Depois daquela trepada compartilhada que nos deixou fora de órbita por um tempo, Omar me pergunta se quero beber algo. Digo que sim, porque a verdade é que não quero ir embora, quero continuar ali, naquele quarto, com ele. Você percebe que está com alguém especial quando, depois do sexo, não sente aquela urgência de cair fora o mais rápido possível. Às vezes acontece de, passado o momento da tesão, eu só querer fugir, desaparecer sem deixar rastro. Com Omar, tudo ao contrário, mesmo que não rolasse mais amor, eu precisava continuar sentindo a presença dele perto de mim. Olho a hora no celular, já são duas e vinte... —Enquanto você pede, vou ao banheiro, preciso me reportar... — digo, em alusão óbvia ao meu marido. Me levanto e assim, nua, me movendo sinuosamente, cruzo o quarto. Sei que ele está me olhando, então ando devagar, sem pressa. Entro no banheiro e fecho a porta. Sento no bidê para me lavar, e enquanto o jato de água fria refresca minhas partes, escrevo para meu marido... "Tudo bem, agora estamos na balada, acho que vamos ficar mais umas horinhas, tentei escapar mas não me deixaram... Rsrsrs... Beijos, te amo..." Anexo à mensagem umas fotos que tinha tirado antes e não postei em nenhuma rede social, então podem passar por atuais. Fotos com colegas de trabalho, tomando um drink, brindando, recebendo meu presente, uma foto em que mando um beijo especialmente pra ele... Foto em que eu já sabia que Omar estava me esperando lá fora. Fecho o bidê e me levanto. Quando volto ao quarto, já tem um champanhe, daqueles bem caros, num balde com gelo. Omar, nu, com o pau pesado entre as coxas, abre a garrafa e serve duas taças. —Sabe que minha única expectativa ao vir para o jantar era só te conhecer? — ele diz, me entregando a minha taça. —Já está me conhecendo bastante — brinco, recebendo a taça e tomando um gole. —Acabou sendo melhor do que eu esperava, mas o que quero dizer que não vim com a intenção de te trazer pra um hotel – ele tenta esclarecer.
– Acredito, mas me fala a verdade: toda vez que me fazia um favor, não passava pela sua cabeça cobrar em espécie? – pergunto.
– Hahaha... – ele ri – Se for sincero, mais de uma vez... Na verdade, quase te chamei pra sair...
– Ah, é? Não me diga... – fico surpresa, já que nunca percebi que ele tivesse tentado.
– É, um dia que você me ligou pra autorizar o pagamento de uns pneus roubados, eu estava quase te chamando pra gente se ver...
– E o que aconteceu? Se arrependeu?
– Nunca. Só que na hora sua neném começou a chorar, e você me disse que era sua filha pedindo teta. Eu não sabia que você tinha sido mãe...
Lembro daquele momento. Tinha voltado há pouco pra cuidar dos meus segurados, então precisei da ajuda dele mais que o normal.
– Lembro... – digo – Foi erro meu não atualizar a vigência do seguro, a Companhia tinha razão em não querer cobrir os pneus... Mas você autorizou mesmo assim, obrigada.
– Não podia te negar, ainda mais depois que você mencionou sua teta... – ele sorri.
– Tá aqui ela, toda sua... – digo, entregando.
Ele beija, chupa, morde meu mamilo.
– E você? Quando me viu, o que pensou? Que eu vim cobrar a dívida? – ele pergunta.
– A verdade...? Quando te vi e soube que era você, pensei: que vontade de te pagar até o último favor...
– Então continuo cobrando? – ele propõe.
– É a única coisa que quero... – afirmo.
Batemos os copos, esvaziamos de um gole e, deixando-os na mesa, nos beijamos com aquela paixão e urgência que não cedem. Tínhamos transado de um jeito eletrizante, mas ainda estávamos com tesão. Sem parar de nos beijar, caímos na cama, rolando um sobre o outro.
– Não quero ficar te devendo nada... – digo, enquanto subo em cima dele.
Ele rapidamente coloca uma camisinha e me enfia tudo pra dentro, sem deixar nada pra fora, só as bolas batendo insistentes contra a entrada da minha buceta. Ali, Montada, me movendo com habilidade equestre, me sinto no topo do mundo, altiva, possessiva, dominante, cada penetração é como uma injeção de adrenalina, de energia viva e tonificante que me motiva a ir por mais. Debaixo, ele acaricia minhas nádegas, minha cintura, meus seios, me admirando... Você percebe quando para um homem você não é apenas um pedaço de carne que ele tem que perfurar para conseguir sua recompensa. Naquele momento, para ele, eu sou como a musa para o artista... —Pega minha bunda...— peço num sussurro, como se fosse um segredo. Ele me olha e sorri, lascivo, malicioso. Sai da minha buceta, agarra o pau com a mão segura e firme, e tenta enfiar por trás... e digo tenta, porque ele está tão inchado, que não entra de primeira nem de segunda. Vejo que ao lado da cama ficaram uns sachês de gel lubrificante, de quando ele pegou as pressas as camisinhas. Pego um, abro, despejo o conteúdo na palma da mão, e lubrifico a pica dele por todo o comprimento. Lubrifico também a bunda, um pouquinho por dentro, pelos lados, e então sim, coloco eu mesma na entrada, naquela cavidade que estremece só de sentir a proximidade do objeto desejado. Agora sou eu que empurro de cima, exercendo pressão com todo o meu corpo, sentindo o esfíncter se abrir, se dilatar, se romper... À medida que o pau vai afundando em mim, é como se a carne, o sangue, tudo, se acumulasse na base, empurrado pela estreiteza do meu cu, por isso sinto ele mais grosso, mais cheio a cada centímetro que ele enfia. Me apoio nas mãos dele que me seguram, e continuo empurrando para baixo, mais energicamente a cada vez... Dói, mas não me importo... Almejo, desejo, imploro que esse homem me arrombe bem o cu, que me destrua, que me machuque de tanto foder, preciso senti-lo por todos os meus orifícios, me enchendo, me transbordando, me explodindo... Estou lançada, não paro, sigo, sigo e sigo, empurrando com meus quadris, com todo o meu peso, até que... ...PLOFT!... Solto um grito de dor? prazer? quando desço completamente e fico sentada sobre as pernas dele, totalmente enfiada. Um forte tremor percorre toda a minha coluna, dos rins até a nuca, enquanto um fogo vivo queima minhas entranhas. É lindo e gratificante sentir toda aquela pressão na parte mais apertada do corpo! A cara do Omar está de aniversário, ele sorri, os olhos brilham, baba de prazer. Dá pra ver que ele não esperava, mas ali estou eu, bem enfiada, dono absoluto de todos os meus buracos, especialmente daquele que só meus amantes acessam. Eu gosto de transar, é inegável, é a forma mais completa, total e absoluta de demonstrar a um homem que você pertence completamente a ele. E eu queria pertencer ao Omar e que ele soubesse. Animado com a possibilidade desse novo acesso, Omar se move por baixo, me comendo com empurrões firmes e contundentes. Eu fico quieta, em cima dele, aproveitando cada empurrão, cada enfiada, esfregando meus peitos no rosto dele todo. -Uuuhhhhffff... Uuuhhhhffff... Uuuhhhhffff...!!!- eu arfio cada vez que ele enfia até o fundo. Aproveito como se fosse uma garota que está levando pela primeira vez. Não se compara, é claro, à primeira vez que fui comida, mas a sensação é terrivelmente intensa e subjugante. Arqueio as costas, jogo a cabeça para trás, e agora sou eu que me movimento, cavalgando ele com todo o meu entusiasmo à flor da pele. Me olho nos espelhos, que refletem minha imagem, subindo e descendo sobre o corpo daquele homem que me tem bem apertada, que não me solta, que me tem presa à sua masculinidade. Não vou dizer que nunca passou pela minha cabeça dar para o cara que, sem me conhecer, me autorizava tudo que eu pedia. Uma tem suas fantasias, mas a realidade superou minhas expectativas. -Te devo uma...- eu disse mais de uma vez, ao me despedir depois de um novo favor, quando na verdade o que eu deveria ter dito era: "Te devo uma boa... poli". E ali estávamos, acertando as contas, mostrando ambos o quanto havíamos esperado por aquele momento. Ele me deita de costas na cama, e volta ao tradicional, me comendo tão gostoso, que até sai espuminha. Então ele tira, deixa o pau pulando no ar, e retoma com força pelo atalho. Dessa vez nem precisa empurrar, meu cu se abre feito uma flor, absorvendo ele por completo. Ele me bombeia à vontade, rachando meu cu no meio, empurrando meus intestinos pra dentro a cada bombada. De repente, tudo fica embaçado ao meu redor, o quarto e tudo que tem nele se dissolve, e só ficamos nós dois, suspensos naquele momento, unidos, enfiados. Tenho outro orgasmo, um especialmente intenso, impactante, um orgasmo anal, já que ele está me comendo pelo cu. Enquanto eu me deixo levar por aquela maré quente e revigorante, ele continua me fodendo, me destruindo sem piedade, usando e abusando da minha parte mais sensível. Ele me esmaga sem parar, até não aguentar mais, e também goza. Entre efusivas expressões de prazer, ele cai sobre mim, ofegante, exausto, coberto de suor. Ficamos ali, deitados, recuperando o fôlego, curtindo a deliciosa cócegas que o orgasmo deixa pulsando nas entranhas. Ele se vira de lado, e soltando um suspiro plácido, exclama: -Será que cada vez que a gente fizer vai ser melhor que a anterior? - Eu estava pensando justamente a mesma coisa. Achei que a primeira trepada que demos tinha sido impactante, alucinante, que dali pra frente só poderia piorar, mas não, essa foi superior em todos os sentidos. Até o depois, aquele momento posterior em que seu corpo ainda está tremendo de prazer, foi ainda mais prolongado que o anterior. Nos beijamos por um bom tempo, beijos curtos, longos, beijos de língua, depois do qual, acreditem se quiser, ficamos conversando por mais de uma hora. Na cama, pelados, só conversando. Ele me contou que é casado, ("felizmente casado" foi a expressão que ele usou), que tem dois filhos, aqueles que eu já tinha visto no status dele no WhatsApp, e que depois de nove anos, pela primeira vez ele estava traindo a esposa. -Valeu a pena esperar...- ele me garante, me dando outro beijo. Notei que ele estava sendo sincero, então quando ele perguntou, tive que admitir que já tinha tido alguns casos. Não acho que ele teria acreditado se eu dissesse que não, embora não tenha tido coragem de confessar que de dois desses casos eu engravidei e tive meus filhos. Nessa hora já estava quase amanhecendo. Então pedimos café da manhã, e tomamos enquanto continuávamos conversando sem parar, contando coisas das nossas vidas, do trabalho. -Vou tomar um banho...- eu digo. Termino minha torrada, me levanto, ando de maneira sexy até a porta do banheiro e, me virando, pergunto: -Vem?- Ele se levanta e vem até mim, com o pau duro, balançando ameaçador entre as pernas. Entramos no chuveiro, abrimos a água e começamos a ensaboar um ao outro. Com os corpos cobertos de espuma, nos abraçamos e beijamos, sentindo renascer aquela vontade que, só agora percebemos, nunca foi embora. Enxáguo a parte íntima dele e me agacho para chupá-lo, saboreando com frenesi ardente todo o seu comprimento, deslizando minha língua para cima e para baixo, até lamber os ovos e o esconderijo debaixo deles. Ele também me chupa, ávido, entusiasmado, primeiro pela frente, pontilhando com a língua os cantos mais escondidos da minha buceta, para depois me virar e lamber toda a linha do meu cu. Ele sai do chuveiro por um momento, mas volta logo em plena tarefa de colocar uma camisinha. Me empurra com o rosto contra o vidro do boxe e me entra por trás, pegando novamente a bunda que ainda está aberta da foda anterior. Ele se afunda uma e outra vez em mim, enérgico, implacável, me arrastando para um novo delírio de prazer. Sinto de novo aquele turbilhão nas entranhas, a maré que sobe e ameaça levar tudo pela frente. Sinto que estou prestes a chegar mais uma vez ao clímax, estou lá, a alguns metros, bem perto, já... quase... Mas não... Ele tira do meu cu, me deixa assim abandonada pelo que parece uma eternidade, e ataca de novo, mas desta vez na minha buceta, fazendo alarde de um vigor notável, prodigioso. Ele me agarra forte nos peitos, e agora sim, me bombardeia até que os dois acabamos envolvidos num coro de gemidos e arfadas que parecem não ter fim... E sim, essa transa, no chuveiro, foi ainda muito mais intensa e avassaladora que as anteriores, tanto que até boa parte daquele dia continuei sentindo dentro de mim suas deliciosas sequelas. Muito a contragosto, saímos do chuveiro e voltamos pro quarto pra começar a nos vestir. Já eram quase sete da manhã quando saímos do hotel. Omar me deixou a uma quadra de casa, embora antes de eu descer do carro dele, nos despedimos com um daqueles beijos que você não dá pra qualquer um, mas sim pra alguém muito especial. Quando cheguei em casa, meu marido e as crianças ainda dormiam. O que fiz foi me deitar no sofá da sala, e fingir que tinha adormecido com a roupa vestida. —Nem sei a que horas cheguei... — disse depois pro meu marido, reprimindo um bocejo — Mas não deve ter sido mais que quatro. Alguns ainda estavam na festa, eu fugi assim que pude. — Você devia ter vindo pra cama — ele me repreende. — Não quis te acordar — digo, dando-lhe um beijinho — Além disso, mal entrei desabei no sofá, não aguentava mais, os sapatos que estreie me deixaram sofrendo a noite toda, espero que não saiam bolhas. — Ele se sentou bem na minha frente e começou a fazer massagem nos meus pés. — E os pequenos? Como se comportaram? — pergunto pelos meus filhos. — Bem, sentiram sua falta, mas não deram problemas. — Para compensá-los, naquela tarde de sábado saímos de passeio os quatro, e embora estivesse curtindo com minha família, não conseguia tirar da cabeça (nem do meu corpo) a lembrança daquela noite. As sensações, a pulsação do orgasmo, dos orgasmos!, tudo ainda estava muito latente em mim, tanto que se Omar tivesse aparecido de repente, não teria como evitar me pendurar nele pescoço e beijá-lo, sem pensar nas consequências. Foi o impacto que ele me causou. Não sei como vai seguir nosso lance. Tenho certeza que a gente vai se ver de novo. O que eu sei é que não consigo nem conceber a ideia de não transar com ele de novo. De qualquer forma, vou mantendo vocês informados. Que terminem bem o ano, curtam com a família, e... FELIZ 2024 PRA TODOS!!!
– Acredito, mas me fala a verdade: toda vez que me fazia um favor, não passava pela sua cabeça cobrar em espécie? – pergunto.
– Hahaha... – ele ri – Se for sincero, mais de uma vez... Na verdade, quase te chamei pra sair...
– Ah, é? Não me diga... – fico surpresa, já que nunca percebi que ele tivesse tentado.
– É, um dia que você me ligou pra autorizar o pagamento de uns pneus roubados, eu estava quase te chamando pra gente se ver...
– E o que aconteceu? Se arrependeu?
– Nunca. Só que na hora sua neném começou a chorar, e você me disse que era sua filha pedindo teta. Eu não sabia que você tinha sido mãe...
Lembro daquele momento. Tinha voltado há pouco pra cuidar dos meus segurados, então precisei da ajuda dele mais que o normal.
– Lembro... – digo – Foi erro meu não atualizar a vigência do seguro, a Companhia tinha razão em não querer cobrir os pneus... Mas você autorizou mesmo assim, obrigada.
– Não podia te negar, ainda mais depois que você mencionou sua teta... – ele sorri.
– Tá aqui ela, toda sua... – digo, entregando.
Ele beija, chupa, morde meu mamilo.
– E você? Quando me viu, o que pensou? Que eu vim cobrar a dívida? – ele pergunta.
– A verdade...? Quando te vi e soube que era você, pensei: que vontade de te pagar até o último favor...
– Então continuo cobrando? – ele propõe.
– É a única coisa que quero... – afirmo.
Batemos os copos, esvaziamos de um gole e, deixando-os na mesa, nos beijamos com aquela paixão e urgência que não cedem. Tínhamos transado de um jeito eletrizante, mas ainda estávamos com tesão. Sem parar de nos beijar, caímos na cama, rolando um sobre o outro.
– Não quero ficar te devendo nada... – digo, enquanto subo em cima dele.
Ele rapidamente coloca uma camisinha e me enfia tudo pra dentro, sem deixar nada pra fora, só as bolas batendo insistentes contra a entrada da minha buceta. Ali, Montada, me movendo com habilidade equestre, me sinto no topo do mundo, altiva, possessiva, dominante, cada penetração é como uma injeção de adrenalina, de energia viva e tonificante que me motiva a ir por mais. Debaixo, ele acaricia minhas nádegas, minha cintura, meus seios, me admirando... Você percebe quando para um homem você não é apenas um pedaço de carne que ele tem que perfurar para conseguir sua recompensa. Naquele momento, para ele, eu sou como a musa para o artista... —Pega minha bunda...— peço num sussurro, como se fosse um segredo. Ele me olha e sorri, lascivo, malicioso. Sai da minha buceta, agarra o pau com a mão segura e firme, e tenta enfiar por trás... e digo tenta, porque ele está tão inchado, que não entra de primeira nem de segunda. Vejo que ao lado da cama ficaram uns sachês de gel lubrificante, de quando ele pegou as pressas as camisinhas. Pego um, abro, despejo o conteúdo na palma da mão, e lubrifico a pica dele por todo o comprimento. Lubrifico também a bunda, um pouquinho por dentro, pelos lados, e então sim, coloco eu mesma na entrada, naquela cavidade que estremece só de sentir a proximidade do objeto desejado. Agora sou eu que empurro de cima, exercendo pressão com todo o meu corpo, sentindo o esfíncter se abrir, se dilatar, se romper... À medida que o pau vai afundando em mim, é como se a carne, o sangue, tudo, se acumulasse na base, empurrado pela estreiteza do meu cu, por isso sinto ele mais grosso, mais cheio a cada centímetro que ele enfia. Me apoio nas mãos dele que me seguram, e continuo empurrando para baixo, mais energicamente a cada vez... Dói, mas não me importo... Almejo, desejo, imploro que esse homem me arrombe bem o cu, que me destrua, que me machuque de tanto foder, preciso senti-lo por todos os meus orifícios, me enchendo, me transbordando, me explodindo... Estou lançada, não paro, sigo, sigo e sigo, empurrando com meus quadris, com todo o meu peso, até que... ...PLOFT!... Solto um grito de dor? prazer? quando desço completamente e fico sentada sobre as pernas dele, totalmente enfiada. Um forte tremor percorre toda a minha coluna, dos rins até a nuca, enquanto um fogo vivo queima minhas entranhas. É lindo e gratificante sentir toda aquela pressão na parte mais apertada do corpo! A cara do Omar está de aniversário, ele sorri, os olhos brilham, baba de prazer. Dá pra ver que ele não esperava, mas ali estou eu, bem enfiada, dono absoluto de todos os meus buracos, especialmente daquele que só meus amantes acessam. Eu gosto de transar, é inegável, é a forma mais completa, total e absoluta de demonstrar a um homem que você pertence completamente a ele. E eu queria pertencer ao Omar e que ele soubesse. Animado com a possibilidade desse novo acesso, Omar se move por baixo, me comendo com empurrões firmes e contundentes. Eu fico quieta, em cima dele, aproveitando cada empurrão, cada enfiada, esfregando meus peitos no rosto dele todo. -Uuuhhhhffff... Uuuhhhhffff... Uuuhhhhffff...!!!- eu arfio cada vez que ele enfia até o fundo. Aproveito como se fosse uma garota que está levando pela primeira vez. Não se compara, é claro, à primeira vez que fui comida, mas a sensação é terrivelmente intensa e subjugante. Arqueio as costas, jogo a cabeça para trás, e agora sou eu que me movimento, cavalgando ele com todo o meu entusiasmo à flor da pele. Me olho nos espelhos, que refletem minha imagem, subindo e descendo sobre o corpo daquele homem que me tem bem apertada, que não me solta, que me tem presa à sua masculinidade. Não vou dizer que nunca passou pela minha cabeça dar para o cara que, sem me conhecer, me autorizava tudo que eu pedia. Uma tem suas fantasias, mas a realidade superou minhas expectativas. -Te devo uma...- eu disse mais de uma vez, ao me despedir depois de um novo favor, quando na verdade o que eu deveria ter dito era: "Te devo uma boa... poli". E ali estávamos, acertando as contas, mostrando ambos o quanto havíamos esperado por aquele momento. Ele me deita de costas na cama, e volta ao tradicional, me comendo tão gostoso, que até sai espuminha. Então ele tira, deixa o pau pulando no ar, e retoma com força pelo atalho. Dessa vez nem precisa empurrar, meu cu se abre feito uma flor, absorvendo ele por completo. Ele me bombeia à vontade, rachando meu cu no meio, empurrando meus intestinos pra dentro a cada bombada. De repente, tudo fica embaçado ao meu redor, o quarto e tudo que tem nele se dissolve, e só ficamos nós dois, suspensos naquele momento, unidos, enfiados. Tenho outro orgasmo, um especialmente intenso, impactante, um orgasmo anal, já que ele está me comendo pelo cu. Enquanto eu me deixo levar por aquela maré quente e revigorante, ele continua me fodendo, me destruindo sem piedade, usando e abusando da minha parte mais sensível. Ele me esmaga sem parar, até não aguentar mais, e também goza. Entre efusivas expressões de prazer, ele cai sobre mim, ofegante, exausto, coberto de suor. Ficamos ali, deitados, recuperando o fôlego, curtindo a deliciosa cócegas que o orgasmo deixa pulsando nas entranhas. Ele se vira de lado, e soltando um suspiro plácido, exclama: -Será que cada vez que a gente fizer vai ser melhor que a anterior? - Eu estava pensando justamente a mesma coisa. Achei que a primeira trepada que demos tinha sido impactante, alucinante, que dali pra frente só poderia piorar, mas não, essa foi superior em todos os sentidos. Até o depois, aquele momento posterior em que seu corpo ainda está tremendo de prazer, foi ainda mais prolongado que o anterior. Nos beijamos por um bom tempo, beijos curtos, longos, beijos de língua, depois do qual, acreditem se quiser, ficamos conversando por mais de uma hora. Na cama, pelados, só conversando. Ele me contou que é casado, ("felizmente casado" foi a expressão que ele usou), que tem dois filhos, aqueles que eu já tinha visto no status dele no WhatsApp, e que depois de nove anos, pela primeira vez ele estava traindo a esposa. -Valeu a pena esperar...- ele me garante, me dando outro beijo. Notei que ele estava sendo sincero, então quando ele perguntou, tive que admitir que já tinha tido alguns casos. Não acho que ele teria acreditado se eu dissesse que não, embora não tenha tido coragem de confessar que de dois desses casos eu engravidei e tive meus filhos. Nessa hora já estava quase amanhecendo. Então pedimos café da manhã, e tomamos enquanto continuávamos conversando sem parar, contando coisas das nossas vidas, do trabalho. -Vou tomar um banho...- eu digo. Termino minha torrada, me levanto, ando de maneira sexy até a porta do banheiro e, me virando, pergunto: -Vem?- Ele se levanta e vem até mim, com o pau duro, balançando ameaçador entre as pernas. Entramos no chuveiro, abrimos a água e começamos a ensaboar um ao outro. Com os corpos cobertos de espuma, nos abraçamos e beijamos, sentindo renascer aquela vontade que, só agora percebemos, nunca foi embora. Enxáguo a parte íntima dele e me agacho para chupá-lo, saboreando com frenesi ardente todo o seu comprimento, deslizando minha língua para cima e para baixo, até lamber os ovos e o esconderijo debaixo deles. Ele também me chupa, ávido, entusiasmado, primeiro pela frente, pontilhando com a língua os cantos mais escondidos da minha buceta, para depois me virar e lamber toda a linha do meu cu. Ele sai do chuveiro por um momento, mas volta logo em plena tarefa de colocar uma camisinha. Me empurra com o rosto contra o vidro do boxe e me entra por trás, pegando novamente a bunda que ainda está aberta da foda anterior. Ele se afunda uma e outra vez em mim, enérgico, implacável, me arrastando para um novo delírio de prazer. Sinto de novo aquele turbilhão nas entranhas, a maré que sobe e ameaça levar tudo pela frente. Sinto que estou prestes a chegar mais uma vez ao clímax, estou lá, a alguns metros, bem perto, já... quase... Mas não... Ele tira do meu cu, me deixa assim abandonada pelo que parece uma eternidade, e ataca de novo, mas desta vez na minha buceta, fazendo alarde de um vigor notável, prodigioso. Ele me agarra forte nos peitos, e agora sim, me bombardeia até que os dois acabamos envolvidos num coro de gemidos e arfadas que parecem não ter fim... E sim, essa transa, no chuveiro, foi ainda muito mais intensa e avassaladora que as anteriores, tanto que até boa parte daquele dia continuei sentindo dentro de mim suas deliciosas sequelas. Muito a contragosto, saímos do chuveiro e voltamos pro quarto pra começar a nos vestir. Já eram quase sete da manhã quando saímos do hotel. Omar me deixou a uma quadra de casa, embora antes de eu descer do carro dele, nos despedimos com um daqueles beijos que você não dá pra qualquer um, mas sim pra alguém muito especial. Quando cheguei em casa, meu marido e as crianças ainda dormiam. O que fiz foi me deitar no sofá da sala, e fingir que tinha adormecido com a roupa vestida. —Nem sei a que horas cheguei... — disse depois pro meu marido, reprimindo um bocejo — Mas não deve ter sido mais que quatro. Alguns ainda estavam na festa, eu fugi assim que pude. — Você devia ter vindo pra cama — ele me repreende. — Não quis te acordar — digo, dando-lhe um beijinho — Além disso, mal entrei desabei no sofá, não aguentava mais, os sapatos que estreie me deixaram sofrendo a noite toda, espero que não saiam bolhas. — Ele se sentou bem na minha frente e começou a fazer massagem nos meus pés. — E os pequenos? Como se comportaram? — pergunto pelos meus filhos. — Bem, sentiram sua falta, mas não deram problemas. — Para compensá-los, naquela tarde de sábado saímos de passeio os quatro, e embora estivesse curtindo com minha família, não conseguia tirar da cabeça (nem do meu corpo) a lembrança daquela noite. As sensações, a pulsação do orgasmo, dos orgasmos!, tudo ainda estava muito latente em mim, tanto que se Omar tivesse aparecido de repente, não teria como evitar me pendurar nele pescoço e beijá-lo, sem pensar nas consequências. Foi o impacto que ele me causou. Não sei como vai seguir nosso lance. Tenho certeza que a gente vai se ver de novo. O que eu sei é que não consigo nem conceber a ideia de não transar com ele de novo. De qualquer forma, vou mantendo vocês informados. Que terminem bem o ano, curtam com a família, e... FELIZ 2024 PRA TODOS!!!

14 comentários - Depois da ceia de Ano Novo...
Cada vez mejores.
Espero que sigan tus relatos con mas aventuras , y sobre todo con esos regalitos que venis dejando al final de cada post (para quedarse besando hasta fin de 2025 😋 ).
Que tengas un feliz año nuevo, arrancando excelente este 2024.
saluditos.
Feliz y Venturoso 2024 Marita, con mucha salud.
FELIZ 2024 !!!