Cuidado com o que você fantasia, corno

Com você até perdendo eu ganho…


Como é que tão, galera da comunidade? Sempre deixei claro que não me considero um galã nem um porongudo e muito menos um sugar daddy… a real é que me considero um moreno comum. Até sou profissional, mas também tenho uma oficina que me dá um toque rústico. Mas sou BULL de códigos e adoro o mundo dos prazeres, onde encontrei meu maior tesão.
Como bull de casais cuckold e também como amante de várias casadas, fui acumulando experiências, onde, exceto em casos como os de…

https://www.poringa.net/posts/relatos/6213654/El-cornudo-que-no-aguanto-cuckold.html

onde o corno não aguentou a própria fantasia, na maioria dos casos me deu relacionamentos duradouros, fodas excepcionais e, em casos pedidos, inseminadas com os resultados que o casal queria.


Dito isso, essa experiência começou com um casal jovem, continuou comigo largado numa calçada, sangrando e todo dolorido. Chegou ao fim com um corno humilhado e uma hotwife que virou mais que uma loba.

Como eu, BULL, costumo encontrar casais em 3 ou 4 lugares-chave. O primeiro é o Contatos Sex, não por ser melhor que os outros, mas é uma rede onde estamos nós que procuramos e quem quer ser encontrado… Outra rede, obviamente, é o P!, que, embora esteja passando por mudanças, está mais perto da venda de conteúdo do que daquele velho pornô que nos aproximava de quem curtia viver a sexualidade fora dos padrões dessa sociedade chata pra caralho.
Então, posso dizer que de cada 10 contatos, 1 é aproveitável… e o termo "aproveitável" vale pros dois lados: do meu lado, pra continuar com um casal, a fantasia de cuckold tem que me excitar; do lado deles, é óbvio que ela precisa ter padrões de beleza onde posso não me encaixar, ou então tão procurando um mandingo que, obviamente, não sou.

Foi assim que, nos primeiros dias de março, conheci um casal jovem que se dizia curioso sobre cuckold, com umas fantasias específicas, mas que pra mim hoje não surpreendem mais.
Nas nossas primeiras conversas, a gente falou sobre as regras que eu sigo e que, de jeito nenhum, eu faço algo com um casal se não tiver uma conversa cara a cara com os dois lados. O cuckold é um acordo de 3 pessoas, e um acordo de 2 sempre termina mal.

Foi assim que marcamos um encontro, escolhemos um bar perto da Once, uma mesa afastada do povo naquela esquina que sempre fica escura e ninguém quer. Ele, um cuck de academia, definido, bem cuidado, parecia saído de um anúncio, cuidado demais pra ser hétero, calça combinando com a roupa, camiseta impecável sem um amasso e tênis combinando… Ela, uma garota linda com uns peitos maravilhosos que se escondiam debaixo de uma camiseta e carinha de menina, tanto que perguntei a idade porque disfarçava muito bem a maioridade.



Cuidado com o que você fantasia, corno


A gente se sentou numa mesinha daquelas de dois lugares. Não foi uma conversa nem confortável nem agradável. Ele guiava o papo, o desejo de que o Bull possuísse ela com força, como numa fantasia de estupro. Ele até já tinha pensado nos lugares, nos momentos e em como queria que tudo fosse…
Ela, feito uma menina, perdia o olhar no chão, as mãos com os dedos entrelaçados se apertavam forte quando ele falava do que desejava. Via a perna dela tremer de nervoso quando ele descrevia experiências que claramente não tinham tido.

não quis me aprofundar demais e fui direto

As fantasias de estupro e dominação existem de dois jeitos: um é ativo, uma encenação, um jogo entre adultos, mas onde ninguém joga pesado, é tudo só uma simulação, uma erotização de um momento onde não existe controle nem dominação, e as coisas que rolam na real não têm consequências, já que tudo é consequência de um desejo.
A outra possibilidade é abrir a porta de uma fantasia crua. Ali, a gente combina antes que tudo vai ser real e é sobre dominação, sobre empurrar os limites além do desejo, sobre abrir portas e assumir a responsabilidade pelas portas que se abrem… Nesse tipo de ato, não tem data marcada, só acontece. Vamos apresentar as sensações cruas, fortes e até sádicas até vocês decidirem se a porta é a que querem atravessar. E se atravessarem, não vai ter arrependimento.

Ele tava saindo do sério e ela não reagia… o que confirmava duas coisas: a primeira era que ela não queria aquilo, só tava numa viagem pra qual um namorado cheio de tesão tava arrastando ela; e a segunda, que o interesse dele naquela parada de violação/submissão e de ficar olhando era típico de namorado com cuzinho curioso que tem vontade de ver e compartilhar pica com a mina, e escolhe o cuckold como válvula de escape pra liberar essa vontade de ver pica e até dividir.

Quando a conversa acabou, não teve jeito senão falar o que pra mim era mais que óbvio: eu não era o BULL pra eles… ela tava muito insegura e ele, por trás daquela segurança que vendia, deixava transparecer que nunca tinha tido uma experiência de verdade, nem de cuckold nem de dominação.
Dito isso, só aconselhei que primeiro tentem algo mais suave, mais leve. Se ela realmente quiser um touro, que ela expresse isso. E se não quiser, que não se deixe levar pelo namorado e escolha o caminho que a leve ao prazer. Saímos em direção à rua Lavalle, sendo onze da noite, um bairro mutante onde o sol o mantém cheio de gente e movimento, mas quando ele se põe, cria-se aquele clima lúgubre de ruas vazias e a sujeira que um lugar de tanto trânsito deixa.
Eles foram pro carro do Corno e eu fui pegar minha bike na garagem do meio do quarteirão. Quando saí, olhei pra onde eles estavam e uns pivetes estavam enchendo o saco deles na conversa, pelo que eu vi, já que não mostraram arma nenhuma, só ameaçavam... Na real, eu nem ia me meter, o grandão devia saber se defender. Mas antes de subir na bike, notei o choro dela enquanto o cara passava a mão nela e tirava o celular que ela tinha entre aquelas tetas enormes.
Enfiei meu canivete, que sempre me acompanha, nas costas e olhei ao redor procurando algo convincente, mas menos mortal. Foi quando vi um transformador daqueles 110-220, grande e pesado, largado ao lado de uma lixeira. Deixei a bicicleta encostada na entrada da garagem e, me escondendo entre os carros, me aproximei. O cabeça estava passando a mão na bunda da mina, enquanto o chifrudo entregava tudo quase chorando. Sem respirar nem ter muito plano, acertei o transformador na cabeça do cara que estava apalpando ela e dei uns chutes pra que o outro viesse pra cima de mim, e aí partimos pra briga de mão... Não sou boxeador nem grande lutador, então a briga tava equilibrada até que o cara que eu tinha quebrado a cabeça se levantou. Não tenho como negar: levei porrada de todo lado.
Foi o som de uma viatura que fez eles correrem, porque se o corno assim que conseguiu saiu correndo e encontrou um tira que me salvou de ficar todo quebrado.
Ela, com o rosto cheio de lágrimas, me abraçou e disse: "Valeu!!!" Aí, com o nariz sangrando e o lábio rachado, eu olhei pra ela e mostrei que tinha recuperado o celular dela…

acho que você tem coisas importantes aqui. falei pra ela
Sim, eu grito, ela...

Assim fomos embora, cada um pro seu lado, afinal de contas eu tinha rejeitado a parceira.


Passaram uns dias, na verdade a gente tava na semana do feriado de 24 de março quando ela me mandou uma mensagem no meu celular.
 
Oi, Leonard. Pensei muito e quero começar no cuckold, e adoraria que fosse você… ela me escreveu.
como cê tá, gostosa? quer dar uns chifres no teu namorado ou prefere que eu te inicie como hotwife? respondi
quero que você seja quem vai cumprir o que a gente combinou. ela me escreveu


assim comecei uma conversa de mais de 1 hora onde expliquei pra ela que o namorado dela tinha uma fantasia de estupro real, levar ela ao limite e entregar ela toda, e se ela aceitasse, seria assim um jogo pesado e puro.
Assim ajeitamos como seria, eu no plano ia intervir num dia que eu escolhesse entre os 3 que podem (sexta, sábado e domingo)... o ativo seria o que eles escolheram, uma fantasia de estupro real onde ela tem a palavra de segurança e ele só seria uma parte da fantasia.
Pra realizar a fantasia, ela me deu uma cópia da chave da casa dela (que eu ainda não conhecia) e depois a gente conversou pelo WhatsApp, onde, por segurança, os dois me mandaram um vídeo dizendo que queriam uma fantasia de estupro, onde se entregariam pra mim (além das brincadeiras e desejos, sempre tem que tomar alguns cuidados).

Deixamos passar uns dias e já nos primeiros dias de abril preparei tudo, uma mochila com os materiais pra essa fantasia. Do outro lado, um cúmplice pra ver se rolava algo que eu tinha certeza que ia acontecer e queria que rolasse, então chamei o grande Kunta Kinte.
Com o kunta fomos pra casa, bem no meio do condomínio fechado perto do parque Sarmiento, um duplex lindo e enorme… a gente se escondeu no escuro e esperou…
Quando eles chegaram, estacionaram e entraram pela cozinha. Lá estávamos no sofá no escuro, eu e o Kunta. Eu fui direto nela na hora, e o Kunta pegou o Cheto, deu uns tapas na cara de cara e levou ele pra uma cadeira, de onde ele ia ser o espectador viajante e participante inesperado da fantasia dele.
ela tentou se soltar, mas foi em vão. ela se esforçava, mas a roupa dela saiu e não me restou outra opção a não ser te dar uns corretivos até que pude sussurrar no ouvido dela "gardenias". essa palavra disse quem eu era e, como num passe de mágica, ela se rendeu.
Ela não esperava, mas o ato foi no pelo, hoje era estupro, a fantasia dela a gente combinou que era sem limites… o corno tava mudo assistindo o filme ao vivo em primeiro plano.

Muito, muito cabeçuda, ela disse apreciando meu pau.
hoje vai ser sua carrasca.


sexo


Dito isso, continuei comendo ela. Pra ser sincero, como eu disse, NÃO SOU um mandingo, mas sei que sou resistente. Ficamos meia hora transando em cima da mesinha de centro da sala. Quando ela sentiu que meu pau tava prestes a soltar a carga, começou a me falar.

não não dentro nãooo.
hoje eu mando eu, segurando ela pelo pescoço... eu falei pra ela

Algo nela dizia não, mas ao mesmo tempo suas pernas me envolviam, empurrando até o fundo da buceta dela, que escorria fluidos. Quando chegou a hora, ela arranhou minhas costas todas e gritou.

você é um filho da puta…

Eu peguei ela pelo pescoço enquanto olhava pro namorado dela, que naquela hora já tinha virado amigão do torturador dela e tava passando a mão na terceira perna do kunta sem nenhum disfarce.

Peguei ela pelo cabelo e mostrei aquilo que eu, Hanabi, já tinha sacado na conversa.

olha, eu queria te fazer estuprar porque ele é um cagão que quer ser comido. eu falei pra ele

Ela arregalou os olhos e não podia acreditar, o namorado dela acariciando a pica monstruosa do Kunta. Kunta é um amigo senegalês com uma pica grossa de 30 cm que adora foder putinhos… ele estava em transe acariciando aquela pica, de vez em quando chupando timidamente. Kunta, imponente, já tinha dominado ele, e enquanto meus dedos tentavam abrir um cu super apertado que parecia nunca ter sido usado, Kunta, entre tapas e beijos, foi despindo o promíscuo que deixava ver um cabelinho bem curto.
Ela olhava pra aquela pessoa reduzida ao próprio desejo, se humilhando pra comer e poder tocar uma pica, via o homem que já tinha se mostrado correndo do perigo hoje entregue a um prazer que, na frente dos amigos, no mínimo diria que é coisa de viado…
Ela de quatro ainda se virou, me olhou e disse…

Você sabia que, além de ter o pau curto, ele curte cock?
não sabia que era pinto curto, mas já imaginava que ele gostava de pica. respondi pra ele
Como é que você sabia? Ele te contou quando vocês estavam conversando?

Lá eu a guiei até o sofá e, enquanto a gente via o Kunta brincando de dar tapinhas no chifre pra poder tocar na cock dele, o chifre se deixava levar uns tapas e depois o Kunta tirava a cock e ele acariciava e beijava, embora não tivesse exatamente uma mamada…
olhando o show e com ela segurando minha pica, comecei a explicar pra ela que, quando conheci vocês, percebi que ele nunca tinha feito troca de casal ou estado numa relação de corno. depois, dava pra ver como ele curtia a ideia da violação e que o detalhe tarado desse desejo me mostrava o gosto escondido dele.

Trajei a kunta, por que ele adora foder uns putinhos brancos. Eu disse
Ele vai comer ela?" perguntou ela, ansiosa.
Kunta quer muito comer ela, mas não vai fazer a não ser que ela peça.
você pede pra ela te pegar. ela me disse, me olhando com um olhar meigo

Lá eu olhei pra ela e falei: se você quer ver como o Kunta termina de humilhar ele, você também tem que se entregar. Então, se você tá disposta a deixar eu continuar a fantasia de vocês, pegando sua buceta apertada de mocinha... se você me disser que sim, o Kunta vai empalar esse seu homenzinho.
O silêncio reinou por um minuto enquanto ela criava coragem, engoliu seco e me disse: "Você não quer outra coisa? Meu tiny ass eu cuido, aliás, ele nunca teve ele, e seu cock com essa cabeça que você tem me faz..." Usou a palavra: pussy. Novamente o silêncio reinou. Ela olhou nos meus olhos, apertou forte meu cock que estava nas mãos dela e disse:

vamos com tudo pra fantasia continuar, faz o que quiser do jeito que quiser…


estupro


Parei na frente dela com a pica apontada pra cara dela, ela ia começar um boquete, mas antes um tapa interrompeu o momento. Peguei ela pelo cabelo e levei ela na frente do meu chifre, e ali deixamos claro quem é quem…

Kunta, faz com que ela me dê atenção, que tu tá com a buceta limpinha de tanto beijo. Falei pra ela.

Kunta deu 5 tapinhas curtos nela e falou

presta atenção no que tão te falando…

olha, promíscua, já inseminei a sua puta que pela primeira vez sentiu um pau de verdade, agora quero deixar uma lembrança de 9 meses... quero inseminar ela até cansar... foda-se as opções, se você disser não, acaba aqui, kunta guarda esse bastão e vamos embora, e se você chupar o pau do kunta bem chupado, eu deixo um filho no forno pra você cuidar.

Ele não pensou, acho que queria que o Kunta largasse ele há um tempão. Não sei se foi o primeiro boquete do promíscuo, mas com certeza ele caprichou.

Viu como ele se entrega na primeira oportunidade, você quer dar a bunda… quer que o Kunta meta a bunda em você.
Faz de mim tua mulher, eu não sabia, mas hoje me fez ver que falta um homem. Disse ela.

Kunta deu um sinal, que sorriu de alegria, deu um tapa na promíscua e disse: "Hoje você vai saber o que é bom, minha gostosa". Jogamos tudo o que tinha em cima da mesa e, frente a frente, nos inclinamos. Os dois sabiam o que vinha... Ela tentou resistir, mas Kunta deu um tapa nela e depois comeu a boca dela, puxando-a de novo enquanto lubrificava o pau.
Inclinei ela e comecei a chupar a bunda dela até minha língua vencer a resistência dela, enquanto meus dedos já a masturbavam. Nesse ato, ela gozou umas duas vezes.

É impossível que os vizinhos não percebessem que a gente fez alguma coisa, ela gritou, chorou e implorou, mas o Kunta enfiou cada centímetro dos 30 cm que tem entre as pernas.
Ela tinha uma buceta apertada perdida no meio de um rabo lindo, quando consegui possuir ela, ela tava com um olhar desafiador pra namorada dela, mas as duas se seguraram pelas mãos enquanto eram desvirginadas… eu fui menos cruel que o Kunta, que tava metendo sem parar no corno em transe, no meu caso fui devagar, curtindo possuir cada centímetro, fazendo ela gozar a cada estocada.
Kunta terminou mais rápido e, numa cadeira, com o chifre sentado no colo dele, ficava olhando como ela se entregava. De vez em quando, ela me chamava de filho da puta, e noutros momentos, procurava minha boca pra beijar com paixão.

depois disso, o kunta levou a promíscua pro quarto e ela e eu fomos pro sofão, ela me pediu de um jeito meigo pra gozar dentro dela quantas vezes eu quisesse, que se eu entregasse aquele cuzinho arrombado, ela tava disposta a criar um filho das fantasias dela.




assim chegou o domingo, a gente foi umas 16h, kunta e o promíscuo só salieri pra comer, o promíscuo tava com as mãos da kunta marcadas na bunda e na cara. a gente tava no sofá, ela já no segundo look de lingerie e nem preciso dizer que a gente comeu em todo canto.
pedi um uber pra kunta e ela saiu antes de mim… quando a kunta foi embora, a gente se despediu, deixamos claro que essa foi a fantasia que eles queriam e que abrimos uma porta que não sabemos onde vai dar… se quiserem de novo, já sabem, sempre de três e o contato é o…

Da porta de casa até a rua tem um jardim pequeno e quando eu tava saindo pra atravessar o jardim, ela saiu de repente e me comeu a boca sem se importar com nada… sorriu e correu pra dentro…


Essa experiência é muito recente, então ainda tá sendo escrita e no nosso chat de três a gente percebeu que despertou uma sádica maníaca sexual que tava adormecida dentro daquela mulher de aparência adolescente…


SEMPRE NO BULL, SEMPRE PRONTO…

Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.

2 comentários - Cuidado com o que você fantasia, corno

Que buena cabeza a mi ex me hubiera encantado, tengo fotos por si quieres hacerle tributo y humillarnos