— Hã? Minha mãe deixou um bilhete: ~ Filho, tive que sair pro escritório numa emergência, então deixei minha Lopunny de encarregada pra preparar sua comida. Volto ao anoitecer, te amo. Fui pra cozinha, mas não tinha nada pronto, nem a Lopunny estava lá. — Cadê ela? De repente, ouvi alguém pular na cama, fazendo o chão ranger. O barulho vinha do segundo andar, então fui na hora investigar. Subi as escadas normalmente e, já no segundo andar, um som constante ficava mais perceptível. Segui aquele barulho pra descobrir de onde vinha... Descobri que vinha do quarto da minha mãe. Talvez a Lopunny estivesse limpando, mas a ordem da minha mãe era que ela preparasse a comida. Então abri a porta devagar e, sim, lá estava a Lopunny... Mas ela tava deitada na cama com as pernas abertas, com um vibrador enfiado no cu enquanto se masturbava, metendo três dedos na buceta e com uma cara de satisfação, de olhos fechados. Por isso não percebeu quando entrei. Ao vê-la, não consegui evitar ficar vermelho e ter uma ereção. — L-Lopunny? Quando me ouviu, ela abriu os olhos assustada e, muito nervosa, fechou as pernas escondendo o vibrador que tinha enfiado e cobriu a buceta com as mãos, toda envergonhada. Minha luxúria me dominou e comecei a me aproximar devagar dela, engolindo saliva de nervoso. Ela só ficou paralisada por ter sido pega no ato. Quando cheguei perto o suficiente, peguei as pernas dela e as abri de novo, vendo a buceta molhada enquanto o vibrador ainda fazia o trabalho... Ela só colocou as mãos no rosto, ainda envergonhada. Não aguentei mais e me ajoelhei pra, em seguida, começar a lamber a buceta molhada dela devagar... Ela parecia ainda em choque, mas ao sentir minha língua por um tempo, começou a sorrir um pouco. Continuei lambendo, já mais rápido, abrindo um pouco os lábios da buceta dela e roçando o clitóris com a ponta da minha língua. Ela tinha orgasmos leves e começava a ganhar confiança. Minha saliva e seus fluidos eram espalhados pela minha língua, pra depois eu colocar meus dedos dos dois lados da buceta dela, abrindo ela e meter minha língua, mexendo em círculos. A Lopunny tava adorando, porque os gemidos dela eram constantes e mais altos, tanto que dava pra sentir ela pulsando, avisando que já queria gozar. Depois de um tempo assim, a Lopunny segurou minha cabeça pra empurrar ela mais pra dentro da buceta dela e me apertou com as pernas, tipo uma chave de luta, e aí gozou na minha boca, espirrando até no meu rosto — Mmmmm... Quando a Lopunny parou de gozar, me soltou e começou a ofegar, deitada na cama. — Jeje, muito bem, Lopunny, já te mimô — Eu desabotoei minha calça e deixei cair junto com a cueca, mostrando meu pau todo duro. — Agora é minha vez... Eu esperava que ela fosse me fazer um oral também, mas a putinha abraçou minhas pernas com as patas dela e me empurrou pra dentro dela, metendo meu membro na buceta dela. — Aggh... Espera!! Lopunny, não tenho proteção — Eu me afastei dela de novo, mas ela me empurrou de volta, e cada vez entrava mais fundo. — T-tá bom, mas nem pense que vou gozar dentro de você — Ela sorriu pra mim sem soltar minhas pernas. Comecei a me mexer devagar, abrindo um pouco mais a buceta dela, enquanto fazia barulho com o deslizar do meu pau dentro dela. Aaah... Você ainda tá apertada... Vou ter que... Meti mais fundo sem parar de me mexer. A Lopunny soltou um gemido forte quando sentiu eu abrir mais o interior dela. — Uff... Quero meter tudo, mas se fizer isso, posso gozar de repente... Então primeiro vou deixar você se acostumar comigo, jeje — A Lopunny tava com muito prazer enquanto me olhava, o que me dava vontade de meter forte, mas eu não fazia... Depois de um tempo, já sentia a buceta dela mais molinha, e o movimento sem parar fazia os fluidos dela espirrarem. Muito bem, Lopunny... Aguenta aí Muito, mas vou fazer você gozar primeiro – Segurei as patas da Lopunny e, sem pensar duas vezes, comecei a meter nela brutalmente, tanto que fez o vibrador que estava enfiado sair do cu dela e cair no chão... Aahh!! Vamos, Lopunny... Vai!! – Cada estocada que eu dava soltava um gemido forte e lágrimas escorriam dos olhos dela de prazer. Chegou num ponto que ela não aguentou e gozou com gemidos intensos, mas como eu ainda tava penetrando, não deixava os fluidos saírem. A sensação dos fluidos quentes dela me empurrando fez eu quase gozar dentro dela, então comecei a tirar devagar... Mas ela voltou a fazer o que fez no começo: não me deixava separar dela. – Não começa, Lopunny... Você vai fazer eu te engravidar – Ela balançava a cabeça dizendo não... Por mais que eu tentasse tirar meu pau, ela enfiava mais fundo. Aí, desesperada, ela forçou as pernas e as patas com tanta força que eu nem conseguia mais me mexer e comecei a gozar sem parar. – Agghh!! Lopunny!! Olha o que... Você fez, coelhinha malvada... – Eu gozei tanto que saíam pequenos jatos de esperma da buceta dela, e o útero dela tava completamente cheio. A mesma ação fez a Lopunny gozar de novo na hora... Sem tirar ainda, me deitei nos peitos dela pra descansar. Ahh... Lopunny... Sinto que n-não consigo parar de gozar dentro de você – Ela só me abraçava sorrindo, o que fez eu cair no sono em cima dela. Ao anoitecer... ~ Oi, cheguei!! Quando ouvi o aviso da minha mãe, acordei e levantei de susto. – Meu Deus, é minha mãe!! Droga... Olha essa bagunça – Os lençóis estavam cobertos de porra e fluidos... 9 Rápido, Lopunny, vai tomar um banho e guarda isso – Entreguei o vibrador pra ela. Quando a Lopunny foi pro banheiro, me vesti de novo e rapidamente peguei os lençóis e joguei pela janela, depois fui falar com minha mãe. – Oi, mãe. Como foi? – B-bem ~ Já comeu? – S-sim, e bastante ~ Que bom, e a Lopunny? - E-ela tá tomando um banho ~ Ah, okay... Bom, vou preparar um chá. Quando ela foi pra cozinha, meus nervos se acalmaram e fui pro meu quarto me deitar, pensando que perdi minha virgindade com uma Lopunny...







2 comentários - Lopunny gostosa com humano