Eu frequentava a mesma academia que meu filho e meu marido. Lá conheci 2 amigos do meu filho e acabei rolando algo...
Meu nome é Sheila e tenho 40 anos. Sou casada com meu marido Rafael há 20 anos e temos um filho chamado Lucas e uma filha chamada Laura. Sou veterinária e, na minha idade, dava pra dizer que era uma mulher normal: nem gorda, nem magra, nem feia, nem bonita. Já era o bastante, considerando que nunca gostei de exercício físico. Já tinha trabalho suficiente em casa com meu marido e meu filho pra ficar me esforçando ainda mais depois de voltar do trabalho na clínica.
Faltavam 3 meses pro verão e, por insistência do meu marido, que dizia que eu ficaria mais gostosa e melhoraria minha saúde, resolvi aceitar a proposta dele de me matricular numa academia — a mesma onde ele e meu filho já treinavam. Pra ser sincera, apesar dos dois estarem matriculados há mais de 2 anos, não dava pra notar muito, porque meu marido tinha uma barriga enorme há vários anos, em parte por causa do trabalho dele como caminhoneiro. E, apesar da juventude do meu filho, ele tava no mesmo caminho de ficar bem ceporro antes de completar a maioridade.
Embora no começo eu não estivesse muito motivada, a verdade é que não odiei a experiência. Foi divertido e acabei criando uma relação curiosa com 2 amigos do meu filho, que eu conhecia há anos da escola e nunca tinha reparado muito — até que no meu primeiro dia de academia pude ver que, se os efeitos do exercício não pareciam aparecer no meu marido nem no meu filho, com certeza apareciam nesses dois caras. Um ano mais velhos que meu filho, eles tinham corpos bem musculosos.
Meu exercício favorito era spinning e, pra minha surpresa, não achei difícil nem cansativo demais, porque, como já disse, apesar de tudo, minha forma física era bem boa.
Nessas aulas, eu ficava com Hector e Manuel, os 2 amigos do meu filho, já que nem meu marido nem meu filho aguentavam mais de 15 minutos na bicicleta. aula, já que não conseguiam aguentar o ritmo de exigência.
Depois de 1 mês de aulas, eu estava espetacular e tinha perdido 5 quilos. Os 2 amigos do meu filho me elogiavam em cada sessão e me parabenizavam pelos resultados, embora às vezes esses elogios fossem mais que "amigáveis". Eu não dava importância especial àquela situação, pois me dava muito bem com eles e, apesar da diferença de idade, podia dizer que quase os considerava amigos. Além disso, nem passou pela minha cabeça que aqueles caras fortes, jovens e atléticos pudessem se sentir atraídos pela mãe do amigo, que tinha o dobro da idade deles.
Aquele dia na academia foi diferente. Eu costumava ir embora depois da aula de spinning, enquanto meu marido, meu filho e os 2 amigos dele ficavam mais 45 minutos, exatamente o tempo que levava para fechar a academia após a aula de spinning. Naquela hora, quase nunca tinha mais de 10 pessoas na academia, e aquele dia não foi diferente, exceto que Hector e Manuel me convidaram para tomar uma sauna com eles — algo que sempre faziam depois da aula e que eu nunca topava, mais por vergonha do que qualquer outra coisa, já que, como disse, naquela hora quase não tinha gente na academia e não me parecia muito adequado entrar na sauna meio nua com aqueles dois jovens amigos do meu filho.
Esse dia foi diferente. Eu estava bem cansada e já tinha confiança suficiente com aqueles caras para considerá-los meus amigos, e não apenas "os amigos do meu filho". Pensei que uma sessão de sauna me faria bem e entrei na sala com eles.
Eu estava de roupão, e Hector e Manuel cobertos apenas com uma toalha, o que destacava seus corpos estupendos, especialmente seus torsos suados e bem definidos.
Na sauna, havia mais dois jovens que saíram quase na hora em que entramos, então, quando a porta fechou, fiquei sozinha com Hector e Manuel. Na porta, havia uma janelinha pela qual eu podia ver A sala de musculação onde estavam meu marido e meu filho.
A gente já tava batendo papo na sauna fazia uns 5 minutos quando eu vi que na toalha do Hector tava marcando um belo volume, fiquei vermelha e não dei importância, na minha idade essas coisas já não me assustavam, mas não demorei pra perceber que enquanto a gente conversava, aquele volume continuava crescendo e o Hector não parava de olhar pro meu decote. Aí eu notei que o roupão tava bem mais aberto do que eu imaginava, meus peitos tinham ficado parcialmente de fora e a abertura do roupão ia até meu umbigo. Não sei por que fiz aquilo, mas decidi não me cobrir e agir como se ainda não tivesse percebido. Acho que me senti lisonjeada por aquele volume enorme na toalha do Hector ser provocado pelos meus peitos.
Mas a situação escapou do meu controle. O Hector deve ter percebido que eu não fazia nada pra me cobrir, então ele se levantou e, com a maior cara de pau, disse:
- Bom, Sheila, acho que já temos intimidade suficiente e você não vai se importar se a gente usar a sauna como quando o Manuel e eu estamos sozinhos.
Ingenuamente e sem saber bem do que ele tava falando, eu disse que sim. Pra minha surpresa, tanto o Hector quanto o Manuel tiraram as toalhas da cintura e deixaram de lado, depois sentaram de novo nos bancos completamente pelados.
Eu fiquei chocada, fiquei vermelha que nem um pimentão e não falei nada, mais que isso, nem consegui olhar pra baixo porque aquelas duas rolas que eu tinha na minha frente me deixaram pasma.
Embora eu já tivesse comentado que aqueles dois caras tinham um corpo maravilhoso, uns corpos bem definidos e ainda eram bem bonitos, não dava pra imaginar que guardavam mais "virtudes" debaixo da roupa, porque aquelas duas rolas com certeza eram.
A do Hector devia ter uns 20 centímetros e, embora a do Manuel fosse bem mais normalzinha em comprimento, o surpreendente era que parecia uma linguiça de tão grossa que era.
Devo ter olhado demais porque aquilo foi como um... Convite pros caras que não hesitaram em se levantar e me falar:
- Sheila, se quiser, pode experimentar também
Aquelas palavras me tiraram do meu devaneio, me levantei pensando no meu marido e no meu filho, que eu podia ver pela janelinha da sauna. Hector e Manuel estavam na minha frente, com seus paus duros apontando direto pra mim. Pensei em sair da sauna na hora, mas um formigamento na minha buceta me fez saber que eu queria aqueles membros. Sem dizer nada, tirei o roupão, deixando meus peitos e minha buceta depilada livres diante dos olhos dos dois amigos do meu filho e, sem falar nada, me ajoelhei diante daqueles dois ídolos de carne dura que eu tinha que adorar.
Fiquei pasma, de boca aberta diante do pau do Hector, que me olhava sorrindo. Devagar, peguei no pau dele e fui descendo até meus lábios pousarem na rola dele. Comecei a beijar o pau dele como uma louca, primeiro devagar e depois rápido, esticava a língua e me dedicava de verdade naquela pica. Depois de babar bem, enfiei na boca, ou pelo menos tentei, porque mal cabia. Tinha um gosto diferente do do meu marido, nada desagradável. Manuel não ficou parado, passou a mão na minha bunda e depois um dedo na minha buceta, e enquanto eu trabalhava o trambolhão do Hector, Manuel massageava minha bunda com o dedo. Enquanto chupava a tranca enorme do Hector, gozei pela primeira vez, quase de forma dolorosa. Depois de um tempo, Hector começou a ofegar mais forte, me agarrou com força pelo cabelo bem na hora que Manuel enterrou o dedo até o nó no meu cu.
Um jorro quente e cremoso como iogurte começou a encher minha boca e aquilo não parava nem um instante. Minha boca engolia e engolia, mas aquilo não me dava trégua. A porra transbordou da minha boca e no final tive que me afastar, com a boca cheia, e ele ainda teve força pra me acertar um jorro que caiu na minha cara e no cabelo.
Me levantei e comecei a engolir devagar. A buceta que faltou, saboreando ela devagar, nunca tinha feito isso com meu marido nem com nenhum dos 3 namorados que tive, mas tava mais tarada que uma gostosa no cio, então chupei como se fosse um vinho. Tinha um gosto entre doce e salgado, e um pouco escapou pelos cantos dos lábios e caiu nos meus peitos.
Aquilo me tirou do torpor, voltei a pensar no meu filho e no meu marido, que eu nunca tinha traído até aquele dia, também pensei que qualquer um podia entrar na sauna e nos pegar naquela situação, então decidi levantar e sair dali antes que aquilo passasse dos limites ou fôssemos pegos no ato, mas antes que eu pudesse me levantar e pegar meu roupão, Manuel puxou minhas pernas, me deixando deitada no chão de madeira da sauna.
Ele abriu minhas pernas e afundou a cara na minha buceta e me enlouqueceu, começou com meu clitóris e foi como se uma explosão tivesse acontecido na minha barriga e na minha cabeça. Eu ia gritar que nem uma louca, mas Hector percebeu e enfiou a piroca já murcha na minha boca.
Só se ouvia o chupão da língua de Manuel na minha buceta e meus gemidos, mmmmm. A língua dele deslizava uma e outra vez dentro da minha xota molhada, e com uma mão ele punhetava meu clitóris, nem percebi quando Manuel parou de lamber e colocou a piroca dura na minha boca, bem na hora que Hector ocupava o lugar dele na minha buceta, abri os olhos e lá estava aquela salsicha dentro da minha boca, então comecei a chupar como se minha vida dependesse disso, Manuel soltou um gemido, se inclinou sobre mim e, agarrando meus peitos, começou a foder minha boca, entrava e saía como se fosse minha buceta, e com a rapidez dele, não demorou muito pra gozar na minha boca.
A porra de Manuel era bem mais cremosa e encaroçada que a de Hector, e como ele se mexia muito, parte escorreu no meu rosto, enquanto eu também gozava.
Hector começou a me foder que nem um martelo pilão, enquanto Manuel espalhava a porra dele com a piroca na minha Gozei na cara dela e, enquanto me recuperava dos espasmos do meu orgasmo, senti a besta se apoiar na minha buceta e começar a abrir caminho.
Comecei a gemer e ofegar, sentindo ele se abrindo caminho pela minha coisinha. Héctar empurrava e empurrava, mas era tão grande que custava muito a meter. Finalmente, Héctar saiu um pouco e, com um empurrão violento, meteu tudo de uma vez. Os 20 cm entraram de uma só vez, e a ponta do pau dele bateu com violência no fundo da minha buceta.
Manuel riu e disse algo como:
— Buceta, você vai quebrar a mãe do Álvaro, hahahaha
Mas Héctar respondeu:
— Pelo meu saco, ela vai engolir até as bolas — e começou a se mover devagar, mas profundamente.
Cada vez que ele metia, batia no fundo, mas já não doía mais. Pelo contrário, começava a gostar demais.
Manuel se levantou e olhou pela janelinha:
— Relaxa, os caras do seu marido e do seu filho não tão percebendo nada. Tão lá ainda, levantando peso.
Eu me sentia tão cheia com o pau do Héctar que aquela ofensa ao meu marido e ao meu filho não me importou nada. Héctar me comeu por um bom tempo, enquanto Manuel vigiava pra ninguém nos interromper. Eu estava deitada no chão, com a cara cheia de gozo do Manuel, pelada, com as pernas bem abertas, enquanto Héctar segurava meus tornozelos pra cima. Cada vez que o pau dele entrava ou saía, dava pra ouvir o barulho dos meus fluidos, que escorriam da minha buceta e deslizavam pela minha racha do cu.
Finalmente, Héctar enfiou até o fundo, até as bolas dele começarem a bater nas minhas nádegas. E, sem tirar, começou a girar o pau em círculos. Se apertou ainda mais e, de uma vez, começou a gozar, enchendo minha buceta de porra.
Eu estava ali deitada, igual a puta mais puta que existe, sentindo minha buceta se encher de gozo, o jato batendo nas paredes da minha buceta, e gozando como nunca antes.
E quando finalmente terminou, ele tirou o pau já mole com um barulho de sucção. Sentou no chão, ofegante. Fiquei um tempo de olhos fechados, lambendo os lábios os restos da porra do Manuel e mais feliz que nunca com aquela foda gostosa que o Hector me deu.
Abri os olhos e vi o Manuel batendo uma punheta e falei:
— Manuel, que que é? Cê não quer me comer também?
Manuel sorriu e deitou com o pau duro pra cima, eu me levantei e, montando em cima da linguiça dele, me deixei cair com todo o peso. Uff, que tesão foi sentir aquela rola gostosa entrando.
Ouvi o barulho que fez ao entrar e já comecei a cavalgar ele como uma possessa, cada vez que o pau dele entrava, espirrava a virilha dele com meus sucos e a porra do Hector.
Manuel agarrava meus peitos, amassava e beliscava os bicos, eu não queria parar, queria me ver cheia de porra por dentro, queria que me arrebentassem de vara. Manuel tava perto de gozar, então mudei de posição. Fiquei de joelhos e, abraçando o pescoço dele, ele começou a controlar a foda. Ficamos um tempão assim até que me virei e vi o Hector batendo punheta também. "Bendita juventude, que vigor", pensei.
Chamei ele entre gemidos:
— Hector… amor… mmmm… vem… enfia em mim sim… ainda tem espaço pra você… Ahhhh…
E apontei pro meu cu, não sei como tive essa ideia com a britadeira que ele tinha me dando duro e, considerando que nunca tinham usado minha entrada dos fundos, meu marido era bem convencional e nunca teve essa ideia, então não pude evitar desejar que o Hector me comesse no cu depois da puta foda que ele tinha me dado na buceta.
Hector se aproximou e apontou como se meu cu tivesse um alvo desenhado, de uma só vez enfiou até as entranhas, não sei como ele fez, mas colocou os ovos dele até o fundo do meu cu e não doeu nada.
Eu tinha visto em filmes há alguns anos como dois caras comiam uma mina no cu e na buceta ao mesmo tempo, pois bem, já tava experimentando. Me pegaram por turnos, Manuel me penetrava e o Hector ficava parado dentro do meu intestino, e depois de um tempo, Manuel metia forte no meu cu e o Hector deixava a tranca descansar na minha caverna. Essa sensação era nova mesmo, dois cocks dentro do meu corpo me comendo ao mesmo tempo, o auge do prazer. Eu sentia os dois cocks através da fina parede que separa o cu da buceta.
Depois o Hector me colocou de quatro e, enquanto martelava meu cu como um aríete tentando derrubar a porta de um castelo, o Manuel enfiou a cock na minha boca. Eu estava empalada por aquelas duas rolas e morrendo de prazer.
— Você gosta de cum, né, sua putinha? — eles diziam.
— Siiim... adoro... mmmm! — respondi.
— Então você vai ter que ganhar, sua gostosa!! Me pede o que você quer!! — disse o Manuel.
— Quero cum... Ahhhh!!! Quero que você goze na minha boca, seu filho da puta!!! Quero que me encha de cum e sentir descendo pela minha garganta!!! Ver sua cock cuspindo na minha cara a carga do seu saco... Ahhhh!!! Delícia!!!
— Assim que eu gosto, sua puta, se prepara!!
Ansiosa, comecei a chupar a cock mais rápido enquanto massageava o saco dele com as mãos. A enrabada que o Hector tava me dando fazia com que, a cada estocada dele, a cock do Manuel batesse na minha campainha, então não demorou muito. Entre gemidos, o Manuel gozou na minha boca, esvaziando o saco inteiro no meu estômago.
Dessa vez, não sobrou nada no meu rosto, e eu engoli tudo com muito gosto.
Aproveitando que o Manuel tinha terminado, o Hector me levantou, me obrigou a apoiar as mãos na porta da sauna e continuou furando meu cu com raiva. Eu sabia o que aquele porco queria: ele queria que eu visse minha família enquanto me enrabavam. Mas não consegui vê-los pela janela até que, de surpresa, vi meu filho e meu marido saindo do vestiário masculino, vestidos com suas mochilas nas costas, e indo em direção à sauna.
— Merda, meu filho e meu marido estão vindo pra cá!! — falei.
— Sua piranha, Manuel, distrai eles que eu quero terminar e dar mais um copo de porra pra essa putona!!!
Manuel pegou a toalha e saiu rápido da sauna, fechando a porta bem na hora que meu filho e meu marido iam me ver de joelhos com a pica do Hector na minha boca.
Consegui ouvir o que Manuel conversava com minha família:
- E aí, Manuel, beleza? Minha mãe tá com o Hector e com você, né?
- Qual nada, foi embora uns 20 minutos atrás.
- Que estranho ela não ter esperado a gente - disse meu marido
- Ela falou que tava muito cansada, que ia tomar um belo copo de porra e depois dormir
O filho da puta falou isso bem na hora que a vara do Hector começou a jorrar porra dentro da minha boca e eu, toda gulosa, engoli tudo sem deixar uma gota.
- Então é isso, a gente se vê amanhã, Manuel. Fico feliz que você se dá tão bem com a minha mulher, ela não queria vir pra academia, mas acho que graças a vocês ela tá começando a gostar.
- Fica tranquilo, pra mim e pro Hector é um prazer ajudar a mãe do Álvaro, ele é nosso amigo.
Enquanto limpava os restos de sêmen, vi meu filho e meu marido saindo da academia. Depois tomamos banho nós três juntos e cada um foi pra sua casa.
Tô há 2 semanas sem ir na academia, com a desculpa que tô cheia de trabalho. E apesar de ter adorado a putaria gostosa que esses dois caras me deram, tô bem arrependida do que fiz; e algo me diz que se eu voltar pra academia, vou acabar de novo na sauna traindo meu marido com os amigos do meu filho.
Mas por outro lado, não consigo parar de pensar naquelas picas e naquela porra deliciosa.
Meu Deus, o que eu faço agora?
Meu nome é Sheila e tenho 40 anos. Sou casada com meu marido Rafael há 20 anos e temos um filho chamado Lucas e uma filha chamada Laura. Sou veterinária e, na minha idade, dava pra dizer que era uma mulher normal: nem gorda, nem magra, nem feia, nem bonita. Já era o bastante, considerando que nunca gostei de exercício físico. Já tinha trabalho suficiente em casa com meu marido e meu filho pra ficar me esforçando ainda mais depois de voltar do trabalho na clínica.
Faltavam 3 meses pro verão e, por insistência do meu marido, que dizia que eu ficaria mais gostosa e melhoraria minha saúde, resolvi aceitar a proposta dele de me matricular numa academia — a mesma onde ele e meu filho já treinavam. Pra ser sincera, apesar dos dois estarem matriculados há mais de 2 anos, não dava pra notar muito, porque meu marido tinha uma barriga enorme há vários anos, em parte por causa do trabalho dele como caminhoneiro. E, apesar da juventude do meu filho, ele tava no mesmo caminho de ficar bem ceporro antes de completar a maioridade.
Embora no começo eu não estivesse muito motivada, a verdade é que não odiei a experiência. Foi divertido e acabei criando uma relação curiosa com 2 amigos do meu filho, que eu conhecia há anos da escola e nunca tinha reparado muito — até que no meu primeiro dia de academia pude ver que, se os efeitos do exercício não pareciam aparecer no meu marido nem no meu filho, com certeza apareciam nesses dois caras. Um ano mais velhos que meu filho, eles tinham corpos bem musculosos.
Meu exercício favorito era spinning e, pra minha surpresa, não achei difícil nem cansativo demais, porque, como já disse, apesar de tudo, minha forma física era bem boa.
Nessas aulas, eu ficava com Hector e Manuel, os 2 amigos do meu filho, já que nem meu marido nem meu filho aguentavam mais de 15 minutos na bicicleta. aula, já que não conseguiam aguentar o ritmo de exigência.
Depois de 1 mês de aulas, eu estava espetacular e tinha perdido 5 quilos. Os 2 amigos do meu filho me elogiavam em cada sessão e me parabenizavam pelos resultados, embora às vezes esses elogios fossem mais que "amigáveis". Eu não dava importância especial àquela situação, pois me dava muito bem com eles e, apesar da diferença de idade, podia dizer que quase os considerava amigos. Além disso, nem passou pela minha cabeça que aqueles caras fortes, jovens e atléticos pudessem se sentir atraídos pela mãe do amigo, que tinha o dobro da idade deles.
Aquele dia na academia foi diferente. Eu costumava ir embora depois da aula de spinning, enquanto meu marido, meu filho e os 2 amigos dele ficavam mais 45 minutos, exatamente o tempo que levava para fechar a academia após a aula de spinning. Naquela hora, quase nunca tinha mais de 10 pessoas na academia, e aquele dia não foi diferente, exceto que Hector e Manuel me convidaram para tomar uma sauna com eles — algo que sempre faziam depois da aula e que eu nunca topava, mais por vergonha do que qualquer outra coisa, já que, como disse, naquela hora quase não tinha gente na academia e não me parecia muito adequado entrar na sauna meio nua com aqueles dois jovens amigos do meu filho.
Esse dia foi diferente. Eu estava bem cansada e já tinha confiança suficiente com aqueles caras para considerá-los meus amigos, e não apenas "os amigos do meu filho". Pensei que uma sessão de sauna me faria bem e entrei na sala com eles.
Eu estava de roupão, e Hector e Manuel cobertos apenas com uma toalha, o que destacava seus corpos estupendos, especialmente seus torsos suados e bem definidos.
Na sauna, havia mais dois jovens que saíram quase na hora em que entramos, então, quando a porta fechou, fiquei sozinha com Hector e Manuel. Na porta, havia uma janelinha pela qual eu podia ver A sala de musculação onde estavam meu marido e meu filho.
A gente já tava batendo papo na sauna fazia uns 5 minutos quando eu vi que na toalha do Hector tava marcando um belo volume, fiquei vermelha e não dei importância, na minha idade essas coisas já não me assustavam, mas não demorei pra perceber que enquanto a gente conversava, aquele volume continuava crescendo e o Hector não parava de olhar pro meu decote. Aí eu notei que o roupão tava bem mais aberto do que eu imaginava, meus peitos tinham ficado parcialmente de fora e a abertura do roupão ia até meu umbigo. Não sei por que fiz aquilo, mas decidi não me cobrir e agir como se ainda não tivesse percebido. Acho que me senti lisonjeada por aquele volume enorme na toalha do Hector ser provocado pelos meus peitos.
Mas a situação escapou do meu controle. O Hector deve ter percebido que eu não fazia nada pra me cobrir, então ele se levantou e, com a maior cara de pau, disse:
- Bom, Sheila, acho que já temos intimidade suficiente e você não vai se importar se a gente usar a sauna como quando o Manuel e eu estamos sozinhos.
Ingenuamente e sem saber bem do que ele tava falando, eu disse que sim. Pra minha surpresa, tanto o Hector quanto o Manuel tiraram as toalhas da cintura e deixaram de lado, depois sentaram de novo nos bancos completamente pelados.
Eu fiquei chocada, fiquei vermelha que nem um pimentão e não falei nada, mais que isso, nem consegui olhar pra baixo porque aquelas duas rolas que eu tinha na minha frente me deixaram pasma.
Embora eu já tivesse comentado que aqueles dois caras tinham um corpo maravilhoso, uns corpos bem definidos e ainda eram bem bonitos, não dava pra imaginar que guardavam mais "virtudes" debaixo da roupa, porque aquelas duas rolas com certeza eram.
A do Hector devia ter uns 20 centímetros e, embora a do Manuel fosse bem mais normalzinha em comprimento, o surpreendente era que parecia uma linguiça de tão grossa que era.
Devo ter olhado demais porque aquilo foi como um... Convite pros caras que não hesitaram em se levantar e me falar:
- Sheila, se quiser, pode experimentar também
Aquelas palavras me tiraram do meu devaneio, me levantei pensando no meu marido e no meu filho, que eu podia ver pela janelinha da sauna. Hector e Manuel estavam na minha frente, com seus paus duros apontando direto pra mim. Pensei em sair da sauna na hora, mas um formigamento na minha buceta me fez saber que eu queria aqueles membros. Sem dizer nada, tirei o roupão, deixando meus peitos e minha buceta depilada livres diante dos olhos dos dois amigos do meu filho e, sem falar nada, me ajoelhei diante daqueles dois ídolos de carne dura que eu tinha que adorar.
Fiquei pasma, de boca aberta diante do pau do Hector, que me olhava sorrindo. Devagar, peguei no pau dele e fui descendo até meus lábios pousarem na rola dele. Comecei a beijar o pau dele como uma louca, primeiro devagar e depois rápido, esticava a língua e me dedicava de verdade naquela pica. Depois de babar bem, enfiei na boca, ou pelo menos tentei, porque mal cabia. Tinha um gosto diferente do do meu marido, nada desagradável. Manuel não ficou parado, passou a mão na minha bunda e depois um dedo na minha buceta, e enquanto eu trabalhava o trambolhão do Hector, Manuel massageava minha bunda com o dedo. Enquanto chupava a tranca enorme do Hector, gozei pela primeira vez, quase de forma dolorosa. Depois de um tempo, Hector começou a ofegar mais forte, me agarrou com força pelo cabelo bem na hora que Manuel enterrou o dedo até o nó no meu cu.
Um jorro quente e cremoso como iogurte começou a encher minha boca e aquilo não parava nem um instante. Minha boca engolia e engolia, mas aquilo não me dava trégua. A porra transbordou da minha boca e no final tive que me afastar, com a boca cheia, e ele ainda teve força pra me acertar um jorro que caiu na minha cara e no cabelo.
Me levantei e comecei a engolir devagar. A buceta que faltou, saboreando ela devagar, nunca tinha feito isso com meu marido nem com nenhum dos 3 namorados que tive, mas tava mais tarada que uma gostosa no cio, então chupei como se fosse um vinho. Tinha um gosto entre doce e salgado, e um pouco escapou pelos cantos dos lábios e caiu nos meus peitos.
Aquilo me tirou do torpor, voltei a pensar no meu filho e no meu marido, que eu nunca tinha traído até aquele dia, também pensei que qualquer um podia entrar na sauna e nos pegar naquela situação, então decidi levantar e sair dali antes que aquilo passasse dos limites ou fôssemos pegos no ato, mas antes que eu pudesse me levantar e pegar meu roupão, Manuel puxou minhas pernas, me deixando deitada no chão de madeira da sauna.
Ele abriu minhas pernas e afundou a cara na minha buceta e me enlouqueceu, começou com meu clitóris e foi como se uma explosão tivesse acontecido na minha barriga e na minha cabeça. Eu ia gritar que nem uma louca, mas Hector percebeu e enfiou a piroca já murcha na minha boca.
Só se ouvia o chupão da língua de Manuel na minha buceta e meus gemidos, mmmmm. A língua dele deslizava uma e outra vez dentro da minha xota molhada, e com uma mão ele punhetava meu clitóris, nem percebi quando Manuel parou de lamber e colocou a piroca dura na minha boca, bem na hora que Hector ocupava o lugar dele na minha buceta, abri os olhos e lá estava aquela salsicha dentro da minha boca, então comecei a chupar como se minha vida dependesse disso, Manuel soltou um gemido, se inclinou sobre mim e, agarrando meus peitos, começou a foder minha boca, entrava e saía como se fosse minha buceta, e com a rapidez dele, não demorou muito pra gozar na minha boca.
A porra de Manuel era bem mais cremosa e encaroçada que a de Hector, e como ele se mexia muito, parte escorreu no meu rosto, enquanto eu também gozava.
Hector começou a me foder que nem um martelo pilão, enquanto Manuel espalhava a porra dele com a piroca na minha Gozei na cara dela e, enquanto me recuperava dos espasmos do meu orgasmo, senti a besta se apoiar na minha buceta e começar a abrir caminho.
Comecei a gemer e ofegar, sentindo ele se abrindo caminho pela minha coisinha. Héctar empurrava e empurrava, mas era tão grande que custava muito a meter. Finalmente, Héctar saiu um pouco e, com um empurrão violento, meteu tudo de uma vez. Os 20 cm entraram de uma só vez, e a ponta do pau dele bateu com violência no fundo da minha buceta.
Manuel riu e disse algo como:
— Buceta, você vai quebrar a mãe do Álvaro, hahahaha
Mas Héctar respondeu:
— Pelo meu saco, ela vai engolir até as bolas — e começou a se mover devagar, mas profundamente.
Cada vez que ele metia, batia no fundo, mas já não doía mais. Pelo contrário, começava a gostar demais.
Manuel se levantou e olhou pela janelinha:
— Relaxa, os caras do seu marido e do seu filho não tão percebendo nada. Tão lá ainda, levantando peso.
Eu me sentia tão cheia com o pau do Héctar que aquela ofensa ao meu marido e ao meu filho não me importou nada. Héctar me comeu por um bom tempo, enquanto Manuel vigiava pra ninguém nos interromper. Eu estava deitada no chão, com a cara cheia de gozo do Manuel, pelada, com as pernas bem abertas, enquanto Héctar segurava meus tornozelos pra cima. Cada vez que o pau dele entrava ou saía, dava pra ouvir o barulho dos meus fluidos, que escorriam da minha buceta e deslizavam pela minha racha do cu.
Finalmente, Héctar enfiou até o fundo, até as bolas dele começarem a bater nas minhas nádegas. E, sem tirar, começou a girar o pau em círculos. Se apertou ainda mais e, de uma vez, começou a gozar, enchendo minha buceta de porra.
Eu estava ali deitada, igual a puta mais puta que existe, sentindo minha buceta se encher de gozo, o jato batendo nas paredes da minha buceta, e gozando como nunca antes.
E quando finalmente terminou, ele tirou o pau já mole com um barulho de sucção. Sentou no chão, ofegante. Fiquei um tempo de olhos fechados, lambendo os lábios os restos da porra do Manuel e mais feliz que nunca com aquela foda gostosa que o Hector me deu.
Abri os olhos e vi o Manuel batendo uma punheta e falei:
— Manuel, que que é? Cê não quer me comer também?
Manuel sorriu e deitou com o pau duro pra cima, eu me levantei e, montando em cima da linguiça dele, me deixei cair com todo o peso. Uff, que tesão foi sentir aquela rola gostosa entrando.
Ouvi o barulho que fez ao entrar e já comecei a cavalgar ele como uma possessa, cada vez que o pau dele entrava, espirrava a virilha dele com meus sucos e a porra do Hector.
Manuel agarrava meus peitos, amassava e beliscava os bicos, eu não queria parar, queria me ver cheia de porra por dentro, queria que me arrebentassem de vara. Manuel tava perto de gozar, então mudei de posição. Fiquei de joelhos e, abraçando o pescoço dele, ele começou a controlar a foda. Ficamos um tempão assim até que me virei e vi o Hector batendo punheta também. "Bendita juventude, que vigor", pensei.
Chamei ele entre gemidos:
— Hector… amor… mmmm… vem… enfia em mim sim… ainda tem espaço pra você… Ahhhh…
E apontei pro meu cu, não sei como tive essa ideia com a britadeira que ele tinha me dando duro e, considerando que nunca tinham usado minha entrada dos fundos, meu marido era bem convencional e nunca teve essa ideia, então não pude evitar desejar que o Hector me comesse no cu depois da puta foda que ele tinha me dado na buceta.
Hector se aproximou e apontou como se meu cu tivesse um alvo desenhado, de uma só vez enfiou até as entranhas, não sei como ele fez, mas colocou os ovos dele até o fundo do meu cu e não doeu nada.
Eu tinha visto em filmes há alguns anos como dois caras comiam uma mina no cu e na buceta ao mesmo tempo, pois bem, já tava experimentando. Me pegaram por turnos, Manuel me penetrava e o Hector ficava parado dentro do meu intestino, e depois de um tempo, Manuel metia forte no meu cu e o Hector deixava a tranca descansar na minha caverna. Essa sensação era nova mesmo, dois cocks dentro do meu corpo me comendo ao mesmo tempo, o auge do prazer. Eu sentia os dois cocks através da fina parede que separa o cu da buceta.
Depois o Hector me colocou de quatro e, enquanto martelava meu cu como um aríete tentando derrubar a porta de um castelo, o Manuel enfiou a cock na minha boca. Eu estava empalada por aquelas duas rolas e morrendo de prazer.
— Você gosta de cum, né, sua putinha? — eles diziam.
— Siiim... adoro... mmmm! — respondi.
— Então você vai ter que ganhar, sua gostosa!! Me pede o que você quer!! — disse o Manuel.
— Quero cum... Ahhhh!!! Quero que você goze na minha boca, seu filho da puta!!! Quero que me encha de cum e sentir descendo pela minha garganta!!! Ver sua cock cuspindo na minha cara a carga do seu saco... Ahhhh!!! Delícia!!!
— Assim que eu gosto, sua puta, se prepara!!
Ansiosa, comecei a chupar a cock mais rápido enquanto massageava o saco dele com as mãos. A enrabada que o Hector tava me dando fazia com que, a cada estocada dele, a cock do Manuel batesse na minha campainha, então não demorou muito. Entre gemidos, o Manuel gozou na minha boca, esvaziando o saco inteiro no meu estômago.
Dessa vez, não sobrou nada no meu rosto, e eu engoli tudo com muito gosto.
Aproveitando que o Manuel tinha terminado, o Hector me levantou, me obrigou a apoiar as mãos na porta da sauna e continuou furando meu cu com raiva. Eu sabia o que aquele porco queria: ele queria que eu visse minha família enquanto me enrabavam. Mas não consegui vê-los pela janela até que, de surpresa, vi meu filho e meu marido saindo do vestiário masculino, vestidos com suas mochilas nas costas, e indo em direção à sauna.
— Merda, meu filho e meu marido estão vindo pra cá!! — falei.
— Sua piranha, Manuel, distrai eles que eu quero terminar e dar mais um copo de porra pra essa putona!!!
Manuel pegou a toalha e saiu rápido da sauna, fechando a porta bem na hora que meu filho e meu marido iam me ver de joelhos com a pica do Hector na minha boca.
Consegui ouvir o que Manuel conversava com minha família:
- E aí, Manuel, beleza? Minha mãe tá com o Hector e com você, né?
- Qual nada, foi embora uns 20 minutos atrás.
- Que estranho ela não ter esperado a gente - disse meu marido
- Ela falou que tava muito cansada, que ia tomar um belo copo de porra e depois dormir
O filho da puta falou isso bem na hora que a vara do Hector começou a jorrar porra dentro da minha boca e eu, toda gulosa, engoli tudo sem deixar uma gota.
- Então é isso, a gente se vê amanhã, Manuel. Fico feliz que você se dá tão bem com a minha mulher, ela não queria vir pra academia, mas acho que graças a vocês ela tá começando a gostar.
- Fica tranquilo, pra mim e pro Hector é um prazer ajudar a mãe do Álvaro, ele é nosso amigo.
Enquanto limpava os restos de sêmen, vi meu filho e meu marido saindo da academia. Depois tomamos banho nós três juntos e cada um foi pra sua casa.
Tô há 2 semanas sem ir na academia, com a desculpa que tô cheia de trabalho. E apesar de ter adorado a putaria gostosa que esses dois caras me deram, tô bem arrependida do que fiz; e algo me diz que se eu voltar pra academia, vou acabar de novo na sauna traindo meu marido com os amigos do meu filho.
Mas por outro lado, não consigo parar de pensar naquelas picas e naquela porra deliciosa.
Meu Deus, o que eu faço agora?
2 comentários - Esposa safada com os caras da academia