Sozinha em casa

Tô sozinha em casa, deitada na cama e na companhia do meu livro, já que a programação da TV não tem nada de bom. Meu marido vai ficar vários dias fora a trabalho. Isso nunca foi um problema pra mim, muito pelo contrário, adoro curtir meu espaço e assim dar uma desintoxicada na relação da mesmice que vem com os anos. Não sei se com ele acontece o mesmo, e também não faço ideia se ele já me traiu em alguma dessas viagens. Eu nunca fiz isso, e olha que já são vinte anos de casamento, que não é pouca coisa. Posso dizer, no entanto, que a relação é satisfatória em quase todos os sentidos, e a verdade é que meter chifre nunca esteve nos meus planos. Nossas transas são boas, então uma aventura extra nunca me chamou a atenção, mas as coisas podem mudar num piscar de olhos.
Tenho cinquenta anos e não estou no meu melhor momento físico, mas também não reclamo. A idade é o que é, e a gente já não pode esperar ter o corpo de uma novinha, por mais que se esforce, ainda mais depois de ter dado à luz duas vezes. De qualquer forma, minhas curvas ainda estão no lugar, são provocantes e capazes de despertar paixões no pessoal masculino.
Sem mais enrolação, vou contar minha experiência.
Como eu disse, tô lendo meu livro, e embora não seja um romance erótico, a descrição de uma cena de sexo entre os protagonistas me deixa excitada, e sem perceber, meus dedos começam a acariciar meu mamilo direito, e o tesão aumenta tanto que sinto uma vontade incontrolável de me masturbar. Não tenho muita dificuldade em tirar a calça e rapidamente me vejo com meu dedo judiando do meu clitóris, até que tenho que largar o livro de lado e focar no prazer que minha mão tá dando pra minha buceta ávida. O movimento acelera e mais dois dedos se juntam na esfregada, de um jeito que enquanto minha mão direita deslizo uma e outra vez pela fenda encharcada, o dedo médio da mão esquerda faz movimentos circulares no meu clitóris até que minha buceta começa a convulsionar, explodindo num orgasmo gostoso que me deixa imóvel por uns instantes. Levanto da cama e sento no bidê pra me lavar, depois visto a calcinha e acendo um cigarro. Sem saber bem pra quê, ligo o notebook e, num movimento automático, abro o programa de e-mail pra ver se tem algo novo, mas nada. Entro num chat que costumo acessar quando tô entediada, sem pretensão nenhuma além de me distrair.

Normalmente, pipocam um monte de janelinhas de privado com dezenas de pretendentes com intenções de todo tipo, principalmente desonestas. Eu não costumo ligar muito quando o povo é sem noção, e escolho com quem falo, mas logo abre uma janela na minha frente e vejo uma imagem dos atributos do meu interlocutor — e não acredito no que tô vendo. Vou fechar a tal janela, ele pergunta se gostei do que vi, diz também que se eu quiser, é tudo meu. Eu não respondo, mas na sequência recebo um convite pra aceitar a câmera dele. Depois de uns segundos de dúvida, aceito o convite, e vejo um close de um jovem escarrapachado se esfregando numa pica que, de primeira, não me parece real, mas uma prótese que ele colocou ali pra impressionar, mas nada disso — é real mesmo.

Imagino que ele percebeu minha cara de surpresa com os atributos dele. É um jovem de vinte e três anos, excessivamente magro, diria que meio raquítico. Não é bonito, na verdade, é o contrário. A morfologia dele não me atrai nem um pouco, mas ele sabe qual é o talento dele, e eu também.

A mão dele sobe e desce no pilão de carne e minha buceta começa a soltar caldo sem controle nenhum. O jovem me pede pra tirar a roupa, mas não faço, mesmo com vontade. Não tô acostumada com um troço desses. Espontaneidade. Ele me pergunta se eu gosto do que vejo e sou obrigada a dizer que sim. Nesse ponto, o ego dele é tão desmedido quanto o pau dele, então o movimento da mão dele acelera o ritmo enquanto me observa. Ele pede de novo pra eu tirar a roupa e eu entendo que é justo. Tiro a camiseta e o sutiã e mostro que meus peitos ainda não cederam à gravidade. Meus mamilos estão duros e sensíveis. Ele quer me foder, ele diz, e eu quero que ele faça isso, eu respondo. Aí ele pergunta onde eu moro pra vir me dar a foda da minha vida. Eu percebo que ele está falando sério, ao contrário de mim, que minhas intenções não iam tão longe, só de nos masturbarmos enquanto nos olhávamos.
—Me dá teu endereço, não demoro— ele repete. Nós dois estamos num chat da mesma cidade, então ele deduz que moramos relativamente perto. Eu não sei o que fazer. O garoto poderia ser meu filho, e além disso, nunca fiz uma loucura desse calibre, mas é minha buceta que fala por mim, e sem pensar nas consequências, dou meu endereço pra ele. Em seguida, ele se levanta, passeia o pau pela câmera e eu vejo um close extremo da cabeçona vermelha com uma gota de porra dedicada a mim, depois enfia com muito esforço aquele pedaço na calça e me escreve:
—Me dá meia hora— e automaticamente na janela aparece uma mensagem de "desconectado".
Meu coração vai a mil. O que eu fiz? Eu me pergunto.
São dez da noite e normalmente meu marido me liga às onze pra me dar boa noite. É um detalhe que me ocorre tarde demais. Talvez eu diga que não estou bem e fui dormir, assim não vou ter que dar muitas explicações. Começo a pensar também que o fato do garoto vir na minha casa pode me trazer complicações. Não conheço ele de nada. Por que eu fiz isso então? Eu me pergunto de novo. É minha buceta também que responde a pergunta.
Depois de me lavar e me arrumar, espero ele chegar, mas parece que ele atrasa e os trinta minutos viram quarenta e cinco até que ouço a campainha. Tô um caco de nervos. Atendo o interfone e vejo pelo porteiro eletrônico que ela tá me sorrindo. Abro e espero atrás da porta enquanto ela sobe os onze andares no elevador. Quando a porta abre, meu coração parece que vai saltar do peito. Coloquei a melhor lingerie que tenho e por cima umas leggings com uma camiseta que marca minhas curvas. Apertamos as mãos e trocamos um beijo de boas-vindas. Ela me olha de cima a baixo, avaliando o butim. Diz que tô uma gostosa e eu agradeço o elogio. Ofereço um café pra quebrar o gelo, tentando ser educada, mas parece que ela tem bem claro a que veio e não é pra tomar café. Sentamos no sofá e a boca dela busca a minha sem mais enrolação. Apesar da pouca idade, parece saber o que faz. É como se os papéis estivessem invertidos. Eu deveria ser a experiente e ela, a aprendiz. A mão habilidosa dela pega uma das minhas tetas e começa a apalpar e a pesar a mercadoria por baixo da camiseta. Quando parece ter conferido de cabo a rabo o tamanho e a firmeza dos meus peitos, a mão desce em busca de outros tesouros, eu dou um pulo e solto um gemido ao sentir um dedo se enfiar na minha buceta molhada. Parece que perdeu a paciência e também os modos. Ela arranca literalmente as minhas leggings e a camiseta, me deixando só com a calcinha minúscula e o sutiã por baixo dos peitos. Me deixa pelada e à mercê dela. Tô muito excitada, morrendo de vontade que ela me abra no meio com aquela pica, mas as intenções dela são outras, por enquanto. Me deita no sofá e abre minhas pernas, de um jeito que fica um instante olhando minha buceta toda aberta e ansiosa, escorrendo líquido. A garota se ajoelha e parte pra devorar. Nem sei o nome dela, e penso que também não tô nem aí. O que importa naquele momento é o prazer que ela tá me dando, passando a língua em cada canto da minha xota. dobras com a língua. Ela me fode com ela, passeia pelo clitóris, depois desliza até o cu e até faz incursões nele. É uma sensação nova pra mim, e com certeza, muito prazerosa.
Fico impaciente e peço pra ela me foder de uma vez.
— Que foxy você é — ela me diz. Eu fico meio perplexa, mas a essa altura tô pouco me lixando pro que ela fala. Fui sincera e o que mais quero naquele momento é que ela me parta ao meio.
Ela se levanta e se prepara pra abrir a calça. A corcova que se marca dá um aspecto meio amorfo. Entre o magricela que ela é e o volume que se marca na virilha, parece um ser disforme, mas tô nem aí. Quero tocar e passo a mão pela protuberância tentando medir o tamanho. Ajudo com a outra mão e procuro o botão da jeans pra desabotoar, em seguida abro o zíper e depois abaixo a calça junto com a cueca, soltando uma cock soberba que salta como uma mola me dando boas-vindas.
Eu sabia o que se escondia nos bastidores, mas ao vivo e a cores é ainda mais imponente. Deslizo a mão pelo tronco me certificando de que é real. E como é. Minha boca se abre ávida, mas ainda não a introduzo. Eu fuck you desde a base e dou vários beijos na glande, depois é minha língua que passeia por ela e serpenteia pelo cipote, enquanto com a mão agarro as bolas dele.
Olho pra cima e vejo a cara de prazer dele. Se já é feio por si só, com a cara descomposta pelo prazer, fica ainda mais feio. Pego a cock de novo pelo tronco e meto na boca. Nem consigo abrigar metade dentro. Ele tenta enfiar a tranca na minha garganta, mas parece uma façanha impraticável e eu fico balançando a cabeça fazendo um boquete digno da melhor profissional, prova disso é o lefazo que se aventura direto pro meu estômago. Automaticamente me livro da cock num engasgo, e outro jato Porra de cum cruza meu rosto me deixando momentaneamente cega, e sem me dar trégua vou sentindo como um após o outro, os tapas vão batendo na minha cara até que aos poucos a gozada do jovem garanhão vai diminuindo.
Não vejo nada. Tento tirar a meleca com os dedos pra abrir os olhos e ir me limpar, mas a tarefa é difícil. O telefone começa a tocar. Sei que é meu marido e preciso atender. Não podia ter sido mais inoportuno. Consigo pegar a camiseta e me limpo com ela, em seguida corro até o móvel e foda-se o celular. Olho pro meu jovem amante e ordeno com o dedo nos lábios que ele mantenha a boca fechada. Ele tá sentado no sofá se tocando na pica como se não tivesse gozado, já que continua exibindo uma ereção de cavalo, e enquanto balbucio vejo meu jovem amante se masturbando.
Meu visual deve estar bem cômico. Ainda tenho esperma na cara e no cabelo. Tô nervosa e preocupada com a situação desconfortável, por outro lado, o moleque parece curtir o momento. Tento me recompor e digo pro meu marido que deitei porque não tô bem, na esperança de ele desligar logo, mas ele decidiu que não tá a fim e quer puxar conversa pra me animar. Eu não quero animação, a única coisa que quero é montar em cima da pica ereta que tá chamando minha atenção.
— Amor, não tô bem. Vou dormir — insisto mais uma vez, e diante da minha teimosia em desligar, ele se toca e eu corro pra montar no potro que me espera impaciente. Enfio a pica e masturbo ele por uns segundos. Em seguida pergunto se ele tem camisinha, mas ele diz que não, então começo a avaliar outros riscos, mesmo assim, tão tesuda que confio na sorte. Além dos riscos de saúde, ainda tô menstruada e posso engravidar. Meu marido é vasectomizado e nesse sentido não preciso me preocupar, mas agora a situação é outra, embora as dúvidas se dissipem quando sinto o tronco deslizar dentro de mim. É como uma porra de uma barra de ferro quente enfiada até o fundo. Subo devagar enquanto o jovem garanhão pega nas minhas tetas e chupa meus bicos. Depois desço de novo, aumentando o ritmo aos poucos. Meus caldos escorrem pelo mastro que vai batendo nas minhas entranhas. A sensação é indescritível e o moleque se esforça pra me dar tudo, enquanto eu me mexo como uma amazona montando um potro desenfreado. O jovem me diz que se eu continuar assim, vai fazer ele gozar, mas mesmo que quisesse, não consigo parar. Quero gozar, e gozo gritando que nem uma histérica, enquanto o moleque me dá tapas na bunda. Geralmente não sou de gritar quando transo, mas agora não consigo evitar. Grito sem nenhum pudor num orgasmo que não quer me largar, e quando sinto as pulsações da pica dentro de mim se sincronizando com as minhas, percebo o esperma batendo nas paredes do meu útero, aumentando ainda mais o prazer, e depois de um minuto em que não me reconheço, me viro de lado pra desmontar, e a pica escapa da minha cavidade num peido sonoro, acompanhado da gozada grossa. É aí que me dou conta da minha imprudência. Sei que não estou ovulando, mas biologia não é matemática. Tento não pensar nisso, e procuro acalmar os remorsos que agora corroem minha consciência pelo prazer que um jovem garanhão me deu. Estou completamente saciada, isso é certeza. Peço desculpas e vou pro banheiro. Ainda escorre a substância viscosa de dentro de mim e tento limpar bem minhas partes íntimas. Embora tenha curtido como nunca, quero que ele vá embora. Estou satisfeita e cheia da essência dele, e não quero complicações. Vou dizer que foi muito bom e a gente se despede aqui, mas quando me viro pra pegar a toalha, dou de cara com a pica dele meia-bomba na minha frente. Não acredito. Será que nunca amolece ou ele tá há meses sem foder? Não tô afim de transar de novo. Porém, desta vez, não consigo tirar os olhos do pau que balança na minha cara. Ele balança de um lado para o outro com a mão, como se quisesse me hipnotizar. Tá claro que ele se orgulha da sua virilidade e, por isso, exibe ela satisfeito.
— Gostou do meu pau? — ele me pergunta, e não tenho escolha a não ser responder com um “amei”.
Ele começa a bater com o pau na minha cara. Eu tento pegar ele com a boca, e ele continua me dando porradas no rosto até que eu seguro ele com a mão e pego. Cuspo no membro e começo a fazer um boquete, enquanto minha mão masturba o tronco, sincronizando os movimentos da mão com os da boca, de um jeito que ele fica duro na minha boca.
— Você é uma casada muito gostosa — ele diz, mas eu tô ocupada demais pra me irritar com a linguagem vulgar dele.
— Você chupa pra caralho, sua safada — ele afirma.
O pau dele na boca e as palavras dele conseguem me excitar de novo, e enquanto com uma mão eu trabalho o pau dele, com a outra eu dou prazer pra minha buceta, que volta a pedir guerra como nos meus melhores tempos.
Ele me levanta do bidê e me apoia bruscamente na pia, então agora tenho uma vista dos sonhos do meu cu. Sinto umas palmadas fortes nas minhas nádegas, acompanhadas de xingamentos sobre minha bunda, mas, em vez de me incomodar, agora é como um elogio, na verdade, eu gosto.
Ele coloca a cabeça do pau na entrada da minha buceta e, sem parar, enche ela de pau, mas longe de parar, começa um movimento de vai e vem, de menos a mais, enquanto nós dois nos olhamos no espelho. Vejo a cara de prazer dele enquanto ele me fode cada vez mais forte, do mesmo jeito, ele vê a minha, sabendo que tá me dando um belo trato. Devo estar com a bunda em carne viva de tanta palmada, mas adoro que ele me bata enquanto arrebenta minha buceta com uma fúria incomum.
— Você gosta que eu te foda? — ele pergunta, completamente desenfreado.
— Amo — respondo do mesmo jeito.
— Mais do que seu marido? — ele pergunta de novo, e não tenho escolha a não ser admitir. é a melhor foda da minha vida, e ao mesmo tempo que o pau dele entra e sai implacável da minha buceta, meu dedo busca o clitóris pra chegar ao orgasmo.
—Goza, sua puta! —ele exige, e não precisa repetir duas vezes. O clímax vem até mim e sacode meu corpo, me fazendo gritar de prazer como nunca. Ele não para, muito pelo contrário. Segura firme na minha cintura e me fode com vontade, como se quisesse enfiar o pau até sair pela minha boca. Eu continuo gozando e rebolando a bunda igual uma possessa até sentir o ritmo diminuir, e de novo sinto o gozo jorrando dentro de mim ao mesmo tempo que percebo o pau dele pulsando. Aos poucos, os gritos e gemidos param, e ele tira o membro, fazendo o esperma escorrer de dentro de mim como uma fonte.
Volto a sentar no bidê pra me lavar, dessa vez com a intenção de ser a última, porque, mesmo se quisesse, não aguentaria mais. Tô moída, mas também imensamente satisfeita, com um pingo de remorso pelo que fiz, mas que logo desaparece quando o sono me pega.
Nós dois dormimos depois de tanto excesso. Não era minha intenção deixar ele passar a noite, mas apaguei sem conseguir evitar, como se tivessem me dado um sonífero.
Dormi de um jeito pesado, igual um urso, por isso na manhã seguinte não lembro que tínhamos apagado depois de tanta trepada, e quando virei na cama, levei um susto ao ver o corpo magrinho do garoto.
É verdade que não tem nada como um sono reparador, porque a ereção matinal do moleque atiçou minha xota de novo, e comecei o dia tomando uma dose considerável de porra no café da manhã pra recuperar as forças, já que a manhã promete ser agitada.

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