É difícil pra mim contar essa história, vocês vão sacar o motivo.
Eu era jovem, ingênuo e não sabia o que era incesto naquela época. Nem conhecia a palavra. Vou escrever isso com a terminologia que minha irmã usou na hora do ocorrido. Aqui vai:

Quando eu tinha "X" anos e estava na "X"ª série, minha mãe e meu pai se separaram por um tempo. Meu pai voltou pra Dock Sud, e eu fiquei morando com minha mãe e a Felina, minha irmãzinha, na nossa casa em Solano. Naquele verão, fomos visitar uma irmã da nossa mãe (minha tia) em Santiago del Estero e também nossos primos — um mais velho, que tinha "X" anos na época, e o outro da minha idade. Acabamos ficando com eles por umas duas semanas.
Tô ligado que meu primo mais velho não queria ter que fazer companhia pra dois pivetes que nem a gente, enquanto eu tava lá de boa com o da minha idade, mas acho que quando ele sacou minha inocência e a disposição da minha irmãzinha pra experimentar umas paradas, ele ficou mais de boa em ter ela por perto.

Foi assim que aconteceu... no terceiro dia depois que chegamos, minha tia sugeriu que meu primo mais velho nos mostrasse a propriedade e nos levasse até o riacho pra nadar. Minha mãe se meteu, falando o quanto a gente adora nadar e que até vamos na piscina da cidade durante os verões em casa. Fomos no banheiro e vestimos os trajes de banho — eu um short e a Felina um de duas peças que minha mãe tinha separado pra ela. Depois, ela colocou um short e uma camiseta por cima, calçou as havaianas, pegou uma toalha e se juntou com a gente e os primos.

Meu primo e eu saímos pela porta dos fundos de casa e deixamos o mais velho com minha irmã.
Eles nos viram, mas seguiram com o roteiro planejado, atravessando um campo, passando por algumas árvores e depois até o riacho. Que tinha uma margem de areia e cascalho, e a água era funda o bastante pra nadar. Tudo isso que vou descrever daqui pra frente é a confissão da Felina na volta daquelas férias.

Felina:Meu primo tirou a camisa e os sapatos antes de entrar na água. Deixei minha toalha, tirei as havaianas, tirei o short e a camisa, e aí entrei na água. A gente nadou e conversou um pouco. Como eu sou bem mais baixa, não tava nadando nos mesmos lugares que ele. Depois de um tempão na água, a gente ouviu uma das nossas mães gritando lá da varanda dos fundos que o almoço tava pronto. Saímos da água e começamos a nos secar.

Enquanto a gente tava fazendo isso, percebi que a parte da frente da sunga do meu primo tava estufada. Acho que eu tava olhando, porque ele logo falou que eu tava agindo como se nunca tivesse visto um cara de pau duro. Eu disse que já tinha ouvido os meninos na escola zoando sobre isso. Ele perguntou se eu já tinha visto um de verdade, e eu falei que não. Ele disse que a gente tinha que fazer o que as nossas mães mandaram e ir pra casa, mas que na próxima vez que a gente fosse nadar, se acontecesse de novo, ele me mostrava se eu quisesse ver.

Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Fomos pra casa, almoçamos tudo junto e depois voltamos, nós pro mato caçar bichos e eles pro riacho continuar nadando.
Felina:Depois de vários minutos nadando de novo, meu primo me avisou que tava com outra ereção. Nós dois saímos da água e chegamos na beira do riacho. Meu estômago tava estranho por algum motivo, já que eu não sabia o que esperar. Meu primo desamarrou a sunga e abaixou a braguilha. Dei um pulinho de susto quando a ereção dele se soltou.

Devo ter ficado olhando de novo, porque meu primo teve que falar meu nome umas duas vezes antes de eu perceber que ele tava falando comigo. Meu primo disse que já que eu tinha visto uma parte dele, era justo ele ver uma parte de mim. Eu disse que até que fazia sentido. Ele falou que queria ver meus peitos. Meus seios tinham começado a crescer um pouco, e como ele tinha me mostrado o pau dele, aceitei mostrar meus peitos. Peguei cada alça do meu biquíni (a parte de cima) e puxei pra baixo dos ombros e braços. Tirei o tecido já molhado que cobria meus peitos e ele sorriu. Acho que ele tava olhando pra eles do mesmo jeito que eu tinha olhado pra ele. Uns segundos depois, ele colocou a mão na ereção dele e começou a mexer pra lá e pra cá enquanto olhava pros meus peitos.

Perguntei o que ele tava fazendo e ele disse que era o que os caras faziam pra broxar mais rápido. Fiquei olhando enquanto ele fazia aquilo e comecei a vestir meu biquíni por cima dos peitos, caso alguém viesse nos procurar. Ele pediu pra eu deixar ele tirado, que eletava perto".
Perguntei o que ele queria dizer com aquilo, e ele falou que tava perto de gozar. Eu não sabia o que significava. Uns segundos depois, ele grunhiu e uma coisa branca saiu voando da ponta da buceta dele. Espirrou longe e caiu na beira do riacho. Dei um pulinho quando aconteceu. O pau dele murchou e já não tava mais duro, então ele tava falando a verdade sobre os caras fazerem aquilo pra ele baixar. Ele vestiu o short e eu arrumei meu biquíni.

Fomos nadar um pouco mais, mas minha mente não parava de voltar pra ver o pau duro dele e aquela coisa branca. Pouco depois, ele me perguntou se eu queria ver o resto da propriedade. Eu disse que sim, então saímos da água e eu segui ele pelo terreno enquanto ele me mostrava o celeiro abandonado e outros lugares. Tava fazendo calor, então voltamos pra casa pelo resto do dia. Naquela noite, enquanto eu tava deitada na cama, não parava de pensar no que tinha visto com meu primo.

Continua......
Eu era jovem, ingênuo e não sabia o que era incesto naquela época. Nem conhecia a palavra. Vou escrever isso com a terminologia que minha irmã usou na hora do ocorrido. Aqui vai:

Quando eu tinha "X" anos e estava na "X"ª série, minha mãe e meu pai se separaram por um tempo. Meu pai voltou pra Dock Sud, e eu fiquei morando com minha mãe e a Felina, minha irmãzinha, na nossa casa em Solano. Naquele verão, fomos visitar uma irmã da nossa mãe (minha tia) em Santiago del Estero e também nossos primos — um mais velho, que tinha "X" anos na época, e o outro da minha idade. Acabamos ficando com eles por umas duas semanas.
Tô ligado que meu primo mais velho não queria ter que fazer companhia pra dois pivetes que nem a gente, enquanto eu tava lá de boa com o da minha idade, mas acho que quando ele sacou minha inocência e a disposição da minha irmãzinha pra experimentar umas paradas, ele ficou mais de boa em ter ela por perto.

Foi assim que aconteceu... no terceiro dia depois que chegamos, minha tia sugeriu que meu primo mais velho nos mostrasse a propriedade e nos levasse até o riacho pra nadar. Minha mãe se meteu, falando o quanto a gente adora nadar e que até vamos na piscina da cidade durante os verões em casa. Fomos no banheiro e vestimos os trajes de banho — eu um short e a Felina um de duas peças que minha mãe tinha separado pra ela. Depois, ela colocou um short e uma camiseta por cima, calçou as havaianas, pegou uma toalha e se juntou com a gente e os primos.

Meu primo e eu saímos pela porta dos fundos de casa e deixamos o mais velho com minha irmã.
Eles nos viram, mas seguiram com o roteiro planejado, atravessando um campo, passando por algumas árvores e depois até o riacho. Que tinha uma margem de areia e cascalho, e a água era funda o bastante pra nadar. Tudo isso que vou descrever daqui pra frente é a confissão da Felina na volta daquelas férias.

Felina:Meu primo tirou a camisa e os sapatos antes de entrar na água. Deixei minha toalha, tirei as havaianas, tirei o short e a camisa, e aí entrei na água. A gente nadou e conversou um pouco. Como eu sou bem mais baixa, não tava nadando nos mesmos lugares que ele. Depois de um tempão na água, a gente ouviu uma das nossas mães gritando lá da varanda dos fundos que o almoço tava pronto. Saímos da água e começamos a nos secar.

Enquanto a gente tava fazendo isso, percebi que a parte da frente da sunga do meu primo tava estufada. Acho que eu tava olhando, porque ele logo falou que eu tava agindo como se nunca tivesse visto um cara de pau duro. Eu disse que já tinha ouvido os meninos na escola zoando sobre isso. Ele perguntou se eu já tinha visto um de verdade, e eu falei que não. Ele disse que a gente tinha que fazer o que as nossas mães mandaram e ir pra casa, mas que na próxima vez que a gente fosse nadar, se acontecesse de novo, ele me mostrava se eu quisesse ver.

Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Fomos pra casa, almoçamos tudo junto e depois voltamos, nós pro mato caçar bichos e eles pro riacho continuar nadando.
Felina:Depois de vários minutos nadando de novo, meu primo me avisou que tava com outra ereção. Nós dois saímos da água e chegamos na beira do riacho. Meu estômago tava estranho por algum motivo, já que eu não sabia o que esperar. Meu primo desamarrou a sunga e abaixou a braguilha. Dei um pulinho de susto quando a ereção dele se soltou.

Devo ter ficado olhando de novo, porque meu primo teve que falar meu nome umas duas vezes antes de eu perceber que ele tava falando comigo. Meu primo disse que já que eu tinha visto uma parte dele, era justo ele ver uma parte de mim. Eu disse que até que fazia sentido. Ele falou que queria ver meus peitos. Meus seios tinham começado a crescer um pouco, e como ele tinha me mostrado o pau dele, aceitei mostrar meus peitos. Peguei cada alça do meu biquíni (a parte de cima) e puxei pra baixo dos ombros e braços. Tirei o tecido já molhado que cobria meus peitos e ele sorriu. Acho que ele tava olhando pra eles do mesmo jeito que eu tinha olhado pra ele. Uns segundos depois, ele colocou a mão na ereção dele e começou a mexer pra lá e pra cá enquanto olhava pros meus peitos.

Perguntei o que ele tava fazendo e ele disse que era o que os caras faziam pra broxar mais rápido. Fiquei olhando enquanto ele fazia aquilo e comecei a vestir meu biquíni por cima dos peitos, caso alguém viesse nos procurar. Ele pediu pra eu deixar ele tirado, que eletava perto".
Perguntei o que ele queria dizer com aquilo, e ele falou que tava perto de gozar. Eu não sabia o que significava. Uns segundos depois, ele grunhiu e uma coisa branca saiu voando da ponta da buceta dele. Espirrou longe e caiu na beira do riacho. Dei um pulinho quando aconteceu. O pau dele murchou e já não tava mais duro, então ele tava falando a verdade sobre os caras fazerem aquilo pra ele baixar. Ele vestiu o short e eu arrumei meu biquíni.

Fomos nadar um pouco mais, mas minha mente não parava de voltar pra ver o pau duro dele e aquela coisa branca. Pouco depois, ele me perguntou se eu queria ver o resto da propriedade. Eu disse que sim, então saímos da água e eu segui ele pelo terreno enquanto ele me mostrava o celeiro abandonado e outros lugares. Tava fazendo calor, então voltamos pra casa pelo resto do dia. Naquela noite, enquanto eu tava deitada na cama, não parava de pensar no que tinha visto com meu primo.

Continua......
41 comentários - Porteños inocentes com fotos