Caitlin parecia bem envergonhada e perdida quando me afastei, minha cueca estava bem impressionante. - Mas... uau, que tesão! Incapaz de aceitar que ela era tão pervertida quanto eu e queria que eu enchesse a bunda dela tanto quanto eu queria encher, Caitlin foi forçada a aceitar a situação. Senti um pouco de pena dela, eu realmente gostava de fazê-la gozar, quase tanto quanto adorava gozar dentro dela. Mas queria compensá-la depois, quando tivesse um pouco mais dela. Tendo deixado ela tão perto do limite, foi fácil ligar o motor dela de novo, já que eu garantia passar minhas mãos pelo corpo gostoso dela toda vez que estava perto enquanto fazíamos as tarefas de casa. Claro, também tentei passar muito tempo com ela. Toda vez que ela começava a relaxar, ela parava o que estava fazendo e se esfregava em mim com toda força, fazendo de tudo para me provocar a pegá-la sem perder a linha ou pedir diretamente. Foi um joguinho divertido que deixou os dois excitados. Garanti que, diferente da maioria dos outros dias, fizéssemos todas as tarefas juntos, para poder continuar tocando nela, passando as mãos nas coxas ou nos peitos dela, só para manter o motor dela quente e pronto pra ação. Isso tinha a desvantagem surpreendente de também deixar meu próprio motor funcionando bem. Minha pica estava praticamente dura igual pedra o tempo todo, o que fazia minha cueca ficar bem marcada e notei que minha irmã tinha dificuldade em desviar o olhar dela. Ela tentou evitar preparar o jantar comigo, sem dúvida planejando limpar alguma coisa enquanto eu cozinhava, mas em vez de deixá-la ir, sugeri que ela fizesse uma sobremesa se eu fosse preparar o jantar. Incapaz de apresentar um contra-argumento sem recorrer a uma declaração direta de que era uma pervertida tão tarada, ela teve que ir e apagar um ou cinco orgasmos porque o irmão dela a tinha Estive excitado o dia inteiro e ela aceitou, meio decepcionada. Sinceramente, não sei qual sobremesa poderia realmente se comparar à minha irmã gostosa, mas por enquanto eu tava fazendo de tudo pra distrair ela o máximo possível do jogo. Não que eu também não me distraísse, mas sempre foi assim e provavelmente já me acostumei. O jantar foi melhor do que eu temia e pior do que esperava. Dá pra cozinhar um monte de coisa com legumes congelados e frango congelado. Mas um bom estoque de temperos compensa muitos pecados, então no final o prato ficou bem comestível. Some a isso o vinho, que provavelmente era delicioso demais pra desperdiçar — gemidos silenciosos de prazer —, e percebi que era hora de passar pro próximo nível. Durante a massagem, coloquei as pernas dela no meu colo, deixando uma apoiada enquanto cuidava da outra, e depois fui alternando. Agora coloquei as duas pernas no meu colo e comecei a esfregá-las contra a barraca bem óbvia que eu tava armando e meu pau duro como pedra, que fazia de tudo pra parecer o mastro da barraca. Caitlin pareceu um pouco surpresa com minhas palhaçadas, mas não fez nada pra me impedir, já que, claro, eu tinha todo o direito de me divertir um pouco com os pés dela. Em vez disso, ela me olhou com um sorrisinho de satisfação nos lábios. Percebendo que a cueca atrapalhava, deslizei ela por baixo das pernas da minha irmã, descendo pelas coxas dela, e deixei cair no chão sem problema nem pensar. Caitlin me olhou com as pálpebras semi-cerradas, soltando um "Pervertido" brincalhão, e eu só pisquei um olho em resposta. Sem barreira entre nós, senti as pernas elegantes e frescas da minha irmã pressionadas direto contra meu pau. Sentindo os pés macios dela apertando minha parte mais sensível, que doía de vontade de gozar, Peguei os pés dela entre minhas mãos e esfreguei contra minha vara dura, masturbando eles devagar e de leve. Nunca curti pés, e também não acho que minha irmã tenha qualquer fetiche por pés, mas do jeito que ela me masturbou devagar com os pés deixou uma impressão muito gostosa pra nós dois. Minha irmã claramente tava tão desesperada pra gozar quanto eu, mas eu tava no controle, podia decidir que parte do corpo dela usar pro meu prazer e tudo que ela podia fazer era me deixar usar minha propriedade. Mais do que sentir os pés dela no meu ponto mais sensível, o que me excitou foi saber que a maior parte do corpo da minha irmã me pertencia e eu podia usar como quisesse. Depois de provocar ela assim por vários minutos, vi que ela tava tentada a se tocar na minha frente, as mãos dela se aproximaram da racha dela, os dedos acariciaram a barriga lisinha e a parte de cima das coxas, não tava exatamente se masturbando, mas claramente tava juntando coragem pra fazer isso. Antes que ela pudesse decidir, agarrei ela pela cintura e puxei pra perto de mim num movimento rápido. Ela deu um gritinho assustada mas não resistiu, provavelmente pensando que eu ia agarrar a bunda dela de novo, dando pra nós dois os orgasmos que claramente a gente tanto queria. Em vez disso, pressionei as coxas dela contra meu torso, deslizando meu pau entre as coxas macias dela, quase tocando a buceta dela. Mesmo as coxas dela estando escorregadias por causa da quantidade de melado que escorria da boceta dela, era muito gostoso deslizar meu pau duro entre as coxas dela. Não era nem de longe a mesma coisa que deslizar dentro da bunda apertada e quente dela, mas ainda assim era muito prazeroso, e tinha a vantagem inegável de também provocar minha irmã, enquanto meu pau deslizava entre as coxas dela a só alguns centímetros da racha sensível dela. Logo ela tava apertando a cintura contra mim, tentando fazer eu deslizar um pouco mais pra baixo pra poder esfregar a boceta molhada dela. Quando agarrei ela pelos quadris, ela não conseguia se mexer e logo estava gemendo de frustração, embora eu já sentisse meu próprio orgasmo se aproximando. Nossa posição garantia que ela não tivesse como se estimular de verdade, as pernas dela se fecharam em volta do meu pau sem deixar espaço pra mão dela. Chegando perto do orgasmo, fiquei um pouco descuidado enquanto acelerava o ritmo, apertando as pernas da minha irmã com fúria. Sentindo que estava perdendo o controle, ela conseguiu se levantar um pouco, pressionando a boceta contra a parte de baixo do meu pau. Felizmente pro meu plano maligno, a sensação da rachadura dela deslizando momentaneamente contra meu pau foi o suficiente pra me levar ao limite. De repente, jatos de esperma branco e grosso se espalharam sobre a barriga lisa da minha irmã, uma parte caiu entre os peitos dela e outra formou uma poça branca perolada no umbigo dela. Ver ela coberta com meu sêmen foi um sonho absoluto. Até as coxas dela tinham uma cobertura gostosa que escorria lentamente até o pêssego proibido dela. Me inclinando pra trás pra recuperar o fôlego e admirar meu trabalho, soltei os quadris dela do meu aperto. — Esse foi um bom massagem nos pés! — eu disse. — Não sei, acho que dava pra caprichar mais no final — reclamou minha irmã. Senti um pouco de pena por deixar ela na mão de novo, mas se as coisas saíssem como eu esperava, eu compensaria mais tarde. — Ah, sei não, achei que foi um final bem feliz! — brinquei com ela. Minha recompensa rápida foi uma almofada na cara. Acho que mereci. "Posso pegar alguma coisa pra limpar seu sêmen?" perguntou Caitlin, sem conseguir se mexer sem que meu esperma escorresse pela barriga lisa e cremosa dela, adicionando mais bagunça pegajosa ao sofá do que os sucos dela já tinham sujado. "Sei não, gosto de como seu sêmen fica em você. Além disso, deve ser muito bom pra sua pele." Caitlin pensou por alguns segundos, considerando minhas palavras. "Hmm, tá bom, suponho que o torso é teu, então se quiser esfregar seu esperma na minha pele, provavelmente é viável". Mas minhas mãos não te pertencem, então vai ter que se esfregar sozinho. É tentador, mas por mais erótico que pareça cobrir o torso e as coxas da minha irmã com meu esperma, provavelmente me deixaria com tesão de novo, e aí "Você pode se secar com eles", sugiro gentilmente. Ela fez isso, revirou os olhos e depois me jogou a roupa grudenta. Peguei no ar e dei um sorriso de piranha.
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