Já tem uns anos que tô no cuckold, por afinidade e por gosto de trocar umas ideias putas, costumo ter a sorte de ser cuck fixo ou recorrente... de qualquer forma, é uma parada que eu amo, o prazer de agradar e sentir a química dos três rolando...
No caso do Fede, ele é um cuck voyeur, adora olhar e bater uma, mas não tem curiosidade pela rola... é um bom marido, mas a sexualidade dele é mais visual... a Ali é uma mulher gostosa, quando conheci ela era tímida, mas tinha uma necessidade de intimidade que já fazia uns 3 anos que não tinha com o Fede...
Desde que entrei nesse casal, fomos quebrando limites, ele sente vontade de ver ela sexy, compra lingerie pra ela, prepara ela pra cada encontro onde, como se fosse uma peça de teatro, a gente faz nosso ato na frente dele... já chegamos num ponto de confiança onde ela começou a se cuidar e largamos as camisinhas de lado...
Essa confiança deixou claro que ele é 100% hétero, mas não consegue sentir tesão a não ser quando vê a galera transando... foi aí que uma tarde recebi uma mensagem da Ali, o que é estranho porque os encontros são organizados por ele, como combinamos desde a primeira conversa.
A Ali tava aflita, me chamou porque se sentia mal ou saturada, já que ela parou de tomar anticoncepcional na esperança do Fede engravidar ela, mas não rolava nada, ele só conseguia manter uma ereção quando falavam das vezes que eu estive com ela.
Obviamente ela queria um filho do marido dela, embora mais de uma vez eu tenha sido garanhão de um casal, esse não era um desses casos. A Ali não sabia como fazer pra despertar a vida do parceiro dela, nem que fosse pra ele durar o suficiente pra inseminar, porque o prazer que a gente tem junto é uma delícia, mas ela queria que o filho fosse do marido dela.
Foi assim que conversei com a Ali, embora essa conversa a gente tenha tido os três uma vez, mas dali surgiu uma coisa que eu não sabia: ela me contou que uma vez foram numa casa de swing e que lá, enquanto ele olhava outro casal, ela conseguiu chupar ele até gozar. Mas ele não curte lugares de swing... dali Tivemos uma ideia nova que obviamente não garante nada, mas podia fazer isso funcionar.
Com a Ali, chegamos à conclusão de que, se ela levasse uma amiga e, além de me comer, a gente mantivesse o ato sexual pra ela poder montar no corno dela enquanto se delicia com o que dá prazer a ela, talvez desse tudo certo…
– Passou um mês até que um dia chegou uma mensagem da Ali.
“Consegui uma amiga que sabe o que a gente faz e tenho certeza de que ela quer entrar nessa.” (ela escreveu)
“Show, vai ser um prazer. Tomara que o plano dê certo…” eu disse
“Já tô cuidando disso. A gente vai se ver no dia em que eu estiver no meu melhor momento pra ficar.” (ela escreveu)
A semana passou, e a Ali me avisou com antecedência que a amiga dela ia me buscar na sexta, no dia…
Como combinamos, a amiga dela passou pra me buscar no carro dela na sexta. Baixinha, bucetuda, peituda, daquelas com uma raba em formato de morango… uma ruiva linda que suava de nervosa.
“É você?” (ela perguntou na esquina da Medrano com a Mitre)
“Depende de quem você procura.” (respondi)
“Você é amigo da Ali?” (ela, vermelha que nem um tomate)
“Sou eu mesmo, gostosa.” (falei)
A gente levou meia hora até Avellaneda, então deu pra ir se conhecendo… Ela, uma mulher presa num casamento que a rotina tinha engolido, com um marido que aposta e tem outra. Desde que a Ali contou em segredo o que faz com o marido e comigo, ela vive toda molhada, sem conseguir tirar da cabeça as sessões de sexo que a Ali descreveu com todos os detalhes.
– Tô nervosa, é a primeira vez que me atrevo a fazer uma coisa dessas. – ela disse
– Fica tranquila, aproveita o momento. – falei, segurando a mão dela
– É que faz anos… – ela tentou continuar, mas congelou quando sentiu minhas mãos nas pernas dela enquanto o sinal fechava…
– A única coisa que você precisa dizer é ‘não’. Sabe disso, né?
– Sim – e ela abriu as pernas devagar enquanto um carinho longo percorria ela.
A Ali e o corno dela moram nas Torres Pueyrredón, do lado de uma espécie de bailanta paraguaia… Não é a melhor região, mas é um lugar bonito. prédio.
deixamos o carro na mitre numa garagem, subimos pro segundo andar do estacionamento pra guardar o carro, estacionamos e antes de sair eu chupei a boca dela, olhei nos olhos dela e perguntei as coisas básicas que precisava saber pra entender se o que a gente queria daria certo
- cê é uma senhora, né? falei enquanto colocava minhas mãos na parte nua das pernas dela,
- siiiim. ela respondeu
- cê sabe pra que a gente veio, e eu subia minhas mãos devagar expondo as bundonas dela.
- vão nos ver enquanto ela mexia a cabeça pra todo lado…
- sim pra foder, pra me foder do jeito que cê fode a ali…
tirei um canivete que sempre carrego comigo e cortei a calcinha de renda dela, que deixou escapar o cheiro de buceta molhada,
hoje cê é minha, enquanto eu tiver sua calcinha na minha mão cê é minha… se quando o sol nascer de novo, cê me pedir sua calcinha de volta… só vai existir o hoje, mas se cê me der de presente, cê vai me passar seu telefone porque significa que cê vai ser igual a ali, minha mina pra sempre.
siim, respondeu enquanto as pernas dela tremiam, com meus dedos explorando ela
a gente se olhou, se ajeitou, os dois muito tarados, e saímos caminhando pra casa da ali, de mãos dadas como se fôssemos namorados há mil anos.
ali desceu pra abrir a porta, olhou pra amiga dela e riu… essas coisas de cumplicidade feminina, ela nunca me contou, mas apostaria que pensou que a gente deu uma rapidinha antes de chegar.
quando entramos no elevador, ali beijou a boca da amiga dela, que tão tarada que tava não hesitou em se entregar. depois, sem dizer mais nada, se ajoelhou, puxou o pau dela e deu um boquete gostoso, separou a boca pra falar:
- cê é uma idiota, devia ter experimentado antes de chegar pra não ficar nervosa assim.
dito isso, se levantou com cuidado, arrumou de um jeito bem sensual o pau no lugar e disse: tamo chegando…
quando entramos, fede tava esperando a gente, tava surpreso que dessa vez o show seria de 3, ali olhou pra nós dois e falou: peguem algo pra beber enquanto a gente se prepara… como sempre antes de ter uma boa sessão de sexo, uma gaseosa e fer curtindo um vermute…
quando saíram do quarto, eram duas gostosas de lingerie… ali tinha uma missão, mas nem por isso ia se privar da minha companhia, que nunca falhou em dar orgasmos pra ela,
logo viramos um mar de carícias, a coló tava doida, beijava ali, depois me beijava… um momento com duas monumentos de mulher: ali, magrinha, peitos pequenos e durinhos, corpo delicado… a ruiva gordinha, peitões enormes que brigavam pra sair do sutiã, com um corpo daqueles que me encantam, onde as cadeiras largas e uma bunda grande reinavam, fazendo sumir o fio da tanga naqueles cachetões enormes.
entre as duas, fui guiado pro sofá e lá começaram um boquete a dois, cada uma descia pro seu lado e, quando chegavam na cabeça da pica, o boquete virava beijo entre elas… a coló tava claramente enlouquecida… ali olhava de vez em quando pro homem dela, ele tava extasiado se tocando, mas antes de ir lá pra ele gozar nela, ela montou no meu pau quente, que é sempre uma delícia… a ruiva beijava a amiga e eu alternadamente, enquanto eu ia sentindo o corpo dela com a mão, que mostrava uma mulher bem apertadinha…
quando o fede acelerou a punheta, ali foi montar nele, porque ela tinha muito claro que a resistência é o que marca o marido dela.
com o caminho livre, a ruiva e eu começamos nosso jogo… trocamos de lugar pra eu poder lamber aquela bucetinha deliciosa e pequena… dava pra ver que tava meio abandonada, em menos de 10 minutos ela me deu um squirt na boca enquanto se contorcia de prazer… ela não é dessas mulheres multiorgásmicas que continuam se esfregando, ela vive o orgasmo dela… precisa descansar a poeira e sentir o corpo ser invadido de prazer, de êxtase
aí já tinha tirado o primeiro leite do marido, agora me dá prazer, ela falou enquanto limpava a pica do marido com um boquete, deixando a bunda empinada pra mim… sem pensar, coloquei um dedo na entrada do cuzinho dela, o que a fez se exaltar…
não quer misturar pais? disse enquanto babava aquela bunda que mais de uma vez foi minha, mas hoje eu ia estrear sem lubrificante.
ale olhou pra ela, acariciou o rosto dela como quem diz que a desejava e que queria aquilo…. minha pica encostou na bunda dela e bem devagar começou a entrar, sorrindo vendo como ela se abria, como aquele corpo ficava tenso enquanto soltava um som quase gutural… era muito doentio ver a ruiva aproveitando a viagem no orgasmo, a ali no processo de ser empalada sem pedras e o cuck dela que pela primeira vez ficou duro tão rápido…
tirei a pica de uma vez, que fez um barulho como se estivesse descascando, e no ouvido dela falei monta nele, não perde uma gota da Sweetie. ali subiu no marido dela e enquanto isso rolava, numa troca de olhares sem palavras, ele e eu decidimos uma dupla.
meti sem piedade, a bunda dela já tava meio aberta… e com um pouco de saliva na pica, ela recebeu a dupla penetração… cravou as unhas no cuck dela enquanto gemia sabendo que a gente tava abrindo ela sem parar… até que ali chegou o chifre dela quando comecei a lavar por dentro, senti como se ela descarregasse e a pica dela murchou, e assim, abraçada nele, se deixou violar o cuzão… mas como eu queria que ela conseguisse o objetivo dela, não gozei ali, tirei a pica e olhei pra colô, que como quem quase não tem palavras no vocabulário, disse
- quero
aí me dediquei a foder a colô no chão, a buceta dela é tão apertada que parecia que eu tava metendo na bunda, com o amor que tenho por peitudas, ela pedia beijando aqueles peitos enquanto sentia tudo molhado até meu umbigo de tanto que ela se molhava…
coloquei as perninhas dela no ombro enquanto nessa posição a ali se aproximou, me beijou e acariciou com carinho pra depois beijar a amiga dela…
as duas estavam em êxtase e quando eu ia tirar meu pau da ruiva pra gozar nela… a colô me segurou pelas nádegas
- me dá dentro, eu preciso…
- assim foi enquanto eu inundava ela de porra, a ali acompanhou a gente no orgasmo…
- love, você quer ela. disse o cuck que mal tinha ficado duro já tava quase gozando de novo…
ali ele Monto e não gozo, dou duas sentadas e já tinha terminado...
Ali, feliz por estar inseminada, mas com tesão pra caralho, me pegou pela mão, pegou a ruiva também, e fomos os três pra cama.
Ali sabia o que fazer: me chupou até eu ficar duro de novo, lubrificamos bem a pica porque atender uma bunda e uma apertada cria fricção... Ali curtiu uma foda magnífica e me pedia: "Goza dentro de mim, por favor" — e se ela pede, eu cumpro.
A morena, seja por curiosidade ou pelo tesão, entre beijos com a Ali e carícias, virou de bruços rebolando a rabeta...
A bunda da morena parecia fechada, daquelas que parecem um pontinho perdido no meio daquele bundão... Ali, tarada como sempre, foi pegar lubrificante e, enquanto me davam um show lésbico num 69 lindo, a tarada se ajeitou embaixo pra deixar o cu da amiga sem defesa... Ali abria as nádegas dela, deixando aquela bunda toda à minha disposição. Tava muito apertado, quase posso dizer que senti rasgar. Teve gritos, xingamentos, lágrimas e, claro, orgasmos... Um cuzinho virgem foi meu prêmio, daqueles que deixam tudo sujo... Mas sexo às vezes é sujo assim, e nada fez o momento parar até ela receber a carga dentro de si.
Dormimos os três: a morena abraçada em mim feito uma criança procurando refúgio, Ali com a mão na minha pica dolorida naquele momento... mas mais pro lado, e o corno dormiu no sofá que deixamos todo sujo do squirt da morena...
Depois de tanto sexo, no dia seguinte nos separamos... É a segunda vez este ano que perco um casal por causa de gravidez... A morena me levou até em casa, mas não sem antes passar no meu quarto, onde, por mais que eu tentasse evitar, ela recebeu o segundo orgasmo anal da vida dela e foi buscar os filhos cheia de porra que não conseguia segurar...
Ali, dias depois, me mandou a foto das duas listrinhas que tanto queria. O corno tava feliz, embora soubéssemos que por um tempo a gente se perde...
Não tem coisa mais linda do que ajudar casais que me escolhem como seu touro, a morena. Já é minha, mas ela não é corna, embora seja uma infiel muito, muito feliz.
Desde já, obrigado e, como sempre, valeu pelos pontos. Se puderem recomendar o post, melhor ainda.
Um pouco sobre elas e sobre a minha:
Ali

ruiva...

yop
No caso do Fede, ele é um cuck voyeur, adora olhar e bater uma, mas não tem curiosidade pela rola... é um bom marido, mas a sexualidade dele é mais visual... a Ali é uma mulher gostosa, quando conheci ela era tímida, mas tinha uma necessidade de intimidade que já fazia uns 3 anos que não tinha com o Fede...
Desde que entrei nesse casal, fomos quebrando limites, ele sente vontade de ver ela sexy, compra lingerie pra ela, prepara ela pra cada encontro onde, como se fosse uma peça de teatro, a gente faz nosso ato na frente dele... já chegamos num ponto de confiança onde ela começou a se cuidar e largamos as camisinhas de lado...
Essa confiança deixou claro que ele é 100% hétero, mas não consegue sentir tesão a não ser quando vê a galera transando... foi aí que uma tarde recebi uma mensagem da Ali, o que é estranho porque os encontros são organizados por ele, como combinamos desde a primeira conversa.
A Ali tava aflita, me chamou porque se sentia mal ou saturada, já que ela parou de tomar anticoncepcional na esperança do Fede engravidar ela, mas não rolava nada, ele só conseguia manter uma ereção quando falavam das vezes que eu estive com ela.
Obviamente ela queria um filho do marido dela, embora mais de uma vez eu tenha sido garanhão de um casal, esse não era um desses casos. A Ali não sabia como fazer pra despertar a vida do parceiro dela, nem que fosse pra ele durar o suficiente pra inseminar, porque o prazer que a gente tem junto é uma delícia, mas ela queria que o filho fosse do marido dela.
Foi assim que conversei com a Ali, embora essa conversa a gente tenha tido os três uma vez, mas dali surgiu uma coisa que eu não sabia: ela me contou que uma vez foram numa casa de swing e que lá, enquanto ele olhava outro casal, ela conseguiu chupar ele até gozar. Mas ele não curte lugares de swing... dali Tivemos uma ideia nova que obviamente não garante nada, mas podia fazer isso funcionar.
Com a Ali, chegamos à conclusão de que, se ela levasse uma amiga e, além de me comer, a gente mantivesse o ato sexual pra ela poder montar no corno dela enquanto se delicia com o que dá prazer a ela, talvez desse tudo certo…
– Passou um mês até que um dia chegou uma mensagem da Ali.
“Consegui uma amiga que sabe o que a gente faz e tenho certeza de que ela quer entrar nessa.” (ela escreveu)
“Show, vai ser um prazer. Tomara que o plano dê certo…” eu disse
“Já tô cuidando disso. A gente vai se ver no dia em que eu estiver no meu melhor momento pra ficar.” (ela escreveu)
A semana passou, e a Ali me avisou com antecedência que a amiga dela ia me buscar na sexta, no dia…
Como combinamos, a amiga dela passou pra me buscar no carro dela na sexta. Baixinha, bucetuda, peituda, daquelas com uma raba em formato de morango… uma ruiva linda que suava de nervosa.
“É você?” (ela perguntou na esquina da Medrano com a Mitre)
“Depende de quem você procura.” (respondi)
“Você é amigo da Ali?” (ela, vermelha que nem um tomate)
“Sou eu mesmo, gostosa.” (falei)
A gente levou meia hora até Avellaneda, então deu pra ir se conhecendo… Ela, uma mulher presa num casamento que a rotina tinha engolido, com um marido que aposta e tem outra. Desde que a Ali contou em segredo o que faz com o marido e comigo, ela vive toda molhada, sem conseguir tirar da cabeça as sessões de sexo que a Ali descreveu com todos os detalhes.
– Tô nervosa, é a primeira vez que me atrevo a fazer uma coisa dessas. – ela disse
– Fica tranquila, aproveita o momento. – falei, segurando a mão dela
– É que faz anos… – ela tentou continuar, mas congelou quando sentiu minhas mãos nas pernas dela enquanto o sinal fechava…
– A única coisa que você precisa dizer é ‘não’. Sabe disso, né?
– Sim – e ela abriu as pernas devagar enquanto um carinho longo percorria ela.
A Ali e o corno dela moram nas Torres Pueyrredón, do lado de uma espécie de bailanta paraguaia… Não é a melhor região, mas é um lugar bonito. prédio.
deixamos o carro na mitre numa garagem, subimos pro segundo andar do estacionamento pra guardar o carro, estacionamos e antes de sair eu chupei a boca dela, olhei nos olhos dela e perguntei as coisas básicas que precisava saber pra entender se o que a gente queria daria certo
- cê é uma senhora, né? falei enquanto colocava minhas mãos na parte nua das pernas dela,
- siiiim. ela respondeu
- cê sabe pra que a gente veio, e eu subia minhas mãos devagar expondo as bundonas dela.
- vão nos ver enquanto ela mexia a cabeça pra todo lado…
- sim pra foder, pra me foder do jeito que cê fode a ali…
tirei um canivete que sempre carrego comigo e cortei a calcinha de renda dela, que deixou escapar o cheiro de buceta molhada,
hoje cê é minha, enquanto eu tiver sua calcinha na minha mão cê é minha… se quando o sol nascer de novo, cê me pedir sua calcinha de volta… só vai existir o hoje, mas se cê me der de presente, cê vai me passar seu telefone porque significa que cê vai ser igual a ali, minha mina pra sempre.
siim, respondeu enquanto as pernas dela tremiam, com meus dedos explorando ela
a gente se olhou, se ajeitou, os dois muito tarados, e saímos caminhando pra casa da ali, de mãos dadas como se fôssemos namorados há mil anos.
ali desceu pra abrir a porta, olhou pra amiga dela e riu… essas coisas de cumplicidade feminina, ela nunca me contou, mas apostaria que pensou que a gente deu uma rapidinha antes de chegar.
quando entramos no elevador, ali beijou a boca da amiga dela, que tão tarada que tava não hesitou em se entregar. depois, sem dizer mais nada, se ajoelhou, puxou o pau dela e deu um boquete gostoso, separou a boca pra falar:
- cê é uma idiota, devia ter experimentado antes de chegar pra não ficar nervosa assim.
dito isso, se levantou com cuidado, arrumou de um jeito bem sensual o pau no lugar e disse: tamo chegando…
quando entramos, fede tava esperando a gente, tava surpreso que dessa vez o show seria de 3, ali olhou pra nós dois e falou: peguem algo pra beber enquanto a gente se prepara… como sempre antes de ter uma boa sessão de sexo, uma gaseosa e fer curtindo um vermute…
quando saíram do quarto, eram duas gostosas de lingerie… ali tinha uma missão, mas nem por isso ia se privar da minha companhia, que nunca falhou em dar orgasmos pra ela,
logo viramos um mar de carícias, a coló tava doida, beijava ali, depois me beijava… um momento com duas monumentos de mulher: ali, magrinha, peitos pequenos e durinhos, corpo delicado… a ruiva gordinha, peitões enormes que brigavam pra sair do sutiã, com um corpo daqueles que me encantam, onde as cadeiras largas e uma bunda grande reinavam, fazendo sumir o fio da tanga naqueles cachetões enormes.
entre as duas, fui guiado pro sofá e lá começaram um boquete a dois, cada uma descia pro seu lado e, quando chegavam na cabeça da pica, o boquete virava beijo entre elas… a coló tava claramente enlouquecida… ali olhava de vez em quando pro homem dela, ele tava extasiado se tocando, mas antes de ir lá pra ele gozar nela, ela montou no meu pau quente, que é sempre uma delícia… a ruiva beijava a amiga e eu alternadamente, enquanto eu ia sentindo o corpo dela com a mão, que mostrava uma mulher bem apertadinha…
quando o fede acelerou a punheta, ali foi montar nele, porque ela tinha muito claro que a resistência é o que marca o marido dela.
com o caminho livre, a ruiva e eu começamos nosso jogo… trocamos de lugar pra eu poder lamber aquela bucetinha deliciosa e pequena… dava pra ver que tava meio abandonada, em menos de 10 minutos ela me deu um squirt na boca enquanto se contorcia de prazer… ela não é dessas mulheres multiorgásmicas que continuam se esfregando, ela vive o orgasmo dela… precisa descansar a poeira e sentir o corpo ser invadido de prazer, de êxtase
aí já tinha tirado o primeiro leite do marido, agora me dá prazer, ela falou enquanto limpava a pica do marido com um boquete, deixando a bunda empinada pra mim… sem pensar, coloquei um dedo na entrada do cuzinho dela, o que a fez se exaltar…
não quer misturar pais? disse enquanto babava aquela bunda que mais de uma vez foi minha, mas hoje eu ia estrear sem lubrificante.
ale olhou pra ela, acariciou o rosto dela como quem diz que a desejava e que queria aquilo…. minha pica encostou na bunda dela e bem devagar começou a entrar, sorrindo vendo como ela se abria, como aquele corpo ficava tenso enquanto soltava um som quase gutural… era muito doentio ver a ruiva aproveitando a viagem no orgasmo, a ali no processo de ser empalada sem pedras e o cuck dela que pela primeira vez ficou duro tão rápido…
tirei a pica de uma vez, que fez um barulho como se estivesse descascando, e no ouvido dela falei monta nele, não perde uma gota da Sweetie. ali subiu no marido dela e enquanto isso rolava, numa troca de olhares sem palavras, ele e eu decidimos uma dupla.
meti sem piedade, a bunda dela já tava meio aberta… e com um pouco de saliva na pica, ela recebeu a dupla penetração… cravou as unhas no cuck dela enquanto gemia sabendo que a gente tava abrindo ela sem parar… até que ali chegou o chifre dela quando comecei a lavar por dentro, senti como se ela descarregasse e a pica dela murchou, e assim, abraçada nele, se deixou violar o cuzão… mas como eu queria que ela conseguisse o objetivo dela, não gozei ali, tirei a pica e olhei pra colô, que como quem quase não tem palavras no vocabulário, disse
- quero
aí me dediquei a foder a colô no chão, a buceta dela é tão apertada que parecia que eu tava metendo na bunda, com o amor que tenho por peitudas, ela pedia beijando aqueles peitos enquanto sentia tudo molhado até meu umbigo de tanto que ela se molhava…
coloquei as perninhas dela no ombro enquanto nessa posição a ali se aproximou, me beijou e acariciou com carinho pra depois beijar a amiga dela…
as duas estavam em êxtase e quando eu ia tirar meu pau da ruiva pra gozar nela… a colô me segurou pelas nádegas
- me dá dentro, eu preciso…
- assim foi enquanto eu inundava ela de porra, a ali acompanhou a gente no orgasmo…
- love, você quer ela. disse o cuck que mal tinha ficado duro já tava quase gozando de novo…
ali ele Monto e não gozo, dou duas sentadas e já tinha terminado...
Ali, feliz por estar inseminada, mas com tesão pra caralho, me pegou pela mão, pegou a ruiva também, e fomos os três pra cama.
Ali sabia o que fazer: me chupou até eu ficar duro de novo, lubrificamos bem a pica porque atender uma bunda e uma apertada cria fricção... Ali curtiu uma foda magnífica e me pedia: "Goza dentro de mim, por favor" — e se ela pede, eu cumpro.
A morena, seja por curiosidade ou pelo tesão, entre beijos com a Ali e carícias, virou de bruços rebolando a rabeta...
A bunda da morena parecia fechada, daquelas que parecem um pontinho perdido no meio daquele bundão... Ali, tarada como sempre, foi pegar lubrificante e, enquanto me davam um show lésbico num 69 lindo, a tarada se ajeitou embaixo pra deixar o cu da amiga sem defesa... Ali abria as nádegas dela, deixando aquela bunda toda à minha disposição. Tava muito apertado, quase posso dizer que senti rasgar. Teve gritos, xingamentos, lágrimas e, claro, orgasmos... Um cuzinho virgem foi meu prêmio, daqueles que deixam tudo sujo... Mas sexo às vezes é sujo assim, e nada fez o momento parar até ela receber a carga dentro de si.
Dormimos os três: a morena abraçada em mim feito uma criança procurando refúgio, Ali com a mão na minha pica dolorida naquele momento... mas mais pro lado, e o corno dormiu no sofá que deixamos todo sujo do squirt da morena...
Depois de tanto sexo, no dia seguinte nos separamos... É a segunda vez este ano que perco um casal por causa de gravidez... A morena me levou até em casa, mas não sem antes passar no meu quarto, onde, por mais que eu tentasse evitar, ela recebeu o segundo orgasmo anal da vida dela e foi buscar os filhos cheia de porra que não conseguia segurar...
Ali, dias depois, me mandou a foto das duas listrinhas que tanto queria. O corno tava feliz, embora soubéssemos que por um tempo a gente se perde...
Não tem coisa mais linda do que ajudar casais que me escolhem como seu touro, a morena. Já é minha, mas ela não é corna, embora seja uma infiel muito, muito feliz.
Desde já, obrigado e, como sempre, valeu pelos pontos. Se puderem recomendar o post, melhor ainda.
Um pouco sobre elas e sobre a minha:
Ali


ruiva...

yop
11 comentários - Ajudando um corno a ser pai...
La colo es una diosa.
Cómo siguió la historia y embarazo de la pareja??? Cómo están las cosas con la colo?
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