Comendo a árvore genealógica 3, dominação e entrega

Ser bully e amante é um processo onde a gente evolui junto com as pessoas com quem compartilha os atos sexuais.
O melhor exemplo é a mamãe que entregou a amiga e até a própria filha no jogo perverso do prazer.

Mãe e filhas sendo minhas, entregues aos prazeres da carne e da sodomia, ambas casadas, ambas rendidas e servis quando o desejo as faz entrar e se entregar…
Sempre fomos claros sobre nossa relação, elas têm seus maridos e suas responsabilidades, e eu tenho meu trabalho e minha vida livre, onde me dou o prazer de continuar nesse meio que tanto amo. Embora não custe admitir que, tendo elas duas, não preciso procurar mais... só me encontro com casais que queiram humilhar o corno, já que, nesse caso, tanto a mãe quanto a filha fazem isso escondido, sendo eu mais um amante e preenchendo o vazio da humilhação do cuck.


aqui os relatos que são a gênese disso…

https://www.poringa.net/posts/relatos/6122912/Sin-codigos-comiendo-un-arbol-familiar.html

aqui entrego a filha…

https://www.poringa.net/posts/relatos/6302579/Comiendo-un-arbol-familiar-2-sin-codigos.html


Até aqui, se a mamãe se mostrava submissa aos meus desejos e entregue aos prazeres, entre estar entregue e ser submissa tem uma puta diferença…
Sim, é real. Tanto ela quanto eu curtimos o risco. Comi ela no escritório dela, na casa dela, no carro do marido, do lado da filha dela (como vocês já leram), com a amiga que empresta o apê perto da Ferro, e até fizemos umas paradas em público, sweet. Mas nunca rolou troca de casal nem suruba (se vocês leram meus contos, sabem que não curto essas paradas de grupo).
assim que avançamos no tempo, ela se entregava a cada nova loucura do jeito que eu gosto, se vestia de puta do jeito que eu gosto do sexo, mas ela sabia que quando vinha na minha casa tinha toda uma série de coisas que a gente nunca usava.

Foi assim que um dia, depois de ter batizado o carro novo do marido dela na orla, chegamos na minha casa e ela, querendo manter a chama acesa e talvez um pouco por ciúmes de saber que aqueles prazeres escondidos naquele armário, pegou as algemas e as cordas e me disse


- quando você vai me amarrar...
- não sei se você é mulher pra jogar esses jogos. eu respondi.
—Por que eu não te esquento o suficiente? — respondeu.
- Não é isso, essas são ferramentas de domínio nos meus momentos sádicos, e nesse mundo tudo segue as regras dele, tudo é diferente. Respondi.


Ela, entre excitada e gostosa, me pediu,
- por favor, me ensina.





Ali começou, em linhas gerais, a explicação: o BDSM é uma das expressões do prazer onde eu, particularmente, curto o bondage e a dominação… não sou fã de porrada nem de coisas escatológicas, então ali eu imponho meus limites, embora não me recuse a usar o chicote ou a botar o submisso no lugar dele se for preciso.
Um submisso se entrega sem perder uma parcela do controle, e costuma-se dizer que o verdadeiro controle está com o submisso (ele inicia e encerra cada ato). O dominante impõe e guia o prazer do submisso, levando-o por caminhos de prazer onde as restrições, o fetichismo (no meu caso, com o bondage) e a dor fazem parte… Sempre existe e existirá uma palavra de segurança que permitirá encerrar o ato, marcando o limite da sessão…



Comendo a árvore genealógica 3, dominação e entrega




Um submisso puro curte a restrição, a submissão da humilhação e, se fizer parte do prazer dele, sente até a dor a ponto de marcas, arranhões e até hematomas fazerem parte do tesão… Num ato de BDSM pode rolar prazer mesmo longe da penetração ou do coito. No meu caso, eu ainda curto o coito, o tesão da penetração, mas em posições, com restrições, com amarras que só rolam no BDSM.


— Quero ser sua mulher completa, me guia. — ela disse.


Assim amarrei as mãos dela e sabia que o que ia fazer seria um teste, um daqueles momentos em que a levaria mais perto do limite dela pra ver se ela falava a palavra de segurança.
Minha casa tá preparada pra colocar mosquetões e cordas por tudo, sou escalador amador, então quando quero praticar nós, eu faço.

Perímetro amarrou ela de mãos pra cima, a ponto de deixar ela na ponta dos pés, e pra ela escolher com consciência, comecei a esbofetear ela. O processo era um tapa e a pergunta do que ela queria, um tapa e a pergunta do que ela queria, e ela firme no desejo…
Assim indefesa naquela posição, eu toquei a virilha dela e, pra minha surpresa, tava molhada, igual nos momentos mais românticos, e isso acordou minha vontade de dominar. Soltei as mãos dela e fui fazer um nó no pescoço, o famoso nó de forca... apertei até ela ficar só de calcinha, de pé, e com ela quase pendurada pelo pescoço dava pra sentir o cheiro dos fluidos dela, e minha casa encheu de cheiro de sexo...
parecia impossível que a escrivã, a mãe, a madame fina, vazasse fluidos de excitação enquanto estava sendo enforcada. Era tanto o que acontecia ao abrir aquela porta de prazeres novos que, antes mesmo de tocarem sua buceta pegajosa e seu clitóris, ela começou a gozar extremamente forte, com um squirt potente, pegajoso e de aroma intenso de sexo.
Quanto mais ela gozava, mais a corda apertava no pescoço e mais gostosa ela ficava, um ciclo infinito de tesão que nem ela conhecia, ela tremia, os olhos dela pareciam virar de prazer, a parte interna das coxas dela toda encharcada de fluidos.
Tremia tanto que a corda já começou a apertar perigosamente, aí cortei e deixei cair no corpo dela. Não sei de onde tirei forças, não sei como aconteceu, mas ela se recompôs, tomada pelo êxtase, me empurrou pro colchão e montou como nenhuma mulher tinha feito antes… o resto posso dizer que foi uma foda gloriosa. Beijava intensamente, sem conseguir formar uma palavra, era puro instinto, pura luxúria… tive que dar uns tapas nela pra deixar a bunda empinada, e sabendo que é um dia sadomasô, só passei uma linguada no rabo dela e recebeu uma foda seca, dura, mas onde dava pra sentir as pernas dela tremerem e os fluidos escorrerem sem controle… esses espasmos faziam aquela bunda já treinada no meu pau se fechar ainda mais, sugando até a última gota…



sexo




depois ficamos no sofá, ela demorou horas pra descer do êxtase que viveu, quando tava se preparando pra ir embora, teve que se maquiar por umas hora — o pescoço dela tava cheio de marcas, o rosto também tava marcado. e quando eu menos esperava, na hora de chegar na porta, ela me beijou e falou: VALEU!!!

Assim passaram uns dias e eu cumpro com nosso acordo de não escrever pra ela pra manter as aparências, aí chega uma mensagem dela.

posso ir na sua casa e passar a noite juntos…
Sim, claro, seria genial. Escrevi pra ela enquanto ainda tava dando aula…

enquanto eu dava aula, chegavam fotos dela sem texto, sem voz, só fotos dela de lingerie tipo vinílica e não posso negar que ela tava uma gostosa.



casada




nunca andei tão rápido pra casa, sinceramente, depois de ter ela de submissa uns dias antes e vestida como tava hoje, eu tava era muito tarado.
Assim que entrei, vi ela com aquela roupa preta, muito látex, ligas e renda, já me deu um tesão danado. Ela se ajoelhou como uma boa submissa, olhando nos meus olhos e me entregando um chicote que costuma ficar pendurado com minhas coisas, num ato de submissão e desejo…
O primeiro corretivo foi no rosto dela, e eu falei: "É assim que se recebe o seu macho?" E sem mais delongas, ela abriu minha braguilha e chupou com gosto. Ela sabia bem que isso me excita, então tentava fazer garganta profunda, e quando conseguia, eu marcava o ritmo. Uma sensação muito melhor que o boquete clássico — sentir a garganta se render, com os olhos dela lacrimejando e, de vez em quando, tossindo, toda melada de baba e porra. É divino...
Num instante, ela se afasta, abrindo os braços e se apoiando na porta. Quero que desvirgine minha pele… deixando as costas dela expostas.

Tem certeza do que tá pedindo, sabe que vai deixar marcas, né? falei pra ela.
sim, e quero que meu macho me marque, deixa eu ser sua. ela me respondeu


dominacao


Fui no gaveteiro e peguei uma máscara de látex, se fosse realizar os desejos dela, não queria machucar o rostinho dela…
Acariciei ela e, pra levar essa história além dos limites e conhecendo bem nossos gostos explorados desde o dia que nos conhecemos, coloquei um estimulador de clitóris nela, amarrei ela na posição de T e perguntei…



cuckold


- que que cê é?
- uma esposa infiel, puta e oferecida, disse

a frase não terminou e o chicote rompeu o silêncio direto na bunda dela coberta pela saia de látex, o gemido gutural de dor me fez pensar que ela não queria mais… mas ela se ajeitou de novo


- Que que cê é? insisti.- uma mãe ruim, vadia e oferecida. Ela respondeu de novo.novamente o chicote rasgou o silêncio da noite, dessa vez nas costas nuas dela, desenhando uma linha vermelha na pele. dessa vez ela gemeu enquanto gritava, dava pra ver ela se mexer, se esfregando pra aumentar o prazer daquele estímulo.


- O que você é. Insistiu, olhando para ela como um ato espetacular e sensual.


— sou sua putinha, sua putinha, e quero que me use do seu jeito — ela dizia rebolando a raba…

Dessa vez foram duas chicotadas, uma na raba e outra mais intensa nas costas, fazendo fios vermelhos de sangue escorrerem. As pernas dela cederam dessa vez, e ela ficou pendurada…


- Eu não tenho putas, porque não divido minha mulher. Se quer ser puta, pode voltar pro seu marido e ser puta de quem quiser… foi o que eu disse.


- O que cê é? insisti.

- Sou sua mulher, sua cadela no cio e sua escrava do prazer… dito isso, ela mereceu a foda. É indescritível o quanto eu tava molhada e, ao sentir a respiração dele, percebi que ele gozou a tapas.

Assim amarrada na posição de T de parada, eu comi ela e ela ganhou o direito de levar a primeira pica na sua deliciosa pussy. Depois eu soltei ela e a gente trepou de novo, muito gostoso. Ela se deixou fazer tudo e ainda me ofereceu tudo, se a gente parasse pra recuperar o fôlego, assim que sentia a cock endurecer de novo, já tava dando, pedindo e se entregando toda.



Desculpe nao posso ajudar com



Ao amanhecer, ela me acordou me acariciando, olhou nos meus olhos e só conseguiu dizer de novo: OBRIGADA…

quero saber se me marcaram como sua. disse ela.
O chicote na sua costa vai deixar marca. Falei pra você.
Não é isso que eu quis dizer, quero que me marque como suas hotwifes. Ela insistiu.
Mas os maridos delas sabiam e adoram ver que elas carregam a marca de outro. Falei pra ele.
quero que não sobre nenhuma dúvida de que sou sua…

Dei as chaves do carro pra ela e falei "dirige". Fomos na casa de um amigo tatuador que ia me atender à noite. Enquanto subíamos no elevador pra lá, dei um corretivo novo nela.

—Tem certeza que não?

e só consigo devorar sua boca, sou sua e quero que você tenha isso bem claro, meu marido não tem outra escolha a não ser ficar comigo se quiser continuar vivendo essa vida gostosa, mas se ele não é meu macho e eu uso o anel dele, quero que meu macho me reivindique…

Tatuamos uma pica de hotwife minúscula entre as nádegas dela, nem pelada dá pra ver, só quando tá de quatro, só quando ela me entrega aquele cuzinho que é meu…




agora temos um laço especial, quando quero visitar o calabouço posso de novo, ela sabe do seu lugar, não reclama ser a única, não vai mudar de vida nem abrir mão do mundo, mas pelo menos uma vez por semana a gente se vê e essa é uma relação muito frutífera, porque ela não só fica excitada por ser minha, mas também por me entregar amigas e conhecidas… ainda escapa de mim a Martina, a filha mais nova dela, adoraria ter as três num fim de semana só pra mim, mas sei que é demais até pra sorte que me acompanha nesse mundo.




BULL sempre…. @leonardkta.

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