Passaram dois dias da primeira trepada e a puta me ligou, disse que eu podia passar pra buscar ela no trampo, ela é enfermeira numa clínica e assim podia falar pro marido que trocaram o turno ou que saía mais tarde dependendo de como eu comesse ela. Então, umas 12 da noite, cheguei na clínica e lá apareceu ela, subiu no carro, "oi, love", e me comeu a boca de beijo. Isso, pra falar a verdade, também me deixava louco de tesão, ela é muito fogosa e eu pior. Falei: "não vamos perder tempo, vamos já pra um hotel", e lá começamos. Entramos no quarto, eu passando a mão na bunda dela, joguei ela na cama, baixei a legging, a calcinha fio dental e comecei a chupar aquela bunda, aquela buceta. Ela abriu as pernas e levantava mais pra eu enfiar a língua bem fundo, a cabeça apoiada no colchão, e eu saboreando aquela bunda de puta. Comecei a meter dois dedos no cu dela e, se contorcendo, ela me deu uma gozada, um gosto doce. Macio e pouquinho, ela molhava muito, chupei aquilo e a pica dela pedia pra eu soltar. Continuei punhetando a bunda dela, ela pedia pica, mas eu continuava afrouxando o cu dela, o dedão punhetava a buceta e ela não aguentava mais de prazer, a puta tinha tipo umas convulsões e gozava de novo, que puta gostosa. Levantei ela, apoiei a pica na bunda e meti. Enfiei a cabeça de uma vez, ela abria mais as pernas e empinava a bunda, eu segurando os quadris ia metendo e metendo, uma bunda deliciosa, sentia como cedia a cada pirocada que eu dava, e se abria lindo, apertava, dava pra sentir aqueles anéis do cu na minha cabeça, as veias enchiam e eu ficava desesperado pra meter tudo. A filha da puta se punhetava a buceta e gemia desesperada. Comecei a comer o cu dela como Deus manda, e metia igual um touro, enfiei toda e deixei ela bem empalada, aí apoiei o peso do corpo e a pica entrou até o talo, ela gritou e senti: "come, filha da puta, come". Aí comecei a meter pica, dava tapas na bunda dela e ela ficava louca, acelerei as pirocadas e senti a gozada vindo, apoiei o corpo e enfiei bem fundo. Lá dentro, comecei a descarregar bem a porra nela, um prazer lindo, sentir aquela bunda tão aberta. Ela desmaiou na cama, tirei a pica e era a garganta do diabo na bunda, e um vulcão de porra aparecendo. Deitei do lado, e ela já me disse que tinha mensagens do corno pra gente tomar um banho rápido. Entramos no chuveiro, ensaboei bem a pica e ela começou a me bater uma. Virei ela contra a parede e meti de uma vez na bunda, dava pra sentir a porra ainda. Eu reculava ela pra caralho, mas bem bruto, só queria tirar a tesão que tava com aquela bunda. A puta colocava os peitos na parede e empinava mais a raba, eu metia até onde dava. Assim enchi de novo bem de porra aquela bunda, ficou linda, bem aberta, vermelha e escorrendo porra. Mas curti pra caralho. Não trocamos ideia, falamos pouco e levei ela até em casa. "Tchau, amor", nos beijamos como namorados e ela entrou. Fui pra casa com a pica bem vermelha, mas sentia aquela coceira de querer continuar comendo ela. Cheguei em casa e ela me mandou mensagem dizendo que o corno do marido fez ela se fantasiar de empregadinha pra me comer, e que culpa minha, ela não ia me dar a bunda ou ia dançar a piquitinha que tem com o buraco que eu deixei. Daqui a pouco, uma foto do marido de quatro e ela batendo uma pra ele com uma cenoura. Acho que o próximo corno feliz vai ser o açougueiro.
0 comentários - A puta gostosa do açougueiro 2