Ocupando o Lugar da Minha Mãe

Quando eu tinha cinco anos, minha mãe morreu num acidente de carro, deixando minha guarda só com meu pai, que na época tinha só vinte anos. Ela morreu aos 19, então dá pra perceber que meus pais me tiveram muito jovens. Na real, hoje em dia muita gente até acha que meu pai é meu irmão mais velho.
Meu pai e minha mãe se amavam muito, eram feitos um pro outro, por isso ele nunca ficou com mais ninguém, ficou solteiro por vários anos (coisa que ia acabar com o que vou contar pra vocês). Passei grande parte da minha infância com minhas tias, porque meu pai teve que pegar vários turnos pra me sustentar e se sustentar, trabalhava quase o dia inteiro, então eu via ele muito pouco.
Quando fiz treze anos, finalmente fomos morar sozinhos. Meu pai conseguiu um cargo melhor, mas ainda trabalhava o dia todo. Ele não tinha medo de me deixar sozinha, porque eu era uma garota muito introvertida e tímida, sempre tive dificuldade pra socializar e realmente tinha poucos amigos, então ele não achava que eu fosse fazer merda, e no fundo ele tava certo.
Eu passava o dia inteiro na internet, jogando videogame ou trocando ideia com gente de outros países. Sempre chegava da escola e sentava o dia todo na frente da tela do computador.
Minha solidão em casa, meus jeitos introvertidos e meu vício em internet fizeram eu descobrir minha sexualidade de forma livre. Descobrir pornô pra uma pessoa tão nova que passa tanto tempo na internet é algo inevitável. Não precisava me esconder, não precisava abaixar o volume, nem precisava usar a aba anônima, tinha a casa só pra mim e não ia desperdiçar isso.
Assim, aos poucos, meus hábitos foram mudando. Parei de passar o dia jogando videogame ou vendo vídeos no YouTube, e comecei a ver pornô quase o dia inteiro. Chegava da escola, tirava a roupa e sentava na frente do computador pra ver todo tipo de pornô, com o volume no talo, até que a noite chegava e eu calculava quanto tempo faltava pro meu pai chegar em casa pra parar com a minha rotina pornográfica e retomar no dia seguinte.
E foi assim que cresci, que passei minha adolescência, na frente de uma tela vendo gente transando de todas as formas imagináveis. Enquanto as minas da minha sala estavam em festas, bebendo álcool, fumando cigarro ou se juntando pra ver filme, eu tava vendo pornô lésbico, hétero, a três, orgias, e batendo uma, acho que até mais de dez vezes por dia.
Agora que já contei um pouco da minha vida, podemos ir direto ao ponto…

Tudo começou nas férias de janeiro. Eu não tinha tirado notas boas, mas consegui passar de ano depois de vários anos indo pra aulas de verão, então finalmente podia curtir ficar em casa sem ter nada pra fazer. Meu pai ainda tinha que ir trabalhar, mas pela primeira vez em muitos anos, tinham reduzido o horário dele. Assim, ele passava um pouco mais de tempo em casa, um pouco mais de tempo comigo.
Mesmo que a gente quase não convivesse, a gente se amava pra caralho. Ele sempre falava que eu era muito parecida com a minha mãe, o que me fazia sentir muito bem, sempre me dava a entender que me amava e que tudo que ele fazia, era por mim, e eu era muito grata por isso.
Naqueles meses, meu pai trabalhava de manhã e voltava pra casa às 15h, saía de novo às 17h e só voltava às 22h. A gente almoçava e jantava junto. Era bom finalmente passar esses momentos com ele, adorava sentar com ele na mesa e ele perguntar sobre as minhas coisas, gostava que ele mostrasse interesse por mim.
Eu sentia algo por ele que não sabia explicar. Queria acreditar que era um sentimento normal de uma filha pelo pai, mas com o tempo fui entendendo que não era bem assim. Ele ainda era muito jovem, e quase nunca o tinha visto por mais de uma hora seguida na vida inteira (trabalhava até aos domingos). Agora eu o tinha duas horas por tarde todos os dias e fins de semana só pra mim. Embora sentisse um pouco de falta da minha liberdade total, onde consumia pornô como uma louca, não era muita coisa que a presença dele tirava; na verdade, eu gostava de tê-lo ali. Gostava de sentir o carinho dele. Durante esses meses, ele foi muito carinhoso comigo, vinha e me abraçava, me beijava na bochecha e me fazia cócegas, coisa que eu também fazia nele. Finalmente estávamos passando tempo de pai e filha, algo que eu nem imaginava que sentisse tanta falta. Mas, como eu disse, o que eu sentia por ele não era isso…
Minhas confusões terminaram de explodir numa tarde em que tudo mudou. Eu tinha acabado de acordar de um cochilo da tarde que eu tirava de vez em quando. Não fazia ideia de que horas eram, estava com a cabeça meio bagunçada e bateu uma vontade de ir ao banheiro. Quando cheguei, ainda estava meio sonolenta, então não percebi nada ao meu redor. Abri a porta de uma vez e entrei, me deparando com algo que me acordou como um balde de água fria.
Meu pai estava no meio do banho, com o box aberto. Ele me olhou com surpresa e confusão, eu devolvi o olhar, e não sei por quê, mas meus olhos foram parar no meio das pernas dele. Senti um calor no peito. Era a primeira vez que via um pau ao vivo, e não sabia o que fazer. Por um microssegundo, senti o impulso de me jogar e chupar ele ali mesmo, mas rapidamente caí na real e a única coisa que saiu foi falar "Desculpa, pai..." e saí de lá fechando a porta.
Por que você não trancou a porta? Por que não fechou a cortina? O mais óbvio é que você achava que eu não ia acordar tão cedo, e que se acordasse, ia ouvir o barulho do chuveiro, mas não foi assim.
Os dias passaram e nunca falamos sobre o que rolou. Nosso comportamento continuou normal, embora dentro de mim várias coisas tenham mudado pra valer.
Durante as noites, eu não conseguia parar de imaginar aquela pica e lembrar como senti a vontade de me jogar pra chupar ela ali mesmo, sem ligar que fosse a do meu próprio pai. Um pensamento levava ao outro e, de repente, comecei a lembrar também do corpo moreno do meu pai, com a água caindo sobre ele… A verdade é que meu pai era um homem muito gostoso.
No final das contas, acabei procurando pornô de pai e filha na internet. Já sabia que era só atuação, mas as situações que apareciam me davam um tesão danado. Aos poucos, fui me imaginando eu e meu pai naqueles cenários. Aos poucos, fui começando a desejar isso…
Foi aí que eu entendi tudo, eu tava apaixonada pelo meu pai. Ver ele pelado foi só o que me fez descobrir isso. A ausência dele impediu que a gente criasse um vínculo normal de pai e filha, eu a vida inteira estudei num colégio de mulheres, com professoras mulheres, e quando pequena fui criada pelas minhas tias, que eram mulheres, então meu pai praticamente era o único homem que eu conheci na vida. Se somar isso com meu vício em pornô e o fato de ele ser bem novo ainda, tudo faz sentido.
E uma vez sabendo disso, minha conduta continuou a mesma, mas as intenções mudaram. Cada vez que demonstrávamos carinho, eu já não me sentia como uma filha com o pai, mas sim como uma mulher com seu amante, como uma cadela no cio com seu macho alfa. Ele às vezes tinha o costume de me abraçar por trás para dar um beijo na bochecha, momento que comecei a aproveitar para esfregar minha bunda na virilha dele. Não sei se ele percebia e fingia de bobo, ou se não notava minhas intenções, mas nunca fez nada para me impedir.
Foi assim que meu desejo por ele foi crescendo, meu desejo pelo meu pai; o que me levou a buscar mais sobre incesto na internet. Conheci algumas pessoas em fóruns que diziam fazer isso com seus irmãos ou primos, às vezes sentia que só falavam pra me excitar, mas resolvi entrar na deles já que assim todo mundo ganhava. Mas, nunca vou esquecer que tinha uma mina que realmente tinha um relacionamento lésbico-incestuoso com a mãe dela, porque ela me provou mandando vídeos quase todo dia. Ela e a mãe dela adoravam transar enquanto eu as via por videochamada… Elas se tornaram minhas grandes ciberamigas.
Testemunhar a relação incestuosa entre uma mãe e sua filha só fez meu desejo pelo meu pai crescer descomunalmente, a ponto de eu me masturbar no quarto dele, nada mais, nada menos que na cama dele. Eu adorava sentir que estava marcando meu território, adorava imaginar meu pai dormindo onde a filha dele se masturbava, que ele respirava os vestígios dos meus atos, causados pelo desejo que sentia por ele. Minhas amigas (a mãe e a filha) me incentivavam a tentar algo mais do que só esfregar minha bunda na virilha dele disfarçadamente, mas eu não queria arriscar muito, porque também tinha medo de que ele não correspondesse e parasse de ser tão carinhoso comigo. Para minha sorte (e que sorte), tudo acabaria dando certo para mim.
Uma tarde, resolvi aproveitar que meu pai tinha acabado de sair pro trabalho. Sentei pelada no sofá da sala e comecei a me masturbar. Tinha pegado o costume de bater uma em toda a casa, e a sala não era exceção.
Já tinha passado um bom tempo, então já estava perto do orgasmo. Pensava no meu pai e em tudo que deixaria ele fazer comigo, não sentia nada ao redor, só o meu tesão e meus dedos dentro da minha buceta, entrando e saindo como se fosse o pau do meu velho. E de repente, bem no instante em que o orgasmo me pegou, a porta de casa se abriu, me deixando paralisada.
Meu pai entrou, e a primeira coisa que fez foi me ver pelada, no sofá, com os jorros saindo da minha buceta. Quando saí daquele transe, olhei nos olhos dele sem saber realmente o que fazer.

- Papai… Eu… É…
- Foi a primeira coisa que saiu da minha boca.

— Vim pegar minha carteira, esqueci ela. — Respondeu com a mesma cara que eu.

Sem falar mais nada, ele entrou no corredor e foi pro quarto dele. Eu tava morrendo de vergonha. Tantos anos me masturbando e vendo pornô sem ninguém me pegar, pra logo meu pai, o cara por quem eu tava apaixonada, me encontrar no meio de um orgasmo. Aproveitei que ele ainda não tinha saído pra ir pro meu quarto e me vestir. Quando voltei pra sala, ele já tava abrindo a porta pra ir embora de novo.
—A gente se vê à noite.
—Falei tentando amenizar o que tinha rolado.

- Tchau.
- Ela me respondeu de forma fria.


O que sobrou do dia foi uma merda. O jeito que ele se despediu de mim ecoava nos meus ouvidos: "Tchau"... Eu sentia que tinha estragado tudo sem nem tentar, que tinha perdido meu pai sem ao menos dizer o que sentia por ele. Mas, umas horas depois, comecei a pensar em tudo com um pouco mais de calma. Minha mente de adolescente cheia de hormônio me fez dramatizar tudo por causa do que sinto por ele... "É meu pai", pensei, "não pode ficar puto comigo por uma coisa dessas, tenho certeza que isso já aconteceu milhões de vezes com outras pessoas.
Decidi me acalmar um pouco e esperar ela chegar. Sabia que não podia ficar puto, queria compensar ela pelo mau momento que passou e pedir desculpas.
Preparei o jantar e esperei por ele sentada na entrada de casa com a porta aberta. Assim que vi ele se aproximando, me levantei e o recebi.
- Oi, gostoso.
- Cumprimentei ele com um beijo na bochecha.
- Já preparei o jantar.

Ele me olhou confuso e, por fim, respondeu me dando um beijo na cabeça.
- Vale, amor. Espera eu tomar um banho e a gente senta junto.
- Ela respondeu entrando em casa.

- Claro, papi.
- Respondi felizona.

Então fechei a porta de casa e fui direto pro meu quarto. Tava feliz com o jeito que ele tinha me respondido, parecia que não tava tão puto quanto eu achava. De repente, vários pensamentos vieram na minha cabeça de adolescente tarada, e não consegui evitar querer bater uma enquanto meu pai tomava banho.
Quando terminei, troquei de roupa e vesti meu pijama: uma regata azul clarinha, sem sutiã, e uma calça de dormir fina e larga. Saí pra sala de jantar e sentei esperando meu pai terminar o banho dele. Passaram uns dois minutos, e finalmente meu pai saiu vestido, também de pijama.
Ela sentou bem do meu lado (a mesa era realmente pequena, éramos só nós dois, não precisava de mais) e começou a comer sem falar nada comigo. Eu tentei cruzar o olhar com ela, mas parecia que ela evitava de propósito. Passaram vários minutos assim, eu tentando chamar a atenção dela, mas nada funcionava. Chegou uma hora que me frustrei e comecei a ficar puta. “Sério que você vai ficar nessa?”. Finalmente, sem saída, criei coragem e falei com ela.
- Ei, papai… Sobre o que aconteceu à tarde… Queria te pedir desculpas…
- Não se preocupa.
- Ela me respondeu sem olhar pra mim.

- Sério?
- Sim, eu entendo, também já tive a sua idade, não vou te castigar por se masturbar, não vejo nada de errado nisso.
E aí, senti um baita alívio dentro de mim, tava com medo que ela simplesmente se recusasse a falar sobre isso, mas ela me disse que não via nada de errado no que eu tinha feito.
- Prefiro te pegar batendo uma punheta do que montada em algum idiota.
- Disse ela rindo depois de um tempo de silêncio.

- Ai, papai!
- Eu empurrei ele.
- Como é que é…

- Muito bem, assim que eu gosto.
- Ela me respondeu, depois me puxou pra perto e me deu um beijo na cabeça.
- Você é minha pequena.

- Sim, papai, só sua.
- Aproveitei o momento pra me esquentar um pouco e me encostei mais nele.
- Sua pequenininha e de mais ninguém.

- Só peço que quando for se masturbar… Evite fazer isso na sala.
- Ele respondeu frio de novo.

Sério mesmo?", falei pra mim mesma.
- Ai, papai, não fica assim.
Ele me olhou e depois olhou pras nossas mãos juntas. Demorou um tempinho pra responder, tempo em que eu percebi que algo tava rolando dentro dele.
— Por que você fez isso? Por que você tava se tocando na sala? — Ela finalmente soltou.
- É que… me excita.
- Falei apertando a mão dela.

Ele me olhou por um tempo sem saber o que fazer. Uns segundos depois, puxou o ar fundo e me disse:
- O que exatamente te excita?
E aí, me toquei que as coisas estavam tomando outro rumo, tava na minha mão aproveitar ou deixar a oportunidade passar.
- Papai… Posso confessar uma coisa pra você?
- Falei soltando a mão dele e olhando pra baixo.

- Claro…
- É que você… Você me atrai, e muito…
Senti o olhar dela em mim por um bom tempo, depois do qual ela respondeu:
- Por quê? Como é que eu posso te agradar?
E foi aí que eu respirei fundo e confessei tudo.
- Po, você é praticamente o único homem que eu conheço, já que sempre me colocou em colégios de mulheres. Você esteve quase ausente na minha vida toda e não houve tempo suficiente pra gente formar um laço normal de pai e filha. Soma isso com a minha idade e o tempo que você me deixou sozinha na internet, eu descobri pornô e, com isso, minha atração por homens. E você é o único homem que eu tive por perto. Já fazia um tempo que eu era apaixonada por você, mas percebi isso quando te vi pelado no chuveiro… Não consegui evitar pensar em você cada maldito dia, e nas coisas que quero que você faça comigo. Eu me masturbei na porra da casa inteira, até no seu quarto, sua cama é meu lugar favorito pra fazer isso… Papai… Eu te amo…
Ele só me olhou sem saber o que dizer. Eu tava assustada, sem saber o que ia rolar, talvez ele se afaste de mim, talvez não, só queria que ele me dissesse alguma coisa…
E aí, do nada, ela começou a rir sem motivo nenhum.
— Por que você tá rindo? — falei meio puta.
- É que… Você é idêntica à sua mãe.
Magicamente, essas palavras me fizeram acalmar completamente. Todo o medo foi embora e só me sobrou dar risada.
- Ai, papai! Por que você diz isso?
- Eu adorava quando ela me falava isso.

— Você é tão gostosa quanto ela… E faz a mesma cara de preocupada que ela fazia…
- Jeje…
- Então você se masturbou pela casa toda…
— Sim. — Falei num tom de menina inocente.
— Você é tão louca quanto sua mãe, ela adorava que a gente transasse pela casa toda.
- Ah, é? - falei surpresa.
— Sim, era uma verdadeira ninfomaníaca… E parece que você herdou isso. — Ela riu na última frase.
- Vocês transavam muitas vezes por dia?
- Por que você acha que ela engravidou aos 14?
- Faz sentido… Kkkkk.
E aí, o gelo quebrou, nós dois estávamos rindo e falando de sexo como se fosse a coisa mais normal do mundo. Ele me olhou com um sorriso no rosto por um tempo, acho que lembrando da mamãe, e finalmente me disse:
- Vem comigo, quero te mostrar uma parada.
Meu interior se encheu de alegria. Meu pai tinha dado sinais de corresponder ao que eu sentia por ele, e agora queria me mostrar algo, tava morrendo de curiosidade.
Quando chegamos no quarto dele, ele me fez entrar, fechou a porta e mandou eu sentar na cama. Ele se abaixou e pegou uma caixinha de plástico com tampa, que colocou em cima da cama do meu lado.
— Nunca pensei que fosse abrir essa caixa de novo.
— Ela disse enquanto se apoiava nela.

- Vamos, papai, abre ela.
Ela tirou a tampa e deixou de lado. Percebi como ela ficou olhando pro interior com nostalgia. Finalmente, tirou um consolador rosa gigante e segurou ele na minha frente.
—Este era o consolo da sua mãe. —Disse ele me entregando.
- Nossa, sério mesmo? - perguntei animada.
Segurei aquele dildo entre minhas mãos, como se fosse algum artefato histórico, tinha algo da minha mãe entre minhas mãos, algo que era muito pessoal dela.
— Esse consolo fazia companhia pra ela toda tarde que eu saía pra trabalhar, comprei ele com meu primeiro salário. Comprei muitos outros brinquedos, mas aquele sempre foi o favorito dela.
— Enfiou a mão e tirou umas algemas de pelúcia rosa.
— Essas também ela adorava pra caralho, amava que eu algemasse ela na cama e surrasse ela com isso.
— Completou puxando um chicotão.
— Ela adorava que eu deixasse a bunda dela marcada.

Segurei as algemas e o chicote sem soltar o consolo.
— Mamãe e você usavam isso mesmo?
— Sim, olha, ela também gostava desses. — Disse tirando umas bolas chinesas. — Ela ficava com elas por horas, essa também. — Tirou um plug anal.
Segurei os brinquedos sexuais da minha mãe e olhei pra eles com carinho. Naquele momento, poucas coisas materiais eram tão importantes pra mim quanto aqueles brinquedos.
- Filha, nunca pensei que fosse dizer isso, mas... Acho que ninguém mais que você merece ter esses brinquedos, tenho certeza que sua mãe teria desejado que você os herdasse, então agora são seus.
Olhei com ainda mais desejo pras minhas novas coisas. Naquela hora, senti um carinho enorme pelos meus pais. Larguei os brinquedos de lado na cama e me joguei pra abraçar meu pai.
- Valeu, pai… Tô muito grata por isso… É muito importante.
- Me agarrei nele.

- De nada, filha, você merece…
E aí, comecei a sentir. A gente tava tão colado que senti um volume crescendo dentro da calça de pijama dele. Minha reação na hora foi levantar o olhar pra ele. Ele me encarou de volta. Ficamos uns segundos assim, até que foi ele quem tomou a iniciativa, e foi aproximando os lábios dos meus. Eu correspondi e me aproximei dele, até que finalmente nossos lábios se tocaram, selando o fim da nossa relação normal de pai e filha, dando início ao nosso novo relacionamento de amantes.
Quando nos separamos, ficamos nos olhando por um tempo enquanto sorríamos. Ele abaixou a mão e me deu duas palmadas na bunda, dizendo:
- Vai guardar seus brinquedos no seu quarto, eu te espero aqui.
Eu corri pro meu quarto e deixei minhas coisas novas em cima da cama, depois eu pensava onde guardar. Quando voltei, a caixa tava de novo debaixo da cama e meu pai me esperava sem camisa, sentado na borda da cama.
Ao me ver, ele parou enquanto eu me aproximava. Nossos olhares se conectaram numa cumplicidade erótica cheia de pecado, quanto mais perto a gente ficava. Quando cheguei na frente dele, ele me segurou pela cintura e eu segurei nos ombros dele. Nossos lábios se encontraram em outro beijo, onde nossas línguas brincavam uma com a outra (eu ainda era bem novata) enquanto as mãos dele desciam pra minha bunda.
Adorava sentir meu pai apalpando minha bunda e a língua dele brincando com a minha, era o que eu tava desejando há um tempão. Quando a gente se separou, ele segurou meu top e puxou pra cima enquanto eu levantava meus braços pra finalmente ficar sem ele, deixando meus peitos nus. Ele ficou olhando pra eles e depois começou a tocar. Esfregava os polegares nos meus mamilos e depois beliscava com o dedo indicador.
— Adoro eles… — Disse sem parar de olhar e tocar neles.
- São teus, papai.
- Respondi num sussurro.
- Vai, prova eles.
- Murmurei enquanto apertava eles com minhas mãos junto às dele.

Ele se abaixou um pouco e levou os lábios até meus peitos. Assim que os dois se encontraram, ele começou a chupar de leve, pra depois lamber e chupar de novo. Fez isso nos dois peitos, enquanto eu soltava uns gemidinhos de prazer.
Naquele ponto eu já não aguentava mais, estava toda molhada e só queria mostrar pro papai o quanto eu o amava, e o que estava disposta a fazer por ele. Empurrei ele de uma vez na cama e pude notar a surpresa dele ao se desconectar de repente do mundo que meus mamilos tinham levado ele, caindo de costas na cama com os pés ainda no chão.
Apoiei minha mão no peito dele e me aproximei dos lábios dele. Começamos a nos beijar de novo enquanto eu desabotoava a camisa de pijama dele, pra depois tirar. Quando ele ficou nu da cintura pra cima, pude admirar o corpo marcado e coberto por uma leve penugem… Ele parecia tão másculo… Beijei ele de novo e, aos poucos, desci dos lábios pro pescoço (onde tentei deixar alguma marca como sinal temporário da nossa primeira transa), depois do pescoço pro peito, que percorri dando beijinhos até chegar no abdômen, onde fiz a mesma coisa, até chegar na pélvis…
O membro enorme dele já anunciava sua presença, pela ereção tremenda que dava pra notar. Eu não aguentei mais e puxei a calça dele rapidamente até o chão, libertando a fera.
Essa pica saiu de uma vez e se levantou de novo apontando pra cima. Na primeira vez que vi esse pau, ele tava dormindo, agora tava no auge daquela ereção magnífica. Sem pensar duas vezes, segurei essa pica pela base e levei até minha boca. Comecei a lamber a cabeça enquanto minha mão subia e descia devagar, e a outra ficava brincando com as bolas do meu pai. Comecei a chupar meu pai que nem uma puta faminta. Mal dava pra chegar na metade do tamanhão que era.
Fiquei um tempão saboreando a pica que um dia tinha me expulsado do útero da minha mãe. Finalmente ele não aguentou mais e soltou todo o esperma dentro da minha boca. Engoli tudo sem soltar ela. Quando engoli, olhei pro meu pai felizona. Tava orgulhosa de ter feito ele gozar.
— Você herdou o talento da sua mãe. — Disse ele acariciando meu cabelo.
Tava feliz com as palavras dele. Virei um pouco pra lamber a mão dele e ele enfiou o indicador entre meus lábios. Comecei a chupar o dedo dele enquanto olhava nos olhos dele, e ele enfiava e tirava.
Depois de alguns segundos, nós dois sabíamos o que vinha a seguir. Ela se deitou completamente na cama, apoiando a cabeça no travesseiro. Eu fiquei de pé por um instante para tirar o short, que joguei de lado. Enquanto tirava a calcinha fio dental, percebi que ele admirava meu corpo, focando especialmente nas minhas pernas. Assim que fiquei completamente nua, me aproximei dele e coloquei a calcinha no rosto dele. Ele levou as mãos ao rosto, apertando-a contra si, e inspirou fundo.
- Teu cheiro… Me lembra a tua mãe…
- Sente isso.
- Respondi.
- Agora eu vou tomar o seu lugar.

- E quem melhor do que você pra fazer isso, que é filha dela…
O pau dele já tinha endurecido de novo, então sem pensar duas vezes, segurei ele e montei em cima. Direcionei a cabeça na entrada da minha buceta, que já tava molhada fazia um bom tempo.
— Tá pronto? — perguntei.
- Claro que sim, minha pequena.- Disse ele colocando as mãos na minha cintura.
E aí eu enfiei a besta no esconderijo dela. Fui sentando cada vez mais em cima dele. Sentia o pau dele abrindo caminho entre minhas paredes, que ainda eram bem apertadas. Achei que ia sentir dor de tão grande que era, mas só senti prazer, um prazer que nunca tinha sentido antes. Senti as expressões de prazer dele enquanto a rola penetrava mais fundo. Eu não consegui evitar soltar gemidos de prazer de tão gostoso que era o pau dele entrando cada vez mais dentro de mim. Finalmente, pra surpresa de nós dois, consegui enfiar ele inteiro.
- Não acredito que entrou tudo.
- Falei entre gemidos.

- Sua mãe ficaria orgulhosa.
- Ela respondeu quase sem fôlego.

- Ah, é? - Falei fazendo a sonsa.
— Sim… Muito. — Ele respondeu.
- Então temos que fazer ela se sentir mais orgulhosa.
E aí eu comecei a me mexer devagarzinho enquanto soltava uns gemidinhos. Percebi como ele tava excitado, então comecei a acelerar o ritmo.
Ficamos assim por uns 10 minutos, tempo em que a nossa tesão subiu pra mil. Eu não aguentei mais e me joguei em cima dele, tirando as mãos dele da minha cintura e colocando as minhas sobre as dele, de cada lado da cabeça. Ele tinha puxado minha calcinha fio dental pro lado e agora a gente se beijava apaixonadamente. Quem quer que tivesse nos visto nem de longe pensaria que éramos pai e filha.
E aí, depois de vários minutos assim, senti meu estômago revirar, já pressentindo meu orgasmo. Comecei a me mexer mais rápido e a gemer cada vez mais alto.
- Ai, papai, sim, sim… Me come como a putinha que eu sou.
- Comecei a gritar.
- Me fode, sou sua, sou sua putinha.

Parece que deu o resultado que eu esperava, porque vi no rosto dela a excitação, excitação que foi seguida por uma gozada dentro de mim. O orgasmo repentino dela, sentir o esperma dela dentro de mim, sentir a mesma porra que um dia me deu a vida, foi o estopim sexual que liberou meu orgasmo, molhando a pélvis dela e os lençóis.
- Isso foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida toda.
- Falei, caindo ao lado dela.

Ele me abraçou e me olhou, pra depois dizer:
- Minha pequena…
- Te amo, papai.
- E eu a você também, meu amor.
Me aconcheguei no peito dele e comecei a passar a mão no pau dele.
— Por que você foi tão frio comigo no começo? — perguntei.
- Pois é… Como você diz, nunca deu tempo de formar um laço normal de pai e filha. Cada vez que te via, não conseguia evitar de lembrar da sua mãe, conforme você foi crescendo, seu corpo foi ficando mais parecido com o dela. Claro que eu não via isso por um lado sexual, mas tudo mudou naquela vez que você me viu tomando banho, desde então senti atração por você…
- Foi ali também que eu percebi que tava apaixonada por você.
- A parada é que hoje, quando entrei e te vi batendo uma, não vi você, mas sim literalmente vi sua mãe se masturbando, igual tantas vezes eu tinha visto ela quando chegava do trampo... Sabia que não podia rolar nada entre nós, sou seu pai e você minha filha, por isso tentei ser frio, pra evitar que isso acontecesse, mas quer saber?
- O quê?
— Não me arrependo… Você é a melhor coisa que me aconteceu em muito tempo.
As palavras dela realmente tocaram meu coração. Cheguei perto dele e dei um beijo na boca.
- Quero ser sua mulher.
- Falei depois de um tempo em silêncio.

- Você já é, mostrou que é toda uma mulher, agora é minha mulher.
- Vamo embora daqui, vamos fugir de tudo e construir uma vida juntos.
Ele me olhou por alguns segundos.
- Já vou ver o que a gente vai fazer…
O pau dele tava duro de novo… A parada não tinha terminado…
Levantei sem sair da cama e me sentei entre as pernas dela.
— O que você tá fazendo? — ela me perguntou.
- Sempre falei que faria isso quando perdesse a virgindade.
- Respondi me apoiando nas mãos, colocando os braços para trás.

E aí, eu levei meus dois pés até o pau dele. Segurei ele entre eles e comecei a subir e descer.
- Sua mãe também fazia umas siriricas com os pés incríveis.
- Ele me disse, todo animado.

— Cê gosta dos meus pés?
— Perguntei com uma voz sedutora.

- São lindos…
Estiquei uma das minhas pernas até alcançar os lábios dele. Ele começou a beijar meus dedos e a lamber entre eles, enquanto com o outro pé eu esfregava as bolas dele. Depois troquei e ele brincou com o outro. Em seguida, levei os dois de volta pro pau dele e comecei a masturbá-lo o melhor que pude. Finalmente consegui o que queria e ele soltou a terceira gozada. Um pouco de porra caiu nos meus pés, que eu limpei com a língua e depois fiz o mesmo com o pau dele, engolindo todo o esperma.
Enquanto esperávamos ele se recuperar, ele ficou lambendo e beijando meus pés como se não houvesse amanhã. Assim que ele recuperou a ereção, decidimos voltar à ação.
- Me come de quatro.
- Falei, rebolando a raba.

Ele me olhou sorrindo e se levantou. Eu fiquei de quatro e levantei a bunda o máximo que pude. Ele admirou e me deu umas palmadas, depois apontou a cabeça da rola na entrada da minha buceta. Devagarzinho foi enfiando até entrar por completo.
Bom, pra que vou ficar contando mais se vocês já sabem o que veio depois. Ele ficou me comendo como se eu fosse a putinha dele no cio, enquanto me dava tapas na bunda até deixar meu rabo todo vermelho. Também me puxou pelo cabelo e começou a puxar com força, coisas que eu já imaginava que ele fazia com a minha mãe.
Quando terminou, gozou dentro de mim de novo e nós dois caímos exaustos na cama. Eu amava a vida que me esperava. Muita gente pode falar que a parada entre eu e meu pai é errada, mas que se dane? A gente se ama e adora foder, ninguém abusa de ninguém.
Se eu pudesse dizer algo pros outros que têm medo de ter um relacionamento com um parente, é: não tenham medo, vocês não tão fazendo nada de errado, tão fazendo o que é suposto os humanos fazerem, acasalar, porque é graças ao incesto que todo mundo tá nesse mundo.


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7 comentários - Ocupando o Lugar da Minha Mãe

Me encantaría tener una nena como vos
Muy hembra y caliente
Si es verdad o no... Lo cierto del caso es que está súper rica daría cualquier cosa por cojerla me.emcanro tanto ella como el relato
Obvio jajajajaja esa morra es más quemada todos dicen ser ella ajajja