Oi Lurdes, de Buenos Aires, Argentina. É minha primeira história, então espero não cagar com ela kkkk
Desde o início de fevereiro que tô muito feliz porque, depois de semanas insistindo, consegui voltar com meu namorado. Fiquei com ele desde o começo do ensino médio e perdi ele por uma série de acontecimentos ruins durante meu primeiro ano na faculdade. Mas agora a gente tava junto de novo, e naquela noite de sábado a gente ia sair pra uma balada, daquelas que têm em CABA.
Claro que me vesti sexy, não me impus limites pra ocasião. Coloquei uma calça jeans justa que valorizasse minha figura e destacasse minha bunda pequena (que pra mim é pequena, mas sempre elogiaram). Costumo usar fio dental e, claro, naquela noite não seria exceção. Sandálias com salto preto (já que sou bem baixinha, 1,48m) e uma blusa vermelha que fazia um decote do caralho, aproveitando o tamanho dos meus peitos. Na verdade, se eu me abaixasse, a abertura era tão grande que mostrava demais, então coloquei um sutiã também vermelho, meia-taça, pra evitar que escapassem fácil. Mas saí de casa com um casaco pra disfarçar do meu pai e do meu irmão.
Quando o Gustavo, que é o nome do meu namorado, foi me buscar, não hesitou em estacionar a umas quadras da minha casa pra me apalpar. Seria a primeira vez que a gente transava depois de muito tempo, e ele ainda não sabia que a querida namorada dele já tinha um piercing no mamilo esquerdo, além da tatuagem de uma rosa na cintura (as tatuagens temporárias que eu tinha já tinham sumido). Ele só sabia que eu tinha feito um piercing na língua, e eu deixei ele bem excitado com beijos e carícias, tanto na faculdade quanto naquela noite no carro dele. Resumindo, tava deixando ele bem tarado, pra ele não reclamar quando eu revelasse as mudanças que fiz no meu corpo.
O problema surgiu quando ele recebeu uma ligação no celular dele bem no meio da apalpação. Ele discutiu por um momento, e eu, toda excitada como tava, tentei provocar ele beijando o pescoço dele e dando umas mordidinhas, mas quando desligou a chamada tava bem sério, tava longe de parecer aquele garoto sorridente que veio me buscar; duro diante dos meus carinhos e beijos. Sem nem olhar pra mim, falou que um amigo dele tava numa puta enrascada e que tinha que ir ajudar porque era o único com carro no grupo.
Ele se sentiu culpado porque nossa noite ia ser cancelada, mas obviamente fiz pouco caso e falei que ia acompanhar ele. Então fomos até a casa dele porque ele precisava pegar umas coisas.
Esperei na sala, onde tinha um garoto jogando videogame. Era o irmão mais novo dele. Tomas, um cara esportista, fanático por futebol como todo argentino que se preza. Mesmo sendo o mais novo da casa, era bem alto, na verdade mais alto que meu namorado. Tava com uma camiseta do River e jeans. Uma caixa térmica com umas cervejinhas na mesinha na frente do sofá onde ele tava sentado completava a cena. Sentei do lado dele e cumprimentei numa boa, já que conheço ele desde pivete.
— Oi Tomi, beleza?
— Oi Lu. De boa, aproveitando o sábado.
— Ah, legal kkkk noite tranquila kkkk
— Quer uma cerveja?
Aceitei. Me acomodei no sofá e, antes de continuar a conversa, ouvi uns berros vindo da TV e percebi que ele tava jogando aquele jogo de luta sangrento (que ainda tem um erro de português grotesco no título). Quando era mais nova, com um videogame mais velho, passava tardes e noites jogando "Mortal Kombat" com meu irmão, mas enfim, a gente cresce e os interesses mudam. Pelo visto, pros caras não é a mesma coisa.
— Ei, não vai sair pra night com seus amigos hoje? Ou alguma mina?
— Não — ele respondeu, apertando os botões feito um louco.
Nessa hora, o irmão dele apareceu e falou que ia buscar os amigos e que parecia que mais um cara ia entrar, que sinceramente nem lembro o nome. Disse que não seria boa ideia eu ir junto porque não caberíamos no carro. Falei que Não tava nem aí, eu queria ficar com ele, mas ele insistiu que ia ser muito estranho, então no fim acabei aceitando.
— Vou pra casa de táxi — falei, toda murcha.
— Você não faz ideia do quanto me fode ter que terminar a noite assim — ele me abraçou, e puta merda! Tava doida pra ele terminar o que começou no carro, mas fazer o quê. Com um beijo ele se despediu de mim e logo foi pra fora, entrando no carro dele.
Eu, bem pra baixo, sentei de novo no sofá com o irmão dele, que tava pouco se lixando pra mim. Tirei o casaco porque tava com calor e, além disso, os pais dele não estavam, não precisava esconder minha roupa tão leve e chamativa. Mas foi só tirar pra o irmãozinho dar uma olhada de canto no meu decote.
— Lurd… cê tá muito gostosa.
— Valeu, Tomi. E você do nada cresceu pra caralho, jirrafa! Antes de chamar o táxi, vou tomar uma latinha de cerveja com você, que tal?
— Haha! Fecha, mina. Pena que sua noite terminou assim, sei que o Gus tava super empolgado pra voltar com você.
— É, pois é, a gente vai ter nosso tempo, primeiro os amigos, né?
— Claro! — ele deu outra olhada no meu decote. Adoro quando olham, e pra completar, tava muito excitada depois da mãozada que o irmão dele me deu.
— Tomi, eu achava que você era o festeiro da casa, sempre te via felizão e sorrindo, agora você tá meio estranho, por que essa cara de bunda?
— Sério que dá pra perceber? Bom… você é a primeira pessoa no dia inteiro que notou. As voltas que a vida dá, meu irmão voltou com a namorada no dia que eu terminei com a minha, que merda!…
— Não acredito, desculpa… hmm… se quiser, eu fico pra bater um papo, vou pensar em alguma coisa pra te animar. Quando eu terminei com seu irmão na época, me senti um lixo, não conseguia focar em nada, procurava consolo onde não tinha…
— Nah! Valeu, Lu, mas agora não quero falar disso não… — ele me encarou por um tempo e soltou, sem vergonha nenhuma —, mas que peitão! Cê tá uma verdadeira gostosa!
Me deu risada. Foi só ver meu decote e reparar de novo. Um brilho nos olhos dela e no sorriso dele, aquele brilho que parecia ter sumido há dias; era como se, por um breve momento, ele recuperasse o irmão mais novo do meu namorado. Sorri de leve e me acomodei no sofá.
—Ah! Que coisa mais simples que você é, Tomi, é só mostrar o decote e você volta a ser o de sempre… ei, não trouxe grana comigo e seu irmão esqueceu de me deixar pro táxi, me dá um trocado?
—Claro. Mas primeiro, pega o controle, te desafio pra uma luta de Mortal Kombat.
—Psss… Antes eu até jogava, mas agora nem lembro mais dos botões…
—Pega ele — ele me passou o controle. Tinha mais botões do que da última vez que eu tinha visto. Consoles novos, controles novos. Não tava muito a fim, pra ser sincera.
—Você se acostuma rápido…
—Tá bom, mas só por um tempinho porque depois tenho que chamar o táxi… E vai me dar uma grana, né?
—Escolhe seu guerreiro, gata. Eu vou de "Scorpion", cê vai ver como uma galinha luta (sempre zoávamos porque eu sou do Boca e quase toda a família do meu namorado era do River).
—Sinceramente, nem lembro dos nomes… mas tinha um que tinha poder de congelar o inimigo também.
—Ahhh, Sub-Zero… É aquele cara que solta ar gelado… Escolhe ele!
—E qual botão eu aperto?
—Esse… Aliás, Lurdes, de verdade, você tá vestida pra matar… Vai enlouquecer meu irmão e todos os homens que te virem…
—Exagerado! E para de ignorar minha pergunta, vai me dar a grana ou não?
—Hmm… vamos fazer o seguinte. Vamos lutar… mas no jogo, claro. Sei que você não tá muito afiada no Mortal Kombat. Obviamente vou te vencer. Mas se você conseguir aguentar… quarenta segundos sem que eu te mate, a gente considera uma vitória sua. E foda-se a grana, claro…
—Quero que me dê a grana agora, não se faz de otário, hahaha.
—E eu dou se você topar. Ganha quem vencer três vezes. Que tal, cunhada?
Me deu graça ele me chamar de cunhada, quase como se estivesse me aceitando na família de novo. E passar um tempinho com ele não parecia má ideia, pra ser sincera. Obviamente eu ia perder, mas… Aguentar quarenta segundos sem que meu guerreiro azul com poderes de gelo morresse não parecia tão impossível. Olhei pro controle cheio de botões e pensei: "Por tentar…"
— Pfff… — escolhi o Sub-Zero.
— Pronta?
— Só tenho que aguentar quarenta segundos. Não vem chorar depois se uma mina te vencer, seu pica-flor!
Claro que não consegui sobreviver nem quarenta segundos. Meu personagem foi massacrado pelo tal do Scorpion. Vendo a habilidade e a falta de piedade do meu cunhado, decidi na segunda partida pular pelo cenário que nem uma porca e desviar dos golpes dele. Mas o filho da puta sabia os poderes de cor, e naturalmente meu amado guerreiro de gelo morreu de novo. E chegou a última batalha, onde, sei lá se por acaso ou porque de repente lembrei de alguma combinação de botões, consegui congelar o inimigo! Dei uns tapas nele antes de ser, mais uma vez, derrotada. "Estuprada", segundo o Tomas.
— Ohhhh! Que massacre! Gostosa, curtiu a aula? — ele se levantou e começou a rebolar a cintura pra frente e pra trás de um jeito safado.
— Pfff! Já chega! Agora me dá uma grana!
— Ha! Fica bem demais ser Sub-Zero, Rocio! Peito frio igual boca de quem não beija!
— Já foi, já passou, idiota, para de gritaaaar!
— Você perdeu a aposta. Agora cumpre seu castigo.
— Que castigo?
— Ué, castigo por perder. Sabe perder e me dá um beijinho aqui — ele tocou a bochecha com o dedo indicador. — Vai, beijinho, cunhadinha!
— Ha! Tá bom, depois vou enxaguar a boca… — brinquei.
Assim que me inclinei pra dar o beijo, ele virou o rosto pra eu plantar um selinho nos lábios dele. Me afastei na hora e dei um tapa nele, mais por reflexo do que qualquer coisa, mas devia ter dado um soco nos ovos daquele tarado. Levantei indignada, gritando que eu era namorada do irmão mais velho dele, que ele não sabia o que pensava da vida. Quando fiz menção de sair da sala, ele segurou minha mão e implorou:
— Mil pila! Porra, mil pila se você aguentar! Quarenta segundos sem ser derrotada!
—Filho da puta! Já podia ter me dado logo!
—Vai, Lu… ufa, como você bate! Enfim, senta… Não custa tentar.
—É melhor você parar com essas sacanagens, Tomi.
Sentei. Ele me ofereceu a cerveja dele de novo e aceitei. Peguei o controle de novo e jurei que aguentaria os malditos quarenta segundos. Escolhemos os lutadores. Scorpion vs Sub-Zero. Galinha vs. Vaqueira. Escolhemos um cenário, e lá fomos nós lutar pelos mil contos!
Infelizmente, fui vilmente derrotada de novo.
—E agora o que você quer, outro beijo?
—Ha! Não, de jeito nenhum… Vai, veste a camiseta do River como castigo!
—Eca!… O que eu não faço por dinheiro… Me dá aqui…
Ele tirou a camiseta dele e me passou. Ficou com o torso nu, e dentro de mim surgiu uma sensação deliciosa, de tesão e desejos proibidos ao mesmo tempo. Ufa! O irmãozinho tinha crescido, e olha que a natureza foi bem generosa! Dei mais um gole na cervejinha antes de pegar a camiseta nojenta e vestir pra alegria dele. Cheirava bem, pra que mentir. Coloquei por cima da minha blusa.
—Ficou linda em você! Devia ser galinha.
—Revanche!
—Bora! Então vamos nessa…
Perdi de novo três vezes de um jeito absurdo. Bebi mais um gole da cerveja e pedi, puta, que ele cuspisse logo qual era o novo castigo, olhando de canto pro torso e pros abdominais dele, que luxo de garoto. Desejei, bem lá no fundo, que ele me pedisse outro beijinho. Não me importaria se ele virasse a cabeça de novo pra roubar meu beijo. Mas, pra minha má sorte, meu cunhado, quando esquenta, começa a pisar fundo demais no acelerador.
—Lurdes… levanta a camiseta e a blusinha, quero ver seus peitos…
Dei um soco na cara dele. Levantei indignada. Claro, se eu esquento devagar, o garoto esquenta a passos largos. Que bruto! Ele se contorceu um pouco enquanto eu saía da sala e jogava a camiseta dele no chão.
—Ufa, nena! É que eu queria conferir uma coisa!
—O quê?!
—Sabe… quando você sentou do meu lado e te vi o decote… jurava que no seu mamilo esquerdo dava pra ver um piercing marcando por baixo da roupa…
—Seu idiota! —me tapei o decote—. O que eu tenho ou deixo de ter não é da sua conta —joguei o controle na cara dele quando ele pareceu se recuperar.
—Ufa! Que puritana que você é!
—Vou embora!
Na porta, antes de sair, calculei quanto tempo levaria pra voltar pra casa andando. Muito… muito tempo! Frustrada de novo, voltei pra sala e me ajoelhei na frente do meu cunhado, que já tinha colocado a camiseta de volta e nem tava ligando pra mim, só prestando atenção no jogo.
—Tomas, por favor, me empresta uma grana…
—Mostra os peitos —ele nem olhava pra mim, só apertava os botões.
—Meu namorado é seu i-r-m-ã-o… não posso te mostrar minhas tetas.
—Então sem chance, Lu.
Mordi os dentes. Pensei que, no fim das contas, são só tetas. Imagino que ele já deve ter visto um monte em site pornô, e olha lá com a namorada ou namoradas que já teve. Então me levantei, tampando a visão dele. Me inclinei na direção dele pra mostrar o decote, e peguei a gola em “V” da minha blusa pra abrir um pouco, deixando meus dois seios aparecerem cobertos pelo sutiã.
—Lu… Lurdes?
—Me escuta, preciso que você me dê esse dinheiro…
—Pô! Você vai fazer!
Ele largou o controle e ficou me olhando babando. Mordendo os lábios, meti a mão entre minhas tetas e soltei o sutiã, deixando meus seios se libertarem com todo o peso. Com a cara vermelha igual pimenta, fechei os olhos e sussurrei:
—Só tenho um piercing, no mamilo esquerdo… viu?, é uma barrinha com bolinha nas pontas…
—Não acredito, que peitão, isso é um sonho —ele disse com os olhos arregalados. Quando abri os olhos, percebi que ele tentou tocar, mas me afastei e lancei um olhar assassino.
Admito que sinto uma sensação gostosa descendo pela barriga toda vez que percebo que um homem tá afim de mim. Ufa, podia ficar horas me oferecendo assim, mostrando meu mamilo rosadinho cravejado por aquele pedaço de barra de titânio só pra ver a carinha dela excitada e feliz, impagável!, mas uma garota tem que tentar manter a decência e mostrar recato. Eu pigarreei e me recomponho pra colocar o sutiã de novo e ajustar minha roupa.
—Neném… Você anelou a teta!
—A teta não, bruto, o mamilo. Pronto. Vamos jogar a revanche.
—Mmm, vem sentar aqui do lado – ele se acomodou no sofá e bateu no lugar pra eu sentar.
—Quarenta segundos, né? – perguntei segurando aquele controle com força.
—Sim, claro… tenta aguentar.
Fui massacrada de novo. Na real, acho que o Tomas mostrou muito mais vontade pra me derrotar três vezes e assim exigir outro castigo.
—Perdeu…
—Imbecil, quer ver elas de novo?
—Quero... quero apalpar elas, as duas…
—Ha! Arranja uma namorada, masturbador. Não vou deixar você tocar nas minhas tetas.
—Sabe, sobre a mina que eu terminei. Cortei com ela porque éramos incompatíveis na cama. É uma garota muito estranha, além de ser muito “eu eu eu” o tempo todo. E… tanto faz, não achei ela tão gostosa quanto você.
—Jooo! Certeza que você fala isso pra todas.
—Já, já! Esse narizinho que parece uma tulipa, esses olhos castanhos, os lábios fininhos…. Lu, minha razão não me engana, você é linda pra caralho!
Do jeito que ele falava, a voz dele, os gestos muito eloquentes. Mentiria se dissesse que a coisa não tava fervendo. Como eu disse, é um cara muito bonito e com certeza tem um corpo que dá vontade de comer, e pra piorar o irmão mais velho dele me deixou com a pussy molhada e eu queria guerra. No entanto, querendo recuperar a honra que meu querido Sub Zero perdeu, dei um soco certeiro no olho direito dele.
—Nem sei por que acabo te satisfazendo, lixoooo!
Acho que exagerei porque ele levantou e foi direto pro banheiro pra, imagino, ver se não tinha ficado marca. Eu, por minha vez, peguei minha cervejinha de novo pensando que ele mereceu por ser um tarado na vida. Embora, provavelmente por uma sensação de culpa, fui até o banheiro pra ver como ela estava.
Entrei, é um lugar minúsculo, ele deu um pulo porque achou que eu ia dar outro soco nele. Ri e encurralei ele contra a pia do banheiro. Sim, ele não se enganou quando me chamou de putinha kkk. A cervejinha, a experiência e o que a gente tinha feito minutos atrás, tudo estava conspirando contra mim. Com a cara vermelha que nem um tomate (os dois), suspirei e falei:
—Mfff… Desculpa pelo soco.
—Você é foda, hein
—Pode tocar nelas, mas não demora…
—Q-que? Não acredito, Lurdes! E… por quanto tempo?
—Meu Deus… Só um minuto, nem um a mais!
Abri de novo a gola da minha camiseta pra tirá-las. Ele me livrou do sutiã e quase na hora senti as mãos quentes dele tocando meus peitos de leve; isso me arrancou um suspiro e me inclinei um pouco pra ele. Tava com vontade de me jogar e encher ele de beijos, arrancar a camiseta dele e lamber o peito e a barriga dele, mas me segurei, sentindo ele fazer movimentos circulares nos meus seios, passando os dedos longos pelas minhas aréolas (e brincando de propósito com meu mamilo piercings). Não demorou nem uns segundos, quando eu tava prestes a limpar um fio de saliva que escapou do canto da boca, ele apertou meus peitos com força.
—Aí! Cuidado, moleque!
—Mas… Que puta que você é!
Um murro direto no outro olho dele deu fim à breve apalpadela. Coloquei a camiseta de novo, mas com um tesão insustentável no meio das pernas. Voltamos pra sala. Cervejinhas, petiscamos algo e pegamos os controles de novo. Próxima rodada de lutas… Nem preciso dizer que perdi de propósito. Com muita vontade, virei pra ele e perguntei ansiosa:
—Rápido, fala logo o que você quer, porra
—Ah! —ele se recostou no sofá—. Agora quero um beijo bem molhado… quero sentir esse piercing que você tem na língua.
—Co-como você sabia? —perguntei tapando a boca.
—Você grita demais e dá pra ver… Vamos, vai, pro banheiro que me dá tesão fazer isso lá…
—Idiota, não! Dane-se essa noite de Sábado, tô voltando pra casa andando!
—Dois mil pesos, cunhadinha…
O banheiro é pequeno, como eu falei. Mal deu pra gente se espremer entre o vaso e a pia. Me olhando, ele sentou na pia. Eu tava vermelha que nem pimenta; meu precioso cunhado me exigindo um beijo. Tentador demais. Quente demais.
Coloquei a mão direita no ombro dele e a esquerda no peito, segurando ele de se inclinar pra mim:
—Vai ser rápido
—Não, vai ser devagar. Quero sentir o piercing, nada de beijinho de passarinho, Lu.
—Uf, idiota… quanto tempo você quer?
—Cinco minutos.
—Mmm! Não! Um minuto, no máximo.
—Só um? … Tá bom, mas cumpre seu castigo direito. Usa o piercing.
Que filho da puta! Parei de segurar ele, queria falar “Tomara que você morra”, mas no fim saiu um “Nnnmffff mmgggg”. Deixei ele se inclinar pra meter a língua, era tudo em câmera lenta, minhas pernas fraquejaram, perdi a sensação das mãos; no momento em que os lábios dele encostaram nos meus, dei um pulo que foi logo acalmado pelas mãos dele acariciando minhas costas, descendo e descendo rumo à minha raba.
Ele apertou minhas nádegas e me puxou contra ele. Eu tava sem acreditar, entre a saliva e os lábios ele se enfiou na minha boca, e eu me deixava levar sentindo como ele apertava minha língua com a dele; passava a língua com cuidado, com força, chupou a pontinha quando eu meti minha carne na boca dele; recuei pra ele vir me buscar, dei uma mordidinha de surpresa. E quando soltei a pressão dos meus dentes, juntei a pontinha com a dele pra ele sentir o argolinha; pra ele saber que delícias esperavam o pau dele se ele topasse eu chupar ele.
Recuperei a sensação nas mãos e levei elas pra cintura dele, enfiando por baixo da camiseta pra arranhar as costas dele, descendo e descendo pro sul e cravar minhas unhas nas nádegas duronas dele. Ele deu um pulo de dor, se afastou do beijo e me olhou safado, com três, talvez quatro fios de saliva entre meus lábios e os dele. Eu queria continuar, ele também, o pau dele via nos olhos e ele via no meu rosto vermelho e vicioso. Mas tivemos que nos separar, tinha que disfarçar o fogo que estávamos provocando.
—Porra, o que eu faço por dinheiro… —menti.
—Foi incrível… —ele passou a mão nos lábios e vê-lo tão vidrado me deu borboletas no estômago. Fazia muito tempo que um cara não ficava assim por mim, pra ser sincera—. Lurdes, vamos voltar pra sala, gata…
—Vai você primeiro, quero limpar a boca. E me dá sua camiseta, idiota.
—Pra quê você quer?
—Ué, era um dos castigos, não era? Você queria que eu usasse ela… Me dá, vou vestir. Pra você ver que eu cumpro minha palavra — era mais que óbvio que eu queria ver o torso nu dele de novo. E a noite toda, se possível.
Ele me deu. E quando ele saiu do banheiro, eu tranquei a porta; abaixei o jeans e a calcinha fio dental pra poder me estimular a buceta. Tava molhadíssima. Bem na hora em que eu me ajoelhava pra liberar meu clitóris da capinha, ouvi meu celular. Com uma mão ainda fazendo brincadeirinhas, atendi a ligação com a outra porque era meu namorado.
—Lurdes, meu amor, você chegou em casa?
—Hã… por quê?
—Porque vou ficar aqui a noite inteira, sua puta… me desculpa, amor…
—Ah… não se preocupa comigo. E sim… já tô em casa… —enfiei dois dedos na minha bucetinha e me deitei no chão do banheiro pra me masturbar—. Ufff… mfff… Gus…
—O que foi?
—Agghhmm… não foi nadaaaa… Acho que meu celular tá falhando… mmggg…
—O que você disse? Tanto faz, obrigado por entender. Sabe que te amo, quer…
Desliguei a chamada e desliguei o celular. Joguei ele de lado e comecei a enfiar dedinhos por toda minha buceta molhada. Deus, meu cunhado apalpando meus peitos e me dando uma mãozada bestial que me fez ver estrelinhas. Precisava voltar pra sala e me perder o mais rápido possível. Senti falta do meu amado Sub-Zero e do meu namorado, mas minha entreperna tava virando água por aquele guri.
De volta à ação. Cervejinhas, petiscos, piadas obscenas e voltamos a pegar nos controles.
Perdi de propósito que nem uma idiota
—E agora, Tomi? —falei, bebendo mais um gole da cervejinha. Tinha acabado. Eu tava vermelha, excitadíssima e meio bêbada; nunca soube beber bebida alcoólica.
—Hmm… na real, tenho uma coisa em mente… mas é verdade, no fim das contas você é minha cunhada e eu não devia pensar nessas coisas. Além disso, certeza que você vai me bater de novo.
Ele colocou o dedo no queixo e pensou um pouco. Eu tava frustrada comigo mesma por ter sido tão violenta com ele; claro que adoraria bater nele de novo, ufa! Fechei os punhos e amaldiçoei minha atitude metida.
—Desculpa, Tomi, é que você pede essas coisas com tanta naturalidade que dá vontade de te bater… Vai, vou ficar calada e não vou levantar a mão pra você!
—Sério?
—Sim, sim… vai, fala logo… —falei, procurando outra latinha de cerveja no cooler.
—Boobs fuck… Quero que você me faça um boobs fuck com esses peitões enormes que você tem.
Pode parecer bobeira, mas eu não sabia direito o que era um boobs fuck. Quando ele me explicou, e bem gráfico, meus olhos arregalaram. Não sabia que Tomas era tão doido, quem se excitaria com uma coisa tão desconfortável? Mas foi só me imaginar naquela situação e sentir de novo uma delícia no meu ventre. Claro, peguei uns cubinhos de gelo da geleira e joguei na cara dele. Um pouco em homenagem ao Sub Zero, um pouco de castigo. Se ele tivesse pedido no começo da noite, eu teria recusado sem pensar, mas tava tão tesuda e ansiosa que, assim que joguei os cubinhos, me ajoelhei entre as pernas dele.
—Porra, gata! Você prometeu que não ia me bater!
—E não bati, só joguei gelo… Deus, não aguento mais! Tá, rápido!
—Vai fazer mesmo? Tava te zoando… Isso… deussss… Lurdes, sério…
—Então acredita, idiota! Preciso da grana pra voltar pra casa!
Naquele momento, ajoelhada entre as pernas dele, quase gozei quando ele abaixou o zíper e tirou aquela piroca enorme. Engoli seco e não larguei nunca a Olhando praquele pedaço de carne onde as veias iam e vinham. Eu me sentia uma puta, e pra que mentir, tava louca de tesão pela carne dele. Tirei meus peitos do decote fraco e me inclinei pra prender a vara dele entre minhas "tetas" enormes, como ele chamou. Ele gemeu e semicerrô os olhos, não acreditava ao sentir a pele macia envolvendo ele. E no exato instante em que agarrei meus peitos com força pra subir e descer devagar, vi um brilho molhado sair da uretra dele.
— Não me fode que tu é precoce, Tomás…
— Não para, gata, não para, que tetas enormes…
Enquanto eu fazia a punheta com meus peitos, olhava pro rosto dele e cada vez que ele recuperava o fôlego pra me olhar nos olhos, eu me inclinava pra chupar a cabecinha suculenta. Enfiava a pontinha da língua no buraquinho dele pra deixar ele louco. Às vezes tentava tocar ali com meu piercing. Ele gozou muito rápido e não me deu tempo de aproveitar muito; por isso prefiro homens maduros, demoram mais pra esvaziar os ovos.
O pau dele começou a cuspir jorros longos de porra enquanto eu dava mordidinhas com meus lábios no tronco, mal deu tempo de reagir pra ele gozar na minha cara e nos meus peitos. Eu lambia meus lábios enquanto olhava pra ele com cara de puta. Minha roupa e meu cabelo tinham sujado, mas não ligava.
— Chupa, filho da puta, limpa ele. Não usa as mãos, vai.
Fiquei um tempão brincando com minha língua. Deus, que puta eu tava feita, eu sei. O bom dos novinhos é que não demoram pra ficar duros de novo, mas não queria que ele gozasse outra vez, podia ser a última vez da noite, e eu, como toda loba que se preza, precisava que ele metesse de uma vez. Então, depois de limpar, guardei a vara dele.
Podíamos passar a noite inteira nessa putaria. Foi por isso que, quando pegamos os controles de novo, me concentrei em vencer. Já tava lembrando de algumas combinações de botões durante a batalha. A verdade é que, apesar de O controle e o console eram novos, mas algumas das combinações mencionadas ainda estavam lá, nos mesmos botões de antes.
Resolvi aguentar os malditos quarenta segundos. Dessa vez eu ia ganhar. E acreditem, a última coisa que eu queria no mundo era o dinheiro dele. Não, na minha cabeça eu queria ganhar pra pedir pra ele me comer. Dessa vez, quem pisaria fundo no acelerador seria eu.
—Vem mais uma massacre aí.
—Tanta conversa vai virar contra você, Galinha —falei, pegando com a língua um fio de porra que ficou pendurado no canto dos meus lábios.
“Three, two, one… FIGHT!”. Já conhecia a estratégia dele. Assim que a batalha começou, Scorpion lançou o arpão pra cravar no peito do Sub-Zero. Mas eu me defendi e o ataque não fez efeito. Depois de um pulo, consegui congelar ele e corri direto pra dar um golpe de gancho que o fez voar pelo cenário. Ele se recuperou e invocou as chamas do inferno pra queimar os pés do meu guerreiro, mas eu dei outro salto com chute que o derrubou no chão. Scorpion, bem puto, tentou me dar um combo de oito golpes com que ele ganhava as outras lutas, mas nenhum golpe dele funcionou porque eu me defendi perfeitamente. Com precisão cirúrgica, quebrei o combo dele e consegui dar um soco com um golpe congelador no meio.
E com um gancho poderoso, Scorpion, a galinha idiota, foi derrotado.
Segunda luta. Agüentei os golpes como pude. Tomas estava nervoso demais e dava pra perceber na batalha. Errava as melhores técnicas, se apressava pra dar algum golpe, mas o Sub-Zero já tinha ele na mão. Ele quase me derrotou, mas me inclinei e lambi o pescoço dele pra fazer ele dar um susto. Sussurrei: “Quero que você meta em mim, garoto”. O controle dele caiu no chão e subiu alguma coisa entre as pernas dele, visível por baixo do tecido da calça jeans.
Obviamente, sobrevivi aos quarenta segundos e a luta terminou com a minha vitória.
Terceira batalha. Tomas perdeu a concentração e o guerreiro aurinegro foi massacrado com combos, gelo, e pra finalizar, um Fatality que eu decorava desde moleca e que de algum jeito, no calor da batalha, lembrei. Com um sorriso de orelha a orelha, Tomi viu o guerreiro favorito dele ser congelado e partido no meio.
—Ganheeeeey!
—Não acredito... Como você fez o Fatality? — ele falou, levantando pra pegar a carteira.
—Tomas...
—Que foi? Vou te dar a grana pra pedir um táxi...
—Ah, não quero mais isso... nem táxi. Ainda não.
—Como é?
Vocês não têm ideia do tesão que eu tava. E o pior de tudo é que meu cunhado tava se fazendo de desentendido de propósito. Pra que mais fingir? Eu tinha dado uma baita trepada nele e ele ainda queria que eu mandasse um sinal claro!
—Para de "Como é"! Para de joguinho! Filho da puta, você me esquentou a noite inteira de propósito, não foi?
—Claro que não. Sério... só queria ver seus peitos, mas como você continuava topando... fui até o fim pra ver o quão puta é minha cunhada.
—Aff, caralho! Então já sabe! Quero que você me coma, filho da puta, me come!
—Porra, caralho! Você é uma puta mesmo, Lurdes!
—Sim, e sou sua puta, entendeu? S-u-a p-u-t-a — peguei na mão dele e arrastei pro banheiro. Com a outra mão, peguei vários cubos de gelo pra caso ele quisesse dar pra trás. Eu queria carne e aquele moleque ia me dar.
Lá dentro, me livrei das roupas com dificuldade porque o espaço era pequeno, aos poucos fui mostrando cada centímetro do meu corpo pra ele, que ficou pasmo. E assim, só de fio dental, encarei ele com meus olhos de matar, estilo Sub-Zero. Ele engoliu seco e começou a tirar o tênis e a calça jeans. Aproveitei pra pegar meu celular do chão, ligar e ativar a gravação rápido. Coloquei o aparelho em cima da pia do banheiro, entre a pasta de dente e as escovas, pra filmar a gente. Óbvio que ele nem ia perceber, ha!
Ele passou o olho no meu corpo todo e eu fiz o mesmo até não aguentar mais; Eu encurralei ele, beijei o pescoço dele, os peitos dele, os abdominais dele. Desci e desci até ter certeza de que o pau dele tava bem duro e grosso. Salivei bem, embora minha buceta já tivesse a ponto de transbordar e pudesse entrar fácil sem precisar molhar. Quando me levantei, ele me pegou pela cintura e me virou, me colocando contra a pia pra eu me segurar na bendita. Me inclinei, empinei a raba e gemi igual uma porquinha quando ele puxou a tirinha fina da minha calcinha fio dental pro lado. Ele meteu a mão e, com os dedos parados, tensos entre meus lábios vaginais, falou:
— Não te dá tesão dar chifre no Gusti?
— Ufff! E você não sente tesão em fazer isso com a namorada do seu irmão mais velho?
— Você ama ele?
— Para de falaaarrrr… não é da sua conta — arqueei minhas costas.
— Não, fala, você ama meu irmão?
— Claro que amoommmffffggg, filho da puta!
Assim que respondi, ele me deu uma estimulação vaginal deliciosa. O dedo do meio abriu caminho entre meus lábios vaginais, enquanto o anelar e o indicador apertaram os lábios externos pra começar uma massagem super quente, roçando meu capuz. Era tão gostoso que derrubei uma pasta de dente no chão (não a que segurava meu celular, por sorte) e um sabonete. Levantei o olhar e me vi no espelho, com a cara vermelha e safada, enquanto Tomas, com a cabeça inclinada, via como os dedos dele massageavam minha buceta inchada.
— Vou te comer gostoso, hein, gata? Tô pouco me fodendo se você vai curtir ou não, Lurdes, só quero que esse amigo aqui se divirta pra caralho — e quando disse isso, soltou a mão e agarrou o pauzão dele. Esfregou a piroca na minha buceta, encharcou ela com meus fluidos. Arranhei a pia e mordi meus lábios, tava fervendo e escorrendo como nunca na minha vida —. A real é que por isso terminei com minha ex… ela não curte sexo pesado, e eu curto. Então já tá avisada, sai fora daqui se não quiser sofrer…
— Mmm… Tomas… se continuar falando, vou te dar um fatality agora mesmo, cagão…
— Para de me chamar Tomas. Eu sou Scorpion, sua puta. Quer que eu vá embora daqui?
—Oohggg… não pode ser verdade… não pode ser verdade que é tão gostosoooo… para de passar seu pau aíiiii.
—Então tá, vou embora…
—Nãooo!… Idiota, me come!
—Sei não… você vai acabar chorando de dor e tudo…
—Ufff, eu não ligo de você me tratar na porrada, seu Scorpion filho da puta!, quero que você meta, deusss, quer que eu escreva com pasta de dente no espelho?
Ele se ajoelhou, separou meus lábios com os dedos, enfiou a língua na minha buceta e começou a me comer com ela; lambia com capricho, procurava com a ponta da língua meu capuz em busca do meu pontinho, e depois voltava a afundar a língua na minha pussy, me dando mordidinhas com os lábios, fazendo movimentos circulares lá dentro até conseguir que eu gozasse; com a pussy se contraindo, enfiou um dedo até o fundo e me comeu por um tempinho:
—Você tem a pussy mais molhada que já senti… tá pronta?
—Agghmm… —eu nem conseguia falar direito, só acompanhava com a cintura a enfiada de dedo dele.
Ele tirou. Me pegou pela cintura com as duas mãos poderosas, como se quisesse me segurar caso eu me debatesse com a invasão iminente da vara dele. Dava pra ver que ele sabia que as garotas iam querer fugir da dor que o pau largo dele podia causar e já manjava como segurar. Eu me sentia uma puta barata, só posta ali pra satisfazer um macho sedento de pussy, que me fodia com força pro prazer dele e sem pensar em mim.
—Mmmfff… faz isso, Scorpion… faz issoOOOHGGGG MEU DEUS!
Ele deu uma enfiada que me fez gritar alto. E sem piedade começou a meter com força pra meus peitos balançarem violentamente; igual aos malditos combos do Scorpion, me comeu sem parar, e eu tava longe de conseguir dar um "combo-breaker" na sequência de enfiadas dele. O suor escorria por todo meu corpo, o barulho dos nossos sexos lubrificados era a única coisa que se ouvia no banheiro pequeno. Doía um pouco, sim, mas era o que eu exibia como uma puta.
As estocadas fortes me sacudiam e parecia que logo iriam me partir ao meio. Era o arpão do Scorpion que estava entrando entre minhas pernas.
—Você sua igual uma porca, filho da puta. A partir de agora você vai ser minha puta.
—Siim, Scorpion, deussss… uffff…
Ele pareceu descansar um pouco. Manteve o pau bem dentro de mim. Tirou tudo e me deixou com uma sensação desoladora. Ficou parado, como se tivesse sido congelado por acidente por algum Sub-Zero. Respirei como pude e implorei:
—Não tira, por favor, uff, ufff… não tira!
—É que não me convenceu o que rolou agora. Você vai ser minha puta?
—Idiota, vou chorar… você é um completo imbecil… aggm…
—Não é o que eu quero ouvir, .
—Vou ser sua puta e tudo que você quiser! Não tira seu arpão, Scorpion, não tira!
—Hora do Fatality. “Come over here!” —gritou imitando a voz do guerreiro dele.
Bem na hora que minha buceta estava contraída, ele meteu de novo com toda força. O prazer que me deu foi único. As contrações da vagina eram incríveis e o pau descomunal dele me preenchia toda. Gritei tão alto que tive medo de estourar os tímpanos dele ou até o espelho. Foi um “Fatality” de verdade. Ele ficou parado enquanto eu me acalmava e agradeci do melhor jeito que pude: gemendo igual uma porquinha.
—Ahhhhhhhh… Ahhhhhhh…. Sim, assim, gostoso…. não tira, fica quietinho e dentro…
—Vou gozar, acho melhor tirar…
—Não, assim, bem dentro… uffff… —mexi a cintura.
—Você é uma verdadeira puta, .
—Ahhh… sim… puta e tudo que você quiser, mas eu ganhei de você no Mortal Kombat.
Desde o início de fevereiro que tô muito feliz porque, depois de semanas insistindo, consegui voltar com meu namorado. Fiquei com ele desde o começo do ensino médio e perdi ele por uma série de acontecimentos ruins durante meu primeiro ano na faculdade. Mas agora a gente tava junto de novo, e naquela noite de sábado a gente ia sair pra uma balada, daquelas que têm em CABA.
Claro que me vesti sexy, não me impus limites pra ocasião. Coloquei uma calça jeans justa que valorizasse minha figura e destacasse minha bunda pequena (que pra mim é pequena, mas sempre elogiaram). Costumo usar fio dental e, claro, naquela noite não seria exceção. Sandálias com salto preto (já que sou bem baixinha, 1,48m) e uma blusa vermelha que fazia um decote do caralho, aproveitando o tamanho dos meus peitos. Na verdade, se eu me abaixasse, a abertura era tão grande que mostrava demais, então coloquei um sutiã também vermelho, meia-taça, pra evitar que escapassem fácil. Mas saí de casa com um casaco pra disfarçar do meu pai e do meu irmão.
Quando o Gustavo, que é o nome do meu namorado, foi me buscar, não hesitou em estacionar a umas quadras da minha casa pra me apalpar. Seria a primeira vez que a gente transava depois de muito tempo, e ele ainda não sabia que a querida namorada dele já tinha um piercing no mamilo esquerdo, além da tatuagem de uma rosa na cintura (as tatuagens temporárias que eu tinha já tinham sumido). Ele só sabia que eu tinha feito um piercing na língua, e eu deixei ele bem excitado com beijos e carícias, tanto na faculdade quanto naquela noite no carro dele. Resumindo, tava deixando ele bem tarado, pra ele não reclamar quando eu revelasse as mudanças que fiz no meu corpo.
O problema surgiu quando ele recebeu uma ligação no celular dele bem no meio da apalpação. Ele discutiu por um momento, e eu, toda excitada como tava, tentei provocar ele beijando o pescoço dele e dando umas mordidinhas, mas quando desligou a chamada tava bem sério, tava longe de parecer aquele garoto sorridente que veio me buscar; duro diante dos meus carinhos e beijos. Sem nem olhar pra mim, falou que um amigo dele tava numa puta enrascada e que tinha que ir ajudar porque era o único com carro no grupo.
Ele se sentiu culpado porque nossa noite ia ser cancelada, mas obviamente fiz pouco caso e falei que ia acompanhar ele. Então fomos até a casa dele porque ele precisava pegar umas coisas.
Esperei na sala, onde tinha um garoto jogando videogame. Era o irmão mais novo dele. Tomas, um cara esportista, fanático por futebol como todo argentino que se preza. Mesmo sendo o mais novo da casa, era bem alto, na verdade mais alto que meu namorado. Tava com uma camiseta do River e jeans. Uma caixa térmica com umas cervejinhas na mesinha na frente do sofá onde ele tava sentado completava a cena. Sentei do lado dele e cumprimentei numa boa, já que conheço ele desde pivete.
— Oi Tomi, beleza?
— Oi Lu. De boa, aproveitando o sábado.
— Ah, legal kkkk noite tranquila kkkk
— Quer uma cerveja?
Aceitei. Me acomodei no sofá e, antes de continuar a conversa, ouvi uns berros vindo da TV e percebi que ele tava jogando aquele jogo de luta sangrento (que ainda tem um erro de português grotesco no título). Quando era mais nova, com um videogame mais velho, passava tardes e noites jogando "Mortal Kombat" com meu irmão, mas enfim, a gente cresce e os interesses mudam. Pelo visto, pros caras não é a mesma coisa.
— Ei, não vai sair pra night com seus amigos hoje? Ou alguma mina?
— Não — ele respondeu, apertando os botões feito um louco.
Nessa hora, o irmão dele apareceu e falou que ia buscar os amigos e que parecia que mais um cara ia entrar, que sinceramente nem lembro o nome. Disse que não seria boa ideia eu ir junto porque não caberíamos no carro. Falei que Não tava nem aí, eu queria ficar com ele, mas ele insistiu que ia ser muito estranho, então no fim acabei aceitando.
— Vou pra casa de táxi — falei, toda murcha.
— Você não faz ideia do quanto me fode ter que terminar a noite assim — ele me abraçou, e puta merda! Tava doida pra ele terminar o que começou no carro, mas fazer o quê. Com um beijo ele se despediu de mim e logo foi pra fora, entrando no carro dele.
Eu, bem pra baixo, sentei de novo no sofá com o irmão dele, que tava pouco se lixando pra mim. Tirei o casaco porque tava com calor e, além disso, os pais dele não estavam, não precisava esconder minha roupa tão leve e chamativa. Mas foi só tirar pra o irmãozinho dar uma olhada de canto no meu decote.
— Lurd… cê tá muito gostosa.
— Valeu, Tomi. E você do nada cresceu pra caralho, jirrafa! Antes de chamar o táxi, vou tomar uma latinha de cerveja com você, que tal?
— Haha! Fecha, mina. Pena que sua noite terminou assim, sei que o Gus tava super empolgado pra voltar com você.
— É, pois é, a gente vai ter nosso tempo, primeiro os amigos, né?
— Claro! — ele deu outra olhada no meu decote. Adoro quando olham, e pra completar, tava muito excitada depois da mãozada que o irmão dele me deu.
— Tomi, eu achava que você era o festeiro da casa, sempre te via felizão e sorrindo, agora você tá meio estranho, por que essa cara de bunda?
— Sério que dá pra perceber? Bom… você é a primeira pessoa no dia inteiro que notou. As voltas que a vida dá, meu irmão voltou com a namorada no dia que eu terminei com a minha, que merda!…
— Não acredito, desculpa… hmm… se quiser, eu fico pra bater um papo, vou pensar em alguma coisa pra te animar. Quando eu terminei com seu irmão na época, me senti um lixo, não conseguia focar em nada, procurava consolo onde não tinha…
— Nah! Valeu, Lu, mas agora não quero falar disso não… — ele me encarou por um tempo e soltou, sem vergonha nenhuma —, mas que peitão! Cê tá uma verdadeira gostosa!
Me deu risada. Foi só ver meu decote e reparar de novo. Um brilho nos olhos dela e no sorriso dele, aquele brilho que parecia ter sumido há dias; era como se, por um breve momento, ele recuperasse o irmão mais novo do meu namorado. Sorri de leve e me acomodei no sofá.
—Ah! Que coisa mais simples que você é, Tomi, é só mostrar o decote e você volta a ser o de sempre… ei, não trouxe grana comigo e seu irmão esqueceu de me deixar pro táxi, me dá um trocado?
—Claro. Mas primeiro, pega o controle, te desafio pra uma luta de Mortal Kombat.
—Psss… Antes eu até jogava, mas agora nem lembro mais dos botões…
—Pega ele — ele me passou o controle. Tinha mais botões do que da última vez que eu tinha visto. Consoles novos, controles novos. Não tava muito a fim, pra ser sincera.
—Você se acostuma rápido…
—Tá bom, mas só por um tempinho porque depois tenho que chamar o táxi… E vai me dar uma grana, né?
—Escolhe seu guerreiro, gata. Eu vou de "Scorpion", cê vai ver como uma galinha luta (sempre zoávamos porque eu sou do Boca e quase toda a família do meu namorado era do River).
—Sinceramente, nem lembro dos nomes… mas tinha um que tinha poder de congelar o inimigo também.
—Ahhh, Sub-Zero… É aquele cara que solta ar gelado… Escolhe ele!
—E qual botão eu aperto?
—Esse… Aliás, Lurdes, de verdade, você tá vestida pra matar… Vai enlouquecer meu irmão e todos os homens que te virem…
—Exagerado! E para de ignorar minha pergunta, vai me dar a grana ou não?
—Hmm… vamos fazer o seguinte. Vamos lutar… mas no jogo, claro. Sei que você não tá muito afiada no Mortal Kombat. Obviamente vou te vencer. Mas se você conseguir aguentar… quarenta segundos sem que eu te mate, a gente considera uma vitória sua. E foda-se a grana, claro…
—Quero que me dê a grana agora, não se faz de otário, hahaha.
—E eu dou se você topar. Ganha quem vencer três vezes. Que tal, cunhada?
Me deu graça ele me chamar de cunhada, quase como se estivesse me aceitando na família de novo. E passar um tempinho com ele não parecia má ideia, pra ser sincera. Obviamente eu ia perder, mas… Aguentar quarenta segundos sem que meu guerreiro azul com poderes de gelo morresse não parecia tão impossível. Olhei pro controle cheio de botões e pensei: "Por tentar…"
— Pfff… — escolhi o Sub-Zero.
— Pronta?
— Só tenho que aguentar quarenta segundos. Não vem chorar depois se uma mina te vencer, seu pica-flor!
Claro que não consegui sobreviver nem quarenta segundos. Meu personagem foi massacrado pelo tal do Scorpion. Vendo a habilidade e a falta de piedade do meu cunhado, decidi na segunda partida pular pelo cenário que nem uma porca e desviar dos golpes dele. Mas o filho da puta sabia os poderes de cor, e naturalmente meu amado guerreiro de gelo morreu de novo. E chegou a última batalha, onde, sei lá se por acaso ou porque de repente lembrei de alguma combinação de botões, consegui congelar o inimigo! Dei uns tapas nele antes de ser, mais uma vez, derrotada. "Estuprada", segundo o Tomas.
— Ohhhh! Que massacre! Gostosa, curtiu a aula? — ele se levantou e começou a rebolar a cintura pra frente e pra trás de um jeito safado.
— Pfff! Já chega! Agora me dá uma grana!
— Ha! Fica bem demais ser Sub-Zero, Rocio! Peito frio igual boca de quem não beija!
— Já foi, já passou, idiota, para de gritaaaar!
— Você perdeu a aposta. Agora cumpre seu castigo.
— Que castigo?
— Ué, castigo por perder. Sabe perder e me dá um beijinho aqui — ele tocou a bochecha com o dedo indicador. — Vai, beijinho, cunhadinha!
— Ha! Tá bom, depois vou enxaguar a boca… — brinquei.
Assim que me inclinei pra dar o beijo, ele virou o rosto pra eu plantar um selinho nos lábios dele. Me afastei na hora e dei um tapa nele, mais por reflexo do que qualquer coisa, mas devia ter dado um soco nos ovos daquele tarado. Levantei indignada, gritando que eu era namorada do irmão mais velho dele, que ele não sabia o que pensava da vida. Quando fiz menção de sair da sala, ele segurou minha mão e implorou:
— Mil pila! Porra, mil pila se você aguentar! Quarenta segundos sem ser derrotada!
—Filho da puta! Já podia ter me dado logo!
—Vai, Lu… ufa, como você bate! Enfim, senta… Não custa tentar.
—É melhor você parar com essas sacanagens, Tomi.
Sentei. Ele me ofereceu a cerveja dele de novo e aceitei. Peguei o controle de novo e jurei que aguentaria os malditos quarenta segundos. Escolhemos os lutadores. Scorpion vs Sub-Zero. Galinha vs. Vaqueira. Escolhemos um cenário, e lá fomos nós lutar pelos mil contos!
Infelizmente, fui vilmente derrotada de novo.
—E agora o que você quer, outro beijo?
—Ha! Não, de jeito nenhum… Vai, veste a camiseta do River como castigo!
—Eca!… O que eu não faço por dinheiro… Me dá aqui…
Ele tirou a camiseta dele e me passou. Ficou com o torso nu, e dentro de mim surgiu uma sensação deliciosa, de tesão e desejos proibidos ao mesmo tempo. Ufa! O irmãozinho tinha crescido, e olha que a natureza foi bem generosa! Dei mais um gole na cervejinha antes de pegar a camiseta nojenta e vestir pra alegria dele. Cheirava bem, pra que mentir. Coloquei por cima da minha blusa.
—Ficou linda em você! Devia ser galinha.
—Revanche!
—Bora! Então vamos nessa…
Perdi de novo três vezes de um jeito absurdo. Bebi mais um gole da cerveja e pedi, puta, que ele cuspisse logo qual era o novo castigo, olhando de canto pro torso e pros abdominais dele, que luxo de garoto. Desejei, bem lá no fundo, que ele me pedisse outro beijinho. Não me importaria se ele virasse a cabeça de novo pra roubar meu beijo. Mas, pra minha má sorte, meu cunhado, quando esquenta, começa a pisar fundo demais no acelerador.
—Lurdes… levanta a camiseta e a blusinha, quero ver seus peitos…
Dei um soco na cara dele. Levantei indignada. Claro, se eu esquento devagar, o garoto esquenta a passos largos. Que bruto! Ele se contorceu um pouco enquanto eu saía da sala e jogava a camiseta dele no chão.
—Ufa, nena! É que eu queria conferir uma coisa!
—O quê?!
—Sabe… quando você sentou do meu lado e te vi o decote… jurava que no seu mamilo esquerdo dava pra ver um piercing marcando por baixo da roupa…
—Seu idiota! —me tapei o decote—. O que eu tenho ou deixo de ter não é da sua conta —joguei o controle na cara dele quando ele pareceu se recuperar.
—Ufa! Que puritana que você é!
—Vou embora!
Na porta, antes de sair, calculei quanto tempo levaria pra voltar pra casa andando. Muito… muito tempo! Frustrada de novo, voltei pra sala e me ajoelhei na frente do meu cunhado, que já tinha colocado a camiseta de volta e nem tava ligando pra mim, só prestando atenção no jogo.
—Tomas, por favor, me empresta uma grana…
—Mostra os peitos —ele nem olhava pra mim, só apertava os botões.
—Meu namorado é seu i-r-m-ã-o… não posso te mostrar minhas tetas.
—Então sem chance, Lu.
Mordi os dentes. Pensei que, no fim das contas, são só tetas. Imagino que ele já deve ter visto um monte em site pornô, e olha lá com a namorada ou namoradas que já teve. Então me levantei, tampando a visão dele. Me inclinei na direção dele pra mostrar o decote, e peguei a gola em “V” da minha blusa pra abrir um pouco, deixando meus dois seios aparecerem cobertos pelo sutiã.
—Lu… Lurdes?
—Me escuta, preciso que você me dê esse dinheiro…
—Pô! Você vai fazer!
Ele largou o controle e ficou me olhando babando. Mordendo os lábios, meti a mão entre minhas tetas e soltei o sutiã, deixando meus seios se libertarem com todo o peso. Com a cara vermelha igual pimenta, fechei os olhos e sussurrei:
—Só tenho um piercing, no mamilo esquerdo… viu?, é uma barrinha com bolinha nas pontas…
—Não acredito, que peitão, isso é um sonho —ele disse com os olhos arregalados. Quando abri os olhos, percebi que ele tentou tocar, mas me afastei e lancei um olhar assassino.
Admito que sinto uma sensação gostosa descendo pela barriga toda vez que percebo que um homem tá afim de mim. Ufa, podia ficar horas me oferecendo assim, mostrando meu mamilo rosadinho cravejado por aquele pedaço de barra de titânio só pra ver a carinha dela excitada e feliz, impagável!, mas uma garota tem que tentar manter a decência e mostrar recato. Eu pigarreei e me recomponho pra colocar o sutiã de novo e ajustar minha roupa.
—Neném… Você anelou a teta!
—A teta não, bruto, o mamilo. Pronto. Vamos jogar a revanche.
—Mmm, vem sentar aqui do lado – ele se acomodou no sofá e bateu no lugar pra eu sentar.
—Quarenta segundos, né? – perguntei segurando aquele controle com força.
—Sim, claro… tenta aguentar.
Fui massacrada de novo. Na real, acho que o Tomas mostrou muito mais vontade pra me derrotar três vezes e assim exigir outro castigo.
—Perdeu…
—Imbecil, quer ver elas de novo?
—Quero... quero apalpar elas, as duas…
—Ha! Arranja uma namorada, masturbador. Não vou deixar você tocar nas minhas tetas.
—Sabe, sobre a mina que eu terminei. Cortei com ela porque éramos incompatíveis na cama. É uma garota muito estranha, além de ser muito “eu eu eu” o tempo todo. E… tanto faz, não achei ela tão gostosa quanto você.
—Jooo! Certeza que você fala isso pra todas.
—Já, já! Esse narizinho que parece uma tulipa, esses olhos castanhos, os lábios fininhos…. Lu, minha razão não me engana, você é linda pra caralho!
Do jeito que ele falava, a voz dele, os gestos muito eloquentes. Mentiria se dissesse que a coisa não tava fervendo. Como eu disse, é um cara muito bonito e com certeza tem um corpo que dá vontade de comer, e pra piorar o irmão mais velho dele me deixou com a pussy molhada e eu queria guerra. No entanto, querendo recuperar a honra que meu querido Sub Zero perdeu, dei um soco certeiro no olho direito dele.
—Nem sei por que acabo te satisfazendo, lixoooo!
Acho que exagerei porque ele levantou e foi direto pro banheiro pra, imagino, ver se não tinha ficado marca. Eu, por minha vez, peguei minha cervejinha de novo pensando que ele mereceu por ser um tarado na vida. Embora, provavelmente por uma sensação de culpa, fui até o banheiro pra ver como ela estava.
Entrei, é um lugar minúsculo, ele deu um pulo porque achou que eu ia dar outro soco nele. Ri e encurralei ele contra a pia do banheiro. Sim, ele não se enganou quando me chamou de putinha kkk. A cervejinha, a experiência e o que a gente tinha feito minutos atrás, tudo estava conspirando contra mim. Com a cara vermelha que nem um tomate (os dois), suspirei e falei:
—Mfff… Desculpa pelo soco.
—Você é foda, hein
—Pode tocar nelas, mas não demora…
—Q-que? Não acredito, Lurdes! E… por quanto tempo?
—Meu Deus… Só um minuto, nem um a mais!
Abri de novo a gola da minha camiseta pra tirá-las. Ele me livrou do sutiã e quase na hora senti as mãos quentes dele tocando meus peitos de leve; isso me arrancou um suspiro e me inclinei um pouco pra ele. Tava com vontade de me jogar e encher ele de beijos, arrancar a camiseta dele e lamber o peito e a barriga dele, mas me segurei, sentindo ele fazer movimentos circulares nos meus seios, passando os dedos longos pelas minhas aréolas (e brincando de propósito com meu mamilo piercings). Não demorou nem uns segundos, quando eu tava prestes a limpar um fio de saliva que escapou do canto da boca, ele apertou meus peitos com força.
—Aí! Cuidado, moleque!
—Mas… Que puta que você é!
Um murro direto no outro olho dele deu fim à breve apalpadela. Coloquei a camiseta de novo, mas com um tesão insustentável no meio das pernas. Voltamos pra sala. Cervejinhas, petiscamos algo e pegamos os controles de novo. Próxima rodada de lutas… Nem preciso dizer que perdi de propósito. Com muita vontade, virei pra ele e perguntei ansiosa:
—Rápido, fala logo o que você quer, porra
—Ah! —ele se recostou no sofá—. Agora quero um beijo bem molhado… quero sentir esse piercing que você tem na língua.
—Co-como você sabia? —perguntei tapando a boca.
—Você grita demais e dá pra ver… Vamos, vai, pro banheiro que me dá tesão fazer isso lá…
—Idiota, não! Dane-se essa noite de Sábado, tô voltando pra casa andando!
—Dois mil pesos, cunhadinha…
O banheiro é pequeno, como eu falei. Mal deu pra gente se espremer entre o vaso e a pia. Me olhando, ele sentou na pia. Eu tava vermelha que nem pimenta; meu precioso cunhado me exigindo um beijo. Tentador demais. Quente demais.
Coloquei a mão direita no ombro dele e a esquerda no peito, segurando ele de se inclinar pra mim:
—Vai ser rápido
—Não, vai ser devagar. Quero sentir o piercing, nada de beijinho de passarinho, Lu.
—Uf, idiota… quanto tempo você quer?
—Cinco minutos.
—Mmm! Não! Um minuto, no máximo.
—Só um? … Tá bom, mas cumpre seu castigo direito. Usa o piercing.
Que filho da puta! Parei de segurar ele, queria falar “Tomara que você morra”, mas no fim saiu um “Nnnmffff mmgggg”. Deixei ele se inclinar pra meter a língua, era tudo em câmera lenta, minhas pernas fraquejaram, perdi a sensação das mãos; no momento em que os lábios dele encostaram nos meus, dei um pulo que foi logo acalmado pelas mãos dele acariciando minhas costas, descendo e descendo rumo à minha raba.
Ele apertou minhas nádegas e me puxou contra ele. Eu tava sem acreditar, entre a saliva e os lábios ele se enfiou na minha boca, e eu me deixava levar sentindo como ele apertava minha língua com a dele; passava a língua com cuidado, com força, chupou a pontinha quando eu meti minha carne na boca dele; recuei pra ele vir me buscar, dei uma mordidinha de surpresa. E quando soltei a pressão dos meus dentes, juntei a pontinha com a dele pra ele sentir o argolinha; pra ele saber que delícias esperavam o pau dele se ele topasse eu chupar ele.
Recuperei a sensação nas mãos e levei elas pra cintura dele, enfiando por baixo da camiseta pra arranhar as costas dele, descendo e descendo pro sul e cravar minhas unhas nas nádegas duronas dele. Ele deu um pulo de dor, se afastou do beijo e me olhou safado, com três, talvez quatro fios de saliva entre meus lábios e os dele. Eu queria continuar, ele também, o pau dele via nos olhos e ele via no meu rosto vermelho e vicioso. Mas tivemos que nos separar, tinha que disfarçar o fogo que estávamos provocando.
—Porra, o que eu faço por dinheiro… —menti.
—Foi incrível… —ele passou a mão nos lábios e vê-lo tão vidrado me deu borboletas no estômago. Fazia muito tempo que um cara não ficava assim por mim, pra ser sincera—. Lurdes, vamos voltar pra sala, gata…
—Vai você primeiro, quero limpar a boca. E me dá sua camiseta, idiota.
—Pra quê você quer?
—Ué, era um dos castigos, não era? Você queria que eu usasse ela… Me dá, vou vestir. Pra você ver que eu cumpro minha palavra — era mais que óbvio que eu queria ver o torso nu dele de novo. E a noite toda, se possível.
Ele me deu. E quando ele saiu do banheiro, eu tranquei a porta; abaixei o jeans e a calcinha fio dental pra poder me estimular a buceta. Tava molhadíssima. Bem na hora em que eu me ajoelhava pra liberar meu clitóris da capinha, ouvi meu celular. Com uma mão ainda fazendo brincadeirinhas, atendi a ligação com a outra porque era meu namorado.
—Lurdes, meu amor, você chegou em casa?
—Hã… por quê?
—Porque vou ficar aqui a noite inteira, sua puta… me desculpa, amor…
—Ah… não se preocupa comigo. E sim… já tô em casa… —enfiei dois dedos na minha bucetinha e me deitei no chão do banheiro pra me masturbar—. Ufff… mfff… Gus…
—O que foi?
—Agghhmm… não foi nadaaaa… Acho que meu celular tá falhando… mmggg…
—O que você disse? Tanto faz, obrigado por entender. Sabe que te amo, quer…
Desliguei a chamada e desliguei o celular. Joguei ele de lado e comecei a enfiar dedinhos por toda minha buceta molhada. Deus, meu cunhado apalpando meus peitos e me dando uma mãozada bestial que me fez ver estrelinhas. Precisava voltar pra sala e me perder o mais rápido possível. Senti falta do meu amado Sub-Zero e do meu namorado, mas minha entreperna tava virando água por aquele guri.
De volta à ação. Cervejinhas, petiscos, piadas obscenas e voltamos a pegar nos controles.
Perdi de propósito que nem uma idiota
—E agora, Tomi? —falei, bebendo mais um gole da cervejinha. Tinha acabado. Eu tava vermelha, excitadíssima e meio bêbada; nunca soube beber bebida alcoólica.
—Hmm… na real, tenho uma coisa em mente… mas é verdade, no fim das contas você é minha cunhada e eu não devia pensar nessas coisas. Além disso, certeza que você vai me bater de novo.
Ele colocou o dedo no queixo e pensou um pouco. Eu tava frustrada comigo mesma por ter sido tão violenta com ele; claro que adoraria bater nele de novo, ufa! Fechei os punhos e amaldiçoei minha atitude metida.
—Desculpa, Tomi, é que você pede essas coisas com tanta naturalidade que dá vontade de te bater… Vai, vou ficar calada e não vou levantar a mão pra você!
—Sério?
—Sim, sim… vai, fala logo… —falei, procurando outra latinha de cerveja no cooler.
—Boobs fuck… Quero que você me faça um boobs fuck com esses peitões enormes que você tem.
Pode parecer bobeira, mas eu não sabia direito o que era um boobs fuck. Quando ele me explicou, e bem gráfico, meus olhos arregalaram. Não sabia que Tomas era tão doido, quem se excitaria com uma coisa tão desconfortável? Mas foi só me imaginar naquela situação e sentir de novo uma delícia no meu ventre. Claro, peguei uns cubinhos de gelo da geleira e joguei na cara dele. Um pouco em homenagem ao Sub Zero, um pouco de castigo. Se ele tivesse pedido no começo da noite, eu teria recusado sem pensar, mas tava tão tesuda e ansiosa que, assim que joguei os cubinhos, me ajoelhei entre as pernas dele.
—Porra, gata! Você prometeu que não ia me bater!
—E não bati, só joguei gelo… Deus, não aguento mais! Tá, rápido!
—Vai fazer mesmo? Tava te zoando… Isso… deussss… Lurdes, sério…
—Então acredita, idiota! Preciso da grana pra voltar pra casa!
Naquele momento, ajoelhada entre as pernas dele, quase gozei quando ele abaixou o zíper e tirou aquela piroca enorme. Engoli seco e não larguei nunca a Olhando praquele pedaço de carne onde as veias iam e vinham. Eu me sentia uma puta, e pra que mentir, tava louca de tesão pela carne dele. Tirei meus peitos do decote fraco e me inclinei pra prender a vara dele entre minhas "tetas" enormes, como ele chamou. Ele gemeu e semicerrô os olhos, não acreditava ao sentir a pele macia envolvendo ele. E no exato instante em que agarrei meus peitos com força pra subir e descer devagar, vi um brilho molhado sair da uretra dele.
— Não me fode que tu é precoce, Tomás…
— Não para, gata, não para, que tetas enormes…
Enquanto eu fazia a punheta com meus peitos, olhava pro rosto dele e cada vez que ele recuperava o fôlego pra me olhar nos olhos, eu me inclinava pra chupar a cabecinha suculenta. Enfiava a pontinha da língua no buraquinho dele pra deixar ele louco. Às vezes tentava tocar ali com meu piercing. Ele gozou muito rápido e não me deu tempo de aproveitar muito; por isso prefiro homens maduros, demoram mais pra esvaziar os ovos.
O pau dele começou a cuspir jorros longos de porra enquanto eu dava mordidinhas com meus lábios no tronco, mal deu tempo de reagir pra ele gozar na minha cara e nos meus peitos. Eu lambia meus lábios enquanto olhava pra ele com cara de puta. Minha roupa e meu cabelo tinham sujado, mas não ligava.
— Chupa, filho da puta, limpa ele. Não usa as mãos, vai.
Fiquei um tempão brincando com minha língua. Deus, que puta eu tava feita, eu sei. O bom dos novinhos é que não demoram pra ficar duros de novo, mas não queria que ele gozasse outra vez, podia ser a última vez da noite, e eu, como toda loba que se preza, precisava que ele metesse de uma vez. Então, depois de limpar, guardei a vara dele.
Podíamos passar a noite inteira nessa putaria. Foi por isso que, quando pegamos os controles de novo, me concentrei em vencer. Já tava lembrando de algumas combinações de botões durante a batalha. A verdade é que, apesar de O controle e o console eram novos, mas algumas das combinações mencionadas ainda estavam lá, nos mesmos botões de antes.
Resolvi aguentar os malditos quarenta segundos. Dessa vez eu ia ganhar. E acreditem, a última coisa que eu queria no mundo era o dinheiro dele. Não, na minha cabeça eu queria ganhar pra pedir pra ele me comer. Dessa vez, quem pisaria fundo no acelerador seria eu.
—Vem mais uma massacre aí.
—Tanta conversa vai virar contra você, Galinha —falei, pegando com a língua um fio de porra que ficou pendurado no canto dos meus lábios.
“Three, two, one… FIGHT!”. Já conhecia a estratégia dele. Assim que a batalha começou, Scorpion lançou o arpão pra cravar no peito do Sub-Zero. Mas eu me defendi e o ataque não fez efeito. Depois de um pulo, consegui congelar ele e corri direto pra dar um golpe de gancho que o fez voar pelo cenário. Ele se recuperou e invocou as chamas do inferno pra queimar os pés do meu guerreiro, mas eu dei outro salto com chute que o derrubou no chão. Scorpion, bem puto, tentou me dar um combo de oito golpes com que ele ganhava as outras lutas, mas nenhum golpe dele funcionou porque eu me defendi perfeitamente. Com precisão cirúrgica, quebrei o combo dele e consegui dar um soco com um golpe congelador no meio.
E com um gancho poderoso, Scorpion, a galinha idiota, foi derrotado.
Segunda luta. Agüentei os golpes como pude. Tomas estava nervoso demais e dava pra perceber na batalha. Errava as melhores técnicas, se apressava pra dar algum golpe, mas o Sub-Zero já tinha ele na mão. Ele quase me derrotou, mas me inclinei e lambi o pescoço dele pra fazer ele dar um susto. Sussurrei: “Quero que você meta em mim, garoto”. O controle dele caiu no chão e subiu alguma coisa entre as pernas dele, visível por baixo do tecido da calça jeans.
Obviamente, sobrevivi aos quarenta segundos e a luta terminou com a minha vitória.
Terceira batalha. Tomas perdeu a concentração e o guerreiro aurinegro foi massacrado com combos, gelo, e pra finalizar, um Fatality que eu decorava desde moleca e que de algum jeito, no calor da batalha, lembrei. Com um sorriso de orelha a orelha, Tomi viu o guerreiro favorito dele ser congelado e partido no meio.
—Ganheeeeey!
—Não acredito... Como você fez o Fatality? — ele falou, levantando pra pegar a carteira.
—Tomas...
—Que foi? Vou te dar a grana pra pedir um táxi...
—Ah, não quero mais isso... nem táxi. Ainda não.
—Como é?
Vocês não têm ideia do tesão que eu tava. E o pior de tudo é que meu cunhado tava se fazendo de desentendido de propósito. Pra que mais fingir? Eu tinha dado uma baita trepada nele e ele ainda queria que eu mandasse um sinal claro!
—Para de "Como é"! Para de joguinho! Filho da puta, você me esquentou a noite inteira de propósito, não foi?
—Claro que não. Sério... só queria ver seus peitos, mas como você continuava topando... fui até o fim pra ver o quão puta é minha cunhada.
—Aff, caralho! Então já sabe! Quero que você me coma, filho da puta, me come!
—Porra, caralho! Você é uma puta mesmo, Lurdes!
—Sim, e sou sua puta, entendeu? S-u-a p-u-t-a — peguei na mão dele e arrastei pro banheiro. Com a outra mão, peguei vários cubos de gelo pra caso ele quisesse dar pra trás. Eu queria carne e aquele moleque ia me dar.
Lá dentro, me livrei das roupas com dificuldade porque o espaço era pequeno, aos poucos fui mostrando cada centímetro do meu corpo pra ele, que ficou pasmo. E assim, só de fio dental, encarei ele com meus olhos de matar, estilo Sub-Zero. Ele engoliu seco e começou a tirar o tênis e a calça jeans. Aproveitei pra pegar meu celular do chão, ligar e ativar a gravação rápido. Coloquei o aparelho em cima da pia do banheiro, entre a pasta de dente e as escovas, pra filmar a gente. Óbvio que ele nem ia perceber, ha!
Ele passou o olho no meu corpo todo e eu fiz o mesmo até não aguentar mais; Eu encurralei ele, beijei o pescoço dele, os peitos dele, os abdominais dele. Desci e desci até ter certeza de que o pau dele tava bem duro e grosso. Salivei bem, embora minha buceta já tivesse a ponto de transbordar e pudesse entrar fácil sem precisar molhar. Quando me levantei, ele me pegou pela cintura e me virou, me colocando contra a pia pra eu me segurar na bendita. Me inclinei, empinei a raba e gemi igual uma porquinha quando ele puxou a tirinha fina da minha calcinha fio dental pro lado. Ele meteu a mão e, com os dedos parados, tensos entre meus lábios vaginais, falou:
— Não te dá tesão dar chifre no Gusti?
— Ufff! E você não sente tesão em fazer isso com a namorada do seu irmão mais velho?
— Você ama ele?
— Para de falaaarrrr… não é da sua conta — arqueei minhas costas.
— Não, fala, você ama meu irmão?
— Claro que amoommmffffggg, filho da puta!
Assim que respondi, ele me deu uma estimulação vaginal deliciosa. O dedo do meio abriu caminho entre meus lábios vaginais, enquanto o anelar e o indicador apertaram os lábios externos pra começar uma massagem super quente, roçando meu capuz. Era tão gostoso que derrubei uma pasta de dente no chão (não a que segurava meu celular, por sorte) e um sabonete. Levantei o olhar e me vi no espelho, com a cara vermelha e safada, enquanto Tomas, com a cabeça inclinada, via como os dedos dele massageavam minha buceta inchada.
— Vou te comer gostoso, hein, gata? Tô pouco me fodendo se você vai curtir ou não, Lurdes, só quero que esse amigo aqui se divirta pra caralho — e quando disse isso, soltou a mão e agarrou o pauzão dele. Esfregou a piroca na minha buceta, encharcou ela com meus fluidos. Arranhei a pia e mordi meus lábios, tava fervendo e escorrendo como nunca na minha vida —. A real é que por isso terminei com minha ex… ela não curte sexo pesado, e eu curto. Então já tá avisada, sai fora daqui se não quiser sofrer…
— Mmm… Tomas… se continuar falando, vou te dar um fatality agora mesmo, cagão…
— Para de me chamar Tomas. Eu sou Scorpion, sua puta. Quer que eu vá embora daqui?
—Oohggg… não pode ser verdade… não pode ser verdade que é tão gostosoooo… para de passar seu pau aíiiii.
—Então tá, vou embora…
—Nãooo!… Idiota, me come!
—Sei não… você vai acabar chorando de dor e tudo…
—Ufff, eu não ligo de você me tratar na porrada, seu Scorpion filho da puta!, quero que você meta, deusss, quer que eu escreva com pasta de dente no espelho?
Ele se ajoelhou, separou meus lábios com os dedos, enfiou a língua na minha buceta e começou a me comer com ela; lambia com capricho, procurava com a ponta da língua meu capuz em busca do meu pontinho, e depois voltava a afundar a língua na minha pussy, me dando mordidinhas com os lábios, fazendo movimentos circulares lá dentro até conseguir que eu gozasse; com a pussy se contraindo, enfiou um dedo até o fundo e me comeu por um tempinho:
—Você tem a pussy mais molhada que já senti… tá pronta?
—Agghmm… —eu nem conseguia falar direito, só acompanhava com a cintura a enfiada de dedo dele.
Ele tirou. Me pegou pela cintura com as duas mãos poderosas, como se quisesse me segurar caso eu me debatesse com a invasão iminente da vara dele. Dava pra ver que ele sabia que as garotas iam querer fugir da dor que o pau largo dele podia causar e já manjava como segurar. Eu me sentia uma puta barata, só posta ali pra satisfazer um macho sedento de pussy, que me fodia com força pro prazer dele e sem pensar em mim.
—Mmmfff… faz isso, Scorpion… faz issoOOOHGGGG MEU DEUS!
Ele deu uma enfiada que me fez gritar alto. E sem piedade começou a meter com força pra meus peitos balançarem violentamente; igual aos malditos combos do Scorpion, me comeu sem parar, e eu tava longe de conseguir dar um "combo-breaker" na sequência de enfiadas dele. O suor escorria por todo meu corpo, o barulho dos nossos sexos lubrificados era a única coisa que se ouvia no banheiro pequeno. Doía um pouco, sim, mas era o que eu exibia como uma puta.
As estocadas fortes me sacudiam e parecia que logo iriam me partir ao meio. Era o arpão do Scorpion que estava entrando entre minhas pernas.
—Você sua igual uma porca, filho da puta. A partir de agora você vai ser minha puta.
—Siim, Scorpion, deussss… uffff…
Ele pareceu descansar um pouco. Manteve o pau bem dentro de mim. Tirou tudo e me deixou com uma sensação desoladora. Ficou parado, como se tivesse sido congelado por acidente por algum Sub-Zero. Respirei como pude e implorei:
—Não tira, por favor, uff, ufff… não tira!
—É que não me convenceu o que rolou agora. Você vai ser minha puta?
—Idiota, vou chorar… você é um completo imbecil… aggm…
—Não é o que eu quero ouvir, .
—Vou ser sua puta e tudo que você quiser! Não tira seu arpão, Scorpion, não tira!
—Hora do Fatality. “Come over here!” —gritou imitando a voz do guerreiro dele.
Bem na hora que minha buceta estava contraída, ele meteu de novo com toda força. O prazer que me deu foi único. As contrações da vagina eram incríveis e o pau descomunal dele me preenchia toda. Gritei tão alto que tive medo de estourar os tímpanos dele ou até o espelho. Foi um “Fatality” de verdade. Ele ficou parado enquanto eu me acalmava e agradeci do melhor jeito que pude: gemendo igual uma porquinha.
—Ahhhhhhhh… Ahhhhhhh…. Sim, assim, gostoso…. não tira, fica quietinho e dentro…
—Vou gozar, acho melhor tirar…
—Não, assim, bem dentro… uffff… —mexi a cintura.
—Você é uma verdadeira puta, .
—Ahhh… sim… puta e tudo que você quiser, mas eu ganhei de você no Mortal Kombat.
10 comentários - Fodida pelo irmão do meu namorado