Com meu novo namorado, a gente se via pelo menos uma ou duas vezes por semana, principalmente nos fins de semana, sexta ou sábado. A gente tinha uma boa comunicação pelas redes, literalmente éramos um casal normal. Quando eu saía com meus amigos, passava uma boa tarde com eles, beijava algumas garotas e às vezes um pouco mais (com proteção), mas sempre acabava na cama do Gustavo. Quando eu estava na casa dele, normalmente a rotina era a mesma: eu ia pro quarto e a gente escolhia que roupa eu usaria. Eu sempre andava vestido de mulher na casa dele. A gente saía de madrugada, ele gostava de me fazer andar na rua vestido de mulher, às vezes gostava que me vissem e eu também. Essa foi uma dessas ocasiões.
Era uma sexta-feira à tarde, eu tinha ficado com meus amigos um tempo, mas já era hora de ir embora e eu estava ansioso pra me transformar na Sarah. Mandei mensagem pra ele e ele disse que me encontrava num shopping perto da universidade. E foi assim, a gente se beijou pra cumprimentar e fomos direto pra casa. Quando cheguei, fiz uma depilação rápida das pernas e das nádegas (aqui eu já depilava tudo, exceto os braços, no final quase ninguém via meu corpo mesmo). Coloquei a jaula de castidade, a mais apertada e pequena que tinha, fiz meu enema e coloquei meu plug, já limpinha e pronta pra ser mulher.
Escolhi minha roupa com cuidado: uma calcinha fio dental super pequena preta, combinando com um sutiã que apertava meus peitinhos e fazia eles crescerem um pouco mais; uma calça jeans preta tipo legging de couro da ex-mulher dele (que segundo ele, ficava melhor em mim); uns saltos plataforma pretos; uma blusa azul que, junto com a maquiagem e minha peruca longa, me deixava super feminina. Desci e ele estava vendo TV. Passei na frente dele pra que me visse bem, até dei uma voltinha.
— Ai, mamacita, que gostosa você ficou.
— Obrigada, meu amor. E qual é o plano? — falei enquanto sentava no colo dele. Com ele, eu estava no meu papel de mulher total.
— Vamos sair, o que você acha?
— Mais tarde não? Tá meio cedo.
— Sim, mas... Hoje tenho uma surpresa pra você.
- Uma surpresa? Do que se trata?
- Você vai ver, vai gostar, tenho certeza.
- Hmmm, deixa eu adivinhar... um ménage?
Perguntei porque sabia que ele queria um ménage fazia tempo e já tinha mencionado. Como ele frequentava clubes swing antes, conhecia gente e queria me apresentar a uma dessas pessoas.
Esperamos um tempo até escurecer, pedimos comida e eu saí pra buscar. Ao sair, o entregador acho que percebeu que eu era homem, hahaha, mas me tratou super bem. Depois até rolou um clima.
- Aqui está seu pedido... Senhorita.
- Obrigada - respondi com a voz mais feminina que consegui.
- Ei, já te disseram que você é muito gata?
- Não, obrigada.
Ele me passou o número dele caso um dia eu precisasse de algo mais, já que ele trabalhava num restaurante local perto daqui. E eu aceitei (conto depois como foi).
No final, comemos e esperamos mais um pouco vendo TV. Às dez da noite em ponto (sou de Toluca, México - quem mora aqui sabe que em algumas partes da cidade às dez já está tudo vazio), entramos no carro e partimos pra nossa noite louca.
Primeiro fomos a um Oxxo. Descemos os dois pra comprar umas bebidas. Obviamente, eu totalmente no modo nena. Na verdade, fui eu ao caixa. Ele ficava excitado me vendo interagir com as pessoas enquanto eu estava vestido de mulher. Como já tinha feito isso várias vezes, até já estava acostumado.
Demos uma volta pela cidade enquanto bebíamos um pouco. Paramos num beco, eu desci pra caminhar com o frio da noite. Ele tirou umas fotos, abaixou minha calça, me exibiu como ele gostava... e eu não estava chateado, também estava excitado. Até que do nada apareceu um bêbado.
- Puta gostosa do caralho - ele disse com voz de bêbado. - Quando é que me empresta?
- Cara... - falei com minha voz de homem.
- Ah, é viadinho? Não importa, eu como do mesmo jeito - ele agarrou o pau.
Na verdade, isso até me deixou com um pouco de tesão, mas mesmo assim subi minha calça e entramos no carro.
Seguimos até chegar ao nosso destino. Era uma casa comum. Desci as... Cervejas e batemos na porta, era exatamente o que eu imaginava de um clube swing. Na entrada tinha uma mulher cobrando a entrada, entramos num jardim sem nada, mas dava pra ver a gente através das cortinas, alguns dançando, outros sentados e as luzes coloridas. Entramos numa sala onde havia vários sofás colados na parede com mesas na frente, tinha muitos casais dançando, outros conversando, tinha meninas trans e travestis, todos nos olharam quando chegamos, mas ele não se preocupou e seguimos em frente sem soltar as mãos. Nos sentamos num sofá junto a um casal que puxou conversa, o homem dançou comigo (me apalpando a bunda) e a esposa dele dançou com meu boy, também apalpando a bunda dele. Nunca tinha estado com tanta gente e eu toda vestida, outros homens se aproximaram de mim e dancei com eles, até uma trans que estava lá me disse que eu estava muito gostosa.
-É essa a surpresa?
-Não, se a surpresa não chegar, tenho duas coisas extras pra você. Lá em cima tem um quarto escuro, quer ir?
-Nunca tinha entrado num, me dava medo pela higiene.
-E a outra?
-Aqui meu compadre quer te comer e que você coma a esposa dele.
Fiquei em choque, não sabia o que dizer, mas não pude pensar muito porque o outro homem já pôs a mão na minha perna.
-Vamos lá, seu namorado já deu permissão.
-É, gata, vamos lá, vamos pra um quarto - disse a esposa dele.
-Amor...
-Sim, amor, já disse que sim, só com uma condição: eu vou assistir.
A ideia me fascinou, subimos pro segundo andar onde um rapaz cobrava pelos quartos, ainda lembro bem o preço: setenta e cinco por um quarto e quarenta por pessoa extra. O que nos deram estava lá no fundo, passamos por todo o corredor, onde se ouviam gemidos saindo de todas as portas, isso me deixou com tesão, mas minha bucetinha não podia mostrar.
Ao chegar e acender a luz, só tinha uma cama king-size com um vibrador do amor e um sofá com higiene duvidosa, além de um papel higiênico e uma lixeira, mas já que estávamos lá, começamos.
-Vocês começam. - Disse o homem que chamaremos de Pepe e sua esposa Laura (o nome dela eu lembro bem, vocês vão ver porquê). Comecei a beijar a Laura, uma mulher madura de uns quarenta e poucos anos, olhos verdes, cabelos negros cacheados, pele branca e um corpo muito gostoso. Estava beijando ela como se fosse minha namorada ou amante, com muita paixão, apertando sua bunda grande e madura enquanto ela fazia o mesmo, beijava meu pescoço e acariciava minhas costas. Tirei a blusa e o sutiã dela, joguei-a na cama para chupar seus peitos, e ela começou a gemer. Nesse momento, o marido dela se aproximou – o pau dele era normal, mas bem grosso, mais que o do meu amor. Nós duas começamos a chupá-lo, dividindo o pau desse homem entre beijos; em um momento, eu chupava o pau e ela as bolas. Senti ele começando a abaixar minha calça, deixando minha calcinha à mostra. Ele procurou meu cu e sentiu o plug, mas meu amor o tirou para que o Pepe pudesse trabalhar direito. Ele começou a enfiar o dedo, mas como não estava lubrificado, não entrava. Foi aí que ele procurou meu pau, mas percebeu que eu estava de cinta. "Tira isso", ele disse, e meu namorado me deu a chave para libertar meu pau – que, pra ser sincera, não é nada mal, rs, uns 16 cm grosso. Assim que saiu da cinta, já completamente duro, e sem a calça, só a calcinha entre minhas nádegas, a Laura começou a chupar meu pau como uma louca, assim como eu chupava o do marido dela. De relance, vi meu macho sentado no sofá, batendo uma enquanto me via com outras pessoas. Laura ficou completamente nua, e eu fiquei só de calcinha. Ela ficou de quatro enquanto chupava o pau do Pepe, e eu a comi. A bunda dela era deliciosa, uma delícia madura, e a bucetinha estava bem molhada. Ela estava chupando o pau do marido enquanto meu amor se masturbava com um olhar de pura luxúria. Os gemidos dela eram deliciosos; ficamos assim por um bom tempo, até que o marido dela deu a ordem: "Abra-se, e você fique de quatro". Fizemos como ele mandou; ela se deitou... com as pernas abertas sobre a cama, enfiei nela e senti de novo como estava molhada. Deitei-me completamente sobre ela, beijando e acariciando seus peitos enquanto o Pepe me enfiava o pau na bunda, que já estava pulsando de vontade de rola. Assim ele compensava, me comendo e esfregando seu corpo completamente sobre mim enquanto eu dava pra mulher dele. Ela gemía no meu ouvido enquanto o marido respirava na minha nuca. A situação era tão excitante que ela não demorou a molhar a cama enquanto o macho me comia e eu a ela. Nos fundíamos em beijos deliciosos enquanto ambas gemíamos de prazer.
Foi aí que, pela excitação que estava sentindo, gozei. Ele me disse: "tira a camisinha" e assim fiz. Ela começou a chupar meu pau e engolir toda minha porra. Por sua parte, ele também tirou a camisinha e começou a se masturbar com a cena até que gozou. Nos pediu para as duas chuparmos ele enquanto dividíamos sua porra entre beijos bem quentes. Esse foi o final da nossa noite, pelo menos com eles. Passamos os números e nos vestimos. Eu coloquei minha jaula de volta, mas fiquei com tesão e, como não queria ir ao quarto escuro, meu homem me comeu ali mesmo. Me colocou de quatro e me fodeu duro, sem dizer nada. Estava me comendo com força, enfiando o pau até o fundo, me fazendo gemer como uma louca até que ele gozou dentro de mim.
"Você estava muito putinha, mas é minha. Só minha putinha, entendeu? Só te empresto às vezes, mas você é só minha", ele dizia enquanto sua porra enchia meu cu. Me vesti ainda com o gozo dele dentro de mim e descemos para a festa de novo. O casal já tinha ido embora, mas agora fomos para uma mesa onde estava um senhor da mesma idade do meu homem e um garoto de uns vinte anos, bem afeminado.
"Meu amor", ele me disse, "ele é meu amigo Julio e este é a maricona dele. Hoje vamos nos divertir bastante."
Continua... Se gostam das minhas histórias, fiquem à vontade para me escrever no chat e tirar dúvidas, também podem me mandar o que quiserem 😘
Era uma sexta-feira à tarde, eu tinha ficado com meus amigos um tempo, mas já era hora de ir embora e eu estava ansioso pra me transformar na Sarah. Mandei mensagem pra ele e ele disse que me encontrava num shopping perto da universidade. E foi assim, a gente se beijou pra cumprimentar e fomos direto pra casa. Quando cheguei, fiz uma depilação rápida das pernas e das nádegas (aqui eu já depilava tudo, exceto os braços, no final quase ninguém via meu corpo mesmo). Coloquei a jaula de castidade, a mais apertada e pequena que tinha, fiz meu enema e coloquei meu plug, já limpinha e pronta pra ser mulher.
Escolhi minha roupa com cuidado: uma calcinha fio dental super pequena preta, combinando com um sutiã que apertava meus peitinhos e fazia eles crescerem um pouco mais; uma calça jeans preta tipo legging de couro da ex-mulher dele (que segundo ele, ficava melhor em mim); uns saltos plataforma pretos; uma blusa azul que, junto com a maquiagem e minha peruca longa, me deixava super feminina. Desci e ele estava vendo TV. Passei na frente dele pra que me visse bem, até dei uma voltinha.
— Ai, mamacita, que gostosa você ficou.
— Obrigada, meu amor. E qual é o plano? — falei enquanto sentava no colo dele. Com ele, eu estava no meu papel de mulher total.
— Vamos sair, o que você acha?
— Mais tarde não? Tá meio cedo.
— Sim, mas... Hoje tenho uma surpresa pra você.
- Uma surpresa? Do que se trata?
- Você vai ver, vai gostar, tenho certeza.
- Hmmm, deixa eu adivinhar... um ménage?
Perguntei porque sabia que ele queria um ménage fazia tempo e já tinha mencionado. Como ele frequentava clubes swing antes, conhecia gente e queria me apresentar a uma dessas pessoas.
Esperamos um tempo até escurecer, pedimos comida e eu saí pra buscar. Ao sair, o entregador acho que percebeu que eu era homem, hahaha, mas me tratou super bem. Depois até rolou um clima.
- Aqui está seu pedido... Senhorita.
- Obrigada - respondi com a voz mais feminina que consegui.
- Ei, já te disseram que você é muito gata?
- Não, obrigada.
Ele me passou o número dele caso um dia eu precisasse de algo mais, já que ele trabalhava num restaurante local perto daqui. E eu aceitei (conto depois como foi).
No final, comemos e esperamos mais um pouco vendo TV. Às dez da noite em ponto (sou de Toluca, México - quem mora aqui sabe que em algumas partes da cidade às dez já está tudo vazio), entramos no carro e partimos pra nossa noite louca.
Primeiro fomos a um Oxxo. Descemos os dois pra comprar umas bebidas. Obviamente, eu totalmente no modo nena. Na verdade, fui eu ao caixa. Ele ficava excitado me vendo interagir com as pessoas enquanto eu estava vestido de mulher. Como já tinha feito isso várias vezes, até já estava acostumado.
Demos uma volta pela cidade enquanto bebíamos um pouco. Paramos num beco, eu desci pra caminhar com o frio da noite. Ele tirou umas fotos, abaixou minha calça, me exibiu como ele gostava... e eu não estava chateado, também estava excitado. Até que do nada apareceu um bêbado.
- Puta gostosa do caralho - ele disse com voz de bêbado. - Quando é que me empresta?
- Cara... - falei com minha voz de homem.
- Ah, é viadinho? Não importa, eu como do mesmo jeito - ele agarrou o pau.
Na verdade, isso até me deixou com um pouco de tesão, mas mesmo assim subi minha calça e entramos no carro.
Seguimos até chegar ao nosso destino. Era uma casa comum. Desci as... Cervejas e batemos na porta, era exatamente o que eu imaginava de um clube swing. Na entrada tinha uma mulher cobrando a entrada, entramos num jardim sem nada, mas dava pra ver a gente através das cortinas, alguns dançando, outros sentados e as luzes coloridas. Entramos numa sala onde havia vários sofás colados na parede com mesas na frente, tinha muitos casais dançando, outros conversando, tinha meninas trans e travestis, todos nos olharam quando chegamos, mas ele não se preocupou e seguimos em frente sem soltar as mãos. Nos sentamos num sofá junto a um casal que puxou conversa, o homem dançou comigo (me apalpando a bunda) e a esposa dele dançou com meu boy, também apalpando a bunda dele. Nunca tinha estado com tanta gente e eu toda vestida, outros homens se aproximaram de mim e dancei com eles, até uma trans que estava lá me disse que eu estava muito gostosa.
-É essa a surpresa?
-Não, se a surpresa não chegar, tenho duas coisas extras pra você. Lá em cima tem um quarto escuro, quer ir?
-Nunca tinha entrado num, me dava medo pela higiene.
-E a outra?
-Aqui meu compadre quer te comer e que você coma a esposa dele.
Fiquei em choque, não sabia o que dizer, mas não pude pensar muito porque o outro homem já pôs a mão na minha perna.
-Vamos lá, seu namorado já deu permissão.
-É, gata, vamos lá, vamos pra um quarto - disse a esposa dele.
-Amor...
-Sim, amor, já disse que sim, só com uma condição: eu vou assistir.
A ideia me fascinou, subimos pro segundo andar onde um rapaz cobrava pelos quartos, ainda lembro bem o preço: setenta e cinco por um quarto e quarenta por pessoa extra. O que nos deram estava lá no fundo, passamos por todo o corredor, onde se ouviam gemidos saindo de todas as portas, isso me deixou com tesão, mas minha bucetinha não podia mostrar.
Ao chegar e acender a luz, só tinha uma cama king-size com um vibrador do amor e um sofá com higiene duvidosa, além de um papel higiênico e uma lixeira, mas já que estávamos lá, começamos.
-Vocês começam. - Disse o homem que chamaremos de Pepe e sua esposa Laura (o nome dela eu lembro bem, vocês vão ver porquê). Comecei a beijar a Laura, uma mulher madura de uns quarenta e poucos anos, olhos verdes, cabelos negros cacheados, pele branca e um corpo muito gostoso. Estava beijando ela como se fosse minha namorada ou amante, com muita paixão, apertando sua bunda grande e madura enquanto ela fazia o mesmo, beijava meu pescoço e acariciava minhas costas. Tirei a blusa e o sutiã dela, joguei-a na cama para chupar seus peitos, e ela começou a gemer. Nesse momento, o marido dela se aproximou – o pau dele era normal, mas bem grosso, mais que o do meu amor. Nós duas começamos a chupá-lo, dividindo o pau desse homem entre beijos; em um momento, eu chupava o pau e ela as bolas. Senti ele começando a abaixar minha calça, deixando minha calcinha à mostra. Ele procurou meu cu e sentiu o plug, mas meu amor o tirou para que o Pepe pudesse trabalhar direito. Ele começou a enfiar o dedo, mas como não estava lubrificado, não entrava. Foi aí que ele procurou meu pau, mas percebeu que eu estava de cinta. "Tira isso", ele disse, e meu namorado me deu a chave para libertar meu pau – que, pra ser sincera, não é nada mal, rs, uns 16 cm grosso. Assim que saiu da cinta, já completamente duro, e sem a calça, só a calcinha entre minhas nádegas, a Laura começou a chupar meu pau como uma louca, assim como eu chupava o do marido dela. De relance, vi meu macho sentado no sofá, batendo uma enquanto me via com outras pessoas. Laura ficou completamente nua, e eu fiquei só de calcinha. Ela ficou de quatro enquanto chupava o pau do Pepe, e eu a comi. A bunda dela era deliciosa, uma delícia madura, e a bucetinha estava bem molhada. Ela estava chupando o pau do marido enquanto meu amor se masturbava com um olhar de pura luxúria. Os gemidos dela eram deliciosos; ficamos assim por um bom tempo, até que o marido dela deu a ordem: "Abra-se, e você fique de quatro". Fizemos como ele mandou; ela se deitou... com as pernas abertas sobre a cama, enfiei nela e senti de novo como estava molhada. Deitei-me completamente sobre ela, beijando e acariciando seus peitos enquanto o Pepe me enfiava o pau na bunda, que já estava pulsando de vontade de rola. Assim ele compensava, me comendo e esfregando seu corpo completamente sobre mim enquanto eu dava pra mulher dele. Ela gemía no meu ouvido enquanto o marido respirava na minha nuca. A situação era tão excitante que ela não demorou a molhar a cama enquanto o macho me comia e eu a ela. Nos fundíamos em beijos deliciosos enquanto ambas gemíamos de prazer.
Foi aí que, pela excitação que estava sentindo, gozei. Ele me disse: "tira a camisinha" e assim fiz. Ela começou a chupar meu pau e engolir toda minha porra. Por sua parte, ele também tirou a camisinha e começou a se masturbar com a cena até que gozou. Nos pediu para as duas chuparmos ele enquanto dividíamos sua porra entre beijos bem quentes. Esse foi o final da nossa noite, pelo menos com eles. Passamos os números e nos vestimos. Eu coloquei minha jaula de volta, mas fiquei com tesão e, como não queria ir ao quarto escuro, meu homem me comeu ali mesmo. Me colocou de quatro e me fodeu duro, sem dizer nada. Estava me comendo com força, enfiando o pau até o fundo, me fazendo gemer como uma louca até que ele gozou dentro de mim.
"Você estava muito putinha, mas é minha. Só minha putinha, entendeu? Só te empresto às vezes, mas você é só minha", ele dizia enquanto sua porra enchia meu cu. Me vesti ainda com o gozo dele dentro de mim e descemos para a festa de novo. O casal já tinha ido embora, mas agora fomos para uma mesa onde estava um senhor da mesma idade do meu homem e um garoto de uns vinte anos, bem afeminado.
"Meu amor", ele me disse, "ele é meu amigo Julio e este é a maricona dele. Hoje vamos nos divertir bastante."
Continua... Se gostam das minhas histórias, fiquem à vontade para me escrever no chat e tirar dúvidas, também podem me mandar o que quiserem 😘
2 comentários - Minha putaria no clube swing com meu boy