Ayyyy Hilario...!!!, hoje vou contar uma coisa que ao ler pode parecer inacreditável, mas juro pelo meu filho que é tudo real. Mais que isso, tô escrevendo e paro pra me tocar porque só de lembrar já me excita. Hilario é amigo do meu avô desde que tinham 20 anos. Hoje ambos têm 72, mas Hilario é super jovial. Logicamente, é parte da família, e mais, eu conheço toda a dele. Presença constante, junto com a esposa e os filhos, em toda festa em casa. Nosso tratamento sempre foi o melhor, como costumo dizer, pra mim ele é um avô do coração. Me viu nascer e crescer. Esteve no meu casamento e no nascimento do meu filho. Nunca foi uma pessoa sem noção nem senti que me olhasse com outros olhos, até este sábado. Hilario nos convidou pra um churrasco na casa dele em Nordelta, fomos a família toda: meu marido, meu filho, minha mãe, meu pai e, logicamente, meu avô. Almoçamos pra caramba e, como o dia tava bom, pintou uma piscina. De antemão, tínhamos levado roupa pra isso. Eu, uma fio dental laranja com uma blusinha combinando (foto anexa). Tudo normal e divertido. Hilario me pediu ajuda pra trazer drinks pra todo mundo e eu acompanhei ele. Dentro de casa, começou tudo. Pedi uma bandeja e notei ele nervoso, Hilario olhava a cada segundo pro lado da piscina onde nossas famílias curtiam. "Tá acontecendo alguma coisa?", perguntei. Ele me olhou e, como quem vai se jogar na frente de um trem, disse: "Não sei se te conto, Laurita, porque pode ser muito grave." "Hilario, não me assusta, o que foi?" Ele me olhou fixo de novo e soltou: "Não podia acreditar que era você a da Poringa. No começo, pensei que algum otário tinha roubado suas fotos e tava usando, mas quando li o relato com seu avô, tudo que você descrevia da oficina, percebi que era você." Fiquei gelada, não tinha como negar, foi o que nunca considerei: que algum conhecido pudesse me descobrir na página. Com a voz trêmula e cheia de pânico, falei: "Por favor, Hilario, isso tem que morrer aqui." "Depende de você, Lauri", ele disse de um jeito intrigante. "Não entendi", falei. "Você acha... que nunca olhe pra essa bunda incrível que você tem, essa carinha de putinha, essa boca de quem manda, ele me disse. E agora que eu sei o quão puta você é, fica por sua conta negociar meu silêncio. Me senti humilhada e minha cara com certeza entregou tudo. Hilário soltando uma gargalhada me disse: Não seja boba, gata, você é como uma neta, nunca te chantagearia, só precisava te falar porque não queria guardar o que sei. Abracei ele forte e agradeci. No abraço, Hilário aproveitou e acariciou com as duas mãos minha bunda. Gemeu e me disse que beleza. Isso foi um problema porque eu gostei do apalpamento dele. Vamos, vamos levar as coisas, senão vão pensar qualquer merda. Arrumei as garrafas e copos em duas bandejas e fomos nos reunir com as famílias. Já não era a mesma coisa. Eu tinha ficado excitada com a situação e durante a tarde toda me grudei no Hilário. No fim da tarde, ele teve a ideia de ter janta também e todo mundo comemorou. Alguns pediram pra descansar um pouco porque o álcool tinha batido e, um por um, foram aceitando a ideia de deitar um pouco. Meu filho também tava cansado e se juntou ao pai num dos sofás. Acendi um cigarro e sentei na borda da piscina. Não vai dormir um pouco? Era Hilário que sentou do meu lado. Eu, gata, não fica mal pelo que aconteceu, já foi, só toma cuidado pra ninguém mais saber, ele disse paternalmente. É tudo real o que você escreve? Perguntou descontraído. Sim, tudo, respondi sentindo que pra ele não precisava mentir. Me matou a parte do seu avô, mas você era nova, agora a dos dois velhos que te comeram em Tandil é novinha e juro que imaginei tudo. Te excitou? Perguntei provocando. Tanto que não teve jeito, tive que bater uma, ele disse cúmplice. Não imaginava Hilário com 72 anos e o pau duro, apesar de gostar de veteranos, nunca tinha comido um avô gagá. De repente, senti a mão de Hilário se acomodando entre o chão da borda da piscina e minha bunda. Posso? Perguntou. Levantei a bunda e sentei na mão aberta dele. Os dois olhávamos pra dentro de casa. Disfarçadamente, coloquei minha mão sobre seu pau e que pirocaaaaa, era grosso e tava duro. Eu sorri e falei: nunca imaginei que você ficava de pau duro. E cê não sabe como quando eu leio o quão puta você é, ele respondeu. Não precisava falar mais nada. Você me comeria? Perguntei de quatro. Como se nunca tivessem te comido, gostosa. Olhei pra todo lado e, segura que ninguém tava por perto, plantei um beijo de língua nele. Vamos pro quincho, quer? Ele perguntou e se levantou, indo pra lá. Lógico que eu segui. Fazia tempo que tava com a pussy molhada e queria comer o velho. O contraste da pele enrugada dele com o pau bom que eu tinha tocado me excitava ainda mais. Entramos no quincho e de um canto Hilário tirou um colchonete. Deitou de barriga pra cima e, me olhando fixo, falou: Tira essa puta que você tá vestindo. Fiquei pelada e o velho quase gozou na hora. Vira, me mostra a bunda, ele implorava. Dei uma boa vista da minha bunda nua e ele suspirou fundo. Comecei beijando a boca e o pescoço dele enquanto tirava a bermuda. Hilário apertava meus peitos e meu cabelo. Beijei o peito dele e o velho entrou em transe. As rugas da pele dele me deixavam mais puta. Hilário segurou firme na minha bunda enquanto eu descia com a boca por toda a barriga dele. Enfiou um, dois, três dedos na minha bunda enquanto eu beijava cada centímetro daquela pele enrugada. Quando cheguei no pau dele, não acreditei que tivesse um pedaço daquele. Chupa, puta, vai, come ele todo, ele falava como se precisasse. Fiquei louca chupando aqueles ovos enrugados, comi eles, a cada mordida nos ovos dele Hilário enfiava mais os dedos na minha bunda. Enfiei a pica toda até a garganta e isso foi demais, o velho puxou meu cabelo com força e gozou na minha boca. A porra dele era grossa, muito grossa, com um gosto agridoce. Tomei tudo. Filha da puta, você engoliu tudo, é uma vagabunda, ele falou. Vem, vou te dar uma chupada de pussy que você nunca vai esquecer. Olhei pra fora, não tinha ninguém na área. Ele se reclinou e enfiou a boca no meu cuzinho. Como chupa, filho da puta! Ele me fez gozar 3 orgasmos longos só com a língua e os dedos dele no meu cu. Depois que gozei pela terceira vez, ele me disse: Agora, puta, vem sentar aqui, quero te foder. Tive que chupar um bom tempo pra ele começar a endurecer. Pensei que não ia dar tempo de transar, mas como se fosse destino, ninguém em casa acordou. Finalmente consegui deixar ele duro que nem pedra de novo e falei: Não perde tempo, me fode. Ele pediu pra eu montar. Enfiei o pau todo na minha use the word: pussy, abri o cu pra ele enfiar os dedos e comecei a cavalgar. Pela idade e por ser a segunda vez, dava pra aproveitar porque ele não gozava. Subia e descia engolindo com a minha use the word: pussy o pedaço inteiro. Que delícia que você fode, garota, por Deus!! Que puta gostosa! Hilário falava e eu montava. Vendo que a foda ia ser longa, falei: me come, velho sujo, arrebenta meu cu. Ele me colocou de quatro e enfiou a boca na minha bunda. Filha de uma puta, você tem o cu todo arrombado, ele disse me dando um tapa forte. Continuou batendo e me chamando de puta de cu arrombado. Vai, velho punheteiro, me come! Gritei baixinho. Ele enfiou no meu cu dando gritinhos de alegria, olha o cu que eu tô comendo, que pedaço de bunda, garota. Amei que ele não gozava logo. Ele comeu meu cu por um bom tempo. As estocadas eram profundas. Comecei a me punhetar. Toma, puta merda, toma, garota puta, ele dizia enquanto enfiava o pau no meu cu. Não aguentei e gozei me punhetando. Uns minutos depois, senti ele se segurar forte nos meus peitos e o jato de porra entrou tudo no meu cu. Nos agradecemos depois de transar. Me vesti com minha calcinha fio dental, coloquei a blusa e fui direto pra piscina tirar a porra. Tava nisso quando minha mãe saiu de casa e me ofereceu chimarrão. Hilário? Perguntou. Acho que foi deitar no quincho, respondi. Jantamos sem parar de nos olhar. Quando voltava no carro com meu marido, recebi um WhatsApp dele. Amantes puta?, amantes velho pau grande, respondi. Na próxima conto mais. Beijos e bom fim de semana.
Ayyyy Hilario...!!!, hoje vou contar uma coisa que ao ler pode parecer inacreditável, mas juro pelo meu filho que é tudo real. Mais que isso, tô escrevendo e paro pra me tocar porque só de lembrar já me excita. Hilario é amigo do meu avô desde que tinham 20 anos. Hoje ambos têm 72, mas Hilario é super jovial. Logicamente, é parte da família, e mais, eu conheço toda a dele. Presença constante, junto com a esposa e os filhos, em toda festa em casa. Nosso tratamento sempre foi o melhor, como costumo dizer, pra mim ele é um avô do coração. Me viu nascer e crescer. Esteve no meu casamento e no nascimento do meu filho. Nunca foi uma pessoa sem noção nem senti que me olhasse com outros olhos, até este sábado. Hilario nos convidou pra um churrasco na casa dele em Nordelta, fomos a família toda: meu marido, meu filho, minha mãe, meu pai e, logicamente, meu avô. Almoçamos pra caramba e, como o dia tava bom, pintou uma piscina. De antemão, tínhamos levado roupa pra isso. Eu, uma fio dental laranja com uma blusinha combinando (foto anexa). Tudo normal e divertido. Hilario me pediu ajuda pra trazer drinks pra todo mundo e eu acompanhei ele. Dentro de casa, começou tudo. Pedi uma bandeja e notei ele nervoso, Hilario olhava a cada segundo pro lado da piscina onde nossas famílias curtiam. "Tá acontecendo alguma coisa?", perguntei. Ele me olhou e, como quem vai se jogar na frente de um trem, disse: "Não sei se te conto, Laurita, porque pode ser muito grave." "Hilario, não me assusta, o que foi?" Ele me olhou fixo de novo e soltou: "Não podia acreditar que era você a da Poringa. No começo, pensei que algum otário tinha roubado suas fotos e tava usando, mas quando li o relato com seu avô, tudo que você descrevia da oficina, percebi que era você." Fiquei gelada, não tinha como negar, foi o que nunca considerei: que algum conhecido pudesse me descobrir na página. Com a voz trêmula e cheia de pânico, falei: "Por favor, Hilario, isso tem que morrer aqui." "Depende de você, Lauri", ele disse de um jeito intrigante. "Não entendi", falei. "Você acha... que nunca olhe pra essa bunda incrível que você tem, essa carinha de putinha, essa boca de quem manda, ele me disse. E agora que eu sei o quão puta você é, fica por sua conta negociar meu silêncio. Me senti humilhada e minha cara com certeza entregou tudo. Hilário soltando uma gargalhada me disse: Não seja boba, gata, você é como uma neta, nunca te chantagearia, só precisava te falar porque não queria guardar o que sei. Abracei ele forte e agradeci. No abraço, Hilário aproveitou e acariciou com as duas mãos minha bunda. Gemeu e me disse que beleza. Isso foi um problema porque eu gostei do apalpamento dele. Vamos, vamos levar as coisas, senão vão pensar qualquer merda. Arrumei as garrafas e copos em duas bandejas e fomos nos reunir com as famílias. Já não era a mesma coisa. Eu tinha ficado excitada com a situação e durante a tarde toda me grudei no Hilário. No fim da tarde, ele teve a ideia de ter janta também e todo mundo comemorou. Alguns pediram pra descansar um pouco porque o álcool tinha batido e, um por um, foram aceitando a ideia de deitar um pouco. Meu filho também tava cansado e se juntou ao pai num dos sofás. Acendi um cigarro e sentei na borda da piscina. Não vai dormir um pouco? Era Hilário que sentou do meu lado. Eu, gata, não fica mal pelo que aconteceu, já foi, só toma cuidado pra ninguém mais saber, ele disse paternalmente. É tudo real o que você escreve? Perguntou descontraído. Sim, tudo, respondi sentindo que pra ele não precisava mentir. Me matou a parte do seu avô, mas você era nova, agora a dos dois velhos que te comeram em Tandil é novinha e juro que imaginei tudo. Te excitou? Perguntei provocando. Tanto que não teve jeito, tive que bater uma, ele disse cúmplice. Não imaginava Hilário com 72 anos e o pau duro, apesar de gostar de veteranos, nunca tinha comido um avô gagá. De repente, senti a mão de Hilário se acomodando entre o chão da borda da piscina e minha bunda. Posso? Perguntou. Levantei a bunda e sentei na mão aberta dele. Os dois olhávamos pra dentro de casa. Disfarçadamente, coloquei minha mão sobre seu pau e que pirocaaaaa, era grosso e tava duro. Eu sorri e falei: nunca imaginei que você ficava de pau duro. E cê não sabe como quando eu leio o quão puta você é, ele respondeu. Não precisava falar mais nada. Você me comeria? Perguntei de quatro. Como se nunca tivessem te comido, gostosa. Olhei pra todo lado e, segura que ninguém tava por perto, plantei um beijo de língua nele. Vamos pro quincho, quer? Ele perguntou e se levantou, indo pra lá. Lógico que eu segui. Fazia tempo que tava com a pussy molhada e queria comer o velho. O contraste da pele enrugada dele com o pau bom que eu tinha tocado me excitava ainda mais. Entramos no quincho e de um canto Hilário tirou um colchonete. Deitou de barriga pra cima e, me olhando fixo, falou: Tira essa puta que você tá vestindo. Fiquei pelada e o velho quase gozou na hora. Vira, me mostra a bunda, ele implorava. Dei uma boa vista da minha bunda nua e ele suspirou fundo. Comecei beijando a boca e o pescoço dele enquanto tirava a bermuda. Hilário apertava meus peitos e meu cabelo. Beijei o peito dele e o velho entrou em transe. As rugas da pele dele me deixavam mais puta. Hilário segurou firme na minha bunda enquanto eu descia com a boca por toda a barriga dele. Enfiou um, dois, três dedos na minha bunda enquanto eu beijava cada centímetro daquela pele enrugada. Quando cheguei no pau dele, não acreditei que tivesse um pedaço daquele. Chupa, puta, vai, come ele todo, ele falava como se precisasse. Fiquei louca chupando aqueles ovos enrugados, comi eles, a cada mordida nos ovos dele Hilário enfiava mais os dedos na minha bunda. Enfiei a pica toda até a garganta e isso foi demais, o velho puxou meu cabelo com força e gozou na minha boca. A porra dele era grossa, muito grossa, com um gosto agridoce. Tomei tudo. Filha da puta, você engoliu tudo, é uma vagabunda, ele falou. Vem, vou te dar uma chupada de pussy que você nunca vai esquecer. Olhei pra fora, não tinha ninguém na área. Ele se reclinou e enfiou a boca no meu cuzinho. Como chupa, filho da puta! Ele me fez gozar 3 orgasmos longos só com a língua e os dedos dele no meu cu. Depois que gozei pela terceira vez, ele me disse: Agora, puta, vem sentar aqui, quero te foder. Tive que chupar um bom tempo pra ele começar a endurecer. Pensei que não ia dar tempo de transar, mas como se fosse destino, ninguém em casa acordou. Finalmente consegui deixar ele duro que nem pedra de novo e falei: Não perde tempo, me fode. Ele pediu pra eu montar. Enfiei o pau todo na minha use the word: pussy, abri o cu pra ele enfiar os dedos e comecei a cavalgar. Pela idade e por ser a segunda vez, dava pra aproveitar porque ele não gozava. Subia e descia engolindo com a minha use the word: pussy o pedaço inteiro. Que delícia que você fode, garota, por Deus!! Que puta gostosa! Hilário falava e eu montava. Vendo que a foda ia ser longa, falei: me come, velho sujo, arrebenta meu cu. Ele me colocou de quatro e enfiou a boca na minha bunda. Filha de uma puta, você tem o cu todo arrombado, ele disse me dando um tapa forte. Continuou batendo e me chamando de puta de cu arrombado. Vai, velho punheteiro, me come! Gritei baixinho. Ele enfiou no meu cu dando gritinhos de alegria, olha o cu que eu tô comendo, que pedaço de bunda, garota. Amei que ele não gozava logo. Ele comeu meu cu por um bom tempo. As estocadas eram profundas. Comecei a me punhetar. Toma, puta merda, toma, garota puta, ele dizia enquanto enfiava o pau no meu cu. Não aguentei e gozei me punhetando. Uns minutos depois, senti ele se segurar forte nos meus peitos e o jato de porra entrou tudo no meu cu. Nos agradecemos depois de transar. Me vesti com minha calcinha fio dental, coloquei a blusa e fui direto pra piscina tirar a porra. Tava nisso quando minha mãe saiu de casa e me ofereceu chimarrão. Hilário? Perguntou. Acho que foi deitar no quincho, respondi. Jantamos sem parar de nos olhar. Quando voltava no carro com meu marido, recebi um WhatsApp dele. Amantes puta?, amantes velho pau grande, respondi. Na próxima conto mais. Beijos e bom fim de semana.
16 comentários - Aos 72 anos, levei a foda da minha vida (real)
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