MaMT 19: Una fiera deseosa de sexo

De manhã acordei cheio de energia, convencer minha mãe a deixar meu pai comer o cu dela tinha sido um sucesso no meu jogo de manipulação, mas poder ver tudo pelo celular foi excitante e muito instrutivo, agora sabia exatamente como minha mãe gostava de ser tratada quando estava sendo fodida.

De tudo o que aconteceu, tirei uma conclusão importante: provei a mim mesmo o controle que tinha sobre ela. Se soubesse lidar com a situação, minha mãe seria um brinquedo nas minhas mãos e eu conseguiria fazer ela fazer tudo o que eu quisesse.

Fui pra universidade pensando no que me esperava ao voltar pra casa. Naquela noite, minha tia ia fazer tudo o que eu pedisse, pelo menos foi o que ela me prometeu no dia anterior, então eu tinha bem claro que ia foder ela de todas as maneiras possíveis.

Enquanto estava sentado na aula, não conseguia tirar da cabeça as tetas enormes dela. Apesar da idade, eram perfeitas, redondas, durinhas e com uns bicos marrons enormes que me deixavam duro que nem uma vara toda vez que eu via. E a bunda dela. Que bundão! Uffff, só de lembrar da primeira vez que comi ela, meu pau ficava duro que nem um cacete. Naquela noite, minha tia queria enganar o namorado virtual fingindo um coito anal comigo, e no final se deu mal, sem planejar, acabou levando meu pau no cu, rompendo o esfíncter apertadíssimo virgem dela. E agora, ali na aula, não parava de pensar que faltavam poucas horas pra eu comer aquele buraquinho apertado de novo.

A manhã foi ótima até que, numa troca de aula, encontrei o Yeray. Tentei evitar ele, mas foi impossível. Ele chegou perto de mim e disse pra eu acompanhá-lo até um lugar mais tranquilo porque precisávamos conversar. Pelo olhar dele, sabia que não era nada bom, e foi isso mesmo.

Ele começou falando da noite em que nossos amigos comeram minha mãe. Disse que sentia muito por tudo o que aconteceu e que era uma pena que por causa daquilo tivéssemos perdido nossa amizade. Ele gostava de ficar comigo e, principalmente, ir estudiar na casa da minha tia. Depois de bater um papo por um tempo, ele soltou de repente que tinha visto o que eu fiz com a minha mãe quando voltávamos pra casa no carro dele. Pelo retrovisor, ele viu claramente como eu apalpava os peitos dela e metia a mão por baixo da calcinha dela, algo que, se fosse descoberto, podia nos causar sérios problemas. Ele ainda disse que tinha me ajudado dando voltas pelas ruas pra me dar tempo de meter a mão na minha mãe, e agora queria que eu fizesse algo por ele (1).

Tentei negar o que aconteceu, mas ele me cortou e repetiu que naquela noite tinha visto perfeitamente como eu enfiava a mão por baixo da calcinha dela e fazia uma punheta nela. No final, tive que aceitar o óbvio e perguntei o que ele queria.

A resposta dele foi clara: "Quero foder a sua tia."

Respondi que era impossível, que minha tia Andrea não fazia essas coisas, mas ele riu na minha cara e disse que minha tia era tão puta quanto minha mãe. Depois me lembrou que no dia em que foi estudar na casa dela, ela não hesitou em fazer uma punheta nele e quase deu um boquete. Além disso, ele tinha certeza de que eu já tinha fodido ela mais de uma vez. No final, ele terminou dizendo que ou ele foderia minha tia, ou a universidade inteira saberia que eu tinha relações incestuosas com ela e com minha mãe. Não me restou outra opção senão responder que faria de tudo pra ajudá-lo.

Fiquei tão mal que decidi voltar pra casa na hora. Como eu ia explicar pra minha tia o que aconteceu? Será que ela toparia ceder à chantagem e dar pra Yeray?

Só de pensar nisso, eu ficava doente, não porque ela quisesse ou não fazer — ela já tinha dito uma vez que não se importava —, mas porque eu não estava disposto a deixar outro cara foder minha tia. Ela era minha propriedade, e eu queria ela só pra mim. E, se um dia ela tivesse que dar pra outro, seria quando eu quisesse, não quando ele exigisse.

Fiquei andando pelas ruas por um bom tempo e finalmente cheguei em casa. Quando entrei... No salão, encontrei a Andrea. Quando me viu, ela se levantou e me deu um abraço forte. Tava emocionada porque minha mãe ia naquela tarde assinar o divórcio e no dia seguinte voltava pra Las Palmas.

ANDREA// Finalmente tudo se resolveu, meu bem. Sua mãe pode virar a página e agora a gente pode viver os três em paz.

Vendo a cara de empolgação dela, não consegui contar o que tinha acontecido comigo. Fui pro meu quarto me trocar e pensar em como ia lidar com a situação.

Na hora do jantar, ela bateu na minha porta e, quando entrou, quase tive um infarto. Ela tava vestida pra matar: uma minissaia super curta e uma blusa bem decotada que, sem sutiã, mostrava a fartura dos peitos dela. Olhei surpreso, e ela, sorrindo, disse pra eu parar de babar e que a gente tinha que celebrar o começo de uma nova vida pra nós três. Me pegou pela mão e me levou pro salão, onde tinha preparado canapés e uma garrafa de espumante.

ANDREA// Agora a gente vai beber essa garrafa todinha e depois vamos foder até não aguentar mais. Você não faz ideia da vontade que tô de você, amor.

Ela sentou na minha frente no sofá e serviu duas taças. Brindamos, comemos canapés e bebemos até acabar a garrafa. Quando já estávamos um pouco bêbados, minha tia me olhou com um sorriso safado e se reclinou no assento, abrindo as pernas. Na minha frente, tinha uma imagem espetacular: como não tava de calcinha, ela me oferecia um close da bucetinha rosada e molhada. Na hora, levou dois dedos aos lábios, molhou eles e começou a acariciar o clitóris devagar, enquanto mordia o lábio inferior, me provocando.

ANDREA// Olha só, meu bem. Tá gostando da minha bucetinha? Tô morrendo de vontade de você meter nela. Olha como ela tá molhada.

Ela subiu uma perna em cada braço do sofá e deslizou os dedos pelo sulco dos lábios vaginais. Separou eles, mostrando a caverna quente e acolhedora, e enfiou os dedos fundo lá dentro.

ANDREA// Ummmm, adoro. Você quer me foder agora ou prefere que eu me toque pra você?

Sem esperar minha resposta, e se... Como se fosse uma profissional, Andrea me deu um show extremamente excitante onde eu era o único espectador. Ela fechou os olhos e começou a se masturbar, deslizando suavemente a ponta do dedo sobre o clitóris. Enquanto fazia isso, gemia e tremia, repetindo o quanto estava excitada. Eu, por minha vez, olhava hipnotizado as dobras daquela buceta aberta, por onde escorriam gotas de lubrificação cada vez mais abundantes.

ANDREA// Deus, como eu gosto, ummmm. Agora você vai me foder, né, meu menino? Quero que você meta seu pau e me coma como um animal, quero sentir ele bem dentro.

Já não aguentei mais esperar. Me levantei, e minha tia, ao me ver, se ajoelhou no banco, apoiando o peito no encosto.

ANDREA// Vamos. Me fode agora! Mete rápido, minha vida, por onde você quiser, mas mete logo, preciso sentir ele inteiro dentro de mim.

Apoiada no encosto, ela mexia sensualmente os quadris, me oferecendo aquela bunda linda que a minissaia mal conseguia cobrir. Abaixei a calça e a cueca, e levantei a minissaia, prendendo-a na cintura dela. Minha tia se virou, me olhou com cara de safada e separou as nádegas com as mãos.

ANDREA// Vai, meu anjo. Me fode agora!

Segurei firme nos quadris dela e bati uma punheta com a outra mão. Naquele momento, eu tinha à minha disposição o cuzinho apertado dela e a boceta quente e molhada. Estava prestes a penetrá-la quando algo passou pela minha cabeça e me paralisou: se eu não evitasse, no outro dia seria o Yeray quem ia aproveitar aqueles dois tesouros preciosos.

Uma raiva enorme tomou conta de mim, e por pouco não enfiei tudo de uma vez, sem me importar com a dor que pudesse causar. Mas me recomponho e pedi que ela se sentasse no sofá. Rapidamente, ela se virou e sentou de novo, com as pernas apoiadas nos braços do sofá. Com um olhar provocante, me oferecia a buceta de novo para eu foder. Me ajoelhei e passei meu pau pela vulva dela. Andrea estremeceu e se levantou para ver. Repeti a operação várias vezes. impregnando a glande nos fluidos dela e minha tia me implorou pra meter de uma vez.

Empurrei e meu pau deslizou suave entre os lábios dela invadindo aquele buraco quente com uma facilidade enorme, dava pra sentir as paredes da buceta dela se abrindo e se ajustando ao meu pau envolvendo ele e me causando uma sensação tão gostosa que não consegui evitar gemer de prazer.

Minha tia me olhou animada ao ver como eu tava curtindo e começou a acariciar os peitos dela por cima da blusa, vendo aquilo, me inclinei sobre ela e dei um puxão arrancando os botões e deixando os peitões enormes dela livres, na hora aquelas duas maravilhas ficaram expostas e balançando no ritmo das minhas penetradas.

ANDREA// Ummmm. Sim meu amor, assim que eu gosto.

Empurrei ela contra o banco e me inclinei um pouco pra trás, quando fiz isso pude ver meu pau entrando e se enterrando fundo na buceta dela. Era excitante ver minha tia mexendo a cintura sem parar me oferecendo a ppk aberta, dava pra ver claramente meu pau saindo da buceta dela melado de fluidos meio brancos que cada vez eram mais abundantes, isso mostrava o quanto ela tava tesuda.

Vendo ela tão excitada, pensei de novo naquela noite que ela fez a punheta pro Yeray e nos problemas que isso podia trazer pra gente, ressentido bati na coxa dela com a palma da mão e falei o quanto ela era puta, a reação dela foi na hora.

ANDREA// Sim meu amor, sou muito puta, mas me fode minha vida, me fode forte.

A mudança na minha tia me deixava impressionado, quando cheguei em Las Palmas pra estudar encontrei uma mulher tímida e recatada que não via nenhum apelo sexual, e agora era uma mulher explosiva, uma verdadeira fera louca por sexo. Puxei as pernas dela pra fora até deixar a bunda dela pendurada no banco e aumentei o ritmo das minhas penetradas, agora tava fodendo ela selvagemente e ela me olhava de um jeito safado enquanto bufava de prazer e pedia pra eu meter mais forte.

Olhei o rostinho dela e a imagem foi deliciosa, jogada no sofá com as pernas levantadas, respirava ofegante e tentava tirar os cabelos do rosto soprando como podia, enquanto segurava com as mãos os peitos que balançavam sem parar e mexia os quadris no ritmo das minhas penetradas. Por um momento parei pra contemplar ela, e ela me olhou curiosa e nervosa.

ANDREA // O que foi, meu amor? Pelo amor de Deus, continua me fodendo!!

Empurrei ela com força contra o sofá e me joguei por cima, aumentando o ritmo e a profundidade das minhas penetradas. As mãos dela se agarraram nas minhas costas e as unhas cravaram na minha pele, mas nem por isso diminui a intensidade. Continuei martelando a buceta dela com gosto até que, de repente, ela começou a tremer e pediu pra eu parar. Ela tinha gozado e precisava de um respiro.

Eu não tinha terminado, mas tinha algo na minha cabeça, precisava contar o que tinha rolado na universidade. Então pedi pra ela sentar no sofá pra contar o acontecido. Primeiro, ela ficou indignada com o que eu tinha feito com a minha mãe no carro. Naquela noite, ela tava orgulhosa do meu comportamento, e agora descobria que o sobrinho exemplar dela tinha se aproveitado da mãe quando ela tava bêbada.

Vi que a culpa ia cair em cima de mim e rapidamente reagi, virando o jogo. Falei que só tinha acariciado ela de leve e que o Yeray tinha interpretado errado, mas que o motivo do pedido do meu amigo era porque ela tinha se comportado de forma muito leve quando veio em casa, praticamente se ofereceu pra ele ao se mostrar tão provocante e por ter masturbado ele no banheiro (2).

Minha tia levou as mãos ao rosto e, quase chorando, me perguntou desde quando eu sabia e como tinha descoberto. Percebi o erro, porque só o Yeray, o "cibernamorado" dela e ela sabiam disso, e rapidamente respondi que naquela noite eu levantei pra ir ao banheiro e vi ela de joelhos fazendo uma punheta pra ele, mas que por respeito a ela nunca tinha contado.

Minha tia me Ela me abraçou forte e pediu mil desculpas, reconheceu que o que fez foi um erro e que de jeito nenhum isso deveria prejudicar minha mãe ou a mim, que se tivesse que se deitar com o Yeray para pagar o silêncio dele, faria, mas sentia nojo dele por se aproveitar da situação.

As palavras dela me aliviaram de certa forma, já sabia que ela não ia criar caso em dar pra Yeray, mas isso não impedia que a raiva continuasse queimando por dentro. Por um lado, eu não queria que ela fizesse isso, e por outro, queria fazê-la pagar por se oferecer tão rápido.

Uma ideia surgiu na minha cabeça, já sabia como castigar minha tia, ia obrigá-la a fazer algo que nunca imaginou e ia fazer agora mesmo. Perguntei se ela lembrava da promessa que tinha me feito no dia anterior, e ela respondeu que promessa era essa.

JAVIER// Lembra que você disse que tinha sido estupendo, que me devia uma e que podia pedir o que quisesse?

ANDREA// Ahhh, hahaha, é verdade, acho que nunca ninguém comeu minha buceta tão bem como você fez ontem, hahaha. Pede o que quiser.

JAVIER// Tem certeza? Tudo?

ANDREA// Claro, querido, o que você quiser.

Contei que tinha visto um filme pornô onde faziam uma coisa chamada chuva dourada, que era a garota ajoelhada na frente do cara e ele mijava nela. Enquanto eu contava, minha tia fazia cara de nojo e balançava a cabeça negativamente.

ANDREA// De jeito nenhum, isso é uma putaria, não conta comigo pra isso.

Vi que a coisa ia ficar feia e tinha que pressioná-la de algum jeito, logo soube como atacar as defesas dela.

JAVIER// Poxa, passamos de "o que você quiser" pra "de jeito nenhum", já vi que sua palavra não vale nada.

ANDREA// Mas você sabe o que está pedindo? Querido, eu faria qualquer coisa por você, mas isso é nojento.

ANDREA// Tá bom, tia, vejo que sua palavra não vale nada. Eu sempre te apoiei e te ajudei no relacionamento com seu namorado, sempre fiz Tudo o que você me pediu. E pra uma coisa que eu peço, sua resposta é não. Tá bom.

Levantei pra ir pro quarto e ela me segurou firme pelo braço.

ANDREA// Não vai embora, amor, não fica bravo comigo, por favor, é que o que você tá pedindo é muito pesado, mas me pede outra coisa, o que você quiser.

JAVIER// Pesado? Tia, pelo amor de Deus. Pesado é eu trazer um amigo pra estudar e você dar uma punheta pra ele, pesado é a gente ir um dia no cinema e você deixar dois desconhecidos te comerem (3), o que eu tô pedindo agora não é tão absurdo assim. Bom, tudo bem, a partir de agora já sei que nossa relação tem limites, pelo menos da sua parte, eu te amo mais que tudo nesse mundo, mas vejo que você não me ama do mesmo jeito.

Olhei de canto pra ela e vi que começou a chorar, balançava a cabeça negativamente e me olhava implorando perdão, eu tinha ela no ponto que queria, agora só precisava dar o golpe final. Em cada frase eu enfiava a palavra "Tia" falando mais forte, queria marcar uma certa distância, agora ela não era mais Andrea, minha confidente, amante e amiga, agora era só minha tia.

JAVIER// Não se preocupa, Tia, já que minhas exigências te incomodam, amanhã quando minha mãe chegar vou falar pra ela que talvez seja melhor a gente ir pra um apartamento, com a pensão que meu pai vai passar pra ela, e se ela arrumar um trampo e eu conseguir algo nos fins de semana, a gente consegue viver de boa e não incomodamos mais você. Além disso, tenho certeza que se eu pedir pra ela, ela vai fazer sem pensar duas vezes, minha mãe nunca teria me dito não.

ANDREA// Não fala isso pelo amor de Deus, não me castiga.

Agora ela chorava sem parar e não conseguia falar nada. Me virei pra ir pro meu quarto e então ela disse o que eu queria ouvir.

ANDREA// Vou fazer, amor, vou fazer o que você quiser, mas não vai embora, por favor.

Me virei e abracei ela com força, ela me olhou sorrindo e pediu pra eu não ficar bravo, que tinha sido uma idiota ao recusar, mas não faria de novo. Instintivamente, enfiei as mãos por baixo da saia e apertei com força as nádegas dela, ela apertou a bunda sorrindo e sussurrou no meu ouvido pra gente fazer logo.

Como era fácil manipular minha tia – pensei – conseguia dela tudo que quisesse, era só tocar nos dois pontos sensíveis dela: ficar sozinha e a rivalidade com minha mãe. Sentamos no sofá e contei em que consistia a chuva dourada, em alguns filmes faziam colocando plásticos no quarto e em outros era direto no banheiro. Ela respondeu que era melhor no chuveiro, assim não sujávamos nada.

Peguei na mão dela e levei em direção ao banheiro, olhei ela de cima a baixo e vi a gostosa que tinha do meu lado, com os saltos altos, a minissaia que deixava à mostra as pernas longas e lindas, e as tetonas balançando entre a blusa rasgada, sem dúvida era o sonho de qualquer homem, e no entanto, era eu o sortudo que a tinha à disposição a qualquer hora do dia, essa pedaço de mulher estava sempre pronta pra dar pra sobrinho de vinte e poucos anos.

Entramos no banheiro e ela perguntou se tinha que tirar a roupa ou ficava vestida. Tive um flash e quase disse pra ela ficar como estava, imaginar ela de cócoras com os saltos, a minissaia levantada mostrando a buceta e a blusa rasgada, era uma imagem mais que excitante, mas me deu pena estragar a roupa dela e falei pra tirar tudo.

Andrea tirou os sapatos e deixou a minissaia deslizar pelas pernas enquanto rebolava com movimentos sensuais, depois se livrou dos restos da blusa e ficou na minha frente com as mãos na cintura falando com vozinha de menininha.

ANDREA // E agora? Como é que o meu homenzinho quer que eu fique?

Meu pau pulou igual mola, ver ela assim me deixava a mil, peguei ela pelo cabelo e empurrei pra baixo pra ela se abaixar, ela ajoelhou mas não era assim que eu queria, mandei ela ficar de cócoras, desse jeito podia ver as pernas abertas mostrando a buceta. Ela levantou a cabeça pra me olhou e me implorou pra eu só molhar o peito dela.

Ver ela de baixo me suplicando e esperando nerviosa o que vinha, me deu uma adrenalina do caralho, eu tinha conseguido fazer da minha tia um brinquedo a meu serviço e isso me dava um puta prazer. Peguei meu pau e apontei na direção dela, Andrea fechou os olhos e virou levemente o rosto, sabia o que vinha e não tinha muita certeza se eu ia cumprir o que ela tinha me pedido.

Tentei mijar mas não conseguia, a ereção ou os nervos me impediam de fazer naturalmente, sacudi nervoso meu pau mas não tinha jeito, então vi Andrea abrir os olhos, apertar os peitos com as mãos e me olhar de forma provocativa mordendo os lábios.

ANDREA// Vai amor, faz logo, joga aqui.

Me concentrei e finalmente senti um jato sair do meu pau e acertar o peito da minha tia, ela virou o rosto por um instante, mas logo abriu os olhos e baixou a cabeça pra ver meu líquido amarelo escorrendo por todo o peito dela, instintivamente começou a massagear com as mãos as tetas encharcadas, na hora levantou a cabeça pra me olhar e vi ela abrir a boca timidamente me oferecendo a língua.

ANDREA// Me dá amor, quero provar.

Aquilo era muito mais do que eu podia esperar, sem dar tempo pra ela se arrepender, dirigi o jato pra boca dela e vi como ela engolia, fechava os lábios e deixava escorrer um pouco pelo queixo pra depois abrir a boca de novo buscando a chuva dourada que eu oferecia. Era um espetáculo ver o líquido amarelo entrar na boca dela batendo na garganta enquanto ela me olhava sorrindo.

Aí percebi que enquanto engolia, ela continuava apertando uma das tetas e tinha levado a outra mão pra buceta e tava se masturbando, minha tia não tinha limites e não parava de me surpreender, por sorte, eu tinha levado o celular pra imortalizar essa experiência e tava gravando tudo completo.

Quando finalmente parei de soltar líquido, minha tia me Ela me lançou um olhar lascivo e pegou na minha mão.

ANDREA// Ummm, adorei sua ideia, agora preciso que você foda minha bunda, meu gostoso.

Ela se inclinou pra frente, apoiou uma mão na parede do chuveiro e com a outra pegou seus fluidos e lubrificou o cu, depois empurrou os quadris pra trás me mostrando a bunda, o que no começo custava tanto pra me dar, agora ela colocava de bandeja. Na minha frente, aquele orifício marrom, apertado e enrugado, pulsando e esperando pra ser penetrado na hora.

Com o celular na mão, gravei um close do esfíncter dela, então encostei minha glande e pressionei com força até romper a resistência. Pude ver o cu dela se abrindo e engolindo aos poucos meu pau inteiro, ver ele dilatado apertando meu pau era um espetáculo. Rapidamente, sem nenhum cuidado, larguei o celular e comecei a foder a bunda dela com gosto. Segurei ela pelos quadris, puxando com força pra mim enquanto jogava a pélvis pra frente, penetrando ela uma e outra vez o mais fundo que podia.

Minha tia, em vez de reclamar, virava o rosto pra ver como eu tava fazendo, enquanto fechava e abria os olhos, suspirando e respirando de um jeito alucinado.

Andrea se mexia excitada e pedia pra eu foder mais forte. Tava curtindo como uma verdadeira puta e me mostrava isso jogando a bunda pra trás, querendo que eu enfiasse com mais violência. Aumentei o ritmo e a força das penetradas e vi ela se virar sorrindo.

ANDREA// Assim que eu gosto, amor, me fode duro, mais forte.

Lembrei de como meu pai tinha tratado minha mãe na noite anterior e segui o exemplo. Puxei o cabelo dela com força pra trás e ao mesmo tempo levantei a mão e bati com violência na bunda dela. Andrea bufou de raiva e me olhou mordendo os lábios.

ANDREA// Siim, assim que eu gosto, meu amor, arrebenta meu cu.

Ela tava descontrolada, era ela quem se mexia de um jeito selvagem, engolindo meu pau literalmente com a bunda. Eu só me limitava a puxar. do cabelo dela e a dar palmadas cada vez mais fortes na bunda dela, o comportamento dela me excitava tanto que eu já não tinha controle dos meus atos, eu batia na bunda dela deixando minha marca e minha tia me olhava provocando e me incentivando a continuar.

Nós dois tínhamos perdido a noção do que estávamos fazendo e estávamos fodendo de um jeito brutal, então ela pediu pra eu meter inteiro e eu dei uma arrancada com o quadril enterrando meu pau por completo no cu dela, na hora ela gozou e pediu pra eu terminar rápido, tava exausta e não aguentava mais.

Pedi pra ela se ajoelhar e bati punheta até sentir que ia gozar, então jorrei meu leite na cara dela enquanto ela fazia o possível pra pegar tudo com a boca. Tinha sido animal, nunca antes tinha tido uma experiência tão selvagem e excitante quanto essa. Depois tomamos banho juntos e eu abracei ela por um tempão debaixo da água, quando terminamos, cada um foi pro seu quarto exaustos de tanto exercício.

Pouco depois recebi uma ligação da minha mãe, contei o que aconteceu com o Yeray e ela ficou muito puta, lembrava perfeitamente daquela noite que eu passei a mão nela no carro mas não tinha percebido que meu amigo tinha nos visto.

Ao ouvir as palavras dela fiquei surpreso. Será que ela realmente tava consciente naquela noite de que eu tava acariciando os peitos e a buceta dela?

JAVIER// Mas mãe, você tava bêbada naquela noite. Como vai lembrar do que rolou no carro?

LORENA// Hahaha. Naquela noite eu tinha bebido mas controlava perfeitamente tudo que fazia, você tava muito tarado e eu percebi, então deixei você fazer tudo que quis, e não rolou mais porque você não tentou.

JAVIER// Porra mãe, você me deixou surpreso, nunca imaginei que você era tão liberal.

LORENA// Não pensa mais nisso, querido. Você se divertiu? Pois eu também.

A resposta dela me deixou desnorteado, eu tinha me aproveitado achando que ela tava bêbada e nunca ia lembrar de nada e ela no entanto tinha me deixado fazer tudo. vontade, sabendo que estava fazendo aquilo.
Depois a gente conversou de novo sobre o Yeray e ela disse pra não fazermos nada até ela chegar, queria falar com a gente sobre uma possível solução.
Como vi que ela tava com vontade de sexo e eu já tava meio cansado, mandei o vídeo do banho pra ela. Minha mãe, ao ver, disse que minha tia era mais puta do que ela imaginava e que nós dois éramos uns filhos da puta por fazer essas coisas sem ela, mas que quando chegasse em Las Palmas ia se recompensar pelo tempo perdido.

LORENA// E amanhã quando eu chegar, se prepara porque você vai ter que me foder como nunca, não sabe o tesão que você me deu com esse vídeo.

As palavras da minha mãe me deixaram com altas expectativas, a noite seguinte ia ser gloriosa, sem dúvida nenhuma, mas o problema do Yeray ainda tava no ar.

7 comentários - MaMT 19: Una fiera deseosa de sexo

Sí maldito amigo que tienes ojalá no se le pare
jefftom +1
y con esos amigos para q enemigos +10
Termine de leerlas todas, va a continuar la historia?
No, como comenté en la primera, encontré el relato y quise compartirlo, no hay más
yo recuerdo cuando subieron el relato hace unos años y es verdad solo un dia termino se agradezce que lo resuban