Fala, galera! Meu nome é Aurora e vou contar o que rolou depois da visita inesperada que tive com meu tio Gonzalo. Quando minha mãe chegou e pegou a bolsa dela, me pegou ainda em choque, toda atordoada e distraída. Ela me perguntou o que eu tinha, e eu, ainda meio perdida, falei que não era nada. Ela disse que voltaria à noite e foi trabalhar. Sem pensar duas vezes, fui limpar a bagunça que ficou, e enquanto limpava, não parava de pensar naquele pau do Gonzalo, que eu vi a poucos centímetros, em todo o seu esplendor. Quando terminei de limpar, recebi uma mensagem do meu tio Gonzalo dizendo: "Você se comportou tão bem que hoje seu primo vai te visitar. Continue assim e pode ter bons benefícios da minha parte." Mesmo sem me importar com a mensagem, fiquei feliz em saber que Bruno viria na minha casa. Passei a tarde toda esperando ansiosa, e ele nunca chegava. Lá pelas 20h10, minha mãe chegou falando que ia sair com as amigas e foi jantar. Enquanto jantávamos juntas, ouvimos alguém bater no portão. Quando minha mãe foi ver, se surpreendeu: era o Bruno. Super feliz, ela entrou em casa e convidou ele pra jantar com a gente. Eu abracei ele, e minha cara de felicidade era nítida ao vê-lo. Ele ficou com a gente enquanto conversávamos sobre a situação do pai dele e o problema que ele causou. Minha mãe olhou o relógio e disse que ia tomar banho e sair, nos deixando ali conversando. Era como se o destino estivesse a nosso favor pra gente ficar a sós. Bruno me olhou com cara de tarado, eu fiquei vermelha com os olhares dele e me excitei só de pensar que ia ficar sozinha com ele. Esperamos minha mãe se arrumar, e ficamos batendo papo na sala enquanto ela não ia embora. Minha mãe desceu toda produzida, irreconhecível, com um vestido meio justo que marcava o corpo dela. "Tá gostosa", Bruno falou pra ela. E ela respondeu que a gente ia ficar de boa, que ele me acompanhasse e se acomodasse no quarto onde dormiu aqueles dias que ficou aqui. Pegando as coisas dela, ela foi embora porque as amigas estavam ligando. Disseram onde ela estava, ela saiu apressada. Assim que Bruno saiu, ele trancou o portão com cadeado, entrou em casa e trancou as portas também. Me olhou com um jeito meio safado e depravado, o que me deu um certo tesão. Nos abraçamos e ele começou a beijar meu pescoço e levantar minha blusa para apalpar meus peitos à vontade. Nos acomodamos no sofá, enquanto ele me beijava, eu curtia e ficava com mais tesão sentindo os beijos no meu pescoço descendo até meus peitos. As mãos dele acariciavam minha pele e seguravam um peito, apertando na mão enquanto chupava o outro e brincava com meu mamilo na boca. Foi tão excitante que ele parou, subiu pro quarto. Eu tava com tesão, esperei um tempinho na sala. Depois de um tempo, vi que ele não descia, fiquei curiosa e subi pra ver o que ele tava fazendo. Quando entrei no quarto, peguei ele saindo do banho, tinha se duchado, tava só de toalha. Quando me viu, ele tirou a toalha e deixou eu ver aquele pau rosado que eu amo. Ele deitou na cama e eu, feito uma menina boazinha, me joguei pra brincar com aquele pau tão gostoso que a cada carícia que eu fazia, ele ia ficando duro. Depois de um tempão, comecei minha tarefa: meti na boca a cabeça daquele pau enorme. Era tão gostoso que eu chupava e sentia ele endurecer mais e mais. Vi que ele tava curtindo e isso me deixava feliz. Ele começou a me apalpar, enfiando os dedos por dentro da minha calcinha e chegando a tocar minha buceta molhada, mostrando o quanto eu tava excitada naquele momento. Ele, sem hesitar, mandou eu tirar a roupa. E sem pensar duas vezes, tirei toda a roupa, fiquei pelada só pra ele. Sem vergonha, montei em cima dele, deixando ele brincar com minha buceta. Ele me puxou pra perto do rosto dele, enfiando a língua na minha buceta. Minha excitação subiu e eu comecei a gemer baixinho, o que ele adorou. Eu segurei o pau dele, quase duro, e comecei a chupar sem parar, a ponto de perder a noção do tempo. Ficamos assim, tão entretidos chupando as partes íntimas um do outro. Eu tava em êxtase chupando aquele pau tão duro que, num momento... Dado, senti uma descarga forte de líquido na minha boca, era tão grosso e quente que eu mal conseguia respirar enquanto segurava ele na boca. Ele me olhou tão fixo que, entre as chupadas, fui engolindo o líquido dele aos poucos, deixando o pau dele tão limpo que ele ficou surpreso e, me agradecendo, disse: — Valeu, gata, você tomou toda a porra que guardei só pra você. Eu continuei chupando, tentando despertar aquela fera em mim e nele. Ele, sem parar, continuava chupando minha buceta, eu tava bem excitada. Ele me puxou um pouco pra cama, me deitei de lado, ele ficou na beirada da cama e eu, sem soltar o pau dele, continuei chupando a rola dele. Ele me olhou e disse que eu era bem putinha pelo pau dele, fazendo um gesto como se eu adorasse. Quando senti que ele endureceu de novo, ele me puxou e me colocou de quatro, e roçando o pau dele na minha buceta me excitava, provocando gemidos de prazer, e com puxões pra trás provocava pra ele enfiar a rola dura dele em mim. Mas ele, brincando, me fazia sofrer roçando só por fora. Eu me molhava e ficava ainda mais excitada. Pedi pra ele meter de uma vez, soltando gemidinhos de necessidade, e ele, tão obediente, me agarrou pela cintura e com um puxão me penetrou, me fazendo sentir um mar de emoções. Dobrada diante de um pau daquele, fiquei imóvel na cama, recebendo e aguentando as porradas fortes que os movimentos dele geravam em mim. Eu gemia e reclamava tão gostoso que ele se animou a puxar meu cabelo pra trás. Nunca tinha sentido sensação igual, aquela sensação que inundava meu corpo de um prazer extremo. Ele apalpava o que podia, não acreditava que eu fosse capaz de aguentar tanta submissão só pra encher meu corpo de prazer. Naquele instante, senti que ele soltou um jato forte de líquido dentro de mim, aquela pulsação do pau dele dava certeza da satisfação que meu homem sentia. Me acomodei e ele se deitou do meu lado, ficamos nos olhando. Eram 23:34, estávamos apenas começando. Tomamos banho juntos pela primeira vez, enquanto eu me lavava, ele começou a ensaboar minhas costas, me fez... Me abaixei mais e pude sentir o pau duro dele. Quando senti que ele me penetrou, fiquei tão excitada que, enquanto a água caía sobre nós, os movimentos tão sincronizados dele enchiam minha pele e meu corpo de prazer. Ficamos assim até ele gozar. Dessa vez, ele tirou o pau antes e eu vi ele jorrar um jato de líquido no chão, e depois limpar o pau nas minhas nádegas. Eu limpei o pau dele com minhas mãos enquanto a água caía, esfriando de repente aquele calor que eu sentia. Quando saí do banho, me enrolei na toalha e ele mandou eu descer pra sala. Fui e me sentei no sofá esperando ele. Quando ele desceu de cueca, se aproximou de mim, abriu minhas pernas e se agachou, deixando toda a minha buceta à vista dele. Começou a brincar com os dedos, enfiando devagar na minha buceta, provocando sensações suaves de prazer em mim, acompanhadas de cócegas que batiam lá dentro. Ele me deixou aberta, eu observava ele sentindo cada coisa que ele fazia com as mãos, me deixou com tesão. Nessa hora ele falou: — Quero meter em você por trás!! E eu, assustada, me levantei dizendo: — Não, não, não, por aí não, por favor!!!! E rindo, ele enfiou o dedo na minha buceta, provocando gemidos de prazer em mim. Depois de um tempo, ele sentou e eu, como se ele tivesse mandado, comecei a chupar o pau dele. Estava uma delícia, acho que a ausência e ter ele ali perto me fazia não perder tempo, e eu chupava enquanto podia. Quando cheguei nesse ponto, me lembrei do pau do Gonzalo, e não sei por que, não conseguia tirar aquela imagem da cabeça, imaginando que o que eu tinha na boca era o do Gonzalo, meu tio. Me assustei e pulei de repente. Bruno me olhou meio desconcertado e me puxou pra deitar de lado, arrumou meu corpo na beirada do sofá e deixou minhas nádegas no ar. Começou a me penetrar enquanto me via gemer de prazer. Foi tão excitante, fazer quantas vezes fossem necessárias, que ficamos exaustos. Ele foi comigo pro meu quarto e a gente deitou semi nus por volta das 03:26 da manhã. Depois de um bom tempo, ouvi ele chegando. Minha mãe, me assustei porque ela tava espiando por ali, aí cobri bem o Bruno com meu edredom, tava com tanto medo que ela entrasse e visse a gente assim. Mas depois de um tempo, ouvi a voz de um homem, que tava acompanhando minha mãe, os dois pareciam bêbados e cheios de copo. Fiquei escutando, minha mãe se despediu dele e depois entrou tropeçando, subiu pro quarto dela fazendo barulho e rindo alto. Levantei pra espiar, mas vi que minha mãe, como conseguiu, entrou no quarto dela. Eu troquei de roupa rapidinho e saí pra espiar, mas ela já tinha entrado no banho. Nessa hora, aproveitei pra mandar o Bruno ir pro quarto dele, ele saiu rápido, quase pelado, e esperei pra ver se minha mãe saía do banho. Quando ela saiu, depois de uns minutos, semi-nua, deitou na cama dela. Esperei mais um pouco até ela dormir, aí fui fechar a porta do quarto dela. Vendo ela assim, decidi aproveitar e ir pro quarto do Bruno. Sem pensar, entrei no quarto, me aproximei e chupei aquela pica até ela endurecer, e depois montei em cima dele. Bruno me olhava com tesão, falando: "Assim, putinha, assim!!" Me dando tapas fortes na bunda, que quando eu sentia, me enchia de prazer. Tava super excitada sentindo aquele pau duro dentro de mim. Cheguei num ponto que não aguentei, e o orgasmo me fez gemer e tremer de prazer. Apertei ele tanto que chorei de tesão. Algo inexplicável ao sentir aquela sensação, fiquei parada, sensível e dolorida. Levantei, e ele me segurou dizendo que não tinha acabado. Me penetrou de novo e me obrigou a aguentar mais e mais, meu corpo todo tremia. Quando gozou, me deu dois tapas na bunda e falou que eu podia ir. Saí do quarto toda tremendo, saciada e extasiada. Com uma leve culpa por ter entrado assim no quarto. Por sorte, minha mãe não ouviu nada, já que tava dormindo tão pesado que nem sentiu quando cobri ela com um lençol. De manhã acordei, e o Bruno, como se nada tivesse acontecido, me tratou com uma certa indiferença pra evitar que minha mãe percebesse. Minha mãe acordou meio dolorida e sem vontade de nada. Nada. Naquele dia a gente passou normal porque tava com a minha mãe junto, mas a gente trocava uns olhares safados, tipo dizendo que tudo aquilo é meu!!! E ele fazia o mesmo com o olhar dele, tão evidente que a perversão que ele sentia por mim deixava ele perdido, e eu, toda uma putinha, esperava ansiosa pelas horas de ficar sozinha com ele de novo. Sabia que ele tinha que ir embora, e eu teria que fazer algo de novo pra que no fim de semana seguinte ele pudesse voltar pra minha casa, mas antes disso, eu tinha que convencer o Gonzalo, meu tio, que tava com uma vontade enorme de me ter e me fazer dele.
1 comentários - Solução perversa (resultado gostoso)