Muitos casamentos duram anos ou só meses, e o meu durou umas semanas por culpa da minha esposa safada gostosa que não conseguiu segurar a vontade de chupar um pau preto. Meu nome é Cristian Castañeda, e a gente tinha voltado da lua de mel junto com a Alejandra Araya. Ela é uma mulher de 29 anos, 1,70m, branca pálida, peitão e cabelo preto. Ainda estávamos nos preparativos pra comprar nossa casa, então eu continuava na minha casa e ela na dela. Além disso, ela trabalha lendo tarô na casa dela, então chega muita gente. E tem o cachorro dela, um vira-lata grandão chamado "Ralphie".
Foi numa segunda-feira que liguei pra ela pra gente se encontrar, mas ela disse que não podia porque tinha uma reunião com um cara que dava palestras sobre magia haitiana e queria que lessem o tarô pra ele, na casa dela, às 13h. Aí resolvi dar uma surpresa, chegando de repente na casa dela, sabendo que a mãe dela tava com o cachorro e não ia fazer barulho quando eu chegasse. Cheguei umas 13h15 com um buquê de flores pra dar uma surpresa gostosa pra Alejandra. Ela tava na sala com um cara preto que parecia um gigante. Não sei o que deu em mim, mas não quis atrapalhar a sessão e só fiquei olhando da minha posição confortável, com a sorte de que ela não podia me ver.
A situação era assim: a Alejandra tava sentada no sofá, o preto tava em outro sofá perto do dela, e entre eles uma mesinha com cartas de tarô espalhadas. Ouvindo a Alejandra, descobri que ele se chamava Jaime e tinha 62 anos. O preto era bem robusto pra ter 62 anos, mas se virava muito bem na hora de falar de magia vodu. De repente, o assunto acabou e mudou de rumo com um elogio do velho.
--Jaime: Que sobrancelhas lindas você tem, Ale.
--Alejandra: Obrigada, Jaime, nasceram assim.
--Jaime: E o que mais você faz além de ser uma bruxa? hahaha
--Alejandra: hahaha, por enquanto só isso. —Jaime: e aí, tem namorado, Ale?
—Alejandra: acabei de casar, Jaime.
—Jaime: mas como assim? Uma gatinha nova como você já casada? E como chama seu marido?
—Alejandra: chama Cristian.
—Jaime: esse Cristian é muito sortudo.
—Alejandra: hahaha... Nisso, o velho toca na perna dela e eu penso (que porra tá rolando aqui?), mas meu instinto não me deixou interromper e só fiquei olhando e ouvindo.
—Alejandra: e você, Jaime, tem família no Chile?
—Jaime: não, infelizmente tão no Haiti. Minha esposa morreu faz 5 anos, tenho dois filhos mais velhos que você, Ale, e netos também.
—Alejandra: uau, já tem netos!
—Jaime: cê não vê meus cabelos brancos? hahaha.
—Alejandra: verdade hahaha.
—Jaime: Ale, e vocês, quando pensam em ter filhos?
—Alejandra: ainda falta. Tamo no processo de comprar nossa casa e com tudo isso não praticamos muito hahaha.
—Jaime: como assim, Ale? Se sexo é a melhor coisa que existe.
—Alejandra: sim, mas como ainda não moramos juntos, é meio difícil fazer.
—Jaime: com minha falecida esposa, a gente fazia todo dia e ela era muito feliz.
—Alejandra: é só questão de tempo, e outra coisa: é verdade o mito dos negros, Jaime? Como ela teve coragem de perguntar uma coisa dessas? O que passa na cabeça dela? Eu pensava, e meu coração batia muito rápido, e tinha um pressentimento que me dava um nó na garganta.
—Jaime: que mito você tá falando, Ale?
—Alejandra: do tamanho do pau na raça negra.
—Jaime: hahaha, claro que sim, Ale. Minha esposa virava uma fera na hora do sexo.
—Alejandra: como assim?
—Jaime: cê tá muito preocupada, Ale hahaha. Por que não vai direto ao ponto e me pergunta se eu tenho ele grande ou não?
—Alejandra: hahaha, é que tenho que confessar: já vi vários filmes interraciais e os atores têm ele muito grande, e acho que são próteses que eles colocam.
—Jaime: mas minha filha, como você pensa isso?
—Alejandra: hahaha. O que tá acontecendo com a Alejandra? Eu me perguntava.
—Jaime: Ale, com a idade que você tem... Você podia ser minha neta, mas não consigo deixar de reparar que você tem um corpo gostoso. —Alejandra: obrigada, Jaime, às vezes faço ioga. Nisso a Alejandra se levanta e serve uma xícara de café pra ele, e no ato de servir o café, mostra o decote descaradamente, a putinha estava dando em cima daquele velho mastodonte que podia facilmente ser avô dela, eu morria de raiva. —Jaime: que perfume gostoso você tem, Ale, deixa eu sentir o cheiro? —Alejandra: claro, pode sim. Nisso o velho preto aproxima o rosto do pescoço da minha esposa e sente o aroma, o preto tem umas mãos enormes e com elas tocava a cabeça e o cabelo dela. —Jaime: você usa um perfume incrível, Ale, e seu cabelo é muito macio. —Alejandra: obrigada, Jaime. A Alejandra, por ser muito branca, ficar vermelha era muito fácil, e ela estava parecendo um tomate, mas pra minha desgraça não era de vergonha. —Jaime: com sua licença, Ale, mas você me deixou muito excitado, e não devia, já que você podia ser minha neta e, como disse, é uma mulher casada. —Alejandra: não se preocupe, Jaime, meu marido não vem hoje e isso é meu trabalho. Dar em cima de um cliente? Pensei eu. —Alejandra: excitação é super normal, não se preocupe, e vamos continuar com a leitura do tarô. —Jaime: claro, Ale. Bom, continuo a jogada das cartas por uns 10 minutos, até que o preto interrompe. —Jaime: Ale, por que você está nervosa? —Alejandra: por que você diz isso? hahaha (risada nervosa) —Jaime: você está nervosa e suando um pouco. —Alejandra: é por causa do calor que está fazendo. —Jaime: mas sinto o cheiro da sua buceta, você está muito excitada, Ale. —Alejandra: do que você está falando! —Jaime: não se preocupe, Ale, que eu também estou muito excitado agora e minha cueca está meio molhada também. —Alejandra: acho que estamos indo longe demais, Jaime. —Jaime: não se preocupe, já te disse que somos adultos e meio que colegas, já que você e eu lidamos com as ciências ocultas. —Alejandra: não é por esse lado, é que eu sou uma mulher casada. —Jaime: — Mas, minha filha, você não tá morta, e o sexo é pra ser compartilhado, cê não sabe das energias sexuais?
— Alexandra: claro, é que eu não sei onde isso vai parar.
— Jaime: como assim onde, se eu tô percebendo que você tá muito gostosa por mim.
— Alexandra: tenho que admitir que tô meio quente. Que isso?! O que cê disse? Esse preto é grotesco de tamanho, além da cara enrugada e os cabelos brancos.
— Jaime: viu, Ale, se deixa levar e o que cê deseja?
— Alexandra: tô com vergonha, mas queria ver seu pau se é verdade o mito.
— Jaime: oh, minha filha, ainda nessa? Hahaha, mas se você quer, vou te mostrar.
Não podia acreditar no que minha esposa pedia pra aquele sujeito. Na hora, ele se levanta do sofá e fica do lado da Alexandra, de frente pra ela, e pela altura, o membro dele ficava na cara dela.
— Jaime: vamos, Ale, abre meu zíper.
— Alexandra: mas pensei que você ia fazer isso.
— Jaime: faz você, Ale, pra sentir como é abrir o zíper de um preto.
A Alexandra, como podia, abria o zíper dele, já que a calça era jeans e tava bem apertada, depois desafivela a calça e o cinto, deixando a cueca à mostra.
— Alexandra: aah, que grande que é, Jaime.
— Jaime: mas, Ale, se nem tô duro pra você se impressionar tanto, e você ainda não viu ele direito pra se impressionar.
— Alexandra: hahaha, tem razão, é que tô meio nervosa.
— Jaime: não tem motivo, Ale, se você sabe o que faz, igual eu.
— Alexandra: então cê tá pronto? 1, 2, 3!
E a Alexandra abaixa a cueca do preto rápido, deixando à vista o tremendo e descomunal pau dele, o espanto dela era evidente.
— Jaime: cê gosta do que vê, Ale?
— Alexandra: sim, muito, é tão grande.
— Jaime: quer tocar?
— Alexandra: s-sim.
— Jaime: então faz, Ale.
A Alexandra, só com os dedos, toca o pau do Jaime com muita timidez, toca em várias partes, toca as veias dele, depois puxa o... Prepúcio puxado pra trás, deixando a glande à mostra, brilhando com o líquido pré-seminal que escorria dela.
— Alejandra: Não me diga que você gozou?
— Jaime: Como é que você pensa isso, Ale? É só que você me deixou muito excitado e meu pau tá pedindo pra você chupar.
— Alejandra: Mas eu nunca chupei uma rola, nem do meu marido.
Que puta sou eu, pensava, e o buquê de flores já era só lixo naquele momento.
— Jaime: Como assim você nunca provou um pau? Se essa boquinha tá pedindo uma rola aos berros. Olha, Ale, pega meu pau com as duas mãos, bate uma punheta nele e você vai ver que ele vai crescer mais.
A Alejandra, como uma boa menina, obedece. Primeiro, apalpa com as duas mãos e segura firme, com os dois punhos no pau do Jaime, ainda sobrava espaço, e olha que ele ainda ia crescer. A Alejandra começa a puxar o prepúcio pra frente e pra trás com as mãos, aumentando a velocidade conforme ganhava mais confiança.
— Jaime: Isso, Ale, continua assim, minha bruxinha.
— Alejandra: Você gosta, né?
— Jaime: Sim, e muito, mas tá faltando uma coisa. Quero sentir sua língua na minha glande.
— Alejandra: Como eu te falei, não sei fazer isso.
— Jaime: Faz do jeito que der, Ale.
A Alejandra, aos poucos, aproxima a boca na ponta do pau dele e, timidamente, estica a língua. Com a ponta, roça primeiro a glande do velho, depois faz de novo, mas dessa vez pressiona a língua com força no pau até tirar um pouco de pré-seminal, levando na língua pra provar.
— Jaime: Oooh, Ale, você podia ser minha neta, mas como você me deixa excitado com essa boca no meu pau.
— Alejandra: Você gosta, Jaime?
— Jaime: Sim, Ale, e muito, mas chupa ele dentro da sua boca.
A Alejandra já estava toda entregue aos desejos daquele velho e não podia mais fazer nada pra impedir. Eu estava paralisado diante da cena que presenciava escondido.
— Alejandra: Mas ele é muito grande e grosso, não vou conseguir engolir ele inteiro.
— Jaime: Chupa do jeito que der, Ale.
Ela abre a boca o máximo que consegue, esticando a língua, e o negro lentamente... Introduz o pênis venoso dele dentro da boca dela, o pau dele ficou em cima da língua, enfiando e tirando enquanto a pélvis dele se movia, fazendo a Alejandra engasgar. O negão gemia que nem bicho e segurava a cabeça da Alejandra com as duas mãos, fazendo a cabeça dela se mover junto com a pélvis dele pra ela chupar o pau dele com força e rapidez, além de fazer chegar até a garganta dela. --Jaime: oooh ale, se você continuar assim, vai me fazer gozar na sua boca. --Alejandra: gahaggaga. Com o pau na boca, ela não conseguia falar nada. Nessa hora, tive a ideia de ligar pro celular dela pra ver o que ela ia fazer, o que ia me dizer ou mentir, a puta traidora. Liguei pro celular dela e tocou, de primeira ela não atendeu, mas na minha insistência ela pegou e percebeu que era eu, mas só fez um gesto com os olhos porque ainda tava com o pênis enfiado na boca. --Alejandra: oi meu amorg o que cê tágh fazendog? --Eu: meu amor, por que você tá com a voz estranha, como se tivesse alguma coisa na boca? --Alejandra: nãog é que eu tôgh comendogh um pãog. A puta falava comigo mas não parava de chupar o pau do velho, e ele só acariciava a cabeça dela como se fosse uma menina boazinha. --Eu: ale, não se preocupa, se você tá ocupada, te ligo mais tarde, beijos. --Alejandra: beijosg. Que nojo que me deu, a puta não solta o pau daquele cara nem pra falar comigo, ela continuou chupando a carne como uma puta faminta. --Jaime: era seu marido? --Alejandra: sim, mas ele vai me ligar depois. --Jaime: hahaha, coitado, não sabe que você tá me traindo comigo. --Alejandra: ele nunca vai saber. É claro (eu pensei). Continuaram as chupadas de pica com mais desespero da parte da Alejandra, até o ponto de fazer o velho negro gozar. O cara encheu a boca dela de porra grossa, a ponto de vazar pela boca e sujar a própria roupa dela. --Jaime: oooh ale, você é maravilhosa, me deixou seco. --Alejandra: foi gostoso e a primeira vez que eu experimento sêmen, tem um gosto meio estranho. —Jaime: mas minha princesa, isso é só o começo, agora tira a roupa pra ter a melhor foda da sua vida. —Alejandra: tomara que você não me rasgue por dentro, hahaha. —Jaime: não se preocupa, Ale, que eu vou te fazer sentir muito prazer. A Alejandra se despe na frente dele e do mesmo jeito fez o velho negro, ficando completamente nus, a imagem era grotesca, minha esposa, como é muito branca, parecia estranha ao lado de um monte de músculos de dois metros, depois ele a pega pela cintura e a levanta no ar como se fosse uma pluma, depois a deixa no sofá e abre as pernas dela, e com seus dedos grossos abre os lábios da buceta e com sua língua enorme lambe toda a sua xota, fazendo ela gemer como uma puta no cio. —Alejandra: ooooooooh oooh A Alejandra gemia com as lambidas do velho por vários minutos, e então ele a faz levantar para se deitar ao longo do sofá, deixando uma perna no chão, e nisso a Alejandra se deita em cima dele para continuar chupando a pica do negro. —Jaime: oooh Ale, como você gosta de chupar meu pau, assim como eu gosto de saborear sua buceta. Passaram vários minutos nessa posição até que o homem a faz sentar no pau dele, pela posição a Alejandra estava de costas pra mim e eu notava como a buceta e os lábios dela se abriam à medida que a pica entrava, e ficava mais evidente porque ele com as mãos abria as nádegas dela, minha esposa começou a cavalgar como uma puta e ela gemia e gemia mais ainda como uma louca. Depois a Alejandra se vira, ficando de frente pra mim, e continua cavalgando em cima da pica, que dava pra ver o quanto estava molhada com os fluidos dela, ela pulava como uma louca em cima e gemia como uma louca, foi assim até que ele a faz ficar de quatro e ele por trás, abre as nádegas dela, cospe na mão e passa no próprio pau, depois faz o mesmo com a saliva, mas dessa vez passa no cu dela. —Alejandra: vai você vai meter no meu cu, Jaime? --Jaime: calma, Ale, vou fazer bem devagar. --Alejandra: tá bom, enfia. O velho começou devagar e dava pra ver que ele tava com dificuldade pra entrar no cu da minha esposa, ela soltava uns gemidos como se tivesse dando à luz, mas continuava sem se importar com nada. --Alejandra: tá ardendo um pouco, Jaime, me come mais devagar, por favor. --Jaime: calma, Ale. O filho da puta tava sodomizando minha esposa na brutalidade e ela gemia de prazer, os colhões do velho batiam na bunda da Alejandra fazendo uns barulhos estranhos. --Jaime: aaaahhh, Ale, que buceta apertada você tem. Pareciam cachorros no cio, estavam grudados, trepando feito animais, e eu era o único espectador vendo como comiam a minha esposa e não sabia o que fazer naquele momento. Era estranho porque outros na minha posição fariam um escândalo ou começariam a chorar, mas eu só olhava. O cara tira o pau do cu dela, deixando bem dilatado, e aí a Alejandra fica de joelhos e começa a chupar o pau dele de novo, ela chupava o pau inteiro, até os colhões. --Jaime: Ale, abre a boca que vou gozar. Dito e feito, o cara despeja outra porrada de porra na boca dela, que também cai nos peitos dela, e aí Jaime senta no sofá pra descansar, mas a Alejandra queria mais porra e com a língua dela limpou os restos de porra do pau. Minha esposa tava com a buceta bem rosada e os dois bem suados. Não quis continuar ouvindo a conversa deles e comecei a pensar no que devia fazer. Me afastei uns metros de onde estava e fui criando coragem, decidi encarar ela e ele. No caminho, mil filmes passaram na minha cabeça, mas escolhi fazer a coisa mais certa. Quando voltei, percebi que a Alejandra de novo tava chupando o pau do velho, mas como estavam tão distraídos, não notaram minha chegada. --Eu: oi, Alejandra, vejo que você ainda tá com fome, mas não se levanta, continua com esse velho, só vim te deixar isso (minha aliança). bodas) --Alejandra: m-mas meu amor, não é o que parece. Claro, pensei, fui embora sem olhar pra ela de novo e o capítulo terminou com um divórcio. Minha história de recém-casado e corno, compartilho de vez em quando com meus amigos em algum encontro no bar, afinal, não sou o único no grupo.
Foi numa segunda-feira que liguei pra ela pra gente se encontrar, mas ela disse que não podia porque tinha uma reunião com um cara que dava palestras sobre magia haitiana e queria que lessem o tarô pra ele, na casa dela, às 13h. Aí resolvi dar uma surpresa, chegando de repente na casa dela, sabendo que a mãe dela tava com o cachorro e não ia fazer barulho quando eu chegasse. Cheguei umas 13h15 com um buquê de flores pra dar uma surpresa gostosa pra Alejandra. Ela tava na sala com um cara preto que parecia um gigante. Não sei o que deu em mim, mas não quis atrapalhar a sessão e só fiquei olhando da minha posição confortável, com a sorte de que ela não podia me ver.
A situação era assim: a Alejandra tava sentada no sofá, o preto tava em outro sofá perto do dela, e entre eles uma mesinha com cartas de tarô espalhadas. Ouvindo a Alejandra, descobri que ele se chamava Jaime e tinha 62 anos. O preto era bem robusto pra ter 62 anos, mas se virava muito bem na hora de falar de magia vodu. De repente, o assunto acabou e mudou de rumo com um elogio do velho.
--Jaime: Que sobrancelhas lindas você tem, Ale.
--Alejandra: Obrigada, Jaime, nasceram assim.
--Jaime: E o que mais você faz além de ser uma bruxa? hahaha
--Alejandra: hahaha, por enquanto só isso. —Jaime: e aí, tem namorado, Ale?
—Alejandra: acabei de casar, Jaime.
—Jaime: mas como assim? Uma gatinha nova como você já casada? E como chama seu marido?
—Alejandra: chama Cristian.
—Jaime: esse Cristian é muito sortudo.
—Alejandra: hahaha... Nisso, o velho toca na perna dela e eu penso (que porra tá rolando aqui?), mas meu instinto não me deixou interromper e só fiquei olhando e ouvindo.
—Alejandra: e você, Jaime, tem família no Chile?
—Jaime: não, infelizmente tão no Haiti. Minha esposa morreu faz 5 anos, tenho dois filhos mais velhos que você, Ale, e netos também.
—Alejandra: uau, já tem netos!
—Jaime: cê não vê meus cabelos brancos? hahaha.
—Alejandra: verdade hahaha.
—Jaime: Ale, e vocês, quando pensam em ter filhos?
—Alejandra: ainda falta. Tamo no processo de comprar nossa casa e com tudo isso não praticamos muito hahaha.
—Jaime: como assim, Ale? Se sexo é a melhor coisa que existe.
—Alejandra: sim, mas como ainda não moramos juntos, é meio difícil fazer.
—Jaime: com minha falecida esposa, a gente fazia todo dia e ela era muito feliz.
—Alejandra: é só questão de tempo, e outra coisa: é verdade o mito dos negros, Jaime? Como ela teve coragem de perguntar uma coisa dessas? O que passa na cabeça dela? Eu pensava, e meu coração batia muito rápido, e tinha um pressentimento que me dava um nó na garganta.
—Jaime: que mito você tá falando, Ale?
—Alejandra: do tamanho do pau na raça negra.
—Jaime: hahaha, claro que sim, Ale. Minha esposa virava uma fera na hora do sexo.
—Alejandra: como assim?
—Jaime: cê tá muito preocupada, Ale hahaha. Por que não vai direto ao ponto e me pergunta se eu tenho ele grande ou não?
—Alejandra: hahaha, é que tenho que confessar: já vi vários filmes interraciais e os atores têm ele muito grande, e acho que são próteses que eles colocam.
—Jaime: mas minha filha, como você pensa isso?
—Alejandra: hahaha. O que tá acontecendo com a Alejandra? Eu me perguntava.
—Jaime: Ale, com a idade que você tem... Você podia ser minha neta, mas não consigo deixar de reparar que você tem um corpo gostoso. —Alejandra: obrigada, Jaime, às vezes faço ioga. Nisso a Alejandra se levanta e serve uma xícara de café pra ele, e no ato de servir o café, mostra o decote descaradamente, a putinha estava dando em cima daquele velho mastodonte que podia facilmente ser avô dela, eu morria de raiva. —Jaime: que perfume gostoso você tem, Ale, deixa eu sentir o cheiro? —Alejandra: claro, pode sim. Nisso o velho preto aproxima o rosto do pescoço da minha esposa e sente o aroma, o preto tem umas mãos enormes e com elas tocava a cabeça e o cabelo dela. —Jaime: você usa um perfume incrível, Ale, e seu cabelo é muito macio. —Alejandra: obrigada, Jaime. A Alejandra, por ser muito branca, ficar vermelha era muito fácil, e ela estava parecendo um tomate, mas pra minha desgraça não era de vergonha. —Jaime: com sua licença, Ale, mas você me deixou muito excitado, e não devia, já que você podia ser minha neta e, como disse, é uma mulher casada. —Alejandra: não se preocupe, Jaime, meu marido não vem hoje e isso é meu trabalho. Dar em cima de um cliente? Pensei eu. —Alejandra: excitação é super normal, não se preocupe, e vamos continuar com a leitura do tarô. —Jaime: claro, Ale. Bom, continuo a jogada das cartas por uns 10 minutos, até que o preto interrompe. —Jaime: Ale, por que você está nervosa? —Alejandra: por que você diz isso? hahaha (risada nervosa) —Jaime: você está nervosa e suando um pouco. —Alejandra: é por causa do calor que está fazendo. —Jaime: mas sinto o cheiro da sua buceta, você está muito excitada, Ale. —Alejandra: do que você está falando! —Jaime: não se preocupe, Ale, que eu também estou muito excitado agora e minha cueca está meio molhada também. —Alejandra: acho que estamos indo longe demais, Jaime. —Jaime: não se preocupe, já te disse que somos adultos e meio que colegas, já que você e eu lidamos com as ciências ocultas. —Alejandra: não é por esse lado, é que eu sou uma mulher casada. —Jaime: — Mas, minha filha, você não tá morta, e o sexo é pra ser compartilhado, cê não sabe das energias sexuais?
— Alexandra: claro, é que eu não sei onde isso vai parar.
— Jaime: como assim onde, se eu tô percebendo que você tá muito gostosa por mim.
— Alexandra: tenho que admitir que tô meio quente. Que isso?! O que cê disse? Esse preto é grotesco de tamanho, além da cara enrugada e os cabelos brancos.
— Jaime: viu, Ale, se deixa levar e o que cê deseja?
— Alexandra: tô com vergonha, mas queria ver seu pau se é verdade o mito.
— Jaime: oh, minha filha, ainda nessa? Hahaha, mas se você quer, vou te mostrar.
Não podia acreditar no que minha esposa pedia pra aquele sujeito. Na hora, ele se levanta do sofá e fica do lado da Alexandra, de frente pra ela, e pela altura, o membro dele ficava na cara dela.
— Jaime: vamos, Ale, abre meu zíper.
— Alexandra: mas pensei que você ia fazer isso.
— Jaime: faz você, Ale, pra sentir como é abrir o zíper de um preto.
A Alexandra, como podia, abria o zíper dele, já que a calça era jeans e tava bem apertada, depois desafivela a calça e o cinto, deixando a cueca à mostra.
— Alexandra: aah, que grande que é, Jaime.
— Jaime: mas, Ale, se nem tô duro pra você se impressionar tanto, e você ainda não viu ele direito pra se impressionar.
— Alexandra: hahaha, tem razão, é que tô meio nervosa.
— Jaime: não tem motivo, Ale, se você sabe o que faz, igual eu.
— Alexandra: então cê tá pronto? 1, 2, 3!
E a Alexandra abaixa a cueca do preto rápido, deixando à vista o tremendo e descomunal pau dele, o espanto dela era evidente.
— Jaime: cê gosta do que vê, Ale?
— Alexandra: sim, muito, é tão grande.
— Jaime: quer tocar?
— Alexandra: s-sim.
— Jaime: então faz, Ale.
A Alexandra, só com os dedos, toca o pau do Jaime com muita timidez, toca em várias partes, toca as veias dele, depois puxa o... Prepúcio puxado pra trás, deixando a glande à mostra, brilhando com o líquido pré-seminal que escorria dela.
— Alejandra: Não me diga que você gozou?
— Jaime: Como é que você pensa isso, Ale? É só que você me deixou muito excitado e meu pau tá pedindo pra você chupar.
— Alejandra: Mas eu nunca chupei uma rola, nem do meu marido.
Que puta sou eu, pensava, e o buquê de flores já era só lixo naquele momento.
— Jaime: Como assim você nunca provou um pau? Se essa boquinha tá pedindo uma rola aos berros. Olha, Ale, pega meu pau com as duas mãos, bate uma punheta nele e você vai ver que ele vai crescer mais.
A Alejandra, como uma boa menina, obedece. Primeiro, apalpa com as duas mãos e segura firme, com os dois punhos no pau do Jaime, ainda sobrava espaço, e olha que ele ainda ia crescer. A Alejandra começa a puxar o prepúcio pra frente e pra trás com as mãos, aumentando a velocidade conforme ganhava mais confiança.
— Jaime: Isso, Ale, continua assim, minha bruxinha.
— Alejandra: Você gosta, né?
— Jaime: Sim, e muito, mas tá faltando uma coisa. Quero sentir sua língua na minha glande.
— Alejandra: Como eu te falei, não sei fazer isso.
— Jaime: Faz do jeito que der, Ale.
A Alejandra, aos poucos, aproxima a boca na ponta do pau dele e, timidamente, estica a língua. Com a ponta, roça primeiro a glande do velho, depois faz de novo, mas dessa vez pressiona a língua com força no pau até tirar um pouco de pré-seminal, levando na língua pra provar.
— Jaime: Oooh, Ale, você podia ser minha neta, mas como você me deixa excitado com essa boca no meu pau.
— Alejandra: Você gosta, Jaime?
— Jaime: Sim, Ale, e muito, mas chupa ele dentro da sua boca.
A Alejandra já estava toda entregue aos desejos daquele velho e não podia mais fazer nada pra impedir. Eu estava paralisado diante da cena que presenciava escondido.
— Alejandra: Mas ele é muito grande e grosso, não vou conseguir engolir ele inteiro.
— Jaime: Chupa do jeito que der, Ale.
Ela abre a boca o máximo que consegue, esticando a língua, e o negro lentamente... Introduz o pênis venoso dele dentro da boca dela, o pau dele ficou em cima da língua, enfiando e tirando enquanto a pélvis dele se movia, fazendo a Alejandra engasgar. O negão gemia que nem bicho e segurava a cabeça da Alejandra com as duas mãos, fazendo a cabeça dela se mover junto com a pélvis dele pra ela chupar o pau dele com força e rapidez, além de fazer chegar até a garganta dela. --Jaime: oooh ale, se você continuar assim, vai me fazer gozar na sua boca. --Alejandra: gahaggaga. Com o pau na boca, ela não conseguia falar nada. Nessa hora, tive a ideia de ligar pro celular dela pra ver o que ela ia fazer, o que ia me dizer ou mentir, a puta traidora. Liguei pro celular dela e tocou, de primeira ela não atendeu, mas na minha insistência ela pegou e percebeu que era eu, mas só fez um gesto com os olhos porque ainda tava com o pênis enfiado na boca. --Alejandra: oi meu amorg o que cê tágh fazendog? --Eu: meu amor, por que você tá com a voz estranha, como se tivesse alguma coisa na boca? --Alejandra: nãog é que eu tôgh comendogh um pãog. A puta falava comigo mas não parava de chupar o pau do velho, e ele só acariciava a cabeça dela como se fosse uma menina boazinha. --Eu: ale, não se preocupa, se você tá ocupada, te ligo mais tarde, beijos. --Alejandra: beijosg. Que nojo que me deu, a puta não solta o pau daquele cara nem pra falar comigo, ela continuou chupando a carne como uma puta faminta. --Jaime: era seu marido? --Alejandra: sim, mas ele vai me ligar depois. --Jaime: hahaha, coitado, não sabe que você tá me traindo comigo. --Alejandra: ele nunca vai saber. É claro (eu pensei). Continuaram as chupadas de pica com mais desespero da parte da Alejandra, até o ponto de fazer o velho negro gozar. O cara encheu a boca dela de porra grossa, a ponto de vazar pela boca e sujar a própria roupa dela. --Jaime: oooh ale, você é maravilhosa, me deixou seco. --Alejandra: foi gostoso e a primeira vez que eu experimento sêmen, tem um gosto meio estranho. —Jaime: mas minha princesa, isso é só o começo, agora tira a roupa pra ter a melhor foda da sua vida. —Alejandra: tomara que você não me rasgue por dentro, hahaha. —Jaime: não se preocupa, Ale, que eu vou te fazer sentir muito prazer. A Alejandra se despe na frente dele e do mesmo jeito fez o velho negro, ficando completamente nus, a imagem era grotesca, minha esposa, como é muito branca, parecia estranha ao lado de um monte de músculos de dois metros, depois ele a pega pela cintura e a levanta no ar como se fosse uma pluma, depois a deixa no sofá e abre as pernas dela, e com seus dedos grossos abre os lábios da buceta e com sua língua enorme lambe toda a sua xota, fazendo ela gemer como uma puta no cio. —Alejandra: ooooooooh oooh A Alejandra gemia com as lambidas do velho por vários minutos, e então ele a faz levantar para se deitar ao longo do sofá, deixando uma perna no chão, e nisso a Alejandra se deita em cima dele para continuar chupando a pica do negro. —Jaime: oooh Ale, como você gosta de chupar meu pau, assim como eu gosto de saborear sua buceta. Passaram vários minutos nessa posição até que o homem a faz sentar no pau dele, pela posição a Alejandra estava de costas pra mim e eu notava como a buceta e os lábios dela se abriam à medida que a pica entrava, e ficava mais evidente porque ele com as mãos abria as nádegas dela, minha esposa começou a cavalgar como uma puta e ela gemia e gemia mais ainda como uma louca. Depois a Alejandra se vira, ficando de frente pra mim, e continua cavalgando em cima da pica, que dava pra ver o quanto estava molhada com os fluidos dela, ela pulava como uma louca em cima e gemia como uma louca, foi assim até que ele a faz ficar de quatro e ele por trás, abre as nádegas dela, cospe na mão e passa no próprio pau, depois faz o mesmo com a saliva, mas dessa vez passa no cu dela. —Alejandra: vai você vai meter no meu cu, Jaime? --Jaime: calma, Ale, vou fazer bem devagar. --Alejandra: tá bom, enfia. O velho começou devagar e dava pra ver que ele tava com dificuldade pra entrar no cu da minha esposa, ela soltava uns gemidos como se tivesse dando à luz, mas continuava sem se importar com nada. --Alejandra: tá ardendo um pouco, Jaime, me come mais devagar, por favor. --Jaime: calma, Ale. O filho da puta tava sodomizando minha esposa na brutalidade e ela gemia de prazer, os colhões do velho batiam na bunda da Alejandra fazendo uns barulhos estranhos. --Jaime: aaaahhh, Ale, que buceta apertada você tem. Pareciam cachorros no cio, estavam grudados, trepando feito animais, e eu era o único espectador vendo como comiam a minha esposa e não sabia o que fazer naquele momento. Era estranho porque outros na minha posição fariam um escândalo ou começariam a chorar, mas eu só olhava. O cara tira o pau do cu dela, deixando bem dilatado, e aí a Alejandra fica de joelhos e começa a chupar o pau dele de novo, ela chupava o pau inteiro, até os colhões. --Jaime: Ale, abre a boca que vou gozar. Dito e feito, o cara despeja outra porrada de porra na boca dela, que também cai nos peitos dela, e aí Jaime senta no sofá pra descansar, mas a Alejandra queria mais porra e com a língua dela limpou os restos de porra do pau. Minha esposa tava com a buceta bem rosada e os dois bem suados. Não quis continuar ouvindo a conversa deles e comecei a pensar no que devia fazer. Me afastei uns metros de onde estava e fui criando coragem, decidi encarar ela e ele. No caminho, mil filmes passaram na minha cabeça, mas escolhi fazer a coisa mais certa. Quando voltei, percebi que a Alejandra de novo tava chupando o pau do velho, mas como estavam tão distraídos, não notaram minha chegada. --Eu: oi, Alejandra, vejo que você ainda tá com fome, mas não se levanta, continua com esse velho, só vim te deixar isso (minha aliança). bodas) --Alejandra: m-mas meu amor, não é o que parece. Claro, pensei, fui embora sem olhar pra ela de novo e o capítulo terminou com um divórcio. Minha história de recém-casado e corno, compartilho de vez em quando com meus amigos em algum encontro no bar, afinal, não sou o único no grupo.
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