Gloria, a despedida das minhas melhores amigas 5 (Real pra c

O que vou contar agora é o final dessa história. No meio, tem um monte de fodas e putaria. Glória dormiu todas as noites e sestas comigo por pouco mais de um mês. Nesse tempo, a gente fez de tudo. Eu realizei todas as minhas fantasias e ela as dela.
A minha sempre foi uma em especial, que sei que vai parecer viadagem e talvez seja. Mas é o que eu mais curto. Mais do que o sexo em si ou a penetração, melhor dizendo, curto uma boa punheta.
Nada mais prazeroso do que outra pessoa bater uma pra mim, me sentir o rei naquele momento em que uma mulher busca meu prazer. Pra mim, é um grande ato de amor ou carinho buscar o prazer do outro. E nem se fala se essa punheta esquenta e ela faz com vontade, pra tirar toda a porra que eu puder e me fazer delirar, seja com as mãos, com o corpo dela ou me comendo a cabeça verbalmente. Isso era algo que Glória sabia. Ela conseguia fazer, embora, pra minha decepção, as punhetas dela não fossem tão prazerosas pra mim. Mas durante aquele mês, e como costumo fazer com todas as minhas parceiras sexuais, em cada despertar, eu pegava a mão dela e colocava no meu pau, indicando o caminho do bom dia. Às vezes, pra minha surpresa, ela fazia isso sozinha, e eu adorava.
Enfim, gozei na cara dela, nos peitos, na bunda, usei a buceta dela por dentro e por fora, nos pés dela (também tenho esse fetiche), muitas vezes na mão e até uma vez nos lábios dela. Era o mais perto que ela deixava, porque desde que éramos amigos, eu também sabia de uma condição que a gente tinha conversado um monte de vezes e que já tinha dado problema com os namorados dela: ela não gostava de porra!! Nunca porra na boca. Isso é algo que todo homem sabe que é o que mais faz a gente delirar, mas eu sabia e respeitava a condição dela. Depois, ela tinha topado todo o resto.
A fantasia dela era que chupassem a buceta dela e que comessem ela com força, de quatro. E foi assim que fiz. Toda vez que ela quis, eu comi aquela buceta linda, suculenta, grande até fazê-la gozar e gritar de prazer várias vezes. Muitas vezes por minha própria conta, sem que ela me pedisse. E isso deixava as perninhas dela bambas. Adorava fazer isso quando ela não esperava. Geralmente, e o que sempre foi minha preferência, é depois do banho...

Nosso problema e o motivo de tudo isso ter acabado, acho, foi termos viciado um no outro. Tanto que ela optou por assumir a relação tanto pra minha família quanto pra dela. Algo que conversamos e que eu resisti no começo, mas todo aquele vício me convenceu. E assim acabamos nos afogando. Um pouco por ciúmes, por nos conhecermos, porque ela começou a sair pra ver outros e eu sabia, porque a conhecia. Nosso erro talvez foi não ter deixado claro desde o início que podíamos ficar com outros. Os dois sabíamos que éramos fogosos e que gostávamos de variar.

A relação se estragou, estragando a amizade também. Conversamos e tentamos seguir um pouco. Mas ambos sabíamos que isso não ia dar certo, pelo menos não assim.

Um dia estávamos meio afastados, às vezes eu dormia sozinho e até comecei a caçar de novo, convidando umas amiguinhas e viciando em pornografia. Batendo punheta com minas de pornô e mulheres de caras de pornô, trocando putaria. Voltei a dedicar tributos pra algumas por chat, coisa que não fazia há muito tempo.

Nesse dia, ela me escreveu pra vir à tarde. Falei pra vir, não tinha problema e também não tinha nada pra fazer. Por outro lado, mesmo brigados como amantes, eu curtia a companhia dela. Ela me avisou que tava a caminho e pra eu colocar a chaleira no fogo. Chegou, nos beijamos com um selinho, como já tínhamos costume. Tomamos uns mates e ela foi tomar banho. Eu fiquei tomando mate na cama, mexendo nas redes sociais.

Quando saiu do banho, tava linda, com aquela regata preta que sabia que me matava, com aqueles peitões, penteada, perfumada. Ela chegou perto da cama, levantou os lençóis e foi direto pro meu pau com a mão, enquanto aproximava o rosto pra me beijar de boca cheia de língua. Uff, de 0 a 100 em 2 segundos. Quando ela viu meu pau Bonner se agachou pra chupar ela, e como ela chupava bem. Dessa vez com mais vontade. Sentou na beirada da cama e me fez deitar de través, deixando meu pau na altura da beirada da cama, eu de barriga pra cima. Ela se virou um pouco pro lado e desceu pra chupar ele enquanto me batia uma punheta com a mão, do jeito que eu tinha ensinado.
Não consegui resistir a pegar naqueles peitos e apalpar eles enquanto ela me fazia um boquete muito bom!!
Pensei que seria o começo de uma trepada, como tinha acontecido várias vezes, onde depois eu chupava a buceta dela até ela gozar, voltava a amassar um pouco pra depois foder do jeito que a gente quisesse naquele dia.
Mas aquele boquete continuou… Perguntei se ela queria foder… Ela me olhou com aqueles olhos cor de mel e aquela cara linda, com meu pau na boca, balançando a cabeça pra fazer um “não”… E meu pau ficou mais duro que pedra…
Continuou chupando e batendo punheta…
Tirou os peitos pra fora e colocou meu pau no meio, fez um espanhol agora e, enquanto o pau subia pra fora, ela chupava a cabeça.
Uffa. Que serviço gostoso minha melhor amiga, minha quase irmã, tava me fazendo…
Chupei um pouco os peitos dela, fui atrás dela. Ela me batia punheta…
Voltou a me deixar deitado, de barriga pra cima, e continuou chupando.

Era um boquete foda, pra ser sincero.
Nos boquetes, eu costumava avisar que ia gozar pra ela tirar da boca e eu jogar a porra onde eu mandasse. Ela era muito prestativa nisso…
Senti a goza subir… Meu pau duro que nem pedra, pulsando. Avisei que ia dar a porra, ela me olhou de novo com o pau na boca e com a mãozinha agarrou a base do meu pau e começou a bater punheta e chupar ao mesmo tempo… Uffa… Explodi…

E pra minha surpresa… Ela engoliu toda a porra!!! Comeu tudo, feito uma puta leiteira. Como ela sempre disse que nunca faria com ninguém. Ali estava ela, tomando meu leite enquanto eu, em êxtase, gozava mais e mais. Uffa, que jeito de dar porra!!!

Pensei que ela cuspiria, mas não. Ela tomou!!! Quando terminou, abriu a boca e me mostrou que não tinha nada…
Na sequência, foi pro banheiro Lavar a boca… Mas deixo um doce na memória, o mais excitante que já vivi com ela.
Depois ela confessou que era a primeira vez dela. Na real, ela tinha experimentado quando era mais nova e não tinha gostado, mas ficou surpresa com o bom gosto da minha porra. Uffff.

Verdade ou não, aquilo explodiu minha cabeça. Adorei e foi um baita privilégio.

Foi a última vez, mas uma grande última vez pra mim!!! Até aqui chegou essa saga com minha melhor amiga!!!!!!!!!!

5 comentários - Gloria, a despedida das minhas melhores amigas 5 (Real pra c

Que relatazos, +10 a todos, solo faltaron fotos de las minas pero despues 10/10
c10z
Gracias Genioo!! Sisi, solo de Flor puse fotos, que son las que puso de estado y por las que comenzó todo!!!
excelente excelente la pija a mil👏👏👏
c10z
Que buenoooo! Me re alegrooo!!!