La prima de mi esposa y su hija

Minha esposa era de estatura média e um pouco cheinha, de pele branca, quadris largos e bundão grande, mas sua maior qualidade eram os peitos enormes, gordos e firmes. Ela era muito apegada à prima e à filha da prima, a Natalia. As duas quase sempre eram muito tranquilas, ambas tinham a pele branca, embora fossem um pouco mais altas e magras que minha esposa. A Natalia era tipo nossa sobrinha, sempre usava óculos e adorava a escola, digamos que era uma nerd. Tinha lábios grossos e pernas longas e torneadas, a bunda bem empinada e redonda. Às vezes, ela parecia enorme quando usava jeans e, comparado com o de outras garotas da idade dela, minha sobrinha tinha uma bunda muito desenvolvida. Por isso, sempre chamava a atenção de todos os homens quando a viam; todos viravam pra olhar a rabeta dela. Minha sobrinha rebolava quando caminhava e, embora os peitos dela fossem pequenos, os bicos não eram tão pequenos assim; eram bem pontudos e, como às vezes ela não usava sutiã, apareciam bastante.

Um dia, a Mariana sugeriu que convidássemos a prima e a sobrinha dela pra jantar em casa. Então, combinamos com elas pra virem aqui. Minha esposa preparou um jantar delicioso pra gente. Tudo ia bem até que minha esposa começou a insistir pra todo mundo beber um vinho que tinham dado de presente pra ela. Então, pra não fazer desfeita, fizemos um brinde pelo prazer de confraternizar e todo mundo começou a beber um gole atrás do outro. Minha esposa Mariana, que não estava acostumada, se embriagou rapidinho e começou a dançar. Lembro que todo mundo começou a aplaudir ela, e aí minha sobrinha começou a dançar com ela, e depois a prima dela. As três mulheres se acabavam de rir e sorriam. Fazia tempo que não se divertiam assim.

Eu comecei a dançar com a prima da minha esposa, a Antonieta, enquanto a filha dela dançava com minha esposa. Depois, notei que ela também queria dançar comigo, então comecei a dançar com ela e fizemos a troca com minha esposa. Enfim, ficamos dançando uns com os outros, um Bom tempo, aquela janta "familiar" tinha virado um porre. Lembro que enquanto dançava com a Natália, eu segurava ela firme pela cintura e colava ela no meu corpo, sentindo aquele corpo quentinho e aquele par de biquinhos duros e pontudos contra o meu peito. Também dava pra notar como os peitos dela começaram a endurecer por baixo da blusa. Ela se esfregava em mim pra acompanhar o ritmo, e eu via como ela ia ficando vermelha e excitada a cada roçada dos nossos corpos. Depois, na música seguinte, fui dançar com a mãe dela. Enquanto dançava com a Antonieta, eu descia minhas mãos até abaixo da cintura dela pra agarrar a bunda dela. Lembro como ela era firme e redondinha. A putinha se deixava tocar, e mais: segurava minhas mãos contra a bunda dela quando eu soltava. Às vezes, ela virava pra olhar minha mulher e minha sobrinha, mas elas estavam na delas. De repente, vi minha esposa já com o vestido todo desajeitado, quase com os peitos todos de fora, enquanto a puta da prima dela se jogava em cima de mim e quase caía de tão bêbada que tava. Peguei minha esposa pra dançar com ela e depois beijei ela. A prima dela, Antonieta, chegou perto, e eu não hesitei: comecei a beijar ela também. Beijei as duas descaradamente, e elas corresponderam na hora.

Depois, mandei elas se beijarem entre si, e a Mariana não pensou duas vezes: começou a se beijar com a prima, e a prima começou a se despir e pedia pra gente comer ela. Minha esposa agarrou a bunda da prima e abriu ela, me oferecendo: "Olha toda essa bunda gostosa, vamos comer ela". Enquanto isso, a Natália, minha sobrinha, nos observava com atenção, olhando pra puta da mãe dela. A Antonieta disse: "Quero que você me coma na frente da minha prima". Depois, se inclinou perto da filha dela, a Natália, e disse: "Olha como vão comer sua mãe".

Depois, a Mariana agarrou ela, separando a bunda com as mãos e me oferecendo aquele rabão enorme da prima. E quando enfiei a pica inteira, um gemido enorme ecoou pela casa toda. Atravessei com força na primeira vez e ela já começou a se mexer pra frente e pra trás, e até fazia círculos, chupando meu pau como uma louca. Vi que minha sobrina nos olhava de boca aberta e se tocava a buceta, depois mordia os lábios ao ver a mãe dela trepando daquele jeito. Minha esposa e minha sobrina começaram a tirar a roupa até ficarem completamente peladas. Minha sobrina estava alucinada de tesão, do lado da mãe que não parava de se enfiar sozinha, e enquanto ouvia a mãe gemer, eu dizia o quanto as duas eram umas putas. A Mariana me dizia: "Assim mesmo, come essa vagabunda, ensina pra sua filha como você come ela, como ela é sua puta." Peguei minha esposa pelo cabelo e mandei ela se ajoelhar também do lado da prima, e a putinha obediente se colocou de quatro na hora, sem hesitar. Às vezes ela me olhava de boca aberta, cheia de tesão, esperando meu pau. Depois de umas palmadas, abri bem a bunda dela até ver o cu inteiro e, sem pensar, enfiei tudo de uma vez. Ela, tão excitada que estava, nem reclamou, e tão molhada que tava, o pau entrou todo de uma vez. Ela começou a se esfregar contra meu pau, e até abria a própria bunda pra eu ver como escorria pelas pernas dela, a putinha. E sem hesitar, comecei a foder ela com ainda mais força, às vezes no cu, às vezes na buceta, enquanto a sobrinha Natalia ouvia ela gemer cada vez mais alto e ouvia meu pau batendo nas coxas e na bunda da tia dela. Enquanto eu metia sem pena e cada vez mais forte, minha esposa se virou e colocou a boca na minha frente, dizendo: "Você vai me dar todo o seu leite, todo o leite do seu pau, quero o leite inteiro dentro da minha boca, quero que minha prima me veja recebendo seu leite."

Natalia se masturbava e ficava mais excitada quando a tia falava com tesão, e a mãe Antonieta não parava de se tocar e enfiar os dedos como uma puta. Depois de esvaziar meu leite em cima da Mariana, a Antonieta não hesitou em beijar a prima, e então minha esposa beijou minha sobrinha. Sobrinha fechou os olhos e Mariana começou a tocar ela, e a mãe dela se aproximou de mim e começou a lamber minha rola até ela ficar dura de novo. Enquanto eu via minha esposa beijando e acariciando aquela novinha, a mãe me beijava e chupava meu pau, me deixando durasso até começar a chupar com desespero e sem vergonha na frente da filha dela. Eu fodia a boca dela e esfregava minha rola na cara dela enquanto ela babava igual uma cadela no cio. Falei pra Natalia se ajoelhar de quatro, que era a vez dela, e ela obedeceu na hora. Enquanto minha esposa enfiava os dedos na minha sobrinha, a prima oferecia a bunda da filha pra eu fazer o que quisesse. Então fiquei atrás dela e comecei a comer ela, e enquanto Natalia gemia a cada estocada que eu dava, minha esposa dava tapas na bunda dela e mandava ela aguentar a rola igual a mãe dela. Minha esposa começou a beijar a sobrinha e elas se tocavam sem vergonha na buceta. Minha sobrinha já não ficava mais parada, ela também mexia a bunda pra sentir tudo. Vi a bocetinha dela se abrindo cada vez mais, enfiei até quatro dedos naquela putinha e fiz dela minha mulher. Vi ela gozar como ninguém, e desde aquele dia até agora, as três são minhas namoradas.

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