Vizinha gostosa 16

E claro, como vocês podem imaginar, mostrei a calcinha fio dental de ontem à noite, mas com a diferença de que eu estava usando ela, ou seja, estavam vendo a primeira foto minha de lingerie. Sabia que estava brincando com fogo, podia ser arriscado porque se eu fizesse algo errado ou quisessem me chantagear para não divulgar, poderiam fazer isso facilmente, embora eu reconheça que talvez um pouco eu queria que fizessem isso. Deixei a jogada pronta na bandeja pra eles.

Olhei as informações na foto, todo mundo viu, mas ninguém respondia. Eu estava ansiosa pra que alguém respondesse. Queria apimentar a situação um pouco mais.

Eu: O que foi? Ficou um pouco de ontem à noite e tão tentando tirar? Tava claro que minha pergunta era se eles estavam se masturbando.

Nico: Acho que sim, tô tentando.

Ele entendeu a pergunta.

Eu: Mais alguém?
Dani: Tô tentando também, tomara que consiga.
Ale: Gostei, mas ainda falta..

“Apa” colocou um temperinho, pensei.

Eu: Por quê?
Ale: Bom, na real, no Instagram tá cheio dessas fotos. Com o que a gente viu ontem, é difícil só isso servir.
Dani: Ele tem razão, por isso falei “Tomara que consiga”.

Eles estavam dificultando e eu gostava de não ter eles comendo tanto da minha mão. No fundo, eu queria ser a que tivesse que implorar pra eles me darem algo, mas eles tinham que perceber sozinhos, não podia ser tão óbvio.

Eu: E o que mais vocês querem?
Ale: Surpreende a gente, você sabe o que faz.

Mandei mais uma foto.

Dani: Tá quase lá, mas ainda falta.
Eu: Que pidões que vocês estão. Não bastou ontem à noite?
Nico: Foi incrível.
Ale: Eu me acalmei um pouco, mas fiquei com vontade.
Eu: De quê?
Ale: De rolar algo mais.
Eu: Tipo o quê?

De novo usei a mesma tática, cutucar com perguntas até eles falarem.

Ale: No mínimo me deixar te tocar um pouco.
Eu: Ninguém pediu.
Dani: Você não deixou a gente fazer nada, só tínhamos que obedecer.
Eu: E vocês fizeram bem, mas eu disse que às vezes as regras estão aí pra serem quebradas.
Nico: Ter pegado nos seus peitos teria sido Posto como um louco.

Finalmente alguém falou sem papas na língua.

Eu: Finalmente alguém fala como deve ser.
Nico: Tô tentando lembrar e fico maluco.
Eu: Você ganhou um prêmio.

Mandei uma foto dos meus peitos.

Eu: Vem, quem fala tem prêmio.
Nico: Que peitão do caralho, comeria você toda.
Eu: Que tesão, né?
Dani: Olha o tamanho desses peitos, incríveis.
Eu: Gostou?
Dani: Pra caralho.
Ale: Tô tentando lembrar da sua bunda e a pika já tá dura pra cacete.

Mandei mais uma foto da minha raba, mas mais ousada.

Eu: Assim que você lembrava?
Ale: Que delícia deve ser essa bunda, meu deus.
Eu: Me falaram que sim. Meu ex gostava.
Ale: Fico fantasiando toda hora com essa bunda.
Dani: Tava linda demais.
Eu: Todo mundo achou bonita?
Caras: Sim, pra caralho!
Ale: Tem um problema aqui.
Eu: Qual?
Ale: Que você pergunta muito, mas fala pouco. E se a gente perguntar pra você?

Me apertou um pouco, não era tímida pra perguntar, mas talvez pra responder, até onde eu iria?

Eu: Gosto mais de perguntar, mas vamos testar.
Ale: O que foi? Deu uma cagada?
Eu: Nada disso, mas vamos ver.
Nico: Quero começar a perguntar eu.
Eu: Beleza.
Nico: Por que você pendurava as calcinhas sabendo que eu tava no quintal ou que a gente tava todo mundo?
Eu: Porque precisava secar, queria que eu soprasse?
Nico: Se não for falar a verdade, a gente também não fala.
Eu: Tá bom, as primeiras vezes não percebi, sempre colocava ali.
Nico: Eu sei, não cansava de ver elas penduradinhas.
Eu: Depois notei que vocês gostavam e que me olhavam diferente, não como anos atrás. Acho que gostei disso, me deu um tesão saber que vocês gostavam ou que me imaginavam, mas nunca pensei que chegaríamos até aqui.

Até agora, tava sendo sincera.

Dani: Por que você faz isso com a gente?

Já tava difícil responder a primeira pergunta, porque não sabia a resposta direito ou talvez soubesse, mas não queria ser tão direta.

Eu: Isso o quê? Dani: Tudo o que você faz.
Eu: Nunca parei pra pensar nisso, só foi acontecendo aos poucos, dava algo que eles gostavam e ao mesmo tempo alimentava minha sacanagem.
Ale: Você se tocou por causa da gente?
Eu: Você não me viu ontem à noite?
Ale: Antes, não tô falando de ontem.
Eu: Sim, eu fiz.
Nico: E você gostou?
Eu: Muito.

De novo, minha buceta tava babando, esses caras me deixavam com muito tesão e a situação dava um tempero especial. Sem eles pedirem, mandei mais uma foto.

Ale: Que puta tesão que você tá, quando vai deixar a gente te tocar?
Eu: Não sei se isso vai rolar.
Nico: Não aguento mais assim, tô morrendo de vontade de pegar esses peitos.
Dani: Demais, que delícia tocar esse corpo.
Ale: Você vai deixar a gente te tocar ou não?
Eu: Não sei, de verdade.
Ale: Vamos fazer uma coisa, vê o que você acha.
Eu: Fala.
Ale: Sábado, a gente vai na sua casa e vai te dar um presente. Se você usar, significa que a gente pode dar um passo a mais.
Eu: Que passo?
Ale: Na hora a gente vê.
Eu: Tá bom, o que os outros acham?
Nico e Dani: Tá bom, a gente vê no que dá.
Ale: Mais uma coisa, manda mais uma ou duas fotos.

Gostei que ele mandou e não pediu tímido. Resolvi obedecer, mesmo estando entrando no chuveiro, tava soltando a corda devagar e eles estavam indo bem, os caras tavam batendo uma pra mim mas sem parecer idiotas, ou pelo menos não chegavam nesse ponto porque sempre alguém segurava a situação, nesse caso foi o Ale. Quem sempre perdia a linha rápido era o Nico, mas é compreensível, ele é o mais novo e era claro que era por causa da idade, além de que ele sempre foi minha primeira vítima com as calcinhas penduradas.

Durante a semana, os caras vieram continuar o trabalho, tinha deixado um jogo de chaves pra eles entrarem e usarem a geladeira ou o banheiro se precisassem, confiava neles, sabia que não iam roubar nada de casa, uma calcinha podia rolar, como já tinha acontecido, mas nada além disso. Mas tomei alguns cuidados. porque entendi que a morbidez do que tava rolando entre os 4, podia fazer eles fazerem alguma merda ou se exaltarem demais.

Eu tinha uma caixa no guarda-roupa que tava bem à mão, com um "X" escrito de canetão, essa era minha caixinha de coisas picantes, não me importava que vissem o que tinha, mas preferia que, se fosse rolar, eu mesma mostrasse. Troquei as coisas de lugar, coloquei numa caixa de sapato e botei em cima de uma pilha de calçados que eu tinha, passava despercebida, já era o suficiente. Passou segunda, terça, quarta à noite me mandaram mensagem no grupo.

Ale: Desculpa Maca, a gente queria te fazer uma pergunta.
Eu: Oi galera, fala aí.
Ale: Tem como adiantar um dinheiro pra gente?
Eu: Tô com pouca grana, pra ser sincera, só recebo sexta, mas posso deixar alguma coisa, não é muito, mas capaz que ajude.
Ale: Beleza, valeu.

A conversa não continuou e eu segui com a minha vida, tava na academia, mas aquela faísca acendeu de novo, a que eu já conheço, sabia que se não fizesse nada, nem ia conseguir dormir. Tentei pensar em outra coisa e continuar o treino, mas era impossível, peguei minhas coisas e no meio da rotina vazei. No caminho, fiquei pensando, cheguei rápido em casa e fui direto pro chuveiro, isso sempre me ajuda a clarear as ideias, mas não adiantou, o que funcionou mesmo foi ir pegar roupa no quarto.

Sorri com a malícia de quem sabe que o que vai fazer vai provocar um monte de emoções nos outros, dessa vez claramente só neles. A única coisa que eu queria era fazer o pau deles ficar duro, tanto que, se possível, chegasse a doer.

Sabia como pagar pelo trampo deles, também sou funcionária e sei muito bem que, quando o pagamento vem com um extra que você não espera, a satisfação é muito maior, que surpresinha eles iam levar no dia seguinte..

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