
Cassie Cage entrou na sala de tecnologia da base das Forças Especiais, de cabeça baixa, mexendo no Instagram no celular enquanto levava o notebook que as Forças Especiais tinham dado pra ela debaixo do braço. Precisava que um dos técnicos de suporte desse uma olhada no bagulho, mas a caminhada até lá era uma oportunidade tão boa quanto qualquer outra pra ficar por dentro das redes sociais. Parece que ela se empolgou demais, porque um dos técnicos limpou a garganta. "Posso ajudar em alguma coisa?" Cassie semicerrô os olhos. Aquela voz não era de nenhum dos técnicos de sempre, mas parecia muito familiar. — É — ela disse, começando a levantar o olhar do celular —, meu notebook tá dando problema e... Kent? — Ela parou no meio da frase quando viu o técnico que tinha perguntado se precisava de ajuda. Então era por isso que a voz dele tinha soado familiar! — Kent? É você mesmo? — Oi, Cassie — ele disse, com um sorriso meio tímido. — Não tinha certeza se você lembrava de mim. — Tá de brincadeira?! — ela falou, balançando a cabeça rápido. — Por que eu ia te esquecer? — Bom, quer dizer, você é você — ele deu de ombros, como se aquilo explicasse tudo. — E eu sou só um cara com quem você trabalhou num projeto em grupo no colégio. — Você era muito mais que isso — ela disse, franzindo a testa. Era verdade que um projeto em grupo foi como eles se conheceram, e ela não sabia se tinham conversado muito além daquilo. Andavam em círculos sociais diferentes no colégio, já que ela era líder de torcida e uma celebridade na escola por causa de quem eram os pais dela, e ele se encaixava mais com os nerds (não que ela desprezasse os nerds, mas simplesmente não conversava muito com eles, ou vice-versa). Durante aquele projeto em grupo, ela e Kent tinham se aproximado, especialmente por causa Os filmes. Ele amava tudo que o Johnny Cage protagonizava, o que, claro, deixava o pai dele super feliz e fazia com que ele interrompesse sempre que o Kent estava visitando, para o grande desgosto da Cassie. —Você era um amigo —ela disse, firme, no presente—. Um bom amigo, na real. Também tinha desejado que fosse algo a mais, mas o idiota nunca tinha captado a indireta. Ela tinha jogado tantas cantadas sexuais que, de fato, teve que inventar umas novas quando revisou todas as boas que tinha bolado sozinha, mas ele nunca deu o passo. —Valeu, Cassie —ele disse, e o sorriso dele parecia mais relaxado e sincero agora. Isso fez ela se sentir bem—. Você também foi uma boa amiga pra mim. —Não acredito que você tá aqui —ela disse—. Não te vejo desde a formatura! —Ela tinha pensado que aquela seria a última vez que o veria, e nos anos que se passaram desde então, se arrependeu de não ter sido mais descaradamente óbvia sobre o que queria dele. Era possível que ele só a visse como amiga e que por isso não tivesse respondido às investidas dela na época, mas algo dizia que não era bem assim. Olhando pra trás e vendo a reação dele agora, quando ele achava de verdade que ela podia não tê-lo reconhecido, parecia muito mais provável que ele simplesmente tivesse decidido que ela estava fora do alcance dele e que não tava seriamente interessada nele. Mais de uma vez ela se perguntou como teria sido se ela tivesse dito na cara que queria que ele a fodesse. Talvez toda a vida romântica dela tivesse sido diferente. Ou talvez tivesse sido estranha e sem graça, mas, dada a má sorte que ela teve com homens desde então, era difícil imaginar que as coisas fossem piorar. “As Forças Especiais acabaram de me contratar”, ele disse. “Comecei semana passada”. Cassie concordou com a cabeça. Fazia sentido. Ela e a equipe dela tinham feito vigilância na semana passada, então não era surpresa que essa fosse a primeira vez que se encontrava com a amiga velha na base. —Fico feliz que tenham feito isso —disse ele—. Vai ser divertido ter você por perto. Podemos colocar o papo em dia. —E talvez ele pudesse consertar o erro dele e descobrir como as coisas teriam sido se ele tivesse sido capaz de captar qualquer uma das indiretas do tamanho de uma bigorna que ela tinha jogado pra ele no colégio. —Isso parece ótimo —disse ela. Cassie sentiu que tinha aprendido a detectar muito bem quando alguém tava enrolando ela, e naquele momento ela não tava com essa sensação. Ele parecia animado com a ideia de colocar o papo em dia com ela, e isso acendeu as esperanças dela de compensar a oportunidade perdida no colégio. Ela deu uma olhada de relance no relógio de parede e limpou a garganta. —Então, você precisava de ajuda técnica? —Os olhos dele pareceram se dirigir pro laptop que ela carregava debaixo do braço enquanto ele chegava a uma conclusão lógica. —É, claro —disse ela, e passou o laptop pra ele—. Faz uns dias que essa merda tá funcionando que nem um lixo. —Ah —disse ele, balançando a cabeça—. Vou dar uma olhada. Pode ir e trabalhar no que precisar. Te chamo quando... —Não —disse ela rapidinho. Ele pareceu confuso com o tom tão seco, e ela limpou a garganta de novo e tentou agir natural. Ela não queria que ele soubesse o quanto ela tava ansiosa pra ver se ainda sentia a mesma faísca por ele que sentia naquela época—. Ainda tô esperando minha próxima tarefa, então não tenho nada pra fazer agora. Posso muito bem ficar aqui e te fazer companhia enquanto você mexe nisso. "Como quiser", disse ele, mas tinha um sorrisinho no rosto dele quando ela puxou a cadeira pro lado dele e sentou. — —E aí está —disse ele, mostrando pra ela como o laptop tava funcionando bem depois que ele mexeu—. Tá vendo? Agora que atualizei seus drivers, tá tudo novinho. —Ele pegou e devolveu pra ela. —Valeu —disse Cassie, tirando o laptop da mão dele—. Você salvou minha vida. Mas Ainda me envergonho de não ter conseguido resolver aquilo sozinha. Algumas pessoas achavam que eu era uma idiota, mas a Cassie era muito inteligente. Só que ela não usava muito o notebook, preferia o celular pra navegar na internet e não era tão familiarizada com ele. —Ei, pra isso que me pagam —disse Kent, sorrindo pra ela—. Além disso, nos deu a chance de colocar o papo em dia sobre o que a gente tem feito desde o ensino médio. —É, verdade —concordou Cassie. Também tinha lhe dado a oportunidade de confirmar que a atração que sentia por ele no colégio não tinha desaparecido nem um pouco durante os anos que passaram separados. Se é que algo, aqueles anos sem vê-lo e se arrependendo de ter perdido a chance, sem falar como a vida amorosa dela tinha ido mal nesse tempo, só fizeram com que ela o desejasse ainda mais. Com certeza não ajudou o fato de ele ter ficado ainda mais gostoso desde o ensino médio!

A conversa tinha sido tão leve e divertida como sempre lembrava quando falava com ele, e melhor ainda, ele a tratava como sempre tinha feito. Uma das coisas que sempre mais gostou nele era que parecia genuinamente interessado nela como pessoa, em vez de olhar com luxúria e vê-la como um pedaço de buceta gostosa pra foder, ou a filha de um ator famoso que bancaria a vida dele sem ele precisar levantar a bunda preguiçosa. Era meio irônico que um cara que não ficava encarando a bunda dela nem tentava dar uma espiada por baixo da camisa fizesse ela querer foder ele ainda mais, mas o fato de Kent tratá-la como uma pessoa e alguém com quem ele gostava de conversar, em vez de uma mulher que ele queria enfiar o pau, tinha feito mais pra despertar o interesse da Cassie do que qualquer cantada barata. Agora ela tinha absoluta certeza de que queria isso; que queria ele . E não ia se contentar em dar indiretas e tentar forçá-lo a agir. Já tinha visto como isso funcionava da última vez. Ela tinha observado ele de perto durante toda a conversa, e embora ele continuasse respeitoso com ela, agora tinha certeza de que a inação anterior dele não era por falta de interesse. Cassie acreditava firmemente que ele estava interessado, mas por algum motivo tinha enfiado na cabeça que ela era inalcançável e estava fora do alcance dele. Não ia contar que ele tivesse superado essa ideia sozinho nos anos seguintes, e não ia depender de flertes e indiretas pra conseguir o que antes não tinha dado certo. Cassie ia assumir o controle e pegar o que queria. Tinham outros dois técnicos na sala com eles quando Cassie chegou, mas um tinha ido pra casa pouco depois que ela chegou e o outro acabara de sair pra almoçar. Agora estavam sozinhos e Cassie decidiu que ia começar a recuperar o tempo perdido na hora. — Então, tem mais alguma coisa que você precise da minha ajuda? antes de ir? —perguntou. —Sim, na verdade, sim —disse ela. Fechou o notebook e o deixou sobre a mesa, levantou-se da cadeira e estendeu a mão para ele—. Ou talvez fosse melhor dizer que quero te ajudar com algo. —Não entendi —respondi, mas Cassie manteve a mão estendida e ergueu uma sobrancelha. Kent ainda estava confuso, mas pegou a mão dela e deixou que o ajudasse a se levantar. Ela continuou segurando a mão dele e, assim que ele ficou de pé, o conduziu até o outro lado da divisória, onde havia mais estações técnicas vazias. O mais importante era que a divisória impedia que vissem claramente a porta, então, se alguém chegasse, haveria pelo menos um pequeno aviso antes de serem vistos. Cassie adorava correr o risco de transar em público, mas isso não significava que queria que fosse muito fácil serem pegos no flagra. Cassie se ajoelhou e estendeu a mão para desabotoar a calça dele, e Kent ofegou em choque. —Cassie?! —sussurrou—. O que você está fazendo?! —Estou recuperando o tempo perdido —disse ela, enfiando a mão na cueca dele e puxando o pau dele pra fora—. Você nunca soube captar uma indireta no colégio. Fiz tudo que pude pra mostrar meu interesse, menos me ajoelhar na sua frente e pedir pra você me comer, mas você nunca percebeu. A surpresa no rosto dele quando ela afirmou que o desejou no colégio a fez rir. —Você realmente não percebeu, né? —disse ela, balançando a cabeça e sorrindo com carinho—. Sim, eu queria seu pau naquela época, seu nerd fofo. Eu gosto de você, idiota, e quero ser mais do que só sua amiga. Sempre quis, ou pelo menos desde que te conheci. —Ainda havia aquela surpresa no rosto dele, como se ele não pudesse acreditar que ela realmente o queria. De certa forma, era lisonjeiro que ele a colocasse num pedestal assim, mas era hora de ela mostrar que ele era mais do que digno dela. "Acho que é minha culpa por não ver que você não Você estava se dando conta e tornando mais óbvio, mas aprendi com meus erros", disse ela. "Dessa vez não vou dar indiretas nem flertar. Vou fazer algo ainda mais óbvio com minha boca pra te mostrar que te desejo." Então cumpriu a promessa e usou a boca pra mostrar o que sentia de um jeito tão escancarado e sem vergonha que nem ele seria capaz de interpretar errado ou deixar de entender o que ela sentia por ele. Ela lambeu, beijou e chupou o pau dele até ele ficar duro pra ela, e apesar da ansiedade evidente dela em fazer isso num lugar tão arriscado, não demorou muito pra ele endurecer. Ela ficou feliz em notar o quanto daquilo também era pra ela. "Os atletas do time de futebol não teriam se sentido tão grandes e fortes se tivessem visto o tipo de tesão que você tinha entre as pernas", disse ela, e falou sério. Ele corou e gemeu quando ela pegou a cabeça do pau entre os lábios e começou a chupar o pau dele como manda o figurino. Cassie era uma dessas pessoas que era muito boa nisso, embora poucos chegassem a experimentar. Um homem tinha que merecer o direito de sentir a boca dela em volta do pau, e ela precisava se sentir particularmente generosa pra mostrar tudo que podia fazer. A natureza simples do Kent e o respeito que ele sentia por ela como pessoa permitiram que ele sentisse o melhor boquete que Cassie era capaz de fazer, e isso já era dizer muito. Ela moveu a cabeça com firmeza sobre o pau dele, mostrando que não tinha problema nenhum em engolir cada centímetro, apesar de quanto ainda faltava pra receber. Claro, não era só sobre engolir o pau inteiro. Tinha vários elementos pra um boquete foda, e Cassie não se superestimava ao achar que dominava todos. Ela chupou desleixadamente em volta do pau dele, sabendo que todos os caras apreciam um boquete bem descuidado. Cada vez que ela levantava os lábios ou passava um tempo lambendo e beijando em volta da cabeça do pau dele, acariciava o eixo com a mão pra manter a estimulação. não importava o que ela estivesse fazendo com a boca. Ela gemeu enquanto deslizava os lábios para cima e para baixo no pau dele e girava a língua contra ele, fazendo ele saber que estava passando o melhor momento da vida dela chupando o pau dele. Essa teria sido uma tática eficaz mesmo se ela estivesse só fazendo os movimentos, mas também acabou sendo verdade dessa vez. Ela nunca tinha gostado tanto de ficar de joelhos e chupar o pau de um cara quanto gostava de fazer isso pelo Kent. Uma grande parte da felicidade dela era olhar pra ele e ver o espanto no rosto dele enquanto ela o chupava. Parecia que ele lutava pra acreditar que isso realmente estava acontecendo; que a amiga líder de torcida do colégio dele estava realmente olhando pra ele e enfiando o pau dele até a garganta na sala de tecnologia da base, e esse espanto tinha muito a ver com o prazer dela. Por muito tempo ele tinha acreditado erroneamente que não era digno, que ela nunca estaria interessada nele desse jeito, e agora ela estava mostrando pra ele o quão errado ele sempre esteve. —Ai, meu Deus, Cassie! — ele gemeu. Ela viu as mãos dele se fecharem em punhos ao lado do corpo enquanto ela levava ele até o fundo da garganta e segurava ele lá. Quase todos os outros caras que ela já tinha chupado teriam tentado agarrar o cabelo dela naquele momento, e isso teria irritado ela muito, a menos que ela estivesse a fim. O Kent mostrou respeito mantendo as mãos quietas, embora honestamente ela não teria tido problema nenhum se ele agarrasse a cabeça dela e mantivesse ela pressionada contra ele. Um pouco de consideração e respeito ajudavam muito. Claro, ela não precisava que ele segurasse a cabeça dela pra baixo, porque ela era perfeitamente capaz de se segurar sozinha. Ela manteve aquela posição por vários segundos, com o nariz nos pelos pubianos dele e as bolas dele tocando o queixo dela, lutando contra o impulso de engasgar ou recuar. Ela queria mostrar pra ele o que ela podia fazer, e o jeito que ele Ele olhava pra ela de boca aberta e, ofegante, sugeria que ela tinha provado seu ponto.

Cassie percebeu que ele deu uma olhadinha rápida no relógio, e isso lembrou ela que alguém podia voltar a qualquer momento. Fosse o parceiro técnico dele voltando do almoço, outro chegando pra começar o turno, ou alguém passando por ali pedindo ajuda, igual ela, era só questão de tempo até terem companhia. Tempo era essencial, e Cassie tava morrendo de vontade de dar uma engolida no leite do Kent antes de se levantar dos joelhos e vazar da sala dos técnicos. A partir dali, tudo que Cassie fez foi só gozar com ele do jeito mais rápido e eficiente possível. Ela mexeu a cabeça com mais força, passou a mão mais rápido e gemeu mais alto em volta do pau dele, sabendo que ouvir a urgência na chupada só ia fazer ele gozar muito mais rápido. Decidiu arriscar e esfregar as bolas dele também, e quando o quadril dele deu uma empurrada involuntária de resposta, ela soube que tinha achado outro ponto fraco pra explorar. —Cassie —gemeu Kent—. Porra, Cassie! Vou gozar! Perfeito, pensou ela, mesmo sem poder falar em voz alta enquanto chupava o pau dele. Se contentou em mostrar os pensamentos nas ações, já que, em vez de recuar ou diminuir, ela acelerou. A cabeça dela tava zonza e o cabelo ameaçando soltar, mas Cassie não aliviou. Continuou chupando e passando a mão até que Kent suspirou e começou a gozar na boca dela. Manteve os lábios bem selados em volta dele durante o orgasmo, garantindo que nem uma gota de porra escapasse da boca. A mão dela deu mais uma passada e um aperto nas bolas pra ter certeza que tinha tirado tudo que ele tinha, e só quando ela teve certeza que não ia sair mais nada, parou de chupar e tirou a boca do pau dele. —Isso foi incrível —murmurou ele, ainda parecendo atordoado. Cassie surpreendeu ele ainda mais ao abrir a boca, esticar a língua e mostrar que tinha guardado todo o leite dele dentro da boca. Na real, ele pareceu até se assustar. Ela tirou o celular do bolso, segurou na frente do rosto e posou para uma selfie do esperma na língua. —Você vai mesmo compartilhar isso? —ele perguntou, olhando para ela de olhos arregalados. Cassie girou o esperma na boca, engoliu e sorriu antes de responder. —Claro que sim —ela disse, indiferente—. Não se preocupa; não vou mostrar seu rosto nem nada até você me dar permissão. Ele parecia cético de que ela algum dia faria isso, mas ela só sorriu. Ela mal estava começando com Kent. Hoje ela tinha conseguido provar pra ele, sem sombra de dúvida, que estava interessada nele e queria ficar com ele, e isso já era um começo. Agora ela ia continuar trabalhando nele, expandindo os horizontes dele e empurrando os limites. Com o tempo, ela ia levá-lo a um ponto onde ele se sentisse totalmente à vontade pra foder ela ao vivo na frente da câmera, e que emoção seria pros dois. Por enquanto, ela se contentava em mandar uma selfie da porra que tinha chupado das bolas dele, embora fosse esperta o suficiente pra pegar o notebook, sair da sala de tecnologia e deixar passar um tempo antes de realmente enviar. Gaiola da Cassie POSTOU UMA FOTO Mmm… não tem nada melhor na hora do almoço que um lanchinho salgado gostoso! 😉 Mamãe finalmente conseguiu pegar o peixe que tanto queria hoje! Quase peguei uma vez, mas ele escapou. Mas NINGUÉM escapa de mim duas vezes! BigCock69: MEU DEUS, SOU EU O PRÓXIMO!!! 111!!! SonyaTheBlade: …Isso é a sala de tecnologia da base? Pelo amor de Deus, me diz que não é a sala de tecnologia da base. Por favor. Você sabe que isso viola umas duas dúzias de regras e regulamentos, né? -- —Então, como eu tô? —perguntou Cassie, fazendo uma posezinha pra ele enquanto ficava ao lado da cama, pelada. Kent ainda parecia atordoado quando ela encurralou ele depois do trabalho naquele dia, mas quando ela sugeriu que fossem pra casa dele pra se conhecerem ainda melhor, ele largou o que estava fazendo e o seguiu até o apartamento dela. "Melhor do que nos meus sonhos", respondeu. "Não achei que fosse possível, mas é verdade mesmo." —Essa sim é uma resposta fantástica —disse ela, rindo e se sentindo muito satisfeita. Parecia a frase que um cara usaria pra cantar ela quando tentava meter a mão na calça dela, mas Kent falava sério. Não tinha motivo nenhum pra ele tentar seduzi-la; ela já tinha tirado a roupa dele, empurrado ele de costas no meio da cama e tava pronta pra pular em cima. Ele ia ter ação independente do que dissesse. Ele tinha dito porque era verdade, e isso tornava tudo muito melhor. —Não sei como você não conseguiu convencer todas as garotas do time de líderes de torcida com uma frase dessas, mas fico feliz que não conseguiu —disse enquanto subia na cama e se arrastava até ele—. Fico feliz que nenhuma outra garota foi esperta o bastante pra ver como você é bom e te prender nos últimos anos, porque significou que pude compensar ter perdido minha chance da primeira vez. —Ela se aproximou dele, sentou-se montada na cintura dele e rebolou, esfregando os lábios nus da buceta dela na ponta do pau dele e provocando ele e ela mesma com a promessa do que estava prestes a acontecer. Ele gemeu. Foi um som baixinho e carente, e Cassie sorriu ao ouvir e saber que era ela que ele precisava. —Significa que posso te prender —disse, olhando fixo pra ele com um olhar intenso e sério—. Agora você é meu, Kent. É melhor se acostumar. Ela se deixou cair e, assim, sem mais nem menos, começaram a transar. Depois de todas as vezes que ela tinha chamado ele pra casa dela pra ver filmes juntos no sofá, todas as vezes que tinha dado em cima dele e praticamente se jogado nele, tudo em vão, finalmente ela tava recebendo o pau do Kent na buceta dela. Assim como ele tinha dito, era ainda melhor do que ela tinha imaginado. Não era como se Essa foi a primeira vez que ela transava, ou a primeira vez que montava numa pica grande e gostosa. Mas tinha uma sensação de acerto que vinha com sentir a pica do Kent dentro dela, algo que nunca tinha experimentado antes. Talvez fossem os sentimentos de arrependimento e oportunidades perdidas que ela tinha enterrado por anos. Talvez fosse o olhar de admiração no rosto dele, ou o fato de que tudo que ela teve pra escolher durante anos foi um idiota atrás do outro que não estava à altura do que ela sentia que merecia, seja no sentido figurado ou literal. Fosse o que fosse, quando a Cassie se mexeu e se acomodou na pica do Kent, ela sentiu que finalmente estava exatamente onde sempre deveria estar.
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