Naquela tarde, depois de me dar o lanche e preparar as coisas pro mate do meu pai, minha mãe mandou eu fazer a lição. Depois de se esquentar a tarde toda, de bater punheta pros caras e chupar aquela cock grande, ela tinha ficado muito tesuda. Andou pelada pela casa toda até tomar banho e vestir só o vestido solto.
Meu pai chegou, tomou banho porque tava muito calor e foi pro quintal tomar mate com ela. Meu velho, como faz muitas vezes, tava de cueca. Eu fui pro meu quarto fazer a lição, como minha mãe mandou. Daí a pouco saí pro banheiro, olhei pela janela do quintal e vi minha mãe chupando a cock do meu pai.
Entrei no meu quarto pra bater uma, ouvi a porta da cozinha e minha mãe passou pro quarto dela, e meu pai completamente pelado com a cock dura atrás dela.
Minha mãe me viu, ele não. Era de dia. Começaram a foder com a porta aberta. Ou seja, eu tava do lado. Podia ouvir tudo. Claro que não aguentei e fui olhar. A cock grande do meu pai sumia na buceta com a sentada que minha mãe tava dando. Meu velho quase não faz barulho quando fode. Todos os sons eram da mamãe.
Ela pulava e gemia. Tinha o controle. Quando dava uma espécie de pausa com a cock do meu pai enfiada na buceta, ele pegava ela pela cintura e fazia ela se enterrar mais fundo. Isso fazia os gemidos dela ficarem mais intensos.
Eu tava tão tesudo que não pensei em nada, tirei a calça e comecei a bater punheta na porta olhando pra eles. Minha mãe me olhou, se recostou mais no peito do meu pai e começou umas sentadas mais fortes, gemendo.
Num momento, a cock do meu pai saiu da buceta. Ela se levantou e enfiou de novo. Aproximou os peitos da boca do meu pai, falou alguma coisa pra ele e meu velho começou a beijar e passar a língua neles. Minha mãe, entre gemidos, dizia sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, mais, mais, mais, mais, mais, aí, aí, aí, aí, sim, sim, siiiiiiiim, maaaaaaais, as nádegas dela se contraíam e apertavam a cock do meu pai até que ficou deitada sobre ele com a pica dentro, fazendo movimentos mínimos. Eu ouvia ela respirar.
Meu pai não gozou. Minha mãe levantou e foi ao banheiro. Entrei rápido no quarto pra terminar minha super punheta.
"Gostou do que viu?"... ouvi a voz do pai na porta. Ele estava todo nu com a pica dura. Eu estava concentrado na minha punheta e pensei que ele ia pro banheiro. De susto, tapei meu pau. Ele mandou eu terminar de bater uma, explicando que era normal e que homens e mulheres fazem isso.
Ele chegou perto da cadeira onde eu me masturbava. Eu só olhava pra pica dele, que ia perdendo força, mas com as veias e a cabeça coberta era linda. Ele disse que assim não é o melhor jeito. Eu me masturbava com dois dedos, como minha mãe me explicou.
Ele pegou meu pau duro e bateu uma com a mão toda. Mas era muito pequeno. Então ele mandou eu olhar pra ele. Pegou a pica dele, que ainda tava dura, com a mão toda (quatro dedos embaixo e um em cima) e começou a bater uma. Movia com força e soltava. Tava duríssima. Explicou que assim fica mais dura. Mandou eu tocar pra ver.
Era verdade. Além disso, devo admitir que não era a primeira vez que eu tocava numa pica (dois colegas da escola, um velho da rua, a minha e agora a do meu pai), mas era a mais imponente.
Eu tava super tarado. Vi minha mãe chupar muitos paus e queria experimentar. Mas não tive coragem.
Meu pai mandou eu terminar de bater uma e, com o tesão que tava, fiz rapidinho. Claro que não saía gozo ainda. Mas as cócegas foram muito intensas.
Minha mãe saiu do banheiro e meu pai entrou com a pica dura pra tomar banho. Suponho que bateu uma, porque saiu com a pica linda, mas mole.http://www.poringa.net/posts/relatos/4955440/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-10.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/4956492/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-12.html
Meu pai chegou, tomou banho porque tava muito calor e foi pro quintal tomar mate com ela. Meu velho, como faz muitas vezes, tava de cueca. Eu fui pro meu quarto fazer a lição, como minha mãe mandou. Daí a pouco saí pro banheiro, olhei pela janela do quintal e vi minha mãe chupando a cock do meu pai.
Entrei no meu quarto pra bater uma, ouvi a porta da cozinha e minha mãe passou pro quarto dela, e meu pai completamente pelado com a cock dura atrás dela.
Minha mãe me viu, ele não. Era de dia. Começaram a foder com a porta aberta. Ou seja, eu tava do lado. Podia ouvir tudo. Claro que não aguentei e fui olhar. A cock grande do meu pai sumia na buceta com a sentada que minha mãe tava dando. Meu velho quase não faz barulho quando fode. Todos os sons eram da mamãe.
Ela pulava e gemia. Tinha o controle. Quando dava uma espécie de pausa com a cock do meu pai enfiada na buceta, ele pegava ela pela cintura e fazia ela se enterrar mais fundo. Isso fazia os gemidos dela ficarem mais intensos.
Eu tava tão tesudo que não pensei em nada, tirei a calça e comecei a bater punheta na porta olhando pra eles. Minha mãe me olhou, se recostou mais no peito do meu pai e começou umas sentadas mais fortes, gemendo.
Num momento, a cock do meu pai saiu da buceta. Ela se levantou e enfiou de novo. Aproximou os peitos da boca do meu pai, falou alguma coisa pra ele e meu velho começou a beijar e passar a língua neles. Minha mãe, entre gemidos, dizia sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, mais, mais, mais, mais, mais, aí, aí, aí, aí, sim, sim, siiiiiiiim, maaaaaaais, as nádegas dela se contraíam e apertavam a cock do meu pai até que ficou deitada sobre ele com a pica dentro, fazendo movimentos mínimos. Eu ouvia ela respirar.
Meu pai não gozou. Minha mãe levantou e foi ao banheiro. Entrei rápido no quarto pra terminar minha super punheta.
"Gostou do que viu?"... ouvi a voz do pai na porta. Ele estava todo nu com a pica dura. Eu estava concentrado na minha punheta e pensei que ele ia pro banheiro. De susto, tapei meu pau. Ele mandou eu terminar de bater uma, explicando que era normal e que homens e mulheres fazem isso.
Ele chegou perto da cadeira onde eu me masturbava. Eu só olhava pra pica dele, que ia perdendo força, mas com as veias e a cabeça coberta era linda. Ele disse que assim não é o melhor jeito. Eu me masturbava com dois dedos, como minha mãe me explicou.
Ele pegou meu pau duro e bateu uma com a mão toda. Mas era muito pequeno. Então ele mandou eu olhar pra ele. Pegou a pica dele, que ainda tava dura, com a mão toda (quatro dedos embaixo e um em cima) e começou a bater uma. Movia com força e soltava. Tava duríssima. Explicou que assim fica mais dura. Mandou eu tocar pra ver.
Era verdade. Além disso, devo admitir que não era a primeira vez que eu tocava numa pica (dois colegas da escola, um velho da rua, a minha e agora a do meu pai), mas era a mais imponente.
Eu tava super tarado. Vi minha mãe chupar muitos paus e queria experimentar. Mas não tive coragem.
Meu pai mandou eu terminar de bater uma e, com o tesão que tava, fiz rapidinho. Claro que não saía gozo ainda. Mas as cócegas foram muito intensas.
Minha mãe saiu do banheiro e meu pai entrou com a pica dura pra tomar banho. Suponho que bateu uma, porque saiu com a pica linda, mas mole.http://www.poringa.net/posts/relatos/4955440/Mis-primeros-deseos-papa-y-mama-10.html
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