mis 4 hermanas y el rio 4

MINHAS 4 IRMÃS NO RIO 4 Continuando com a história anterior, passaram-se várias semanas sem fazer nada com minhas irmãs além de roçadas, beijos, masturbações mútuas, só brincadeiras, nada de sexo explícito para não levantar suspeitas dos nossos pais e da Belen. Bom, me dediquei aos estudos, pedi ao meu pai que me desse um trabalho porque precisava de dinheiro para ir à praia no meu aniversário — faltavam dois meses e meio. Meu pai aceitou e me levou para trabalhar. Como era só aos sábados, nos outros dias eu ia para a escola. Como só faltava o último ano, tinha que me dedicar ao máximo para me formar. Eu não era aquele típico aluno nerd, mas também não era o pior da sala. Era um cara que, se estudasse, passava, e se não estudasse também, mas como era o último ano e eu queria boas notas para ir para a universidade na capital, assim seguiram dois meses: estudando, trabalhando e na dieta do camelo, só na água e na punheta. Faltavam duas semanas para eu completar a maioridade. Era sábado à noite, por volta da meia-noite, quando a Alejandra me manda uma mensagem dizendo:-       Oi Fercho, tenho uma surpresa pra você. Se adivinhar, ganha um prêmio.-       Não sei um celular-       Você está com frio?-       Um relógio-       Friofrio-       Uma calça e uma camiseta-       Sem roupa nenhuma-       Já sei, uma viagem pra praia-       Pode ser, mas algo melhor.-       Vai dar o cuzinho agora, né?-       Não precisa necessariamente, mas é por aí-       Nossa, sério, não faço ideia do que você vai me dar-       Lembra da outra vez que a gente falou que a Dayana te dava mole e tal?
E sobre o menage, eu, você e ela...-       Me diz que é verdade que você não está me pregando uma peça-       Não, não é brincadeira { acabei de receber uma foto da lingerie e do brinquedinho que a Alejandra e a Dayana compraram}-       E aí, quando vai ser?-       Parabéns pra você, já que tá chegando-       Eita, não sei se dá-       E aí, o que tá rolando agora?-       Então, tô juntando uma grana pra passar uns dois ou três dias na praia-       Vamos nós três que você fala-       É um pouquinho complicado-       Pô, que vontade de passar uns três dias com umas gatas, e ainda por cima que sejam suas irmãs.-       Já estou ficando animado, mas como a gente faria pra ir sem ninguém desconfiar, especialmente a Karen, que ela sabe da nossa coisa, mas não sabe da Dayana.-       deixa comigo, gostoso-       Conta pra mim, deixo que amanhã tenho jogo com os caras da escola-       Até amanhã, irmãozinho. Beijos para você e seu amiguinho.
Quanto ao que aconteceu às nove: levantei, troquei de roupa e fui jogar uma partida com meus amigos. Voltei para casa por volta das três da tarde, porque aproveitamos para ir a uma piscina — plano com os colegas e uma ou outra amiguinha. Bom, já em casa, almocei. Não tinha ninguém em casa além da minha mãe, deitada na rede que tem na sala. Cumprimentei-a e perguntei como ela estava. Ela respondeu que estava com dor nas costas. Sugeri que, se ela quisesse, eu poderia dar uma massagem nela. Ela aceitou. Fomos para o quarto dela, exatamente para a cama.
Bom, passaram-se uns 15 minutos fazendo a massagem. Eu já estava me sentindo desconfortável e um pouco excitado, porque minha mãe tem um corpo muito bom para a idade dela — e isso é genético. Minha mãe já estava bem relaxada e soltando uns gemidos baixinhos. Bom, tenho umas mãos meio mágicas e sei um pouco como tocar uma mulher. Bem, disse a ela que precisava ir embora, e meu pai chegou bem na hora. Saí do quarto dela para evitar mal-entendidos, cumprimentei-os e fui para o meu quarto. Naquele dia não aconteceu nada relevante. Assim passaram vários dias {não vou contar o que aconteceu nesses dias para não alongar e deixar a trama chata — a história continua}.
Era quinta-feira ao meio-dia. Alejandra me contou como faríamos para nós três irmos à praia. Ela me mandou uma mensagem.-       e aí, irmãozinho, pronto pro seu presentinho?-       e aí, como você vai fazer? Conta pra mim.-       vou contar pros nossos pais que vou com meu namorado e a família dele pra uma fazenda dos avós dele-       listoy Dayana que vai inventar-       Ela vai dizer que vai sair com umas amigas que vão fazer uma festa pro aniversário dela.-       e você acha que vai dar certo?-       Siya, eu te falei, deixa comigo. Só compra as passagens pra gente ir juntos. Vem no meu quarto pegar o dinheiro.-       beleza, vou parando porque vou listar minhas coisas pra ficar pronto mais tarde. Vou pra isso das oito da noite. Alejandra e Dayana botam o plano em ação e contam pros nossos pais pra onde cada uma vai. Alejandra olha de volta pra mim e pisca o olho. Eu, por minha parte, volto a olhar pra Karen pra ver se ela tava desconfiada e, se não me engano, ela fode o celular dela e me manda uma mensagem dizendo: "o que a gente tava tramando?" com pontos de interrogação. Na hora eu entendi, respondi dizendo que nada, que eu ia pra praia com uns amigos e que elas, bom, que já ouviu. Chegou a hora de dormir, me despedi e fui pro meu quarto. Aí me chegam duas mensagens, uma da Dayana. Abri, ela tava me dizendo...-       Oi Fercho, já não aguento mais, quero que seja amanhã pra gente ficar junto-       Oi, irmãzinha, também quero estar com você esses dias na praia.
A outra mensagem era da minha mãe, ela disse que estava com dor nas costas e queria outra massagem. Respondi que seria para outro dia porque já estava de noite e que de manhã eu ia viajar. Ela não respondeu. Quase dormindo, lembrei da mensagem da minha irmã mais velha. Levantei e fui ao quarto dela pegar o dinheiro. Cheguei, a porta estava fechada, bati, ela me disse para entrar. Cumprimentei ela...-       e aí, irmãzinha, vim buscar a grana.-       Oi, fecho se eu já te der-       Como eu estava deitada, ela se levantou, me deu um beijo e eu soube retribuir. Ela se afastou, sentou na beirada da cama e me puxou a bermuda junto com a cueca. Com aquele beijo já dava pra ver que eu estava ficando duro. Ela começou a me dar uma chupada deliciosa, foi um boquete que não aguentei nem 5 minutos e gozei na boca linda dela. Ela engoliu tudo, sorriu e terminou com uma frase que me deixou excitado a noite toda. Ela me disse:-       Irmãozinho, isso é só um pouquinho do que a Dayana e eu vamos fazer com você no hotel-       Irmãzinha { foi só isso que consegui dizer}-       Até amanhã, meu amor-       Até amanhã, Alejandra.
Já no meu quarto, guardei o dinheiro e me acomodei para dormir, quase não consegui. Acordei na sexta por volta das 7 da manhã. Naquele dia não tinha aula. Já banhado e trocado, desci para a cozinha tomar café da manhã. Minha mãe estava cozinhando, cumprimentei-a e ela respondeu com um beijo na bochecha e um "bom dia, meu príncipe". Sentei, e nisso entram minhas três irmãs mais velhas. Alejandra e Dayana estavam lindas, bem arrumadas, diferente da Karen, linda, mas recém-acordada, ainda de pijama. As três cumprimentam. Não passam nem dois minutos e entra a menina dos meus olhos, minha irmã favorita. Era uma jovem linda, meus olhos brilharam. Ninguém além da Alejandra percebeu. Tomamos café juntos. Terminei, saí da cozinha para o meu quarto pegar a mala, me despedi e fui ao terminal comprar as passagens, a minha e das minhas irmãs. Cheguei por volta das 8 da manhã, comprei as passagens. Os assentos eram os três de trás, os últimos. O ônibus saía por volta das 8h30. Mandei uma mensagem para a Alejandra perguntando onde estavam. Ela respondeu que chegariam em uns dois minutos. Faltando 15 minutos para o ônibus partir, subi para me acomodar nos assentos. Sentei, comecei a ouvir música e acabei dormindo. Aí percebi que o ônibus estava em movimento. Acordei e minhas lindas irmãzinhas estavam sentadas ao meu lado, com meu membro para fora da calça e com as mãos nele. Alejandra estava me fazendo um boquete e Dayana estava observando, esperando a vez. Minha irmã mais velha parou quando percebeu que eu quase estava gozando. Me deixaram descansar dois minutos e começou a Dayana. Não aguentei muito e gozei na boca da minha irmã mais nova. Fechei os olhos e minhas duas irmãs se deram um beijo, compartilhando um pouco da minha porra. Fiquei ainda mais excitado, mas decidimos deixar para quando chegássemos ao hotel. Assim passaram duas horas e finalmente chegamos a uma praia muito conhecida. Na estação, pegamos um táxi para ir ao hotel chamado La Punta. Chegamos, nos deram as boas-vindas e as chaves do quarto. Era um quarto com duas... camas uma grande e uma pequena para uma só pessoa. Bom, acomodamos nossas coisas, falei para elas se trocarem para sair, conhecer a praia e comer um pouco. Minhas irmãs foram ao banheiro se trocar enquanto eu ligava para nossos pais para avisar que tinha chegado bem. Desliguei a chamada e minhas irmãs estavam saindo do banheiro. As duas estavam lindas. A Alejandra estava com um biquíni vermelho de duas peças, o da Dayana era igual, de duas peças, só mudava a cor, que era preto. As duas pareciam deusas. Elas colocaram um shorts curtinho e já íamos saindo do quarto. Minhas irmãs me deram um beijo, saímos do hotel, chegamos num restaurante, almoçamos e fomos para a praia para entrar um pouco no mar. Como ficava a uma quadra, fomos andando. Minhas irmãs tiraram os shorts curtinhos que estavam usando e ficaram espetaculares. Os homens ficavam olhando, assim como as mulheres, por seus belos corpos. Começamos a brincar e a pegar sol. Como ninguém nos conhecia, a gente se beijava, primeiro a Alejandra e depois a Dayana. Eu era a inveja dos homens naquele lugar. Passamos umas 3 horas assim e fomos para o hotel. Chegamos, minhas irmãs entraram no chuveiro, eu fiquei vendo televisão. Minhas irmãs saíram completamente nuas e me disseram para ir tomar banho, que íamos sair para uma boate. Obedeci, peguei minha roupa, uma toalha e fui para o banheiro. Passaram 10 minutos e saí. Minha surpresa foi quando as vi sentadas na cama. Estavam divinas. A Dayana estava com um vestido longo cor bege (não sei escrever essa cor), e por sua parte, a Alejandra estava com um vestido preto, também longo, com uma abertura na perna esquerda, uau! Eu, por minha parte, estava com uma calça de tecido, sapatos pretos e uma camisa branca elegante. Saímos, mas não antes de dar um beijo. Pegamos um táxi, pedimos para ele nos levar a um restaurante e depois a uma boate. O taxista ficava olhando minhas lindas irmãzinhas. Chegamos, e as pessoas ficavam nos encarando, como na praia, onde eu ia com minhas irmãs. Elas chamavam atenção. A gente começou a dançar e a beber um pouco, não faltaram convites de outros caras para minhas irmãs dançarem e uma ou outra bebida, mas elas recusavam, só dançavam comigo. O tempo passou, já eram três da manhã e eu disse para minhas irmãs irmos para o quarto do hotel, mas antes comprei uma garrafa de um bom aguardente colombiano chamado Antioqueño. Pegamos um táxi e os três íbamos no banco de trás como se fôssemos namorados, estávamos nos beijando. O taxista só observava com cara de inveja. Chegamos ao hotel, entramos no nosso quarto, sirvi em uns copinhos o aguardente, elas beberam. Com a Dayana começamos a nos beijar suave, com paixão, enquanto a Alejandra foi procurar algo na mochila dela. Assim que a Alejandra encontrou o que estava procurando, me separei da minha irmã mais nova. A Alejandra e a Dayana entraram em um acordo, me disseram para me deitar na cama maior, que iam me dar meu presente de aniversário que prometeram. Eu só obedeci, me deitei. Depois de colocar música, elas começaram a dançar sensual, começaram a se beijar, a se despir entre elas. Eu já estava pronto para a batalha. Uma vez nuas e já excitadas, as duas se aproximaram de mim e a Dayana me deu um beijo enquanto a Alejandra sussurra no meu ouvido...-       Lista para o seu presentinho, irmãozinho querido-       Se-       Pronto, Dayana, tira as calças dela.
Minha irmã obedeceu e começou a me tirar a calça, depois a cueca. No instante em que meu membro ficou livre, Dayana começou a dar uns beijinhos suaves e carícias, enquanto Alejandra cuidava da camisa enquanto nos beijávamos. Eu quis tocar a buceta da minha irmã mais velha, mas ela me impediu, dizendo que ainda não era hora. Eu já não aguentava mais, com Dayana me fazendo um boquete delicioso, e então Alejandra se juntou a ela. Não passaram nem cinco minutos e eu avisei que estava quase gozando. Foi aí que minha irmã mais velha me deu um deep throat — não tive escolha a não ser gozar na sua linda boquinha, como no ônibus. Minhas irmãs se beijaram enquanto eu servia uns copos de cachaça. Dei para Alejandra e Dayana, e depois que terminaram de beber, mandei elas se deitarem. Assim que fizeram isso, comecei com Dayana, porque como também era aniversário dela, quis agradá-la. Comecei dando beijinhos nas suas belas coxas, subindo devagar até chegar na sua linda bucetinha sem pelos. Cheirava a glória. Passei a língua, mordi o clitóris bem de leve, enfiei primeiro um dedo, depois dois. Concentrado para fazer Dayana gozar, minha irmãzinha agarrou minha cabeça com as duas mãos e soltou um grito, obra do seu orgasmo evidente. Quando percebi, Alejandra estava brincando com um consolo quase do tamanho do meu pau. Como Dayana estava gozando, me levantei para tomar um pouco da cachaça, assim deixava elas descansarem um pouco. Passaram uns cinco minutos e fui pegar minha irmã mais velha. Fiz com Alejandra a mesma coisa que fiz com Dayana, até ela gozar. Me levantei e fui pegar minha irmã mais nova, e perguntei:
— Você tá pronta?
Ela respondeu que sim. Me coloquei na frente dela, dando um beijo. Dayana pegou meu pau com a mão e colocou na entrada da sua linda buceta. Comecei com uma metida e tirada suave, e conforme o tempo passava, fui acelerando o ritmo. Ela me dizia...-       Me fode, porra, me fode por favor, não vai parar, me faz sua ooooh siiiiiii isso, irmããããã, goza dentro de mim aaah si isso, eu tô gozando, continuaaaaaaa Dayana teve outro orgasmo e eu deixei ela descansar um pouco e me joguei em cima da Alejandra, ela foi quem me disse para foder ela, coloquei ela de quatro e quando estava prestes a penetrar ela me disse-       Então não faz pelo meu cuzinho, mas faz bem devagar que eu nunca fiz por ali-       Sério, esse é meu presente de aniversário?-       Surpresa! Feliz 18 anos, bem-vindo ao mundo dos adultos!-       Obrigado, irmãzinhas, por esse presente. A Alejandra não me disse nada e me deu uma garrafinha de lubrificante anal. Peguei a garrafa, deixei de lado. Minha irmã ficou surpresa, como ela estava de quatro, abri um pouco mais as pernas dela, me agachei um pouco mais, me aproximei da bunda dela e comecei a dar mordidinhas nos glúteos. Dava palmadas leves. Passaram de dois a três minutos e começo a abrir as nádegas dela até ver seu cuzinho. Comecei a dar lambidinhas. A Alejandra já estava gemendo.-       Ooooh, mano, vai assim que tá uma delícia.
Dayana me olhava enquanto com uma mão tocava a buceta e com a outra segurava um seio. Eu comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela até a metade, passava a língua, chupava, fiz o famoso beijo negro também, fazia carinho na sua xotinha. Alejandra teve um orgasmo.
Vi que o cu da minha irmã estava bem lubrificado, peguei um pouco daquela garrafa no meu pau e coloquei na entrada do bum da minha irmãzinha e empurrei devagar. Alejandra não dizia nada, ela estava como em êxtase do orgasmo que teve. Eu empurrei mais um pouco, minha glande começou a entrar, empurrei de novo, mas dessa vez foi um pouco mais forte. Aí consegui meter até a metade, tirei quase toda e voltei a enfiar. Foi mais fácil, como estava lubrificado, e empurrei mais até conseguir entrar tudo. Aí foi quando Alejandra reagiu, com gemidos quase gritos.-       Ooooh, Fernando, isso aí... Dá-me dói, mas não tira, aaah, vai que eu tô me acostumando, continua, irmãozinho... Mmmmm...

Comecei a bombar com uma entrada e saída suave, fui acelerando o ritmo, já tava comendo ela sem medo de machucar. Ela só gemía, tapava a boca com o travesseiro. Pedi pra Dayana deitar de barriga pra cima na frente da nossa irmãzinha Alejandra. Ela entendeu e começou a chupar a buceta da Dayana. Passaram uns 10 minutos e tanto Alejandra quanto Dayana tiveram um orgasmo. Eu continuei no vai e vem mais uns 3 minutos...

Até que gozei dentro da Alejandra. A gente tava exausto, fomos tomar banho os três. Depois do banho, arrumamos a cama maior e deitamos. Quando olhei o celular pra ver as horas, vi que tinha uma mensagem da Karen. Não abri porque tava com muito sono. Vi a hora e já eram 6 da manhã. Deitei na cama pequena e minhas duas irmãs na outra. Dormimos. Acordei porque senti que tava gozando. Abro os olhos e qual não é a minha surpresa: Alejandra estava em cima de mim, cavalgando. Não aguentei muito e gozei dentro dela de novo.

Ela desce, eu me levanto, vejo que a Dayana não tá e pergunto pra Alejandra onde ela estava. Ela tinha saído pra comprar algo pra comer. Olhei a hora: eram 12h do sábado. Falei pra minha irmã a gente se arrumar pra ir pra praia. Alejandra entrou no banheiro, eu peguei meu celular pra ligar pros meus pais, mas primeiro pra Karen. Liguei por vídeo no WhatsApp, ela atendeu...-       Oi Fercho, como você tá?-       Bem aqui, sentindo sua falta-       E aí, como tá na praia e tal? Porque você tá com saudade de mim?-       Tô bem, só um pouquinho cansado, mas de boa, e tô com saudade porque você é minha irmã e minha mulher.-       Já imagino que a Alejandra não deve te deixar descansar, muito menos dormir, e como sua mulher, se não me levou a mim e a Alejandra sim?
{cara de surpresa}-       Queeee, como você sabe que ela tá comigo? Ela te contou?-       Não, mais ou menos eu imaginei quando ela piscou pra você, mas não tem problema. Só guarda energia pra mim e usa proteção.-       Não se preocupe, esse também é seu e eu mostrei meu pau, e da próxima viemos os dois.
Nisso entra Dayana, meu rosto mudou de feliz para preocupado de ser descoberto que Dayana também estava lá. Com a mão, fiz sinais para ela ficar quieta. Perguntei pelos nossos pais, ela respondeu que estavam bem, me despedi e desliguei. Dayana tinha trazido um café da manhã que parecia bom, comemos um pouco até Alejandra sair do banheiro. Finalmente ela saiu, estava com um biquíni branco, dessa vez colocou uma mini-saia, estava uma gostosa. Eu entrei para me arrumar, saí com uma bermuda vermelha e uma camiseta branca. Em Dayana não dava para ver o que ela estava vestindo {era vermelho, na praia descobri a cor}. Saímos para a praia um pouco, nisso já eram 4 da tarde. Caminhamos para o hotel, uma vez no nosso quarto, nós três entramos no banheiro para nos refrescar e nos arrumar para sair de novo para a boate. Brincamos um pouco na banheira, mas foram só brincadeiras leves, deixamos o resto para mais tarde. Eu saí primeiro, depois Alejandra, ela estava com um vestido longo cor vinho, divina. Depois saiu Dayana, ela estava com um vestido curto preto, as duas estavam lindas. Era sábado, 9 da noite, saímos do hotel para o mesmo restaurante e a mesma boate. Comemos, dançamos, bebemos igual ao dia anterior. Por volta das duas da manhã, Alejandra se aproximou de mim e disse que podíamos ir embora, que estava com dor de cabeça. Avisei Dayana e saímos para pegar um táxi. Chegamos no quarto, Alejandra entrou no banheiro, se trocou e me disse que naquela noite não queria nada por causa da dor de cabeça.-       Desculpa, mano, mas hoje não tô a fim-       Não se preocupe, só relaxa.-       Esono tira que vocês não podem se divertir
se deitou na cama pequena e dormiu. Eu disse pra Dayana que a gente fosse pra praia só meia horinha, ela topou e saímos do quarto rumo à praia. Fomos caminhando e conversando sobre o que ela achava do passeio e coisas banais, até chegarmos. Estendemos uma toalha e sentamos pra continuar conversando. Minha irmã não queria papo, ela queria ser comida ali mesmo.
Ela se aproximou e me beijou, já me tocando o pau duro por cima da calça. Paramos de nos beijar e ela se ajoelhou na minha frente, abriu a boca e enfiei ele inteiro. Passou uns 5 minutos e avisei que ia gozar. Tirei da boca dela e pedi que ficasse de pé. Ela obedeceu. Levantei seu vestidinho curto e tirei uma linda calcinha de renda vermelha.
Falei pra ela deitar, e ela fez. Abri suas lindas pernas e comecei a acariciar, dando beijos suaves. Subia até roçar meus lábios nos lábios da buceta da Dayana, descia até o joelho e subia de novo. Dayana gemeu, estava linda — ainda fica linda gemendo, aliás.
Ela implorava pra eu comê-la logo, mas me neguei. Queria aproveitar e fazer minha irmã aproveitar até o último minuto na praia. Comecei a dar pequenas lambidas no seu grelinho, metendo e sacando dois dedos, chupando devagar seu clitóris até ela gozar. Não parei e logo ela teve outro orgasmo. Aí entendi que era hora de foder.
Subi um pouco, me posicionei na frente dela, dei um beijo enquanto com a mão peguei meu pau e coloquei na entrada da sua vulva. Só esfregava de cima pra baixo. Ela já não só gemia, gritava pra eu comer ela logo.-       Vaaaiiiiiiiii, mano, por favor, não seja mau, me come logo, aiiiih, siiiim!

Eu não disse nada, só empurrei de leve e entrei fácil na cabecinha. Não aguentei mais e comecei com uma metidinha e tirada suave, fui aumentando o ritmo. Como minha irmã tava sensível, ela teve outro orgasmo. Mudei ela de posição, coloquei ela de quatro e comecei a comer ela. Dava beijos com mordidinhas nas costas. Ficamos assim uns 10 minutos até que minha irmã e eu gozamos. Deitamos na toalha, a gente já tava umas duas horas transando e já eram 5 da manhã de domingo, último dia na praia. A gente se vestiu e foi pro hotel. Já no quarto, deitamos na cama grande e dormimos algumas horas. Lá pelas 9 da manhã eu acordei, fiquei olhando pras minhas irmãs que ainda tavam dormindo, elas tavam lindas. Fui pro banheiro, tomei banho, me troquei, saí e minhas irmãs já tavam acordadas. Cumprimentei elas e, logo em seguida, saí do quarto pra buscar algo pra tomar no café. Quando voltei pro quarto, minhas irmãs já tavam banhadas e trocadas. Enquanto a gente tomava café, a Alejandra me disse que a Dayana tinha contado tudo que aconteceu na praia.-       Fercho, a Dayana me contou o que rolou na praia-       Sério, vou te contar uma coisa...-       Vocês dois se divertiram e eu também quero, mas fica pra próxima.-       Porque para a próxima-       Porque estou naqueles dias.-       Beleza, pra próxima vai ser melhor.
Terminamos de comer e fomos pra praia até meio-dia. Já no hotel, assim que entramos, Alejandra e Dayana se ajoelharam na minha frente. As duas me fizeram um boquete delicioso, juntas, e eu gozei nas boquinhas das minhas amadas irmãs.

O ônibus saía às duas da tarde, então decidimos entrar no banheiro. Nós três brincamos um pouco, saímos, nos trocamos, arrumamos as maletas e deixamos o hotel. Pegamos um táxi até o ponto de ônibus. Já no busão, decidimos dormir um pouco.
Passaram umas três horas e chegamos ao terminal. Nos separamos, cada um foi pro seu lado pra chegar em casa separadamente. Alejandra chegou primeiro, lá pelas 5 da tarde. Depois Dayana chegou às cinco e meia, e por último eu, às 7 da noite. Ninguém desconfiou de nada, exceto a Karen, que sabia sobre mim e a Alejandra.

CONTINUA… MINHAS 4 IRMÃS NO RIO 4 Continuando a história anterior... Passaram várias semanas sem fazer nada com minhas irmãs além de roçadas, beijos, masturbações mútuas, só brincadeiras, nada de sexo explícito pra não levantar suspeita dos nossos pais e da Belen. Bom, me dediquei aos estudos, pedi pro meu pai me arrumar um trampo porque precisava de grana pra ir pra praia no meu aniversário — faltavam dois meses e meio. Meu pai topou e me levou pra trabalhar. Como era só aos sábados, nos outros dias era colégio. Como só faltava o último ano, tinha que dar duro pra me formar. Eu não era aquele aluno nerd, mas também não era o pior da sala — era um cara que, se estudasse, passava, e se não estudasse também passava, mas como era o último ano e eu queria boas notas pra entrar na universidade da capital... Assim foram dois meses: estudando, trabalhando e na dieta do camelo — só água e punheta. Faltavam duas semanas pra eu fazer 18 anos. Era sábado à noite, por volta de meia-noite, quando a Alejandra me manda uma mensagem dizendo:-       Oi Fercho, tenho uma surpresa pra você. Se adivinhar, ganha um prêmio.-       Não sei um celular-       Você está com frio?-       Um relógio-       Friofrio-       Uma calça e uma camiseta-       Sem roupa nenhuma-       Já sei, uma viagem para a praia-       Pode ser, mas algo melhor.-       Vai dar o cuzinho agora, gostosa?-       Não precisa necessariamente, mas é por aí-       Nossa, sério, não faço ideia do que você vai me dar-       Lembra da outra vez que a gente conversou, que a Dayana estava com vontade de você e tal, e sobre o menage entre você, ela e eu?-       Fala aí, é verdade mesmo que você não tá me zoando?-       Não, não é brincadeira { acabei de receber uma foto da lingerie e do brinquedinho que a Alejandra e a Dayana compraram}-       E aí, quando vai ser?-       Parabéns pra você, já que tá chegando-       Eita, não sei se dá-       E aí, o que tá rolando agora?-       Então, tô juntando uma grana pra passar uns dois ou três dias na praia-       Vamos nós três que você fala-       É um pouquinho complicado-       Pô, que vontade de passar uns três dias com umas gatas, e ainda por cima que sejam suas irmãs.-       Já estou ficando animado, mas como a gente faria pra ir sem ninguém desconfiar, especialmente a Karen, que ela sabe da nossa parada, mas não sabe da Dayana.-       deixa comigo, gostoso-       Conta pra mim, que amanhã tenho jogo com a rapaziada da escola-       Até amanhã, irmãozinho, beijos pra você e pro seu amiguinho.
Quanto ao que aconteceu às nove, me levantei, me troquei e fui jogar a partida com meus amigos. Voltei pra casa por volta das três da tarde, porque aproveitamos pra ir numa piscina – plano com os colegas e uma ou outra amiguinha. Bom, já em casa, almocei. Não tinha ninguém em casa além da minha mãe, deitada na rede que tem na sala. Cumprimentei ela e perguntei como ela estava. Ela respondeu que estava com dor nas costas. Sugeri que, se ela quisesse, eu poderia dar uma massagem nela. Ela aceitou. Fomos pro quarto dela, exatamente pra cama dela.
Bom, passaram uns 15 minutos fazendo a massagem. Eu já estava me sentindo desconfortável e um pouco excitado, porque minha mãe tem um corpo bom pra idade dela, e isso é genético. Minha mãe já estava bem relaxada e soltando uns gemidos baixinhos. Bom, tenho umas mãos meio mágicas e sei um pouco como tocar uma mulher. Bom, falei que precisava ir, e meu pai chegou bem na hora. Saí do quarto dela pra não dar margem a mal-entendidos, cumprimentei eles e fui pro meu quarto. Naquele dia não aconteceu nada de mais. Assim passaram vários dias {não vou contar o que aconteceu nesses dias pra não deixar a história longa e chata, a trama continuou}.
Era quinta-feira ao meio-dia. Alejandra me contou como ia fazer pra nós três irmos pra praia. Ela me mandou uma mensagem.-       e aí, irmãozinho, pronto pro seu presentinho?-       e aí, como você vai fazer? Conta pra mim.-       vou contar pros nossos pais que vou com meu namorado e a família dele pra uma fazenda dos avós dele-       listoy Dayana que vai inventar-       Ela vai dizer que vai sair com umas amigas que vão fazer uma festa pro aniversário dela.-       e você acha que vai dar certo?-       Siya, eu te falei, deixa comigo. Só compra as passagens pra gente ir juntos. Vem no meu quarto pegar o dinheiro.-       beleza, vou parando porque vou listar minhas coisas pra ficar pronto mais tarde. Vou pra isso das oito da noite. Alejandra e Dayana botam o plano em ação e contam pros nossos pais pra onde cada uma vai. Alejandra me olha de volta e pisca o olho. Eu, por minha parte, volto a olhar pra Karen pra ver se ela tava desconfiada e, se não me enganei, ela fodeu o celular dela e me manda uma mensagem dizendo: "o que a gente tava tramando?", com sinais de interrogação. Na hora eu entendi, respondi dizendo que nada, que eu ia pra praia com uns amigos e que elas, bom, que já ouviu. Chegou a hora de dormir, me despedi e fui pro meu quarto. Aí me chegam duas mensagens, uma da Dayana. Abri, ela tava me dizendo...-       Oi Fercho, já não aguento mais, quero que seja amanhã logo pra gente ficar junto-       E aí, irmãzinha, também tô doido pra estar com você esses dias na praia.
A outra mensagem era da minha mãe, ela tava dizendo que a coluna tava doendo e queria outra massagem. Respondi que seria outro dia porque já tava de noite e que de manhã eu ia viajar. Ela não respondeu. Quase dormindo, lembrei da mensagem da minha irmã mais velha. Levantei e fui pro quarto dela pegar a grana. Cheguei, a porta tava fechada, bati. Ela me disse pra entrar, eu cumprimentei.-       e aí, maninha, vim buscar a grana.-       Oi, fecho se eu já te der-       Como eu estava deitada, ela se levantou, me deu um beijo e eu soube retribuir. Ela se afastou, sentou na beirada da cama e puxou minha bermuda junto com a cueca. Com aquele beijo já dava pra ver que eu estava ficando duro. Ela começou a me dar uma chupada deliciosa, foi um boquete que não aguentei nem 5 minutos e gozei na linda boquinha dela. Ela engoliu tudo, sorriu e terminou com uma frase que me deixou excitado a noite toda. Ela me disse:-       Irmãozinho, isso é um pouquinho do que a Dayana e eu vamos fazer com você no hotel-       Irmãzinha { foi só isso que consegui dizer}-       Até amanhã, meu amor-       Até amanhã, Alejandra.
Já no meu quarto, guardei o dinheiro e me acomodei para dormir, quase não consegui. Acordei na sexta por volta das 7 da manhã. Naquele dia não tinha aula. Já banhado e trocado, desci para a cozinha tomar café da manhã. Minha mãe estava cozinhando, cumprimentei-a e ela respondeu com um beijo na bochecha e um "bom dia, meu príncipe". Sentei, e nisso entram minhas três irmãs. As mais velhas, Alejandra e Dayana, estavam lindas, bem arrumadas, diferente da Karen, linda, mas recém-acordada, ainda de pijama. As três cumprimentam. Não passam nem dois minutos e entra a menina dos meus olhos, minha irmã favorita. Era uma jovem linda, meus olhos brilharam. Ninguém além da Alejandra percebeu. Tomamos café juntos. Terminei, saí da cozinha para o meu quarto pegar a mala, me despedi e fui ao terminal comprar as passagens, a minha e das minhas irmãs. Cheguei por volta das 8 da manhã, comprei as passagens. Os assentos eram os três de trás, os últimos. O ônibus saía por volta das 8h30. Mandei uma mensagem para a Alejandra perguntando onde estavam. Ela respondeu que chegariam em uns dois minutos. Faltando quinze minutos para o ônibus partir, subi para me acomodar nos assentos. Sentei, comecei a ouvir música e acabei dormindo. Aí percebi que o ônibus estava em movimento. Acordei e minhas lindas irmãzinhas estavam sentadas ao meu lado, com meu membro para fora da calça e com as mãos nele. Alejandra estava me fazendo um boquete e Dayana estava observando, esperando a vez. Minha irmã mais velha parou quando percebeu que eu quase estava gozando. Me deixaram descansar dois minutos e Dayana começou. Não aguentei muito e gozei na boca da minha irmã mais nova. Fechei os olhos pela metade e minhas duas irmãs se beijaram, compartilhando um pouco da minha porra. Fiquei ainda mais excitado, mas decidimos deixar para quando chegássemos ao hotel. Assim passaram duas horas e finalmente chegamos a uma praia muito conhecida. Na estação, pegamos um táxi para ir ao hotel chamado La Punta. Chegamos, nos deram as boas-vindas e as chaves do quarto. Era um quarto com duas... camas uma grande e uma pequena para uma só pessoa. Bom, acomodamos nossas coisas, falei para elas se trocarem para sair, conhecer a praia e comer um pouco. Minhas irmãs foram ao banheiro se trocar, enquanto eu ligava para nossos pais para avisar que tinha chegado bem. Desliguei a ligação e minhas irmãs estavam saindo do banheiro. As duas estavam lindas. A Alejandra estava com um biquíni de duas peças vermelho. O da Dayana era igual, de duas peças, só mudava a cor, que era preto. As duas pareciam deusas. Elas colocaram um shorts curtinho. Já íamos sair do quarto, minhas irmãs me deram um beijo. Saímos do hotel, chegamos num restaurante, almoçamos e fomos para a praia para entrar um pouco no mar. Como ficava a uma quadra, fomos caminhando. Minhas irmãs tiraram os shorts curtinhos que estavam usando e ficaram espetaculares. Os homens ficavam olhando, assim como as mulheres, por seus belos corpos. Começamos a brincar e a pegar sol. Como ninguém nos conhecia, nos beijávamos, primeiro a Alejandra e depois a Dayana. Eu era a inveja dos homens naquele lugar. Ficamos assim umas 3 horas e fomos para o hotel. Chegamos, minhas irmãs entraram no chuveiro. Eu fiquei vendo televisão. Minhas irmãs saíram completamente nuas e me disseram para ir tomar banho, porque íamos sair para uma boate. Obedeci e peguei minha roupa, uma toalha e fui ao banheiro. Passaram 10 minutos e saí. Minha surpresa foi quando as vi sentadas na cama. Estavam divinas. A Dayana estava com um vestido longo cor bege (não sei como se escreve essa cor). Por sua parte, a Alejandra estava com um vestido preto, também longo, com uma abertura na perna esquerda, uau! Eu, por minha parte, estava com uma calça de tecido, sapatos pretos e uma camisa branca elegante. Saímos, mas não antes de nos beijarmos. Pegamos um táxi e pedimos para nos levar a um restaurante e depois a uma boate. O taxista ficava olhando minhas lindas irmãzinhas. Chegamos, e as pessoas ficavam nos encarando, como na praia. Onde quer que eu fosse com minhas irmãs, elas chamavam atenção. A gente começou a dançar e a beber um pouco, não faltaram convites de outros caras para minhas irmãs dançarem e uma ou outra bebida, mas elas recusavam, só dançavam comigo. O tempo passou, já eram três da manhã e eu disse para minhas irmãs irmos para o quarto do hotel, mas antes comprei uma garrafa de um bom aguardente colombiano chamado Antioqueño. Pegamos um táxi e os três íamos no banco de trás como se fôssemos namorados, estávamos nos beijando. O taxista só observava com cara de inveja. Chegamos ao hotel, entramos no nosso quarto, sirvi em uns copinhos o aguardente, elas beberam. Com a Dayana começamos a nos beijar suave, com paixão, enquanto a Alejandra foi procurar algo na mochila dela. Assim que a Alejandra encontrou o que estava procurando, me separei da minha irmã mais nova. A Alejandra e a Dayana entraram em acordo, me disseram para me deitar na cama maior, que iam me dar meu presente de aniversário que prometeram. Eu só obedeci, me deitei. Depois de colocar música, elas começaram a dançar sensual, começaram a se beijar, a se despir entre elas. Eu já estava pronto para a batalha. Uma vez nuas e já excitadas, as duas se aproximaram de mim e a Dayana me dá um beijo enquanto a Alejandra sussurra no meu ouvido...-       Lista para o seu presentinho, irmãozinho querido-       Se-       Pronto, Dayana, tira as calças dela.
Minha irmã obedeceu e começou a puxar minha calça, depois a cueca. No instante em que meu membro ficou livre, Dayana começou a dar uns beijinhos suaves e carícias, enquanto Alejandra cuidava da camisa enquanto nos beijávamos. Eu quis tocar a buceta da minha irmã mais velha, mas ela me parou, dizendo que ainda não era hora. Eu já não aguentava mais, com Dayana me fazendo um boquete delicioso, e então Alejandra se juntou a ela. Não passaram nem cinco minutos e eu avisei que estava quase gozando. Foi aí que minha irmã mais velha me deu um deep throat — não tive escolha a não ser gozar na sua linda boquinha, igual no ônibus. Minhas irmãs se beijaram enquanto eu servia uns copos de cachaça. Dei para Alejandra e Dayana, e quando terminaram de beber, mandei elas deitarem. Assim que fizeram isso, comecei com Dayana, porque como também era aniversário dela, quis agradá-la. Comecei dando beijinhos nas suas belas coxas, subindo devagar até chegar na sua linda bucetinha sem pelos. Cheirava a glória. Passei a língua, mordisquei o clitóris de leve, enfiei um dedo, depois dois. Concentrado para fazer Dayana gozar, minha irmãzinha agarrou minha cabeça com as duas mãos e soltou um grito, obra do seu orgasmo evidente. Quando percebi, Alejandra estava brincando com um consolo quase do tamanho do meu pau. Como Dayana estava gozando, me levantei para tomar um pouco de cachaça, assim deixava elas descansarem um pouco. Passaram uns cinco minutos e fui pegar minha irmã mais velha. Fiz com Alejandra a mesma coisa que fiz com Dayana, até ela gozar. Me levantei e fodi minha irmã mais nova, e perguntei:
"Está pronta?"
Ela respondeu que sim. Me coloquei na frente dela, dando um beijo. Dayana pegou meu pau com a mão e colocou na entrada da sua linda buceta. Comecei com uma metida e sacada suave, e conforme o tempo passava, fui acelerando o ritmo. Ela me dizia...-       Me fode, porra, me fode por favor, não vai parar, me faz sua ooooh siiiiiii isso, irmããããã, goza dentro de mim aaah si isso, eu tô gozando, continuaaaaaa Dayana teve outro orgasmo e eu deixei ela descansar um pouco e me joguei em cima da Alejandra, ela foi quem me disse para foder ela, coloquei ela de quatro e quando estava pra penetrar ela me disse-       Então não faz pelo meu cuzinho, mas faz bem devagar que eu nunca fiz por ali-       Sério, esse é meu presente de aniversário?-       Surpresa! Feliz 18 anos, bem-vindo ao mundo dos adultos!-       Obrigado, irmãzinhas, por esse presente. A Alejandra não me disse nada e me deu uma garrafinha de lubrificante anal. Peguei a garrafa, deixei de lado, minha irmã ficou surpresa. Como ela estava de quatro, abri um pouco mais as pernas dela, me abaixei um pouco mais, me aproximei da sua bunda e comecei a dar mordidinhas nos seus glúteos. Dava palmadas leves. Passaram-se dois ou três minutos e comecei a abrir suas nádegas até ver seu cuzinho. Comecei a dar lambidinhas. A Alejandra já estava gemendo.-       Ooooh, mano, vai assim que tá uma delícia
Dayana nos observava enquanto com uma mão tocava a buceta e com a outra agarrava um seio. Eu comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela até a metade, passava a língua, chupava, fiz o famoso beijo negro também e fazia carinho na sua xotinha. Alejandra teve um orgasmo, uma...
Vi que o cu da minha irmã estava bem lubrificado, passei um pouco daquela garrafa no meu pau e coloquei na entrada do bum da minha irmãzinha e empurrei devagar. Alejandra não dizia nada, ela estava como em êxtase do orgasmo que teve. Eu empurrei mais um pouco, minha glande começou a entrar, empurrei de novo, mas dessa vez foi um pouco mais forte. Aí consegui meter até a metade, tirei quase toda e voltei a enfiar. Foi mais fácil, como estava lubrificado, e empurrei mais até conseguir entrar tudo. Aí foi quando Alejandra reagiu, com gemidos quase gritos.-       Ooooh, Fernando, isso aí... Dá-me dói, mas não tira, aaah... Vai que eu tô me acostumando, continua, irmãozinho... Mmmmm...

Comecei a bombar com uma entrada e saída suave, fui acelerando o ritmo, já tava metendo sem medo de machucar. Ela só gemía, tampava a boca com o travesseiro. Pedi pra Dayana deitar de barriga pra cima na frente da nossa irmãzinha. Alejandra entendeu e começou a chupar a buceta da Dayana. Passaram uns 10 minutos e tanto Alejandra quanto Dayana tiveram um orgasmo. Eu continuei no vai e vem por uns 3 minutos...

Até que gozei dentro da Alejandra. A gente tava exausto, fomos tomar banho os três. Depois do banho, arrumamos a cama maior e deitamos. Quando olhei o celular pra ver as horas, vi que tinha uma mensagem da Karen. Não abri porque tava com muito sono. Vi a hora e já eram 6 da manhã. Deitei na cama pequena e minhas duas irmãs na outra. Dormimos. Acordei porque senti que tava gozando. Abro os olhos e qual não é minha surpresa: Alejandra estava em cima de mim, cavalgando. Não aguentei muito e gozei dentro dela de novo.

Ela desce, eu me levanto, vejo que Dayana não tá e pergunto pra Alejandra onde ela estava. Ela tinha saído pra comprar algo pra comer. Olhei a hora: eram 12h do sábado. Falei pra minha irmã a gente se arrumar pra ir pra praia. Alejandra entrou no banho, eu peguei meu celular pra ligar pros meus pais, mas primeiro pra Karen. Liguei por vídeo no WhatsApp, ela atendeu...-       Oi Fercho, como você tá?-       Bem aqui, com saudade de você-       E aí, como tá na praia e tal? Porque tô com saudade-       Tô bem, só um pouquinho cansado, mas de boa, e tô com saudade de você porque você é minha irmã e minha mulher.-       Já imagino que a Alejandra não deve te deixar descansar, muito menos dormir, e como sua mulher, se não me levou a mim, e a Alejandra sim?
{cara de surpresa}-       Queeeeee como você sabe que ela tá comigo? Ela te contou?-       Não, mais ou menos eu imaginei quando ela piscou pra você, mas não tem problema. Só guarda energia pra mim e usa proteção.-       Não se preocupe, este também é seu e eu mostrei meu pau, e da próxima viemos os dois.
Nisso entra Dayana, meu rosto mudou de feliz para preocupado de ser descoberto que Dayana também estava lá. Com a mão, fiz sinais para ela ficar quieta. Perguntei pelos nossos pais, ela respondeu que estavam bem, me despedi e desliguei. Dayana tinha trazido um café da manhã que parecia bom, comemos um pouco até Alejandra sair do banheiro. Finalmente ela saiu, estava com um biquíni branco, dessa vez colocou uma mini-saia, estava uma gostosa. Entrei para me arrumar, saí com uma bermuda vermelha e uma camiseta branca. Em Dayana não dava para ver o que ela estava vestindo {era vermelho, na praia descobri a cor}. Saímos para a praia um pouco, nisso já eram quatro da tarde. Caminhamos para o hotel, uma vez no nosso quarto, os três entramos no banheiro para nos refrescar e nos arrumar para sair de novo para a boate. Brincamos um pouco na banheira, mas foram só brincadeiras leves, deixamos o resto para mais tarde. Saí primeiro, depois Alejandra, ela estava com um vestido longo cor vinho, divina. Depois saiu Dayana, ela estava com um vestido curto preto, as duas estavam lindas. Era sábado, 9 da noite, saímos do hotel para o mesmo restaurante e a mesma boate. Comemos, dançamos, bebemos igual ao dia anterior. Por volta das duas da manhã, Alejandra se aproximou de mim e disse se podíamos ir embora, que estava com dor de cabeça. Avisei Dayana e saímos para pegar um táxi. Chegamos no quarto, Alejandra entrou no banheiro, se trocou e me disse que naquela noite não queria nada por causa da dor de cabeça.-       Desculpa, mano, mas hoje não tô a fim-       Não se preocupe, só relaxa.-       Esono tira que vocês não podem se divertir
se deitou na cama pequena e dormiu. Eu disse pra Dayana que a gente fosse pra praia só meia horinha, ela topou e saímos do quarto rumo à praia. Fomos caminhando e conversando sobre o que ela achava do passeio e coisas banais, até chegarmos. Estendemos uma toalha e sentamos pra continuar conversando. Minha irmã não queria papo, ela queria ser comida naquele lugar. Se aproximou de mim e me beijou, já tocando no meu pau duro por cima da calça. Paramos de nos beijar e ela se ajoelhou na minha frente, abriu a boca e eu enfiei ele inteiro. Passou uns 5 minutos e avisei que ia gozar. Tirei dela e pedi que ficasse de pé. Ela obedeceu. Levantei seu vestidinho curto e tirei uma linda calcinha de renda vermelha.
Falei pra ela deitar, ela fez. Abri suas lindas pernas e comecei a acariciar, dando beijos suaves. Subia até roçar meus lábios nos lábios da buceta da Dayana, descia até o joelho e subia de novo. Dayana gemeu, estava linda — ainda fica linda gemendo, aliás. Ela suplicava pra eu comê-la logo, mas me neguei. Queria aproveitar e fazer minha irmã aproveitar até o último minuto na praia.
Comecei a dar pequenas lambidas no seu grelinho e meti e tirei dois dedos, chupando devagar seu clitóris até ela gozar. Não parei e logo ela teve outro orgasmo. Aí entendi que tinha que meter.
Subi um pouco até ficar de frente pra ela, dei um beijo enquanto com a mão peguei meu pau e coloquei na entrada da sua vulva, só esfregando de cima pra baixo. Ela já não só gemia, gritava pra eu comer logo.-       Vaaaiiiiiiiiiii mano, por favor, não seja mau, me come logo, aiii sim!

Eu não disse nada, só empurrei de leve e entrei fácil a cabecinha. Não aguentei mais e comecei uma metidinha e tirada suave, fui aumentando o ritmo. Como minha irmã estava sensível, teve outro orgasmo. Mudei ela de posição, coloquei ela de quatro e comecei a comer ela. Dava beijos com mordidinhas nas costas. Ficamos assim uns 10 minutos até que minha irmã e eu gozamos. Deitamos na toalha, tínhamos passado umas duas horas transando e já eram 5 da manhã de domingo, último dia na praia. Nos vestimos e fomos para o hotel. Já no quarto, deitamos na cama grande e dormimos algumas horas. Por volta das 9 da manhã eu acordo, fiquei olhando minhas irmãs que ainda estavam dormindo, estavam lindas. Fui ao banheiro, tomei banho, me troquei, saí e minhas irmãs já estavam acordadas. Cumprimentei elas e, logo em seguida, saí do quarto para buscar algo para o café da manhã. De volta ao quarto, minhas irmãs já estavam banhadas e trocadas. Enquanto tomávamos café, a Alejandra me disse que a Dayana tinha contado tudo o que aconteceu na praia.-       Fercho, a Dayana me contou o que rolou na praia-       Sério, vou te contar uma coisa...-       Vocês dois se divertiram e eu também quero, mas fica pra próxima.-       Porque para a próxima-       Porque estou naqueles dias.-       Beleza, na próxima vai ser melhor.
Terminamos de comer e fomos pra praia até meio-dia. Já no hotel, assim que entramos, Alejandra e Dayana se ajoelharam na minha frente. As duas me fizeram um boquete delicioso, juntas, e eu gozei nas boquinhas das minhas amadas irmãs.

O ônibus saía às duas da tarde, então decidimos entrar no banheiro os três. Brincamos um pouco, saímos, nos trocamos, arrumamos as maletas e saímos do hotel. Pegamos um táxi até o ponto de ônibus. Já no busão, decidimos dormir um pouco.
Passaram umas três horas e chegamos ao terminal. Nos separamos, cada um foi pro seu lado, pra chegar em casa separados. A Alejandra chegou primeiro, lá pelas 5 da tarde. Depois a Dayana chegou às cinco e meia e, por último, eu cheguei às 7 da noite. Ninguém desconfiou de nada, exceto a Karen, que já sabia das minhas coisas com a Alejandra.

CONTINUA…   

mis 4 hermanas y el rio 4

 
  
 
 
 

4 comentários - mis 4 hermanas y el rio 4

Queremos saber si pasó algo con Belén y si te las enfiestadtexa las cuatro, no te hagas rogar che !!
muy buenas tardes queridos lectores yo soy el creador de este relato mis 4 hermanas y el rio por motivo de que me robaron la lacto donde tenia la cuenta de poringa! no e podido subir el capitulo final lo subire en estos dias maximo el domingo ya esta en esta cuenta que me toco crear les pido mil disculpa y que cuando este subido lo vayan a leer que va a estar buenoo lo prometo es el final entre Belen y fercho les va a gustar y les va a excitar mucho tambien voy a subir mas proyectos mas a delante como mi mama en la ducha y las tangas de mi familia etc etc