Consentida pelo meu filho

Esta história aconteceu ao longo da semana passada.
Eu tinha comentado com meu bebê que era melhor a gente sair pra correr porque a academia estava muito cheia, e que eu iria sozinha ao meio-dia, que é quando quase não tem ninguém no gym. O lugar perto de casa pra sair pra correr é a Floresta de Chapultepec. Comecei a me vestir, já que foi meu bebê quem escolheu meu look: coloquei uma legging esportiva preta, um moletom pequeno com capuz. Não queria usar fio dental, mas meu homem insistiu que eu usasse — era um fio dental preto — e ele me disse pra não usar sutiã.

Deixamos a caminhonete estacionada bem perto de onde íamos correr. Estava um pouco frio, mas conforme corríamos, o frio passava. Eu adorava a sensação de sentir os olhares dos caras e das minas que também estavam correndo; ambos ficavam encarando meus peitos, e como eu não estava de sutiã, dava pra sentir meus seios balançando por baixo do moletom.

Depois de alguns minutos correndo por Chapultepec, eu já estava toda suada, principalmente nos peitos e na bunda, além de estar super cansada. Voltamos andando, passamos numa cafeteria pra pegar um café. Quando subimos na caminhonete e estávamos indo pra casa, meu bebê comentou que tinha uma ideia bem louca, uma fantasia que tava martelando na cabeça dele ultimamente. Ele me contou do que se tratava (não quero estragar a surpresa), e disse que eu tinha a semana toda pra me preparar enquanto ele encontrava o necessário pro que tinha em mente.

Eu tinha gostado tanto da ideia que também propus umas coisas (isso sem ele pedir, partiu de mim, e isso vocês vão saber). Minha ideia era bem simples, mas sabia que ele ia gostar: era que, a cada momento do dia ou no mais importante, eu teria que mandar mensagens safadas pra ele pedir aprovação. E foi assim: durante a semana, fiquei mandando mensagens, intercalando entre meu trabalho como empresária, a academia, dona de casa, esposa, namorada, amante, puta, que bagunça.

Na quinta-feira, que era o dia da minha consulta no salão, pedi pro meu amor me acompanhar, porque não queria ir sozinha. Felizmente, ele topou de boa, já que precisava dar a aprovação dele. Naquele dia, tinha ido na academia e não deu tempo de me trocar; tava usando um conjunto de moletom verde, com uma regatinha verde estilo barriga de fora. Felizmente, tenho alguém do meu lado que tá comigo nos momentos que mais curto e que são importantes pra mim. Me arrumaram toda: corte de cabelo novo, maquiagem, unhas, uma princesa completa pro meu gato lindo. Óbvio que tive que comprar umas roupinhas novas, tipo uma jaqueta e uns tênis, e no final levei ele pra tomar uns drinks que meu docinho adora.

Sério, gente, eu amo o que meu amor faz por mim, me acompanhar, ficar do meu lado. Ele me trata como uma rainha, por isso não consigo dizer não pra ele, e claro que mimo ele demais.

Foi nesse sábado, eu tava sozinha em casa, umas 9 ou 10 da noite, não lembro direito. Tava no escritório escrevendo justamente o começo dessa história, e tava logada no pornô respondendo umas mensagens que me mandam e batendo papo com uns caras tarados.

Teve dois caras que adorei a conversa que tivemos, mas vou falar só de um em especial. Era um cara quente (como a maioria daqui). No começo, não contribuía nada na conversa (já sabe, o clássico: "me manda uma foto", "você é muito gostosa", "quero te conhecer", etc.). Mas depois que viu que eu tava dando o fora e não aceitava, a conversa ficou interessante.

Ele me perguntou o que eu tava fazendo e se tava sozinha. Respondi que tava sozinha em casa, esperando meu amor no escritório (biblioteca, como chamam no seu país), enquanto mexia no computador. Ele sugeriu que a gente brincasse um pouco até meu filho chegar. aceitei, total, não perdia nada (não fazia ideia do bem que eu ia passar naquela noite).

Pra começar, me perguntou se eu gostava de beber álcool. Respondi que sim. Ele mandou eu pegar uma garrafa do que tivesse em casa e começar a beber. Saí do quarto direto pra adega que temos e peguei uma garrafa de uísque, passei na cozinha pra pegar um copo e um gelo e voltei pro quarto. Enquanto a gente conversava no chat, eu tinha que ficar bebendo o uísque sem parar. A gente falava de coisas bestas (minhas fantasias, como foi minha primeira vez, o que eu gosto no meu bebê, em que lugares da casa eu gosto de fazer amor, como eu tava vestida e esse tipo de coisa — se vocês gostarem, respondam ou escrevam nos comentários que eu respondo).

Nessa altura, já tinha acabado a garrafa. Verdade seja dita, a garrafa não tava tão cheia, só deu uns 5 copos de uísque. Não me sentia nem tonta, muito menos bêbada. Ele mandou eu pegar outra garrafa (e como eu tinha ficado com vontade de continuar bebendo), obedeci e fui pegar uma garrafa nova. Já era um pouco mais de 11 da noite quando ele me perguntou se meu filho ainda ia demorar. Respondi que umas meia hora ou mais. Ele falou pra eu ir trocar de roupa pra receber ele como ele merece, e enquanto eu fizesse isso, não podia parar de beber e de conversar com ele no chat.

Eu tava vestida de um jeito bem normal, não pensei em sair naquela noite, tava de jeans e um moletom. Mas se eu queria surpreender meu bebê, tinha que me trocar. Coloquei algo bonito pra ele: um roupão preto e um conjunto preto — um sutiã preto de renda e uma calcinha fio-dental de renda muito linda.

Voltei pro chat dizendo que já tinha me trocado. A gente continuou conversando e bebendo até quase meia-noite. Meu bebê tinha atrasado muito pra chegar, eu já tava meio alterada, tinha bebido uns 3 ou 4 copos de uísque. Além de meio alterada, me sentia quente, por causa da conversa e do álcool. Eu tava batendo papo, recostei minhas costas na cadeira e comecei a esfregar minha buceta por cima da calcinha (tava imaginando que meu Sweetie me engravidava do nosso filho), e também ficava apalpando meus peitos por cima do sutiã. Fiquei nessa por um bom tempo, até que a pessoa com quem eu tava conversando perguntou se meu filho ainda ia demorar pra chegar. Respondi que ele chegava em dez minutos e fiquei pensando se nascesse uma menina nossa, de quem ela puxaria mais.

Aí eu resolvi beber direto da garrafa pra terminar ela. Como tava muito excitada, obedeci: peguei a garrafa e comecei a beber (óbvio que não terminei de uma vez só). Com o movimento que fiz, derramei um pouco de álcool que escorreu pela minha boca até chegar no meu peito. Logo depois disso, ouvi o carro do meu bebê chegando. Então saí o mais rápido que pude pela porta dos fundos que dá no jardim onde estacionamos os carros. Abri o portão pra ele poder entrar.

Depois de fechar o portão, fui recebê-lo até o carro.

Candy. – Oi, love… que bom que você chegou (recebi ele abraçando pelo pescoço e não parando de beijar)

Puaxxx. – Demorei porque não encontrava o que tava procurando… mas que recepção gostosa.

Candy. – Gostou? Fiz pra você (abri a bata na frente dele pra ele me ver melhor) Queria muito que a gente tivesse um ou dois filhos juntos!

Puaxxx. – Você tá uma delícia (puxou minha cintura pra perto dele, passou a mão na minha calcinha e enfiou o rosto no meio dos meus peitos) Hummm, você cheira uma delícia… vem, vamos pra dentro. Ele me levou abraçada pela calcinha, sem parar de me apalpar, enquanto eu rebolava a cintura ao andar e passava a mão no pau dele por cima da calça.

Puaxxx. – Vou tomar um banho e aí a gente vê se eu te engravido um dia desses…

Candy. – Se apressa porque quero ficar com você e fazer a lição de casa… quero que você me bombeie bem forte… quero ser sua putinha e chupar esse pau gostoso que você tem.

Fui pegar a garrafa. que deixei no estúdio, e fui direto pro quarto, minha bebê já tava tomando banho (vale dizer que nosso quarto é bem grande, temos o chuveiro do lado, então dava pra ver minha bebê se lavando porque o box é de vidro). Tirei o roupão e me deitei de bruços na cama, curtindo um copo de uísque, já tava meio bebada, mas mais era tesão, dava pra sentir minha buceta molhada, pronta pra ser penetrada. Ouvi minha bebê sair do chuveiro.

Puaxxx. – Que delícia, cê tá gostosa, love. Chegou perto da cama, foi direto na minha bunda, enfiou a cara pra cheirar, cravou o nariz no meu cu e começou a lamber toda a racha da minha bunda por cima da calcinha, eu comecei a rebolar a cintura em círculos e gemer – haaa bebê… assim love… cê gosta da minha bunda?

Levantei pra tirar minha calcinha, depois levantei um pouco pra ele lamber melhor meu cuzão, só parou pra lamber meu cu, enquanto eu não parava de soltar gemidos fortes. Desabotoei meu sutiã, quando ele terminou de lamber, me deu umas palmadas daquelas e me virou, abriu minhas pernas e enfiou o pau, começou a bombar muito rápido, eu só via meus peitos quicando.

Candy. – haaaa… ahhh… assim… assim…. Ahhhh…. Cê pode me comer mais forte?

Puaxxx. – Quer que eu te coma como uma raposinha… como a putinha que cê é?

Candy. – ahhh… sim, me come… me vira e me come como a raposinha que eu sou. Ele me virou, me pegou pelos cabelos enquanto enfiava o pau no meu cu, meteu sem piedade, bombava ainda mais forte do que quando tava na minha buceta, me segurava pelo cabelo e puxava cada vez que me penetrava, até que comecei a sentir ele gozar, o esperma dele tava muito quente, encheu meu cu inteiro de porra.

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