Mi Melliza y Yo.

Por mais que isso seja repetido, nunca deixa de ser verdade: a vida nunca é o que a gente espera.

Muitas vezes você tem um desejo proibido, algo que você quer mas sabe que é impossível, algo com que você fantasia mas sabe que é errado, que é imoral, algo que você adoraria que acontecesse mas que ao mesmo tempo sabe que, se acontecer, sua vida vai virar de cabeça pra baixo. Pois é, isso aconteceu comigo, e nossa, mudou minha vida pra sempre.

Eu nasci no seio de uma família típica do terceiro mundo, com um pai ausente e uma mãe jovem que até hoje não entendo como ela se virou para seguir em frente sozinha, e com dois filhos.

Pois é, a gente era dois, e não foi que minha mãe caiu no erro de ter um filho sem os recursos necessários duas vezes, mas sim que, para completar a desgraça dela naquela época, ela engravidou de gêmeos.

Então, minha irmã Romina e eu viemos ao mundo. Desde pequenos sempre fomos muito próximos, passamos muito tempo juntos e sozinhos, porque nossa mãe trabalhava quase o dia todo para conseguir nos sustentar sozinha.

Nos primeiros anos da nossa vida, moramos com nossa tia (irmã da minha mãe) e nossas primas, que eram um ano mais novas que a gente. Minha mãe e minha tia cuidavam de nós, éramos uma família, elas eram as mamães.

Mas, conforme fomos crescendo, nossa mãe percebeu que a gente precisava de mais espaço, já que estávamos na puberdade (e ainda mais eu, sendo o único homem da família). Então, como já éramos grandes o suficiente pra ficar sozinhos, minha mãe pegou mais turnos no trabalho e a gente se mudou pra uma casa menor.

Minha mãe trabalhava quase o dia inteiro. Ela saía de casa às 6h da manhã e voltava às 17h, pra depois sair de novo às 19h e só voltar às 23h.

E a gente, com 13 anos, praticamente vivia sozinho, já que nossa mãe passava mais tempo no trabalho do que em casa.

Nossa mãe confiava muito na gente, principalmente porque a Romina e eu nunca tivemos aquelas brigas típicas de irmãos, sempre nos demos super bem e até dormíamos juntos na mesma cama até os 10 anos.

E assim passaram alguns anos e chegamos onde tudo mudou...

Romina teve um desenvolvimento rápido, seus atributos femininos ficaram evidentes desde cedo. Comigo foi a mesma coisa, falando em hormônios...

Pouco a pouco minha irmã começou a me atrair, mas claro, esses eram pensamentos que vinham à minha cabeça e eu os afastava na hora. "É minha irmã gêmea", eu dizia, e parava de pensar nisso rapidinho.

No entanto, conforme fui crescendo, a atração que sentia por ela também crescia. Aos poucos, fui deixando esses pensamentos entrarem cada vez mais, até que finalmente comecei a imaginar como seria ter minha irmã pelada na cama.

Comecei a pegar as calcinhas dela pra me masturbar escondido. Às vezes entrava no quarto dela de noite enquanto ela tava dormindo pra me masturbar na frente dela, mas nunca tive coragem de encostar nela, tinha muito medo de acordar ela.

Sempre tentei espiar ela tomando banho ou trocando de roupa, mas nunca consegui nada.

Cada vez eu desejava mais a minha irmã, cada vez eu perdia mais a razão e morria de vontade de me jogar nela e beijá-la.

Sem perceber, comecei a me apaixonar por ela, a querer tê-la só pra mim. Eu sabia que isso não era normal, então decidi pesquisar na internet se tinha mais gente que passava pela mesma coisa.

E assim, descobri uma comunidade inteira de incestuosos e percebi que o incesto era mais comum do que eu imaginava. Conheci muita gente que transava com os pais, irmãos, primos, avós, filhos, netos, etc.
Também comecei a ver pornô de incesto e a ler contos eróticos sobre isso. Como o laptop era meu, não me preocupava em apagar o histórico ou usar a aba anônima.

Tudo isso fez meus desejos pela minha irmã aumentarem, cada vez eu a desejava mais e aproveitava minha condição de irmão para abraçá-la e beijá-la na bochecha sempre que podia.

Mas eu não aguentava mais esse sentimento, então decidi desabafar com minha melhor amiga Fabiana...

Ela conhece nós dois porque estudamos na mesma escola e estamos na mesma série por termos a mesma idade, então a notícia surpreendeu ela mais do que eu esperava.

- Você tem certeza do que está me dizendo?
- Ele me falou isso na casa dele naquela vez.


- Faz anos que eu desejo ela.

- Puxa, nossa... Você realmente me surpreendeu, mas Piero, ela é sua irmã gêmea... Isso não pode ser...

- Eu sei, mas... Já conheci gente na internet que fez isso e tem uma vida normal...

- O que você tá pensando? Sabe que isso é impossível... Olha, você é meu melhor amigo e eu te amo, mas isso não vai rolar. Sei que vai ser difícil pra você, sei que você ama ela, mas você precisa pensar. Não vai dar nada certo se você tentar, ela pode mudar com você pra sempre, e se ela ceder, a vida dela vai ser muito difícil...

A Fabiana sempre me dizia essas coisas. Ela é minha melhor amiga e eu amo ela, é uma mina muito gostosa, magrinha, pele clara, cabelo preto cacheado e longo que ela normalmente prende num rabo de cavalo. Tem 1,73m, com uma cintura bem definida e uma bunda enorme e redonda. Todo mundo me dizia que eu era louco de ter ela tão perto de mim e não comer ela, mas eu só tinha olhos pra Romina, minha irmã gêmea.

Eu sou alto, tenho 1,80m, pele morena e cabelo preto ondulado até os ombros.
A Romina era como eu, só que na versão feminina, claro, com traços mais delicados no rosto. Ela tem 1,78m, o cabelo igualmente preto e ondulado, só que o dela era mais comprido, quase chegando na cintura. Tinha uma bunda boa, redonda e bem feita, mas o maior atributo dela eram mesmo os peitos. Eram os maiores da turma e muitos idiotas babavam por eles escondido de mim (pelo menos respeitavam que eu era o irmão), mas eu percebia do mesmo jeito.

Foi então que chegou o dia em que tudo ia mudar...
A gente tava em casa, tinha acabado de chegar da escola. Eu tinha combinado de sair com a Fabiana, então a Romina ia ficar sozinha.

Eu tinha acabado de sair do banho e já tinha terminado de me vestir quando a Romina veio pro meu quarto.

- A que horas você combinou com a Fabiana? - ela me perguntou enquanto entrava.

- Às 16h. Não me resta muito tempo. - Respondi enquanto escolhia qual jaqueta vestir.

Então ele se aproximou por trás e me abraçou, consegui sentir os peitos dela se apertando nas minhas costas.

- Maninho... Sabe que meu notebook quebrou e tenho que esperar até o fim do mês pra mamãe mandar consertar...

- Eh... Se eu sei... E daí? - Perguntei nervoso, tentando evitar a ereção que estava prestes a acontecer.

- Bom... Pode me emprestar a sua? Preciso fazer a tarefa de história que passaram pra gente.

- Ele me deu um beijo na bochecha.

- Vou fazer a sua também...


Eu realmente podia recusar, quando ela fica assim sabe que me tem aos pés dela. Sem pensar duas vezes na resposta, eu disse:

- Sim sim, engole, não se preocupa.

- Ai, eu te amo! - exclamou, e em seguida me deu vários beijos seguidos na bochecha. - Você é o melhor.

Então, terminei de me arrumar, abri meu laptop e digitei a senha.

- Toma ela aí.

- Obrigada. - Disse, me dando outro beijo na bochecha. - Se cuida, e vê se você já dá ouvidos à Fabiana, hein haha.

E aí, saí de casa e fui encontrar a Fabiana.
Foi uma tarde agradável, primeiro fomos comer num restaurante, depois fomos ao cinema e ao sair fomos jantar.

- Piero... Para de pensar nisso, não te faz bem.
- Ela já me disse na mesa, quando tocamos no assunto da Romina de novo.
- Eu sei que você a ama, mas você não pode continuar assim, precisa começar a aceitar que nada vai acontecer entre vocês...


- Sim, mas... Ela tem sido muito carinhosa comigo ultimamente...

- Porque você é o irmão gêmeo dele. Para de criar expectativas, não quero que você se machuque...

- Mas eu amo ela...

- Eu sei, mas você precisa começar a trabalhar em parar de amá-la... É pelo seu próprio bem.

E aí, meu celular vibrou. Tirei do bolso e desbloqueei. Era uma mensagem da minha mãe: "Hoje não vou chegar pra dormir, tenho muita coisa pra fazer, vou ficar numa das salas do meu trabalho".

- Minha mãe não vai chegar pra dormir... - Falei enquanto guardava meu celular.

Quando terminamos de comer, paguei a conta e saímos do lugar. Levei a Fabiana para casa e depois voltei para a minha.

Eram quase 23h quando finalmente cheguei. Encontrei as luzes apagadas, então fui até o quarto da Romina pra ver se estava tudo bem.
Encontrei ela dormindo. Imaginei que tanta tarefa a teria deixado exausta e ficar sozinha a deve ter entediado, por isso acabou dormindo mais cedo que o normal.

Fechei a porta do quarto dela e fui para o meu. Troquei de roupa e coloquei meu pijama, que era só um shorts e nada mais. Amarrei meu cabelo com uma Booty para não me incomodar na hora de dormir e me deitei na cama.

Em poucos minutos, não conseguia dormir. Comecei a pensar na Romina e em como eu queria muito fazer ela ser minha. Peguei meu celular e comecei a buscar contos eróticos. Não encontrei nada que me convencesse, todos os bons contos daquele site eu já tinha lido.

Então, para saciar minha vontade, decidi fazer algo que não fazia há tempos. Me levantei e fui silenciosamente até o quarto da minha irmã. Abri a porta com cuidado e não a fechei, para que fosse mais fácil sair correndo se algo desse errado.

E então, me aproximei da cama dela. Lá estava ela, dormindo de lado. O rosto dela estava bem do lado onde eu estava.

Olhando seu rosto lindo, comecei a abaixar minha calça e cueca, libertando do confinamento meu pau já ereto, que terminou de endurecer ao sair. Me aproximei mais dela e segurei meu membro, apontando-o na direção dela. Lentamente comecei a passar da base até a cabeça.

Comecei a aumentar a velocidade enquanto a via dormir. Devido à escuridão e aos cobertores, não conseguia admirar toda sua beleza, mas o simples fato de saber que era ela, que era minha irmã gêmea, me deixava excitado de uma forma desumana.

Fiquei assim por um tempo. Não sei por que naquela ocasião específica, decidi me aproximar um pouco mais... Fui avançando devagar sem parar de me masturbar, quando percebi algo extraordinário... Ela estava de olhos abertos.

Então, ela percebeu que eu tinha notado que ela estava acordada o tempo todo. Eu não sabia o que fazer, a primeira coisa que me veio à cabeça foi guardar meu pau, mas era difícil por estar tão duro.

- Então é verdade... - ela disse, levantando-se e sentando-se bem na minha frente.

- Eh... O quê...? Do que você tá falando? - Perguntei nervoso.

- Que eu te agrado...

- Respondeu, baixando o olhar.


- O quê?! Do que você tá falando? - respondi sem acreditar no que estava ouvindo.

- Não adianta mais negar, você estava aqui parado se masturbando na minha frente enquanto achava que eu estava dormindo... E você já fez isso antes...

Eu estava completamente congelado... Não entendia nada. Pensei que alguém poderia ter contado pra ela, mas a única que sabia era a Fabiana, e eu conheço ela perfeitamente, ela nunca faria isso. Aí me veio à cabeça que ela poderia ter percebido as vezes que eu me masturbei na frente dela, porque ela disse "E você já fez isso antes".

Mas então, por que você nunca me disse nada? Por que justamente naquela noite resolveu falar alguma coisa?...

- Você sempre soube...

- O quê? Não... Quer dizer, agora que eu penso, sim, às vezes eu sentia que alguém entrava e fazia alguma coisa ao lado da minha cama, mas eu estava tão pouco lúcido que achei que eram sonhos, mas agora eu vejo que sempre foi você...

- Eu... Na verdade... Sinto muito...

- Mas não foi assim que eu fiquei sabendo.
- Ele me deu um pé na bunda.


- O quê?... Então... A Fabiana te contou?

- O quê!? A Fabiana sabe!?

- Ahh... Eu...

- Não acredito que você contou isso pra alguém do nosso círculo...

- Desculpa, eu realmente sinto muito, mas... como você ficou sabendo?

- Ah, você esqueceu que hoje você me emprestou seu laptop, né?...

E aí tudo fez sentido... E essa foi a pior forma possível dela ter descoberto...

- Você viu tudo? - perguntei nervoso.

- Até suas conversas...

- As fotos?

- Também...

Estar envolvido em assuntos incestuosos na internet me fez conhecer muita gente que praticava. Pessoas para quem eu tinha contado tudo o que sentia pela minha irmã e tudo o que tinha feito. Também, em algumas ocasiões, tinha me encontrado com garotas incestuosas com quem tinha trocado fotos e vídeos... E agora a Romina sabia de tudo...

Houve um silêncio que pareceu eterno, quebrado quando ela disse:

- Por que você não me contou?

- Como dizer à minha irmã gêmea, com quem compartilhei uma relação de fraternidade perfeita a vida toda, que quero transar com ela?

- É mesmo...

E aí eu entendi. Tudo tinha acabado, o relacionamento perfeito que eu tinha com minha irmã tinha acabado. Tudo tinha ido pro caralho.

- Sinto muito por ter feito você passar por isso... Sério mesmo. - Eu disse, me virando para sair pela porta.

E foi aí que aconteceu. Nem tive tempo de me virar quando Romina se levantou e veio pra cima de mim. Me segurou pelos ombros, me virou na direção dela, olhou nos meus olhos por uma fração de segundo e, sem dar a menor chance de fingir que nada tinha acontecido, levou os lábios dela até os meus e se uniram num beijo. Um beijo que mudou nossas vidas pra sempre.

Eu ainda não conseguia processar direito, tudo aconteceu tão rápido que eu continuava de olhos arregalados. E quando finalmente compreendi, levei minhas mãos até sua cintura e fechei os olhos. Ela colou seu corpo no meu e se agarrou ao meu pescoço, abraçando-o. Sua língua entrou em busca da minha e, ao se encontrarem, começaram um jogo sujo mas excitante que durou vários segundos, até que ela finalmente se afastou e, olhando nos meus olhos, disse:

- Me faz sua.

E eu, sem pensar duas vezes, deixei um sorriso se desenhar no meu rosto e joguei ela na cama.

- Você não tem ideia de quanto eu desejei isso...

- Então agora você me tem só para você. - Ele respondeu com um sorriso pervertido enquanto se apoiava nos cotovelos.

Finalmente, depois de tanto tempo desejando, eu tinha minha irmã gêmea, finalmente ia transar com ela, finalmente ia comer essa gostosa...
Me ajoelhei diante dela, segurei seu pijama e puxei rapidamente para baixo, deixando suas lindas pernas nuas. Depois de acariciar suas coxas, segurei sua calcinha fio-dental pelas laterais e fiz o mesmo, desci até que finalmente ela ficou nua da cintura para baixo.

Levei a calcinha ao rosto e inspirei, sentindo o cheiro maravilhoso do que me aguardava em seguida.

- Você gosta disso, né? Já sei por que minhas calcinhas sumiam por dias...

- Adoro seu cheiro.

- Então para de perder tempo com uma calcinha idiota e cheira direto de onde sai.

Afastei a calcinha fio-dental de lado e, sem pensar mais, decidi experimentar pela primeira vez o que tanto havia desejado. Abri suas pernas e me aproximei lentamente enquanto o cheiro de mulher no cio ficava cada vez mais forte. Quando estive perto o suficiente, dei uma lambida entre seus lábios. A sensação foi incrível, sentir o gosto da minha própria irmã depois de tanto tempo desejando... Não demorei para dar a próxima lambida e começar a introduzir toda minha língua entre os lábios menores, começando a ir de cima para baixo enquanto tentava engolir os fluidos que eram liberados graças à minha presença.

Ela colocou a mão na minha cabeça e começou a empurrar para dentro, me incentivando a não parar.

- Ah, sim, irmãozinho... Não para...

Eu comecei a introduzir mais a ponta da minha língua, e ela respondeu com gemidos que deixavam bem claro o quanto estava gostando.

Pouco a pouco fui subindo, deixando o interior de seus lábios e subindo em direção ao seu clitóris. Assim que minha língua e ele se encontraram, comecei a brincar com ele, lambendo de cima a baixo enquanto enfiava meus dedos indicador e médio dentro de sua buceta...
Ela não conseguia conter os gemidos e eu não parava de aproveitar seu cheiro e seu sabor, tudo era tão perfeito...

Passaram alguns minutos até que ela teve seu primeiro orgasmo da noite, liberando aquele elixir branco que me deixa tão louco. Claro que engoli tudo depois de saborear a glória do seu sabor.

- Ah, isso foi magnífico...

Então, ela se acomodou bem na cama, deitando-se de costas ao longo dela. Me olhou e aquela expressão significava uma coisa... Eu me despi completamente, subi na cama, ela abriu as pernas e eu me ajoelhei entre elas.

- Você vai ser o primeiro...

- Ela me disse com um pequeno sorriso.


- Sério? Você ainda é virgem?

- Bom, tecnicamente sim, mas... Já usei brinquedos antes. - Ela me respondeu com um sorrisinho safado.

- O quê? Um vibrador? - respondi, um pouco surpreso.

- É isso aí.

- E como...?

- A Ariana me deu um no ano passado...

- Nossa... Haha, bem, isso facilita as coisas...

E então, segurei meu pau duro e posicionei na entrada da sua buceta. O toque do meu pau na sua vagina me fez lembrar que estava prestes a comer minha irmã gêmea, o que se manifestou como uma onda de tesão que percorreu todo o meu corpo. Sem pensar mais, finalmente comecei a enfiar devagar, enquanto ela soltava pequenos suspiros. Uma vez dentro, me deixei cair apoiando minhas mãos de cada lado da cabeça dela. O impacto fez minha pelve bater com mais força nela, fazendo-a soltar um gemido alto.

- Aahh... Isso, desvirga sua irmã gêmea... Isso... - Exclamou ela

E então comecei a me mover de dentro para fora, enquanto ela segurava meus pulsos. Vi seu rosto gemendo tão perto do meu, o que me levou a baixar a cabeça e beijá-la suavemente nos lábios, ao que ela respondeu levantando levemente a cabeça e chupando meu lábio inferior. Segui o beijo dela, enquanto a penetrava cada vez mais rápido. Desci dos lábios dela para o pescoço, e com a boca livre, ela começou a gemer lentamente. Apoiei meus braços na cama, o que me permitiu descer até seus seios. Eles eram tão grandes que eu podia me perder entre eles. Comecei a chupar um de seus mamilos, enquanto ela começava a soltar gritinhos.

- Ah sim... Isso... Ah, chupa... Chupa meus peitos, irmãozinho, chupa eles.

Passei de um seio para o outro. Comecei a lambê-lo de cima para baixo e depois passei a chupá-lo também. Aos poucos fui aumentando a velocidade com que a penetrava, entrando cada vez mais fundo.

Vários minutos se passaram assim, indo de seus lábios até seus seios, enquanto ela não parava de gemer.

- Ah, sim... Me come... Come sua irmã gêmea, não para, não para...

- Gostou? Gostou que seu irmão te coma?

- Aah, sim... Sim... Me come, sou toda sua... Oh... Acho que... Acho que já estou chegando... Não para... Não para!

Eu atendi aos seus pedidos e comecei a meter mais rápido, enquanto ela não parava de gemer. Já nas últimas estocadas, seus gritos não pareciam perto de parar. Minha velocidade não diminuiu até que ela soltou um grande grito final, que marcou o momento em que ela liberou todos os seus fluidos, ao mesmo tempo que eu enchia seu interior com minha porra. Talvez por sermos gêmeos e de certa forma estarmos sincronizados, nossos corpos liberaram nossos orgasmos ao mesmo tempo... Foi maravilhoso.

Caí deitado de costas ao lado dela. Ela apoiou a cabeça no meu peito e eu a abracei. Nossos corpos se uniram no cansaço pós-sexo, deixando claro que o que tinha acabado de acontecer não tinha sido um erro.

- Eu te amo... - ela sussurrou.

- Eu também te amo... - respondi.

- Não acredito que você me desejou esse tempo todo.

- Não tinha olhos pra mais ninguém...

- Agora faz sentido... Entendo por que você não dá bola pra Fabiana...

- Mas se ela nem sequer me quer...

- Ah, por favor, a turma toda já percebeu que ele tá babando por você... É óbvio que ele tá a fim.

- Talvez... Nem percebi...

- É porque você não percebeu, hehe.

- Eu só queria você...

- Coitadinha... E você ainda contou que eu gosto de você... Nem consigo imaginar como ela deve estar se sentindo mal...

A conversa estava começando a me deixar desconfortável. Eu tinha acabado de comer minha irmã e ela só falava sobre como eu ignoro minha melhor amiga, então decidi mudar de assunto.

- Bom... Olha, eu tô há anos querendo transar com você, mas você... Como assim...?

- Sempre achei você atraente, mas você era meu irmão gêmeo e obviamente nunca passou nada fora do normal pela minha cabeça... Às vezes eu imaginava coisas, mas eram pensamentos passageiros que vinham e sumiam na hora... Porém hoje... Vi as coisas que você lê, as coisas que conversava com aquela gente, vi outras pessoas que faziam isso, percebendo que é mais comum do que eu pensava... Te vi pelado... Vi... - Ela baixou a mão até meu pau, que passou do estado mole a começar a endurecer de novo. - Seu amigão... Hehe. - Começou a subir e descer lentamente. - E não pude evitar ficar excitada... Comecei a me masturbar e quando gozei, me senti culpada e me arrependi, fechei tudo e fui deitar... Mas depois de um tempo voltou à minha cabeça a imagem do seu pau e saber que você me desejava... Me masturbei de novo e no final me arrependi de novo... O ciclo se repetiu até que a culpa foi embora e decidi que também queria transar com você... Comecei a te desejar. E agora te tenho... Você foi o primeiro homem com quem transei e sem dúvidas foi melhor do que imaginei... - Ela levantou o olhar e me deu um beijinho nos lábios.

Sua pequena história fez minha ereção voltar completamente. Imaginar minha irmã gêmea se masturbando pensando em mim, como tantas vezes eu tinha feito, simplesmente me excitou de um jeito que nada tinha feito antes.

Ela começou a me masturbar um pouco mais rápido enquanto me beijava. Eu levei minha mão até sua bunda e comecei a apertar suas nádegas.

- Agora é a minha vez. - Disse sorrindo para mim com o rosto bem perto do meu.

Ela desceu até ficar na altura do meu pau enquanto eu me encostei na cabeceira para dar espaço. Ela segurou meu pau duro pela base e me olhou nos olhos. Sorriu enquanto aproximava os lábios da ponta.

Assim que meu pau entrou em contato com a boca dela, a excitação aumentou para nós dois; ela não aguentou e engoliu mais da metade de uma só vez, enquanto eu colocava minha mão sobre seus longos cabelos ondulados, incentivando-a a não parar.

Ela subiu até a cabeça sem parar de chupar e desceu de novo. Depois de um tempo nessa sequência, começou a me masturbar usando a saliva dela como lubrificante, graças às suas lambidas. Ela botava a língua toda pra fora e me encarava enquanto a ponta dela tocava a cabeça do meu pau. Uma vez lá, começou a lamber rapidinho pra depois enfiar de volta de uma vez, sem tirar a mão da base.
Finalmente, depois de um tempo, empurrei mais a cabeça dela e comecei a meter na boca dela, até que inevitavelmente gozei pela segunda vez naquela noite.

Ela me olhou nos olhos e abriu a boca, mostrando a língua, deixando ver como minha porra estava espalhada por toda a boca dela. Ela saboreou e engoliu tudo, sorriu e subiu até meu rosto para me beijar.

Ele me fez deitar de costas novamente enquanto seus lábios brincavam com os meus. Ela tinha apoiado a buceta no meu pau semi ereto e esfregava enquanto soltava seu segundo orgasmo, cujo som foi abafado pelo beijo que estávamos nos dando.

Ela não parou de se mexer. Tinha meu pau virado para cima entre seus lábios menores, que faziam um som úmido e excitante ao esfregar.

- Pronto pra segunda?
- Para a segunda e todas as que virão... - Respondi.

Ela levou a mão até nossa virilha e lentamente introduziu meu membro dentro dela. Deixou todo o peso cair, soltando um grande gemido. Agora ela faria todo o trabalho.

Ela começou a se mover devagar, soltando pequenos gemidos e aos poucos foi aumentando a velocidade. Eu levei minhas mãos até sua cintura e comecei a acariciá-la. Ela reagiu se mexendo com mais força e sorrindo para mim.

- Você tem ela muito grande...
- Ela me disse entre risa e sussurro.


- Igualzinho a você com essas aqui.

- Somos gêmeos... Alguma semelhança sexual tinha que ter. - Disse colocando as mãos sobre as minhas.

A conversa aumentou a temperatura e nós dois começamos a nos mover mais rápido. Apertei os peitos dela enquanto ela gemía e não tirava as mãos das minhas.

- Ah... Sim, sim... Ai, sim... Não para agora... - Ela começou a me suplicar

- Você também não faça isso...

- Comecei a soltar gritos.

- Isso é o melhor... Sempre sonhei com isso...


- Pois aqui estou... Sou sua e só sua!

- Só minha?

- Sim... Ah... Ai, sim, só sua...

Ficamos mais alguns minutos assim enquanto a cama não parava de ranger, até que finalmente... Aconteceu de novo.
Nós dois gritamos ao mesmo tempo e trocamos fluidos. Eu enchi sua buceta novamente com meu leite, e ela encharcou toda a minha pelve com sua gozada.

Sem tirá-la, ela caiu sobre mim e eu a abracei. Beijei sua cabeça e comecei a acariciar seu cabelo...

- Isso foi incrível... - falei, olhando para o teto.

- E foi mesmo... - Respondeu ela, se aconchegando em cima de mim.


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