A Família da Minha Namorada Pt 12

Episódio 12: Limpando as evidências

Era segunda-feira de manhã. O relógio marcava 11h. Jesi me avisou que voltariam por volta das 20h. Sofia e eu continuávamos pelados na cama dela, cercados por uma bagunça total: lençóis manchados de porra, sucos, suor e restos da chuva dourada de domingo. O cheiro de sexo era pesado no quarto inteiro. Sofia se espreguiçou como uma gata satisfeita e me olhou com aquele sorriso dominador que já tinha me deixado completamente manso.

— Levanta, viado. Temos trabalho. Não quero que minhas filhas desconfiem de nada. Você vai me ajudar a apagar todos os vestígios do que eu fiz com você nesses três dias.

Pensamento meu:
“Faz três dias que ela me usa como brinquedo e agora me bota pra limpar pra minha namorada não descobrir. E eu ainda tô de gaiola e a calcinha fio dental da Jesi enfiada no meio da bunda. Sou um merda e o pior é que isso me excita.”

Ela me fez limpar o quarto inteiro praticamente pelado, só com a minúscula calcinha fio dental preta da Jesi e a gaiola de castidade brilhando entre minhas pernas. Sofia sentou numa cadeira, de pernas cruzadas, supervisionando cada movimento. Trocamos os lençóis, lavamos tudo no ciclo longo, arejamos, passamos pano com água sanitária e desodorizador de ambiente. Em cada mancha, Sofia me obrigava a chegar perto e cheirar.

— Olha só tudo que gozei graças a você… e tudo que você engoliu — dizia rindo enquanto me fazia lamber uma última mancha da colcha antes de jogar na máquina de lavar.

Depois limpamos o resto da casa: a sala, o churrasqueiro e, especialmente, o quarto da Jesi. Em cada lugar, ela me fazia ajoelhar, beijar os pés dela ou lamber a buceta dela rápido como “recompensa”. Enquanto eu passava o pano na cozinha, Sofia chegou por trás. Baixou um pouco a calcinha fio dental, pegou a gaiola de castidade e puxou, fazendo o metal apertar.

— Por mais que você limpe tudo, vai continuar cheirando a mim por dias. Toda vez que beijar minha filha, vai lembrar que eu comi seu cu na cama dela, que mijei na sua boca. e agora você está usando minha gaiola. Isso te excita, né? —Sim, Sofia… —admiti, vermelho de vergonha. Ela me empurrou contra a bancada, abriu minhas nádegas e enfiou dois dedos no meu cu enquanto brincava com a gaiola, balançando ela. —Goza pra mim uma última vez antes delas voltarem. Tentei gozar, mas a gaiola tornava quase impossível. Só saía um fio constante de pré-gozo que ela recolheu com os dedos e me fez lamber. —Bom garoto. Olha como seu pau já nem consegue mais gozar sem minha permissão. Pensamento da Sofia: “A casa impecável, ele marcado com minha gaiola e completamente quebrado. Quando as meninas voltarem, vai ser delicioso ver ele disfarçar na frente da Jesi. Isso vai continuar… eu tenho ele bem preso.” Às 5 da tarde, tudo estava perfeito. Ninguém poderia imaginar o que tinha acontecido naquela casa durante três dias. Me vesti em silêncio, sentindo a gaiola me apertando. A calcinha fio dental da Jesi eu limpei e deixei no lugar pra ela não perceber que tinha sumido. Sofia me acompanhou até a porta, ainda de roupão. Me agarrou pelo pescoço e me deu um beijo profundo, possessivo, enfiando a língua com autoridade. —Você se comportou muito bem esses dias, brinquedo. Agora vai pro seu apartamento, toma um banho e espera minhas mensagens. Quando eu disser, você vai voltar. E vai continuar me obedecendo. A gaiola não vai tirar até acordar amanhã. Entendido? —Sim, Sofia. Ela me deu um último tapa suave no rosto e sorriu satisfeita. —Bom garoto. Vai. Saí de casa antes que Jesi e Mica chegassem. Enquanto dirigia de volta pro meu apartamento, as imagens dos últimos três dias não paravam de me bater: Sofia me comendo na cama da Jesi, mijando em mim no chuveiro, gozando na minha cara enquanto falava com a filha por videochamada, me colocando a gaiola… Pensamento meu: “Limpamos todas as evidências. Não tem provas físicas. Mas eu sei o que sou agora. Traí a Jesi da pior forma possível… e o pior é que eu preciso que aconteça de novo. Tô completamente fodido.” Cheguei no meu departamento, tomei banho por quase uma hora tentando tirar o cheiro e a sensação dela, mas a gaiola de castidade continuava ali, porque mesmo que Sofia não fosse ficar sabendo, eu não tinha coragem de tirar. Às 21h, chegou uma mensagem da Jesi: **Jesi:** “Já chegamos em casa, love! Tudo bem por aí? Senti muito a sua falta ❤️ Você vem amanhã?” Respondi normal, carinhoso, como sempre. Mas sabia que nada seria igual de novo. Pensamento meu: “Amanhã vou ter que olhar na cara da Jesi… e olhar pra Sofia. E fingir que sou o mesmo de sempre. Isso tá só começando a complicar de verdade.” --- Oi gente, sei que atualizei tarde hoje, mas não tava com vontade de escrever mais cedo. Pra quem não gosta de ver o Esteban submisso, agora vêm uns capítulos mais suaves. Hoje não tem meta, mas se derem muuuuito amor pro relato, talvez eu poste a próxima parte. 🖤

1 comentários - A Família da Minha Namorada Pt 12

Sari!!! Ahora se viene lo bueno....veremos como reacciona...
Mi fan número 1 🖤🖤🖤