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![Isolado Entre Mulheres[57]A gostosa do bairro[/57] Isolado Entre Mulheres[57]A gostosa do bairro[/57]](//s2.poringa.net/images/space.gif)
Capítulo 57.
O Ensaio.
Os lábios da Brenda e da Gisela estavam colados na minha cabeça, uma de cada lado. As línguas delas não paravam de se mexer e, além disso, eu sentia a sucção quase constante das bocas delas. Não lembro de terem chupado minha rola desse jeito. Essas duas minas tinham uma coordenação perfeita, e mesmo com as línguas se cruzando o tempo todo, não atrapalhavam uma à outra. Elas até se sincronizavam na hora de engolir um pouco da minha pica: quando uma fazia isso, a outra já começava a dar longas lambidas em todo o meu tronco ou a chupar minhas bolas.
A gente devia estar fazendo isso pra Gisela ficar com tesão, e espero que esteja funcionando, porque comigo com certeza funcionou. Minha pica tá tão dura que sinto ela pulsar.
Houve um tempo em que ter a Gisela chupando meu pau me causava um certo desconforto, até mais do que se fosse outra das minhas irmãs ou minha mãe. Isso se deve a vários fatores, e um deles é que nunca achei que a Gisela fosse tão sexual. Ela sempre escondeu essa faceta do seu caráter. Agora que sabemos da Celeste, seu alter ego, e de como ela usou isso pra viver suas fantasias sexuais ao máximo, me sinto mais à vontade. Sei que tem uma parte na Gisela que ama sexo; talvez até mais que a própria Macarena, que até agora eu achava que era a mais puta das minhas irmãs. Agora tenho minhas dúvidas.
Brenda se ajoelhou de quatro na cama, ela já não era nem sombra da menina tímida que conheci no primeiro dia que chegou em casa. Agora agia com uma desenvoltura e uma confiança extrema, como se já fosse parte da família… e eu adoro que ela se sinta assim.
—Vem, enfia essa pica em mim —ela disse enquanto abria as nádegas.
— Não era a Gisela que tinha que ficar com tesão? — Perguntei.
—Por isso. A Gise adora ver como enfiam uma rola em mim.
—Uf, sim… isso é muito verdade —garantiu minha irmã mais velha—. Poucas coisas me excitam tanto quanto ver a Brenda sendo penetrada. Não sei por quê.
—Eu sei por que — disse Macarena.
Ela observava toda a ação sentada bem confortavelmente na cama dela, enquanto se masturbava gostoso. Já tinha tirado a calcinha fio dental e a buceta linda dela estava à vista de todos.
—Mmmm… queria ouvir sua teoria —disse Gise—, mas antes… quero ver como o Nahuel enfia a rola inteira nessa puta gostosa.
Gise ficou de joelhos ao lado da bunda da Brenda e abriu aquela buceta pra mim. Ela tratou de guiar meu pau pra dentro daquele buraco.
—Uf… me deixa louca —disse ela, enquanto o pau ia afundando naquela buceta apertada.
—Te dá tanto tesão porque a Brenda tem cara de inocente. De “menina boazinha”. Quem vê ela pela primeira vez com certeza vai pensar que ela nunca transa com ninguém, uma mina com essa carinha de Testemunha de Jeová não poderia ser uma puta. Mas ela é…
—Antes não era —disse Brenda—. Quando eu e a Gisela nos conhecemos, eu era tão inocente quanto minha aparência indicava. Ela me levou pelo mau caminho… ou talvez devesse dizer que foi a Celeste quem fez isso.
—E esse é o outro motivo pelo qual a Gise fica tão tesuda vendo você ser comida. Porque ela sabe que foi ela quem te levou pelo "caminho da perdição". Ela despertou a puta que existe em você… e olha, te levou pra situações tão loucas quanto essa. De uma garota inocente, você passou a fazer parte das fantasias incestuosas de uma família que você nem conhecia.
—Uma família que te adotou como se você fosse mais uma da casa — comentou Gisela, e em seguida passou a língua pelos lábios da buceta da Brenda.
—É isso aí —falei—. A gente adora ter você aqui. Espero que nunca vá embora.
—Uai… não fala essas coisas… vai me deixar excitada. Vou acabar chorando. E odeio chorar quando tô tão tesuda.
—Mete forte nessa puta, pra ela lembrar que tá dando —disse Gisela, que já mostrava claros sinais da personalidade da Celeste.
Fiquei uns minutos dando pra Brenda, ela curtiu tanto quanto eu, e como não ia curtir, porque enquanto eu metia nela, a Gise passava a língua na buceta dela e no cu com uma maestria incrível.
—Tá funcionando —falei pra Macarena.
—Pode ser… mas tá demorando demais —saiu da cama e se aproximou de mim, por um momento achei que ia tentar algo sexual pra esquentar mais a situação, por isso o que ele fez me surpreendeu tanto. Tirou meu pau da buceta da Brenda e disse—. Ok, Nahuel… valeu por tudo. Já pode vazar.
—O quê? Agora? Cê tá louca? Por acaso você não queria que a Gisela ficasse excitada…? Já tamo conseguindo.
—Sim, mas não adianta nada se vai demorar tanto tempo.
—Ei, eu também queria me divertir com o Nahuel… —disse a Gise—. Ele tem razão, já tô ficando com tesão.
—Desculpa, irmã, você perdeu sua chance. A gente precisa da Celeste, ainda não vi a Celeste por aqui. Se quiser, fica aqui transando com a Brenda, a gente empresta o quarto. O Nahuel e eu vamos embora.
Macarena saiu do quarto com a buceta de fora e puxando meu braço. Eu ainda estava com a pica dura.
—A vó pode nos ver —lembrei a ela.
—Não tô nem aí. Deixa ele ver. Pode até ajudar. Agora, vamos pro teu quarto…
—Pra quê?
—Porque sei que tu tá com tesão e não quero que você desconte na Gisela, pode fazer isso comigo.
—Ah… mmm… interessante. Mas… acho que consigo segurar a vontade.
Ele freou de repente e olhou nos meus olhos.
—Ok, vamos pro teu quarto, bater um papo um pouco. Vamos ver quanto tempo tu aguenta sem enfiar a pica em mim. Vamos ver se tu tem tanto autocontrole quanto diz.
Entramos no meu quarto e sentamos na cama, ela com as costas apoiadas na cabeceira e eu bem na frente dela. A desgraçada deixou as pernas bem abertas e começou a acariciar a buceta dela suavemente.
—O que foi tudo aquilo? —Perguntei, com o pau ainda duro—. Por que você parou tudo no melhor momento?
—Já te falei, não adianta nada se a Celeste demorar tanto pra aparecer. Quando chegar a hora de agir, não vamos ter esse tempo todo pra Gise ficar com tesão. Ela vai ter que dar um jeito de chegar nesse ponto de excitação o mais rápido possível. E com isso eu tô treinando ela um pouco. Agora ela sabe que se não se esforçar mais, vai ficar na vontade de aproveitar sua pica. Me promete que não vai fazer nada com ela sem eu te dar permissão primeiro.
—Ufa… tá bom. Só porque confio em você. Me dá pena deixar a Gise assim.
—Pelo menos ele tá com a Brenda. Essa mina eu gosto pra você. Quando é que você vai pedir ela em namoro de verdade?
—Ai, que direta. Nunca passou pela minha cabeça pedir isso pra ela.
—Por que não? E não use a Gise como desculpa, ela também adoraria que você e a Brenda ficassem juntos.
—Não, não é por causa da Gise.
—Ah… já sei… é por causa da Tefi.
—Nada a ver, Maca. Não fala besteira.
—Então por que é? Fala, Nahuel. Comigo você não consegue enganar. Dá pra te ler como se fosse um livro aberto. Sei que você gosta da Brenda, e ela gosta de você. Vocês formam um casal perfeito. Dividem o mesmo quarto, transam pra caralho, e ela já sabe das paradas que você faz com sua família e topa participar. Já te falei. Ela é a namorada perfeita pra você.
—E por que você tá tão insistente nisso? Por que tanta pressa pra eu namorar a Brenda?
—Porque não quero que as coisas terminem mal. A Tefi não é pra você.
—Já sei… é minha irmã. Cê acha que eu não percebi?
Não tô falando só disso. Sério, Nahuel. Isso não é pra você.
—Não quero falar sobre isso agora. Pensei que a gente ia transar um pouco e pronto…
—Não era que você ia segurar a vontade?
—Isso eu mesmo não acreditei. Enfim, não quero discutir com você agora. Me avisa quando precisar da minha ajuda com a Gisela de novo. Enquanto isso, me deixa em paz.
Vesti um short e saí do quarto. Antes de fechar a porta, ouvi a Macarena dizendo:
—Só tô cuidando de você, Nahuel… e você sabe disso.
—------------
Teve um segundo ensaio. Aconteceu no dia seguinte. Já tinha passado a raiva que eu tava da Macarena, até porque não queria ficar de mal com ela agora que a gente tava tão perto de conseguir o que a gente queria.
Essa segunda tentativa rolou no meu quarto, enquanto eu tava comendo a Brenda. Sim, eu sei… ultimamente tô comendo muito essa mina, e a gente nem precisa de desculpa pra isso. Passamos um tempão no mesmo cômodo, pelados, e não é incomum a gente acabar na cama metendo com tudo.
A porta se escancarou e eu tive um puta flashback da época em que minha mãe fazia isso e eu tinha que inventar desculpas pra me livrar. Mas agora não tenho motivo pra ter medo. Mesmo que seja minha avó entrando, tô nem aí.
Eram a Macarena e a Gisela. As duas estavam vestidas de forma casual, com shorts e regatas. Na Gisela, a regata tinha um decote bem cavado e os bicos dos peitos marcavam demais no tecido.
—Aí estão eles. O momento perfeito —disse a Maca—. Vai, manda ver… entra nessa. O que cê tá esperando?
—É que… cê sabe… não tô com tesão.
—Você vai perder de novo a chance de brincar com a pica do Nahuel? —Perguntou a Macarena.
—Mmm… bom, se você colocar desse jeito…
Gise tirou a roupa rapidinho, chegou na cama e sentou na cara da Brenda, que tava deitada de barriga pra cima enquanto eu metia a pica nela. Claro que a Brenda recebeu ela com a melhor das atitudes, já começou a lamber a buceta dela na hora. Isso deu um efeitão na Gisela, que começou a rebolando o quadril. Como as tetonas dela tavam ao alcance da mão, resolvi pegar uma e comecei a chupar o mamilo dela. Em poucos segundos ele ficou durinho.
—Nahuel, tira a cock da pussy da Brenda —ordenou Macarena.
—Hã? Por quê? —Protestei. A Brenda não conseguia falar, porque tinha as nádegas da Gise na cara, mas tenho certeza de que, se pudesse, ela também teria reclamado.
—Porque quero que a Gisela chupe sua pica.
—Ah… bom, assim sim…
Tirei a pica e deixei ali, entre os lábios da buceta da Brenda, apontando direto pra minha irmã mais velha.
—Mmm… cedo demais —disse Gisela—. Melhor a gente tentar depois.
—Ok, muito bem —disse Maca—. Nahuel, pode se retirar.
—O quê? Por quê?
—Você já sabe muito bem por quê.
—Ufa…
Protestei, fiz biquinho e xinguei a Maca bem baixinho. Mesmo assim, fiz o que ela pediu. Não curto nem um pouco ter que largar meu quarto bem na hora que tava me divertindo tanto com a Brenda, mas tenho que confiar no treinamento da Macarena. Espero que ela saiba o que tá fazendo, senão vou ficar puta da vida com ela por estragar um momento foda meu de novo.
Vesti uma calça e saí do quarto enquanto a Gisela dizia:
—Tão sendo muito malvados comigo. Só preciso de mais um tempinho.
—Sinto muito, mana —respondeu Maca—. Não temos tempo. Precisamos da Celeste. Se você ver ela por aí, fala pra ela vir… o mais rápido possível.
A Macarena saiu comigo e a gente sentou nos sofás da sala.
—Espero que tudo isso dê certo —falei pra ela—, porque esse negócio de deixar as coisas pela metade não me desce nada.
—Você não disse que estava aprendendo a controlar seus impulsos?
Sim, mas uma coisa é fazer por vontade própria, e outra bem diferente é porque alguém me manda. Agora fiquei com um tesão danado.
— Tá insinuando que eu tenho que te ajudar a aliviar essa vontade?
—Bom, da última vez você se ofereceu pra fazer isso.
—Sim, mas dessa vez eu não vou fazer.
— Por que não?
—Porque não quero que você chegue exausto na "batalha final". Tem que transar menos, Nahuel. Tá igual um coelho. Enfia a pica em cada buraco que aparece e isso vai te roubar as forças pro grande momento. É só por um tempo. Quando tudo isso se resolver, pode voltar a transar à vontade, com quem quiser. Aí sim vou adorar te ajudar. Mas, por enquanto... guarda um pouco de porra, que as reservas não são infinitas.
—Ufa… tá bom. Odeio quando você tem razão.
—E eu sempre tenho razão — disse com um sorriso perverso.
—---------
Pra minha má sorte, teve outras tentativas fracassadas onde a Gisela não conseguiu ativar o alter ego dela e a gente teve que parar tudo, por ordem da Macarena. Essa maldita desgraçada tá brincando com a nossa mente… e com a nossa paciência. Eu percebi o desconforto na Gisela quando, finalmente, ela resolveu chupar minha rola sem nenhum preâmbulo, e sem a Brenda interferir. Simplesmente se ajoelhou e engoliu minha rola inteira quando a Macarena mandou ela fazer isso. Ela ficou chupando por um tempo até a Maca falar:
—Agora fica de quatro na cama e abaixa a calça.
Naquela hora, a Gisela hesitou, disse que precisava de mais tempo, e a Macarena, porque é cruel e perversa, decidiu que era melhor deixar pra outra hora. Mais uma vez, fiquei com toda a porra no tanque reserva. O pior de tudo é que a Maca me pediu pra diminuir a frequência das punhetas. Uma vez ela me pegou batendo uma enquanto olhava fotos pornô no celular (sim, eram as fotos da Tefi, as mais novas que ela postou na internet). Tava quase gozando quando a Macarena invadiu meu quarto e falou: “Ei, nem pense em gozar”.
Tive que parar na hora, assim como tive que me interromper na quarta tentativa de ensaio (sim, eu sei… nem um ensaio completo a gente conseguiu fazer, o que me dá um pouco de medo). Dessa vez a tática foi meter em Gisela de cara, a Macarena baixou a calça dela e me disse:
—Vai, enfia logo antes que ela se arrependa.
E aí eu meti nela… por sorte a gente tava no meu quarto e ninguém viu a cena. Foi meio complicado, porque a Gisela tentou dar uma animada, se inclinou pra frente e apoiou os peitos na parede; mas… eu parei porque percebi que ela tava desconfortável. Sacou que ela não tava curtindo tanto quanto devia.
—Não vou continuar —falei—. Assim não me agrada. Não quero deixar a Gise desconfortável.
—Tá bom, Nahuel —disse minha irmã mais velha—. Pode continuar, já vou ficar com tesão…
Não, não, assim não me agrada.
Dessa vez fui eu quem botou um ponto final em tudo, o que fez a Maca dizer: “Tô orgulhosa de você, maninho”. A Gisela teve que ficar sozinha, sei que ela bateu uma na minha cama, porque antes de sair do quarto vi ela começando a se tocar. Mas alguma coisa me diz que ela não curtiu de verdade aquela punheta. Fico meio com pena, ela tá se esforçando pra caralho pra “ativar” a Celeste o mais rápido possível; mas nada parece funcionar. Ela sempre pede mais tempo… e a Macarena insiste que a Celeste tem que aparecer na hora, como se fosse ligar um interruptor.
Horas depois, no mesmo dia, a gente conversou sobre isso, e dessa vez a Brenda entrou na roda. A gente se juntou no quarto da Macarena.
—Gisela, já pensou na pergunta que te fiz hoje de manhã? —perguntou Maca—. Quero que responda sem medo, o que mais te excita fazer com o Nahuel? O que te deixa louca?
—Pensei bastante, até conversei com a Brenda… e acho que o que mais me excita é você gozar na minha cara. Isso me deixa louca na hora.
—Então a gente podia tentar isso —falei, tirando a pica da minha calça.
—Esse punheteiro tá desesperado por leite —disse Macarena—. Guarda isso que ainda não vai usar.
—Mas… mas… é uma boa ideia.
—Não, é uma péssima ideia. Te falei que pra esse plano dar certo, você precisa estar cheio de energia. Se a primeira coisa que você vai fazer é gozar na cara da Gisela, então já começamos errado.
—Mmm… cê tem razão, não tinha pensado por esse lado.
—E não, porque tu pensa com a pica —Brenda deu uma risadinha e balançou a cabeça. Até a Gisela achou graça do comentário.
—Tem outra opção — disse Brenda.
—Qual? —Quis saber.
—Mete ela no cu, sem pedir permissão.
—Ei, isso me parece um pouco demais —disse Gisela—. Não acho que vou aguentar a pica do Nahuel se ele meter sem nenhum aviso. Aliás, nem vai entrar.
—É verdade —disse Macarena—. Não acho que entre tão rápido. Mas a ideia é boa. Já sei o que podemos fazer.
—Que coisa? —Perguntei.
—Espera eu te dar a ordem, confia em mim. Vem cá, Brenda, preciso que me ajude a montar isso… e já que tá aqui, não tá a fim de chupar um pouquinho minha buceta?
—Claro que sim —Brenda pulou de pé e as duas foram embora. Elas continuaram com suas brincadeirinhas no meu quarto.
Gisela ficou sozinha comigo e um silêncio muito constrangedor se formou.
—Isso é mais difícil do que eu imaginava —comentou—. Nunca tinha parado pra pensar que precisava de um contexto específico pra poder… hã… quebrar minhas barreiras.
—Talvez seja porque você não quer mesmo fazer isso.
—Não, não, nada a ver. Adoraria fazer isso. De verdade. Nada me deixaria mais feliz no mundo. É horrível me sentir assim, Nahuel. Detesto estar o tempo todo tão cheia de complexos e com medo de cada coisa que faço. A Macarena pode transar com você e não sentir nem um pingo de culpa, eu, por outro lado… digamos que, se a gente fizesse isso agora, me sentiria muito, muito mal. Mas, quando a gente teve aqueles momentos com a câmera e aquela primeira vez que a Brenda te chupou… uf… me senti maravilhosamente bem. Me senti livre. Senti que, finalmente, tinha controle sobre minha vida. Queria ter esse controle o tempo todo e poder viver sem complexos… que nem a Maca. Mas é muito difícil pra mim…
—Me desculpa muito… eu… vou tentar fazer tudo que estiver ao meu alcance pra te ajudar.
—Você tá me ajudando pra caralho. E quer saber de uma coisa? Não sei o que essas duas vadias tão planejando; mas… acho que a parada do sexo anal pode dar certo — mostrou um sorriso safado que durou só um instante —. Adoro levar no cu, especialmente se for uma pica grande como a sua.
Aí eu percebi que a tarefa que tínhamos entre mãos não era impossível. A Celeste estava ali, pedindo aos berros pra ser livre. Agora entendo que a Gisela realmente busca isso, que essa vai ser a forma dela se sentir plena e livre. Isso me motiva pra caralho, não vou mais ter que me sentir culpado se alguma tentativa não der certo. Simplesmente vou dar o meu melhor, por ela.
—----------
A sexta é a que vai.
A situação rolou assim. Eu tava no quarto da Macarena recebendo um boquete foda dela. Foi ideia dela fazer isso, embora ela tenha deixado claro desde o começo que a intenção não era me fazer gozar.
Ela estava se esmerando muito, a língua dela se mostrou ágil e colocou em prática toda a experiência dela chupando paus. Ela faz quase tão bem quanto a tia Cristela.
Num momento, ela parou a tarefa e se levantou.
—Vem, me segue —disse ele, pegando na minha mão.
Saímos sem que ela se importasse se alguém a visse pelada, enquanto eu andava ao lado dela com um pau duro. Quem nos viu foram justamente a Pilar e a tia Cristela. Mas nem deram muita bola. Ver gente nua ou no meio do sexo já é rotina nessa casa. E mesmo com minha avó por perto, a gente já tá pouco se lixando.
No meu quarto, Brenda e Gisela já estavam nos esperando, as duas ainda vestidas. Isso me surpreendeu, porque eu juraria que íamos pegá-las transando. Parece que até elas cansam de fazer isso. Gise tava sentada na cadeira do computador e Brenda na cama. Macarena pegou Gise pelo braço e forçou ela a levantar.
—Agora sim —ela me disse—. Mete nessa buceta de puta.
—Mas… mas… vai doer nela.
—Só faz isso, Nahuel…
Essas palavras vieram da própria Gisela e me pegaram de surpresa. Não sabia qual era a estratégia que tinham adotado, mas se minha irmã estava tão decidida, eu também teria que estar. Além disso… pra quem eu vou querer enganar? Agora mesmo tô com um tesão danado, faz dias que tô segurando a vontade, e nada me deixaria mais feliz do que meter no cu da Gisela.
Ela virou as costas pra mim e apoiou as mãos na cama. Tava vestindo uma calça cinza simples, de moletom, ficava uma delícia nela porque a bunda dela é enorme, mas tenho certeza de que não ficaria tão gostosa em qualquer outra mulher.
Puxei a calça dela de uma vez, junto com a calcinha, e naquele momento entendi tudo. Era uma tática tão simples quanto eficaz. Se o problema de enfiar a pica no cu da Gisela era que ela demoraria pra dilatar, isso dava pra resolver com um bom plug anal. Ela já tava usando, e assim que comecei a tirar, percebi que era um daqueles grandes.
Sorri pra Macarena, como se estivesse dizendo pra elas: "Boa ideia, hein", enquanto isso ela enchia minha pica de lubrificante, ao mesmo tempo que me masturbava pra deixar ela o mais dura possível.
Tirei o plug anal do cu da Gisela, com um certo esforço. Na parte mais larga, era do mesmo tamanho que minha pica. Consegui ver o buraco bem dilatado e soube que não teria problemas em meter de uma vez só, o mais fundo possível.
A penetração foi limpa, funda e sem escalas. Gise soltou um gemido que arrepiou minha pele e na hora comecei a bombear contra a bunda dela.
— E aí? Como é que tá se sentindo? — perguntei enquanto enfiava uma estocada atrás da outra.
—Continua… continua… uff… nem pensa em parar.
—Mmm… parece que tá funcionando —disse Brenda, que começou a tirar toda a roupa—. Dá pra perceber no seu olhar. Posso te dar um pouquinho de buceta?
—Não, ele tem que aprender a fazer isso só com a rola do Nahuel — disse a Macarena.
—Ah… que pena, porque adoro que me chupe a buceta quando ela fica assim. Ela se esforça pra caralho.
A Gisela foi subindo na cama devagar, até ficar de quatro em cima dela. Isso me deixou agarrar melhor na cintura dela e pude meter com mais força.
Parece que a Brenda não gosta de ficar de fora da brincadeira, e já que não podia fazer nada com a Gisela, ela chegou perto de mim e me deu um beijo quente na boca. Foi… estranho. Senti ela mais apaixonada do que de costume. Basta dizer que quase fez uma cirurgia de amígdalas com a língua. Também passou a mão nas minhas bolas, como se estivesse me incentivando a meter mais forte na Gisela… e se essa era a intenção dela, funcionou. Minha irmã começou a gemer que nem uma gata no cio.
—Ai, sim… me arrebenta essa buceta, gostoso… me dá que eu gosto… uf… meu deus… que delícia.
—Parece que funcionou —disse Macarena com um sorrisão—. Agora sim, se prepara, Brenda. Porque você vai ter que fazer tudo o que ela mandar.
— Tô sempre pronta pra isso — garantiu ela.
—Não, não… Brenda não. Quem vai fazer tudo o que eu mandar é você, Maca.
— O quê? Mas a Brenda é sua brinquedinho…
—Eu sei… mas fiquei pensando nisso todos esses dias, durante todas essas tentativas que você interrompeu, e a ideia de te usar como brinquedo foi ficando cada vez mais forte na minha cabeça.
—Hmm… mana, adoraria te foder, mas… se você acha que vai conseguir brincar comigo do mesmo jeito que faz com a Brenda, tá muito enganada.
—Não, Macarena, quem tá errada é você. Você me conhece calmo, mas não faz ideia do que eu posso ser quando tô muito puto.
— Ah, é? E o que você acha que vai fazer comigo? — Perguntou Maca, desafiadora.
—Por enquanto, nada. Só quero chupar sua buceta.
—Mmmm… isso dá pra resolver.
—Não vai —disse Brenda—. É uma armadilha —depois soltou uma risadinha safada.
—Não se preocupa, eu sei como lidar com mulher tarada — garantiu a Maca.
Ela sentou bem na frente da Gisela, com as pernas bem abertas. Ofereceu a buceta dela de bandeja, abriu com os dedos e falou: “Vai, se dá o gosto. Sei que essa te deixa molhadinha”.
Claro que aquela cena me deixou a mil. Eu já tava num ritmo bom e a bunda da Gisela tava pedindo pra continuar assim por mais um tempão, ela tava aguentando tudo de boa. Ela começou a lamber a buceta da irmã dela numa boa, como se tivesse esquecido daquela briguinha que tiveram minutos atrás.
De repente, a Gisela se mexeu, se posicionando bem em cima da Macarena. Ficaram cara a cara. Daí a Gise fez outro movimento, quase como se fosse um golpe de luta livre. Ela puxou a Maca junto, e não me surpreende que tenha conseguido tão fácil, porque a Gisela é bem maior e mais pesada que a magrela da Macarena que, mesmo sendo muito gostosa, é praticamente só pele e osso. As pernas da Gise se entrelaçaram com as da Maca, deixando elas imóveis. Ela também deu um jeito de juntar as duas mãos da Macarena nas costas dela.
—Agora sim, Nahuel… aqui está essa putinha toda sua. Quero que você meta no cu dela, e não esquece de todas as vezes que ela nos interrompeu.
—Não, não… para… me solta. Se ele meter no meu cu agora, vai me partir no meio. A pica dele é larga pra caralho.
—Sim, eu sei… e vai doer… e eu vou adorar.
—Tem certeza? —Perguntei pra Gise, que sem dúvida já era a Celeste.
—Muito segura, confia em mim. Essa puta vai ser obediente. Segura as mãos dela, que eu cuido de deixar ela quietinha.
Fiquei atrás da Macarena, ela tava com as pernas abertas, igual a Gise. E enquanto a Gise estivesse prendendo ela daquele jeito, ela não conseguiria se mexer.
—Eu te falei que era uma armadilha — comentou Brenda, enquanto passava mais lubrificante na minha pica —. Uma vez ela fez a mesma coisa comigo quando a gente tava transando com um cara que nem conhecíamos… eu tinha vergonha de dar a buceta… e ela cuidou pra que eu fizesse. Relaxa, você vai curtir.
—Não, não… me soltem… o alvo aqui não sou eu.
—Agora sim você é —disse Gisela—. E você mereceu muito, pelo jeito que nos tratou, sua puta maldita. Vai, Nahuel… arrebenta essa bunda dela.
Gisela realmente parece outra pessoa quando muda de atitude, quando seus filtros desaparecem. Apontei a piroca pro cu da Maca, que esperava completamente entregue, diante da incapacidade de se mexer da sua dona.
—Mmm… tá mais dilatado do que eu imaginava —falei, ao perceber que meu pau tava entrando de pouquinho.
—Óbvio, essa puta adora enfiar dildo no cu —disse Gisela.
—Isso é verdade —comentou Brenda—. Quando a gente transou junto, a primeira coisa que ela pediu foi que eu enfiasse um dildo bem grande no cu dela. Dá pra ver que ela curte muito sexo anal.
—Eu odeio eles… —disse Macarena, rangendo os dentes.
—Shh…. silêncio, gatinha —disse Gisela—. Ninguém te deu permissão pra falar.
—Eu falo tudo o que qui… ah… a puta da mãe… ai!!
A pica afundou dentro do cu dela como por mágica. Com certeza a Maca andou treinando muito sexo anal com os consolos que roubou da minha mãe. Fico me perguntando em quantas dessas situações a Pilar e a tia Cristela estiveram envolvidas. Elas são as que mais curtem transar com a Macarena.
—Assim que sentir que já pode meter forte, vai fundo —me incentivou a Gisela.
Macarena reclamou de novo, e até tentou se soltar. Foi totalmente inútil, a irmã dela é muito mais forte. Pelo jeito que ela gosta que eu enfie a pica na boca dela, sei que Macarena curte sexo pesado, e mesmo que o orgulho dela esteja um pouco ferido, sei que ela tá aproveitando esse momento.
Meu pau conseguiu entrar o suficiente pra dar uma boa experiência de sexo anal pra Macarena. Tive que segurar firme as mãos dela, mas fora isso não senti nenhuma resistência. Ela começou a gemer assim que eu comecei a bombar. Meu pau foi afundando mais e mais. De vez em quando eu tirava, pra Brenda passar mais lubrificante, aí metia de novo, conseguindo ir cada vez mais fundo.
Foi assim que consegui meter ela toda e deixar o cu dela bem dilatado. Como a Gisela disse bem: tenho que lembrar de todas as vezes que a Macarena nos obrigou a parar. Me pareceu um ato de justiça poética que agora eu já pudesse gozar no cu dela ao mesmo tempo que a Gisela mostrava pra ela que já tinha encontrado um jeito de derrubar essas barreiras mentais que impediam ela de mostrar toda a sua energia sexual.
Claro que a Maca deu uma lutinha a mais enquanto eu comia ela. Fez isso por puro orgulho, pra não nos dar o gostinho de vê-la mansa e submissa. Mas não conseguiu se mexer. E aos poucos foi perdendo a força pra resistir. Os gemidos dela ficaram mais intensos, mostrando que tava curtindo cada vez mais as penetrações anais. Percebi que a Gisela foi soltando ela aos poucos, e eu fiz o mesmo, até que ninguém mais segurava ela. Macarena ficou completamente derrotada e entregue, se ajeitou melhor pra aproveitar as penetrações e poder roçar a buceta dela na da Gise. Depois, beijou a irmã mais velha na boca.
Ficamos transando assim por um bom tempo, até que eu senti vontade de gozar. Uma vontade do caralho de gozar. Tava acumulando porra há dias.
E pro grande final, tive uma ideia que com certeza a Gise ia adorar. Cheguei perto do rosto dela e mirei enquanto me masturbava. Na hora, a Macarena e a Gisela começaram a lamber minha glande e em segundos meu pau já tava cuspindo jatos grossos de porra na cara delas… principalmente na da Gise, como ela tava embaixo, levou a maior parte da carga. A cara dela ficou quase toda branca. Quando terminei de gozar, as duas se beijaram com paixão, trocando esperma uma com a outra.
—Eu te quero, putinha —disse Gisela.
—Eu também te quero —respondeu Maca, enquanto limpava o rosto dele com a língua.
Esse processo durou vários minutos e eu tive tempo de relaxar. Minha pica ficou mole. Senti um pouco de pena da Brenda, porque ela não pôde participar, mas sei que vai ser bem compensada pela colaboração dela. Se a Gisela não cuidar disso, eu vou cuidar.
Quando as duas irmãs ficaram com o rosto completamente limpo, saíram da cama e se levantaram. Macarena espreguiçou os músculos. Ainda parecia meio confusa com o que tinha acontecido. Com certeza vai levar um tempo pra ela aceitar que uma das irmãs conseguiu dominá-la.
—Bom, já foi... queriam a Celeste? Tá aqui ela. Agora… podem me dizer qual é o plano? Tenho que cuidar da vó Fernanda quando chegar a hora certa?
—Não, não… —disse Macarena—. Da vovó quem vai cuidar é o Nahuel. Você vai se concentrar na mamãe.
Gisela mostrou um sorriso perverso, como ele nunca tinha visto nela antes.
—Adoro. Já tô falando que a Alicia vai ser minha putinha.
—Ei, achei que eu era sua putinha — protestou Brenda.
— E quem disse que eu só posso ter uma puta?
—Ah…
—De joelhos e chupa, puta.
—Sim, senhora.
Brenda se agarrou na buceta da Gise como se a vida dela dependesse disso. É inacreditável o poder de dominação que ela tem quando perde todos os filtros. Tenho certeza de que a mamãe não vai conseguir resistir a ela.
Mas… ainda tenho minhas dúvidas se vou conseguir fazer o mesmo com a vovó Fernanda. Até agora tá tudo certo… mas nunca se sabe.
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Tava na sala lendo um livro, sem prestar muita atenção na história, porque na real tava na expectativa. Queria saber cada passo que minha avó desse fora do quarto dela, e se ela saísse, tinha que atravessar o corredor, e eu ia ver ela passar pelo arco principal que liga ele à sala. É o melhor jeito de observar os movimentos da casa toda, agora entendo por que minha mãe (com a personalidade controladora dela) passava tantas horas na sala.
Quando a Fernanda me viu, não conseguiu evitar se aproximar. Parou na minha frente com as mãos na cintura, vi que ela só estava vestindo uma camiseta velha meio comprida e que por baixo aparecia a buceta dela.
—Tô muito puta da vida com você.
— Por quê? —Perguntei baixando o livro, sabia exatamente do que ela tava falando; mas me fazer de besta era parte do meu jogo—. Ei! Tá aparecendo toda a sua buceta. Que estranho você saindo do quarto sem se vestir.
Deu de ombros.
—Já vi que nesta casa usar roupa é opcional. Já conheço de cor as tetas e as bucetas de todas as minhas netas.
—E a da Pilar, você ficou explorando com a língua — Fernanda ficou vermelha.
—Não quero falar disso agora. Como eu tava dizendo, tô puta da vida com você. Hoje de manhã você entrou no quarto da Tefi… e trancaram a porta.
—É isso aí…
— E aí, o que vocês estiveram fazendo?
—Sei lá… usa a imaginação.
—Já imagino claramente o que rolou dentro daquele quarto.
— E por isso que você tá tão puta?
—Não. Tô puta porque não me deixaram entrar. Bati na porta umas vinte vezes e não abriram.
—Ah, desculpa por isso… é que a gente tava com o som no talo…
—Sim, disso também me liguei. Por que não me deixaram entrar?
—Já te falei, vó. A gente não sabia que você tava aí. Colocamos música e trancamos a porta pra ninguém incomodar, já cê imagina o porquê. Nunca passou pela nossa cabeça que você ia querer participar... embora... depois do que cê fez com a Pilar, talvez eu devesse ter pensado que agora cê quer comer a buceta da Tefi.
—Claro que não…
—Não te culpo. A Tefi tem uma buceta muito linda. Acho que é a mais linda de todas. Se você tá com tesão na sua neta, eu super entendo.
—Ai, não… Nahuel… não me fala essas coisas. Me deixa muito sem graça. Eu não tô afim de nenhuma das minhas netas.
—Mas… você bem que comeu a Pilar.
—Isso… isso… foi algo não planejado. Não tava querendo fazer. Simplesmente aconteceu.
—Então? Pra que você queria entrar no quarto da Tefi se não era pra chupar a buceta dela?
Ela ficou em silêncio. Assim como minha mãe (nos piores dias dela), a Fernanda não gosta de admitir por que faz as coisas; mas também… igual à Alicia, ela é capaz de confessar tudo quando está com tesão. Vi que a buceta dela estava coberta de lubrificação, o que me mostrava que ela tinha se masturbado minutos antes de sair do quarto.
—Queria passar um tempo gostoso com você —disse por fim.
—Ah, que bom. Teria te incomodado fazer isso na frente da Tefi?
—Não, de jeito nenhum… já fiquei à vontade com ela. Agora não tem ninguém no meu quarto… cê quer…?
—Nah, te agradeço. A verdade é que tô muito cansado. A Tefi me deixou destruído. Essa mina é insaciável.
A Fernanda me olhou com severidade.
—Então como é que fica? Você se diverte comigo quando bem entende, mas eu tenho que esperar sempre?
—Não sei do que você tá falando, vó —não era a primeira vez no dia que eu dava um fora nela. Pouco antes de entrar no quarto da Tefi, a vó ficou um pouco intensa comigo na cozinha. Ela apalpou meu pau por um tempinho e até pensou que a gente ia acabar transando. Mas eu falei que minha namorada tava me esperando, o que é mentira total… nem namorada eu tenho—. Eu não pedi pra você entrar no quarto da Pilar… nem no da Tefi, nem nada.
—Eu sei, mas… ultimamente você tá me enchendo de desculpas.
—Você tá falando como se eu tivesse a obrigação de transar com a minha própria avó. Isso soa… muito estranho. Não acha?
Isso foi um golpe baixo, eu sei. Mas era exatamente o que a situação precisava. Ela deu um passo pra trás, como se de repente tivesse visto um fantasma.
—Não… não… nunca disse que você era obrigado, é só que… hum… tá bom, faz o que quiser. Eu só tava tentando te dar a chance de se divertir um pouco. Se não quiser, tudo bem. Já vou achar alguma coisa pra fazer.
—Tá bom. Qualquer coisa, a gente fala depois.
—Sim, claro… quando você tiver vontade e eu não.
—Você disse alguma coisa?
—Não, nada…
Deu meia-volta e foi embora.
No dia seguinte, falei com a Pilar sobre a vó, pedi pra ela me manter atualizada sobre qualquer fofoca a respeito.
—Ela deu em cima de mim duas vezes —disse Pilar—. Tá desesperada pra transar… e eu entendo. Deve estar há meses, ou anos, sem sexo, e agora que voltou a pegar fogo, tá mais quente que forno. Comigo foi a mesma coisa quando… bom, você sabe… quando perdi a virgindade. Queria transar o tempo todo. E ainda tenho vontade de fazer isso quase o dia inteiro; mas tento me segurar um pouco. Custou muito pra eu dizer não pra vovó.
—Pra mim também foi super difícil. Especialmente na primeira vez, porque eu ainda não tinha transado com… hã… nunca tinha transado.
—Com quem você transou? Já sei… com a Tefi. Ultimamente vocês dois tão passando muito tempo juntos.
—Outra que vem com esse papo… Cê tava falando com a Macarena?
Sim, óbvio... mas não é só ideia dela. Eu também vejo. Não sou nenhuma otária. Sei que se você quer transar com alguém, sua primeira opção é sempre a Tefi. O que acho muito estranho, considerando que vocês sempre se deram mal. Será que agora encontraram no sexo um jeito de se darem bem?
—O que você quer dizer com isso?
—Vocês já não falam o que incomoda um no outro, com medo de ficar sem vontade de transar. Se for assim, lamento te dizer que na verdade vocês não se dão bem, nem perdoaram nenhuma das brigas que tiveram. Só… estão segurando a vontade de brigar porque senão saem perdendo.
—Mas… mas… eu nunca odiei a Tefi, às vezes ela me tira do sério. Pode ser que a gente tenha discutido no passado… mas te juro que na maioria das vezes foi porque ela começou a briga.
—Eu sei. Essa mina tem mau gosto. Não tanto quanto a Ayelén, que é uma psicopata… mas a Tefi também é cheia de confusão. Sinto muito, Nahuel. Sei que você tá criando afeto por ela. Só tô tentando te proteger.
—Para… para… o que você tá querendo insinuar? Não fala com rodeios.
—Hmm… bom, eu não queria te falar de forma tão direta, pra não te machucar… mas talvez seja melhor assim. Você precisa abrir os olhos, Nahuel. A Tefi só quer transar, e como não curte mulheres, ela sempre te procura. Vamos dizer que ela te atura, porque senão fica sem pica. No dia que ela arrumar outra pica… hmm…
—Vai se esquecer de mim…
Fiquei de olhos bem abertos, olhando pro infinito. Nunca tinha passado pela minha cabeça que a Tefi só me trata bem por interesse. A Pilar é muito perceptiva, e ainda por cima conhece a irmã dela. Sabe o que tá falando.
Ela percebeu que eu fiquei confuso e paralisado. Se afastou de mim dizendo: "Me desculpa mesmo".
E se ela tiver razão? E se, na real, a Tefi me odeia? Bom, talvez "ódio" seja uma palavra muito forte. Mas se ela só "tá me aturando", também é uma merda. Significa que assim que a quarentena acabar, ela vai procurar outro cara pra transar e vai me esquecer. Na verdade, ela não tem por que se importar comigo, quer dizer… eu sou o irmão. Ela devia viver a vida dela sem se preocupar comigo. Mas, no fundo, sempre tive a esperança de que o sexo com minhas irmãs continuaria quando a gente recuperasse a liberdade. Talvez não com tanta frequência… mas continuaria.
E se com a Tefi não rolar?
E se ela voltar com o ex-namorado dela?
E se ela conhecer alguém novo?
Com todo o material pornô que ela tá postando na internet, com certeza tem uma fila de candidatos prontos pra satisfazer ela.
De repente, uma sensação estranha me invadiu. Comecei a ficar sem ar. Tudo ficou embaçado, como se a pressão tivesse caído. Tive que me levantar rápido pra pegar um copo d'água. Isso me aliviou um pouco, mas o mal-estar continuou pulsando dentro de mim.
Todos os meus links, pra vocês poderem seguir e apoiar minhas histórias:
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Capítulo 57.
O Ensaio.
Os lábios da Brenda e da Gisela estavam colados na minha cabeça, uma de cada lado. As línguas delas não paravam de se mexer e, além disso, eu sentia a sucção quase constante das bocas delas. Não lembro de terem chupado minha rola desse jeito. Essas duas minas tinham uma coordenação perfeita, e mesmo com as línguas se cruzando o tempo todo, não atrapalhavam uma à outra. Elas até se sincronizavam na hora de engolir um pouco da minha pica: quando uma fazia isso, a outra já começava a dar longas lambidas em todo o meu tronco ou a chupar minhas bolas.
A gente devia estar fazendo isso pra Gisela ficar com tesão, e espero que esteja funcionando, porque comigo com certeza funcionou. Minha pica tá tão dura que sinto ela pulsar.
Houve um tempo em que ter a Gisela chupando meu pau me causava um certo desconforto, até mais do que se fosse outra das minhas irmãs ou minha mãe. Isso se deve a vários fatores, e um deles é que nunca achei que a Gisela fosse tão sexual. Ela sempre escondeu essa faceta do seu caráter. Agora que sabemos da Celeste, seu alter ego, e de como ela usou isso pra viver suas fantasias sexuais ao máximo, me sinto mais à vontade. Sei que tem uma parte na Gisela que ama sexo; talvez até mais que a própria Macarena, que até agora eu achava que era a mais puta das minhas irmãs. Agora tenho minhas dúvidas.
Brenda se ajoelhou de quatro na cama, ela já não era nem sombra da menina tímida que conheci no primeiro dia que chegou em casa. Agora agia com uma desenvoltura e uma confiança extrema, como se já fosse parte da família… e eu adoro que ela se sinta assim.
—Vem, enfia essa pica em mim —ela disse enquanto abria as nádegas.
— Não era a Gisela que tinha que ficar com tesão? — Perguntei.
—Por isso. A Gise adora ver como enfiam uma rola em mim.
—Uf, sim… isso é muito verdade —garantiu minha irmã mais velha—. Poucas coisas me excitam tanto quanto ver a Brenda sendo penetrada. Não sei por quê.
—Eu sei por que — disse Macarena.
Ela observava toda a ação sentada bem confortavelmente na cama dela, enquanto se masturbava gostoso. Já tinha tirado a calcinha fio dental e a buceta linda dela estava à vista de todos.
—Mmmm… queria ouvir sua teoria —disse Gise—, mas antes… quero ver como o Nahuel enfia a rola inteira nessa puta gostosa.
Gise ficou de joelhos ao lado da bunda da Brenda e abriu aquela buceta pra mim. Ela tratou de guiar meu pau pra dentro daquele buraco.
—Uf… me deixa louca —disse ela, enquanto o pau ia afundando naquela buceta apertada.
—Te dá tanto tesão porque a Brenda tem cara de inocente. De “menina boazinha”. Quem vê ela pela primeira vez com certeza vai pensar que ela nunca transa com ninguém, uma mina com essa carinha de Testemunha de Jeová não poderia ser uma puta. Mas ela é…
—Antes não era —disse Brenda—. Quando eu e a Gisela nos conhecemos, eu era tão inocente quanto minha aparência indicava. Ela me levou pelo mau caminho… ou talvez devesse dizer que foi a Celeste quem fez isso.
—E esse é o outro motivo pelo qual a Gise fica tão tesuda vendo você ser comida. Porque ela sabe que foi ela quem te levou pelo "caminho da perdição". Ela despertou a puta que existe em você… e olha, te levou pra situações tão loucas quanto essa. De uma garota inocente, você passou a fazer parte das fantasias incestuosas de uma família que você nem conhecia.
—Uma família que te adotou como se você fosse mais uma da casa — comentou Gisela, e em seguida passou a língua pelos lábios da buceta da Brenda.
—É isso aí —falei—. A gente adora ter você aqui. Espero que nunca vá embora.
—Uai… não fala essas coisas… vai me deixar excitada. Vou acabar chorando. E odeio chorar quando tô tão tesuda.
—Mete forte nessa puta, pra ela lembrar que tá dando —disse Gisela, que já mostrava claros sinais da personalidade da Celeste.
Fiquei uns minutos dando pra Brenda, ela curtiu tanto quanto eu, e como não ia curtir, porque enquanto eu metia nela, a Gise passava a língua na buceta dela e no cu com uma maestria incrível.
—Tá funcionando —falei pra Macarena.
—Pode ser… mas tá demorando demais —saiu da cama e se aproximou de mim, por um momento achei que ia tentar algo sexual pra esquentar mais a situação, por isso o que ele fez me surpreendeu tanto. Tirou meu pau da buceta da Brenda e disse—. Ok, Nahuel… valeu por tudo. Já pode vazar.
—O quê? Agora? Cê tá louca? Por acaso você não queria que a Gisela ficasse excitada…? Já tamo conseguindo.
—Sim, mas não adianta nada se vai demorar tanto tempo.
—Ei, eu também queria me divertir com o Nahuel… —disse a Gise—. Ele tem razão, já tô ficando com tesão.
—Desculpa, irmã, você perdeu sua chance. A gente precisa da Celeste, ainda não vi a Celeste por aqui. Se quiser, fica aqui transando com a Brenda, a gente empresta o quarto. O Nahuel e eu vamos embora.
Macarena saiu do quarto com a buceta de fora e puxando meu braço. Eu ainda estava com a pica dura.
—A vó pode nos ver —lembrei a ela.
—Não tô nem aí. Deixa ele ver. Pode até ajudar. Agora, vamos pro teu quarto…
—Pra quê?
—Porque sei que tu tá com tesão e não quero que você desconte na Gisela, pode fazer isso comigo.
—Ah… mmm… interessante. Mas… acho que consigo segurar a vontade.
Ele freou de repente e olhou nos meus olhos.
—Ok, vamos pro teu quarto, bater um papo um pouco. Vamos ver quanto tempo tu aguenta sem enfiar a pica em mim. Vamos ver se tu tem tanto autocontrole quanto diz.
Entramos no meu quarto e sentamos na cama, ela com as costas apoiadas na cabeceira e eu bem na frente dela. A desgraçada deixou as pernas bem abertas e começou a acariciar a buceta dela suavemente.
—O que foi tudo aquilo? —Perguntei, com o pau ainda duro—. Por que você parou tudo no melhor momento?
—Já te falei, não adianta nada se a Celeste demorar tanto pra aparecer. Quando chegar a hora de agir, não vamos ter esse tempo todo pra Gise ficar com tesão. Ela vai ter que dar um jeito de chegar nesse ponto de excitação o mais rápido possível. E com isso eu tô treinando ela um pouco. Agora ela sabe que se não se esforçar mais, vai ficar na vontade de aproveitar sua pica. Me promete que não vai fazer nada com ela sem eu te dar permissão primeiro.
—Ufa… tá bom. Só porque confio em você. Me dá pena deixar a Gise assim.
—Pelo menos ele tá com a Brenda. Essa mina eu gosto pra você. Quando é que você vai pedir ela em namoro de verdade?
—Ai, que direta. Nunca passou pela minha cabeça pedir isso pra ela.
—Por que não? E não use a Gise como desculpa, ela também adoraria que você e a Brenda ficassem juntos.
—Não, não é por causa da Gise.
—Ah… já sei… é por causa da Tefi.
—Nada a ver, Maca. Não fala besteira.
—Então por que é? Fala, Nahuel. Comigo você não consegue enganar. Dá pra te ler como se fosse um livro aberto. Sei que você gosta da Brenda, e ela gosta de você. Vocês formam um casal perfeito. Dividem o mesmo quarto, transam pra caralho, e ela já sabe das paradas que você faz com sua família e topa participar. Já te falei. Ela é a namorada perfeita pra você.
—E por que você tá tão insistente nisso? Por que tanta pressa pra eu namorar a Brenda?
—Porque não quero que as coisas terminem mal. A Tefi não é pra você.
—Já sei… é minha irmã. Cê acha que eu não percebi?
Não tô falando só disso. Sério, Nahuel. Isso não é pra você.
—Não quero falar sobre isso agora. Pensei que a gente ia transar um pouco e pronto…
—Não era que você ia segurar a vontade?
—Isso eu mesmo não acreditei. Enfim, não quero discutir com você agora. Me avisa quando precisar da minha ajuda com a Gisela de novo. Enquanto isso, me deixa em paz.
Vesti um short e saí do quarto. Antes de fechar a porta, ouvi a Macarena dizendo:
—Só tô cuidando de você, Nahuel… e você sabe disso.
—------------
Teve um segundo ensaio. Aconteceu no dia seguinte. Já tinha passado a raiva que eu tava da Macarena, até porque não queria ficar de mal com ela agora que a gente tava tão perto de conseguir o que a gente queria.
Essa segunda tentativa rolou no meu quarto, enquanto eu tava comendo a Brenda. Sim, eu sei… ultimamente tô comendo muito essa mina, e a gente nem precisa de desculpa pra isso. Passamos um tempão no mesmo cômodo, pelados, e não é incomum a gente acabar na cama metendo com tudo.
A porta se escancarou e eu tive um puta flashback da época em que minha mãe fazia isso e eu tinha que inventar desculpas pra me livrar. Mas agora não tenho motivo pra ter medo. Mesmo que seja minha avó entrando, tô nem aí.
Eram a Macarena e a Gisela. As duas estavam vestidas de forma casual, com shorts e regatas. Na Gisela, a regata tinha um decote bem cavado e os bicos dos peitos marcavam demais no tecido.
—Aí estão eles. O momento perfeito —disse a Maca—. Vai, manda ver… entra nessa. O que cê tá esperando?
—É que… cê sabe… não tô com tesão.
—Você vai perder de novo a chance de brincar com a pica do Nahuel? —Perguntou a Macarena.
—Mmm… bom, se você colocar desse jeito…
Gise tirou a roupa rapidinho, chegou na cama e sentou na cara da Brenda, que tava deitada de barriga pra cima enquanto eu metia a pica nela. Claro que a Brenda recebeu ela com a melhor das atitudes, já começou a lamber a buceta dela na hora. Isso deu um efeitão na Gisela, que começou a rebolando o quadril. Como as tetonas dela tavam ao alcance da mão, resolvi pegar uma e comecei a chupar o mamilo dela. Em poucos segundos ele ficou durinho.
—Nahuel, tira a cock da pussy da Brenda —ordenou Macarena.
—Hã? Por quê? —Protestei. A Brenda não conseguia falar, porque tinha as nádegas da Gise na cara, mas tenho certeza de que, se pudesse, ela também teria reclamado.
—Porque quero que a Gisela chupe sua pica.
—Ah… bom, assim sim…
Tirei a pica e deixei ali, entre os lábios da buceta da Brenda, apontando direto pra minha irmã mais velha.
—Mmm… cedo demais —disse Gisela—. Melhor a gente tentar depois.
—Ok, muito bem —disse Maca—. Nahuel, pode se retirar.
—O quê? Por quê?
—Você já sabe muito bem por quê.
—Ufa…
Protestei, fiz biquinho e xinguei a Maca bem baixinho. Mesmo assim, fiz o que ela pediu. Não curto nem um pouco ter que largar meu quarto bem na hora que tava me divertindo tanto com a Brenda, mas tenho que confiar no treinamento da Macarena. Espero que ela saiba o que tá fazendo, senão vou ficar puta da vida com ela por estragar um momento foda meu de novo.
Vesti uma calça e saí do quarto enquanto a Gisela dizia:
—Tão sendo muito malvados comigo. Só preciso de mais um tempinho.
—Sinto muito, mana —respondeu Maca—. Não temos tempo. Precisamos da Celeste. Se você ver ela por aí, fala pra ela vir… o mais rápido possível.
A Macarena saiu comigo e a gente sentou nos sofás da sala.
—Espero que tudo isso dê certo —falei pra ela—, porque esse negócio de deixar as coisas pela metade não me desce nada.
—Você não disse que estava aprendendo a controlar seus impulsos?
Sim, mas uma coisa é fazer por vontade própria, e outra bem diferente é porque alguém me manda. Agora fiquei com um tesão danado.
— Tá insinuando que eu tenho que te ajudar a aliviar essa vontade?
—Bom, da última vez você se ofereceu pra fazer isso.
—Sim, mas dessa vez eu não vou fazer.
— Por que não?
—Porque não quero que você chegue exausto na "batalha final". Tem que transar menos, Nahuel. Tá igual um coelho. Enfia a pica em cada buraco que aparece e isso vai te roubar as forças pro grande momento. É só por um tempo. Quando tudo isso se resolver, pode voltar a transar à vontade, com quem quiser. Aí sim vou adorar te ajudar. Mas, por enquanto... guarda um pouco de porra, que as reservas não são infinitas.
—Ufa… tá bom. Odeio quando você tem razão.
—E eu sempre tenho razão — disse com um sorriso perverso.
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Pra minha má sorte, teve outras tentativas fracassadas onde a Gisela não conseguiu ativar o alter ego dela e a gente teve que parar tudo, por ordem da Macarena. Essa maldita desgraçada tá brincando com a nossa mente… e com a nossa paciência. Eu percebi o desconforto na Gisela quando, finalmente, ela resolveu chupar minha rola sem nenhum preâmbulo, e sem a Brenda interferir. Simplesmente se ajoelhou e engoliu minha rola inteira quando a Macarena mandou ela fazer isso. Ela ficou chupando por um tempo até a Maca falar:
—Agora fica de quatro na cama e abaixa a calça.
Naquela hora, a Gisela hesitou, disse que precisava de mais tempo, e a Macarena, porque é cruel e perversa, decidiu que era melhor deixar pra outra hora. Mais uma vez, fiquei com toda a porra no tanque reserva. O pior de tudo é que a Maca me pediu pra diminuir a frequência das punhetas. Uma vez ela me pegou batendo uma enquanto olhava fotos pornô no celular (sim, eram as fotos da Tefi, as mais novas que ela postou na internet). Tava quase gozando quando a Macarena invadiu meu quarto e falou: “Ei, nem pense em gozar”.
Tive que parar na hora, assim como tive que me interromper na quarta tentativa de ensaio (sim, eu sei… nem um ensaio completo a gente conseguiu fazer, o que me dá um pouco de medo). Dessa vez a tática foi meter em Gisela de cara, a Macarena baixou a calça dela e me disse:
—Vai, enfia logo antes que ela se arrependa.
E aí eu meti nela… por sorte a gente tava no meu quarto e ninguém viu a cena. Foi meio complicado, porque a Gisela tentou dar uma animada, se inclinou pra frente e apoiou os peitos na parede; mas… eu parei porque percebi que ela tava desconfortável. Sacou que ela não tava curtindo tanto quanto devia.
—Não vou continuar —falei—. Assim não me agrada. Não quero deixar a Gise desconfortável.
—Tá bom, Nahuel —disse minha irmã mais velha—. Pode continuar, já vou ficar com tesão…
Não, não, assim não me agrada.
Dessa vez fui eu quem botou um ponto final em tudo, o que fez a Maca dizer: “Tô orgulhosa de você, maninho”. A Gisela teve que ficar sozinha, sei que ela bateu uma na minha cama, porque antes de sair do quarto vi ela começando a se tocar. Mas alguma coisa me diz que ela não curtiu de verdade aquela punheta. Fico meio com pena, ela tá se esforçando pra caralho pra “ativar” a Celeste o mais rápido possível; mas nada parece funcionar. Ela sempre pede mais tempo… e a Macarena insiste que a Celeste tem que aparecer na hora, como se fosse ligar um interruptor.
Horas depois, no mesmo dia, a gente conversou sobre isso, e dessa vez a Brenda entrou na roda. A gente se juntou no quarto da Macarena.
—Gisela, já pensou na pergunta que te fiz hoje de manhã? —perguntou Maca—. Quero que responda sem medo, o que mais te excita fazer com o Nahuel? O que te deixa louca?
—Pensei bastante, até conversei com a Brenda… e acho que o que mais me excita é você gozar na minha cara. Isso me deixa louca na hora.
—Então a gente podia tentar isso —falei, tirando a pica da minha calça.
—Esse punheteiro tá desesperado por leite —disse Macarena—. Guarda isso que ainda não vai usar.
—Mas… mas… é uma boa ideia.
—Não, é uma péssima ideia. Te falei que pra esse plano dar certo, você precisa estar cheio de energia. Se a primeira coisa que você vai fazer é gozar na cara da Gisela, então já começamos errado.
—Mmm… cê tem razão, não tinha pensado por esse lado.
—E não, porque tu pensa com a pica —Brenda deu uma risadinha e balançou a cabeça. Até a Gisela achou graça do comentário.
—Tem outra opção — disse Brenda.
—Qual? —Quis saber.
—Mete ela no cu, sem pedir permissão.
—Ei, isso me parece um pouco demais —disse Gisela—. Não acho que vou aguentar a pica do Nahuel se ele meter sem nenhum aviso. Aliás, nem vai entrar.
—É verdade —disse Macarena—. Não acho que entre tão rápido. Mas a ideia é boa. Já sei o que podemos fazer.
—Que coisa? —Perguntei.
—Espera eu te dar a ordem, confia em mim. Vem cá, Brenda, preciso que me ajude a montar isso… e já que tá aqui, não tá a fim de chupar um pouquinho minha buceta?
—Claro que sim —Brenda pulou de pé e as duas foram embora. Elas continuaram com suas brincadeirinhas no meu quarto.
Gisela ficou sozinha comigo e um silêncio muito constrangedor se formou.
—Isso é mais difícil do que eu imaginava —comentou—. Nunca tinha parado pra pensar que precisava de um contexto específico pra poder… hã… quebrar minhas barreiras.
—Talvez seja porque você não quer mesmo fazer isso.
—Não, não, nada a ver. Adoraria fazer isso. De verdade. Nada me deixaria mais feliz no mundo. É horrível me sentir assim, Nahuel. Detesto estar o tempo todo tão cheia de complexos e com medo de cada coisa que faço. A Macarena pode transar com você e não sentir nem um pingo de culpa, eu, por outro lado… digamos que, se a gente fizesse isso agora, me sentiria muito, muito mal. Mas, quando a gente teve aqueles momentos com a câmera e aquela primeira vez que a Brenda te chupou… uf… me senti maravilhosamente bem. Me senti livre. Senti que, finalmente, tinha controle sobre minha vida. Queria ter esse controle o tempo todo e poder viver sem complexos… que nem a Maca. Mas é muito difícil pra mim…
—Me desculpa muito… eu… vou tentar fazer tudo que estiver ao meu alcance pra te ajudar.
—Você tá me ajudando pra caralho. E quer saber de uma coisa? Não sei o que essas duas vadias tão planejando; mas… acho que a parada do sexo anal pode dar certo — mostrou um sorriso safado que durou só um instante —. Adoro levar no cu, especialmente se for uma pica grande como a sua.
Aí eu percebi que a tarefa que tínhamos entre mãos não era impossível. A Celeste estava ali, pedindo aos berros pra ser livre. Agora entendo que a Gisela realmente busca isso, que essa vai ser a forma dela se sentir plena e livre. Isso me motiva pra caralho, não vou mais ter que me sentir culpado se alguma tentativa não der certo. Simplesmente vou dar o meu melhor, por ela.
—----------
A sexta é a que vai.
A situação rolou assim. Eu tava no quarto da Macarena recebendo um boquete foda dela. Foi ideia dela fazer isso, embora ela tenha deixado claro desde o começo que a intenção não era me fazer gozar.
Ela estava se esmerando muito, a língua dela se mostrou ágil e colocou em prática toda a experiência dela chupando paus. Ela faz quase tão bem quanto a tia Cristela.
Num momento, ela parou a tarefa e se levantou.
—Vem, me segue —disse ele, pegando na minha mão.
Saímos sem que ela se importasse se alguém a visse pelada, enquanto eu andava ao lado dela com um pau duro. Quem nos viu foram justamente a Pilar e a tia Cristela. Mas nem deram muita bola. Ver gente nua ou no meio do sexo já é rotina nessa casa. E mesmo com minha avó por perto, a gente já tá pouco se lixando.
No meu quarto, Brenda e Gisela já estavam nos esperando, as duas ainda vestidas. Isso me surpreendeu, porque eu juraria que íamos pegá-las transando. Parece que até elas cansam de fazer isso. Gise tava sentada na cadeira do computador e Brenda na cama. Macarena pegou Gise pelo braço e forçou ela a levantar.
—Agora sim —ela me disse—. Mete nessa buceta de puta.
—Mas… mas… vai doer nela.
—Só faz isso, Nahuel…
Essas palavras vieram da própria Gisela e me pegaram de surpresa. Não sabia qual era a estratégia que tinham adotado, mas se minha irmã estava tão decidida, eu também teria que estar. Além disso… pra quem eu vou querer enganar? Agora mesmo tô com um tesão danado, faz dias que tô segurando a vontade, e nada me deixaria mais feliz do que meter no cu da Gisela.
Ela virou as costas pra mim e apoiou as mãos na cama. Tava vestindo uma calça cinza simples, de moletom, ficava uma delícia nela porque a bunda dela é enorme, mas tenho certeza de que não ficaria tão gostosa em qualquer outra mulher.
Puxei a calça dela de uma vez, junto com a calcinha, e naquele momento entendi tudo. Era uma tática tão simples quanto eficaz. Se o problema de enfiar a pica no cu da Gisela era que ela demoraria pra dilatar, isso dava pra resolver com um bom plug anal. Ela já tava usando, e assim que comecei a tirar, percebi que era um daqueles grandes.
Sorri pra Macarena, como se estivesse dizendo pra elas: "Boa ideia, hein", enquanto isso ela enchia minha pica de lubrificante, ao mesmo tempo que me masturbava pra deixar ela o mais dura possível.
Tirei o plug anal do cu da Gisela, com um certo esforço. Na parte mais larga, era do mesmo tamanho que minha pica. Consegui ver o buraco bem dilatado e soube que não teria problemas em meter de uma vez só, o mais fundo possível.
A penetração foi limpa, funda e sem escalas. Gise soltou um gemido que arrepiou minha pele e na hora comecei a bombear contra a bunda dela.
— E aí? Como é que tá se sentindo? — perguntei enquanto enfiava uma estocada atrás da outra.
—Continua… continua… uff… nem pensa em parar.
—Mmm… parece que tá funcionando —disse Brenda, que começou a tirar toda a roupa—. Dá pra perceber no seu olhar. Posso te dar um pouquinho de buceta?
—Não, ele tem que aprender a fazer isso só com a rola do Nahuel — disse a Macarena.
—Ah… que pena, porque adoro que me chupe a buceta quando ela fica assim. Ela se esforça pra caralho.
A Gisela foi subindo na cama devagar, até ficar de quatro em cima dela. Isso me deixou agarrar melhor na cintura dela e pude meter com mais força.
Parece que a Brenda não gosta de ficar de fora da brincadeira, e já que não podia fazer nada com a Gisela, ela chegou perto de mim e me deu um beijo quente na boca. Foi… estranho. Senti ela mais apaixonada do que de costume. Basta dizer que quase fez uma cirurgia de amígdalas com a língua. Também passou a mão nas minhas bolas, como se estivesse me incentivando a meter mais forte na Gisela… e se essa era a intenção dela, funcionou. Minha irmã começou a gemer que nem uma gata no cio.
—Ai, sim… me arrebenta essa buceta, gostoso… me dá que eu gosto… uf… meu deus… que delícia.
—Parece que funcionou —disse Macarena com um sorrisão—. Agora sim, se prepara, Brenda. Porque você vai ter que fazer tudo o que ela mandar.
— Tô sempre pronta pra isso — garantiu ela.
—Não, não… Brenda não. Quem vai fazer tudo o que eu mandar é você, Maca.
— O quê? Mas a Brenda é sua brinquedinho…
—Eu sei… mas fiquei pensando nisso todos esses dias, durante todas essas tentativas que você interrompeu, e a ideia de te usar como brinquedo foi ficando cada vez mais forte na minha cabeça.
—Hmm… mana, adoraria te foder, mas… se você acha que vai conseguir brincar comigo do mesmo jeito que faz com a Brenda, tá muito enganada.
—Não, Macarena, quem tá errada é você. Você me conhece calmo, mas não faz ideia do que eu posso ser quando tô muito puto.
— Ah, é? E o que você acha que vai fazer comigo? — Perguntou Maca, desafiadora.
—Por enquanto, nada. Só quero chupar sua buceta.
—Mmmm… isso dá pra resolver.
—Não vai —disse Brenda—. É uma armadilha —depois soltou uma risadinha safada.
—Não se preocupa, eu sei como lidar com mulher tarada — garantiu a Maca.
Ela sentou bem na frente da Gisela, com as pernas bem abertas. Ofereceu a buceta dela de bandeja, abriu com os dedos e falou: “Vai, se dá o gosto. Sei que essa te deixa molhadinha”.
Claro que aquela cena me deixou a mil. Eu já tava num ritmo bom e a bunda da Gisela tava pedindo pra continuar assim por mais um tempão, ela tava aguentando tudo de boa. Ela começou a lamber a buceta da irmã dela numa boa, como se tivesse esquecido daquela briguinha que tiveram minutos atrás.
De repente, a Gisela se mexeu, se posicionando bem em cima da Macarena. Ficaram cara a cara. Daí a Gise fez outro movimento, quase como se fosse um golpe de luta livre. Ela puxou a Maca junto, e não me surpreende que tenha conseguido tão fácil, porque a Gisela é bem maior e mais pesada que a magrela da Macarena que, mesmo sendo muito gostosa, é praticamente só pele e osso. As pernas da Gise se entrelaçaram com as da Maca, deixando elas imóveis. Ela também deu um jeito de juntar as duas mãos da Macarena nas costas dela.
—Agora sim, Nahuel… aqui está essa putinha toda sua. Quero que você meta no cu dela, e não esquece de todas as vezes que ela nos interrompeu.
—Não, não… para… me solta. Se ele meter no meu cu agora, vai me partir no meio. A pica dele é larga pra caralho.
—Sim, eu sei… e vai doer… e eu vou adorar.
—Tem certeza? —Perguntei pra Gise, que sem dúvida já era a Celeste.
—Muito segura, confia em mim. Essa puta vai ser obediente. Segura as mãos dela, que eu cuido de deixar ela quietinha.
Fiquei atrás da Macarena, ela tava com as pernas abertas, igual a Gise. E enquanto a Gise estivesse prendendo ela daquele jeito, ela não conseguiria se mexer.
—Eu te falei que era uma armadilha — comentou Brenda, enquanto passava mais lubrificante na minha pica —. Uma vez ela fez a mesma coisa comigo quando a gente tava transando com um cara que nem conhecíamos… eu tinha vergonha de dar a buceta… e ela cuidou pra que eu fizesse. Relaxa, você vai curtir.
—Não, não… me soltem… o alvo aqui não sou eu.
—Agora sim você é —disse Gisela—. E você mereceu muito, pelo jeito que nos tratou, sua puta maldita. Vai, Nahuel… arrebenta essa bunda dela.
Gisela realmente parece outra pessoa quando muda de atitude, quando seus filtros desaparecem. Apontei a piroca pro cu da Maca, que esperava completamente entregue, diante da incapacidade de se mexer da sua dona.
—Mmm… tá mais dilatado do que eu imaginava —falei, ao perceber que meu pau tava entrando de pouquinho.
—Óbvio, essa puta adora enfiar dildo no cu —disse Gisela.
—Isso é verdade —comentou Brenda—. Quando a gente transou junto, a primeira coisa que ela pediu foi que eu enfiasse um dildo bem grande no cu dela. Dá pra ver que ela curte muito sexo anal.
—Eu odeio eles… —disse Macarena, rangendo os dentes.
—Shh…. silêncio, gatinha —disse Gisela—. Ninguém te deu permissão pra falar.
—Eu falo tudo o que qui… ah… a puta da mãe… ai!!
A pica afundou dentro do cu dela como por mágica. Com certeza a Maca andou treinando muito sexo anal com os consolos que roubou da minha mãe. Fico me perguntando em quantas dessas situações a Pilar e a tia Cristela estiveram envolvidas. Elas são as que mais curtem transar com a Macarena.
—Assim que sentir que já pode meter forte, vai fundo —me incentivou a Gisela.
Macarena reclamou de novo, e até tentou se soltar. Foi totalmente inútil, a irmã dela é muito mais forte. Pelo jeito que ela gosta que eu enfie a pica na boca dela, sei que Macarena curte sexo pesado, e mesmo que o orgulho dela esteja um pouco ferido, sei que ela tá aproveitando esse momento.
Meu pau conseguiu entrar o suficiente pra dar uma boa experiência de sexo anal pra Macarena. Tive que segurar firme as mãos dela, mas fora isso não senti nenhuma resistência. Ela começou a gemer assim que eu comecei a bombar. Meu pau foi afundando mais e mais. De vez em quando eu tirava, pra Brenda passar mais lubrificante, aí metia de novo, conseguindo ir cada vez mais fundo.
Foi assim que consegui meter ela toda e deixar o cu dela bem dilatado. Como a Gisela disse bem: tenho que lembrar de todas as vezes que a Macarena nos obrigou a parar. Me pareceu um ato de justiça poética que agora eu já pudesse gozar no cu dela ao mesmo tempo que a Gisela mostrava pra ela que já tinha encontrado um jeito de derrubar essas barreiras mentais que impediam ela de mostrar toda a sua energia sexual.
Claro que a Maca deu uma lutinha a mais enquanto eu comia ela. Fez isso por puro orgulho, pra não nos dar o gostinho de vê-la mansa e submissa. Mas não conseguiu se mexer. E aos poucos foi perdendo a força pra resistir. Os gemidos dela ficaram mais intensos, mostrando que tava curtindo cada vez mais as penetrações anais. Percebi que a Gisela foi soltando ela aos poucos, e eu fiz o mesmo, até que ninguém mais segurava ela. Macarena ficou completamente derrotada e entregue, se ajeitou melhor pra aproveitar as penetrações e poder roçar a buceta dela na da Gise. Depois, beijou a irmã mais velha na boca.
Ficamos transando assim por um bom tempo, até que eu senti vontade de gozar. Uma vontade do caralho de gozar. Tava acumulando porra há dias.
E pro grande final, tive uma ideia que com certeza a Gise ia adorar. Cheguei perto do rosto dela e mirei enquanto me masturbava. Na hora, a Macarena e a Gisela começaram a lamber minha glande e em segundos meu pau já tava cuspindo jatos grossos de porra na cara delas… principalmente na da Gise, como ela tava embaixo, levou a maior parte da carga. A cara dela ficou quase toda branca. Quando terminei de gozar, as duas se beijaram com paixão, trocando esperma uma com a outra.
—Eu te quero, putinha —disse Gisela.
—Eu também te quero —respondeu Maca, enquanto limpava o rosto dele com a língua.
Esse processo durou vários minutos e eu tive tempo de relaxar. Minha pica ficou mole. Senti um pouco de pena da Brenda, porque ela não pôde participar, mas sei que vai ser bem compensada pela colaboração dela. Se a Gisela não cuidar disso, eu vou cuidar.
Quando as duas irmãs ficaram com o rosto completamente limpo, saíram da cama e se levantaram. Macarena espreguiçou os músculos. Ainda parecia meio confusa com o que tinha acontecido. Com certeza vai levar um tempo pra ela aceitar que uma das irmãs conseguiu dominá-la.
—Bom, já foi... queriam a Celeste? Tá aqui ela. Agora… podem me dizer qual é o plano? Tenho que cuidar da vó Fernanda quando chegar a hora certa?
—Não, não… —disse Macarena—. Da vovó quem vai cuidar é o Nahuel. Você vai se concentrar na mamãe.
Gisela mostrou um sorriso perverso, como ele nunca tinha visto nela antes.
—Adoro. Já tô falando que a Alicia vai ser minha putinha.
—Ei, achei que eu era sua putinha — protestou Brenda.
— E quem disse que eu só posso ter uma puta?
—Ah…
—De joelhos e chupa, puta.
—Sim, senhora.
Brenda se agarrou na buceta da Gise como se a vida dela dependesse disso. É inacreditável o poder de dominação que ela tem quando perde todos os filtros. Tenho certeza de que a mamãe não vai conseguir resistir a ela.
Mas… ainda tenho minhas dúvidas se vou conseguir fazer o mesmo com a vovó Fernanda. Até agora tá tudo certo… mas nunca se sabe.
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Tava na sala lendo um livro, sem prestar muita atenção na história, porque na real tava na expectativa. Queria saber cada passo que minha avó desse fora do quarto dela, e se ela saísse, tinha que atravessar o corredor, e eu ia ver ela passar pelo arco principal que liga ele à sala. É o melhor jeito de observar os movimentos da casa toda, agora entendo por que minha mãe (com a personalidade controladora dela) passava tantas horas na sala.
Quando a Fernanda me viu, não conseguiu evitar se aproximar. Parou na minha frente com as mãos na cintura, vi que ela só estava vestindo uma camiseta velha meio comprida e que por baixo aparecia a buceta dela.
—Tô muito puta da vida com você.
— Por quê? —Perguntei baixando o livro, sabia exatamente do que ela tava falando; mas me fazer de besta era parte do meu jogo—. Ei! Tá aparecendo toda a sua buceta. Que estranho você saindo do quarto sem se vestir.
Deu de ombros.
—Já vi que nesta casa usar roupa é opcional. Já conheço de cor as tetas e as bucetas de todas as minhas netas.
—E a da Pilar, você ficou explorando com a língua — Fernanda ficou vermelha.
—Não quero falar disso agora. Como eu tava dizendo, tô puta da vida com você. Hoje de manhã você entrou no quarto da Tefi… e trancaram a porta.
—É isso aí…
— E aí, o que vocês estiveram fazendo?
—Sei lá… usa a imaginação.
—Já imagino claramente o que rolou dentro daquele quarto.
— E por isso que você tá tão puta?
—Não. Tô puta porque não me deixaram entrar. Bati na porta umas vinte vezes e não abriram.
—Ah, desculpa por isso… é que a gente tava com o som no talo…
—Sim, disso também me liguei. Por que não me deixaram entrar?
—Já te falei, vó. A gente não sabia que você tava aí. Colocamos música e trancamos a porta pra ninguém incomodar, já cê imagina o porquê. Nunca passou pela nossa cabeça que você ia querer participar... embora... depois do que cê fez com a Pilar, talvez eu devesse ter pensado que agora cê quer comer a buceta da Tefi.
—Claro que não…
—Não te culpo. A Tefi tem uma buceta muito linda. Acho que é a mais linda de todas. Se você tá com tesão na sua neta, eu super entendo.
—Ai, não… Nahuel… não me fala essas coisas. Me deixa muito sem graça. Eu não tô afim de nenhuma das minhas netas.
—Mas… você bem que comeu a Pilar.
—Isso… isso… foi algo não planejado. Não tava querendo fazer. Simplesmente aconteceu.
—Então? Pra que você queria entrar no quarto da Tefi se não era pra chupar a buceta dela?
Ela ficou em silêncio. Assim como minha mãe (nos piores dias dela), a Fernanda não gosta de admitir por que faz as coisas; mas também… igual à Alicia, ela é capaz de confessar tudo quando está com tesão. Vi que a buceta dela estava coberta de lubrificação, o que me mostrava que ela tinha se masturbado minutos antes de sair do quarto.
—Queria passar um tempo gostoso com você —disse por fim.
—Ah, que bom. Teria te incomodado fazer isso na frente da Tefi?
—Não, de jeito nenhum… já fiquei à vontade com ela. Agora não tem ninguém no meu quarto… cê quer…?
—Nah, te agradeço. A verdade é que tô muito cansado. A Tefi me deixou destruído. Essa mina é insaciável.
A Fernanda me olhou com severidade.
—Então como é que fica? Você se diverte comigo quando bem entende, mas eu tenho que esperar sempre?
—Não sei do que você tá falando, vó —não era a primeira vez no dia que eu dava um fora nela. Pouco antes de entrar no quarto da Tefi, a vó ficou um pouco intensa comigo na cozinha. Ela apalpou meu pau por um tempinho e até pensou que a gente ia acabar transando. Mas eu falei que minha namorada tava me esperando, o que é mentira total… nem namorada eu tenho—. Eu não pedi pra você entrar no quarto da Pilar… nem no da Tefi, nem nada.
—Eu sei, mas… ultimamente você tá me enchendo de desculpas.
—Você tá falando como se eu tivesse a obrigação de transar com a minha própria avó. Isso soa… muito estranho. Não acha?
Isso foi um golpe baixo, eu sei. Mas era exatamente o que a situação precisava. Ela deu um passo pra trás, como se de repente tivesse visto um fantasma.
—Não… não… nunca disse que você era obrigado, é só que… hum… tá bom, faz o que quiser. Eu só tava tentando te dar a chance de se divertir um pouco. Se não quiser, tudo bem. Já vou achar alguma coisa pra fazer.
—Tá bom. Qualquer coisa, a gente fala depois.
—Sim, claro… quando você tiver vontade e eu não.
—Você disse alguma coisa?
—Não, nada…
Deu meia-volta e foi embora.
No dia seguinte, falei com a Pilar sobre a vó, pedi pra ela me manter atualizada sobre qualquer fofoca a respeito.
—Ela deu em cima de mim duas vezes —disse Pilar—. Tá desesperada pra transar… e eu entendo. Deve estar há meses, ou anos, sem sexo, e agora que voltou a pegar fogo, tá mais quente que forno. Comigo foi a mesma coisa quando… bom, você sabe… quando perdi a virgindade. Queria transar o tempo todo. E ainda tenho vontade de fazer isso quase o dia inteiro; mas tento me segurar um pouco. Custou muito pra eu dizer não pra vovó.
—Pra mim também foi super difícil. Especialmente na primeira vez, porque eu ainda não tinha transado com… hã… nunca tinha transado.
—Com quem você transou? Já sei… com a Tefi. Ultimamente vocês dois tão passando muito tempo juntos.
—Outra que vem com esse papo… Cê tava falando com a Macarena?
Sim, óbvio... mas não é só ideia dela. Eu também vejo. Não sou nenhuma otária. Sei que se você quer transar com alguém, sua primeira opção é sempre a Tefi. O que acho muito estranho, considerando que vocês sempre se deram mal. Será que agora encontraram no sexo um jeito de se darem bem?
—O que você quer dizer com isso?
—Vocês já não falam o que incomoda um no outro, com medo de ficar sem vontade de transar. Se for assim, lamento te dizer que na verdade vocês não se dão bem, nem perdoaram nenhuma das brigas que tiveram. Só… estão segurando a vontade de brigar porque senão saem perdendo.
—Mas… mas… eu nunca odiei a Tefi, às vezes ela me tira do sério. Pode ser que a gente tenha discutido no passado… mas te juro que na maioria das vezes foi porque ela começou a briga.
—Eu sei. Essa mina tem mau gosto. Não tanto quanto a Ayelén, que é uma psicopata… mas a Tefi também é cheia de confusão. Sinto muito, Nahuel. Sei que você tá criando afeto por ela. Só tô tentando te proteger.
—Para… para… o que você tá querendo insinuar? Não fala com rodeios.
—Hmm… bom, eu não queria te falar de forma tão direta, pra não te machucar… mas talvez seja melhor assim. Você precisa abrir os olhos, Nahuel. A Tefi só quer transar, e como não curte mulheres, ela sempre te procura. Vamos dizer que ela te atura, porque senão fica sem pica. No dia que ela arrumar outra pica… hmm…
—Vai se esquecer de mim…
Fiquei de olhos bem abertos, olhando pro infinito. Nunca tinha passado pela minha cabeça que a Tefi só me trata bem por interesse. A Pilar é muito perceptiva, e ainda por cima conhece a irmã dela. Sabe o que tá falando.
Ela percebeu que eu fiquei confuso e paralisado. Se afastou de mim dizendo: "Me desculpa mesmo".
E se ela tiver razão? E se, na real, a Tefi me odeia? Bom, talvez "ódio" seja uma palavra muito forte. Mas se ela só "tá me aturando", também é uma merda. Significa que assim que a quarentena acabar, ela vai procurar outro cara pra transar e vai me esquecer. Na verdade, ela não tem por que se importar comigo, quer dizer… eu sou o irmão. Ela devia viver a vida dela sem se preocupar comigo. Mas, no fundo, sempre tive a esperança de que o sexo com minhas irmãs continuaria quando a gente recuperasse a liberdade. Talvez não com tanta frequência… mas continuaria.
E se com a Tefi não rolar?
E se ela voltar com o ex-namorado dela?
E se ela conhecer alguém novo?
Com todo o material pornô que ela tá postando na internet, com certeza tem uma fila de candidatos prontos pra satisfazer ela.
De repente, uma sensação estranha me invadiu. Comecei a ficar sem ar. Tudo ficou embaçado, como se a pressão tivesse caído. Tive que me levantar rápido pra pegar um copo d'água. Isso me aliviou um pouco, mas o mal-estar continuou pulsando dentro de mim.
Todos os meus links, pra vocês poderem seguir e apoiar minhas histórias:
https://magic.ly/Nokomi
3 comentários - Isolado Entre Mulheres[57]A gostosa do bairro[/57]