Del bondi al telo

Tenho que admitir que estava meio alterado, longe de me considerar bêbado, mas com aquela leve sensação de quando você toma duas cervejas. Era o mínimo que eu podia fazer depois de passar numa das provas finais mais fodidas da faculdade. Tinha ido comemorar com alguns colegas, mas foi uma comemoração curta. Eram só 5 da tarde, e parecia que ia começar a chover.

Com os fones de ouvido, caminhei as duas quadras até o ponto de ônibus me sentindo o cara mais foda do mundo. A verdade é que tenho uma boa autoestima, mas meu estado de espírito era principalmente fruto da alegria e relaxamento que eu sentia toda vez que passava numa prova final. Sempre que saía da faculdade vitorioso, sentia que podia cruzar com a própria Scarlett Johansson e chegar nela sem nenhum problema, mas naquele momento não tinha na cabeça chegar em ninguém nem nada, só estava curtindo e pensando que no dia seguinte a gente jogava a semi contra a Croácia.

Quando cheguei no ponto, me surpreendi de encontrá-lo vazio, só com o fiscal esperando o próximo ônibus. Um minuto depois, uma senhora chegou e perguntou ao fiscal se ia ter ônibus no horário do jogo no dia seguinte, porque ela tinha que vir pra essa área se consultar no hospital que ficava a meia quadra dali. O homem disse que sim, que não se preocupasse, e como eu estava num estado de bom humor inigualável, entrei na conversa pra matar o tempo um pouco.

Enquanto tudo isso acontecia, uma garota tinha se aproximado do ponto e sentado no banquinho, esperando o ônibus. Durante o minuto que durou a conversa, ela também deu uma ou outra opinião, e num desses comentários, nossos olhares se cruzaram. Poderia ter sido um cruzamento de olhares inofensivo, como qualquer outro, mas durou um segundo a mais do que o normal. Só um. O segundo suficiente pra que aquela interação ativasse algo na minha cabeça que estava desligado.

Vinte segundos depois, o O ônibus estava no ponto. Se não fosse por aquele olhar trocado, talvez eu nem tivesse reparado naquela mina. A cerveja também ajudou. Ela parecia estar na segunda metade dos 20 e poucos, pele morena e cabelo preto. Era gata, e estava com um vestido marrom clarinho com um design muito foda, com uns desenhos tipo mandalas em preto. Em outra situação, eu teria visto, pensado que era bonita e só. Mas o leve estado de embriaguez, vitória e tesão que aquele olhar gerou em mim fez com que, a partir daquele momento, ela fosse a única coisa que ocupasse minha cabeça.

Subi no ônibus, que por sinal estava bem cheio, torcendo muito pra que ela subisse atrás de mim. Quando apoiei o bilhete e virei pro fundo, vi que ela tinha subido. Os motores dentro da minha cabeça já estavam começando a trabalhar cada vez mais. Fui até a parte do ônibus que separa o fundo da porta do meio, antes de subir o degrau, porque atrás estava lotado de gente. Terminei de me acomodar e notei que ela estava do meu lado.

Escrevendo agora não é tão fácil lembrar como eu me sentia na hora, mas é verdade que eu ainda estava bem tranquilo, porque mesmo que no fundo da minha cabeça eu soubesse que aquele olhar tinha acontecido, eu me convencia de que era tudo produto do álcool e da minha linda imaginação que nunca para.

Aquele dia o trânsito estava terrível. O trajeto que geralmente faço em 20 minutos, acho que durou 40. Mas a verdade é que não tenho certeza total porque em nenhum momento da viagem eu consegui pensar com muita clareza.

Quando o ônibus arrancou, eu estava segurando uma das barras que tinha à minha esquerda. Essa mina também, mas a mão dela estava um pouco mais pra baixo. Na minha cabeça, eu queria que houvesse algum toque (não) intencional, mas me parecia quase impossível, então não estava muito atento a isso. Nos meus fones tocava To Pimp a Butterfly, lá fora já estava chovendo e no Qatar faltavam menos de 24 horas pra Scaloni dar aula de como se joga futebol.

Não lembro como foi, mas Com sutileza e um pouco de acaso, minha mão acabou ficando bem perto da dela, ambas agarradas na mesma barra, para que com o movimento do ônibus acabassem se esfregando. Um toque extremamente leve, quase imperceptível, mas que dava pra sentir. A cada segundo que passava, mais minha cabeça trabalhava. Nenhum dos dois movia a mão, e até aproximávamos elas um pouquinho com cada balanço do busão, mas continuava sendo algo mínimo. Até infantil. Por enquanto.

Depois de vários minutos, alguém atrás de mim desceu e eu tive que me mexer pra ocupar o espaço que ficou livre, mas antes de terminar de lamentar minha decisão, outra pessoa sentada desceu e eu me sentei. Agora eu estava sentado num daqueles assentos individuais que ficam um pouco mais atrás da porta do meio, mas antes do degrau que vai pro fundo do ônibus. Sem deixar muito tempo pra outro aproveitar o lugar que sobrou, a garota veio pro meu lado e ficou ali parada.

Até aquele momento, ninguém naquela situação poderia ter pensado seriamente que tinha algo ali. Só alguém com muita imaginação, mas também não era algo muito realista, era mais pra entreter a mente. Até ela vindo pro meu lado, era algo que qualquer um teria feito num ônibus tão cheio. Mas eu tava no meu mundo, e ainda tinha esperança de que algo acontecesse.

Quando me sentei e ela veio pro meu lado, eu tava sentado como costumo sentar, mas buscando outro contato com ela, abri um tiquinho mais minhas pernas. Nada exagerado considerando que tava calor e tinha muita umidade, especialmente na minha zona testicular, mas um pouquinho mais do que costumo abrir, com a ilusão de que nossas pernas se encontrassem. Depois de alguns minutos, acabou acontecendo, graças ao movimento típico de um ônibus percorrendo as ruas de Buenos Aires, e aconteceu mais algumas vezes.

Ainda com esses toques, na minha cabeça eu tava convencido que era tudo ideia minha. Até que no banco da minha frente, uma... senhora que eu detestei com toda a minha alma se levantou para descer no próximo ponto.

"Puta que pariu, finalmente" pensei. O trabalho fino que eu vinha fazendo há quinze minutos ia se perder. Ela era a mais próxima daquele assento livre, e qualquer um dos outros candidatos ao lugar teria cedido. Mas não. Ela fez sinal para um homem que estava mais à frente para se sentar, e eu não pude acreditar. Era uma oportunidade irresistível, num ônibus que já não entrava mais ninguém, e ela recusou.

A partir daí, a ideia de que o olhar e os toques eram algo verdadeiro, algo tangível, tomou conta da minha cabeça. Os toques das nossas pernas continuaram. E me veio uma ideia, pequena, infantil, mas certeira. Em vez de deixar minhas mãos soltas, como sempre faço quando estou sentado, coloquei minha mão esquerda no apoio do banco da frente (como se eu precisasse!!!), onde ela já estava segurando. E pouco a pouco, centímetro a centímetro, nossas mãos voltaram a se encontrar. Primeiro foi um toque bem leve, mas nós dois já sabíamos o que estávamos fazendo. Ela estava muito perto de mim, e nossas mãos já estavam bem coladas. Até ela já tinha colocado um dedo em cima da minha mão.

Imagino que agora estejam pensando: só isso??? Um dedo em cima da sua mão? Tá no Poringa, cara, que que tem?

Sim, até agora é uma bobagem. Mas desde que entrei no busão, não tinha mais cruzado o olhar com a garota. E muito menos tínhamos voltado a conversar. Só toques, que agora eram definitivamente intencionais. Eu ainda tinha 10 minutos de viagem, e só conseguia pensar em descer com ela, ir pra um hotel e comer ela como se não houvesse amanhã.

Já com a mão dela em cima da minha, nos acariciando como se fôssemos um casal, e eu fora de mim, fui acariciando a perna dela com minha mão direita. Bem sutilmente, porque mesmo estando um pouco descontrolado, sentia que as pessoas no ônibus estavam nos olhando. Uma paranoia burra, mas que me mantinha controlado o suficiente pra evitar esfregar o boneco ali no meio da galera voltando do trampo.

Enquanto a gente se acariciava, olhei pra ela, pela primeira vez desde que entramos no ônibus. Ela tava rindo, dava pra ver que tava nerviosa e com tesão. A reação dela era fofa. Nenhum dos dois tava entendendo direito a situação. Minha cabeça era um caldeirão de pensamentos me invadindo. Primeiro, que eu tinha namorada. Nunca tinha traído nem tinha intenção, mas tudo isso foi tão inesperado e quando eu pude pensar no assunto, já tava mergulhado até o talo. Foi por isso também que, mesmo tendo começado a situação, nunca fiz nada concreto porque também não queria. Foi tão sutil e gradual que quando percebi, minha cabeça já não tava funcionando. Quer dizer, uma das duas tava funcionando, mas não a que me permite tomar decisões inteligentes, sim a outra, que já tava completamente cheia de sangue, pronta pra guerra.

A real é que nunca esperei estar ali, me acariciando num ônibus com uma gatinha que tinha conhecido ali mesmo, com quem não tinha trocado uma palavra sequer, mas lá estava eu. Tinha umas coisas pra fazer de tarde, mas já tava cagando pra tudo. A única coisa que eu tava analisando era como fazer pra gente descer junto e se tinha algum motel perto.

Quando a gente tava chegando no meu ponto (haha), tomei coragem, levantei e falei:

- Olha, você me deixa louco e tô com vontade de continuar. Quer descer aqui comigo e a gente vai em algum lugar por perto?

A verdade é que no pouco tempo que tive pra pensar no que dizer e como dizer, foi isso que saiu. Eu sabia que ela descia umas quadras adiante, porque tinha ouvido ela mandar uma mensagem no WhatsApp. Foi uma aposta, porque por um lado eu sabia que tava errado o que eu tava fazendo e não queria, mas por outro tava com um tesão do caralho como nunca antes na minha vida de putaria e não queria cortar ali. Sabia que fui arriscado falando aquilo, porque pra uma gostosa descer com um completo desconhecido nessa situação é um risco muito grande.

"Vamos" ela me respondeu depois de hesitar por 2 segundos, mas com um sorriso. Ter passado naquela prova final virou uma merdinha perto dessa resposta.

O ônibus já estava bem mais vazio, então nos aproximamos da porta, e como ainda faltava uma parada, agarrei seu rosto com uma mão e sua cintura com a outra e a beijei. O alívio da tesão depois de tanto tempo se esquentando no ônibus foi incrível. Ficamos nos beijando por 1 minuto como dois adolescentes sem noção de que estão em público, e descemos.

Quando descemos, nos comemos de beijo como dois desesperados. Estávamos em outro planeta. Eu estava com uma tesão que me dominava, a ponto de me sentir drogado, e ela parecia estar numa situação parecida.

- Eu sei que isso é uma loucura total, mas sério, você me deixa maluco. Eu moro perto, mas se você quiser a gente vai num hotel que eu conheço.

- Hahahaha não pode ser que a gente esteja fazendo isso.

- Nem eu haha, mas desde que te vi no ponto a única coisa que penso é em como eu te foderia todinha.

- Ai meu Deus, você não pode falar uma coisa dessas, que filho da puta, eu também. - Ela agarrou meu rosto e me deu um beijo que quase me transformou num homo erectus. - Me espera porque eu estava indo na casa de uma amiga, tenho que avisar que vou chegar mais tarde.

- Vamos.

Ela avisou a amiga e seguimos para um hotel da região que ficava a algumas quadras, e caminhamos juntos. Ela me deu a mão e fomos como se fôssemos um casalzinho. Agora, pensando friamente, me sinto um filho da puta, mas na hora eu já nem era eu mesmo. Estava numa nuvem de tesão total.

No caminho quase não falamos. Em cada sinal aproveitávamos para nos beijar. Realmente parecíamos dois pirralhos de 15 anos cuja única forma de descarregar a tesão é ficar se beijando, o que só tem o mesmo efeito que jogar gasolina no fogo.

Quando chegamos ao bendito hotel, antes de abrir a porta a encostei na parede e a comi ali mesmo, totalmente fora de mim. Mesmo não sendo uma rua... super movimentada, passava gente, mas eu não tava nem aí. Queria levantar aquele vestido e foder ela ali mesmo contra a parede, mas num momento de lucidez me segurei e abri a porta.

Era um hotel bem tranquilo. Eu tinha ido só uma vez e era de boa, cumpria pelo preço. Quando chegamos na recepção, ela perguntou se tinham o quarto com hidromassagem e, ao ouvir um sim, pedimos três horas naquela. Essa atitude direta me deixou ainda mais duro, se é que era possível. Tava com vontade de levantar ela e carregar pro quarto que nem um homem das cavernas.

- Podem ir pro 4.

Mal entramos, já começamos a nos beijar loucamente. Não dava conta de tocar nela com as duas mãos. Se na rua a gente tava doido, eu me segurava pra não pegar na bunda ou meter a mão, mas agora que estávamos sozinhos, a gente se soltou completamente. Enquanto a gente se beijava, comecei a massagear toda a bunda dela com as duas mãos e ela subiu em cima de mim. Quando digo que eu tava tão excitado que me sentia dopado, não é brincadeira, era uma loucura, nunca tinha me sentido assim. Até tava com mais força do que o normal, porque em outra ocasião não duraria mais de 20 segundos segurando uma gostosa nessa posição, mas eu não me cansava.

A gente caiu na cama e começamos a nos tocar desesperados. Tiramos os tênis, ela tirou minha camiseta e começou a acariciar meu torso todo enquanto eu tirava o vestido dela. A filha da puta não tava de sutiã e ainda por cima tinha uma calcinha de renda preta que parecia pintada nela.

- Naaa, não pode usar essa calcinha, você vai me matar.

- Hahaha, é que é confortável e eu gosto de usar lingerie bonita quando tô de vestido.

- Fica incrível em você, você tem um corpão - e me joguei em cima dela sem conseguir terminar a frase.

A verdade é que ela tava gostosa pra caralho. Era magrinha, não tinha muito peito, mas tinha um corpo esbelto com uma cor linda, e uma bunda muito bonita, sério. Naquele momento, mesmo se ela tivesse o corpo do Pity Alvarez, eu teria fodido ela do mesmo jeito, mas o O fato de que ela ainda por cima fosse gostosa era um plus espetacular.

Enquanto continuávamos nos beijando, ela subiu em cima de mim e começou a se esfregar no meu pau, que já estava tão duro e preso dentro da calça que começou a doer. Sem perder tempo, ela me despiu de uma vez e pegou ele com um carinho que agradeci enormemente. A vontade com que ela me olhava e me tocava estava me deixando completamente louco. Ela começou a me masturbar com uma mão e a tocar minhas bolas com a outra, e eu me sentei.

Começou a devorar minha boca enquanto me masturbava, e parece que cansou de me comer pela boca porque logo desceu e começou a dar beijos na cabeça do pau.

— Que pau lindo você tem, bebê.

Ainda nem tinha colocado na boca, mas quando ela disse isso eu quase gozei. Peguei seu cabelo, não muito forte para não pegar ela desprevenida, mas com certa autoridade para testar se ela curtia essa vibe, e a puxei para mim para devorar sua boca em um beijo.

— Hoje é toda sua, morena — e a soltei para que continuasse sua tarefa.

Ela continuou me dando uns beijos na boca e começou a chupar com uma habilidade que me surpreendeu positivamente. Na minha experiência com mulheres, que não é muito extensa, não muitas sabem chupar bem de primeira. Pode ser que eu seja meio exigente, mas para eu gostar muito preciso dar algumas dicas do que prefiro. Essa garota era incrivelmente boa. Chupava devagar, com carinho, sem nenhum nojo. Tenho um pau bonito, não muito grande mas de bom tamanho e hegemônico (?)

Enquanto me chupava, com uma mão continuava me masturbando e com a outra acariciava minhas bolas. Eu estava em êxtase total, hipnotizado por aquele sobe e desce, que de vez em quando intercalava com lambidas como se meu pau fosse um sorvete, me olhando fixamente nos olhos enquanto tocava um house meio psicodélico típico de hotel, que eu curtia como se tivesse tomado MD do mais puro.

Depois de um tempo, começou a chupar com mais ritmo, sem nunca soltar minhas bolas. Ela me chupava, me masturbava, me olhava nos olhos, estava me deixando louco. Ela podia me pedir em casamento e eu seria capaz de dizer que sim.

- Você não pode chupar tão bem, filha da puta, se continuar assim não vou aguentar te comer

- Não?? Você não quer me comer?? - sem parar de me masturbar, ela fez uma carinha de pidona que não consegui resistir.

Agarrei ela, joguei na cama e comecei a comer ela. Fiquei uns segundos e aos poucos fui descendo enquanto beijava todo o seu corpo, devagarinho, sempre atento à sua respiração e aos gemidos baixinhos para saber o que ela estava gostando mais. Quando cheguei nos seus peitos, comecei a chupá-los e morder de leve seus mamilos, enquanto tocava sua buceta por cima da calcinha. Depois de um tempo, ela mesma tirou a calcinha e aproveitei para continuar tocando.

Devo ter ficado mais uns minutos, alternando entre chupar seus peitos e beijar ela, enquanto acariciava bem de leve seu clitóris com meu dedo indicador. Quando ela já estava quase no limite, comecei a descer para chegar onde eu queria desde o momento em que a vi. Ela não estava totalmente depilada, tinha um pouco de pelos mas sinceramente, tanto faz. Sempre é bonita uma buceta toda depilada, mas particularmente não me importo muito, desde que não seja uma floresta amazônica.

Comecei devagar, dando beijos na parte interna das coxas, até chegar nos lábios e aos poucos fui usando a língua, até terminar chupando seu clitóris diretamente, lento e sempre atento às suas reações. Adoro a tranquilidade de estar ali embaixo, controlando a situação e sabendo que se você faz direito, depois pode fazer o que quiser.

Fiquei um tempo chupando ela, e comecei a enfiar um dedo. Ela estava totalmente molhada, e quando entrei ela soltou um gemido lindo.

"Ai siiim, eu adorooo"

Continuei chupando ela, cada vez com mais ritmo e enfiando já 2 dedos. Ela não parava de se mexer e gemer, me Segurava o cabelo dela e sussurrava coisas que eu não conseguia entender direito, porque estava muito concentrado na minha tarefa.

- Por favor, preciso que você me coma.

- Não ouvi, fala mais alto - falei, me fazendo de desentendido enquanto continuava.

- POR FAVOR ME COME AGORA

- Ah é? Quer meu pau dentro? - e quando disse isso, com os dois dedos que tinha dentro e sem parar de chupá-la, fiz pressão na parte da frente, onde ficaria o ponto G, e ela começou a gemer desesperada.

- SIM, POR DEUS, SIM, ME FODE

Já embriagado de prazer, me posicionei para foder tipo missionário, com ela bem aberta e as pernas um pouco elevadas. Envolvi as pernas dela com meus braços, apoiando uma mão no abdômen e com a outra apontando o pau para sua buceta, que já estava encharcada.

Antes de enfiar, a apenas alguns centímetros, já sentia o calor que saía daquela buceta linda. Um pensamento fugaz passou pela minha mente, uma lembrança distante do meu velho dizendo "Filho, sempre tem que usar camisinha". Infelizmente, tanto ele quanto eu sabemos que há momentos em que é absolutamente impossível agir com responsabilidade. Nem essa garota, da qual eu nem sabia o nome, nem eu, lembramos que tínhamos que usar camisinha.

Quando encostei e os primeiros dois centímetros do meu pau entraram, foi a melhor sensação que senti na minha vida. Ouvir o gemido de prazer dela e sentir aquele calor úmido tão particular que a buceta de uma mulher excitada tem, foi orgásmico. Um prazer infinito. Fazia muito tempo que não transava sem camisinha, e foi tudo de bom que eu lembrava e mais.

Comecei a me mover devagar, sabendo que já desde o começo estava perto de gozar. Com as pernas dela nos meus ombros, comecei a bombar em um ritmo suave mas firme, enquanto ela já gemia bastante alto.

- EU AMO, NÃO PARA NUNCA

Não pensava em parar. Estava muito excitado e concentrado para falar, só saíam sons animais de mim.

Começamos a pegar ritmo e entramos em fode com força. Cada vez que eu enfiava até o fundo ela soltava um grito de prazer que pra mim era como um teco de pó, me deixava louco e eu queria mais e mais. Não conseguíamos tirar os olhos um do outro. Nos beijávamos loucamente e acariciávamos o corpo todo como dava.

Num momento, enquanto com uma mão me apoiava na cama, envolvi o pescoço dela com a outra mão, de leve, testando pra ver se ela gostava.

- Mmm, isso, me enforca um pouquinho, meu amor, por favor.

Essa mulher ia me fazer morrer ali, e eu ia morrer feliz, fazendo honra ao Pompilio. Sem parar de meter, já um pouco mais devagar, comecei a apertar o pescoço dela aos poucos. À medida que eu apertava, ela gemia mais e mais e se contoria toda, até que depois de uns minutos começou a tremer e gritar.

- ISSOOOOO, ISSO, MEU DEUS, AAAAAAA

Ela estava gozando e meu pau conseguia sentir. Eu parei de me mexer porque se eu me mexesse gozava também, e não pensava em parar ali mesmo. Foram uns 30 segundos até ela ficar quase dormindo, com meu pau dentro, sem nos mexermos.

- Eu adoro seu pau, gato, não para nunca de me comer.

- Não penso em tirar meu pau de dentro, gostosa, você me deixa louco - falei quase hipnotizado, e nos envolvemos num beijo muito terno, enquanto eu continuava dentro dela, durasso como estava desde o ônibus. - Fica de quatro que vou te foder bem forte.

Tirei meu pau de dentro dela, e ela rapidamente ficou de quatro. Ela tinha uma docilidade que era viciante pra mim. Fiquei atrás dela, e antes que eu pudesse mirar e entrar, ela olhou pra trás e com a cara mais de puta que conseguia fazer, me disse:

- Vai me dar uma boa metida, papai?

- Vou te arrebentar e te encher de porra, sua puta linda.

Só de ouvir isso ela soltou um gemido baixinho e se arrepiou toda de quatro, bem arqueada. Agora eu estava totalmente descontrolado, então enfiei meu pau, enfiei bem devagar até o fundo, e comecei a martelar com força. Dava tapas na bunda quase com raiva. A cada tapa, mais um gemido, que me convidava a tratá-la como uma puta que Ela adorava que metessem nela bem forte.

Fiquei um tempo socando com tudo, mas diminui o ritmo, porque já dava pra ver meu gozo no horizonte. Com uma mão na cintura dela, agarrei o cabelo com a outra e comecei a comer ela bem devagar, metendo e tirando quase tudo. Ela estava com um tesão da porra e não parava de pedir meu pau.

— Vou te encher de porra, tá ouvindo? Vou gozar tudo dentro e continuar te comendo enquanto escorre.

— Mmm, sim, por favor, baby, não tira, me come toda, me cooommmeee.

Sem forças pra segurar o gozo, puxei ela bem contra mim e levantei um pouco, trazendo o torso dela contra o meu, sem tirar de dentro. Enquanto metia, com o braço esquerdo a segurei firme e com a outra comecei a massagear o clitóris dela. Ela começou a gemer que nem louca e aí eu não aguentei mais, comecei a gozar pra caralho. Sentia que não parava de sair porra e ainda por cima ela começou a gozar também. Ela se contorceu toda e ficou largada na cama, enquanto a porra escorria de dentro.

Ficamos os dois largados na cama, depois do orgasmo mais intenso da minha vida, sem conseguir nos mover nem falar. Acho até que dormi uns minutos.

Sem trocar palavra, fomos nos limpar no banho e deitamos abraçados como dois namorados.

— Eu ficaria trancado o dia todo aqui com você, te comendo sem parar e te enchendo toda de porra.

— E bom, o que te impede?

— Tá falando sério? Olha que eu ligo pra recepção agora mesmo.

— Óbvio, quero continuar transando agora mesmo, hahaha — e ela subiu em cima de mim sem me deixar falar mais nada.

Não tive tempo de ligar até a gente terminar a segunda trepada das várias que demos naquele dia. Não sei que desculpas arrumei pra tudo que tinha pra fazer, nem como consegui transar tantas vezes num dia só, nem quanto tive que pagar no hotel. Só sei que foi a melhor experiência da minha vida, e que saí com uma vontade de comer ela de novo que não fazia sentido, pela quantidade de porra que tinha deixado dentro dela a noite toda.

8 comentários - Del bondi al telo

ransit
"Me imagino que ahora están pensado: solo eso??? Un dedo encima de su mano? Estamos en Poringa flaco, que te pasa?"
BRILLANTE!!!! eL RELATO ES UNA BOMBA, pero esta línea es sublime!!!
Seguí mostro!!!! Esa pluma no puede parar!!!! Saludos y puntos
Excelente relato, ojalá haya más relatos de cogidas con esta mina, y que le sigas llenando la concha de leche hasta dejarla preñada, cómo hace un macho alfa.