Sou médico. Tenho meus 50 e tantos... ao longo da minha carreira perdi a conta das colegas com quem transei. Mas tem algumas com quem tive um sexo incrível, seja porque fodiam de um jeito alucinante ou porque rolou muita química. O negócio é que em novembro de 2024 tivemos nosso congresso anual no Costa Galana em Mar del Plata, muitos colegas, me diverti pra caralho. A Vero tava lá, a baixinha, e pra minha surpresa vi a "magrela" de novo... que já nem é tão magra assim.. mas continua forte como sempre. Ambas na casa dos 50. A baixinha era foda certa. Mesmo estando num relacionamento há anos e tendo uma filha, ela teve suas épocas bem de puta. Meio mundo já comeu ela. Num dos intervalos, a gente tava conversando e eu levei ela pra um corredor de um dos andares. Comecei a beijar ela e ela começou a passar a mão na minha pica.. "como é que tu fica duro, filho da puta?" ela disse. "Tá com saudade?" eu falei. Enquanto ela continuava me beijando, eu abaixei o zíper e tirei ela pra fora. Não é por nada não, mas tenho uma pica boa.. bem comprida, grossura normal. "Chupa ela, Vero.." "Tá louco?.. mais tarde.. aqui qualquer um passa, mano.." não liguei pra nada.. fiz ela se ajoelhar e enfiou na boca. Como ela chupa, puta que pariu! Mas durou uns dois minutos. Ela levantou na hora.. "para.. não vê que sou uma mulher casada?" eu ri e ela também. Aí eu falei "e aí.. e a magrela? Aqueles peitos tão pedindo pra serem apalpados!.. será que consigo comer ela?.. queria comer as duas" ela me olha. Me beija e fala "vou falar na lata que tu quer comer ela.. ela tá num hotel mais pro sul, mas primeiro quero que tu fique comigo.. vai ver ela e volta pra mim.. não lava.. mas goza dentro de mim" a putaria já não me deixava nem pensar "sim, baixinha.. claro. Vou arrombar essa sua bunda pequena.. fala pra magrela que ela também vai levar. No lobby a S (a magrela) tava conversando com a MV e outras. Cheguei perto, cumprimentei, a magrela tava sorrindo mas meio sem graça.. fazia anos que a gente não transava e eu não sabia se o resto sabia da nossa história ou não.. me divertia vendo a cara de desconforto dela.. enquanto todo mundo falávamos, eu roçava uma bunda dela como quem não quer nada. Umas 20h… sexo com a Vero. Cada vez mais puta. Ela chupou minhas bolas e o pau como uma expert. Comi ela em todas as posições e fiquei dentro do cu dela uns 20 minutos. “Não goza” “a S tá te esperando”… olhei pra ela… “tá me zoando?” “Não, eu propus e no começo ela não queria, mas depois… você conhece ela… toda santinha, mas é mais puta que eu”… eu ri. “Vocês são umas senhoras vagabundas, amo vocês, demais!” “Vai… te espero antes das 23… e não vai gozar!… se guarda pra mim!” Claro que falei que sim pra tudo… não lavei o pau… tava com o que tivesse dentro das entranhas da Vero… peguei o carro e fui pro hotel da magrinha. Chego e falo na recepção que sou um colega da Dra… e perguntam se ela queria que eu subisse pra dar uns papéis. Me olharam feio… mas falaram pra eu subir. Mal entrei, ela tava só de tanguinha… tava com barriguinha, mas com uns peitos enormes e durinhos. Nem falei. Só comecei a chupar e apertar eles. Abaixei a calça e a cueca e ela começou a lamber as bolas e esfregar o rosto no meu pau (acabado de sair do cu da peti) “nossa, como tava com saudade, magrinha… chupa muito melhor que há 15 anos!” Ela não falava nada… me deitei na cama e ela continuou chupando… chupava debaixo das bolas… até que virei e fiquei de quatro pra ver o que ela fazia… ela meteu a língua no meu cu, o que fez ele ficar duro que nem pedra. Parou, tirou a tanguinha… “faz a booty pra mim” ela pediu. Agora quem ficou de quatro foi ela, me deu um lubrificante íntimo que tirou da bolsa. Passei um pouco e enfiei tudo. Poucas aguentam ele inteiro… ela gemia que nem uma gata “ai love… ai love”. E eu falava “hum… sou seu love?… mais que seu marido?… você é minha puta?” “Sim… ahh… sim… sou sua puta” meu pau entrava e saía como se fosse de uma buceta bem lubrificada… não sei se pela idade tava perdendo elasticidade ou porque faziam o cu dela direto… quase gozei duas vezes… mas me Aguentei..."Magrinha... tô cansado, dá pra ver... tô com dificuldade de gozar..." Ela virou e começou a me beijar na boca, me comeu literalmente. "A gente continua em Buenos Aires?" Ela perguntou. "Óbvio!" Respondi. Depois de um papo sem importância, me vesti e fui buscar a Peti. Ela tava me esperando. Assim que cheguei, me joguei na cama e ela puxou minha calça e cueca pra baixo. "Olha que não lavei a rola", falei. "Melhor ainda", respondeu. Me chupou muito bem... não aguentei e gozei metade na boca dela (engoliu a porra) e o resto na cara dela. Tava destruído... Ela começou a morder meus mamilos e começou a perguntar sobre a S. "Ela deixou comer bem?" "...feito uma deusa! A bunda é uma beleza... e imagino que você gostou do gosto da bunda dela... tá afim dela?" "Sim... mas ela não quer saber de putaria." "E se a gente fizer algo com você, ela e a MV? No meio da confusão e com muita cerveja no corpo, você pode comer ela." "Ela fode todo mundo, mas nunca rolou dela fazer isso... mas posso armar. Meu marido às vezes vai pescar, convido as duas e você vem... mas traz algum residente cara e discreto." Enfim... foi um Congresso que mais uma vez não decepcionou... agora é esperar ela armar algo. No pior dos casos, continuo comendo as duas separadas... fiquei com muita vontade de encher a bunda da magrinha de porra enquanto apertava aqueles peitos divinos. História real. A próxima experiência eu publico... sempre sem nomes, não é pra estragar bons casamentos...
3 comentários - Congresso Médico Mar del Plata