Curiosidade, tesão e a primeira pica que chupei

E aí, galera da punheta! Na experiência que vou contar a seguir, tem um pouco da minha história e de como foi todo o processo até eu conseguir realizar esse desejo.

Desde moleque, sempre fui muito de bater punheta. Desde a primeira punhetinha que dei quando era criança e tive meu primeiro orgasmo, foi um caminho sem volta... Na minha época, não era fácil ter acesso a material pornô. Ou seja, dependia de comprar revistas ou, se tivesse sorte de ter um videocassete, conseguir algum filme e achar o momento certo pra assistir sozinho e dar uma gozada... Hoje em dia a gente sabe que toda essa muvuca não é necessária, já que temos tudo na palma da mão e até de um celular jogado na cama já temos acesso. Enfim.

Cresci numa família normal e conservadora, filho único e homem hetero cis. Não tinha a menor possibilidade de uma "desvio" sexual possível. Você é o macho e pronto. Além disso, minha condição de metaleiro, cabelo comprido, cara de mau e sempre vestido de preto, nada podia dar errado... mas sempre tem uma exceção às regras.

Eu era fanático por revistas pornô e sempre viajava até Liniers, já que tinha meu amigo dono de banca. Enquanto eu pagasse o que a revista valia, ele não tinha problema em vender pra um cara de 12/13 anos na época. Eu comprava a Eroticon, High Society, Hustler etc., mas também comprava – alguns vão lembrar – a revista "Adultos", que estava longe do pornô explícito das outras, mas tinha uma seção de relatos que eu adorava ler. Experiências hétero, gays, lésbicas, pra todos os gostos.

Lembro perfeitamente de uma delas, que contava de um cara que foi a um cinema pornô e acabou chupando um par de paus... e esse cinema pornô era o de Liniers, aquele que fica no fundo da galeria. Justamente a banca onde eu comprava as revistas ficava na entrada dessa mesma galeria. Coincidências...

Nunca tinha tido uma experiência sexual com um cara. Aliás, caras não me atraem. O que me atrai é o sexo oral, ou seja, chupar rola e que me chupem também. O mesmo, também não curto penetração entre homens, só chupar aquele pedaço de carne lindo, é mais que suficiente.
A única coisa que lembro e sempre acho que pode ter marcado algo foi quando eu era criança, não sei, 8 ou 10 anos talvez, com um coleguinha da escola que vinha em casa, a gente se tocou nas piguinhas, colocamos entre as nádegas como se fosse uma "transada" e chupamos, mas foi uma coisa, tipo nada... sei lá, coisa de menino, né?
Enquanto levava minha vida sexual normal com mulheres, começou a coçar a vontade de chupar um pau, quanto mais relatos eu lia, mais vontade tinha, mas não sabia como fazer, isso não dava pra conversar com nenhum amigo e no ambiente em que eu vivia, tinha zero chances.
Já com 18 anos e ainda sem conseguir realizar isso, decidi ir ao cinema pornô, lembrava daquela história que tinha lido, e pensei "posso escrever a minha".
Bom, decidi ir, fui ao de Liniers e dei mil voltas pra entrar, entrava pela galeria, passava pela porta do cinema, voltava a sair e assim até que me joguei... paguei a entrada praquela voz de ultra-tumba que saía por baixo da janelinha e me joguei, não via nada, só a tela e o pornô em grande, tudo era novo pra mim, fui andando devagar pra não trombar com nada até a vista se acostumar e me sentei no meio da sala na primeira poltrona do corredor, não passou nem um minuto desde que sentei, um cara se levanta do lado e começa a tocar meu braço, saí correndo pra caralho, fui embora, uma vez de novo na rua senti a frustração de não ter feito o que fui fazer, continuava adiando.
Um dia no trabalho (trabalhava com meu pai) que sempre chegava na loja com o Clarín debaixo do braço, comecei a ler como sempre e magicamente cheguei no rubro 59, comecei a ver os anúncios, enquanto isso meu pau foi ficando duro, ou vão me dizer que enquanto lia aqueles anúncios não ficavam excitados? e encontro um anúncio de uma transexual de Ramos Mejía, zona oeste (de onde eu sou) – lembro de cor: "transexual Alejandra, linda, loira e bem dotada". A duas quadras da estação. Bom, anotei o número num papelzinho e, quando voltava da capital, desci do trem em Ramos e entrei numa cabine telefônica (isso mesmo, galera, não tinha celular – quer dizer, tinha, mas não era pra gente comum como eu). Liguei, ela atendeu com uma voz super feminina, me explicou como era tudo, o preço e perguntou: "Vem?" Sim, vamos. Ela passou o endereço e lá fui eu. Mesma história de quando fui ao cinema: passei na frente da porta várias vezes sem coragem de tocar a campainha, até que... ouço os passos se aproximando da porta e eu tremendo de cagado. Ela abre e eu não conseguia acreditar no que via! Até duvidei se era transexual... era realmente uma gatinha, loira, alta, linda, com uma voz suave e doce.

Ela me fez entrar, perguntou se eu queria ir ao banheiro. Eu disse que sim, fiz a higiene de rigor e saí. Fomos para o quarto, sentamos na cama e ela me perguntou: "O que você quer fazer?" E eu, com a voz embargada, soltei: "Um boquete" – foi o que saiu. Então ela pega uma camisinha e fala: "Tira tudo, vamos...". Ela coloca a camisinha e vai começar a chupar meu pau, e eu digo: "Não... eu em você!" Ah, sim, vamos. Ela tira o short que estava usando, fica só de calcinha fio-dental – uma bunda de dar inveja – e eu já meto a mão no toba dela... mamãeeee! Quando ela tira o fio-dental, não dava pra acreditar no que via: era tudo perfeito. O rosto, o corpo e o pau enorme dela. Me joguei de uma vez, nem deixei ela colocar a camisinha. Acho que ela percebeu minha inexperiência no assunto, porque me viu desesperado. Ela foi me acalmando e dizia: "Chupa com calma, eu não te apresso, aproveita". E foi assim. Deve ter sido quase meia hora saboreando aquele pedaço de carne lindo, e perguntei se ela estava perto de gozar. Ela respondeu que não gozava. Enquanto continuava chupando, ela começou a me masturbar até que não aguentei mais e jorrei toda a porra. Fiquei exausto, mais ainda por ter realizado. essa fantasia que tanto procurei, me vesti, saí na rua e fui caminhando pra casa com um sorriso de orelha a orelha, naquela época eu tinha 19 anos, hoje já tô com 44 e sou um expert hahaha Bom, espero não ter entediado vocês e se quiserem compartilhar histórias, escrevam

7 comentários - Curiosidade, tesão e a primeira pica que chupei

buen relato, a mi me paso algo asi, pero con un cd lleno de fotos porno y me re calente con las trans hasa que me decidi y fui conuna de ellas y debute e pasivo, fue hermoso y no me lo olvido mas, hice un ralato de esa experiencia
Pasame el link, asi lo leo !
asi se llama el relato, mi debut como pasivo con una traviesa, que lo disfrutes, a mi me encantaia volver a repetir una experiancia asi
Me encantó el relato, se nota que es real, me pasa algo parecido pero no puedo concretar la fantasía
Pero animese hombre !, vamos que la vida pasa y hay que concretar las fantasias !
@sebasm1979 es muy difícil debido al contexto cultural de mi país, que es chico y domina el machismo y el catolicismo
@Ale_Almeida82 nadie tiene porqué enterarse! Eso sí, a nosotros si nos contás cómo te fue
me encanto..yo la pude cumplir por suerte, pero me quede con ganas de mas..quien dijo que la leche era fea..a mi me encanto
Sin miedo al éxito pa ! La vida pasa y no hay que perderse las oportunidades!
Veo que tenemos bastante en común, estaría bueno un día coincidir en el chat y hablar un rato
Que buena historia! Yo también leía la revista Adultos, y Testimonis y demás. Eran terrible las ganas de chupar pija que te daban.
Y . . Te empieza a picar el bichito y cuando probás la primera no volvés más ajajaj
Muy bueno!!! Si no fuera por la zona y que no lo escribí yo. Podría ser yo en todo.
Ufff contame, de que zona sos ?