As aventuras da Lupita capítulo 1

As aventuras da Lupita capítulo 1PRA QUEM TAVA ME PEDINDO A PRIMEIRA PARTE QUE TAVA COM AS LETRAS BORRADAS, AQUI VAI A PRIMEIRA PARTE DAS AVENTURAS DA LUPITA.

AS AVENTURAS DA LUPITA CAPÍTULO 1

Essa história se passa numa quebrada esquecida de classe baixa de uma cidade grande, é um bairro formado na maioria por trabalhadores humildes, mas infelizmente também tem muito bêbado, maconheiro, gangue de assaltante e sequestrador.

Nesse ambiente vive a nossa protagonista dessa história, o nome dela: Lupe é uma mina adolescente de 18 anos que é muito popular com a rapaziada por ser uma gostosa do caralho, ela tem 1,65 de altura, 52 quilos, cabelo preto liso, uns olhos verdes lindos com um olhar entre inocente e safado que faz você não conseguir parar de olhar pra ela, uns lábios grossos, um par de peitos duros, firmes e bem feitos, cintura fina que fazia os enormes montes da bunda dela se destacarem, um rabo redondo enorme e empinado e um par de pernas carnudas, tudo isso coroado com uma cara linda de menina ainda.

A adolescente mora só com a mãe dela porque o pai já tinha morrido há vários anos num acidente na estrada, a mina e a mãe moravam num apartamentinho humilde que alugavam do seu Lucas, que era dono do prédio onde elas moram e de um boteco vagabundo que ficava bem do lado do prédio dos apartamentos.

Como eu tava dizendo, essa gostosa era muito popular com a rapaziada daquela quebrada esquecida do mapa, a Lupita adorava usar blusinhas cropped justas com decote que faziam esses peitos lindos se destacarem ainda mais e também minissaias ou vestidos curtos um palmo acima do joelho mostrando essas pernas espetaculares, quando ela saía pra fazer algum mandado virava o centro das atenções de todos os homens, velhos, jovens, adultos, ninguém conseguia desviar o olhar daquela colegial já pras picas, apesar do desenvolvimento enorme do corpo dela, a mentalidade ainda era de uma menina, pra ela mostrar o Corpão era um jogo, já que ela adorava ouvir os cantadas que recebia na rua sem pensar nas consequências que viriam depois. E porque era verão, fazia um calor danado, e ela se sentia mais confortável com aquelas roupas leves e curtas.

Num fim de semana que a mãe dela estava com ela, mandou ela comprar umas berinjelas na quitanda para o jantar. Naquela tarde estava um calor infernal, e a Lupita estava usando um vestido 10 centímetros acima do joelho, daqueles rodados, e da cintura pra cima era bem justinho com um decidaço. Ela calçou um par de botas altas de couro preto com salto, presente da mãe. Como não deixavam ela sair sozinha pra lugar nenhum, naquele dia ela decidiu exibi-las. Ela estava tremenda, espetacular. Quando saiu na rua, os homens ficavam olhando com cara de bobos, vendo aquela mulher espetacular caminhando, rebolando aquela bundona, fazendo o vestidinho balançar e levantar de leve, mostrando mais daquele par de pernas espetacular e quase a bunda inteira. Por onde passava, falavam de tudo. Até os carros paravam para admirá-la e a convidavam pra entrar. Falavam cantadas, e ela só virava pra olhar com aquela cara linda e dava um meio sorriso para os que a elogiavam, sem perceber que isso fazia os caras ficarem de pau duro. Ao chegar numa esquina, viu um grupo de vagabundos bebendo na rua e se drogando. A garota desceu da calçada e começou a andar pela rua. Eles, ao vê-la, falaram:

— Você é do tipo pra meter a noite inteira, mamacita, que bunda gostosa você tem. Como eu queria meter o pau no seu cuzinho, humm, gatinha, você tem uns peitos tão gostosos! Que eu chuparia eles por horas.

A garota gostava de ser cantada, mas quando os elogios já eram muito pesados, ela baixava a cabeça, ficava vermelha que nem um tomate e andava rápido. Quando finalmente chegou na quitanda, foi atendida por um velho que não parava de olhar pra bunda dela e pro decote, deixando ela nervosa ao ver que ele não parava de encará-la descaradamente. Com os olhos cheios de luxúria, ela pagou e, enquanto esperava o troco, o velho, que devia ter uns 60 anos, pulou o balcão que os separava e chegou bem perto dela, quase colado. Pegou a mão dela e segurou por alguns segundos sem soltar. Isso fez Lupita ficar ainda mais nervosa ao sentir a mão do velho muito quente e ele a olhando sem nenhum disfarce de um jeito que a deixou muito inquieta. Dava pra ver que ele a despia com os olhos. O verdureiro sussurrou no ouvido dela: — Sabe? Você me parece uma garota muito sexy, é uma gostosa. Ela corou. E, sem nenhuma vergonha, ele ficou olhando o decote generoso dela. Com dificuldade, a garota deslizou a mão da dele e se dirigiu à saída da verdureira. Sabia que o velho não tirava os olhos da bunda exuberante dela, que balançava de um lado para o outro. Na volta, foi a mesma coisa: falaram todo tipo de besteira pra ela. Ela podia sentir os olhares lascivos dos caras nas suas nádegas redondas. Era uma adolescente que exalava sexualidade como nenhuma outra. Os homens olhavam hipnotizados como aquela bundona se mexia de um lado para o outro e como o biquíni pequeno marcava por baixo da saia do vestido. Era um verdadeiro espetáculo para os vizinhos admirarem a pirralha.

Seu Lucas era um homem moreno, velho, uns 55 anos, 1,70m, cabeludo, uma cara horrível e uma barriga enorme. Era o dono do cortiço onde várias famílias alugavam, incluindo Lupita e a mãe dela. Além disso, comandava uma gangue de assaltantes e sequestradores formada por outros três velhos cinquentões, sádicos e viciosos. O velho Lucas tinha um cômodo particular que ficava ao lado do quarto de Lupita. Na parede que separava os dois cômodos, tinha um espelho grande de 2 por 2 metros que, do lado da adolescente, parecia um espelho normal, mas do lado do cômodo do velho era um vidro transparente, onde dava pra ver até o menor detalhe do que acontecia no quarto. A colegial, sem saber, dava uns shows enormes pro velho tarado do seu Lucas. Lucas e sua turma, toda manhã, se reuniam no quarto privado pra ver ela se levantar e admirar aquele corpo virginal enorme, quase coberto só por um shortinho minúsculo, uma blusinha transparente sem sutiã. Viam ela se espreguiçar e sair da cama, tirar a blusa e se olhar no espelho grande, sem imaginar que sua intimidade tava sendo violentamente invadida. Apareceram uns peitos que pareciam arrancados de outro corpo, firmes, lindos, carnudos. A garota começava a posar na frente do espelho, quase nua só com o shortinho minúsculo. Os velhos estavam babando, se acariciando as picas enquanto observavam hipnotizados como Lupita começava a tirar o short devagar, até deixar ele no chão. Ela não tava de calcinha, ficando completamente pelada. Tava sensual pra caralho. Uma pinta aparecia perto da buceta dela, e outra numa daquelas bundas enormes. Ela se olhava no espelho e se virava, vendo as pintas com uma curiosidade inocente. Depois, pegava uma toalha e entrava no banheiro, onde os velhos perdiam ela de vista. O velho do Lucas, já com a pica pra fora e se masturbando, comentou pros companheiros igualmente excitados: "Que gostosa essa mina. O que mais me excita é a cara de santinha inocente que ela tem, que não combina com o corpo de mulherão que já tá mostrando." Anselmo, um velho de 58 anos, gordo, careca e com a cara cheia de cicatrizes, respondeu se massageando a pica: "É, Lucas, a neném tá pedindo pica a vida toda. Devíamos fazer alguma coisa pra comer ela." "Pois é", disse o velho Lucas, "já tô pensando nisso. Vai dar um jeito, mas que vamos comer ela todos, vamos sim, disso não tenha dúvida", rindo alto enquanto os outros velhos tomavam cerveja. Dez minutos depois, a garota sai do banheiro enrolada na toalha. Quando tira a toalha, faz um showzinho gostoso se secando bem devagar, começando pelo busto, com uma paciência e movimentos super delicados. Depois, chega a vez de secar as partes íntimas. Dava pra ver tudo. Nitidamente, ela tinha só um triângulo de pelos bem fininhos. Depois que termina de se secar, começa a se vestir: coloca um biquíni minúsculo que realçava ainda mais aquela bunda enorme. Em seguida, veste o sutiã sobre aqueles peitos fabulosos que a gravidade ainda não tinha afetado. Depois, vestiu uma minissaia quatro dedos acima do joelho, que marcava suas cadeiras fabulosas, deixando à mostra suas pernas fortes e morenas. E pra terminar, uma blusa de barriga de fora, sem mangas e colada no corpo, deixando o abdômen liso e sem um grama de gordura à mostra, exibindo um decote generoso que deixava ver mais da metade daqueles peitos preciosos. A gata saiu do quarto na hora pra tomar café e fazer os deveres da escola, já que estudava no colégio à tarde, deixando os velhos tarados se acabando na punheta por causa do espetáculo que tinham visto.

Todas as tardes, quando ia pro colégio, Lupita era esperada pelo seu Lucas pra ouvir todo tipo de putaria. O velho sorria, olhando com olhar de depravado ao vê-la.
— Vou te acompanhar, mamãe, pra você não ir sozinha.
A colegial tinha muito medo daquele velho horroroso que olhava sem vergonha pro decote da blusa dela.
— Não, obrigada, senhor — disse ela, tentando andar mais rápido. Mas o velho se emparelhava com ela e falava: — Você é tão gostosa que eu faria um terno de cuspe em você.
A adolescente ficava vermelha de vergonha e tentava andar mais rápido pra chegar no ponto do ônibus.
— Vai, mamãe, deixa eu beijar aqueles sinais gostosos que você tem na bunda direita e na sua rachinha.
Lupita arregalava os lindos olhos verdes, confusa ao ver que aquele velho sabia do segredo dela. Virava pra olhar ele, como se tentasse entender como ele sabia daquilo, e, envergonhada, andava mais rápido com aquele velho colado nela, falando um monte de putaria.
Até que, finalmente, o velho Lucas deixou ela ir, olhando como se estivesse hipnotizado praquela bunda fabulosa mal coberta pela minissaia. escolar e aquele par de pernas gostosas se perdiam na distância, se aproximando o velho Anselmo que tinha visto tudo e falando pra ele.
— Não sei como vamos fazer, mas temos que comer essa novinha, não aguento mais, Anselmo, toda noite imagino comendo ela de todos os jeitos, ela me deixou louco.
— Sei disso, todos nós da gangue estamos iguais a você, Lucas, mas uma hora vai dar chance e te juro que não vamos desperdiçar, se afastando rumo ao boteco pra continuar bebendo e pensando naquela putinha de escola. Na quarta de manhã, ao acordar, a garota sentiu a bucetinha molhada, por causa do desenvolvimento do corpo que já pedia sexo naturalmente, notou que a rachinha estava úmida, se tocou pra confirmar e quando roçou a virilha sentiu um arrepio estranho; foi uma sensação muito gostosa, então continuou se tocando, em poucos minutos a respiração ficou muito mais ofegante e os dedos estavam banhados no mel da buceta; não sabia direito o que tava rolando no corpo dela, com uma mão explorava a entreperna e com a outra apertava os peitos, os bicos estavam duros e ela sentia uma puta vontade de abrir as pernas o máximo possível. Teve um momento em que algo tomou conta dela, não conseguia mais parar; mesmo doendo, não parava de apertar os peitos com força, de repente uma sensação forte de êxtase invadiu o corpo dela; levou as duas mãos na buceta; fechou as pernas bruscamente e se apertou, ficando de lado se contorcendo e segurando a vontade de gritar; mordeu o travesseiro e aguentou até que finalmente passou e ficou exausta na cama. Os velhos estavam de boca aberta com o que acabaram de ver, aquela punhetação braba que a Lupita acabou de dar, reagindo primeiro o velho Lucas murmurando esperem aqui e verão o que vai rolar, levantando da cadeira ainda com o pau duro igual aço e falando — essa puta já passou dos limites, só nos esquenta e nos deixa na mão, se quer pau, vai ter.
Se dando a voltando e chegando no apartamento da garota, sendo um malandro a vida toda, não foi difícil arrombar a fechadura do apartamento da Lupita, entrando na sala e indo direto pro quarto dela.
Entrou de fininho no quarto e trancou a porta, vendo primeiro na cama a roupa limpa da colegial, percebendo que ela tava tomando banho. Se escondeu atrás da porta do banheiro pra que a garota, ao sair, não notasse a presença dele de cara.
Pouco depois, a garota saiu do banheiro enrolada numa toalha e sem nada por baixo, secando o cabelo com o olhar no chão, sem imaginar o que ia rolar. Virou pra se olhar no espelho grande, e ao mesmo tempo a toalha caiu no chão, deixando o corpo virginal e sensacional dela completamente nu. Ela deu um grito abafado de horror e abriu bem os lindos olhos verdes ao ver no reflexo do espelho a presença do velho Lucas atrás dela, a uns 2 metros, olhando com um sorriso que mostrava uma fileira de dentes podres e se acariciando a pica, que tava dura pra caralho.
— Oi, mamãe, que gostosa você tá assim pelada — a garota, com as mãos, tentava esconder os peitos e a buceta enquanto o velho ria.
A garota, sem se virar, olhando pro velho pelo espelho, com a voz assustada e vermelha de vergonha porque ninguém nunca tinha visto ela sem roupa, perguntou pro velho, encarando ele pelo espelhão.
— O que... o que o senhor deseja, o que quer?
O velho se aproximando da garota assustada, se acariciando a pica, dava pra ver a brocha enorme pela bermuda fina, sem tirar os olhos daquele rabo fabuloso, já que a garota ainda tava de costas pra ele. Ele observava as nádegas grandes e bem proporcionadas, carnudas e sem nenhuma estria ou celulite, completamente limpas e desejáveis, com gotinhas de água escorrendo devagar, deixando a visão extremamente sensual. — Que cu soberbo, é um cuzão descomunal — dizia o velho, olhando pra aquelas nalgas enormes. aproximando-se mais devagar da garota assustada, extasiado pelas suas curvas enormes, não hesitou ao chegar perto dela, agarrando-a decididamente por trás, - que corpo gostoso você tem, sussurrou por trás no ouvido e na hora a adolescente sentiu os braços peludos do velho que passavam entre os braços dela e o corpo dele, indo por baixo das axilas o velho cheirava a demônio, uma mistura nojenta de cachaça e suor em seguida ele desceu as mãos pela cintura fina dela sentindo a maciez enlouquecedora daquela pele jovem e começou a subi-las devagar aquelas mãos sujas cheias de calos pelo abdômen da colegial até chegar ao grande prêmio seus peitos formidáveis e nunca apalpados começou a acariciá-los desde a base percorrendo todo o contorno sentindo a dureza e maciez para depois apertar os dois ao mesmo tempo o velho apoiava o pau duríssimo nas nádegas da menina e começou a esfregar ela sentia um formigamento enlouquecedor no pau ao sentir a curvatura e dureza dele, experimentava uma sensação gostosa daquelas nádegas duras e gostosas esfregava e esfregava a pica enorme mexendo o quadril com ímpeto forte, levantando de vez em quando levemente aquela bunda enorme daquela gostosa de menina às vezes as nádegas da garota prendiam o pau pulsante e excitado do velho ela sentia claramente porque o velho usava uma bermuda de pano Don Lucas sentia como aquela bunda apetitosa o levava ao céu, a adolescente não dizia nada só fechava os olhos e os peitos dela subiam e desciam no ritmo da respiração que começava a ficar mais rápida.
- Que peitos gostosos você tem, começou a apertar os seios com paixão, amassava-os forte murmurando no ouvido dela que estavam grandes e firmes, ao mesmo tempo que começou a esfregar com mais força, as mãos dele apertavam os peitos dela e o corpo dele apertava a cintura dela, para manter o volume na altura das nádegas, a garota começava a ficar inquieta com a situação erótica já que nunca tinha tido namorado e menos ser apalpada como aquele velho estava fazendo. —Não... não... me solta, por favor — murmurou a adolescente, tentando se afastar, com suas mãos finas e delicadas, das mãos do velho que massageava seus peitos, mas ele mordeu sua orelha, dizendo:
—Fica quieta, mamacita, se não cooperar, eu te jogo fora, você e sua mãe, do cortiço, e vão ter que morar debaixo de uma ponte. A colegial, sem mais forças para resistir por medo, deixou o velho à vontade para fazer o que quisesse com ela, só se opondo com a voz. Percebendo a submissão da garota, ele intensificou as carícias. Lupita tremia. O velho lambia sua orelha com aquela boca nojenta, cheia de barba por fazer há semanas. A garota sentia arrepios ao mesmo tempo em que ele não parava de apertar aqueles peitos com as duas mãos, apalpando os seios perfeitos de Lupita — eram pequenos, mas perfeitos para suas mãos. Com uma mão, ele agarrava cada um dos peitos dela, enquanto com a outra explorava todo o corpo da adolescente, pressionando seu pau excitado e pulsante contra as bundinhas jovens. O velho acariciava a barriga da menina; suas mãos calejadas sentiam a pele arrepiada enquanto sua língua experiente se enfiava na orelha dela, fazendo círculos que a enchiam de calafrios. Depois, subiu as mãos e prendeu o mamilo bem inchado, dando massagens suaves com os dedos. A garota só fechava os olhos e inclinava a cabeça para trás. O velho pegou uma das mãos da menina e a levou até seu pau pulsante; ela tocou e apertou suavemente por cima da calça, sentindo a dureza.
—Por favor... não... não... por favor... me deixa. Me deixa... — dizia a garota, incapaz de enfrentar o velho por causa do terror que ele causava. Sua respiração começou a acelerar. O velho sentia a pele dela tremer e se arrepiar com o toque dos dedos dele.
Então o velho se virou, ficando de frente para ela; estavam quase na mesma altura, já que ele era um Ser baixinho sendo uma vantagem a mais, já que não precisava se abaixar muito pra aproveitar aquele corpo. A colegial, paralisada de medo, não reagia porque estava aterrorizada, deixando o velho fazer tudo o que quisesse com ela. A língua do velho, ávida por prazer, percorreu o interior da boca virgem enquanto ele fazia o reconhecimento bucal; o velho começou a passar a mão nas costas dela e foi descendo até agarrar a bunda dela e puxá-la pra perto, pra que ela sentisse o volume dele. Ele apertava aqueles cachetes preciosos com as duas mãos, sentindo a dureza e a maciez deles. A língua experiente dele percorreu o pescoço, descendo até os pezões inchados, que se eriçaram quando aquele homem começou a chupá-los gulosamente, fazendo com que ela tivesse uns calafrios de prazer que molharam a entreperna da colegial. — Aaahhhhh, me deixa, seu Lucas... uuuuuyyyy... por favor — gemia Lupita, só fechou os olhos e a respiração dela ficou ofegante, ondas de prazer tomavam conta do corpo dela. Seu Lucas, velho raposa nessas questões, sabia que a garota não aguentaria tantas sensações gostosas e que era só questão de tempo até ela se entregar de vez. — Não, não faz isso comigo — gemia a colegial, a voz dela era um sussurro quase inaudível.

O velho estava no paraíso, nem nos anos de juventude dele teve um corpo igual ao dessa garota, que exalava um cheirinho limpo de jovem virginal. Ele apertava e chupava como um possesso aqueles peitões enormes que tantas vezes ele tinha sonhado e que finalmente estavam nas mãos e na boca dele. A garota se contorcia ao sentir sensações que nunca tinha sentido antes. — Hã, que gostosa, você tem um cheiro bom, uma delícia, mamãe, você é muito melhor do que eu imaginava — dizia o velho, pra depois beijar ela nojento na boca e apertar a calcinha dela.

Lupita olhou pra cima, suplicando! — Pelo amor de Deus, me larga, para com isso, seu Lucas — na ignorância dela, sabia que o que eles faziam era algo proibido, mas não conseguia parar, primeiro porque o velho tinha ameaçado ela, e segundo porque o corpo dela se entregava cada vez mais pra ele. Essas sensações gostosas que nunca tinha sentido antes.
Não parava de chupar aqueles peitinhos pequenos com gosto, os bicos eram de um tasty tom escuro, inchados de tesão, o que dava uns arrepios enormes no corpo todo da mina, enquanto as mãos dele acariciavam e apertavam aquela bunda firme, redonda, carnuda — que divina que você é, molinha e durinha, dizia o velho, nem no melhor puteiro da cidade ia achar uma puta tão gostosa quanto você.
Basss... taaa... Porrr faaa... vor, implorava a garota entre gemidos, bem contra a vontade dela, o bafo do velho bagunçava os sentidos dela, um tasty formigamento desgraçado começou a percorrer sem parar a bucetinha dela, sentia como uma corrente elétrica no corpo inteiro, o velho suspirava de prazer, tava se dando o melhor agrado da vida dele, fios de saliva escorriam pela pele arrepiada da novinha, dos peitos até a barriga, o tesão que a colegial sentia naquele momento fez a mente dela ficar nublada, tava perdendo a batalha contra o próprio corpo, o prazer vencia a razão; ela mordia os lábios pra não gritar de tesão. — Aaaaaaaaaah aaaaaaaaaaah — e arqueou a cintura, rebolando por instinto e jogando a cabeça pra trás, enfiando as mãos na melena suja do velho, puxando ele mais pra perto dos peitos fabulosos dela, foi nessa hora que toda a resistência dela, se é que tinha alguma, desabou de vez, o velho, percebendo, afundou mais a cara horrível dele no meio dos peitos bem formados, pronto pra continuar aproveitando a colegial, ela fechou os olhos e mordeu o lábio inferior.
O velho então pegou ela nos braços, carregando como se fossem recém-casados, sem parar de beijar aquela boquinha yummy que com aqueles lábios grossos fazia ele perder a razão, enfiava a língua nojenta que cheirava a cachaça e tabaco, enchendo de cuspe a boca da garota, ela passou os braços em volta do pescoço do velho e se deixou levar até a cama, o velho já tava pronto pra desvirgar aquela colegial fabulosa, parecia que tudo tava perdida para Lupita, completamente entregada àquele velho horroroso pra que ele a desvirgasse, já que ela não tinha experiência nenhuma com sexo. Ele a deitou na cama como se fosse uma boneca, a menina estava com os olhos semi-cerrados de tanta excitação que sentia. O velho olhou pro espelho e fez um sinal com o polegar pra sua gangue, que com certeza estava filmando e se masturbando com o espetáculo, esfregando as mãos, ele se preparou pra continuar com aquele presente fabuloso que estava se dando.

Dom Lucas então tirou a camisa devagar, sabendo que tinha todo o tempo do mundo, já que a mãe da garota só voltava no sábado, deixando à mostra aquela barriga nojenta e cheia de pelos grisalhos. Ele estava com os olhos vermelhos de tanta excitação.

O velho começou a beijar os pés da adolescente e foi subindo devagar por aquelas pernas enormes, sem tirar a boca barbuda, foi subindo lentamente. A garota suspirava até chegar na sua intimidade preciosa, coroada só com um caminho de pelinhos bem finos. Ele colocou uma das pernas da garota sobre as costas dele pra poder também dedar o cu dela e enfiou a cabeça, dando linguadas na bucetinha virgem. — Aahhh... Deus... aahhhmmm... — Lupita gemia, arqueando a cintura. O velho agarrava as bundas dela e tentava enfiar os dedos no cu da garota ao mesmo tempo que continuava chupando a boceta dela. A menina estava com a respiração super acelerada, dava pra ouvir.

— Aahhh... ahhhh.... aahhggg — Lupita gritava, mordendo a própria mão. Mas o velho não parava de chupar a buceta dela, cada vez mais rápido. A garota se contorcia na cama, tentando não gritar. Ela envolveu a cabeça do velho com a perna que estava nas costas dele e apertou a cabeça dele contra a rachinha dela, querendo enfiar a língua dele cada vez mais fundo. — Mmmm... aaaaaaahhh... aahhh — os gemidos de Lupita eram de enlouquecer. A bocetinha da garota era bem fechadinha, o velho não conseguia enfiar o dedo no cu dela pra dedar, então ele tirou os dedos, enfiou na bucetinha dela A garota, que já tava bem molhada, partiu pra cima de novo no cuzinho apertado dela. Ela apertava com os dedos sujos e calejados o anel virgem até que cedeu, e ele meteu o dedo do meio, depois com dois dedos começou um vai e vem sem parar. A língua comprida e experiente dele enfiava até achar os pontos gostosos da colegial, que não parava de se contorcer e gemer.

Ela gozava duplamente: sentindo a penetração no cu e o cócegas gostoso que aquela língua comprida provocava na bucetinha dela. A colegial não parava de arquear as costas e apertar as mãos no lençol, dominada por um prazer que nunca tinha sentido. O velho não parava de chupar com gosto o clitóris, fazendo a colegial tremer — "aiiiii papai que delíciaaaa aiiiiii papai". A situação tinha feito a adolescente perder a cabeça, toda a safadeza dela tava completamente fora de controle, não era à toa, a experiência era totalmente alucinante. A colegial gritava e se contorcia, porque o velho enfiava o mais fundo que podia a língua experiente e mexia naquele interior fervente — "aiiiiiiiihhhh aiiiiii!! aiiii aiiiiiiiiii" gemia a novinha, o corpo dela tava completamente possuído pelo prazer.

O corpo da Lupita respondia a esses estímulos, se mexia pra frente e pra trás, sem perceber, tentando enterrar a buceta ardente no fundo da boca do velho, que soltava uns barulhos excitantes de sucção, sinal de que tava engolindo todos os fluidos dela — "aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Batendo forte na porta, ele disse: "Lupita, você tá bem, meu amor? Tá bem, filha? Abre a porta pra mim."

Foi como um balde de água fria pro casal. A garota, reagindo como se tivesse sido puxada por uma mola, se soltou dos braços do velho e começou a se vestir às pressas, recuperando a sanidade na hora.

O velho bateu com os punhos na cama de frustração por não poder mais se deliciar com aquele corpo virginal e delicioso.

— Puta que pariu... — resmungava ele, puto por ter que vir aquela fofoqueira velha. Agora, levantando da cama, começou a vestir a camiseta fedorenta, percebendo que a festa tinha acabado. Ainda com o pau duro, uma ereção monstra que dava pra ver claramente na bermuda toda estufada, ele agarrou a colegial pelo pescoço e ameaçou:

— Cuidado pra não abrir a boca sobre isso, garota, senão eu venho e te ponho pra fora de casa na porrada, você e sua mãe. Você me conhece e sabe do que sou capaz. A garota balançou a cabeça em sinal de concordância.

— Você vai dizer pra essas velhas intrometidas que o banheiro quebrou e eu vim ver o que tinha acontecido, entendeu?

— Si... sim — respondeu Lupita, com os olhos cheios de medo.

CONTINUA... No próximo capítulo, nossa colegial vai conhecer o professor Tulio, um aproveitador e pedófilo.

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