Olá, pessoal. Finalmente posso liberar minha putinha sem me esconder. Depois de transar com o Júlio na frente do meu marido, posso viver sem me sentir culpada e ainda com o bônus de que meu marido lê atentamente cada relato. O que conto hoje é cem por cento real, como tudo que compartilho. Como deve acontecer com muitos de vocês, a gente sofre com o aluguel e as taxas de condomínio. Mas acho que encontrei, pelo menos este mês, uma boa solução. Na terça-feira, como todo mês, o senhor João da administração veio cobrar as taxas. Deixo claro que ele não é um barrigudo, haha. João é um homem de 60 anos, sempre de terno, cabelo branco e se mantém bem pra idade. Disposta a cumprir a obrigação, mandei ele entrar e ofereci um café enquanto ele fazia o maldito recibo. A conversa, logicamente, era sobre os custos do condomínio e como tava difícil pagar. João me ouvia, mas não dizia nada, talvez cansado de todo prédio reclamar a mesma coisa. De repente, ele falou: — Senhora, não fique assim, tão gostosa e vai se enrugar de tanta preocupação. Tudo se resolve nesta vida. Agradeci pelo elogio, mas ainda tava pouco me importando, tinha que pagar. — Queria te falar uma coisa, mas me sinto desconfortável — ele disse. — Fala, João, aconteceu alguma coisa? — A vizinha da sacada em frente fez uma reclamação, diz que você sempre anda semidespida com a sacada aberta e ela tem filhos pequenos. Fiquei puta da vida que aquela harpia falou de mim e, sem delicadeza, respondi: — Deve ser que o marido finalmente vê uma bunda boa, por isso ela reclama. João riu e disse: — Me desculpa, só te contei a reclamação, entendo sua raiva, mas todas as queixas vêm pra mim. Da minha parte, entendo que você ande no seu apartamento como quiser, mas tinha que te avisar. Rimos juntos e eu falei: — Ai, Deus, como se eu não tivesse problemas pra somar mais um porque ando pelada na minha casa. — Um dia vou ter que verificar o que essa vizinha diz — ele falou, maliciosamente. — Não tem nada que você com certeza já não tenha visto antes — respondi, me fazendo de sonsa. Deu efeito, porque ao me ver tão cúmplice, o cara me disse: _ Pelo que me diz respeito, nunca vi uma bunda tão gostosa, imagino de fio dental, coitados dos filhos da senhora. Sou puta e como tal sei quando um homem não tem coragem de dizer abertamente que está tesudo, mas tenta dar a entender. _ Ainda bem que hoje estou de jeans porque por baixo o fio dental que estou não cobre nada, falei descaradamente. Efeito total, olhei o volume de João e ele não se segurou, respondeu fazendo uma barraca interessante. Notei ele nervoso, mas como se esperasse mais. _ Viu que não minto?, falei enquanto abaixava o jeans, dando meia-volta e mostrando a bunda. Senti a mão dele cheia na minha nádega e a voz: filha da puta, sabe esquentar bem. Sempre soube que era uma puta terrível. Finalmente ele tinha se soltado e já não era o dono da administração sempre sério. Ele apalpou minha bunda à vontade. Aí aproveitei e falei: Você tinha razão, tudo tem solução. Essa bunda vale um mês de condomínio?, perguntei. Só se eu puder comer, ele disse. Beijei ele e falei: negócio fechado. Levei ele pro quarto. Me despi e despi ele. Me ajoelhei e chupei bem a pica dele. Me surpreendi que na idade dele estivesse tão dura. Não me faz gozar, puta, ele pediu. Diminui a intensidade da chupada. Ele falou: Quero chupar sua bunda, bebota. Levantei e fiquei de quatro na cama. Ele suspirou e disse: é um monumento à bunda, gata. Lambeu e chupou minha bunda do jeito dele. De repente senti a cabeça da pica e com as duas mãos separei as nádegas, deixando a bunda exposta. Ele colocou devagar, como se aproveitasse cada centímetro que entrava. Agarrou meus peitos e começou a bombar. Me xingava e me chamava de puta. Eu rebocava, enfiando a pica toda. Nessa altura já estava tesuda, ele arrebentava meu cu de um jeito gostoso. Acelerou as metidas e me inundou de porra, dando tapas. Ficou um tempo dentro de mim. Tirou e chupou minha buceta até eu gozar. Ficamos um tempo na cama. Me beijou e disse: que puta boa você é, coitado do chifre do seu marido, as picas que você deve comer. Beijei ele e levantamos. Nos despedimos. Na mesa estavam o recibo e a grana. Pelo menos esse mês a gente conseguiu cobrir as contas.
9 comentários - Pagando las expensas(real)
Me encantan tus relatos espero que sigas contandonos mas.
Besos hermosa!
van 10
esa cola paga todo!!