Continuamos com a história do Pedro e suas irmãs. Espero que os leitores estejam ansiosos pelos próximos capítulos. Sem mais delongas, aproveitem. Bom, é que já ficou tarde pra caralho. Olha, vou meter o pé pra casa agora. No fim das contas, você já sabe qual é o caminho. Tira um tempo pra descansar, e a gente se vê no jantar. Até mais. E num pulo, ela se levantou e já estava correndo. Deu pra ver como os peitos dela, geralmente bem paradões dentro daquele sutiã esportivo, deram uma rebolada quando ela aterrissou no chão. Mas foi rápido, e quando consegui recuperar o fôlego, ela já tinha sumido fazia tempo. Olhei em volta. Já estava começando a escurecer. Eu tava exausto pra caramba, quase no limite. A Tara falava que ela costumava descansar aqui uns dois minutinhos, mas pra mim isso era completamente insuficiente. Precisava deitar um pouco antes de encarar a volta, e foi o que fiz. Tentei não demorar muito, porque se atrasasse mais, ia pegar a noite, e no campo a escuridão é um puta atrapalho. Quando encontrei o asfalto de novo, os postes já estavam acesos, e enfrentei um problema muito maior: na ida o caminho era ladeira abaixo, mas agora era ladeira acima. Mesmo tentando manter uma certa aparência de exercício e dar uma corridinha sempre que dava, a verdade é que eu tava completamente acabado e a energia tinha ido embora. Percebi que fiz a maior parte do caminho de volta andando, mais do que correndo. Entrei pela porta de casa feito um caco, todo suado e fedendo a humanidade. Meus pais e minhas irmãs já estavam sentados jantando, e o relógio na parede marcava 22:15. O que pra minha irmã costumava ser uma hora de corrida, pra mim tinha triplicado. Vi que a Tara tinha tido tempo de tomar banho e vestir o pijama, e estava me encarando com um sorriso debochado do prato de salada dela. — Mãe, te falei, ele não tem jeito pra isso. Eu lancei um olhar furioso pra ela. Tinha sido uma Surra da porra, mas aquela mania de me provocar na frente de todo mundo tava me enchendo o saco de verdade, então aquilo acendeu um fogo dentro de mim. A real é que depois de todo o exercício eu me sentia… satisfeito, acho. Feliz por ter conseguido fazer algo assim, que eu odiava tanto. Mostrava que eu tinha uma certa disciplina, apesar de tudo. Ia surfar aquela onda de orgulho próprio o máximo que pudesse, e ia acompanhar ela em todas as corridas daqui pra frente. Além disso… a bunda da minha irmã de legging tinha me deixado completamente hipnotizado. Como perder uma chance de ver aquilo de novo?
No dia seguinte eu tava todo quebrado, com as dores me deixando praticamente inútil pra qualquer atividade física. Segundo a Tara, não era bom correr todo dia seguido, então pelo menos não precisava encarar aquela tarefa fudida de novo. Mas a verdade é que eu tava tão cansado que nem tinha energia pra bater uma punheta pensando na bunda da minha irmã. Quase melhor; depois que a tesão passava, eu começava a me sentir meio culpado por pensar na Tara daquele jeito. Era errado, minha irmã não devia me deixar tão excitado assim. Mas era como se um interruptor tivesse sido ligado e não tivesse jeito de desligar: eu me pegava dando uns olhares longos pro corpo inteiro dela enquanto ela via TV esticada no sofá, ou lia na cama de bruços. Caralho, que corpaço. Não conseguia tirar aquilo da cabeça. Normalmente ela não usava roupa muito reveladora em casa, mas agora que era verão, às vezes se sentia à vontade usando uns shorts ou uma minissaia que, com um movimento leve, me deixava dar uma espiada rápida na calcinha dela. Uma vez eu tava indo pro banheiro quando vi ela assim, deitada de bruços na cama com uma revista na frente. Ela tava de fone, então acho que não ouviu meus passos. O momento foi perfeito, porque parecia que o elástico da calcinha tava se enfiando na fenda dela. do cu, porque ela levantou a saia o suficiente pra puxar aquela calcinha de listras brancas e vermelhas e ajeitar direitinho. Também pude ver um pedaço nada desprezível da bunda direita dela, que instantaneamente acelerou meu pulso e minha respiração. — O que você tá fazendo? Dei um pulo, completamente assustado por ter sido pego no flagra. Minha irmã mais nova, Anita, tinha aparecido por trás sem eu perceber. Embora não saiba quanto tempo ela estava ali, com certeza foi o bastante pra perceber a direção do meu olhar, pela cara entre divertida e safada que ela fez. Anita era dois anos mais nova que eu. Embora não pareça muito, é uma diferença grande quando se é adolescente. Normalmente, ser mais nova fazia ela ser bem mais inocente que a gente… mas ela não era nada burra. O olhar dela agora me dizia que ela sacava onde eu tava prestando atenção e adivinhava o motivo. A verdade é que, diferente da minha relação com a Tara, nunca me dei mal com ela. Sim, a gente se provocava aqui e ali, mas nos entendíamos. Os dois anos que ela era mais nova deviam parecer mais próximos e compreensíveis pra ela do que os quatro que separavam ela da Tara, e quando éramos pequenos, a gente se metia em várias travessuras juntos pra irritar a Tara. Isso nos uniu. Mas agora, meus olhares tarados pra nossa irmã mais velha não passavam despercebidos. Eu pigarreei e me virei como pude. — Nada, nada… tava olhando as estantes da Tara, pra ver se ela tinha aquele livro que emprestei pra ela uns meses atrás… — Ahãã… — respondeu a Anita, sem nenhuma convicção, mantendo aquele sorriso de quem sabe de tudo. — Meio longe pra ver os livros na estante daqui, não? — ela disse, erguendo as sobrancelhas e enfatizando as palavras num gesto que me deixava na cara. Ela mordeu o lábio, claramente se divertindo ao me ver sofrer e me contorcer tentando me desculpar. — Além disso, por que você não pergunta diretamente pra Tara? Ela vai saber com certeza – disse enquanto se aproximava devagar da nossa irmã mais velha, estudando minha reação.
– O que foi? – disse Tara tirando os fones e virando a cabeça. Devia ter ouvido a gente falar o nome dela.
– Nada, nada, nadinha, melhorooutrodiatá – me apressei em soltar tudo bem rápido enquanto sumia dali. Merda, aquilo não era bom. Anita tinha me pego olhando pra bunda da Tara e eu não sabia o que podia rolar depois disso. No melhor dos casos, minhas irmãs me chamando de tarado e safado (e teriam razão) e no pior, material de chantagem se ameaçassem contar pros nossos pais. Por sorte, não aconteceu mais nada o resto do dia. Durante o jantar, Tara e Anita se comportaram normal, embora Anita de vez em quando me lançasse um olhar debochado. Tipo “sei que você tava olhando a bunda da Tara” pra me deixar claro que ela tinha o poder de me ferrar. Ainda bem que Anita não era uma garota má ou cruel, e eu não achava que ela fosse além de me esfregar isso na cara desse jeito implícito. Provavelmente pra ela aquilo já bastava. Mesmo com a incerteza ainda ali, me senti um pouco mais aliviado.
No dia seguinte, era hora de correr de novo. As dores continuavam, diria que quase idênticas ao dia anterior. Ia ser um suplício correr hoje, muito pior que no outro dia, mas eu tava resolvido a encarar.
– É melhor você se acostumar a não quebrar a rotina só porque tá com dor nos primeiros dias – me explicou Tara enquanto balançava o tronco de um lado pro outro, alongando as pernas –. Assim sua mente e seu corpo aguentam o exercício mais rápido. Essas respostas às minhas reclamações iniciais entraram por um ouvido e saíram pelo outro porque eu já tava ocupado admirando como aquela bunda balançava de um lado pro outro. Tara ainda tava de costas pra mim, sem prestar atenção, e balançava aquelas nádegas com força. Atraía meus olhos de um jeito completamente magnético, pim, pam… Tá me ouvindo, tontão? A esponjosidade daquelas redondezas formava uma pompa perfeita, que se continuava com umas coxas totalmente musculosas e sem nenhum vestígio de gordura que balançavam… balançavam…
— Ei, cê tá olhando pra minha bunda?
Aquele comentário me tirou do meu devaneio. A Tara tava me olhando, bem séria, por cima do ombro. Claramente meus olhos estavam cravados num lugar há um tempinho. Comecei a suar e senti o sangue subindo pro rosto de novo. Rápido, tinha que inventar alguma coisa…
— Nããão… que nada, tava prestando atenção no que cê tava fazendo, queria copiar direitinho…
A Tara semicerrô os olhos e entreabriu a boca, num gesto de incredulidade. De ultraje. Não podia acreditar que o irmão mais novo dela era um puta dum tarado que não parava de fantasiar com aquela bunda enorme.
— Mas se cê tá parado feito um idiota há um tempão, otário. Cê acha que eu não percebo?
Abri a boca pra tentar protestar, mas as palavras não saíam. Merda, tava ficando em branco. Porra, porra, porra…
— E isso? — A Tara se levantou de vez e se virou pra me encarar, com os olhos bem abertos numa expressão de choque total. — Mas que porra… Cê ficou de pau duro, Ramón?
Quis que a terra se abrisse naquele alpendre e me engolisse por completo. Não precisava olhar pra baixo pra saber que tava com uma ereção de cavalo, sobressaindo feito um monstro ancestral das minhas calças. A Tara me olhava com tanta surpresa que era difícil enxergar nojo ou repulsa na expressão dela, embora eu não duvidasse que estavam ali, em algum lugar. Na verdade, ela também tinha ficado muda pelo desconforto e pela violência da situação, sem ideia do que dizer ou fazer pra sair daquela. O lógico teria sido me chamar de porco, tarado, alguma gentileza do tipo, mas era como se até essas palavras escapassem dela diante do inesperado do momento. Apesar de tudo, não me escapou que, no meio de toda aquela crise interna, o olhar dela se desviava… de vez em quando no meu pacote. Decidi quebrar aquele bloqueio de algum jeito e meter a cara. Tinham me pegado, então não tinha mais muito a perder.
— Sim, o que foi, Tarada… é que você fica rebolando essa bunda na minha frente e… O que você quer, não sou de pedra. É normal, aconteceria com qualquer garota — falei, claramente vermelho como um tomate e evitando o olhar dela, mas dando uns vislumbres de soslaio pra ver como ela reagia. Agora foi ela quem abriu a boca sem saber o que dizer. Pude ver ela começando a ficar corada e piscando rápido, como se tentasse voltar à realidade porque o que tava rolando era tão anormal que não entrava nos registros organizados dela de como eu deveria me comportar. Dava a impressão de que ela tava confusa com o que claramente considerava um elogio (e era) e o fato de vir de mim, que costumava soltar tanta grosseria pra ela. Mesmo tendo dito com pouca sutileza, parecia que tinha mexido com ela. Ela tava muito gostosa, assim acalorada (muito mais do que quando eu a via correndo, aliás) e tentando retomar o controle. Ela lambeu os lábios enquanto tentava desviar o olhar do volume que meu pau fazia na calça, antes de dar uma sacudida brusca na cabeça e me dar um tapa forte no braço.
— Seu… seu… porco! Se eu soubesse, não foda a sua cara. Ela fez uma careta que tentava ser de repreensão. Mas eu conhecia minha irmã mais velha; tinha alguma parte no olhar dela que parecia achar essa cena… divertida? Como se tivesse um certo nervosismo interno causado pela situação, que normalmente se descarrega numa risada solta… mas ela tava se segurando, porque precisava ser a Dona Perfeita e me dar uma bronca por ser tão obsceno com ela. Mas tinha um traço na boca dela, um brilho no olhar que anunciavam que não tinha achado tão grave quanto parecia à primeira vista. A verdade é que ajudou a relaxar um pouco a situação e talvez tenha sido aquele o ponto de virada. Me senti confortável o suficiente pra pegar na minha virilha com uma mão de um jeito ainda mais óbvio:
– Pois é, melhor, não vá que você bata de frente com isso! – e saí tentando persegui-la com meu pacote na mão pela varanda. Ela soltou uns gritinhos agudos enquanto saía correndo de mim e não conseguiu mais segurar o sorriso enquanto gritava “Porco!”, “Safado!”, “Nojento!”.
– Ah, sério, Mamoncete, você é um crianção, hein? – disse depois de uns dois minutos disso, quando parou pra recuperar o fôlego. Dei de ombros. Ela já tinha me chamado de coisas piores antes.
– Bom, vamos meter a mão na massa ou não? Nesse ritmo, você termina mais tarde que no outro dia. Aliás… acho que já que você conhece o caminho, vou deixar você ir na maciota e me alcançar como puder.
– Mas pô, assim não é a mesma coisa! Não quero ficar pra trás, ir sozinho é um saco! – protestei.
– Já sei, mas se eu for com você… bom, com o problema que você já tem tão grande – disse apontando com um gesto pro volume da minha calça, brincalhona –, não quero deixar ele mais duro. Tá bom? A gente se encontra na volta. Fiquei alucinado. A Tara tinha acabado de fazer uma piada com meu pacote, e de que eu ficava duro com ela? Isso era novo. Na real, nunca tinha visto a Tara tão cheia de graça assim. Era estranho, por um momento foi quase como se ela estivesse flertando comigo. Normalmente, a gente evitava falar de sexo um com o outro, e eu até diria que eu segurava umas piadas picantes sabendo que seria estranho ela ouvir. Mas pelo visto ela não tinha esse problema comigo. Na verdade, parecia até que era revigorante pra ela. Tava bem mais animada que da outra vez. No fim, quando a Tara foi embora, consegui fazer minha ereção baixar pra um nível “controlável” e me mandei. Foi um verdadeiro suplício, mas pelo menos dessa vez não tinha a distração nem a dor nos ovos que era a bunda da minha irmã, só a dor de As dores musculares pioraram. Cruzei com ela na volta, quando chegava na rotatória; Tara fez uma cara ao me ver, como se estivesse rindo do meu estado físico deplorável, mas pelo menos não senti maldade nela. Na verdade, quando passou por mim, me deu um empurrãozinho brincalhão com o quadril. — Vamos, bundão! Qualquer um diria que ela falou de propósito. Ela é que tinha uma bundona. Um rabo celestial, percebi ao vê-la se afastar de mim, observando como balançava de um jeito proporcionado e provocante. Será que era impressão minha, ou ela estava mexendo os quadris muito mais do que o necessário pra corrida dela? Notei que estava começando a ficar duro de novo. Tantos anos com ela em casa e nunca tinha reparado naquele atributo maravilhoso dela, uma das coisas que, finalmente, eu não detestava nela. No entanto, o cansaço e o suor me despertaram do devaneio, cuja origem já tinha sumido. Me sentia tão acabado que estava tremendo de dor e não me via capaz de dar mais um passo. Minha motivação tinha ido embora junto com minha irmã. No começo, tentei seguir pelo caminho de terra, mas depois pensei que era inútil e decidi dar meia-volta direto. Meu ritmo era patético, mas mesmo assim consegui voltar pra casa pouco depois do anoitecer. Tara estava saindo do banho quando subi as escadas bufando pro meu quarto. Ela usava uma toalha que cobria do peito até as coxas e estava secando o cabelo molhado com outra. Ficou me encarando com surpresa ao me ver chegar, mas não disse nada. Naquela noite, não consegui me segurar; bati uma punheta gostosa pensando na bunda da minha irmã e em como, se dependesse de mim, eu teria apertado e enchido de porra até cobrir ela inteira. Não me senti culpado nem um pouco; aliás, depois de gozar, a ideia ainda me deixava com tesão. A gostosa da minha irmã mais velha, que podia ser uma filha da puta insuportável às vezes… era uma delícia, e agora que eu tinha percebido, não conseguia parar de pensar nisso. Era como uma febre, e não parecia que ia passar tão cedo. No dia seguinte também descansamos. Eu estava cada vez pior, com o corpo todo travado, quase sem conseguir me mexer de tanto esforço, mas tentei evitar reclamar muito. Não queria chamar atenção pra poder ficar devorando com os olhos o corpaço da Tara sempre que dava. Via ela andando pela casa com uma camisetinha curta nos dias quentes, que muitas vezes deixava o umbigo e a barriga tanquinho de fora quando ela se espichava, e um shortinho de pijama que só fazia destacar a bunda implacável dela, com as proporções e formas perfeitas. Tentei que meus pais não percebessem, mas tenho quase certeza de que a Anita sacou em algum momento que eu tava olhando fixo pra nossa irmã com cara de tarado babão. Lembro quando ela foi carregar a lava-louças com aquele conjuntinho leve, cada vez que se abaixava me dava uma visão direta do meu objeto de desejo.
— Quê? Tá gostando da vista, hein? — falou a Anita me dando uma cotovelada e sorrindo enquanto levantava as sobrancelhas.
— Sei lá, não sei do que cê tá falando — me defendi fraco, lutando pra não ficar vermelho.
— Olha, se é de bunda, eu também tenho uma dahora…
Minha irmã mais nova me pegou pela mão e me arrastou até a sala, que era colada na cozinha. Virou de costas pra mim e abaixou o shortinho de pijama das Super Poderosas, mostrando a bunda emoldurada por uma calcinha laranja. Meu coração acelerou. Porra! A bunda da Anita também era sensacional; minha irmã tinha aquele tanto certo de gordura de bebê que deixava as nádegas bem redondinhas, resultado de ainda estar se desenvolvendo. Fazer balé ajudava, claro, a deixar tudo no lugar e dar um balanço suave quando o elástico do short as revelou. Senti que comecei a ficar duro, não só pela bunda da Anita, mas pelo tesão de ver minha irmã mais nova sendo tão sem vergonha comigo. Parecia que ela se divertia em me deixar excitado e me pegar assim. Enquanto eu engolia seco e pensava em como reagir, ela virou a cabeça pra me olhar enquanto segurava as duas nádegas. Piscou um olho pra mim e deu um tapinha na própria bunda.
— Quê? O que achou da minha?
— Muito bonita… – consegui balbuciar, completamente besta.
Anita riu, claramente orgulhosa de ter recebido o elogio, e cobriu a raba de novo com o pijama. Sentou no sofá e deu um tapinha no assento ao lado.
— Vem, quero te perguntar uma coisa.
Balancei a cabeça. A ereção não tinha baixado totalmente, mas não dava muito pra perceber porque eu tava meio curvado. Nesses poucos dias, eu já tinha me acostumado a desejar o corpo da minha irmã mais velha, mas… porra, a Anita também? A verdade é que a safada tinha um corpo jovem e fresco, gostoso… carne nova… caralho. Sentei do lado dela, meio agitado por dentro, com tanta coisa passando na minha cabeça sobre o que queria fazer com aquela bunda dela. Continua… Se vocês quiserem.
No dia seguinte eu tava todo quebrado, com as dores me deixando praticamente inútil pra qualquer atividade física. Segundo a Tara, não era bom correr todo dia seguido, então pelo menos não precisava encarar aquela tarefa fudida de novo. Mas a verdade é que eu tava tão cansado que nem tinha energia pra bater uma punheta pensando na bunda da minha irmã. Quase melhor; depois que a tesão passava, eu começava a me sentir meio culpado por pensar na Tara daquele jeito. Era errado, minha irmã não devia me deixar tão excitado assim. Mas era como se um interruptor tivesse sido ligado e não tivesse jeito de desligar: eu me pegava dando uns olhares longos pro corpo inteiro dela enquanto ela via TV esticada no sofá, ou lia na cama de bruços. Caralho, que corpaço. Não conseguia tirar aquilo da cabeça. Normalmente ela não usava roupa muito reveladora em casa, mas agora que era verão, às vezes se sentia à vontade usando uns shorts ou uma minissaia que, com um movimento leve, me deixava dar uma espiada rápida na calcinha dela. Uma vez eu tava indo pro banheiro quando vi ela assim, deitada de bruços na cama com uma revista na frente. Ela tava de fone, então acho que não ouviu meus passos. O momento foi perfeito, porque parecia que o elástico da calcinha tava se enfiando na fenda dela. do cu, porque ela levantou a saia o suficiente pra puxar aquela calcinha de listras brancas e vermelhas e ajeitar direitinho. Também pude ver um pedaço nada desprezível da bunda direita dela, que instantaneamente acelerou meu pulso e minha respiração. — O que você tá fazendo? Dei um pulo, completamente assustado por ter sido pego no flagra. Minha irmã mais nova, Anita, tinha aparecido por trás sem eu perceber. Embora não saiba quanto tempo ela estava ali, com certeza foi o bastante pra perceber a direção do meu olhar, pela cara entre divertida e safada que ela fez. Anita era dois anos mais nova que eu. Embora não pareça muito, é uma diferença grande quando se é adolescente. Normalmente, ser mais nova fazia ela ser bem mais inocente que a gente… mas ela não era nada burra. O olhar dela agora me dizia que ela sacava onde eu tava prestando atenção e adivinhava o motivo. A verdade é que, diferente da minha relação com a Tara, nunca me dei mal com ela. Sim, a gente se provocava aqui e ali, mas nos entendíamos. Os dois anos que ela era mais nova deviam parecer mais próximos e compreensíveis pra ela do que os quatro que separavam ela da Tara, e quando éramos pequenos, a gente se metia em várias travessuras juntos pra irritar a Tara. Isso nos uniu. Mas agora, meus olhares tarados pra nossa irmã mais velha não passavam despercebidos. Eu pigarreei e me virei como pude. — Nada, nada… tava olhando as estantes da Tara, pra ver se ela tinha aquele livro que emprestei pra ela uns meses atrás… — Ahãã… — respondeu a Anita, sem nenhuma convicção, mantendo aquele sorriso de quem sabe de tudo. — Meio longe pra ver os livros na estante daqui, não? — ela disse, erguendo as sobrancelhas e enfatizando as palavras num gesto que me deixava na cara. Ela mordeu o lábio, claramente se divertindo ao me ver sofrer e me contorcer tentando me desculpar. — Além disso, por que você não pergunta diretamente pra Tara? Ela vai saber com certeza – disse enquanto se aproximava devagar da nossa irmã mais velha, estudando minha reação.
– O que foi? – disse Tara tirando os fones e virando a cabeça. Devia ter ouvido a gente falar o nome dela.
– Nada, nada, nadinha, melhorooutrodiatá – me apressei em soltar tudo bem rápido enquanto sumia dali. Merda, aquilo não era bom. Anita tinha me pego olhando pra bunda da Tara e eu não sabia o que podia rolar depois disso. No melhor dos casos, minhas irmãs me chamando de tarado e safado (e teriam razão) e no pior, material de chantagem se ameaçassem contar pros nossos pais. Por sorte, não aconteceu mais nada o resto do dia. Durante o jantar, Tara e Anita se comportaram normal, embora Anita de vez em quando me lançasse um olhar debochado. Tipo “sei que você tava olhando a bunda da Tara” pra me deixar claro que ela tinha o poder de me ferrar. Ainda bem que Anita não era uma garota má ou cruel, e eu não achava que ela fosse além de me esfregar isso na cara desse jeito implícito. Provavelmente pra ela aquilo já bastava. Mesmo com a incerteza ainda ali, me senti um pouco mais aliviado.
No dia seguinte, era hora de correr de novo. As dores continuavam, diria que quase idênticas ao dia anterior. Ia ser um suplício correr hoje, muito pior que no outro dia, mas eu tava resolvido a encarar.
– É melhor você se acostumar a não quebrar a rotina só porque tá com dor nos primeiros dias – me explicou Tara enquanto balançava o tronco de um lado pro outro, alongando as pernas –. Assim sua mente e seu corpo aguentam o exercício mais rápido. Essas respostas às minhas reclamações iniciais entraram por um ouvido e saíram pelo outro porque eu já tava ocupado admirando como aquela bunda balançava de um lado pro outro. Tara ainda tava de costas pra mim, sem prestar atenção, e balançava aquelas nádegas com força. Atraía meus olhos de um jeito completamente magnético, pim, pam… Tá me ouvindo, tontão? A esponjosidade daquelas redondezas formava uma pompa perfeita, que se continuava com umas coxas totalmente musculosas e sem nenhum vestígio de gordura que balançavam… balançavam…
— Ei, cê tá olhando pra minha bunda?
Aquele comentário me tirou do meu devaneio. A Tara tava me olhando, bem séria, por cima do ombro. Claramente meus olhos estavam cravados num lugar há um tempinho. Comecei a suar e senti o sangue subindo pro rosto de novo. Rápido, tinha que inventar alguma coisa…
— Nããão… que nada, tava prestando atenção no que cê tava fazendo, queria copiar direitinho…
A Tara semicerrô os olhos e entreabriu a boca, num gesto de incredulidade. De ultraje. Não podia acreditar que o irmão mais novo dela era um puta dum tarado que não parava de fantasiar com aquela bunda enorme.
— Mas se cê tá parado feito um idiota há um tempão, otário. Cê acha que eu não percebo?
Abri a boca pra tentar protestar, mas as palavras não saíam. Merda, tava ficando em branco. Porra, porra, porra…
— E isso? — A Tara se levantou de vez e se virou pra me encarar, com os olhos bem abertos numa expressão de choque total. — Mas que porra… Cê ficou de pau duro, Ramón?
Quis que a terra se abrisse naquele alpendre e me engolisse por completo. Não precisava olhar pra baixo pra saber que tava com uma ereção de cavalo, sobressaindo feito um monstro ancestral das minhas calças. A Tara me olhava com tanta surpresa que era difícil enxergar nojo ou repulsa na expressão dela, embora eu não duvidasse que estavam ali, em algum lugar. Na verdade, ela também tinha ficado muda pelo desconforto e pela violência da situação, sem ideia do que dizer ou fazer pra sair daquela. O lógico teria sido me chamar de porco, tarado, alguma gentileza do tipo, mas era como se até essas palavras escapassem dela diante do inesperado do momento. Apesar de tudo, não me escapou que, no meio de toda aquela crise interna, o olhar dela se desviava… de vez em quando no meu pacote. Decidi quebrar aquele bloqueio de algum jeito e meter a cara. Tinham me pegado, então não tinha mais muito a perder.
— Sim, o que foi, Tarada… é que você fica rebolando essa bunda na minha frente e… O que você quer, não sou de pedra. É normal, aconteceria com qualquer garota — falei, claramente vermelho como um tomate e evitando o olhar dela, mas dando uns vislumbres de soslaio pra ver como ela reagia. Agora foi ela quem abriu a boca sem saber o que dizer. Pude ver ela começando a ficar corada e piscando rápido, como se tentasse voltar à realidade porque o que tava rolando era tão anormal que não entrava nos registros organizados dela de como eu deveria me comportar. Dava a impressão de que ela tava confusa com o que claramente considerava um elogio (e era) e o fato de vir de mim, que costumava soltar tanta grosseria pra ela. Mesmo tendo dito com pouca sutileza, parecia que tinha mexido com ela. Ela tava muito gostosa, assim acalorada (muito mais do que quando eu a via correndo, aliás) e tentando retomar o controle. Ela lambeu os lábios enquanto tentava desviar o olhar do volume que meu pau fazia na calça, antes de dar uma sacudida brusca na cabeça e me dar um tapa forte no braço.
— Seu… seu… porco! Se eu soubesse, não foda a sua cara. Ela fez uma careta que tentava ser de repreensão. Mas eu conhecia minha irmã mais velha; tinha alguma parte no olhar dela que parecia achar essa cena… divertida? Como se tivesse um certo nervosismo interno causado pela situação, que normalmente se descarrega numa risada solta… mas ela tava se segurando, porque precisava ser a Dona Perfeita e me dar uma bronca por ser tão obsceno com ela. Mas tinha um traço na boca dela, um brilho no olhar que anunciavam que não tinha achado tão grave quanto parecia à primeira vista. A verdade é que ajudou a relaxar um pouco a situação e talvez tenha sido aquele o ponto de virada. Me senti confortável o suficiente pra pegar na minha virilha com uma mão de um jeito ainda mais óbvio:
– Pois é, melhor, não vá que você bata de frente com isso! – e saí tentando persegui-la com meu pacote na mão pela varanda. Ela soltou uns gritinhos agudos enquanto saía correndo de mim e não conseguiu mais segurar o sorriso enquanto gritava “Porco!”, “Safado!”, “Nojento!”.
– Ah, sério, Mamoncete, você é um crianção, hein? – disse depois de uns dois minutos disso, quando parou pra recuperar o fôlego. Dei de ombros. Ela já tinha me chamado de coisas piores antes.
– Bom, vamos meter a mão na massa ou não? Nesse ritmo, você termina mais tarde que no outro dia. Aliás… acho que já que você conhece o caminho, vou deixar você ir na maciota e me alcançar como puder.
– Mas pô, assim não é a mesma coisa! Não quero ficar pra trás, ir sozinho é um saco! – protestei.
– Já sei, mas se eu for com você… bom, com o problema que você já tem tão grande – disse apontando com um gesto pro volume da minha calça, brincalhona –, não quero deixar ele mais duro. Tá bom? A gente se encontra na volta. Fiquei alucinado. A Tara tinha acabado de fazer uma piada com meu pacote, e de que eu ficava duro com ela? Isso era novo. Na real, nunca tinha visto a Tara tão cheia de graça assim. Era estranho, por um momento foi quase como se ela estivesse flertando comigo. Normalmente, a gente evitava falar de sexo um com o outro, e eu até diria que eu segurava umas piadas picantes sabendo que seria estranho ela ouvir. Mas pelo visto ela não tinha esse problema comigo. Na verdade, parecia até que era revigorante pra ela. Tava bem mais animada que da outra vez. No fim, quando a Tara foi embora, consegui fazer minha ereção baixar pra um nível “controlável” e me mandei. Foi um verdadeiro suplício, mas pelo menos dessa vez não tinha a distração nem a dor nos ovos que era a bunda da minha irmã, só a dor de As dores musculares pioraram. Cruzei com ela na volta, quando chegava na rotatória; Tara fez uma cara ao me ver, como se estivesse rindo do meu estado físico deplorável, mas pelo menos não senti maldade nela. Na verdade, quando passou por mim, me deu um empurrãozinho brincalhão com o quadril. — Vamos, bundão! Qualquer um diria que ela falou de propósito. Ela é que tinha uma bundona. Um rabo celestial, percebi ao vê-la se afastar de mim, observando como balançava de um jeito proporcionado e provocante. Será que era impressão minha, ou ela estava mexendo os quadris muito mais do que o necessário pra corrida dela? Notei que estava começando a ficar duro de novo. Tantos anos com ela em casa e nunca tinha reparado naquele atributo maravilhoso dela, uma das coisas que, finalmente, eu não detestava nela. No entanto, o cansaço e o suor me despertaram do devaneio, cuja origem já tinha sumido. Me sentia tão acabado que estava tremendo de dor e não me via capaz de dar mais um passo. Minha motivação tinha ido embora junto com minha irmã. No começo, tentei seguir pelo caminho de terra, mas depois pensei que era inútil e decidi dar meia-volta direto. Meu ritmo era patético, mas mesmo assim consegui voltar pra casa pouco depois do anoitecer. Tara estava saindo do banho quando subi as escadas bufando pro meu quarto. Ela usava uma toalha que cobria do peito até as coxas e estava secando o cabelo molhado com outra. Ficou me encarando com surpresa ao me ver chegar, mas não disse nada. Naquela noite, não consegui me segurar; bati uma punheta gostosa pensando na bunda da minha irmã e em como, se dependesse de mim, eu teria apertado e enchido de porra até cobrir ela inteira. Não me senti culpado nem um pouco; aliás, depois de gozar, a ideia ainda me deixava com tesão. A gostosa da minha irmã mais velha, que podia ser uma filha da puta insuportável às vezes… era uma delícia, e agora que eu tinha percebido, não conseguia parar de pensar nisso. Era como uma febre, e não parecia que ia passar tão cedo. No dia seguinte também descansamos. Eu estava cada vez pior, com o corpo todo travado, quase sem conseguir me mexer de tanto esforço, mas tentei evitar reclamar muito. Não queria chamar atenção pra poder ficar devorando com os olhos o corpaço da Tara sempre que dava. Via ela andando pela casa com uma camisetinha curta nos dias quentes, que muitas vezes deixava o umbigo e a barriga tanquinho de fora quando ela se espichava, e um shortinho de pijama que só fazia destacar a bunda implacável dela, com as proporções e formas perfeitas. Tentei que meus pais não percebessem, mas tenho quase certeza de que a Anita sacou em algum momento que eu tava olhando fixo pra nossa irmã com cara de tarado babão. Lembro quando ela foi carregar a lava-louças com aquele conjuntinho leve, cada vez que se abaixava me dava uma visão direta do meu objeto de desejo.
— Quê? Tá gostando da vista, hein? — falou a Anita me dando uma cotovelada e sorrindo enquanto levantava as sobrancelhas.
— Sei lá, não sei do que cê tá falando — me defendi fraco, lutando pra não ficar vermelho.
— Olha, se é de bunda, eu também tenho uma dahora…
Minha irmã mais nova me pegou pela mão e me arrastou até a sala, que era colada na cozinha. Virou de costas pra mim e abaixou o shortinho de pijama das Super Poderosas, mostrando a bunda emoldurada por uma calcinha laranja. Meu coração acelerou. Porra! A bunda da Anita também era sensacional; minha irmã tinha aquele tanto certo de gordura de bebê que deixava as nádegas bem redondinhas, resultado de ainda estar se desenvolvendo. Fazer balé ajudava, claro, a deixar tudo no lugar e dar um balanço suave quando o elástico do short as revelou. Senti que comecei a ficar duro, não só pela bunda da Anita, mas pelo tesão de ver minha irmã mais nova sendo tão sem vergonha comigo. Parecia que ela se divertia em me deixar excitado e me pegar assim. Enquanto eu engolia seco e pensava em como reagir, ela virou a cabeça pra me olhar enquanto segurava as duas nádegas. Piscou um olho pra mim e deu um tapinha na própria bunda.
— Quê? O que achou da minha?
— Muito bonita… – consegui balbuciar, completamente besta.
Anita riu, claramente orgulhosa de ter recebido o elogio, e cobriu a raba de novo com o pijama. Sentou no sofá e deu um tapinha no assento ao lado.
— Vem, quero te perguntar uma coisa.
Balancei a cabeça. A ereção não tinha baixado totalmente, mas não dava muito pra perceber porque eu tava meio curvado. Nesses poucos dias, eu já tinha me acostumado a desejar o corpo da minha irmã mais velha, mas… porra, a Anita também? A verdade é que a safada tinha um corpo jovem e fresco, gostoso… carne nova… caralho. Sentei do lado dela, meio agitado por dentro, com tanta coisa passando na minha cabeça sobre o que queria fazer com aquela bunda dela. Continua… Se vocês quiserem.
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