Resumindo para quem não acompanha: Somos um casal swing que se "apaixonou" pela Martina, uma mina que se "apaixonou" por nós e acabamos morando os três juntos até ela se mudar para o exterior.
Como já devem ter percebido, estamos bem ausentes. Enfim, a Martina foi morar em outro país e nos deixou um vazio enorme. Sabemos que vai ser impossível de preencher, não tem substituta para ela e nem queremos isso.
A gente fala quase todo dia, faz videchamadas quentes que terminam com a gente transando e ela se tocando do outro lado da tela, mas não é a mesma coisa. Claramente não é a mesma coisa. Nosso ritmo sexual sem ela caiu a níveis alarmantes, a ponto de não nos reconhecermos. Até fizemos uma consulta com uma psicóloga de casais. A cara da analista quando contamos o ritmo de vida que levávamos foi impossível de disfarçar. Nós preocupados por foder uma vez por semana e, na maioria das vezes, com a Martu nos vendo de uma tela. Para a maioria seria a vida dos sonhos, mas a gente não tá satisfeito nem feliz com esse desânimo por ficar só nós dois e, na real, também não tava afim de fazer um trio ou ficar com outro casal.
Mas no meio disso rolou um trio, com a Karina, uma amiga da Eve que a gente teve refugiada em casa em março com aquele calor insuportável.
Vou descrever a Eve, minha mulher. 30 anos. Tem 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo puxando pra mina de academia, definido, mas sem ficar marcadão, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado até no inverno.
A Kari foi colega da Eve no colégio, não é das mais chegadas, mas tá nesse grupo. Mora a menos de dois quarteirões de casa e, talvez por comodidade, a gente se vê bem mais do que se ela morasse a dez quilômetros.
A Kari é ruiva, 1,70m, pele branca como papel, magrinha, peitos pequenos, bunda normal, mas bem treinada, assim como todo o corpo, tem um filho de 10 anos e se separou do pai da criança há menos de um ano, então está começando a curtir a vida agora aos 30. No prédio onde ela mora tiveram um problema, cortaram a água, o filho foi morar com o pai nesses dias, e por uma questão de proximidade ela pediu pra Eve tomar banho lá em casa e meio que a abrigamos por 2 semanas até resolverem a situação. Kari é uma fofinha que nunca tinha me chamado a atenção, de jeito nenhum, não é fisicamente chamativa e sempre que a víamos estava bem simples, vestida mais pra ficar em casa do que pra sair, quase sem maquiagem, quando estava num relacionamento estava bem apagada nesse sentido. Agora nada a ver, ela fica linda até pra ir na quitanda, treina, se preocupa com a estética e o que a deixa muito mais gata é que ela está feliz. Ninguém fica bonito com cara de bunda. Vê-la em casa todo dia também ajudou a despertar minha vontade, ela trabalha remotamente, como a Eve e muitos dias eu também. Naqueles dias de calor sufocante que teve em março ela andava com pouca roupa ou direto de biquíni pela nossa casa, as tardes eram de terraça com algum drink. Numa dessas tardes eu estava trabalhando com o notebook na varanda, eu estava no meu mundo, subiu a Kari com a parte de cima de um biquíni preto e um short de jeans. K: Vou pegar um sol no meu merecido descanso depois do trabalho. S: Que bom pra você que pode. K: Você tem muito mais coisa hoje? S: Não, mas tenho que modificar uma planta urgente. S: Pra hoje sim ou não? S: Não, mas sim, porque quero receber ainda hoje e amanhã não vou ter tempo. K: Bom, quem pode pode e eu posso. Com licença cavalheiro, vou pra espreguiçadeira. Kari tirou o short mostrando bem a bunda pra mim e se deitou com a bunda apontada pra minha direção e já começou a ficar difícil prestar atenção na tela do computador. Mesmo já tendo visto ela assim várias vezes, a safadinha se mexia e notei que aos poucos ela ia abrindo as pernas deixando cada vez menos pra imaginação. De repente me susurran al oído:
E: Você tá olhando a bunda da minha amiga e eu achando que você tava trabalhando.
S: Minha love, é inevitável, pra mim ela tá procurando. - Eu sussurro pra Eve.
E: Mas que legal, amiga. Eu subo e você tá aí deitada mostrando a bunda pro meu marido. - Kari se vira surpresa.
K: Amiga! Não, nada a ver, nem pensei nisso. Se seu marido olha é outra coisa.
E: Tô zoando, boba. Por mim, mostra e deixa ele olhar o quanto quiser. Vim perguntar se vocês querem um suquinho.
K: Uns tragos você disse?
E: São 4 da tarde, Kari.
K: Não perguntei as horas, boba.
E: Bom, então se quer uns tragos, vem me ajudar.
As meninas foram pra baixo enquanto eu finalmente podia me concentrar em terminar o trabalho, e deixo o que a Eve me contou enquanto faziam uns daiquiris:
K: Amiga, desculpa se te incomodou.
E: O quê?
K: Aquilo do Santi, se ele tava olhando minha bunda.
E: Não seja boba, se você sabe que somos swingers. Olha se vai me incomodar ele olhar sua bunda.
K: É, mas é diferente, somos amigas e, pra falar a verdade, nem pensei nisso.
E: Me fala a verdade, deu aquele tesãozinho ele te olhando?
K: A verdade verdadeira é que deu tesão você ver ele me olhando, a cena completa.
E: Que isso!
K: É, mas não sei se queria que realmente acontecesse. Tava esperando, mas me deu um desconforto quando você apareceu.
E: Antes de falar alguma coisa, eu fiquei olhando sua bunda também, você foi abrindo as pernas. Que putinha você é.
K: Ahhh, mas mais putinha é você então!
E: Você ficou com tesão no meu marido?
K: Fico com tesão na situação, não sei bem o quê. Vocês às vezes me custam, as coisas que fazem, e você sabe que eu nunca fiz nada assim.
E: Como assim?
K: Sou muito virgem, amiga, uma freira. Transei com 4 caras no total, nunca um trio, a coisa mais louca que fiz foi um beijo com outra gatinha.
E: Bom, cala a boca e me dá um beijo.
As meninas se beijaram.
E: Pronto, uma resolvida. Você passou de beijo pra pegação com uma gatinha, o resto fica pendente.
K: Fiquei surpresa.
E: Porque beijo bem?
K: Óbvio. mas, além disso, não esperava que eu fosse gostar.
E: Mana, todas as gatinhas somos bi, assume e curte. Os homens também, mas a maioria não se permite.
K: Têm certeza?
E: Tenho. Se você gostou de um beijinho na cozinha, já vai ver o que a gente pode fazer entre as duas.
K: Fiquei curiosa.
E: Você já vai ver, amiga.
K: Peraí, você falou com o Santi?
E: Não precisa, eu conheço ele. Mas claro que a gente conversa sobre tudo. Leva esses dois copos que vou colocar um biquíni e já subo com o outro.
A Kari veio pra varanda e, antes de subir, a Eve me mandou uma mensagem contando, literalmente me mandou "Beijei ela, hoje trio".
K: Toma, Santi, convenci ela e fizemos daiquiri e acho que exagerei no rum.
S: Valeu! E a Eve?
K: Agora sobe sua mulher, foi se trocar. Parece que ela também quer que você olhe a bunda dela.
S: Que ela também quer que eu olhe a bunda dela ou que quer que eu também olhe a bunda dela?
K: Qual é a diferença?
S: Que no que você disse, você queria que eu olhasse sua bunda e não só que eu queria olhar.
K: Se você gosta da minha bunda, olha, parece que sua mulher não se ofende.
S: Você não respondeu.
K: Fica na dúvida então.
Ela se virou e foi andando como se estivesse desfilando até se apoiar na grade da varanda, claramente pra eu olhar bem a bunda dela. A resposta estava mais do que clara, mas eu já sabia mesmo.
E: De novo a mesma coisa, né...
S: Bom, meu amor, se você não tá aqui, não tenho alternativa.
E: Saúde, vamos brindar.
K: Pelo quê a gente brinda?
E: Pela nossa amizade, que tal?
K: E pra água voltar na minha casa.
S: Pra gente aproveitar a tarde e o cliente não encher o saco. – Fechei o notebook.
A verdade é que o daiquiri tava bem forte, e os que vieram depois também.
Tava tudo tenso, nós três sabíamos o que ia acontecer, mas estávamos esperando o momento de começar. Eu adoro essa prévia da prévia. Depois de conversas triviais, a gente foi soltando a língua, mas ninguém tocava no assunto até a Eve ativar.
E: Amiga, pergunta, e se tipo quando... Você estava com Pablo, a gente se encontrava na mesma situação. Eu mostrando a bunda e ele me olhando.
K: Ai, boluda, acho que matava os dois, mas agora já tenho outra cabeça, não acho que me incomodaria assim. Pra você não incomoda nada? Não dá ciúmes?
E: Não, Kari, o amor requer desejo sexual, mas o desejo sexual não requer amor.
K: Mas mesmo assim, qual é a daí? Me intriga que códigos vocês seguem.
S: Tudo se conversa, foram mudando e provavelmente vão continuar mudando. Por exemplo, se saímos pra curtir, podemos beijar outra pessoa, mas só isso.
E: Fora da balada, com alguém do mesmo gênero, temos liberdade total. Eu poderia transar com você sem perguntar pra ele, mas ele não pode. Se for com um cara, é o contrário. A Martina era a exceção, com ela tínhamos liberdade total o tempo todo, os dois. Mesmo assim, exceto pela Martu, nunca fizemos muito um sem o outro, e a gente se manda mensagem se sai separado, vamos esquentando pra depois vir pra casa.
S: Tipo, um tempo atrás saímos separados pra aniversários diferentes, eu beijei uma gatinha, ela um cara, nos mandamos mensagens, fotos, e depois da balada nos encontramos em casa e acabamos transando forte só nós dois.
K: Não tentaram trazer eles?
S: Sim, a gatinha não curtiu a ideia, ficou com medo ou sei lá. O cara topou, mas não pôde, a família tava esperando.
E: Era casado e a mulher nem sabia que ele tinha ido pra uma balada.
K: Isso não é ter códigos.
S: Exato, isso não se faz.
K: Acho que a maioria das pessoas que trai nunca teve coragem de falar com o parceiro sobre essas coisas.
E: Nós pensamos o mesmo. Todo mundo quer transar com outra pessoa, mas quase ninguém quer aceitar que o parceiro também quer.
K: Mas mesmo assim, acho que me daria um negocinho.
E: Que negocinho?
K: Tipo, você vê outra gatinha chupando o pau do Santy e ele curtindo pra caralho, adorando como ela tá chupando, o que isso te causa?
E: Me excita ver, me deixa com tesão.
K: Mas te excita pra participar e não ficar de fora da situação?
E: Geralmente me... É excitante ver e depois tenho que participar, o tesão não vai embora sozinho.
K: Isso te excita a ponto de você se tocar vendo outra gostosa fazendo um boquete no seu marido?
E: Vamos lá dentro que eu explico com um exemplo prático.
Entramos os três, Eve correu para o quarto e voltou para a sala com uma bolsinha, a bolsinha dos brinquedos sexuais.
E: Tá bom, amiga, vejo que com palavras você não entende. Vai ter que fazer um boquete no meu marido.
Kari ficou quieta, eu me aproximei, agarrei sua cintura e comecei a beijá-la, nos seus lábios e na língua dava pra sentir os nervos, a tensão dava pra sentir no ar. Beijei seu pescoço, agarrei a bunda que tanto tinha olhado com as duas mãos e sussurrei no seu ouvido: "Relaxa, aproveita, nós três vamos nos divertir". Sua respiração começou a acelerar, virei ela para que nós dois ficássemos de frente para Eve e ela encostasse a bunda em mim, ainda vestidos, e meu pau ficou bem duro. Minha mulher olhava com cara de puta enquanto sua mão ia até a boceta para começar a se tocar por cima do biquíni, eu fiz o mesmo com minha mão e a boceta da Kari, imitando os movimentos da minha mulher, primeiro toquei por cima do tecido, depois puxei de lado para tocar diretamente no clitóris e enfiar um dedinho. Kari abaixou minha bermuda e meu pau começou a esfregar na boceta enquanto ela encostava a bunda em mim. Sentia o calor dela me molhando o pau enquanto ela começava a gemer. Tirei sua calcinha, me deu tesão deixar o top do biquíni, mas puxei um pouco para baixo para que seus peitinhos ficassem à mostra. Seus mamilos rosadinhos, pequenos e durinhos pediam a gritos meus beijos. Sentei no sofá e ela sentou em cima de mim. Nos beijamos, nos tocamos, chupei seus peitos e a putinha gemía alto quando apertava seus mamilos com meus lábios e sentia como eles endureciam respondendo aos meus estímulos.
Ela me fez deitar, olhamos para Eve, que já estava nua e se tocando. Ela olhou para Kari, pegou um consolo, passou a língua desde a base até a cabeça e enfiou até o fundo da garganta. Kari manteve o olhar fixo em Eve, aproximou a língua do tronco do meu pau e fez exatamente a mesma coisa. De uma vez e sem nenhum problema, enfiou mais da metade do meu pau dentro da boca, me fez gemer de repente e começou a chupar de um jeito louco enquanto olhava como a amiga chupava um pau de borracha e começava a se masturbar com a ajuda de um vibrador.
E: Que puta que você ficou, se você se visse chupando o pau do marido da sua amiga!
K: Te empresto se quiser.
E: Quero que faça sozinha, como a boa mestra do boquete que você é. – Obviamente que é.
K: Bom, você se toca, que eu continuo chupando o pau com o qual você se casou.
A ruiva continuou me dando uma chupada danada, de vez em quando olhava para Eve, elas se olhavam e isso me deixava muito excitado. Kari percebia quando eu estava quase gozando e diminuía o ritmo, eu já estava desesperado e comecei a me mexer para foder a boca dela, não aguentava mais, precisava gozar e fiz isso olhando nos olhos da minha mulher enquanto ela fodia um consolo e chupava outro.
Enchi a boca da Kari de porra. Eve veio quase correndo para beijá-la, se beijaram forte, intenso, eu todo acabado via como elas se apertavam, ambas as línguas brincavam se movendo de um lado para o outro e parte da minha porra passava de boca em boca, escorrendo um pouco e caindo entre os peitos que se esfregavam, eu não conseguia nem me mexer de como o boquete da ruiva me deixou, apesar disso desejava me meter entre elas, só podia olhar.
E: Agora você vai gozar, puta.
K: O que você vai fazer comigo?
E: Vou me divertir com seu corpo. Deita no tapete e aproveita.
Kari se deitou, Eve pegou seu arsenal de brinquedos sexuais e colocou ao lado dela, a beijou na boca novamente, mas desta vez suavemente, desceu para o pescoço, brincou com seus mamilos e direcionou uma mão para um joelho da amiga, foi subindo pela parte interna da coxa acariciando, Kari abriu as pernas e a mão deslizou novamente até o joelho, voltou a subir, mais lentamente, até quase a usar a palavra: buceta, mas desta vez fazendo contato apenas com as pontas dos dedos e das unhas. Não tinha tocado a buceta da Kari e já a tinha arqueando as costas de prazer e soltando pequenos gemidos. Assim de gênia é minha mulher, que aproximou sua boca da virilha da amiga e soprou suavemente na área olhando em seus olhos. Kari, que não tinha absolutamente nenhuma experiência lésbica, não aguentou mais e com as duas mãos agarrou a cabeça da Eve e a pressionou contra sua buceta forçando-a ao que estava por vir, não restou a ela senão começar a comer a buceta da amiga, deitou-se entre suas pernas para dar-lhe prazer, primeiro uns beijos, via-se como ela chupava suavemente o clitóris, depois começou a penetrá-la com um dedo, rapidamente juntou-se outro e ambos foram substituídos por um consolo vibrante tamanho real, que minha mulher movia em um ritmo suave e constante, enquanto sua língua nunca parava de brincar com o clitóris da ruiva.
Vendo tal cena meus músculos voltavam a responder. Peguei um vibrador similar ao que estavam usando, fiz a Kari chupá-lo primeiro, era para vê-la fazendo isso e pelo morbo porque depois penetrei a buceta da Eve enquanto chupava bem gostoso seu cu até que acabaram juntas, quase ao mesmo tempo.
Mudamos de posições, Kari e Eve se colocaram em um 69, Eve embaixo, Kari em 4 em cima que estava chupando sua primeira buceta na vida enquanto recebia a língua da minha mulher em seu clitóris e a minha no ânus. Eve pegou um plug, enfiou na buceta da amiga para lubrificá-lo.
E: Toma meu amor, você sabe o que fazer. - Me deu e enfiei na ruiva no cu que soltou um gemido pela surpresa que já tinha dentro. - Agora fode minha amiga, enche a buceta dessa vagabunda.
Assim como estávamos, enfiei o pau inteiro de uma vez, Eve por baixo com a língua dela era uma loucura, sentia ela entre minhas bolas e a use the word: buceta da Kari, ela gemia que nem doida com o triplo prazer que estávamos dando. De vez em quando eu tirava a pica e fazia ela chupar minha mulher pra depois enfiar de novo na use the word: buceta da Kari, que não demorou a gozar de novo e eu me afastei um pouco pra ver a cena das minas no 69 do sofá enquanto me masturbava devagar, pra curtir, mas sem gozar.
A Eve beijava a use the word: buceta suavemente, a Kari mais intensamente, querendo que a amiga gozasse, pegou um consolo e penetrou ela até conseguir.
Deitaram uma do lado da outra e se beijaram de um jeito tão apaixonado que pareciam um casal.
Me aproximei delas e, agachado na direção oposta, nos beijamos entre os três com todo o sabor da use the word: buceta de uma na boca da outra. Agora sim, eu precisava gozar e essas duas bocas iam ser as responsáveis por isso.
Me ajoelhei pra colocar a pica entre as duas, elas chuparam um pouco entre os beijos, mas minha mulher já tinha outros planos.
A Eve tomou as rédeas da situação, como sempre faz. Me deitou de bruços, pernas abertas, e fez a amiga chupar meu cu. A língua da ruivinha parecia meio tímida no começo, acho que era a primeira vez dela, mas depois de uns segundos já tinha pegado o jeito e sentia como se ela quisesse me penetrar.
Como era de se esperar, minha mulher estava assistindo a cena enquanto lubrificava algum dos seus brinquedos, colocou um cintaralho, deitou de costas e me indicou pra sentar nela.
E: Amiga, agora você vai ver o que os homens realmente querem, mas a maioria não tem coragem.
Apoiei meu ânus no brinquedinho e devagar fui descendo, sentindo ele entrar no meu corpo enquanto minha pica estava quase explodindo, a Eve sabia e por isso nem tocava nela.
Olhei nos olhos da Kari, quase implorando pra ela me fazer gozar com a boca, ela estava se tocando, enfiando uns dedos. Ela me olhou e a mão dela foi até o plug, mexendo nele enquanto ela gemeu e finalmente disse:
K: Gente, me deixam de fora, vamos de trenzinho.
Ela tirou o plug e se deitou de lado, eu atrás dela, não tive dificuldade para enfiar meu pau na bunda dela, o plug tinha dilatado bem.
Eve veio por trás e começou a me comer de novo para fazer o trenzinho. Minha mulher me socava, e com esse mesmo impulso eu dava na amiga dela. Assim, gemendo, os três ficamos por alguns minutos, até que não aguentei mais e enchi o cu da Kari de porra. Tive um orgasmo tão intenso que não consegui me mexer mais. Só consegui me arrastar até o sofá para me apoiar e ver o que continuou entre as garotas.
Kari estava solta, não sabíamos que ela era assim. Foi até a bolsinha de brinquedos da minha mulher ver o que tinha, pegou um consolo duplo e mostrou para a Eve, que concordou e tirou a cinta que tinha usado para me penetrar.
E: Está sem usar, amiga, não tive oportunidade.
K: Até agora.
Com Eve deitada, Kari se jogou sobre ela, se beijavam e chupavam o pau de borracha, não sei de onde tiravam tanta energia e tesão. Kari percorreu o corpo da minha mulher até chegar na buceta, que ela penetrou direto com a língua, depois com o brinquedo e em seguida colocou nela mesma. Começaram a tesourar intensamente até gozarem quase ao mesmo tempo.
Assim, todos exaustos, acabados, cheios de fluidos um do outro, nós três fomos para a nossa cama dormir.
Como já devem ter percebido, estamos bem ausentes. Enfim, a Martina foi morar em outro país e nos deixou um vazio enorme. Sabemos que vai ser impossível de preencher, não tem substituta para ela e nem queremos isso.
A gente fala quase todo dia, faz videchamadas quentes que terminam com a gente transando e ela se tocando do outro lado da tela, mas não é a mesma coisa. Claramente não é a mesma coisa. Nosso ritmo sexual sem ela caiu a níveis alarmantes, a ponto de não nos reconhecermos. Até fizemos uma consulta com uma psicóloga de casais. A cara da analista quando contamos o ritmo de vida que levávamos foi impossível de disfarçar. Nós preocupados por foder uma vez por semana e, na maioria das vezes, com a Martu nos vendo de uma tela. Para a maioria seria a vida dos sonhos, mas a gente não tá satisfeito nem feliz com esse desânimo por ficar só nós dois e, na real, também não tava afim de fazer um trio ou ficar com outro casal.
Mas no meio disso rolou um trio, com a Karina, uma amiga da Eve que a gente teve refugiada em casa em março com aquele calor insuportável.
Vou descrever a Eve, minha mulher. 30 anos. Tem 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo puxando pra mina de academia, definido, mas sem ficar marcadão, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado até no inverno.
A Kari foi colega da Eve no colégio, não é das mais chegadas, mas tá nesse grupo. Mora a menos de dois quarteirões de casa e, talvez por comodidade, a gente se vê bem mais do que se ela morasse a dez quilômetros.
A Kari é ruiva, 1,70m, pele branca como papel, magrinha, peitos pequenos, bunda normal, mas bem treinada, assim como todo o corpo, tem um filho de 10 anos e se separou do pai da criança há menos de um ano, então está começando a curtir a vida agora aos 30. No prédio onde ela mora tiveram um problema, cortaram a água, o filho foi morar com o pai nesses dias, e por uma questão de proximidade ela pediu pra Eve tomar banho lá em casa e meio que a abrigamos por 2 semanas até resolverem a situação. Kari é uma fofinha que nunca tinha me chamado a atenção, de jeito nenhum, não é fisicamente chamativa e sempre que a víamos estava bem simples, vestida mais pra ficar em casa do que pra sair, quase sem maquiagem, quando estava num relacionamento estava bem apagada nesse sentido. Agora nada a ver, ela fica linda até pra ir na quitanda, treina, se preocupa com a estética e o que a deixa muito mais gata é que ela está feliz. Ninguém fica bonito com cara de bunda. Vê-la em casa todo dia também ajudou a despertar minha vontade, ela trabalha remotamente, como a Eve e muitos dias eu também. Naqueles dias de calor sufocante que teve em março ela andava com pouca roupa ou direto de biquíni pela nossa casa, as tardes eram de terraça com algum drink. Numa dessas tardes eu estava trabalhando com o notebook na varanda, eu estava no meu mundo, subiu a Kari com a parte de cima de um biquíni preto e um short de jeans. K: Vou pegar um sol no meu merecido descanso depois do trabalho. S: Que bom pra você que pode. K: Você tem muito mais coisa hoje? S: Não, mas tenho que modificar uma planta urgente. S: Pra hoje sim ou não? S: Não, mas sim, porque quero receber ainda hoje e amanhã não vou ter tempo. K: Bom, quem pode pode e eu posso. Com licença cavalheiro, vou pra espreguiçadeira. Kari tirou o short mostrando bem a bunda pra mim e se deitou com a bunda apontada pra minha direção e já começou a ficar difícil prestar atenção na tela do computador. Mesmo já tendo visto ela assim várias vezes, a safadinha se mexia e notei que aos poucos ela ia abrindo as pernas deixando cada vez menos pra imaginação. De repente me susurran al oído:
E: Você tá olhando a bunda da minha amiga e eu achando que você tava trabalhando.
S: Minha love, é inevitável, pra mim ela tá procurando. - Eu sussurro pra Eve.
E: Mas que legal, amiga. Eu subo e você tá aí deitada mostrando a bunda pro meu marido. - Kari se vira surpresa.
K: Amiga! Não, nada a ver, nem pensei nisso. Se seu marido olha é outra coisa.
E: Tô zoando, boba. Por mim, mostra e deixa ele olhar o quanto quiser. Vim perguntar se vocês querem um suquinho.
K: Uns tragos você disse?
E: São 4 da tarde, Kari.
K: Não perguntei as horas, boba.
E: Bom, então se quer uns tragos, vem me ajudar.
As meninas foram pra baixo enquanto eu finalmente podia me concentrar em terminar o trabalho, e deixo o que a Eve me contou enquanto faziam uns daiquiris:
K: Amiga, desculpa se te incomodou.
E: O quê?
K: Aquilo do Santi, se ele tava olhando minha bunda.
E: Não seja boba, se você sabe que somos swingers. Olha se vai me incomodar ele olhar sua bunda.
K: É, mas é diferente, somos amigas e, pra falar a verdade, nem pensei nisso.
E: Me fala a verdade, deu aquele tesãozinho ele te olhando?
K: A verdade verdadeira é que deu tesão você ver ele me olhando, a cena completa.
E: Que isso!
K: É, mas não sei se queria que realmente acontecesse. Tava esperando, mas me deu um desconforto quando você apareceu.
E: Antes de falar alguma coisa, eu fiquei olhando sua bunda também, você foi abrindo as pernas. Que putinha você é.
K: Ahhh, mas mais putinha é você então!
E: Você ficou com tesão no meu marido?
K: Fico com tesão na situação, não sei bem o quê. Vocês às vezes me custam, as coisas que fazem, e você sabe que eu nunca fiz nada assim.
E: Como assim?
K: Sou muito virgem, amiga, uma freira. Transei com 4 caras no total, nunca um trio, a coisa mais louca que fiz foi um beijo com outra gatinha.
E: Bom, cala a boca e me dá um beijo.
As meninas se beijaram.
E: Pronto, uma resolvida. Você passou de beijo pra pegação com uma gatinha, o resto fica pendente.
K: Fiquei surpresa.
E: Porque beijo bem?
K: Óbvio. mas, além disso, não esperava que eu fosse gostar.
E: Mana, todas as gatinhas somos bi, assume e curte. Os homens também, mas a maioria não se permite.
K: Têm certeza?
E: Tenho. Se você gostou de um beijinho na cozinha, já vai ver o que a gente pode fazer entre as duas.
K: Fiquei curiosa.
E: Você já vai ver, amiga.
K: Peraí, você falou com o Santi?
E: Não precisa, eu conheço ele. Mas claro que a gente conversa sobre tudo. Leva esses dois copos que vou colocar um biquíni e já subo com o outro.
A Kari veio pra varanda e, antes de subir, a Eve me mandou uma mensagem contando, literalmente me mandou "Beijei ela, hoje trio".
K: Toma, Santi, convenci ela e fizemos daiquiri e acho que exagerei no rum.
S: Valeu! E a Eve?
K: Agora sobe sua mulher, foi se trocar. Parece que ela também quer que você olhe a bunda dela.
S: Que ela também quer que eu olhe a bunda dela ou que quer que eu também olhe a bunda dela?
K: Qual é a diferença?
S: Que no que você disse, você queria que eu olhasse sua bunda e não só que eu queria olhar.
K: Se você gosta da minha bunda, olha, parece que sua mulher não se ofende.
S: Você não respondeu.
K: Fica na dúvida então.
Ela se virou e foi andando como se estivesse desfilando até se apoiar na grade da varanda, claramente pra eu olhar bem a bunda dela. A resposta estava mais do que clara, mas eu já sabia mesmo.
E: De novo a mesma coisa, né...
S: Bom, meu amor, se você não tá aqui, não tenho alternativa.
E: Saúde, vamos brindar.
K: Pelo quê a gente brinda?
E: Pela nossa amizade, que tal?
K: E pra água voltar na minha casa.
S: Pra gente aproveitar a tarde e o cliente não encher o saco. – Fechei o notebook.
A verdade é que o daiquiri tava bem forte, e os que vieram depois também.
Tava tudo tenso, nós três sabíamos o que ia acontecer, mas estávamos esperando o momento de começar. Eu adoro essa prévia da prévia. Depois de conversas triviais, a gente foi soltando a língua, mas ninguém tocava no assunto até a Eve ativar.
E: Amiga, pergunta, e se tipo quando... Você estava com Pablo, a gente se encontrava na mesma situação. Eu mostrando a bunda e ele me olhando.
K: Ai, boluda, acho que matava os dois, mas agora já tenho outra cabeça, não acho que me incomodaria assim. Pra você não incomoda nada? Não dá ciúmes?
E: Não, Kari, o amor requer desejo sexual, mas o desejo sexual não requer amor.
K: Mas mesmo assim, qual é a daí? Me intriga que códigos vocês seguem.
S: Tudo se conversa, foram mudando e provavelmente vão continuar mudando. Por exemplo, se saímos pra curtir, podemos beijar outra pessoa, mas só isso.
E: Fora da balada, com alguém do mesmo gênero, temos liberdade total. Eu poderia transar com você sem perguntar pra ele, mas ele não pode. Se for com um cara, é o contrário. A Martina era a exceção, com ela tínhamos liberdade total o tempo todo, os dois. Mesmo assim, exceto pela Martu, nunca fizemos muito um sem o outro, e a gente se manda mensagem se sai separado, vamos esquentando pra depois vir pra casa.
S: Tipo, um tempo atrás saímos separados pra aniversários diferentes, eu beijei uma gatinha, ela um cara, nos mandamos mensagens, fotos, e depois da balada nos encontramos em casa e acabamos transando forte só nós dois.
K: Não tentaram trazer eles?
S: Sim, a gatinha não curtiu a ideia, ficou com medo ou sei lá. O cara topou, mas não pôde, a família tava esperando.
E: Era casado e a mulher nem sabia que ele tinha ido pra uma balada.
K: Isso não é ter códigos.
S: Exato, isso não se faz.
K: Acho que a maioria das pessoas que trai nunca teve coragem de falar com o parceiro sobre essas coisas.
E: Nós pensamos o mesmo. Todo mundo quer transar com outra pessoa, mas quase ninguém quer aceitar que o parceiro também quer.
K: Mas mesmo assim, acho que me daria um negocinho.
E: Que negocinho?
K: Tipo, você vê outra gatinha chupando o pau do Santy e ele curtindo pra caralho, adorando como ela tá chupando, o que isso te causa?
E: Me excita ver, me deixa com tesão.
K: Mas te excita pra participar e não ficar de fora da situação?
E: Geralmente me... É excitante ver e depois tenho que participar, o tesão não vai embora sozinho.
K: Isso te excita a ponto de você se tocar vendo outra gostosa fazendo um boquete no seu marido?
E: Vamos lá dentro que eu explico com um exemplo prático.
Entramos os três, Eve correu para o quarto e voltou para a sala com uma bolsinha, a bolsinha dos brinquedos sexuais.
E: Tá bom, amiga, vejo que com palavras você não entende. Vai ter que fazer um boquete no meu marido.
Kari ficou quieta, eu me aproximei, agarrei sua cintura e comecei a beijá-la, nos seus lábios e na língua dava pra sentir os nervos, a tensão dava pra sentir no ar. Beijei seu pescoço, agarrei a bunda que tanto tinha olhado com as duas mãos e sussurrei no seu ouvido: "Relaxa, aproveita, nós três vamos nos divertir". Sua respiração começou a acelerar, virei ela para que nós dois ficássemos de frente para Eve e ela encostasse a bunda em mim, ainda vestidos, e meu pau ficou bem duro. Minha mulher olhava com cara de puta enquanto sua mão ia até a boceta para começar a se tocar por cima do biquíni, eu fiz o mesmo com minha mão e a boceta da Kari, imitando os movimentos da minha mulher, primeiro toquei por cima do tecido, depois puxei de lado para tocar diretamente no clitóris e enfiar um dedinho. Kari abaixou minha bermuda e meu pau começou a esfregar na boceta enquanto ela encostava a bunda em mim. Sentia o calor dela me molhando o pau enquanto ela começava a gemer. Tirei sua calcinha, me deu tesão deixar o top do biquíni, mas puxei um pouco para baixo para que seus peitinhos ficassem à mostra. Seus mamilos rosadinhos, pequenos e durinhos pediam a gritos meus beijos. Sentei no sofá e ela sentou em cima de mim. Nos beijamos, nos tocamos, chupei seus peitos e a putinha gemía alto quando apertava seus mamilos com meus lábios e sentia como eles endureciam respondendo aos meus estímulos.
Ela me fez deitar, olhamos para Eve, que já estava nua e se tocando. Ela olhou para Kari, pegou um consolo, passou a língua desde a base até a cabeça e enfiou até o fundo da garganta. Kari manteve o olhar fixo em Eve, aproximou a língua do tronco do meu pau e fez exatamente a mesma coisa. De uma vez e sem nenhum problema, enfiou mais da metade do meu pau dentro da boca, me fez gemer de repente e começou a chupar de um jeito louco enquanto olhava como a amiga chupava um pau de borracha e começava a se masturbar com a ajuda de um vibrador.
E: Que puta que você ficou, se você se visse chupando o pau do marido da sua amiga!
K: Te empresto se quiser.
E: Quero que faça sozinha, como a boa mestra do boquete que você é. – Obviamente que é.
K: Bom, você se toca, que eu continuo chupando o pau com o qual você se casou.
A ruiva continuou me dando uma chupada danada, de vez em quando olhava para Eve, elas se olhavam e isso me deixava muito excitado. Kari percebia quando eu estava quase gozando e diminuía o ritmo, eu já estava desesperado e comecei a me mexer para foder a boca dela, não aguentava mais, precisava gozar e fiz isso olhando nos olhos da minha mulher enquanto ela fodia um consolo e chupava outro.
Enchi a boca da Kari de porra. Eve veio quase correndo para beijá-la, se beijaram forte, intenso, eu todo acabado via como elas se apertavam, ambas as línguas brincavam se movendo de um lado para o outro e parte da minha porra passava de boca em boca, escorrendo um pouco e caindo entre os peitos que se esfregavam, eu não conseguia nem me mexer de como o boquete da ruiva me deixou, apesar disso desejava me meter entre elas, só podia olhar.
E: Agora você vai gozar, puta.
K: O que você vai fazer comigo?
E: Vou me divertir com seu corpo. Deita no tapete e aproveita.
Kari se deitou, Eve pegou seu arsenal de brinquedos sexuais e colocou ao lado dela, a beijou na boca novamente, mas desta vez suavemente, desceu para o pescoço, brincou com seus mamilos e direcionou uma mão para um joelho da amiga, foi subindo pela parte interna da coxa acariciando, Kari abriu as pernas e a mão deslizou novamente até o joelho, voltou a subir, mais lentamente, até quase a usar a palavra: buceta, mas desta vez fazendo contato apenas com as pontas dos dedos e das unhas. Não tinha tocado a buceta da Kari e já a tinha arqueando as costas de prazer e soltando pequenos gemidos. Assim de gênia é minha mulher, que aproximou sua boca da virilha da amiga e soprou suavemente na área olhando em seus olhos. Kari, que não tinha absolutamente nenhuma experiência lésbica, não aguentou mais e com as duas mãos agarrou a cabeça da Eve e a pressionou contra sua buceta forçando-a ao que estava por vir, não restou a ela senão começar a comer a buceta da amiga, deitou-se entre suas pernas para dar-lhe prazer, primeiro uns beijos, via-se como ela chupava suavemente o clitóris, depois começou a penetrá-la com um dedo, rapidamente juntou-se outro e ambos foram substituídos por um consolo vibrante tamanho real, que minha mulher movia em um ritmo suave e constante, enquanto sua língua nunca parava de brincar com o clitóris da ruiva.
Vendo tal cena meus músculos voltavam a responder. Peguei um vibrador similar ao que estavam usando, fiz a Kari chupá-lo primeiro, era para vê-la fazendo isso e pelo morbo porque depois penetrei a buceta da Eve enquanto chupava bem gostoso seu cu até que acabaram juntas, quase ao mesmo tempo.
Mudamos de posições, Kari e Eve se colocaram em um 69, Eve embaixo, Kari em 4 em cima que estava chupando sua primeira buceta na vida enquanto recebia a língua da minha mulher em seu clitóris e a minha no ânus. Eve pegou um plug, enfiou na buceta da amiga para lubrificá-lo.
E: Toma meu amor, você sabe o que fazer. - Me deu e enfiei na ruiva no cu que soltou um gemido pela surpresa que já tinha dentro. - Agora fode minha amiga, enche a buceta dessa vagabunda.
Assim como estávamos, enfiei o pau inteiro de uma vez, Eve por baixo com a língua dela era uma loucura, sentia ela entre minhas bolas e a use the word: buceta da Kari, ela gemia que nem doida com o triplo prazer que estávamos dando. De vez em quando eu tirava a pica e fazia ela chupar minha mulher pra depois enfiar de novo na use the word: buceta da Kari, que não demorou a gozar de novo e eu me afastei um pouco pra ver a cena das minas no 69 do sofá enquanto me masturbava devagar, pra curtir, mas sem gozar.
A Eve beijava a use the word: buceta suavemente, a Kari mais intensamente, querendo que a amiga gozasse, pegou um consolo e penetrou ela até conseguir.
Deitaram uma do lado da outra e se beijaram de um jeito tão apaixonado que pareciam um casal.
Me aproximei delas e, agachado na direção oposta, nos beijamos entre os três com todo o sabor da use the word: buceta de uma na boca da outra. Agora sim, eu precisava gozar e essas duas bocas iam ser as responsáveis por isso.
Me ajoelhei pra colocar a pica entre as duas, elas chuparam um pouco entre os beijos, mas minha mulher já tinha outros planos.
A Eve tomou as rédeas da situação, como sempre faz. Me deitou de bruços, pernas abertas, e fez a amiga chupar meu cu. A língua da ruivinha parecia meio tímida no começo, acho que era a primeira vez dela, mas depois de uns segundos já tinha pegado o jeito e sentia como se ela quisesse me penetrar.
Como era de se esperar, minha mulher estava assistindo a cena enquanto lubrificava algum dos seus brinquedos, colocou um cintaralho, deitou de costas e me indicou pra sentar nela.
E: Amiga, agora você vai ver o que os homens realmente querem, mas a maioria não tem coragem.
Apoiei meu ânus no brinquedinho e devagar fui descendo, sentindo ele entrar no meu corpo enquanto minha pica estava quase explodindo, a Eve sabia e por isso nem tocava nela.
Olhei nos olhos da Kari, quase implorando pra ela me fazer gozar com a boca, ela estava se tocando, enfiando uns dedos. Ela me olhou e a mão dela foi até o plug, mexendo nele enquanto ela gemeu e finalmente disse:
K: Gente, me deixam de fora, vamos de trenzinho.
Ela tirou o plug e se deitou de lado, eu atrás dela, não tive dificuldade para enfiar meu pau na bunda dela, o plug tinha dilatado bem.
Eve veio por trás e começou a me comer de novo para fazer o trenzinho. Minha mulher me socava, e com esse mesmo impulso eu dava na amiga dela. Assim, gemendo, os três ficamos por alguns minutos, até que não aguentei mais e enchi o cu da Kari de porra. Tive um orgasmo tão intenso que não consegui me mexer mais. Só consegui me arrastar até o sofá para me apoiar e ver o que continuou entre as garotas.
Kari estava solta, não sabíamos que ela era assim. Foi até a bolsinha de brinquedos da minha mulher ver o que tinha, pegou um consolo duplo e mostrou para a Eve, que concordou e tirou a cinta que tinha usado para me penetrar.
E: Está sem usar, amiga, não tive oportunidade.
K: Até agora.
Com Eve deitada, Kari se jogou sobre ela, se beijavam e chupavam o pau de borracha, não sei de onde tiravam tanta energia e tesão. Kari percorreu o corpo da minha mulher até chegar na buceta, que ela penetrou direto com a língua, depois com o brinquedo e em seguida colocou nela mesma. Começaram a tesourar intensamente até gozarem quase ao mesmo tempo.
Assim, todos exaustos, acabados, cheios de fluidos um do outro, nós três fomos para a nossa cama dormir.
3 comentários - Trío con Karinaaaaaa! Cogida por pareja.
La verdad estamos bastante tranquis y me faltan historias por vivir para contarlas