Aproveito o poringa e a comunidade pra comentar que nem tudo é sexo e se divertir. Vou contar minha primeira experiência... Tinha uns anos, adorava andar de bike pelo bairro, e uma senhora sempre me cumprimentava. Por respeito, eu tocava a campainha ou respondia. Um dia, minha mãe fala: "Você tem que ir ao catecismo, mas eu não vou estar lá. Ela vai te levar porque TODO domingo vai à igreja." Ela me leva, conversando que tem muitos sobrinhos que a visitam e que ia me chamar quando eles viessem. Aceitei, feliz da vida, pensando num amigo pra brincar. A primeira vez foi verdade, e fiquei super amigo. Ela disse: "Sábado que vem eu vou, sabia?"
Quando chega o sábado, a senhora me atende. O nome dela era Rosa, e ela fala: "Entra, espera ele." Sentei na sala vendo TV. De repente, comecei a ouvir gritos, pensei eu. Agora sei que eram gemidos, porque ela tava se masturbando. Quando tentei ir embora, a porta tava trancada. Queria chorar, mas pensei: "Não é nada, é uma mulher velha, eu sou um homem macho (ensinamento besta)." Eu, cagado de medo, ela sai de biquíni (tinha uns 55 anos) e fala: "Vamos pra piscina, quer?" Pra mim, com o calor, foi uma ideia genial, piscina.
Quando fomos pra pelopincho, que nunca vou esquecer, ela disse: "Mas aqui a gente nada pelado." E tirou tudo: a buceta enrugada e peluda, os peitos pequenos caídos, os bicos alongados. Chegou perto, tirou minha camisa e falou: "Vamos nadar na piscina." Me chupou uma e outra vez. Eu não queria penetrar ela e queria chorar cada vez que ela me obrigava. No final, chega uma senhora de uns 75 anos e começa a gritar: "Rosa, degenerada, o que cê tá fazendo com esse guri? Saiam já!" Agarrou ela pelos cabelos e com uma tábua batia na bunda e na buceta dela. Eu só olhava. Ela me disse: "Aqui não aconteceu nada, pega." 100 pesos naquela época foi uma coca de litro e meio, 3 alfajores, um guarda-chuvinha e uns peitos pequenos. Senti que foi um puta presente. Mas essa foi só a primeira de muitas vezes que ela me violentou. Avise se quiser que eu poste mais. Deixo foto ilustrativa, a velha tá mortona.
Quando chega o sábado, a senhora me atende. O nome dela era Rosa, e ela fala: "Entra, espera ele." Sentei na sala vendo TV. De repente, comecei a ouvir gritos, pensei eu. Agora sei que eram gemidos, porque ela tava se masturbando. Quando tentei ir embora, a porta tava trancada. Queria chorar, mas pensei: "Não é nada, é uma mulher velha, eu sou um homem macho (ensinamento besta)." Eu, cagado de medo, ela sai de biquíni (tinha uns 55 anos) e fala: "Vamos pra piscina, quer?" Pra mim, com o calor, foi uma ideia genial, piscina.
Quando fomos pra pelopincho, que nunca vou esquecer, ela disse: "Mas aqui a gente nada pelado." E tirou tudo: a buceta enrugada e peluda, os peitos pequenos caídos, os bicos alongados. Chegou perto, tirou minha camisa e falou: "Vamos nadar na piscina." Me chupou uma e outra vez. Eu não queria penetrar ela e queria chorar cada vez que ela me obrigava. No final, chega uma senhora de uns 75 anos e começa a gritar: "Rosa, degenerada, o que cê tá fazendo com esse guri? Saiam já!" Agarrou ela pelos cabelos e com uma tábua batia na bunda e na buceta dela. Eu só olhava. Ela me disse: "Aqui não aconteceu nada, pega." 100 pesos naquela época foi uma coca de litro e meio, 3 alfajores, um guarda-chuvinha e uns peitos pequenos. Senti que foi um puta presente. Mas essa foi só a primeira de muitas vezes que ela me violentou. Avise se quiser que eu poste mais. Deixo foto ilustrativa, a velha tá mortona.
3 comentários - La vieja que me violaba