinha certeza sobre você, mas você provou o seu valor..Valeurespondi, tentando soar casual apesar do calor que se espalhava pelo meu peito.Isso significa muito vindo de vocêEla sorriu, com um toque de malícia e autoridade nos olhos que eu não tinha notado antes.Não deixa isso subir à cabeça.concluiu.
A noite avançava e o vinho virou uísque. Quando ela anunciou que ia embora, me ofereci para acompanhá-la até o carro. Parecia a coisa mais cavalheiresca a fazer. Mas assim que saímos, o ar entre nós mudou, as luzes da cidade lançando um brilho suave ao nosso redor. Por um momento, nos sentimos quase em paz. Então ela parou e se virou para me encarar. Antes que eu pudesse reagir, suas mãos agarraram minha camisa e me puxaram para perto. Ela se inclinou na minha direção, seu corpo quente e acolhedor apesar da brisa fresca da noite.Você está bem atento hoje à noitemurmurou, seu hálito quente contra meu ouvido. Antes que eu pudesse responder, seus lábios estavam sobre os meus, suas mãos apertando minha camisa para me puxar mais perto. Eu congelei, minha mente a mil. Isso estava errado. Ela era minha chefe. Devia estar bêbada. Tentei me afastar, murmurando desculpas sobre como era inapropriado, mas ela me calou com outro beijo, mais profundo dessa vez, mais insistente.Chefe...consegui murmurar entre beijos, minhas mãos pairando desajeitadas ao meu lado.Você tá bêbada. Isso não é..." "Não tô bêbada",sussurrou, seu hálito quente contra meu ouvido.E você também não.A mão dele deslizou pelo meu peito, parando bem acima do meu cinto.Você quer mesmo parar?Engoli em seco, minha determinação desmoronando mais rápido do que eu conseguia reconstruir. Quando ela me beijou de novo, mais fundo dessa vez, não consegui me afastar. Seus dedos se enroscaram no meu cabelo, puxando suavemente enquanto ela se apertava contra mim. Porra. Minhas mãos finalmente encontraram o caminho até seus quadris, agarrando firme enquanto o beijo se aprofundava.
Mas então ela se afastou, seu olhar se cruzando com o meu.Alguém pode nos ver",murmurou, com a voz baixa e rouca.Vamos procurar um lugar mais reservado.Meu estômago embrulhou. Isso era uma loucura. Ela era minha chefe. Havia regras, limites, consequências. Mas nada disso importava quando ela passou a língua no lábio inferior, seus olhos me desafiando a dizer não.“Onde?”falei com a voz rouca, a garganta seca.
Um sorriso malicioso se espalhou pelo rosto dela.“Me conta você”.O caminho até o motel foi embaçado. Minhas mãos agarravam o volante com tanta força que meus nós dos dedos ficaram brancos. Ela estava sentada ao meu lado, as pernas elegantemente cruzadas, os dedos traçando círculos preguiçosos na minha coxa. Cada toque enviava uma descarga elétrica através de mim, tornando mais difícil me concentrar na estrada.
Quando chegamos, o quarto do motel era tudo que eu esperava: fracamente iluminado, limpo e equipado com todas as ferramentas necessárias para uma noite de libertinagem. Assim que a porta se fechou atrás de nós, ela não esperou, me empurrou contra a parede, seus lábios devorando os meus. Suas mãos trabalhavam freneticamente para desabotoar meus botões, e eu brincava com o zíper do seu vestido. O tecido se amontoou aos seus pés, revelando um sutiã de renda preta que mal continha seus seios. Eles eram maiores do que eu havia imaginado, transbordavam nas minhas mãos, cheios e pesados, as cicatrizes do aumento mal visíveis. Normalmente, eu não era fã de traços aprimorados, mas nela... funcionou.
Hesitei por um momento, meus dedos acariciando sua pele.Tem certeza disso?eu perguntei, minha voz quase inaudível. Em resposta, ele agarrou meu pulso e colocou minha mão firmemente sobre sua bunda.“Cala a boca”ordenou, seu tom não deixava espaço para discussão. Seus lábios encontraram os meus novamente, e qualquer resistência restante evaporou.
Ele não perdeu tempo me empurrando na cama, suas mãos fizeram um trabalho rápido com meu cinto e zíper. Minha cueca seguiu rapidamente, e seus olhos brilharam ao ver minha ereção. Sem dizer uma palavra, ele se inclinou, sua boca se fechou ao meu redor. A sensação era avassaladora, sua língua rodopiava com perícia enquanto me levava mais fundo. Eu gemei, minhas mãos se enredaram em seu cabelo enquanto ele se movia. Era demais, muito rápido. Seus lábios envolvendo meu pau com uma perícia que me tirou o fôlego. Sua boca era puro pecado, alternando entre carícias lentas e provocantes e tragadas profundas e famintas.“Espera”Jadeei, empurrando ela pra trás.Ainda não quero acabar.Ela sorriu, claramente satisfeita consigo mesma, e se levantou.Sua vez, disse, dando um passo para trás para me deixar assumir o controle. Ela se recostou na cama, seu corpo esticado como uma tela esperando para ser pintada. Tinha as pernas abertas, sua pele brilhava sob a luz fraca do quarto do motel. O ar estava carregado com o cheiro de suor e desejo, e cada músculo do meu corpo estava tenso, pronto para explodir. Me ajoelhei diante dela, tirando lentamente suas sandálias. Seus pés eram ainda mais bonitos de perto: macios, delicados, perfeitos.Eu sabia—murmurou, com a voz carregada de satisfação—.Você sabe que eu sempre percebi como você olha pros meus pés, né?O sorriso dele se alargou, aqueles olhos escuros fixos nos meus, semicerrados pela luxúria e por algo mais, algo que parecia poder.Desde a primeira semana que você chegou pra trabalhar, eu percebi como você me olhava— disse ela, num tom casual, quase conversacional, como se não estivéssemos no meio do encontro sexual mais intenso da minha vida. Meu rosto queimava de vergonha, mas minha excitação só aumentou. Ela sabia. Esse tempo todo, ela tinha sabido.
Eu congelei, minhas bochechas ardiam. Quantas vezes ela tinha me pegado espiando de relance suas sandálias, o jeito que seus dedos do pé apareciam debaixo da mesa durante as reuniões? Abri a boca para responder, mas nenhuma palavra saiu. Seu pé tocou minha bochecha, me forçando a olhar em seus olhos.Não é uma reclamação, ela garantiu, seu pé roçando meus lábios de novo.Me faça aproveitar suas fantasiasMinha língua se moveu instintivamente contra a sola do pé dela e sua respiração falhou.
Depois beijei, começando pelos dedos dos pés e subindo. A respiração dela cortou e ergui os olhos para vê-la me observando com uma mistura de curiosidade e desejo. Hesitei, mas só por um momento, antes de deixar minha língua deslizar pelo arco do pé dela, saboreando como se fosse a sobremesa mais decadente. Passei meus dedos pelo arco, minhas mãos tremiam quando alcancei o outro pé e o levei à minha boca. O sabor da pele dela enviou uma descarga elétrica através de mim e eu gemeu contra a sola. Ela riu suavemente, o som enviou arrepios pela minha coluna.“Assim que eu gosto”ronronou, seus quadris girando contra o colchão.“Não para”Não fiz isso. Não consegui. Minha língua explorou cada centímetro dos pés dela, desde as pontas dos dedos até o ponto sensível logo abaixo do arco. Ela suspirou quando chupei suavemente seu dedão, seus dedos se enroscaram no meu cabelo.
Ela abriu as pernas, revelando uma calcinha de renda que deixava pouco à imaginação. Minhas mãos tremiam enquanto afastava o tecido, expondo-a completamente. Estava impecável, perfeitamente depilada e já brilhava de tesão. Enterrei meu rosto entre suas coxas, minha língua explorando cada centímetro dela, devorando-a como um homem faminto. Seus gemidos encheram o quarto, ficando mais altos a cada movimento da minha língua. Seus gemidos encheram o quarto, seus quadris se ergueram para encontrar minha língua.
Mas não era o suficiente. Ela queria mais, precisava mais. Ela me puxou para cima, seus olhos escuros de desejo.Me come— ela me pediu. Enfiou a mão na bolsa, pegou uma camisinha e apertou na minha mão.Meu Hotelordenou, sua voz rouca de desespero. Obedeci, deslizando a camisinha no meu pau antes de me posicionar na sua entrada. Com uma investida, estava dentro dela, suas paredes me apertando como um torno. Ela gritou, suas unhas cravaram nas minhas costas enquanto eu começava a me mover, ela ofegou e arqueou o corpo para encontrar o meu. Suas mãos arranharam minhas costas, me instando a entrar mais fundo, mais rápido. Me perdi no ritmo, na sensação de tê-la envolvida ao meu redor.
Nos perdemos um no outro, nossos corpos se movendo em perfeita harmonia. E então, num momento de ousadia, levantei suas pernas mais alto, encaixando-as sobre meus ombros. Seus pés pendiam perto do meu rosto e não resisti. Beijei a sola do seu pé, depois a outra, e mais uma, meus lábios percorrendo a curva delicada do seu arco.Não seja tímida—murmurou, sua voz destilava autoridade e algo mais sombrio, algo que fez meu estômago embrulhar e meu pulso acelerar. Seu pé deslizou pelo meu peito, deixando um rastro de calor por onde passou.Você tem um fetiche, gostosa, disse, com voz baixa e rouca.Por que a gente não aproveita?Ela se afastou e me empurrou de costas, deslizou os pés pelas minhas coxas até que descansaram dos dois lados do meu pau—.Alguém já te tocou desse jeito?
Antes que eu pudesse responder, ela começou a se mexer, os pés deslizando pelo meu pau num ritmo que me deixou sem palavras. Minhas quadras sacudiram por instinto, desesperado por mais. Ela riu, um som baixo e gutural que só aumentou minha excitação.Goza pra mim—sussurrou, com os olhos fixos nos meus enquanto seus pés aceleravam o ritmo em volta da minha masculinidade. E eu fiz... Mas antes que eu pudesse recuperar o fôlego, ela me afastou, seus olhos brilhando com malícia.Limpa elesordenou, apontando para os pés dela. Eu a olhei, atônito.O quê?". "Limpa eles com a línguaele ordenou.Hesitei, meu orgulho se enfrentava à parte de mim que queria (não, precisava) obedecer. No final, essa última venceu. Ajoelhei-me diante dela, com a cabeça baixa, e comecei a lamber a bagunça que eu tinha causado.
Minha língua se moveu lenta e metodicamente, traçando os contornos dos pés dela enquanto limpava até o último traço da minha liberação. O sabor era amargo, estranho, e mesmo assim mandou um calafrio de excitação pela minha coluna. O leve zumbido de aprovação dela sobre mim só aprofundou o calor que se acumulava no meu estômago. Ela se inclinou levemente para trás, a mão descansando na minha cabeça, os dedos se enrolando no meu cabelo de um jeito que parecia possessivo e tranquilizador.Bom garoto, murmurou, sua voz baixa e gutural.Você está aprendendo rápido.Olhei para ela, meus lábios ainda pressionados contra o arco de seu pé. Sua expressão era indecifrável: parte satisfação, parte algo mais sombrio, mais calculista. Foi então que percebi que aquilo não era só sobre meu fetiche ou o domínio dela. Havia um jogo, um com regras que eu ainda não entendia completamente.
Ela se moveu, afastou o pé e levantou-se da beirada da cama. Ficou sobre mim por um momento, seus olhos percorreram meu corpo antes de me atrair num beijo apaixonado misturado com meus fluidos recentes.
Me soltou e virou-se em direção ao jacuzzi escondido no canto do quarto. Meu olhar seguiu seus movimentos, parando no balanço dos seus quadris e no jeito que sua pele brilhava sob a iluminação fraca e melancólica.Vem, disse, sem se dar ao trabalho de olhar para trás enquanto começava a encher a banheira.
A ordem foi suave, mas firme, sem deixar margem para dúvidas. Levantei-me, minhas pernas estranhamente bambas, e caminhei até onde ela estava. Suas curvas eram hipnóticas, impossíveis de ignorar, e me peguei olhando para ela, apesar da vergonha persistente de momentos atrás.
Ela me flagrou olhando e sorriu, inclinando a cabeça como se me desafiando a dizer algo. Quando permaneci em silêncio, ela entrou na banheira de hidromassagem, afundando na água borbulhante com um suspiro de alívio. Seus olhos se prenderam nos meus e ela fez um gesto para que eu a seguisse.
Hesitei apenas um segundo antes de entrar na água morna ao lado dela. Os jatos de água imediatamente começaram a fazer sua mágica, massageando meus músculos tensos, mas minha atenção estava completamente focada nela. Ela se recostou na borda da banheira, com os braços abertos preguiçosamente ao longo da borda, seus seios flutuando logo acima da superfície da água.Entãocomeçou, seu tom casual, quase conversacional,conta pra mim sobre sua pequena... obsessão.Fiquei paralisado, sem saber como responder. Minhas bochechas queimavam e desviei o olhar, focando no vapor que subia da água. Ela riu baixinho, o som enviou uma onda de calor por todo o meu corpo.Vamos",me convenceu, esticando a perna dela debaixo d'água até que o pé dela roçou na minha coxa.Eu já sei. Não é melhor falar sobre isso?Os dedos do pé dela desenhavam pequenos círculos na minha pele e eu engoli seco.Não sei o que dizer— admiti, minha voz mal era mais que um sussurro.
Ela inclinou a cabeça, sua expressão se suavizou um pouco.Comece pelo porquê. O que os pés têm que te excitam tanto?Respirei fundo, me forçando a olhar nos olhos dela.É que… eles são delicados. Vulneráveis, eu acho. Mas também poderosos. Nos levam a todos os lugares, nos sustentam, e mesmo assim mal notamos eles a não ser que algo esteja errado. E quando cuidamos deles, como os seus… é como se virassem arte. Algo para admirar.Ela ouviu atentamente, seu pé continuou a lenta exploração da minha perna. Quando terminei, ela assentiu pensativamente.Interessante— ela disse —.A maioria dos homens nunca admitiria algo assim. É... revigorante.Seu elogio foi como um peso que saiu do meu peito, e não consegui evitar um sorriso fraco.Mas— continuou ele, mudando levemente o tom —, se você vai se deixar levar pelas suas fantasias, tem que aprender a controlá-las. Não deixar que elas te controlem.
As palavras dele me atingiram mais forte do que eu esperava e franzi a testa, tentando processar o que ele queria dizer. Antes que eu pudesse responder, ele tirou o pé da água e o colocou suavemente sobre meu ombro.Beija ele— disse simplesmente.
Obedeci sem hesitar, pressionando meus lábios contra a parte superior de seu pé. Sua pele estava morna pela água, macia e tentadora. Segui a curva de seu arco com a língua, saboreando a leve salinidade de sua pele. Ela suspirou, inclinando levemente a cabeça para trás enquanto fechava os olhos.Beleza— sussurrou ela. — Agora, morde. De leve.
Fiz uma pausa, surpreso com a ordem, mas obedeci submisso, mordiscando suavemente a pele sensível logo abaixo dos dedos dela. Ela suspirou, o corpo tensionou por um instante antes de relaxar novamente.Viu?— disse, com a voz levemente trêmula.Controle. Você tem o poder, não os seus desejos.Sua lição tocou uma fibra sensível em mim e eu repeti o movimento, alternando entre beijos suaves e mordidinhas leves. A cada vez, as reações dela ficavam mais intensas, sua respiração mais pesada, até que finalmente ela afastou o pé e me agarrou.Chega, disse, com a voz carregada de desejo.“Vem cá.”Me aproximei mais, nossos corpos se pressionaram juntos na água morna. Suas mãos encontraram meu rosto, me puxando para um beijo profundo e faminto. Seus lábios eram exigentes, me reivindicavam de um jeito que não deixava dúvidas sobre quem estava no comando. Quando finalmente rompeu o beijo, sussurrou no meu ouvido:Agora, me mostra o que mais você consegue fazer.Suas palavras provocaram uma onda de adrenalina no meu corpo e eu não perdi tempo. Minhas mãos percorreram seu corpo, explorando cada centímetro dela enquanto minha boca deixava um rastro de beijos quentes e de boca aberta pelo seu pescoço. Ela se arqueou na minha direção, suas unhas cravaram nos meus ombros enquanto eu alcançava entre suas pernas.Esperasussurrou, me segurando pelo pulso.Ainda não.Confuso, me afastei um pouco, procurando uma explicação no rosto dela. Mas, em vez de responder, ela se virou e saiu do jacuzzi, a água escorrendo pelo corpo enquanto voltava para a cama.Me segue, gritou por cima do ombro, seu tom não deixava espaço para discussão. Fiz o que ela disse, saí da banheira e peguei uma toalha para me secar rapidamente antes de me juntar a ela na cama. Ela estava deitada de costas, com as pernas abertas de forma convidativa, seus olhos escurecidos pela antecipação. Fui me arrastando até ela até ficar ajoelhado entre suas pernas. Seus pés estavam a centímetros do meu rosto, e a visão por si só foi suficiente para acelerar meu pulso. Estendi meus beijos e carícias com a língua desde seu pé, subindo pelas panturrilhas até me aproximar de suas coxas. Ela soltou um suspiro suave, seus olhos piscando fechados.“Continua”,instigou.“Não se segura.”Me inclinei, pressionando um beijo hesitante na parte superior de sua intimidade. Sua pele era incrivelmente macia, com um leve aroma de lavanda da loção que ela havia usado antes. Meus beijos ficaram mais ousados, mais deliberados, percorrendo seu contorno com minha língua. Quando mordisquei suavemente seu clitóris, ela soltou um gemido baixo, seus quadris se moveram inquietos contra a cama.É isso aísussurrou, a voz carregada de desejo.Me faz sentir bem.Encorajado pela reação dela, continuei chupando suavemente seu botãozinho. Ela suspirou, as mãos agarrando os lençóis enquanto eu descia novamente por seus lábios vaginais até o períneo, chegando ao seu buraco mais escondido. A respiração dela ficou irregular, e quando olhei para cima, vi que sua mão livre havia deslizado entre as pernas, os dedos envolvendo seu clitóris com facilidade de quem já tinha prática.Não parasuplicou, sua voz quebrada nas palavras.Deus, não para.Não fiz isso. Não consegui. Os sons que ela estava fazendo - gemidos suaves, suspiros abafados, o ocasional grito agudo - estavam me deixando louco. Abri mais suas nádegas com minhas mãos para me concentrar no seu cu, dedicando a maior atenção, minha língua traçando cada curva e fenda. Seus quadris se sacudiram contra sua mão e percebi que ela estava perto, balançando à beira do prazer.Mais rápido",exigiu, sua voz rouca e desesperada.Por favor, mais rápido!
Obedeci, aumentando a pressão da minha boca, chupando e lambendo com um frenesi imprudente. Seus gemidos cresceram, enchendo o quarto, e então ela se desfez, seu corpo arqueando para fora da cama enquanto ondas de prazer a atingiam. Segurei seu quadril com firmeza, sem querer romper a conexão mesmo quando seus tremores diminuíram.
Quando finalmente ela desabou no colchão, com o peito ofegante, me olhou com uma expressão que não consegui identificar: algo entre espanto e fome. Ela fez um gesto para que eu me aproximasse e me arrastei pela cama até que nossos rostos estivessem no mesmo nível. Sua mão acariciou minha bochecha, seu polegar roçou meu lábio inferior.Você está cheio de surpresas, repetiu, sua voz agora mais suave, quase terna.Mas eu quero mais.
Mais?repeti, minha voz falhou levemente. Ela concordou com a cabeça, seus dedos percorrendo meu peito, parando logo acima da cintura.Quero ver até onde você vai por mim.O significado era claro, e enviou uma descarga elétrica direto pro meu centro. Antes que eu pudesse responder, ele se virou de bruços, a bunda levemente erguida no ar. Olhou por cima do ombro, os olhos escuros pela promessa.Me come, disse, sua voz pingando autoridade.E não seja gentil.Hesitei, de repente inseguro.O que você quer que eu faça?
Ela sorriu, com um brilho perverso nos olhos.Me surpreende"...
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