Zorra para uno, Santa para los demás II

Enquanto eu cavalgava de costas pra ele, ele passava as mãos nas minhas costas e isso me deixava tensa, me dava mais arrepios e aquela vontade louca de continuar transando. Do meu lugar, eu tocava as pernas dele e brincava com as bolas dele, acariciando, apertando de leve, e quando subia, tocava o pau enorme dele. Ele não aguentou tanta excitação, sentou do meu lado e começou a apertar meus peitos com força, e a gente foi como um vulcão em erupção com tudo que saía de dentro da gente. Ele me virou, me levantou e a gente foi assim, colado, até o banheiro. Lá, tudo continuou. Enquanto a água do chuveiro caía e molhava nossos corpos quentes, ele tirou o pau da minha buceta e eu soltei um gemido alto, e ele baixou minha cabeça pra eu dar um boquete gostoso nele. Não demorou pra gozar e me dar mais de todo o esperma dele. Engoli tudo olhando pra ele enquanto eu tinha um dos meus dedos na boca e com a mão, beijei a ponta do meu dedo e coloquei na ponta do pau dele. De novo, ele começou a se masturbar e me fez virar de costas pra me meter por trás. Fiquei contra a parede enquanto ele tentava se manter firme pra me penetrar mais fácil, e mal consegui suspirar que já tava com ele dentro de mim. E ele me fez soltar um grito enorme de prazer. A gente tomou banho juntos, se beijando e tocando os corpos um do outro. Fomos de novo pro quarto e ele pediu algo pra beber pra dar uma respirada. A gente conversou mais um pouco enquanto tomava um gole, e ele não parava de sorrir pra mim e de vez em quando me roubava um beijo. Olhamos as horas e já tínhamos que decidir se íamos ficar a noite toda ou se a gente tinha que ir. Olhei meu celular e tinha mais de 20 chamadas perdidas do meu marido e centenas de mensagens dele, não parecia nada feliz. Então a gente teve que parar pra eu poder voltar pra casa e ele (meio sem vontade) pra casa dele. Ele me acompanhou até o ponto do ônibus e quando eu subi, ele me mandou uma mensagem dizendo: "deixo você ir só porque você tem seus filhos!" Enquanto voltava no ônibus, a caminho de casa, eu não parava de tremer de tesão. Nervosa por tudo de ruim que talvez me esperasse com meu marido (somos um casal há mais de 8 anos, nos conhecemos em 2005 e já estávamos juntos há quase 9 anos quando isso aconteceu) e, antigamente, a gente tinha um sexo bom, uma química boa e uma comunicação boa. Uns anos antes, ele tinha me traído com uma colega do trabalho, nunca busquei vingança... nem imaginava estar na situação que estava naquele momento. Foi mais porque eu precisava do apoio dele, do amor dele e daquela faísca que um dia me fez apaixonar por ele, mas acabei encontrando em outro homem. Voltando ao assunto, quando cheguei em casa, meu marido e meus filhos estavam dormindo e, como pude, me deitei na cama de casal, peguei meu celular e tinha mensagens de (o nome dele será Anônimo, nunca o exporia) perguntando como eu tinha chegado e se estava tudo bem em casa e com meu marido. Respondi que estava tudo OK e dormi com o celular na mão. Na manhã seguinte, ao acordar, meu marido me acordou tocando meu ombro e fez sinal para irmos à cozinha tomar café. Já imaginava o pior. — Como foi sua saída? — ele perguntou. — Bem, muito bem... só não atendi porque tinha muito barulho — respondi. — Desculpa por ter ligado, mas o mais novo não parava de chorar e o mais velho não me obedecia (senti a alma voltar ao corpo) e comentei que a pizzaria era mais um pub (lugar que serve drinks, comidas e tem música boa) e não tinha ouvido porque a música estava muito alta, e a conversa meio que morreu ali. Umas semanas depois, o Anônimo me manda uma mensagem: "Oi, amor, como você está? Quando vamos repetir? Queria que fosse a noite toda e na minha casa, porque minha filha mais nova já se independentou e a casa ficaria só pra gente, pra ficarmos mais à vontade." Disse que ia avisar, mas se pudesse ser de manhã, assim eu mandava meus filhos pra escola e ficava muito mais tranquila, sem meu marido enchendo o saco com as frescuras dele. mensagens porque eu estaria trabalhando, o Anônimo não teve problemas porque entrava no trabalho à tarde. Combinamos de nos encontrar na semana seguinte e, depois de deixar meus filhos na escola, peguei um táxi para pegar o ônibus mais rápido e cheguei em 40 minutos no lugar que ele tinha me dito. Eu estava muito mais confortável do que da outra vez, usando uma calça jeans, uma regata decotada e curta e uma jaqueta leve. Quando me viu, ele se jogou para me abraçar e beijar. Enquanto continuava me beijando, fechou a porta, trancou, me levantou e me levou para o quarto dele. Ele tinha colocado uma música de fundo que eu adorava, umas lentas em inglês, e começou a me despir devagar. Tirou meu jeans e começou a me tocar suavemente nas pernas, eu sentia uma eletricidade percorrendo meu corpo e tudo ia para meu clitóris, que começava a ficar excitado. Ele tirou com a boca minha calcinha, que era uma Booty less preta bem pequenininha, para mergulhar entre minha buceta. Soltei um gemido forte, mas bem quente, e ele enfiou a língua junto com um dedo e começou a me fazer um sexo oral delicioso, eu gozei mais de 2 vezes e via que ele estava adorando, e muito. Ele dava mordidinhas entre minhas pernas e passava a língua bem freneticamente, e com a outra mão foi abaixando a calça e a cueca dele, e vi o pau dele bem ereto, bem duro, parecia que ia explodir de tanta excitação que dava me ver ali na cama dele, só para ele. Ele brincava com a ponta do pau no meu clitóris, que não parava de ficar excitado, e eu sentia que vinha um orgasmo enorme, e quando ele sentiu que eu estava prestes a explodir, enfiou o pau dele até o fundo! Gemi de novo, mas ele logo conteve meus gritos e minha excitação louca me beijando, ele comia minha boca tão bem, os lábios dele eram grossos e carnudos, tinha uma boca grande que cobria quase toda a minha e tomava conta dela. Ele brincava com a língua dentro da minha boca e isso me excitava cada vez mais. Ele acariciava devagar minha cintura e soltou minha boca de repente e levantou minhas Pernas nos ombros dele e acariciava minha barriga e meus peitos que estavam durinhos de tanta excitação. Foi descendo devagar até que minhas pernas ficaram quase junto com meu corpo e ele lambendo, mordendo e brincando com meus peitos. E ele metia devagar até que foi aumentando mais e mais e gozou. Senti como uma explosão dentro de mim. Estava bem quente e bem grosso... Ajeitei minhas pernas aos poucos ainda com o pau dele dentro de mim e ele deitou em cima de mim, enquanto me acariciava e a gente se beijava... e enquanto me olhava, ele confessou. — Você conseguiu o que nenhuma mulher fez na minha vida. Você me devolveu uma vida sexual maravilhosa e cheia de fantasia... — Eu sorri pra ele e ele continuou falando — Não quero parecer mal-educado ou sem noção, mas tenho um desejo forte por você... — Qual é, amor? — Que a gente more junto, forme uma família com seus filhos, mas também tenha um bebê juntos! — Eu fiquei vermelha e mudei, porque fiquei surpresa — Me desculpa, não quis te ofender nem nada, mas você é uma mulher maravilhosa e é um desejo bobo... — Não, não, amor. Você me pegou de surpresa, não é que eu não goste ou não queira, mas por enquanto não tô preparada, só isso, me desculpa... — É que só de te imaginar aqui comigo todos os dias assim, transando e te dando tudo que te falta, podia rolar e teria sido fantástico... mas deixa pra lá. Eu acariciei ele e dei beijos na testa dele, tocava o cabelo curto dele e sorria, ele subiu mais perto pra me beijar e a gente se beijou bem apaixonadamente. Ele me acariciava nos peitos e desceu a mão pra minha barriga e acariciou, e foi um pouco mais pra tocar minha bunda e me apertar mais contra ele e enfiou a cara nas minhas tetas, e de novo me deixou excitada. A gente virou na cama, eu fiquei por cima dele e ele de barriga pra cima e ele acariciou de novo minhas tetas e apertava, esticava e amassava. E comecei a me mexer devagar ali em cima dele enquanto tocava e passava minha boca no peito dele. Ele tinha muito pelo e isso me deixava ainda mais excitada porque ao esfregar minhas tetas nele cada vez mais me excitava. E eu estava prestes a explodir quando ele me deitou contra o peito dele e ali, juntos, bem colados, tivemos um orgasmo enorme e gozamos juntos. Era inacreditável o quanto tínhamos molhado tudo. Ele me convidou pra tomar banho juntos. Abriu a água e tinha uma banheira, e quando encheu, ele tocou na água, entrou, e depois eu entrei, montada em cima dele. Ele me colocou direitinho sobre o pau dele que, mesmo com a água, estava bem ereto, e ensaboou minhas tetas, meu pescoço, minhas costas e minha barriga. Me passou o sabonete e eu passei no peito dele, no pescoço e nas costas. Me levantei e ele também se levantou, e ele lavou meu clitóris e eu lavei o pau dele, que ainda continuava ereto, bem duro e com vontade de mais. Nos enxaguamos e saímos de lá, nos secamos um pouco e voltamos pelados pro quarto dele. Ele me fez ficar de quatro na beirada da cama e começou a brincar com a ponta do pau dele no meu clitóris, e com a outra mão me tocava ali também, e foi tanta excitação que eu gozei e jorrei tudo na mão dele e um pouco na cama. Ele me virou e enfiou a boca na minha buceta, chupando tudo e tirando tudo que eu tinha expelido. De novo eu gozei, e foi um pouco mais. Ele me fez levantar as pernas pra envolver a cintura dele e aí me enfiou o pau de novo. E de novo eu tive um orgasmo muito forte, e ele comeu minha boca porque ele também gozou, e de novo uma quantidade enorme!! Eu já não aguentava mais... e ele se levantou de cima de mim e me perguntou se eu queria beber algo. Só consegui pedir água... eu estava com sede e muito cansada. Não aguentava mais! Fazia muito tempo que eu não tinha um sexo tão selvagem e espetacular como aquele. Olhei a hora e falei que já tinha que ir porque precisava buscar meus filhos, e se continuasse, ia chegar atrasada pra pegar eles na escola. Ele se deitou, ainda pelado, e disse: — Não quero que você vá! Não aguento ficar sem você... Queria ser seu único homem que te fode e que você fosse minha pra sempre. Pensa no que eu te falei. Te quero, gostosa. Você é única! Dei um beijo nele, longo, mas rápido. Comecei a me vestir. Sentia minhas pernas tremendo de tanto sexo selvagem e até sentia uma ardência no meu clitóris. Ele se trocou e me acompanhou até o ponto de ônibus, e enquanto esperávamos ele chegar, me disse: — Por favor... não vá embora... não consigo deixar você ir, pensa nisso. Estou apaixonado por você e por tudo o que é seu, e preciso de você aqui comigo! O ônibus chegou e nos demos um beijo longo, parecia que ele não queria me soltar. E não teve jeito, tivemos que deixar pra lá. Mandei um beijo pela janela e vi ele se afastar de cabeça baixa. Me senti péssima, porque ninguém nunca tinha me feito sentir tudo o que senti naquele momento. Tudo o que a gente tinha feito e tudo o que ele tinha me proposto... No próximo relato, vai ser sobre outro encontro que tivemos e algo que aconteceu no meio depois de mais de 5 anos sem nos ver. Espero que tenham gostado dessa história!

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