Minha prima é uma mulher que vai à igreja, que fica escandalizada quando alguém fala de sexo ou solta muitos palavrões, sempre séria e certinha. Lembro que morei um tempo com a família dela, muitas conversas e momentos juntos, era tudo harmonia, uma família feliz, mas um dia azedou tudo. Cheguei do trabalho como todas as tardes e estava tudo às escuras, achei estranho só pela hora que era. Ao entrar me deparo com minha prima chorando, e ela me conta que se separou porque meteu chifre no marido — ele não comia ela direito, sempre tratava ela como uma senhora na hora do sexo, tudo devagar, tudo amoroso — e eu não conseguia segurar a risada. Pedi desculpas enquanto acendia a luz da cozinha e disse que com certeza na semana eles se resolviam, só tinha que pedir pra ele foder ela com mais vontade e que aí ia ficar tudo bem. Passaram os dias, eles voltam e quem chorava era o corno, sempre puto da vida, controlando ela em tudo, até que minha prima cansou e mandou ele pra merda. O cara era insuportável, e eu falei que se não expulsassem ele, iam pôr chifre de novo. Com o tempo a coisa se acalmou, eles não voltaram e minha prima começou a beber nos fins de semana, coisa que não costumava fazer, a religião dela não permitia. Num desses dias cheguei na casa dela e ela estava me esperando com cerveja — já era sexta e tinha que comemorar —, enquanto conversávamos e tomávamos uns tragos, bolei um baseado e me preparei pra sair. Ela me pediu pra não fumar fora dessa vez, que ela queria experimentar. Experimentou o baseado e não passaram cinco minutos que a loucura da maconha deixou ela toda putinha, a erva tinha tirado a vadia que ela carregava escondida e reprimida. Primeiro sentou na minha perna e começou a esfregar, e às vezes como que voltava e se levantava pra ir ao banheiro. Continuamos bebendo e fumando, mas ela já não se desgrudava mais de mim e transbordava tesão, queria que alguém a comesse e não importava quem. Enquanto isso o pai dela tocou a campainha, me levantei e fui pro quarto me deitar e dormi. Na manhã seguinte eu... Acordei como sempre, saí do quarto e ela me chamou do dela. Pediu que eu deitasse com ela e me abraçou, contando que a noite que passou foi muito boa, enquanto acariciava meu peito e descia até pegar na minha rola. Ao mesmo tempo, ela dizia que só faltou isso para a noite estar completa. E não pude recusar uma oferta dessas. Ela chupou meu pau como estava, enquanto eu dizia que ela só precisava ser comida todo dia para ficar feliz. E ela, com o pau na boca, só assentia e não parava de chupar. Ela se vira, deixando sua buceta à mercê da minha língua, enquanto continuava mamando como uma fera. Acontece que a ideia de transar com o primo a deixou muito excitada. Mal toquei sua buceta com a língua e começou a sair o rio. Que molhada que estava a prima! Lambi todo aquele cuzinho lindo que ela tem até hoje, e ela só aproveitava. Cavalgou no meu pau um bom tempo até que gozamos os dois. Tomamos banho juntos e transamos de novo. Era uma coisa de outro mundo, apertava aquela buceta gostosa que ela tinha de tão quente que estava. Não sei quantas vezes a prima gozou. Já no final da tarde, paramos um pouco. Saí por aí, voltei mais tarde e, assim que cheguei, ela pediu para fumarmos, que a tarde toda ela pensou em fazer isso à noite também. Fumamos um monte de maconha e ela, mais louca que na noite anterior, pediu para experimentar anal, que só fumou para ter coragem. E bom, não ia dizer não. Tinha comprado um óleo especial no tempo que saí para poder usar. Voltamos a praticar sexo oral, teve muita preliminar. Ela precisava estar super excitada. Enfiava meus dedos no seu cu devagar e ela gemida, doía mas ela gostava no cu, dizia. Eu a comia e não deixava ela gozar para ficar ainda mais louca, ela tinha que pedir pau no cu. Até que, depois de algumas horas, ela me pedia por favor para foder ela. Encheu o cu de óleo e deixou bem empinado. "Esse é para você, priminho, minha bunda é sua. Enfia esse cacete, por favor." E eu enterrei meu pau no... caralho, deslizou com uma facilidade tremenda. Eu, na minha loucura, nem pensei se ia doer. Ela pedia, por favor, que eu tirasse, mas eu lentamente levava meus quadris para trás e enfiava de novo. Uma, duas, três, quatro vezes, aumentando a velocidade até que ela parou de pedir para eu tirar o pau do cu. Estarmos bem chapados ajudou muito para ela continuar. No final, ela adorou. Às vezes pedia devagar, mas com força, queria que minhas bolas batessem na sua buceta. Em outros momentos, só queria sentir o cu dela sendo revolvido pelas pirocadas que eu dava. Naquela mesma noite, ela provou porra no cu, que transbordava de tantas vezes que fudemos. Ela continuou indo à igreja e continuou transando comigo. Éramos um casal secreto até que me mudei para a casa onde morei por muitos anos, e aí não pude mais vê-la para trepar. A última coisa que ela me pediu foi provar o gosto do sêmen, o que eu dei com todo prazer, depois de transarmos pela última vez e não nos vermos por muitos anos. E aí está ela, bem putinha como diz que é, e aproveitando o sexo como sempre fez desde que se separou.
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