Beleza, vou contar pra vocês o que fiz há vários anos. Sou médico legista, tenho 34 anos, terminei minha faculdade aos 26 e nunca me destaquei por ser bom no meu trabalho. Era o que chamam de "moleque", ou seja, só ajudava os mais experientes nas autópsias, tipo passar as ferramentas, levar e trazer cadáveres, essas coisas. Bom, depois de um tempo, me falaram que eu teria que cuidar de um cadáver. Lembro que, num tom de zoação, o chefe dos legistas disse: "semana que vem você estreia, vou arrumar um fresquinho e fácil pra sua primeira vez". Até aquele momento, nunca tinha ficado sozinho com um cadáver, muito menos pra fazer a autópsia sozinho. Mas fazer o quê, era meu trampo e foi pra isso que estudei. Chegou o dia, me designaram um cadáver relativamente fresco. Eu tava pouco me lixando se o cadáver era difícil ou fácil, o que eu menos queria era pegar o horário noturno de trabalho. Até tenho estômago pra fazer meu serviço, mas não queria saber de ficar sozinho, porque, embora soubesse que ia trabalhar só, achei que teria mais médicos na sala. Mas fazer o quê, como dei azar, peguei meia-noite. Minha autópsia era numa mulher, exatamente como me falaram. Revirei o prontuário e, quando tirei o corpo e comecei a examinar, era uma mulher de 27 anos. O corpo dela foi encontrado numa rua poucas horas depois de denunciarem o desaparecimento. Bom, tirei ela do saco e aumentei a temperatura da sala de regulação, porque possíveis hematomas ficam quase invisíveis depois que o corpo fica no congelador. Enquanto esperava e olhava pra ela, comecei a reparar. Como disse, tinha 27 anos, pele levemente morena, peitos grandes e uma buceta peluda. O prontuário dizia que media 1,57m, pesava 60 quilos e tinha coxas grossas. Lembro que, depois de olhar pra ela por um tempo, comecei a autópsia. Basicamente, levei 10 minutos pra declarar a causa da morte: facada no pulmão esquerdo. hematomas na parte da coxa direita e uma leve torção no ombro eram por causa da queda ao levar a facada. bom, enquanto eu ia tocando ela, ia subindo mais pra cima, e notei o duro que estavam aqueles mamilos. pensei: que peitos que a filha da puta tinha. e depois, usando de desculpa que queria ver se tinha mais hematomas, virei ela e, bom, vi a bunda dela. enorme, bunda linda e redonda, com uma tatuagem na lombar, era uma espécie de letras e linhas pretas. e pensei: que tatuagem de puta. com certeza essa era uma daquelas que mostrava a fio dental e a raba na rua. naquele momento eu já tava de pau duro. comecei a dar tapas na bunda dela, e tava com vontade de beijar aquele rabo. quicava igual gelatina. tirei as luvas e abri as nádegas dela. o cu era bem pretinho, e os lábios da buceta gordinhos. comecei a apalpar ela até chegar na cabeça. era muito linda, nariz pequeno, usava aparelho, cabelo liso. eu sabia que não tinha ninguém no necrotério, mas mesmo assim me tranquei entre as cortinas e aumentei mais a temperatura, pra 38 graus exatos. enquanto ia apalpando ela, fiquei pensando que porra eu tava fazendo, no que podia dar se continuasse, mas tava com o pau duro pra caralho e falei: foda-se. ela continuava de costas. coloquei a cabeça dela virada pro lado, igual quando você dorme de barriga pra baixo. joguei água na boca dela com um copo e tirei o pau. cuspi nele o máximo que pude, umas 7 vezes, e também cuspi na boca dela. segurei a cabeça dela e comecei a meter pica na boca. os dentes arranhavam tudo, então, de tão excitado, segurei a cabeça dela, abri a mandíbula com uma mão e com a outra fazia os lábios tocarem o pau, enquanto eu comia a boca dela toda. parecia que ela tava me chupando de verdade. passava o pau na língua dela, batia nas bochechas e enfiava até o fundo. dava pra ouvir a traqueia se mexendo cada vez que eu começava a meter e tirar com velocidade até gozar na cara dela. virei ela. depois Comecei a chupar os peitos dela, fiz uma russa, que não achei tão boa porque os peitos dela estavam meio duros, mas isso sim, eram enormes. Fiz a mesma coisa que fiz com a boca, cuspi neles até ficar com a boca seca, e subi em cima dela, e comecei a meter. Talvez vocês pensem que seria basicamente a mesma coisa que enfiar num pedaço de carne, ou bater uma punheta, mas não, vocês não sabem o tesão que dá sentir os pelos da buceta roçando, minhas bolas batendo na bunda dela, e o melhor, aqueles peitos se mexendo, quicando, pulando, enquanto a cara dela não solta nenhuma expressão, era como se tudo nela estivesse vivo menos a cabeça dela. Eu segurava um peito enquanto via o outro quicando, obviamente pra fora, em cima da barriga dela, que por sinal, tinha marcas de ter tido um piercing, muito puta. E bom, depois veio o que eu mais gostei, virei ela, digamos que coloquei ela de dois, já que queria colocar de quatro mas por razões óbvias ela não podia usar as mãos. Aquela bunda era maior ainda nessa pose. De tão tarado que tava, enfiei a língua no cu dela, cuspi na minha pica e comecei a enfiar, e metia nela enquanto olhava aquelas tatuagens de puta na lombar dela e imaginava como ela era comida e como ela gemia. Via como aquela bunda se mexia, igual gelatina, e imaginava as vezes que ela deve ter sido macetada, que deve ter se ajoelhado pra chupar uma pica, que deve ter dado o cu, porque aquele cu não era virgem, já tinha uns usos. Um cu virgem é apertado, parece que vai rasgar. Imaginava todas as vezes que devem ter gozado no cu dela, e terminei gozando no cu dela. Depois disso, limpei ela, e bom, uma semana depois chegou um relatório de uma autópsia mal feita. Acontece que omiti várias coisas, como uma costela quebrada, arranhões na nádega esquerda, e bom, esse tipo de coisa não pode ser omitida na papelada. Me mandaram embora. Até hoje acho que foi uma espécie de maldição, porque depois disso não consegui trampo por 4 meses, não é brincadeira. O trampo que arrumei me tratavam feito merda, mas fazer o quê, talvez eu só tô com muito azar. Valeu por ler, espero que tenham curtido minha história. Nunca mais me aconteceu algo assim, ainda mais com uma mina tão gostosa daquele jeito.
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