Sou a putinha da Carla (4)

Fazia uma semana sem saber nada da Carla. Ela não respondia minhas mensagens, eu não tinha coragem de ligar, mas estava ficando preocupado. No fim de semana anterior, quando cheguei no apartamento dela, ela estava com outro cara (o Ángel) e eu comecei a me preocupar que ela tivesse me trocado por ele. A ideia de não ser mais o brinquedinho dela ficava rondando minha mente e começou a me atormentar. E se ela gosta mais de dar pra ele? Não fazia sentido, eu sempre cumpria as ordens dela, sempre satisfazia os desejos dela, não entendia como de repente ela não queria mais saber de mim. Então mandei mensagem pra Luiza, ela achou graça da minha preocupação e disse: "Bem, não se preocupa, se a Carla não te quer mais, então você vai ser meu putinho e de mais ninguém". Por mais idiota que pareça, isso me relaxou um pouco, porque ela me disse que a Carla não estava brava, pelo menos que ela soubesse, que ela devia estar ocupada com "alguma coisa" e me disse que se eu estivesse a fim, sempre podia pegar um trem e ir visitá-la em Barcelona. Sorri ao ler, não vou negar que adorei aquela ideia de passar o fim de semana em Barcelona com a Luiza, mas rapidamente pensei... e se a Carla ficar brava por eu fazer isso sem consultá-la? Então disse pra Luiza: "Obrigado pelo convite, adorei a ideia, mas primeiro preciso falar com a Carla". A Luiza disse: "Como quiser, putinho. Se animar vir, é só me avisar". Nos despedimos e fiquei pensando naquela oferta tentadora. A verdade é que eu estava com muita vontade de ver a Luiza de novo e de ela me comer. Uma parte de mim a desejava, mas antes eu tinha que falar com a Carla.

Passou mais um dia até que finalmente a Carla me escreveu: "Oi putinho, dá pra conversar agora?". Eu estava no trabalho, mas rapidamente fui pro banheiro e respondi: "Claro que sim, mami". Um grande nervosismo me invadiu, em parte pela excitação de receber a mensagem dela e em parte pela preocupação de que talvez ela fosse dizer que não queria mais saber de mim. Então o nervosismo falou mais alto e perguntei se estava tudo bem, se ela estava bem, que fazia dias sem saber ela não respondia minhas mensagens. Rapidamente ela disse "Ah, cala a boca, putinha, estive muito ocupada com um projeto". Bem, a resposta dela deixou claro que tudo continuava igual e fiquei esperando que fosse ela quem conduzisse a conversa. Esperei alguns minutos até receber a mensagem desejada... "Esta noite quero que venha na minha casa, ok, putinha?" Ao que respondi com um SIM em maiúsculas. Ela disse que esteve muito ocupada com um projeto e eu disse para não se preocupar, que faria tudo possível para relaxá-la. Ela elogiou minha resposta, disse que tinha algo preparado e que tinha que ser esta noite, que não podia esperar mais. Eu obviamente disse para não se preocupar, que esta noite estaria lá.

Saí do banheiro e fui direto para minha mesa, o coração batendo a mil por hora. Como sempre, Carla não tinha dado mais detalhes, mas eu sabia que fosse o que fosse que ela tinha preparado, eu iria gostar, mas minha mente não parava de dar voltas. O dia foi eterno no escritório, o tempo não passava e eu não conseguia parar de pensar na Carla e no que ela poderia ter preparado. Estava tão excitada que já estava com a calcinha encharcada e um volume constante na calça, escondido embaixo da mesa da minha escrivaninha. Finalmente chegou a hora e saí correndo para casa, tomei um banho rápido e fui para o metrô. Sabia que nessa hora Carla já estaria em casa, já fazia cerca de uma hora que ela teria saído do trabalho, então enviei uma mensagem dizendo que estava com tanta vontade de vê-la e já estava pronta, que se poderia ir um pouco antes. Ela disse "Sim, putinha, ótimo! Vem logo, estou te esperando". Acho que nunca fiz o caminho da estação do metrô até a casa dela tão rápido como naquele dia, subi para o apartamento dela e encontrei a porta do prédio entreaberta e lá estava Carla, como de costume, recostada no sofá com lingerie preta e seu pau duro para fora. Aquela visão me encantou, mas de repente percebi que ela tinha uma coleira na mão e no chão havia uma pessoa com uma máscara de cachorro. Fiquei parado e ela disse: "Vamos, puta, vem cá, você não estava com tanta vontade de me ver?" Me aproximei sem parar de olhar para a pessoa mascarada que estava no chão, era o Ángel, reconheci quando me aproximei para beijar a Carla, o imbecil latiu para mim e agiu como se fosse me morder. Rapidamente a Carla o repreendeu e deu um tapa na sua bunda: "Puta má! Ele é um pouco ciumento, mas não se preocupe, ele não vai te machucar. Gostou do meu novo brinquedo? Tenho trabalhado nessa putinha nos últimos dias." Eu estava atônito, para ser sincero não esperava por isso e disse: "Mas é o Ángel, não é?" E a Carla agarrou meu queixo com sua mão livre e disse: "Nunca mais pronuncie esse nome, puta, esta é a minha putinha e você é a minha puta, está claro?" Eu balancei a cabeça e ela disse: "Ok, agora que todos sabem quem são, vamos começar a brincar."

A Carla me ordenou que me despisse, enquanto ordenava à sua putinha que chupasse seu pau, e ambas obedecemos rapidamente. Quando eu estava nu, me aproximei da Carla, sem saber por que também fiquei de quatro ao lado da sua putinha e comecei a chupar seus peitos. A Carla me disse: "Vem, vamos para o quarto, você vai gostar do jogo de hoje" e a segui até o quarto enquanto observava o pau mole, mas grosso, do Ángel balançando entre suas pernas. A Carla indicou que eu me deitasse na cama e, num pulo, sua putinha subiu na cama e começou a chupar meu pau. "Viu, minha putinha é boa e bem treinada." Enquanto o Ángel chupava meu pau, eu tinha uma visão da Carla, de seus peitos e seu sorriso malicioso fixado em mim. De repente, ela puxou a coleira de sua putinha e a afastou do meu pau. Pude ver em seu olhar o que ela ia fazer, aquilo que ela tanto gosta e que outras vezes tinha feito comigo, ela enfiou o pau na sua putinha, pude sentir o espasmo, aquela mistura de dor e prazer que o Ángel experimentou ao recebê-lo de uma vez, ele apertou os dentes, mas não gritou e a Carla o recompensou com um tapa sonoro na sua cu acompanhado de um “Isso é puta, gozada, você gosta de sentir ela assim toda, não é? Vai, continua chupando” e soltou um pouco a corda para deixar de novo que continuasse comendo meu pau. Assim seguimos por um tempo, Carla empurrando a cabeça da sua puta para obrigá-la a engolir meu pau inteiro, até que finalmente ela parou e disse… “Bom, já parece que vocês são amigas, então vou te soltar, puta”. A verdade é que eu estava gozando, a Ângela chupava muito bem, tinha cuidado muito bem da minha glande até aquele momento. Mas Carla tinha pensado em algo mais, então me disse “Vamos, puta, sai de lado e você, puta, já sabe o que tem que fazer”. Sem pensar, saí da cama e olhei atônito, a Ângela se dobrou na cama, de bruços, com as pernas recolhidas como se fosse uma puta de verdade, oferecendo a bunda e me disse “Isto é o que tenho preparado para você hoje, puta, um sanduíche. Agora quero que você coma minha puta, já deixei a bunda dela bem aberta e se prepare, agora você vai ser minha puta”. Aquilo me excitou, tinha a bunda da Ângela na minha frente, o pau dela mole mas encharcado entre as pernas e a perspectiva de receber o pau da Carla que tanto estava desejando. Subi na cama e busquei a posição para poder enfiar meu pau naquela bunda, aos poucos a Ângela se curvou mais e facilitou o acesso, comecei a comer aquela bunda devagar, fui aumentando o ritmo e de repente senti as mãos da Carla na minha cintura, com a certeza inquestionável de que ia receber o pau dela. E assim foi, pude sentir como ela lubrificou minha bunda e sem muito mais para esperar, recebi sua clássica investida, ela enfiou o pau e colocou a boca perto da minha orelha, “Era isso que você tanto queria, puta? A Luiza já me disse que você falou com ela, que estava preocupada, não puta, não, não se preocupe, você é minha e isso não vai acabar (de novo ela enfiou) mas não gosto que você fale com a Luiza sem minha permissão, tá me ouvindo, puta? Então vou ter que te dar uma lição” Carla não parava de me comer duro, eu tinha ficado com o pau dentro do Ângel, da putinha dele, e já não me mexia, simplesmente resistia às investidas da Carla e transmitia o impulso pra putinha. A Carla estava me dando palmadas enquanto me comia e me dizia que tinha sentido falta de foder meu cuzinho apertado. Ela parou um momento com o pau dentro e me disse: agora quero que você se mexa, que foda minha putinha e enfie esse pau no seu cu. E foi o que fiz, comecei a mexer minha bunda e a sentir aquele pau entrando e saindo de mim enquanto eu fodia a putinha. Uma sensação prazerosa, libertei a putinha que carrego dentro e até desejei poder ter outro pau pra sentir na minha boca. Era evidente que estava gozando como nunca e não demorei a gozar, dei minha porra pra essa putinha e a Carla me parabenizou.

“Nossa, putinha, você gozou como nunca, hein?” Eu estava naqueles momentos apoiado nas costas do Ângel e a Carla me ordenou sair e ficar de quatro. Ela se aproximou por trás e me disse no ouvido: “Já te disse que tinha que te punir e você gostou, putinha. Então fica de quatro agora, porque minha putinha vai te foder. A coitadinha está uma semana sem gozar e vai encher seu cu de porra. Assim você aprende que não deve falar com a Luiza sem minha permissão.” E de repente senti, o Ângel se posicionou sobre mim e senti aquela cabeça grossa empurrando meu cu. Tenho que dizer que o pau do Ângel não é tão grosso nem tão longo quanto o da Carla, mas a cabeça é grossa e aquilo eu notei, e a Carla sabia, por isso ficou ao meu lado pra ver minha reação, pra ver como meus olhos se abriam ao receber aquele pau. “Vamos, putinha! Fode ela rápido, quero que encha ela de porra.” E foi o que o Ângel fez, começou a me dar umas investidas duras, aquela cabeça estava me destruindo, estava me fodendo como um animal e de repente a Carla colocou o pau dela na minha boca. “Toma, putinha, quero que tire minha porra.” E comecei a chupar aquele pau enquanto o Ângel me fodia, estava saboreando o pau da Carla na minha boca quando de repente pude sentir, o Ângel se... Eu estava correndo, ele parou com toda a pica dentro e soltou a porra. Carla começou a se masturbar mais forte com a pica na minha boca e acabou gozando na minha boca. Ela me beijou e disse: "Espero que tenha aprendido a lição, vadia."

Tenho que admitir que aprendi a lição, mas não desgostei do castigo, afinal sou uma vadia.

Aqui está a Carla e a pica dela que sabe tirar a vadia que tenho dentro de mim.Sou a putinha da Carla (4)

vadia

2 comentários - Sou a putinha da Carla (4)

muy bueno y muy exitante pone fotos de tu ama !!
Aloba +2
Subí 2 fotos, espero que si se entera no se enfade... ella no sabe que estoy contando todo esto... si se entera igual me prepara otro casigo 😏