Surpresa em Veracruz

Ontem eu viajei pra Veracruz. Sábado é o aniversário da Lizbeth, a pequena evangélica, mas quis chegar antes pra me distrair, ver os amigos e, por que não dizer, ver a Karlita, a irmã do meu melhor amigo. Cheguei na casa do meu amigo e, puta surpresa que tive, uma não muito boa: a Karlita só chegaria no domingo de manhã. Tive que disfarçar meu desânimo pra ele não desconfiar, e aí decidimos sair pra comer alguma coisa. Cheguei perto das 4 da tarde e já tava com fome. Já dentro do lugar, ele tava no telefone com alguém e disse onde a gente tava. Achei estranho, então perguntei quem era. Ele falou: "É a Michelle. Da última vez que você veio, ela pediu pra eu avisar quando você aparecesse pra te cumprimentar." A Michelle foi meu crush há uns anos, só que naquela época eu era mais tímido e alguém chegou na frente. Ela já tem muitos anos de casada, uns 6 anos, mais ou menos. Ela é morena, com cabelo tingido entre loiro e castanho, tem uns lábios sensuais e o que mais chama atenção são os peitos dela, sempre foram grandes. Embora eu fosse muito tímido antes, a gente se dava bem, eu era tipo o melhor amigo dela. Nunca gostei de ser só isso, mas não tive coragem de me declarar. Passaram uns 30 minutos e eu vi ela chegar, mas de mão dada com o marido. Pensei que não ia sentir nada ao vê-la, mas por um momento me senti igual a muitos anos atrás: ela continuava muito gostosa. A gente comeu os quatro juntos. O marido dela nunca me agradou, era muito metido, e o tempo só piorou isso. Ele chegou tirando sarro de mim, porque com 28 anos eu ainda não era casado nem tinha namorada. Ele achou que eu continuava o mesmo e que não ia responder. Eu ri e falei que não me faltava mulher pra escolher, só que eu ainda queria curtir minha juventude. Depois disso, meu melhor amigo sugeriu ir tomar alguma coisa, então fomos pro carro. O cara reclamou um pouco do meu carro, mas a esposa pediu pra ele calar a boca, já que eles não tinham um. Fomos pra um restaurante bar, muito bonito. Como eu tava dirigindo, decidi beber pouco. Entre conversas e lembranças... anécdotas nos deram 2 da manhã, quando nos avisaram que iam fechar. Três de nós estavam bem, mas o marido da Michelle tinha bebido demais, e tivemos que carregar ele pra colocar no carro. Passamos perto da casa do meu melhor amigo e ele pediu pra eu deixar ele lá, já tava cansado. Quando ele desceu do carro, falou no meu ouvido "sorte" e olhou pra Michelle. Ela deitou o marido no banco de trás e subiu no banco da frente. M: "Sério, desculpa, ele é um pesado e não sabe beber, fica bêbado muito rápido e só acorda no outro dia." J: "Não esquenta, o melhor do dia foi te ver." M: "Isso você diz, mas talvez quisesse ver outra pessoa? Só tô dizendo." Antes de perguntar qualquer coisa, já tínhamos chegado na casa dela. M: "Sei que é um incômodo, mas pode me ajudar a colocar ele dentro de casa? Nosso quarto é no segundo andar e não vou conseguir sozinha." Carreguei o cara, meio gordo e pesado, do jeito que deu levei e, de mal jeito, larguei ele na cama. Ainda bem que a Michelle não viu o que fiz. M: "Muito obrigada. Ei, você tá com sono? Se não tiver, pode me esperar na sala lá embaixo e a gente conversa mais um pouco." Concordei e fui esperar ela na sala. Ela desceu pouco depois e continuamos a conversa. Num momento, ela puxou um assunto. M: "Até pouco tempo atrás, percebi que você gostava de mim há tempos. Por que nunca me falou?" J: "Você sabe como eu era tímido." M: "Verdade, nada a ver com a segurança que você tem agora." J: "Tinha que mudar, não podia perder todas as oportunidades só por medo." M: "Tem razão." J: "O que você me disse no carro, sobre eu esperar ver outra pessoa, por que isso?" M: "Que talvez você quisesse ver outra pessoa, alguém com quem pode fazer coisas mais interessantes." J: "Do que você tá falando?" (Aí fiquei meio nervoso) M: "Não se faz de bobo, a Karlita me contou tudo." Ela falava como se estivesse animada, não senti raiva nas palavras dela. J: "Pois é, da última vez que vim, a gente se divertiu bem os dois." M: "Nem me fale, fiquei com inveja." J: "Por quê?" M: "Meu marido quase nem me toca mais." J: "Pois é, hein. O que é um "guy"? Sem ofensa, mas você é muito gostosa, tipo, não dá pra deixar seu apetite sexual de lado. M: você é um "guy", hahahahahahahaha, mas é verdade, eu queria ficar a sós com você, não vou contar nada pra quem você já sabe, mas em troca quero que você faça comigo o mesmo que fez com a Karlita. Esse foi o ponto de partida, fui pra cima dela, beijar e passar a mão nas pernas dela, não ia desperdiçar isso. Do jeito que dava, tirei a blusa e o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela, mordia, passava a língua, tudo muito obsceno. M: que gostoso, continua chupando. Desabotoei a calça e tirei a pica pra fora, me afastei dos peitos dela e segurei o cabelo dela. J: chegou a hora de você chupar. Baixei ela até minha pica e esfreguei no rosto dela, até que ela abriu a boca e enfiou, tentava chupar tudo, ela se deixava guiar. Coloquei ela de joelhos e enfiei minha pica entre os peitos dela, um tesão, ela dava beijinhos na minha pica quando podia. M: vamos transar logo, já tô muito excitada, preciso da sua pica dentro de mim. Coloquei uma camisinha, e a gente ficou pelada, ela deitou no sofá e eu meti. M: que pica gostosa, assim, mete o mais fundo que puder. Começamos devagar e suave, mas eu tentava meter até o fundo, era bem apertado, mas dava pra sentir o calor, aí a gente aumentou a intensidade e começou a meter mais forte, ela tentava não gemer alto. M: deixa eu ficar por cima. Sentei no sofá e ela começou a rebolar em cima de mim, os peitos dela balançavam muito gostoso, do jeito que dava, chupei um mamilo, tinha minhas mãos na bunda gostosa dela, ela fazia muito esforço pra não gritar. Depois de uns 7 minutos, levantei e carreguei ela, e assim, em pé, comecei a comer ela. M: que gostoso, não quero gritar, mas sinto que vem algo forte. Ela mordeu meu ombro, tava gozando, deitei ela no sofá, mas coloquei com o apoio de braço debaixo do peito dela, a bunda dela pra cima, aí fiquei atrás dela e comecei a comer de quatro, mordia qualquer coisa pra não gritar, até que não aguentamos mais e eu gozei. Sentei e ela, ainda naquela posição, respirava ofegante. Depois de um tempo, ela se levantou e, ainda nua, subiu as escadas. Viu que o marido ainda dormia e voltou para a sala.
M: É a coisa mais safada que já fiz, e quero continuar fazendo enquanto puder. Então essa não vai ser a primeira e última vez, vai ser a primeira de várias.
J: Enquanto você quiser, eu topo.
Ela me disse que eu precisava ir, pra não correr o risco do marido acordar e nos pegar assim. Ajeitamos a roupa e nos despedimos com um beijo apaixonado.
M: Vem me ver mais vezes.
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