Lembro que era época de chuvas, eu e a Mia estávamos nos vendo cada vez mais, sendo discretos na frente dos nossos irmãos, nossa relação tava se fortalecendo, mas no sexo ainda éramos tímidos, apesar dos encontros anteriores já terem sido quentes. Nesse dia, combinamos de ir comer desde o dia anterior, como nossos horários nunca batiam, ela saía primeiro pra trabalhar ou vice-versa. Nesse dia, passei pra buscá-la no trabalho na caminhonete que meu irmão me emprestou, tava chuviscando e um trânsito do caralho. Cheguei e esperei por ela, verdade seja dita, não gosto de esperar, atraso me irrita. Passaram 20 minutos e ela me ligou, disse que não daria tempo de ir comer, além do mais a chuva já tava apertando, mas queria me ver. Falei "ok, te espero", mas não dei bola e fui correndo no OXXO que era perto, fui a pé, era só uma quadra e tinha trânsito, além do mais eu gosto de andar na chuva. Comprei umas coisas, voltei e esperei do lado de fora. Os minutos pareciam uma eternidade, eram sentimentos misturados, raiva por esperar mas nervoso por saber que ia vê-la. Aí ela apareceu, com um guarda-chuva pra não se molhar, um casaco preto com capuz e apliques de pelúcia no capuz e nos punhos, mas a surpresa: por baixo, uma blusa branca com babados e decote em V, uma saia preta com botas pretas de salto alto. Uff, tava linda demais, pela primeira vez via ela de saia, não entendia por que ela não gostava de andar assim, ela já tinha me falado uma vez. Ver ela de saia e a beleza das pernas e panturrilhas torneadas, uff, foi um deleite pros meus olhos, e até hoje é um fetiche que ainda me dá sensações sexuais. Desci do carro rápido, sem parar de olhar aquele corpinho gostoso, recebi ela com um sorriso e ela também, demos um beijo, abri a porta pra ela e ela entrou rápido, eu fiz o mesmo. Já dentro, ela se desculpou por sair tarde e outras coisas, mas sincera? Nem prestei atenção, tava feliz e extasiado com ela. Lindona, acho que ela percebeu, porque me cutucou pra eu reagir, o que me fez corar, porque sentia o calor no meu rosto, hahaha, que idiota fui. Ela me perguntou por que eu estava molhado, então mostrei a comida. A carinha dela refletiu uma expressão meiga e satisfeita, e ela me disse: "Valeu, amor, mas não precisava, basta a gente estar junto." Me deu um beijo carinhoso e pude sentir um calorzinho aconchegante saindo do corpo dela. Nessa hora, a chuva já estava muito forte, os limpadores no máximo não conseguiam tirar a água direito. Não pude evitar de dizer como ela estava linda de saia e com aquele look. Ela me perguntou: "Sério que você gostou?" Eu disse: "Claro que sim, e muito, você parece modelo." Ela respondeu: "Valeu, e na verdade me vesti pra você, não costumo sair assim." Eu falei: "Que sortudo sou, e obrigado por adiantar meu presente de aniversário. Se você pensou em me surpreender, conseguiu, e muito mais." Ela disse: "Não entendi, muito mais como assim?" Eu falei: "Não sei como te dizer e não quero que você leve a mal, mas a verdade é que te ver assim, e ainda mais de saia... me excitou muito." Foi só o que a gente disse... Nos beijamos apaixonadamente, nossas mãos acariciavam nossos corpos. Beijei o pescoço dela, acariciei os peitos dela, desabotoei a blusa e coloquei a mão. Nessa hora, ela disse: "Espera, a gente tá na rua e podem nos ver." Eu falei: "Não se preocupa, não dá pra ver nada, a chuva tá mais forte e os vidros já estão embaçados. Além disso, quem vai ficar olhando os carros com esse tempo? E se alguém ver, a gente deixa assim. Não necessariamente a gente tem que transar, mas se você quiser, só vamos nos pegar." Ela não respondeu, só me beijou. Talvez tenha sido o momento de paixão ou a adrenalina de saber que poderiam nos descobrir, então continuamos no nosso rolé. Consegui liberar os peitos dela e beijei, lambi e mordi, enquanto ela esfregava minha virilha com frenesi, apertava e esfregava num ritmo enlouquecedor. Minha mão percorreu aquelas coxas macias e lisas, subi até a virilha dela e... A calcinha dela já tava toda molhada, saia maravilhosa, consegui enfiar a mão à vontade, afastei a calcinha dela e enfiei um dedo devagar, deslizava que era uma delícia, enquanto a Mia abria meu zíper e soltava meu pau duro e babando, ela olhou pra todo lado pra ver se não vinha ninguém e começou a me masturbar com força, apertando e soltando a mão, nisso a gente viu uma silhueta do lado de fora da caminhonete, era uma pessoa se abrigando da chuva, a gente se ajeitou nos bancos e arrumou a roupa, meu coração tava batendo a mil, ela também pelo visto, a gente ficou parado uns minutos sem falar nada olhando pra pessoa que não ia embora, eu falei pra ela agora enquanto passava a mão na minha virilha, o que a gente faz, fiquei todo excitado, ela falou, sei lá, eu também tô excitada e me olhava enquanto eu me acariciava, como vocês podem imaginar, caminhonete é alta e se dessem pra ver seria só o tronco pra cima, então fodi-me e tirei ele pra fora e comecei a me masturbar sem me mexer muito, a Mia me olhou confusa e virou pra ver a pessoa, você é louco, ele vai te ver, eu falei, você conhece ele, é daqui, ela falou nem um nem outro, a pessoa tava mais preocupada com a chuva do que com a gente, pelo visto não tinha nos visto, eu falei, olha, ele nem percebe a gente e além disso tô muito excitado e te ver de saia, ver essas pernas lindas me excita mais ainda, a Mia me olhava enquanto eu me masturbava devagar, pra cima e pra baixo, soltando a cabeça toda vermelha, balançava e começava de novo, verdade, ia parar mas quando virei pra olhar ela... vi a expressão de tesão dela, corada e com a respiração mais rápida, as mãos dela acariciavam as pernas, falei, você gosta do que vê, ela me olhou e balançou a cabeça que sim, apertei um pouco o movimento da minha mão e perguntei, você quer me ver gozar ou quer que eu pare, e ela respondeu, sim, quero sim ver você gozar, a Mia já tinha subido um pouco mais a mão pra virilha dela, era só dar pra ela. Um empurrãozinho pra timidez dela ir embora, então falei: "se você quer me ver gozar, se toca também, mas do jeito que eu mandar, aceita?" Ela olhou pra pessoa e pra volta e disse: "você me fala o que quer que eu faça". Isso foi música pros meus ouvidos. Diminui o ritmo da minha punheta, quase devagar, e o jogo começou. Com a voz excitada, comecei a mandar: "levanta sua saia, quero ver essas pernas gostosas. Agora encosta na porta como se a gente tivesse conversando. Levanta o joelho e abre as pernas, quero ver sua calcinha fio dental." Ela teve um pouco de trabalho pra fazer, tímida mas excitada, cumpriu meu pedido. Falei: "não se preocupa, eu cuido do seu lado e você do meu, ok? Agora se toca como se eu tivesse fazendo, desde as suas pernas, devagarzinho. Com a outra mão, acaricia seus peitos." Uffa, que espetáculo maravilhoso, o olhar dela era lindo demais. Ela não tirava os olhos da minha punheta e, de vez em quando, me olhava, e era óbvio que tava adorando. "Agora esfrega seu monte de Vênus de cima pra baixo, devagar e apertando." Uffa, que vista excitante. "Tira sua calcinha pro lado, quero ver essa buceta rosadinha." Nossa, era de enlouquecer. Cada pedido que eu fazia, ela cumpria, mas a cada momento eu aumentava o ritmo da minha punheta. Queria mais momentos eternos, mas sabia que não tinha tempo. Aí chegou o momento crucial... "Mete um dedo devagar, assim... tira... mete de novo... tira." Que espetáculo! Ela pegou o próprio ritmo. "Agora outro dedo, pode?" Ela respondeu que sim. E foi assim. Não teve mais pedidos, cada um seguiu seus instintos de prazer. Não precisava de lubrificante, dava pra ouvir estalinhos gostosos. Nossos olhares cúmplices e se observar um ao outro era indescritível. Cada um mostrou como gostava de se masturbar, ritmo e força. Sem dúvida, uma grande lição que aprendemos juntos. Só dizíamos "que gostoso, delicioso". Ela mantinha os dedos arqueados, cutucando a parede vaginal, tirava e enfiava de novo. Uffa, eu já tava perto de gozar e falei pra ela, o que fez ela acelerar os dedos. movimentos e disse... espera, espera, quero que a gente goze junto... Então parei pra esperar ela, não demorou muito. Mia me olhou e disse: "já vou gozar, quero ver você gozar também..." Me apressei como nunca... Ela me olhou extasiada, baixou o olhar esperando ver meu desfecho, sussurrou ofegante: "já vou gozar... já... já... jááááá..." Como se tivéssemos sincronizado, explodimos ao mesmo tempo. Ela não tirou os olhos de como meu leite branquinho jorrava, e eu vi a satisfação no rosto dela de me ver gozar, e claro, o orgasmo dela também. Quisemos descansar, mas já era tarde, ela tinha que voltar pro trabalho e sem comer hahaha. Eu terminei limpando minhas graças que foram parar no volante e no painel, a frente da minha calça manchada e minha mão nem se fala hahaha. Por sorte, a Mia sempre leva lenços descartáveis. Ahhh, que lembrança. Espero que vocês tenham gostado da minha história. Comentem e me leiam na próxima.
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