Introdução: Foram os dias mais lindos da minha vida, há alguns meses eu tinha me casado com a mulher mais linda que poderia existir, vão dizer que eu exagero, mas pra mim, nossa, ela era mesmo.Ela tinha uma carinha de menina, com olhos grandes e cheios de malícia, seus lábios eram carnudos, com uma cabeleira castanho-escura, um pouco longa, e um corpo que não ficava devendo nada pra nenhuma modelo.
Dava pra dizer que ela era a mulher perfeita pra casar, já que sua personalidade reservada e prestativa conquistava qualquer um. Depois de 3 anos de namoro, finalmente eu podia estar com a mulher que amava. Infelizmente, nem tudo dura pra sempre e as coisas nunca acontecem como a gente quer.
Continuação:
―Eu estava quase conseguindo, querida, mas quando ele colocou a calça e arrumou a roupa pra ir embora, ele virou e olhou exatamente pra onde eu estava.
Minha esposa levou a mão à boca, olhando pra ela surpresa, esperando a próxima frase da nova amiga sobre a história.
―Lá estava eu, parada na porta que ligava nossos quartos, na minha lingerie branca e sexy que eu tinha escolhido com tanto cuidado pra minha noite de núpcias com meu marido, o homem patético que deveria me desvirginar naquela noite tão especial, dormindo e bêbado na cama do nosso quarto.
Minha mulher, que tinha ouvido toda a história da amiga, nesse momento estava bem corada e diria que até um pouco excitada pela história tão safada contada por aquela jovem mulher. E não era pra menos, tudo isso tinha despertado em mim uma baita ereção também.
―O que o chefe do seu marido fez? Por que você não se escondeu? ―perguntou minha mulher diante da pausa da amiga.
―Não deu, os olhos dele pousaram em mim como se um predador estivesse de olho na presa, ele me olhou desde minhas pantufas tipo Cinderela brancas, subindo pelas minhas pernas torneadas cobertas por aquela teia delicada das minhas meias até a renda delas que enfeitavam minhas coxas, olhou tudo que quis, até subir pela minha parte íntima, meu abdômen plano, meus seios, eu aproveito cada centímetro da minha lingerie de renda até me olhar diretamente nos olhos.
Seu olhar me tirou do meu devaneio, me fazendo tremer, corando mais do que deveria, baixei minha mão direita tentando cobrir minha virilha, pois sabia que o tecido fino do fio dental que usava deixava à vista minha intimidade, que até aquele momento havia reservado para meu marido, enquanto com a outra mão em forma de punho a coloquei na minha boca, vítima da vergonha e da tesão que sentia, virei minha cabeça para o lado olhando para o chão envergonhada.
―Você está louca e o que você fez, como aconteceu, por que você não foi embora de lá ―consegui dizer minha esposa enquanto oferecia assento nos móveis da sala.
―Eu queria voltar alguns minutos atrás e ter ido embora antes, amiga, mas estava com tanto tesão, aquele homem tinha feito até o impossível para conseguir um quarto ao lado do nosso e montado na esposa de um de seus funcionários para imaginar-se comendo a noiva daquele casamento: eu.
Enquanto as duas se moviam para a sala, olhei para ambas as jovens, as duas eram umas belezas, a nova amiga da minha esposa usava um legging esportivo preto bem justo que deixava ver aquelas bundas redondas que eu tinha visto sair antes do quarto do Don Chato, uma cintura bem marcada e uns peitos bonitos cobertos por uma jaqueta esportiva azul-celular justa ao corpo.
Mas se ela era linda, minha mulher era uma deusa, sua longa cabeleira negra e seu sensual e natural andar faziam com que ela chamasse a atenção de qualquer um, sua figura ficava linda com qualquer coisa que vestisse, suas pernas torneadas e longas de modelo se deixavam ver pelo vestido curto de domingo florido que ela usava naquela manhã, embora com babado marcava bem o começo de suas nádegas e a queda do tecido que as cobria parecendo mais curto na parte de trás, marcando sua cinturinha e seus peitos redondos sustentados pelos pequenos botões que fechavam o vestido pela frente.
Ambas se sentaram e cruzaram suas pernas no sofá deixando ver suas pernas encantadoras ainda melhor para mim.
―Não acredito, amiga, não consigo imaginar o quão... excitada você deve ter ficado naquele momento ―comentou minha esposa.
―Sim, e como fiquei! Outro homem estava vendo algo que eu tinha reservado para o meu marido, sabe? A gente se prepara tanto para que ele possa aproveitar tudo, e agora o velho gordo do chefe dele era quem me olhava naquelas roupas íntimas tão delicadas...
―Sei do que você está falando.
O quê? Do que minha linda esposa estava falando, dizendo que sabia do que ela se referia?
―Por que você diz isso, querida, se você nunca esteve com ninguém?
A pergunta pegou minha esposa de surpresa, que não tinha cuidado com suas palavras.
―Não, não é o que você está pensando. Eu não estive com ninguém, é só que...
―O quê? ―questionou sua amiga.
―Antes do meu casamento, enquanto eu me preparava, um dos meus cunhados subiu ao quarto para procurar minha irmã e entrou justo quando eu tinha acabado de colocar minha lingerie, e eu não consegui me cobrir rápido o suficiente para que ele não visse um pouco. Enfim, nada demais.
―Querida, com certeza foi uma grande surpresa para seu cunhado te ver tão gostosa naquele dia, certeza que ele também te deseja como qualquer homem, você é tão linda de verdade, com certeza você também gostou ―eu não conseguia acreditar, alguém tinha visto minha esposa antes do casamento com sua lingerie nupcial e tinha aproveitado aquela visão.
―Sim, um pouco... ―disse minha esposa envergonhada.
―Não é nada demais, amiga, é tão excitante se mostrar para outro homem, imagina no meu lugar, o chefe gordo do meu marido começou a tocar a virilha por cima da calça enquanto começou a avançar sorrindo na minha direção.
Eu não sabia o que fazer, só consegui olhar para o chão por alguns segundos enquanto minha respiração ficava mais ofegante. Virei para o meu quarto justo quando a vista se fixou no meu marido, quando uma mão me deteve. Era o chefe dele, que tinha avançado até onde eu estava. Virei até que nossos olhos se cruzaram. Ele segurava o pau dele na outra mão, por fora da calça.
“Já vejo que o maricas do meu... O empregado não conseguiu te fazer mulher, eu sabia."
"Não fale assim do meu marido."
"hahaha marido? Ele nem conseguiu te desvirginar na noite de núpcias, ou será que conseguiu?"
"Não, eu não... é o que ele acredita."
"Então quer dizer que você já não é mais virgem?"
"Isso não é da sua conta, afaste-se de mim" Eu dizia enquanto tentava dar passos para trás para voltar ao meu quarto.
"Me afastar? Dá pra ver que você está gostando disso. O que você estava fazendo me encarando? Há quanto tempo estava aí? Com certeza viu como eu comi a putinha que estava comigo."
"Não, não é o que você pensa, seu velho nojento."
"Olha aqui, boneca, vou te dizer o que vamos fazer. Sente isso?"
Ele dizia enquanto levava minha mão até seu pau.
"Isso aqui, boneca, está assim por sua causa. E tudo que eu sonhava por um momento assim, e agora está se tornando realidade."
"Não, seu velho tarado, me solte" enquanto tentava tirar minha mão do seu membro, que a cada instante ficava mais duro.
"Olha aqui, sua burra. É melhor você se comportar porque tenho certeza que você quer isso tanto quanto eu. Por acaso acha que sou bobo? Sua virilha diz o contrário."
Ele dizia enquanto levava sua mão até minha calcinha de renda e senti o quanto estava molhada.
"Olha só você, é uma putinha."
Enquanto começava a mover minha mão sobre o pau dele para masturbá-lo. Não aguentei mais, nem percebi quando era eu quem estava movendo.
Enquanto ele começava a tirar novamente o paletó e a camisa, eu apenas movia minha mão sobre seu membro, tentando não olhar em seus olhos. Quando ele terminou de tirar a roupa e deixou sua calça cair no chão, começou a me tocar. Primeiro levou suas mãos até minha bunda enquanto a amassava, eu apenas pedia por favor para ele não fazer aquilo.
"Olha que rabão, putinha. Vou te rachar todinha. Você não sabe quantas vezes imaginei isso, desde o primeiro dia que te vi visitando seu marido na empresa. Você é gostosa demais, vem aqui."
Ele me puxou para perto dele e levou sua boca até a minha. Primeiro resisti, mas em poucos instantes parei de me opor. Suas mãos percorriam todo meu corpo, desde meus seios até minha cintura, minhas nádegas até o começo das minhas meias. a coxa.
Senti a mão dele buscar o calor da minha buceta, começando a brincar com meus lábios, não consegui conter um gemido, ele estava ganhando e eu só olhava de soslaio para meu marido dormindo.
“Por favor, para, eu não quero isso.”
“Não, minha rainha, sua boca diz que não, mas sua buceta diz outra coisa. Hora de experimentar essa boquinha.”
Ele pôs as mãos nos meus ombros e me fez ajoelhar, era um homem corpulento e com mais força do que imaginei.
“Vem, princesa, é hora de você enfiar essa barra de carne na sua boquinha, chupa aqui na frente do corno do seu marido, olha como ele dorme sem saber como sua mulher está sendo inaugurada por outro.”
“Não fala isso, eu não… mmm…”
Antes de terminar a frase, o pau dele entrou na minha boca, ele me segurou pelo cabelo enquanto enfiava o membro, senti o gosto salgado na minha língua, nos meus lábios, sabia que minutos antes aquele mesmo membro tinha engravidado outra mulher, a mulher de outro homem. Como ele era capaz de ter uma segunda relação sexual depois de uma transa tão intensa com aquela garota?
“Vamos, gostosa, move esses lábios no meu tronco, deixa seu marido ver como você chupa o chefe dele, já que ele não conseguiu esta noite.”
―Me limitei a satisfazê-lo, a chupar e lamber como uma desesperada.
“Vem, vamos até seu marido, quero te comer na sua cama matrimonial.”
“Não, você está louco, ele pode acordar, por favor, não faça isso.”
―Ele me separou e, sem pensar, me arrastou pelo braço até me deixar deitada de costas bem ao lado do meu marido. Ele se aproximou lentamente enquanto apreciava a vista que meu corpo oferecia, assim deitado na cama com minhas pernas um pouco abertas, ainda de meia e sapatilhas.
“Por favor, para.”
Ele me virou um pouco, deixando meus pés no chão e meu rosto perto do rosto do meu esposo, senti horror, ao mesmo tempo pena, e também muita raiva, pois meu marido não me oferecia o que eu precisava naquele momento.
“Vem, boneca, vamos experimentar seus deliciosos sucos”
Disse enquanto levantava minhas pernas e colocava as mãos nos meus quadris. Feito, puxei as delicadas tiras do meu thong e as deslizei por todas as minhas pernas até retirá-las dos meus tênis. Ali estava, nua diante daquele gordo, depilada, com minha intimidade implorando para ser provada por um macho, uma intimidade que nunca antes havia sentido um membro masculino.
“Que delícia você está, primor, você é uma putinha. Daqui vejo seus sucos escorrendo da sua buceta.”
Ele se inclinou e colocou a cabeça entre minhas pernas, deixando seu hálito a alguns milímetros da minha vagina.
“Você tem um cheiro delicioso.”
Disse enquanto afundava o nariz e a boca na minha vagina.
“Ahhhh, ahhh,” gemeu enquanto minhas mãos apertavam os lençóis da minha imaculada cama de casal. Virei para ver meu marido dormindo a alguns centímetros de onde sua esposa virgem estava sendo provada por outro macho. Quis silenciar meus gemidos, mas era impossível. Aquela língua subia e descia por toda a minha intimidade, parava para brincar com meus lábios, meu clitóris, mordia minha virilha e até descia demais, às vezes, até meu cuzinho, sentindo pontadas no meu estômago que nunca havia sentido.
“Que gostosa você está, mamita, que bundão você tem e que buceta deliciosa.”
Dizia enquanto tentava introduzir um de seus dedos, até que ele mesmo topou com algo dentro de mim.
“Uau, você é mesmo um prêmio, então não estava brincando sobre ser virgem, preciosa. E o cara do seu marido nunca te estreou? Não se preocupa, coração, eu serei o primeiro a enfiar um pedaço de carne nesse corpinho delicioso que você tem.”
“Não, por favor, chega. Não diga isso. Quero ser só do meu marido.”
“Não fale merda, idiota. Seu marido nunca vai conseguir te foder com aquela ferramentinha mole.” Dizia enquanto se masturbava com a outra mão e levava a boca novamente à minha intimidade.
Eu só me limitava a gemer e segurar com uma mão seus cabelos, que se moviam no ritmo da sua boca na minha intimidade. Ele começou a subir, beijando cada parte do meu corpo: minhas pernas, meu abdômen, até chegar ao meu peito. Em poucos segundos, seu corpo se... Ela colocou sobre o meu, minhas pernas o enlaçavam pela cintura e sua boca beijava meus peitos por cima do sutiã. Sem pensar, ele tirou a peça com as mãos, libertando meus seios, os chupava e os amassava.
“Ah ah, Deus, que delícia.”
“Você gosta, boneca, e ainda falta muito.”
“Por favor, não para.”
“Não vou parar, putinha. Vou te dar o que você merece aqui, bem do lado do seu marido.”
A excitação era tanta que não percebi quando seu membro se posicionou bem na entrada da minha buceta. Senti ela pulsar, me cutucando devagar.
“Ahh, ahhh, não, por favor, não faça isso. Quero que meu marido seja o primeiro.”
“Você é minha, garota. O primeiro vou ser eu.”
Queria dizer que sim, que ele fosse o primeiro, ele merecia mais que meu marido, mas não podia. O que faria depois para fingir minha virgindade?
“Que apertadinha você está, querida. Sinto o começo da sua xota me apertando, tentando fazer eu entrar mais.”
Justo quando senti que seu membro tocou meu hímen.
“Por favor, não faça isso. Vou te dar algo mais valioso, algo que você desejava há alguns momentos.”
“O que eu poderia desejar mais do que estrear você, minha rainha, na frente do seu marido idiota?”
“Faz por trás…”, disse quase num sussurro. “Me mete no meu… cu”, disse quase tremendo. “Você queria meter na garota por lá, não é? Vamos, sou virgem ali também.”
“Hahaha, você é uma puta. Quer que eu enfie meu pau entre suas nádegas e te meta pelo seu bum.”
“Sim, é isso que eu quero, por favor.”
“Vai ter que me pedir com mais vontade. Sente isso? É meu pau tentando entrar na sua buceta virgem. Se quer que eu tire e te foda com força, vai ter que implorar.”
“Por favor, não. Quero perder minha virgindade, me mete no cu.”
“Tem certeza? Vai doer muito mais. Será que você é mais puta do que eu pensava? Prefere sentir essa dor a ter sua virgindade vaginal tirada?”
“Sim, tenho certeza. Por favor, mete em mim, me faz sua”, quase gritei.
“Tá bom, putinha.” Ele me beijou apaixonadamente enquanto nos acariciávamos mutuamente.
Ambos estávamos sobre a cama, a mesma cama onde seria a Mulher do meu marido, ele dormia bêbado ao meu lado.
O velho gordo subiu até deixar seu membro entre meus seios.
"Vamos, gostosa, chupa ele enquanto suas tetas me masturbam, e é melhor deixar bem lubrificado porque vou enfiar minha ferramenta no seu cu."
Lambia sua cabeça e seu pau com toda minha intensidade enquanto ele segurava meus peitos apertando seu pau entre eles. Até que enfiou quase todo seu pênis novamente na minha boca, era enorme, grosso.
Depois de vários minutos assim, ele desceu até ficar entre minhas pernas, que estavam uma de cada lado dele, ainda com minha cinta-liga, minhas meias brancas e minhas sapatilhas da mesma cor.
Abaixou a cabeça abrindo minhas pernas, e começou a me chupar novamente.
"Ahh, ahh, ahhh"
Enfiando uma almofada nas minhas costas, deixei minhas nádegas se levantarem e minhas pernas puderam se erguer mais.
"Ahhh" gritei, um de seus dedos começou a se colocar no meu ânus, sentia seu dedo gordo tentando me penetrar "Ahhh mais devagar" disse, me ignorando completamente.
Sua língua ocupou o lugar do dedo e me lambia dando voltas com sua língua no meu buraco.
"Que puta você é, olha como curte que outro homem lamba seu cu virgem."
Por alguns minutos ficamos assim, seu rosto refletia vitória, qualquer homem curtiria um momento assim com a esposa de outro, isso eu saberia mais tarde.
Com suas mãos pegou minhas coxas e começou a levantá-las, pouco a pouco, minha respiração se intensifica ao ver no espelho do quarto nossas figuras, a do meu marido, a do seu chefe e a minha, a linda noiva se entregando a outro homem.
Suas mãos colocaram minhas sapatilhas em seus ombros me deixando tão vulnerável a ele. Baixou suas mãos percorrendo meus tornozelos até o começo da minha cinta-liga de renda.
"Que pernas deliciosas você tem, com esse vestido de noiva você estava tão linda, quem diria que ia abri-las para mim na mesma noite que casou."
Meu rosto refletia vermelho nas minhas bochechas, meus seios se levantavam pela respiração tão rítmica do momento. Minha mão, que estava ao lado do corpo adormecido do meu marido, buscou a mão dele e a segurei como segurei diante do padre aquela mesma tarde, com a outra mão em forma de punho na minha boca.
Senti a ponta do seu pau latejante na minha pequena abertura.
“Que pequeno é o seu buraquinho, putinha, isso vai doer”, ele disse enquanto aplicava cada vez mais força.
“Ahhh”, gritei enquanto apertava a mão do meu marido com a minha, a mesma mão que usava a aliança que momentos antes jurara fidelidade diante de um altar.
Senti a cabeça dele entrar no meu corpo, me partindo ao meio. Levei minha mão até a barriga dele, tentando pará-lo um pouco.
“Que apertado isso aqui, putinha, você tem um cu tão apertado, quem diria.”
“Ahhh, ahhh”, eu gemía cada vez mais enquanto cada centímetro do seu pau entrava em mim, minhas pernas tremiam ainda sobre seus ombros. “Ahhhh.”
Senti como se morresse quando toda a sua ferramenta estava dentro de mim.
“Por favor, não se mexa, está doendo, ahhh.”
“Agora me trata por ‘senhor’, safadinha? Muito bem, querida, acostume-se porque isso não termina aqui.”
Depois de alguns segundos, ele começou a puxar lentamente, quase tirando tudo, para então enfiar de novo, e a dor voltou a surgir.
“Como você me aperta, putinha, com certeza vai me levar sempre na memória.”
Depois de alguns minutos, a dor começou a desaparecer até que senti um prazer indescritível. Eu mesma, amiga, juro, até comecei a apertar o membro dele com meu corpo, me contraindo para estimulá-lo mais.
Via o rosto dele aproveitando as carícias anais que eu oferecia.
Fiquei excitada e tive o melhor orgasmo… ou um dos melhores que já tive.
“Ahhh”, gritei.
“Gostou, putinha, de como te parto na sua noite de núpcias?”
“Sim, sim, ahhh.”
“Fala.”
“Sim, por favor, não para.”
“Toma, toma”, ele gritava enquanto usava minhas próprias pernas para ganhar impulso.
Sem avisar, ele me virou e deixou meu rosto sobre o peito do meu marido.
“Que delícia você está, mamãe, que rabão gostoso.” E sem me deixar responder, colocou seu pau de novo no meu cu, abrindo tudo. Montava enquanto ele acariciava meus peitos com as mãos.
Minha bochecha estava apoiada no peito do meu marido e minha bunda se abrindo para outro pênis.
―Amiga, que história é essa? ―a interrompeu meu marido, que sem perceber tinha fechado as pernas apertando-as com uma mão sobre elas, certamente sem se dar conta de que o relato a tinha deixado muito excitada também.
E eu escondido no quarto, de pau duro sem saber o que dizer.
―Sim, amiga, ele me pegou, me fez dele e quando menos esperei senti o membro dele pulsando dentro de mim, super que ele tinha chegado ao clímax, e eu apertei o máximo que pude, o que fez a gente gozar de novo juntos.
Ele parecia cansado depois da tarefa com as mulheres com quem ele curte, o corpo dele sobre o meu ao se deixar cair com o rosto nas minhas costas.
Peguei o celular dele e tirei fotos daquela noite. Ele disse que aquilo se repetiria. Eu disse que sim, talvez depois. E pegando forças pedi que ele fosse embora, que era suficiente por aquela noite. Discutimos um pouco, mas consegui que ele fosse, não sem antes dar meu fio dental pra ele e dar um beijo apaixonado na porta.
―Amiga, que história, não sei o que dizer, digo, não sei, pelo menos você guardou sua virgindade pro seu marido.
―Não, amiga, meu marido não acabou sendo o primeiro.
―O quêêê? Mas o que você tá dizendo? Mas se, seu chefe não fez então não entendo.
―Ah, amiga, se eu te contasse outra longa história, mas meu marido, bem, não pôde e no final decidi que devia perder com alguém que merecesse, enfim.
―Mas quem, amiga? ―perguntou com insistência minha esposa, que parecia mais interessada no assunto do que preocupada.
―Uma pessoa, um cara que me fez gozar como você não tem ideia. Tenho que ir, já tomei muito do seu tempo, e seu marido não demora pra acordar, além disso ainda tenho que passar em outro lugar.
―Sim, sim, entendo, amiga, obrigada pela confiança ―disse minha esposa enquanto as duas iam em direção à porta do nosso apartamento.
―Sim, e você deveria se apressar, querida, se seu marido não é o que você esperava ou não consegue, você devia procurar quem te satisfaça na cama, se masturbar não é melhor que encontrar um macho pra te montar, tô te falando. além do mais, com esse corpo, acredite, todos os homens estão à sua disposição e não duvido que até seu cunhado que te viu se ofereça.
―Você não é tão louca como pensa, eu não poderia fazer isso com meu espos… namorado.
Por que minha esposa se referiu a mim como namorado? Será que toda aquela conversa a fez pensar bem as coisas?
―Bem dito, já está aprendendo, meu céu. Seu namorado. E nunca diga nunca, pra provar meu caso.
―Tá bom, mas então quem foi o primeiro? ―disse minha esposa enquanto estava parada na porta para se despedir da amiga.
―Bom, um macho, um com uma ferramenta enorme que chegou na minha vida de repente, alguém que eu nunca teria imaginado.
―Bom dia, bom dia, que mulheres lindas eu vejo, nesta linda e deliciosa manhã ―ouvi uma voz masculina no corredor.
―Seu Chato ―gritou minha esposa, surpresa.
Fim do capítulo II.
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