Qué pasa cuando tu esposo te suplica durante meses que te acuestes con otro hombre? Yo, Gladys, de 33 años, madre y esposa desde hace 5 años, siempre decía que no… hasta que un día acepté.
En este relato explícito y sin censura te cuento cómo pasé de rechazar la fantasía de mi marido a montarme en la verga gruesa de Sergio en la misma cama donde duermo con mi esposo.
Si te gusta el hotwife, cornudo consentidor, infidelidad consentida y relatos subidos de tono… este episodio te va a poner muy cachondo o cachonda.
https://open.spotify.com/episode/2lLRDgYVZS6tqIGera5VMu
Olá! Sou a Gladys, tenho 33 anos e tô casada com meu marido há 5 anos. Nosso casamento sempre foi bom, com altos e baixos como em toda relação, mas sempre demos um jeito de seguir em frente. Fisicamente, sou uma mulher de pele morena clara, cabelo preto comprido que geralmente uso num rabo de cavalo alto ou trança. Meus peitos não são muito grandes, são médios, mas têm um formato redondo e firme que sempre chama atenção quando visto algo decotado ou justo; adoro usar renda, gosto como ela realça a curvatura e deixa eles tentadores. Minhas pernas são grossas e tonificadas, com quadris largos que dão lugar a uma bunda grande, redonda e macia, daquelas que balançam a cada passo e que sei que muitos caras não conseguem evitar de olhar. Cuido muito da minha pelugem vaginal, deixando num triângulo invertido bem aparado, gosto de dar aquele toque sexy e sensual na minha buceta, que deixa meus lábios à mostra quando eu fico excitada. Depois da minha primeira gravidez, ficou uma cicatriz sutil de cesárea bem abaixo do umbigo e umas estrias suaves nas laterais da barriga e dos quadris, mas meu marido diz que isso me torna mais real e gostosa. Tudo começou porque meu marido era obcecado pela ideia de me ver com outro cara. Durante nossas noites de intimidade, quando eu tava por cima dele montando com gosto, ofegante enquanto sentia o pau dele dentro de mim, ele sussurrava no meu ouvido: "Adoraria ver você montando em outro pau, amor… ver você dando pra outro enquanto eu olho". Eu recusava veementemente toda vez, dizia que não me sentia confortável, que era esposa dele e que aquilo não era certo. Mas ele insistia. Durante 8 meses, quando eu tava no trabalho, ele me mandava mensagens quentes: "Tô fantasiando que agora mesmo você tá transando com outro, que ele te deixou de pernas abertas e tá metendo forte. Me excita tanto imaginar isso… você me ligaria enquanto ele tá te comendo? Quero ouvir seus gemidos de verdade e os sons molhados da sua boca chupando um pau grosso. Só de pensar, já fico de pau duro. Aqui no escritório". Eu continuei dizendo que não. Numa dessas vezes que ele propôs de novo, soltei: "Não vou fazer porque depois você vai querer ficar com outra mulher". Ele me olhou sério e respondeu na lata: "Eu não quero mais ninguém. Quero que você seja minha hotwife. Em toda reunião, vejo como seus amigos te olham, como te desnudam com os olhos. Até os homens da sua família e da minha te desejam. Quero que você realize minha fantasia uma e outra vez, que deixe eles te comerem e depois me conte tudo… ou melhor, que eu veja". As palavras dele me deixaram chocada. Ele estava realmente disposto a me dividir com outros caras, até insinuando que não se importaria se fossem do nosso próprio círculo social ou família. É verdade que sempre notei como me olham: os olhos deles grudam nos meus peitos, na minha bunda quando me viro, me desnudam mentalmente. Mas eu me sentia insegura. Depois da gravidez, ficou essa insegurança e me dava vergonha me mostrar assim pra outro homem. Contei minhas inseguranças pro meu marido. Ele me abraçou e disse que eu estava perfeita, que essas marcas me faziam mais mulher e mais gostosa. Pra reforçar minha confiança, ele compartilhou umas fotos minhas sem mostrar o rosto (só meu corpo de lingerie, com o piercing no umbigo que tem uma carinha sorridente e que eu coloco quando alguma blusa fica curta, meu triângulo de pelos pubianos aparecendo pela transparência da renda, minhas nádegas grandes e a curva do meu quadril) em alguns sites onde outros caras comentaram. Os comentários eram puro fogo: "Que bunda pra foder", "Esses peitos pedindo pra serem chupados", "Imagino ela montando em mim enquanto geme", "Quero encher essa buceta peluda". Ler aquilo me surpreendeu e, embora me desse vergonha, também começou a me molhar. O assunto já estava me cansando. Pensei que se fizesse uma vez só, talvez meu marido, ao saber que outro cara estava me comendo de verdade, não aguentasse e parasse de insistir. Então eu disse que sim, mas com condições: seria com alguém de quem eu gostasse, a primeira vez só nós dois (sem meu marido presente), eu ligaria pra ele pra ele ouvir tudo ao vivo e gravaria alguns vídeos pra ele ver depois e bater uma punheta vendo a esposa dele ser comida por um macho de verdade. Meu marido ficou eufótico quando eu disse que sim, que tava disposta a fazer uma vez pra realizar a fantasia dele. Os olhos dele brilharam, a respiração acelerou e ele me abraçou forte contra o corpo, beijando meu pescoço enquanto as mãos dele desciam pra apertar minhas nádegas grandes e macias por cima da tanga preta. "Sério, amor? Você vai ser minha hotwife?" ele perguntou com a voz rouca de tesão. Depois, curioso e excitado, soltou: "Quem você tem em mente? Me diz, quero saber qual é a pica que você vai enfiar primeiro". Eu respirei fundo, já sentindo um calorzinho entre as pernas só de pensar, e respondi: "Com o Sérgio... o marido da Lília". Ele ficou um segundo em silêncio, processando, e depois sorriu com uma mistura de surpresa e tesão. "Meu marido me pergunta admirado: Com o Sérgio? E eu respondi: Sim... com ele". A gente se conhece há anos, somos os dois casais que mais saem juntos: jantares, festas, cinema ou um barzinho. Sempre convivemos muito, e eu e o Sérgio sempre tivemos aquela química sutil que ninguém mais nota... ou pelo menos era o que eu achava. Meu marido me olhou fixamente, já com a pica dura marcando na calça, e perguntou com voz baixa e excitada: "Desde quando você gosta dele? Por que logo ele? Me conta tudo". Eu expliquei com honestidade: "Desde que a gente se conheceu naquela festa de família há uns três anos. Ele me chamou muita atenção desde o primeiro momento: alto, moreno, com aquele jeito de se mover tão seguro. Com o tempo, comecei a notar como ele me olhava quando achava que ninguém tava vendo. Os olhos dele se perdiam nos meus peitos médios mas firmes, em como meus bicos marcavam a blusa, nas minhas cadeiras largas e na minha bunda". grande e redondo quando ela se virava. Sempre tinha atenções especiais comigo: me servia primeiro, fazia elogios discretos sobre como a roupa caía em mim, roçava “sem querer” minha cintura ou a parte baixa das costas… Sentia o olhar quente dele percorrendo meu corpo inteiro, como se estivesse me imaginando nua”. Ao contar isso, meu marido ficou louco de tesão. Me empurrou suavemente contra a parede, enfiou a mão dentro da minha calcinha preta fio-dental e começou a esfregar meu clitóris enquanto sussurrava: “Me deixa doido imaginar você com ele… que ele abra suas pernas, que desça essa calcinha e coma essa buceta peludinha que você tem, que meta o pau em você enquanto eu escuto tudo pelo telefone…”. Eu gemi baixinho, sentindo os dedos dele deslizando entre meus lábios molhados, roçando a cicatriz sutil da minha cesárea bem em cima. “Tá bom, amor… começa o mais rápido possível a dar em cima dele. Manda mensagens, fica provocante quando a gente se ver, deixa ele ver mais desse corpo que ele tanto olha: esses peitos deliciosos que você tem, essa bunda que rebola quando você anda, e usa roupa que mostre esse piercing do seu umbigo brilhando na sua barriga com estrias suaves. Quero que você seduza ele e me conte cada detalhe… ou melhor, que me deixe ouvir como ele te come”. Eu concordei, já molhada e nervosa, mas excitada com a reação dele. Sabia que na próxima vez que saíssemos os quatro, eu começaria a flertar mais abertamente com o Sergio: olhares longos, sorrisos, algum roçar “acidental”, talvez até mandar uma mensagem inocente mas com duplo sentido pra testar o terreno. Meu marido, por sua vez, teria que distrair muito bem a Lilia pra ela não perceber. Depois de conversar com meu marido e ver o tesão que ele ficou, decidi começar devagar. Naquela mesma noite, mandei pro Sergio uma mensagem “normal”, como se nada fosse: Oi Sergio, como vocês estão? Você e a Lilia. A gente tá bem, com vontade de sair os quatro esse fim de semana. Quais são os planos de vocês? Ele respondeu rápido e educado, como sempre. Nos primeiros dias, as mensagens foram inocentes: fotos de comida que eu preparava, piadas sobre o trabalho, recomendações de filmes. Mas eu comecei a meter duplo sentido sem deixar tão na cara. **Dia 3** Hoje coloquei uma calça jeans que fica bem justa, faz minha bunda parecer maior do que o normal. Você acha que roupa apertada fica bem na gente, mulher? Sergio responde: "Que isso, Gladys, tenho certeza que fica perfeita em você. Você sempre fica gostosa com o que veste." **Dia 5** Acabei de sair do banho, com o cabelo molhado e só uma toalha… lembrei daquela vez que a gente saiu e você disse que o vestido vermelho ficava "perigoso" em mim. Ainda pensa isso? Ele respondeu: "Mais do que nunca. Aquele vestido marcava tudo… não parei de pensar em você o dia inteiro." Eu sorria lendo. Meu marido lia as conversas comigo, batendo uma devagar enquanto passava a mão nos meus peitos por cima do sutiã preto de renda e sussurrava no meu ouvido: "Continua, amor… deixa ele mais excitado." Conforme os dias passavam, o tom subia. Eu mandava fotos minhas em roupas casuais mas provocantes: decotes que mostravam o começo dos meus peitos, fotos de costas exibindo minha bunda grande e redonda dentro de leggings, ou close-ups da minha cintura com o piercing da carinha sorridente brilhando sobre minha barriga, mostrando as estrias suaves e a cicatriz de cesárea quase invisível. **Dia 8** Às vezes me sinto sozinha em casa quando meu marido trabalha… Você nunca tem vontade de fazer algo "diferente" mesmo sendo casado? **Sergio demorou um pouco pra responder:** "Depende do que é esse 'diferente'…" Aí vi a primeira brecha, a mínima esperança. Meu coração batia forte. Respondi mais direta: "Diferente tipo… experimentar algo que a gente já vem olhando há um tempo. Você sabe como me olha a bunda e os peitos quando a gente sai, nem disfarça, mesmo do lado da sua esposa. Eu também já te olhei. Quero que você venha na minha casa um dia que meu marido não estiver. Quero que você me coma aqui, na mesma cama onde durmo com ele. Quero sentir seu pau dentro de mim. enquanto te monto como nunca montei no meu marido. Sergio demorou uns minutos pra responder, mas quando respondeu, a mensagem foi clara: Porra, Gladys… cê tá falando sério? Já tô duro só de ler o que cê tá me propondo. Quando seria? Meu marido, que tava do meu lado lendo tudo, gemia de tesão enquanto batia uma pra cock. Ele baixou minha legging, afastou minha calcinha fio dental branca de renda, viu meu triângulo de pelos pubianos bem aparado e meus lábios já bem molhados, e enfiou dois dedos enquanto eu continuava trocando mensagem. Eu respondi: Tô falando muito sério. Amanhã à tarde meu marido sai pra trabalhar até tarde. Vem pra casa. Vou te receber de lingerie preta, igual a que aparecia nas fotos que te mandei. Quero que cê coma minha buceta, chupe meus peitos, morda meus bicos e me coma gostoso na nossa cama. E quando me tiver gemendo que nem uma puta no cio, ligar pro meu marido e ele ouvir como sua pélvis e suas bolas batem na minha bunda enquanto eu peço mais forte, e também vou gravar um vídeo curto pro corno do meu marido ver mais tarde e bater uma vendo como tão comendo a amada esposa dele… ele já sabe e fica louco de tesão. Sergio aceitou na hora. Marcamos pro dia seguinte. Naquela noite, eu e meu marido fodemos igual uns loucos. Eu contei tudo que ia fazer com Sergio enquanto ele me penetrava: como ia abrir as pernas dele, como ia chupar a cock dele até ele gozar na minha boca, como ia montar na cock grossa dele enquanto gemia alto pro meu marido ouvir pelo telefone. No dia seguinte, quando Sergio chegou, eu tava esperando exatamente como prometi: só com o conjunto preto de renda, os peitos quase saindo do sutiã, o piercing brilhando, minha bunda grande à mostra e o triângulo de pelos escuros aparecendo pela calcinha fio dental. Beijei ele com vontade assim que ele fechou a porta e sussurrei: “Finalmente… quero que cê me faça sua aqui mesmo.” Sergio mal fechou a porta da minha casa e já tava em cima de mim. Beijei ele com Fome, enfiando minha língua na boca dela enquanto minhas mãos desciam pelo peito dela até agarrar o volume duro que se marcava na calça dele. "Finalmente você está aqui... na mesma casa onde durmo com meu marido", sussurrei ofegante. Eu só estava usando o conjunto preto de renda: o sutiã push-up que mal segurava meus peitos médios, mas redondos e firmes, com os biquinhos já duros marcando o tecido, e a calcinha fio-dental minúscula que mal cobria meu triângulo de pelos pubianos escuros e bem aparados. Minha bunda grande e redonda ficava quase toda de fora, balançando a cada passo. Levei ele direto pro quarto, na mesma cama de casal onde eu e meu marido dormimos toda noite. Empurrei ele pra sentar na beirada e me ajoelhei na frente dele. Puxei a calça e a cueca dele de uma vez. O pau dele saltou livre: grosso, cheio de veias e mais comprido que o do meu marido. Lambi os lábios e agarrei com uma mão, sentindo ele pulsar. "Olha como teu corpo fica doido por mim... esses peitos que você tanto olha, essa bunda grande que rebola pra você, e essa buceta que tá encharcada desde que você chegou." Comecei a chupar com gosto: lambi desde as bolas até a cabeça, enfiei fundo na boca até quase engasgar, fazendo barulhos molhados e altos enquanto olhava nos olhos dele. O Sergio gemia e me puxava pelo cabelo: "Porra, Gladys, tua boca é uma puta maravilha...". Depois de um tempo, ele me levantou, tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos com fome, mordiscando meus biquinhos enquanto as mãos dele apertavam minhas nádegas grandes e macias. Ele me virou, me curvou sobre a cama e puxou minha calcinha pro lado. Minha bunda ficou exposta, redonda e suculenta, com minha boceta inchada e molhada aparecendo entre as coxas grossas. Ele passou a língua na minha racha, lambendo meu clitóris e meu cu pra depois enfiar a língua dentro da minha buceta, saboreando meu mel enquanto eu gemia alto: "Isso, come assim! Meu marido nunca me come tão gostoso...". Sentia a língua dele percorrendo meus lábios, roçando A região onde tenho pelo. Ela abriu minhas nádegas e lambeu até meu cu, me deixando louca. Não aguentei mais. Empurrei ele na cama, subi em cima e agarrei a pica dura dele. Esfreguei a cabeça na minha entrada, molhando com meus sucos, e fui descendo devagar. “Aaaahhh… que grossa que tá!” gemi enquanto sentia ela abrindo minha buceta centímetro por centímetro. Comecei a montar com força: subindo e descendo minhas cadeiras largas, fazendo minhas nádegas quicarem nas coxas dele com sons altos e molhados. Meus peitos pulavam a cada investida, o piercing do meu umbigo brilhava na minha barriga com os movimentos de quadril que eu fazia pra sentir a pica dele o mais fundo possível. Sergio segurava minhas cadeiras e me comia por baixo, metendo até o talo. Naquele momento, como a gente tinha combinado, liguei pro meu marido. Ele atendeu no primeiro toque. “Escuta, amor… tô montando na pica do Sergio na nossa cama”, falei ofegante enquanto montava com mais força nessa pica deliciosa. Meu marido ouviu por vários minutos como eu gemia enquanto sentava uma e outra vez na pica do Sergio. Quando ele pediu pra fazer uma videochamada, que queria ver um pouco, aceitei. Fiz a videochamada e lá estava ele, batendo uma punheta no escritório. Virei um pouco a câmera pra ele ver como a pica entrava e saía da minha buceta peludinha. Meu marido gemia do outro lado: “Continua, gostosa… monta mais forte, deixa eu ouvir como você gosta”. Sergio acelerou, me virou de quatro e me comeu por trás com força, me puxando pelo cabelo e dando tapas na minha bunda que faziam meu rabão tremer. Eu gritava de prazer: “Mais forte! Me come como sua puta na cama do meu marido!”. Minhas estrias e a cicatriz ficavam visíveis cada vez que eu arqueava as costas. Ele gozou dentro de mim com um gemido forte, enchendo minha buceta de porra quente enquanto eu chegava ao orgasmo tremendo. Depois peguei meu celular, desliguei a videochamada pro corno do meu marido e gravei um vídeo curto: close-up da pica dele saindo de mim. creampie, com meus pelos pubianos molhados e sêmen escorrendo pelas minhas coxas, e outro das minhas tetas marcadas pelos chupões dele. Quando o Sergio foi embora, meu marido chegou correndo em casa. Me encontrou ainda nua na cama, com a buceta cheia e brilhando. Ele me comeu como um louco enquanto eu contava cada detalhe e mostrava os vídeos. Depois que meu marido me comeu como um louco na mesma cama onde o Sergio tinha enchido minha buceta de sêmen, nós dois estávamos exaustos e suados, abraçados debaixo dos lençóis. Meus peitos ainda tinham as marcas dos chupões do Sergio, meu triângulo de pelos pubianos estava pegajoso e minha buceta ainda pulsava, cheia e sensível depois de ser comida duas vezes. Quando já estávamos quase dormindo, me aconcheguei no peito dele, dei um beijo longo e profundo nos lábios dele e sussurrei com voz suave e satisfeita: "amor, essa experiência foi o máximo para mim... amei sentir outra piroca me abrindo, montar nele na nossa cama e saber que você estava ouvindo e vendo tudo. Espero que você também tenha gostado tanto quanto eu". Ele sorriu com os olhos brilhando de tesão, apertou minha bunda grande e respondeu que tinha sido uma das coisas mais quentes que já vivemos. Me deu outro beijo e a gente se preparou para dormir. Mas enquanto ele pegava no sono, eu fiquei acordada mais um tempo, com um sorriso nos lábios e o coração batendo forte. Pensava comigo mesma: "Porra... amei. Todo esse tempo eu fingia que não queria, que tinha vergonha de mostrar minhas estrias, a cicatriz da cesárea e meu corpo real de mãe de 33 anos... mas agora que provei como é ter uma piroca diferente, mais grossa, me comendo com vontade na minha própria cama, sei que vou repetir. Com o Sergio de novo... ou com outro. Não vou contar nada pro meu marido ainda. Quando fizer de novo, vou dar uma surpresa pra ele". Com cuidado, pra não acordá-lo, peguei meu celular e mandei uma mensagem pro Sergio: Amei como você me comeu hoje... sua piroca me abriu muito gostoso Me deixou toda trêmula. Se não puder responder agora porque a Lilia tá aí, entendo perfeitamente. Amanhã espero sua mensagem. Quero repetir isso logo. O Sérgio não respondeu na hora, mas eu sabia que ele ia ler. Desliguei o telefone, me aninhei no corpo do meu marido e dormi com uma sensação nova e deliciosa: a de ter aberto uma porta que eu já não queria fechar. E é assim que termina esta primeira parte da minha história como hotwife… mas tem muito mais pra contar: as próximas vezes, os riscos, os encontros mais ousados e como meu marido vai descobrir que isso já não é só uma fantasia de vez em quando.
En este relato explícito y sin censura te cuento cómo pasé de rechazar la fantasía de mi marido a montarme en la verga gruesa de Sergio en la misma cama donde duermo con mi esposo.
Si te gusta el hotwife, cornudo consentidor, infidelidad consentida y relatos subidos de tono… este episodio te va a poner muy cachondo o cachonda.
https://open.spotify.com/episode/2lLRDgYVZS6tqIGera5VMu
Olá! Sou a Gladys, tenho 33 anos e tô casada com meu marido há 5 anos. Nosso casamento sempre foi bom, com altos e baixos como em toda relação, mas sempre demos um jeito de seguir em frente. Fisicamente, sou uma mulher de pele morena clara, cabelo preto comprido que geralmente uso num rabo de cavalo alto ou trança. Meus peitos não são muito grandes, são médios, mas têm um formato redondo e firme que sempre chama atenção quando visto algo decotado ou justo; adoro usar renda, gosto como ela realça a curvatura e deixa eles tentadores. Minhas pernas são grossas e tonificadas, com quadris largos que dão lugar a uma bunda grande, redonda e macia, daquelas que balançam a cada passo e que sei que muitos caras não conseguem evitar de olhar. Cuido muito da minha pelugem vaginal, deixando num triângulo invertido bem aparado, gosto de dar aquele toque sexy e sensual na minha buceta, que deixa meus lábios à mostra quando eu fico excitada. Depois da minha primeira gravidez, ficou uma cicatriz sutil de cesárea bem abaixo do umbigo e umas estrias suaves nas laterais da barriga e dos quadris, mas meu marido diz que isso me torna mais real e gostosa. Tudo começou porque meu marido era obcecado pela ideia de me ver com outro cara. Durante nossas noites de intimidade, quando eu tava por cima dele montando com gosto, ofegante enquanto sentia o pau dele dentro de mim, ele sussurrava no meu ouvido: "Adoraria ver você montando em outro pau, amor… ver você dando pra outro enquanto eu olho". Eu recusava veementemente toda vez, dizia que não me sentia confortável, que era esposa dele e que aquilo não era certo. Mas ele insistia. Durante 8 meses, quando eu tava no trabalho, ele me mandava mensagens quentes: "Tô fantasiando que agora mesmo você tá transando com outro, que ele te deixou de pernas abertas e tá metendo forte. Me excita tanto imaginar isso… você me ligaria enquanto ele tá te comendo? Quero ouvir seus gemidos de verdade e os sons molhados da sua boca chupando um pau grosso. Só de pensar, já fico de pau duro. Aqui no escritório". Eu continuei dizendo que não. Numa dessas vezes que ele propôs de novo, soltei: "Não vou fazer porque depois você vai querer ficar com outra mulher". Ele me olhou sério e respondeu na lata: "Eu não quero mais ninguém. Quero que você seja minha hotwife. Em toda reunião, vejo como seus amigos te olham, como te desnudam com os olhos. Até os homens da sua família e da minha te desejam. Quero que você realize minha fantasia uma e outra vez, que deixe eles te comerem e depois me conte tudo… ou melhor, que eu veja". As palavras dele me deixaram chocada. Ele estava realmente disposto a me dividir com outros caras, até insinuando que não se importaria se fossem do nosso próprio círculo social ou família. É verdade que sempre notei como me olham: os olhos deles grudam nos meus peitos, na minha bunda quando me viro, me desnudam mentalmente. Mas eu me sentia insegura. Depois da gravidez, ficou essa insegurança e me dava vergonha me mostrar assim pra outro homem. Contei minhas inseguranças pro meu marido. Ele me abraçou e disse que eu estava perfeita, que essas marcas me faziam mais mulher e mais gostosa. Pra reforçar minha confiança, ele compartilhou umas fotos minhas sem mostrar o rosto (só meu corpo de lingerie, com o piercing no umbigo que tem uma carinha sorridente e que eu coloco quando alguma blusa fica curta, meu triângulo de pelos pubianos aparecendo pela transparência da renda, minhas nádegas grandes e a curva do meu quadril) em alguns sites onde outros caras comentaram. Os comentários eram puro fogo: "Que bunda pra foder", "Esses peitos pedindo pra serem chupados", "Imagino ela montando em mim enquanto geme", "Quero encher essa buceta peluda". Ler aquilo me surpreendeu e, embora me desse vergonha, também começou a me molhar. O assunto já estava me cansando. Pensei que se fizesse uma vez só, talvez meu marido, ao saber que outro cara estava me comendo de verdade, não aguentasse e parasse de insistir. Então eu disse que sim, mas com condições: seria com alguém de quem eu gostasse, a primeira vez só nós dois (sem meu marido presente), eu ligaria pra ele pra ele ouvir tudo ao vivo e gravaria alguns vídeos pra ele ver depois e bater uma punheta vendo a esposa dele ser comida por um macho de verdade. Meu marido ficou eufótico quando eu disse que sim, que tava disposta a fazer uma vez pra realizar a fantasia dele. Os olhos dele brilharam, a respiração acelerou e ele me abraçou forte contra o corpo, beijando meu pescoço enquanto as mãos dele desciam pra apertar minhas nádegas grandes e macias por cima da tanga preta. "Sério, amor? Você vai ser minha hotwife?" ele perguntou com a voz rouca de tesão. Depois, curioso e excitado, soltou: "Quem você tem em mente? Me diz, quero saber qual é a pica que você vai enfiar primeiro". Eu respirei fundo, já sentindo um calorzinho entre as pernas só de pensar, e respondi: "Com o Sérgio... o marido da Lília". Ele ficou um segundo em silêncio, processando, e depois sorriu com uma mistura de surpresa e tesão. "Meu marido me pergunta admirado: Com o Sérgio? E eu respondi: Sim... com ele". A gente se conhece há anos, somos os dois casais que mais saem juntos: jantares, festas, cinema ou um barzinho. Sempre convivemos muito, e eu e o Sérgio sempre tivemos aquela química sutil que ninguém mais nota... ou pelo menos era o que eu achava. Meu marido me olhou fixamente, já com a pica dura marcando na calça, e perguntou com voz baixa e excitada: "Desde quando você gosta dele? Por que logo ele? Me conta tudo". Eu expliquei com honestidade: "Desde que a gente se conheceu naquela festa de família há uns três anos. Ele me chamou muita atenção desde o primeiro momento: alto, moreno, com aquele jeito de se mover tão seguro. Com o tempo, comecei a notar como ele me olhava quando achava que ninguém tava vendo. Os olhos dele se perdiam nos meus peitos médios mas firmes, em como meus bicos marcavam a blusa, nas minhas cadeiras largas e na minha bunda". grande e redondo quando ela se virava. Sempre tinha atenções especiais comigo: me servia primeiro, fazia elogios discretos sobre como a roupa caía em mim, roçava “sem querer” minha cintura ou a parte baixa das costas… Sentia o olhar quente dele percorrendo meu corpo inteiro, como se estivesse me imaginando nua”. Ao contar isso, meu marido ficou louco de tesão. Me empurrou suavemente contra a parede, enfiou a mão dentro da minha calcinha preta fio-dental e começou a esfregar meu clitóris enquanto sussurrava: “Me deixa doido imaginar você com ele… que ele abra suas pernas, que desça essa calcinha e coma essa buceta peludinha que você tem, que meta o pau em você enquanto eu escuto tudo pelo telefone…”. Eu gemi baixinho, sentindo os dedos dele deslizando entre meus lábios molhados, roçando a cicatriz sutil da minha cesárea bem em cima. “Tá bom, amor… começa o mais rápido possível a dar em cima dele. Manda mensagens, fica provocante quando a gente se ver, deixa ele ver mais desse corpo que ele tanto olha: esses peitos deliciosos que você tem, essa bunda que rebola quando você anda, e usa roupa que mostre esse piercing do seu umbigo brilhando na sua barriga com estrias suaves. Quero que você seduza ele e me conte cada detalhe… ou melhor, que me deixe ouvir como ele te come”. Eu concordei, já molhada e nervosa, mas excitada com a reação dele. Sabia que na próxima vez que saíssemos os quatro, eu começaria a flertar mais abertamente com o Sergio: olhares longos, sorrisos, algum roçar “acidental”, talvez até mandar uma mensagem inocente mas com duplo sentido pra testar o terreno. Meu marido, por sua vez, teria que distrair muito bem a Lilia pra ela não perceber. Depois de conversar com meu marido e ver o tesão que ele ficou, decidi começar devagar. Naquela mesma noite, mandei pro Sergio uma mensagem “normal”, como se nada fosse: Oi Sergio, como vocês estão? Você e a Lilia. A gente tá bem, com vontade de sair os quatro esse fim de semana. Quais são os planos de vocês? Ele respondeu rápido e educado, como sempre. Nos primeiros dias, as mensagens foram inocentes: fotos de comida que eu preparava, piadas sobre o trabalho, recomendações de filmes. Mas eu comecei a meter duplo sentido sem deixar tão na cara. **Dia 3** Hoje coloquei uma calça jeans que fica bem justa, faz minha bunda parecer maior do que o normal. Você acha que roupa apertada fica bem na gente, mulher? Sergio responde: "Que isso, Gladys, tenho certeza que fica perfeita em você. Você sempre fica gostosa com o que veste." **Dia 5** Acabei de sair do banho, com o cabelo molhado e só uma toalha… lembrei daquela vez que a gente saiu e você disse que o vestido vermelho ficava "perigoso" em mim. Ainda pensa isso? Ele respondeu: "Mais do que nunca. Aquele vestido marcava tudo… não parei de pensar em você o dia inteiro." Eu sorria lendo. Meu marido lia as conversas comigo, batendo uma devagar enquanto passava a mão nos meus peitos por cima do sutiã preto de renda e sussurrava no meu ouvido: "Continua, amor… deixa ele mais excitado." Conforme os dias passavam, o tom subia. Eu mandava fotos minhas em roupas casuais mas provocantes: decotes que mostravam o começo dos meus peitos, fotos de costas exibindo minha bunda grande e redonda dentro de leggings, ou close-ups da minha cintura com o piercing da carinha sorridente brilhando sobre minha barriga, mostrando as estrias suaves e a cicatriz de cesárea quase invisível. **Dia 8** Às vezes me sinto sozinha em casa quando meu marido trabalha… Você nunca tem vontade de fazer algo "diferente" mesmo sendo casado? **Sergio demorou um pouco pra responder:** "Depende do que é esse 'diferente'…" Aí vi a primeira brecha, a mínima esperança. Meu coração batia forte. Respondi mais direta: "Diferente tipo… experimentar algo que a gente já vem olhando há um tempo. Você sabe como me olha a bunda e os peitos quando a gente sai, nem disfarça, mesmo do lado da sua esposa. Eu também já te olhei. Quero que você venha na minha casa um dia que meu marido não estiver. Quero que você me coma aqui, na mesma cama onde durmo com ele. Quero sentir seu pau dentro de mim. enquanto te monto como nunca montei no meu marido. Sergio demorou uns minutos pra responder, mas quando respondeu, a mensagem foi clara: Porra, Gladys… cê tá falando sério? Já tô duro só de ler o que cê tá me propondo. Quando seria? Meu marido, que tava do meu lado lendo tudo, gemia de tesão enquanto batia uma pra cock. Ele baixou minha legging, afastou minha calcinha fio dental branca de renda, viu meu triângulo de pelos pubianos bem aparado e meus lábios já bem molhados, e enfiou dois dedos enquanto eu continuava trocando mensagem. Eu respondi: Tô falando muito sério. Amanhã à tarde meu marido sai pra trabalhar até tarde. Vem pra casa. Vou te receber de lingerie preta, igual a que aparecia nas fotos que te mandei. Quero que cê coma minha buceta, chupe meus peitos, morda meus bicos e me coma gostoso na nossa cama. E quando me tiver gemendo que nem uma puta no cio, ligar pro meu marido e ele ouvir como sua pélvis e suas bolas batem na minha bunda enquanto eu peço mais forte, e também vou gravar um vídeo curto pro corno do meu marido ver mais tarde e bater uma vendo como tão comendo a amada esposa dele… ele já sabe e fica louco de tesão. Sergio aceitou na hora. Marcamos pro dia seguinte. Naquela noite, eu e meu marido fodemos igual uns loucos. Eu contei tudo que ia fazer com Sergio enquanto ele me penetrava: como ia abrir as pernas dele, como ia chupar a cock dele até ele gozar na minha boca, como ia montar na cock grossa dele enquanto gemia alto pro meu marido ouvir pelo telefone. No dia seguinte, quando Sergio chegou, eu tava esperando exatamente como prometi: só com o conjunto preto de renda, os peitos quase saindo do sutiã, o piercing brilhando, minha bunda grande à mostra e o triângulo de pelos escuros aparecendo pela calcinha fio dental. Beijei ele com vontade assim que ele fechou a porta e sussurrei: “Finalmente… quero que cê me faça sua aqui mesmo.” Sergio mal fechou a porta da minha casa e já tava em cima de mim. Beijei ele com Fome, enfiando minha língua na boca dela enquanto minhas mãos desciam pelo peito dela até agarrar o volume duro que se marcava na calça dele. "Finalmente você está aqui... na mesma casa onde durmo com meu marido", sussurrei ofegante. Eu só estava usando o conjunto preto de renda: o sutiã push-up que mal segurava meus peitos médios, mas redondos e firmes, com os biquinhos já duros marcando o tecido, e a calcinha fio-dental minúscula que mal cobria meu triângulo de pelos pubianos escuros e bem aparados. Minha bunda grande e redonda ficava quase toda de fora, balançando a cada passo. Levei ele direto pro quarto, na mesma cama de casal onde eu e meu marido dormimos toda noite. Empurrei ele pra sentar na beirada e me ajoelhei na frente dele. Puxei a calça e a cueca dele de uma vez. O pau dele saltou livre: grosso, cheio de veias e mais comprido que o do meu marido. Lambi os lábios e agarrei com uma mão, sentindo ele pulsar. "Olha como teu corpo fica doido por mim... esses peitos que você tanto olha, essa bunda grande que rebola pra você, e essa buceta que tá encharcada desde que você chegou." Comecei a chupar com gosto: lambi desde as bolas até a cabeça, enfiei fundo na boca até quase engasgar, fazendo barulhos molhados e altos enquanto olhava nos olhos dele. O Sergio gemia e me puxava pelo cabelo: "Porra, Gladys, tua boca é uma puta maravilha...". Depois de um tempo, ele me levantou, tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos com fome, mordiscando meus biquinhos enquanto as mãos dele apertavam minhas nádegas grandes e macias. Ele me virou, me curvou sobre a cama e puxou minha calcinha pro lado. Minha bunda ficou exposta, redonda e suculenta, com minha boceta inchada e molhada aparecendo entre as coxas grossas. Ele passou a língua na minha racha, lambendo meu clitóris e meu cu pra depois enfiar a língua dentro da minha buceta, saboreando meu mel enquanto eu gemia alto: "Isso, come assim! Meu marido nunca me come tão gostoso...". Sentia a língua dele percorrendo meus lábios, roçando A região onde tenho pelo. Ela abriu minhas nádegas e lambeu até meu cu, me deixando louca. Não aguentei mais. Empurrei ele na cama, subi em cima e agarrei a pica dura dele. Esfreguei a cabeça na minha entrada, molhando com meus sucos, e fui descendo devagar. “Aaaahhh… que grossa que tá!” gemi enquanto sentia ela abrindo minha buceta centímetro por centímetro. Comecei a montar com força: subindo e descendo minhas cadeiras largas, fazendo minhas nádegas quicarem nas coxas dele com sons altos e molhados. Meus peitos pulavam a cada investida, o piercing do meu umbigo brilhava na minha barriga com os movimentos de quadril que eu fazia pra sentir a pica dele o mais fundo possível. Sergio segurava minhas cadeiras e me comia por baixo, metendo até o talo. Naquele momento, como a gente tinha combinado, liguei pro meu marido. Ele atendeu no primeiro toque. “Escuta, amor… tô montando na pica do Sergio na nossa cama”, falei ofegante enquanto montava com mais força nessa pica deliciosa. Meu marido ouviu por vários minutos como eu gemia enquanto sentava uma e outra vez na pica do Sergio. Quando ele pediu pra fazer uma videochamada, que queria ver um pouco, aceitei. Fiz a videochamada e lá estava ele, batendo uma punheta no escritório. Virei um pouco a câmera pra ele ver como a pica entrava e saía da minha buceta peludinha. Meu marido gemia do outro lado: “Continua, gostosa… monta mais forte, deixa eu ouvir como você gosta”. Sergio acelerou, me virou de quatro e me comeu por trás com força, me puxando pelo cabelo e dando tapas na minha bunda que faziam meu rabão tremer. Eu gritava de prazer: “Mais forte! Me come como sua puta na cama do meu marido!”. Minhas estrias e a cicatriz ficavam visíveis cada vez que eu arqueava as costas. Ele gozou dentro de mim com um gemido forte, enchendo minha buceta de porra quente enquanto eu chegava ao orgasmo tremendo. Depois peguei meu celular, desliguei a videochamada pro corno do meu marido e gravei um vídeo curto: close-up da pica dele saindo de mim. creampie, com meus pelos pubianos molhados e sêmen escorrendo pelas minhas coxas, e outro das minhas tetas marcadas pelos chupões dele. Quando o Sergio foi embora, meu marido chegou correndo em casa. Me encontrou ainda nua na cama, com a buceta cheia e brilhando. Ele me comeu como um louco enquanto eu contava cada detalhe e mostrava os vídeos. Depois que meu marido me comeu como um louco na mesma cama onde o Sergio tinha enchido minha buceta de sêmen, nós dois estávamos exaustos e suados, abraçados debaixo dos lençóis. Meus peitos ainda tinham as marcas dos chupões do Sergio, meu triângulo de pelos pubianos estava pegajoso e minha buceta ainda pulsava, cheia e sensível depois de ser comida duas vezes. Quando já estávamos quase dormindo, me aconcheguei no peito dele, dei um beijo longo e profundo nos lábios dele e sussurrei com voz suave e satisfeita: "amor, essa experiência foi o máximo para mim... amei sentir outra piroca me abrindo, montar nele na nossa cama e saber que você estava ouvindo e vendo tudo. Espero que você também tenha gostado tanto quanto eu". Ele sorriu com os olhos brilhando de tesão, apertou minha bunda grande e respondeu que tinha sido uma das coisas mais quentes que já vivemos. Me deu outro beijo e a gente se preparou para dormir. Mas enquanto ele pegava no sono, eu fiquei acordada mais um tempo, com um sorriso nos lábios e o coração batendo forte. Pensava comigo mesma: "Porra... amei. Todo esse tempo eu fingia que não queria, que tinha vergonha de mostrar minhas estrias, a cicatriz da cesárea e meu corpo real de mãe de 33 anos... mas agora que provei como é ter uma piroca diferente, mais grossa, me comendo com vontade na minha própria cama, sei que vou repetir. Com o Sergio de novo... ou com outro. Não vou contar nada pro meu marido ainda. Quando fizer de novo, vou dar uma surpresa pra ele". Com cuidado, pra não acordá-lo, peguei meu celular e mandei uma mensagem pro Sergio: Amei como você me comeu hoje... sua piroca me abriu muito gostoso Me deixou toda trêmula. Se não puder responder agora porque a Lilia tá aí, entendo perfeitamente. Amanhã espero sua mensagem. Quero repetir isso logo. O Sérgio não respondeu na hora, mas eu sabia que ele ia ler. Desliguei o telefone, me aninhei no corpo do meu marido e dormi com uma sensação nova e deliciosa: a de ter aberto uma porta que eu já não queria fechar. E é assim que termina esta primeira parte da minha história como hotwife… mas tem muito mais pra contar: as próximas vezes, os riscos, os encontros mais ousados e como meu marido vai descobrir que isso já não é só uma fantasia de vez em quando.
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