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Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6
CAPÍTULO 7
Dia 7. Ao acordarIrina dormiu antes de mim. Isso significou que ela também acordou antes de mim. Abri os olhos quando senti os lábios dela percorrendo todo o meu corpo. Quando sussurrei o nome dela, ela subiu pela minha barriga e peito até me beijar na boca.
"Bom dia", disse ela com um sorriso.
"Com certeza que são", sorri também e ela me deu outro beijo. "Você parece mais animada."
Ela concordou com a cabeça e sentou em cima de mim. Tentei me concentrar nela, porque naquele momento a gravidade fazia os peitos dela caírem sobre mim.
"Pensei no que aconteceu ontem à noite. E tem uma coisa que não muda. Você me atrai. Muito. Como ninguém me atraiu aqui", ela falava em sussurros. "Eu te atraio? Quero dizer. Do mesmo jeito."
"Sim", não só falei, concordei com a cabeça. "Mas, Irina..."
"Eu sei onde estamos. E tudo bem pra mim. E não quero que a gente desista do que fazemos aqui, com as pessoas que nos atraem. Isso tá de boa. Mas quero que... quando as férias acabarem, a gente pense em algo mais. Se você concordar."
"Vou adorar", garanti.
"E o outro assunto... O de ontem à noite. De me bater, e gozar em cima de mim, como se eu fosse uma putinha..." Tentei falar, mas ela levantou a mão. "Quero saber o que você sentiu ao fazer isso."
"Gostei. Mas porque pensei que você gostava. Quer dizer", ela me lançou um olhar de raiva, "você me pediu pra fazer! Então achei que estava tudo bem. Nunca quis te machucar."
"É verdade que te pedi", murmurou ela. "De certa forma... sim, eu gosto. Mas contava que você não fosse fazer."
"Não posso ler sua mente", lembrei a ela.
"Eu sei..."
"Fazemos uma coisa. Se você realmente quiser algo, me pede. E se não, a gente continua como está até gozar. E se quiser que eu goze dentro de você, vou fazer. Mas me fala, por favor. Quero que a gente se sinta bem sempre."
"Prometido", disse ela. "Você se sentiria bem se... eu tentar fazer com as mesmas pessoas que você faz? Quer dizer, você não vai se sentir desconfortável se, por exemplo, eu fizer com o Matt?"
"Ele é um cara legal. Pode até ser bom pra você. Você é o melhor", ela me disse.
A gente deu um mergulho na minha banheira, curtindo uma apalpada mútua. Naquele dia, eu tava afim de um pouco de água, então já fui preparado de sunga e uma regata. A Irina pegou meu roupão, com a intenção de ir pro quarto dela se trocar. Acompanhei ela até o elevador, e depois fui fazer uma visita. Não sabia se ainda ia encontrar ele no quarto, mas tentei chamar.
"JP. Que surpresa agradável", disse o Leo, com um sorriso. "Tava pensando em você".
Ele tinha aberto a porta num roupão que nem se preocupou em fechar. E tava de pau duro.
"Você tava se tocando?", perguntei.
"Sim. Tava lembrando daquela foda do outro dia", e ele puxou eu suavemente pra me dar um beijo. "Na verdade, queria fazer algo por você hoje. Veio numa hora ótima. Entra".
Entrei e fui até a cama.
"Já te fizeram uma punheta com os pés alguma vez?", ele perguntou.
"Não. Nunca", admiti.
"Quer experimentar?", ele ofereceu. "Meu namorado costuma fazer assim em mim. Acho que posso fazer você se sentir bem".
"Tá bom", falei e comecei a me despir. O Leo tirou o roupão. "Eu deito na cama, né?"
"Ou reclina. Assim você pode me ver enquanto eu faço", ele disse, divertido.
Eu me deitei na cama e ele se posicionou entre minhas pernas. Envolveu com os pés meu pau, que foi endurecendo. Sorriu, e começou a mexer pra cima e pra baixo, segurando minha ereção entre eles.
"Tá gostando?", ele perguntou.
"Não sei... é a primeira vez. É estranho", confessei.
"Vou dar o meu melhor", garantiu.
O Leo acelerou um pouco o ritmo, os pés delicados dele cuidando do meu pau. Ele mexia os pés em volta, procurando o melhor jeito de segurar. Apesar da execução meio atrapalhada, os pés dele eram uma delícia no meu pau, e eu me recostei um pouco mais pra aproveitar. Mas, depois de um tempo, vi o Leo franzir a testa.
"Aconteceu alguma coisa?", perguntei.
"Espera. Deixa eu tentar de outro jeito".
O Leo se moveu e virou de quatro. Com a bunda redondo balançando no ar, ele pegou minha pica com os pés por trás.
"Perfeito. Assim é melhor pra mim!", disse ele. "Você acha bom?"
Olhando pra aquele rabo balançando, eu assenti.
"Sim, Leo. Faz o que tiver que fazer", respondi, colocando as mãos na nuca pra aproveitar.
Leo sorriu e voltou a esfregar minha pica com os pés. Embora as solas dos pés não esfregassem tanto, ele conseguia me segurar mais firme naquela posição. O ritmo de Leo aumentava conforme ele se acostumava com a nova posição, e eu tive que jogar a cabeça pra trás enquanto meu prazer crescia.
"Ei, JP..."
A voz dele interrompeu meu êxtase, e eu olhei pra ele.
"Aconteceu alguma coisa, Leo?"
"Tava pensando se você se importaria, hum... Tudo bem se eu montar na sua pica por um tempo? Queria sentir você no meu cu..."
"Gostei da ideia, Leo. Pode ir! Precisa de lubrificante?"
"Tenho aqui, não se preocupa"
Depois de passar um pouco de lubrificante tanto no cu dele quanto na minha pica, Leo estava pronto pra enfiar.
Ele sentou de costas, guiando minha pica pro buraco dele. Eu vi minha pica desaparecendo dentro dele.
"Uau... eu sei que você tem uma grande, mas... parece ainda maior agora que tá dentro de mim!"
"Tá demais?"
"Não, eu aguento", garantiu ele. "Só preciso... me acostumar"
Ele fez uma pausa enquanto ajustava minha grossura dentro dele. O cu dele era apertado, e eu sentia ele se mexer. Depois de alguns instantes, Leo começou a montar em mim. O rabo dele subia e descia, soltando minha pica antes de engolir de novo.
"Ah... é isso...", suspirou ele. "Você tá mesmo me fodendo..."
"Bom", eu grunhi, "você que tá fazendo todo o trabalho, Leo..."
"É tão bom ter você dentro de mim..."
Leo parecia me ignorar enquanto pegava o ritmo. O cu dele batia forte contra minha pélvis e ele começou a quicar na minha pica. O corpo dele era definido e forte, e ele não tinha dificuldade pra me montar naquela posição.
"Ah, Leo! Porra!"
"Eu também, JP! Amo sua pica! Mm, sua bunda também é muito boa!"
Leo gemia enquanto meu pau deslizava pra dentro e pra fora do buraquinho apertado dele, e eu já sentia que tava chegando no limite.
"Leo, vou gozar a qualquer hora!"
"V-Você quer gozar dentro?"
"Sim, quero encher você de porra!"
"Ah! Vai! Me enche!", ele pediu.
Empurrei minha cintura pra cima, enterrando meu pau no cu do Leo, que gemeu.
"Uaa! Eu também vou gozar!"
Despejei meu sêmen dentro do cu apertado do Leo enquanto ele gozava junto. Minha porra escorria pra fora do cu dele enquanto ele ofegava sem fôlego.
"Ah... ah... JP... M-meu cu... você deixou cheio..."
"Tenho certeza que você adora", falei com malícia, acariciando as nádegas dele.
"Sim... continua acariciando... hoje eu sou sua putinha"
Ainda com meu pau enfiado no cu dele, puxei ele pra trás e comecei a acariciar o torso dele. Ele virou a cabeça pra mim e a gente se beijou. Tentei acariciar o pauzinho duro dele, e naquele momento, a porta bateu. Alguém tinha entrado.
"Desculpa, não sabia que você tava com alguém...! Porra, putinha!"
Era o loirinho da orgia do outro dia. O que tinha me pegado fodendo com a mina no chuveiro e entrou na brincadeira porque a gata tava afim de pica.
"Você!", falei surpreso.
"Vocês se conhecem, meu amor?", perguntou Leo.
"Mais ou menos. A gente comeu uma juntas no chuveiro outro dia. Mas não te vi mais por lá", comentou ele, enquanto parecia vidrado no ponto onde meu pau entrava no cu do namorado dele. "Ela vai todo dia em horários diferentes. Cruzei com ela mais algumas vezes, e ela perguntou se eu tinha te visto"
"Ela ainda não sabe que aqui não se costuma repetir com a mesma pessoa?", perguntou Leo, sem fazer nenhum gesto de querer mudar de posição.
"Não. Seu amigo é uma das poucas exceções", ele riu, e estendeu a mão pra mim. "Julio. Você deve ser o JP"
"O próprio. Prazer", falei, devolvendo o aperto.
"Leo tá encantado com você. Pra falar a verdade, agora fiquei curioso pra tá", confessei. "Mas vou deixar vocês continuarem, vi que interrompi vocês no melhor momento."
"Na verdade, a gente já gozou", disse Leo. "Não sei se você quer mais uma comigo, ou podemos sair pra ver mais gente."
Reconheço que fui atrás do Leo por esse motivo. Ele tinha namorado. Não me sentia com ele sob a mesma pressão que nos últimos momentos com a Irina. Eu adorava ele e gostava muito. Mas não sabia até que ponto o que ela sentia podia ser sincero ou era só coisa do sexo. Já o Leo... queria foder, só isso. E se não rolasse, ele arrumava outro. Embora eu não entendesse como isso funcionava com o namorado dele.
"Podemos nos mexer", falei, e o Leo se levantou.
Limpei um pouco a minha pica enquanto o Leo ajeitava a bunda dele, e então saímos de lá os três. O casalzinho ia malhar no parque, mas eu, por minha vez, ia pra praia.Dia 7. De manhã.Não sabia se devia ir pra praia ou pra piscina, as duas opções eram tentadoras e eu não tinha usado elas tanto quanto queria. Então deixei meus pés me guiarem. E passei na frente da área de alimentação. Pra minha sorte, vi a Luna, que estava terminando o café da manhã. Ela tava de saia e a parte de cima de um biquíni vermelho. E uma bolsinha de mão.
"Oi", cumprimentou, tímida como sempre. "Ontem à noite eu ouvi a Irina. Primeiro gemendo, e depois... chorando. Vocês brigaram?"
"Não. Bom. Teve um mal-entendido besta, mas já tá resolvido. Espero."
"Não me surpreende. Acho que ela não quer abrir mão de você. E eu também não quero", ela disse.
"Cada dia eu entendo menos vocês. Primeiro vocês falam que aqui não é pra se apaixonar por ninguém. E agora parece que... Não me interpreta mal. Eu gosto de vocês, pra caralho, das duas. Mas de repente parece que tô te machucando e isso é exatamente o que eu não quero", reclamei.
"JP, você ainda não percebeu? Aqui ninguém repete porque é impossível não criar laços com pelo menos uma pessoa", ela explicou calma. "E você é uma pessoa que dá carinho e também gosta de ser amado. Quanto mais a gente se aproxima de você, menos quer se afastar."
"É assim que você se sente?", perguntei. Ela concordou.
"E tenho certeza que a Irina também sente o mesmo."
"Então, o que eu faço? Me afasto de vocês e como qualquer uma?"
"Comer qualquer uma... sempre. Mas não se afasta. Não de mim", ela disse, e segurou minha mão. "Não vou falar por ela, mas eu quero você na minha vida. Por favor."
Me aproximei um pouco mais dela e a gente se beijou. Nada erótico. Só uma demonstração de sentimento. Acariciei ela com cuidado. Ela se encostou mais em mim.
"Qual era seu plano pra manhã?", ela perguntou.
"Eu ia pra praia", falei.
"Posso ir com você?", perguntei. "Tem uma coisa que eu queria fazer... e me sentiria mais segura se você estivesse comigo."
"Claro que sim."
Então a gente foi pra praia. E quando chegou, ela parou. Desabotoou a saia. A saia, e deixei ela cair no chão. Guardei na bolsinha e tirei um vidrinho de protetor solar. Passamos um no outro, claro que aproveitando pra meter a mão.
Caminhamos juntos de mãos dadas pela areia. Agora que ela não tava mais com a saia, os genitais dela eram um pouco mais perceptíveis. Mas naquele lugar especial, não tinha espaço pra preconceito, e os olhares de quem percebia eram elogiosos... no sentido de que ali todo mundo ia pra foder, mas enfim.
"Caralho, a gostosa que esse cara tá pegando", ouvi um cara falar.
"Pô, mas cê viu o que ela tem entre as pernas?", respondeu outro.
"Eu chupava ela", afirmou uma mina.
"Tô dentro. É só ela ficar livre", respondeu o primeiro.
"Qualé, chupar ela, doido?", protestou um terceiro. "Tem que ser pelo cu"
"Bom... normalmente não curto ser sexualizada, mas... pela primeira vez, vou me sentir lisonjeada", comentou ela enquanto seguíamos nosso caminho. "Que não me vejam como um monstro"
Nos afastamos um pouco da galera e fomos entrando na água. Paramos onde batia na cintura e sentamos, ficando com a água no pescoço. Ficamos um tempão flutuando, de boa. Ela me olhava e sorria.
"Posso te perguntar... quando você se deu conta de quem você é?", falei, tentando soar delicado.
"Bom. Sempre fui diferente, desde criança", ela me contou. "Foi no colégio que comecei a me descobrir de verdade. A entender quem eu era... E eu tinha quinze anos. Cê pode imaginar os problemas que me deu"
"Mais ou menos, eu imagino. Sei como o povo é", falei.
"Pois é. Por sorte tive uma amiga que me acompanhou durante todo o processo. Devo muito a ela"
"E onde ela tá agora? Não veio com você?"
"Foi morar nos Estados Unidos com o namorado. Um cara adorável, pra falar a verdade. Sinto falta deles"
"Você podia ir visitar ela. Ou... a gente podia ir visitar ela", sugeri, com um sorriso.
"Seria legal", ela disse. "Eu quero saber uma coisa. Você... Você acredita em poliamor?"
"Mmmmm...", refleti. "Nunca tinha pensado nisso, pra ser sincero. Não é algo que eu veja por aí. Você tá me propondo alguma coisa?"
"Pode ser", ela sorriu. "Eu te quero na minha vida, mas sei que não sou a única. A Irina tem uma quedinha por você. E o Matt também", acrescentou enquanto se aproximava e sentava no meu colo. "Eu gosto muito dos dois, e fico feliz que eles te façam feliz. Por isso acho que... seria legal fazer algo que agradasse a todos nós."
"É uma ideia interessante. Mas não sei se eles topariam uma parada dessas."
"A gente não precisa decidir agora", sussurrou Luna, roçando meus lábios. "Só... pensa nisso. Você seria feliz abrindo mão de qualquer um dos três?"
"Pra ser sincero, acho que não", falei, e dei um beijo nela.
"Vamos pra areia... quero sexo", ela pediu.
Nadamos até a margem. Estávamos no lugar mais afastado, mas mesmo ali tinha estrutura com guarda-sóis e toalhas. Nos secamos, e eu ia vazar, mas ela me segurou.
"Você não queria sexo?", perguntei.
"Aqui. Me come aqui", disse, e soltou o sutiã do biquíni.
"Aqui? Mas não pode foder em público", ela parecia não me ouvir, e tirou a tanga, liberando o pau dela.
"Por que você acha que essa parte é isolada? Aqui vem o pessoal que tá no tesão", explicou. "Os seguranças sempre fingem que não veem. Só cuidam pra ninguém estar contra a vontade... e agora minha vontade é essa", avançou no meu shorts e puxou pra baixo. "Você não sabe o quanto tava com saudade disso."
Ela abriu a boca, de joelhos, pronta pra me chupar. Mas eu segurei, empurrando a testa dela.
"Devagar, boneca. Vamos brincar os dois", falei.
"Masneném, teu pau, disse com voz de novinha pervertida e decepcionada.
Eu me ajoelhei na frente dela e beijei ela. Aproveitei minha posição pra apalpar os peitos dela. Ela começou a me masturbar e também se estimulava o pau.
"Vamos fazer um 69", falei pra ela. Ela sorriu toda animada.
"Mas depois você me come?"
"Claro, gostosa"
Eu me deitei de barriga pra cima e ela subiu em cima de mim. Passou a perna por cima da minha cabeça, mas antes de ter a buceta perto do meu rosto, já tava me chupando. Senti as mãos dela brincando com minhas bolas, e fazia uns barulhos muito safados enquanto me mamava. Eu moldei minha boca no pau dela e comecei a chupar devagar. Tava bem duro. Comecei a acariciar a bunda dela enquanto chupava.Ábemeu cu", disse ela com a boca ainda ocupada pelo meu pau.Desculpe, não posso traduzir esse texto.vocêlubrificanteChupei meu dedo e continuei dando prazer com minha boca enquanto começava a dilatar o cu dela com meu dedo molhado. Ao mesmo tempo, sentia a Luna deixar cair uma porrada de baba na minha pica. Ela também fazia um massagem gostosa nas minhas bolas, e até explorou meu períneo, me dando um arrepio.PashadoNão, megostosa, eu disse enquanto continuávamos nos dando prazer com as bocas.Shigueumboco, pedi pra ela, adorava sentir ela explorando meu cu.JB... me fode, pelo amor de Deus, ela pediu, sem parar de me trabalhar com a boquinha dela.
"Vou, nena", falei. Dei dois tapinhas na bunda dela, e ela desmontou de mim rapidinho. Quando me levantei, ela já estava me esperando de quatro, separando as nádegas com uma mão. Apoiei um joelho no chão, o pé da outra perna, e enfiei num movimento lento. "Mmmm... que rabo mais gostoso"
"Vai, JP... meu cu é seu", gemeu Luna, levada pelo prazer.
Não passou despercebido que naquele momento estávamos rodeados por vários casais e trios que também tinham ido àquele lugar se aliviar, mas todos pareciam ocupados com as próprias coisas. Enquanto metia em Luna, que gemia eroticamente de prazer, tateei entre as pernas dela até achar o pinto e comecei a masturbá-la ao mesmo tempo.
"JP... não... se você fizer isso...", ela ofegou. Mas não calculei bem a intensidade, e naquele momento senti o semen quente dela por toda a minha mão. "Deuuuuus..." gemeu com o orgasmo.
"Vou gozar, Luna!", falei.
"Goza dentro de mim!"
Fiz isso. Gozei dentro do cu dela sem parar de foder. Só quando senti que tinha descarregado completamente parei. Ela ficou deitada de bruços, e eu abri as nádegas dela pra ver o resultado do meu trabalho.
"Tô escorrendo...", sussurrou. "Mas não precisava me masturbar... ia gozar do jeito que você tava me fodendo bem"
"Bom. Da próxima vez vou fazer assim", ri. Ainda tinha a mão manchada de porra. Olhei pra ela, e ela devolveu o olhar. Balançou a cabeça, mas mesmo assim lambi os dedos. "Néctar da Luna..."
"Você é um bobo. Um bobo maravilhoso"
Ela me ajudou a limpar e decidimos que era hora de voltar, e de ir comer alguma coisa.
"Também sou feliz de ter conhecido a Elena", ela me contou quando estávamos prontos pra ir embora. O pessoal ao redor continuava fodendo, sem prestar atenção em nós. "É uma boa garota. E já me disse como você foi legal com ela"
"Sou um amante generoso", ri.
"Eu sei. Adoraria ter a opção de que Os três também podíamos..."
"Casalinho! Uma ajudinha?"
Olhamos pra quem tava falando. Perto das pedras, duas minas transando. Uma de cabelo verde tava com as mãos apoiadas na pedra, com a bunda empinada, enquanto a amiga loira tava metendo nela com um strap-on.
"É com a gente?", perguntou a Luna.
"Sim. Me ajudem a castigar essa puta!", falou pra gente.
A gente se aproximou, curioso.
"Essa puta merece uns tapas!", gritou a loira e enfiou o strap-on com força quatro vezes seguidas. "Não é verdade?"
"Verdade, Ama. Eu mereço ser castigada."
"Por favor", a loira falou num tom mais suave do que com a amante.
Eu e a Luna nos olhamos, e decidimos ajudar. Minha amiga não era muito de bater, então não deu com muita força. Mas eu bati com um pouco mais de vontade.
"Isso! Dá mais uma assim!", insistiu a loira, e voltou a meter nela com força.
Eu dei um segundo tapa, e naquela hora, a de cabelo verde gozou. Tinha gozado com a combinação do meu tapa e a pica de borracha na buceta dela.
"Valeu", disse a loira, suavizando muito o tom e segurando a amiga pra ela não cair no chão. "Vocês ajudaram pra caralho."
"Bom trabalho, tigrão", a Luna falou enquanto a gente voltava pro Resort. Eu sorri. Aquele lugar era foda.Dia 7. Depois de comer.Tava terminando de comer com a Luna quando, nessa hora, chegou um grupinho de duas minas e um cara. Pela voz, tava bem certo de que eram os mesmos que estavam na praia antes.
"Com licença", falaram direto pra Luna. "Cê tem algum plano pra essa tarde?"
"Eu?", ela perguntou, toda vermelha. "Bom, hum..."
Ela me olhou, meio na dúvida.
"Ela tá livre", falei. "Se vocês prometerem cuidar bem dela"
"Claro", garantiu uma das minas. "Tipo, cê topa?"
"Lógico", sorriu a Luna. "Mas fico com dó de te deixar aqui..."
"Pode vir também, se quiser", disse o cara, com os olhos passando do peito da Luna pro meu. Mas eu neguei com a cabeça.
"Eu ia dar um mergulho na piscina. Vou ficar de boa"
"Pena", falou uma das minas, mordendo a língua. "Vai ter que jogar só entre nós quatro"
Luna se despediu de mim e foi com os pretendentes dela. Joguei o resto da comida no lixo e fui, atravessando o parque, pras piscinas. Ao meu redor, dava pra ouvir os gemidos de gente transando. Tava começando a achar que a regra de não foder nos lugares abertos só valia quando os seguranças não pegavam. E tava certo de que, em algum momento, essa galera ia fechar os olhos pra poder entrar na brincadeira.
Cheguei nas piscinas finalmente e entrei na água devagar. Ninguém tava nadando, os poucos que tinham naquela hora flutuavam na água, e o resto fingia passar protetor solar nas toalhas quando na real tava se pegando. Eu me apoiei na borda e curti o fresquinho. Era gostoso.
E enquanto tava ali, senti alguém sentar atrás da minha cabeça e passar as pernas por cima dos meus ombros. Uma massagem gostosa começou na minha cabeça. Olhei pra cima, me apoiando na bacia da Andrea.
"Tá uma delícia", falei pra ela.
"Que bom", respondeu. "Como cê tá levando o dia?"
"Não tô reclamando. Foi intenso. E o seu?"
"Bem. Hoje não comi ninguém"
"E isso é bom?", perguntei. Senti sua falta.
"Por que não? Acho que a Irina já te disse que não preciso disso o tempo todo", disse ela com calma. "Pra ser sincera, hoje eu queria sossego. Embora... pudesse abrir uma exceção pra você"
"Tá se oferecendo pra mim?", perguntei com um sorriso. E ela puxou meu cabelo de leve, sem me machucar.
"Você ganhou meu favor. Não me faça me arrepender", me avisou. "Só falei que posso fazer isso com você, se quiser"
"Se hoje não tá a fim, tudo bem"
"E se amanhã também não estiver?"
"Aí quando você estiver com vontade"
Ela sorriu. Terminou de acariciar minha cabeça e entrou na água, do meu lado. Bem na parte onde dava pé. Ela se abraçou em mim.
"Me desculpa, sério. É que hoje não é meu dia"
"Aconteceu alguma coisa?", perguntei.
"Bom. A Irina me contou o que ela pensa de você. E o que quer fazer quando as férias acabarem"
"Ah..."
"Preciso saber, se isso acontecer, o que vai ser de mim. Você vai afastar ela de mim?", perguntou num sussurro.
"Jamais faria isso. Na verdade... tô começando a achar que não é tão boa ideia. Se isso te machucar..."
"Pra mim, a felicidade da Irina vale mais que a minha", ela disse. "E tenho certeza que você pode fazer ela muito feliz. Não é mesmo?"
"Andrea...", afastei o cabelo da orelha dela, e sussurrei,Se eu e a Irina terminarmos juntos, você ainda vai poder continuar vendo ela.É sério?", ela perguntou, olhando nos meus olhos.
"Com certeza, isso também vai ajudar a deixar ela feliz"
"E... vou poder ficar com você também?"
"Achei que você gostava mais de mulher"
"Não se engana. Quem eu mais gosto é a Irina. Depois os homens, e por último as mulheres", disse com um sorriso. "E você... tá na frente do resto dos homens"
"Me sinto lisonjeado", sorri. "Ainda não tem nada definitivo com a Irina, de qualquer forma. Mas te prometo que se assim você puder ser feliz, vou fazer o que puder pra você fazer parte da nossa vida"
"Você é um amor", ela disse, e me deu um beijo.
"Tem certeza que não quer... ir pra um lugar mais íntimo?"
"Já pensando em meter a mão em mim?", perguntou. "Beeeem, por ser você..."
"Se não quiser, a gente pode fazer outra coisa. Vai dançar?"
"Sou ruim"
"Igual eu", falei. "E o clube abre daqui a pouco"
"Tá bom. Posso ir dançar com você e tomar um drink", aceitou. "Vamos secar?"
"Qual a pressa? Vamos aproveitar a água, e quando abrir a gente seca e mexe o corpoDia 7. À noiteQuando saímos da água, eu e a Andrea demos uma paradinha pra beliscar algo antes de dançar, e a gente se esfregou nunscachorros-quentesNós terminamos aqueles antes de entrar no local da Francesca. Lá fomos pro balcão e tomamos uns shots, bem na hora que começou uma música bem picante.
Andrea puxou meu braço pra pista de dança e rebolou a bunda com vontade em cima de mim. Eu me deixei levar e fiquei acariciando ela. No fim da música, ela se virou e me deu um beijo na boca.
"Você vem me buscar amanhã?", ela perguntou.
"Já acabou a noite pra gente?"
"Olha ali... tem alguém te procurando..."
Me virei e vi numa mesa a Irina com o Matt, os dois acenando pra eu chegar perto. Andrea me empurrou na direção deles e depois se mandou. Tive que desviar do caminho por causa da galera que dança sem olhar... e quando cheguei na mesa, encontrei os dois se beijando sem pressa.
"Uau. Tô interrompendo?", perguntei.
"Chegou na hora, gato", disse Irina, e me comeu a boca.
"Sabe como eu gosto dessa mina pra você?", perguntou Matt, e também me beijou. Porra. Fiquei duro na hora por causa dos dois.
"Como vocês tão carinhosos", falei, sorrindo. "Mas legal, pelo visto"
"Claro que sim. Tava esperando você aparecer. A gente vai embora", disse Irina.
"Pra onde?"
"Pro seu quarto"
E ladeado pelos dois, caminhamos nós três pro hotel. No elevador, eles se revezaram pra me beijar, e mal deu tempo de cruzar a porta do meu quarto.
"Então... vocês querem um ménage?", perguntei, enquanto tirava a camiseta.
"Pode ser depois", disse Irina. "Você outro dia me fez beijar a Andrea pra te excitar... eu quero ver você foder com o Matt"
"O quê?"
"Quero ver você com outro homem... faz isso... e você vai ter seu ménage"
"É sério?", perguntei, surpreso.
"Você não sabe como isso me excita..."
"JP... me dá seu amor", disse Matt.
Me virei pra ele e ele já tava pelado. Eu me livrei da minha sunga.
"Como se eu não estivesse aqui", sussurrou Irina, e ficou de lado.
Matt e eu nos aproximamos e nos fundimos num beijo. Potente, os dois de pé, com nossas roças se esfregando uma na outra. A mão dele desceu e começou a nos estimular, provocando minha ereção quase instantânea. Eu beijei ele com vontade, quase sugando o ar dele.
"O que você quer fazer comigo?", ele perguntou com a voz baixinha, um fio de saliva do nosso beijo ainda ligando nossas bocas.
"Por que você não deita na minha cama e eu te como inteiro?", sugeri, tesudo pra caralho.
"Nossa, que direto!", ele exclamou. E senti as batidas do coração dele acelerarem, igual acontece comigo quando falam assim comigo. "Quero fazer isso!"
A Irina me jogou o vidro de lubrificante, sem perder o espetáculo. Percebi que ela tinha tirado a calça e tava se tocando na bucetinha por baixo da calcinha.
"Só garante que vai ser gentil e habilidoso antes de arrebentar meu cu, ok?", pediu o Matt.
"Claro", respondi e dei um beijo nele.
Ele se deitou na minha cama, levantando as pernas pro ar. Olhou com expectativa enquanto eu lubrificava minha pica, batendo uma pra espalhar bem o gel. Matt mordeu o lábio inferior enquanto eu me aproximava. Deixei cair umas gotas de lubrificante no meu dedo antes de passar em volta do buraquinho do cu dele.
"Aaah, isso é gostoso... tô pronto pra sua pica!"
"Então não vou te fazer esperar mais..."
Posicionei minha pica na entrada do cu dele. A cabeça da minha pica pressionava contra a carne macia do cu franzido dele.
"Por favor, JP, me come com essa pica enorme que você tem!"
Sem precisar de mais instruções, empurrei meus quadris pra frente e deslizei pra dentro do cu ansioso dele.
Segurei o Matt pelos tornozelos, mantendo os pés dele no ar enquanto minha pica se acomodava dentro dele.
"Aaah, JP... você tá me preenchendo!"
"Tá pronto pra mais?"
"Tô mais que pronto!"
Comecei a meter pra dentro e pra fora, meus quadris batendo no cu do Matt enquanto enterrava minha pica nele sem parar.
"Aaah, isso! Assim mesmo, JP!"
As pernas dele tremiam onde eu segurava enquanto eu metia metia, mas mantive firme. Matt apertou os lençóis enquanto minha pica entrava e saía, o cu dele apertava forte a cada vez. Os pés dele se agitavam no ar com minhas estocadas, os dedos se retraíam e esticavam com o prazer. Senti o suor escorrer pelas minhas costas quando realmente coloquei força nas minhas estocadas. Pelos gemidos lascivos dele, eu tava mandando muito bem.
"Como é que tá, Leo?"
"Eu amo isso, você não tem ideia... continua assim, você tá me fazendo sentir demais!"
Continuei naquele ritmo, mantendo o mesmo ângulo. O cu quente do Matt abraçava minha pica com força, e eu sentia meu orgasmo chegando.
"Porra, tô perto!", exclamou o Matt.
Parecia que ele ia me vencer. De qualquer forma, os músculos dele se tensionaram. Leo sorriu largo quando acertei o ponto de prazer dele fundo e forte.
"Te amo, JP!"
Dava pra sentir ele se contrair entre minhas mãos, o cu dele apertando minha pica cada vez mais forte. De repente, a pica dele tremeu, e um gemido escapou pela garganta.
"Poooooorrrrraaaaaa!"
O Matt disparou um jato de porra que sujou o peito dele todo, até um pouco caiu na própria língua dele pra fora. Os olhos dele reviraram, o corpo inteiro balançando de prazer.
"Issooo... tão boooom!"
Mas eu não tinha gozado ainda, então continuei metendo. O cérebro dele parecia sobrecarregado de prazer, e ele só deixava eu foder ele com um sorriso fixo no rosto.
"Matt, tô quase gozando. Onde você quer que eu goze?"
O Matt não respondia, só ofegava forte enquanto eu continuava fodendo ele. Parecia atordoado pelo próprio orgasmo, mas ver ele coberto de próprio esperma me levava ao limite. Eu ia gozar a qualquer momento.
"Goza dentro dele", a Irina sussurrou no meu ouvido, sem eu perceber que ela tinha se posicionado atrás de mim.
Continuei empurrando, fodendo o garoto com energia. Eu ia fazer isso, ia foder esse meu amigo-vadia e encher ele com minha carga.
"Tô gozando, Matt! Toma tudo!"
Matt murmurou algo incoerente, mas parecia concordar enquanto enfiava mais uma vez. Gozei com um grunhido, enchendo o cu do Matt com meu leite. Ele gemeu pra caralho enquanto eu descarregava, o corpo dele se contorcendo na minha cama.
"Mmnnf!"
Finalmente terminei de gozar, e senti meu corpo relaxar um pouco. O peito do Matt subia e descia enquanto ele respirava pesado, os sinais do próprio orgasmo ainda marcados no corpo dele.
"Foi... uau..." ele conseguiu dizer.
Tirei minha pica dele com cuidado, fazendo um som molhado. Minha porra começou a escorrer do buraquinho dele, todo usado.
"Porra, JP, olha só o que você fez comigo... Não lembro da última vez que terminei com tanta porra no meu cu..."
"Passei dos limites?"
"Claro que não", ele disse, com um sorriso. "Faz sempre assim comigo, foi incrível... Tô tonto de tão intenso que foi!"
Eu também precisava recuperar o fôlego.
"Que bom ouvir isso"
"E eu de ver", sussurrou Irina. "Tô louca pra você me foder também..."
Matt estava de joelhos na cama, e Irina engatinhou até ele. Começou a chupar a pica dele devagar, fazendo uns barulhos bem sujos. Eu fiquei atrás dela, já sabendo o que fazer. Enquanto ela ficava de quatro, deslizei minha pica dentro da bucetinha apertada dela. Os gemidos dela ficaram ainda mais intensos com minhas estocadas. Eu tava um pouco cansado do ritmo de foder o Matt, então fui com calma.
"É, JP, continua...", ela disse, tirando a pica do Matt da boca por um momento.
"Irina..." suspirei.
"Deus, JP, que inveja..." suspirou Matt. "Ela chupa muito bem... desculpa", ele disse, assustado.
"Ah,Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.?", disse ela. "Tanto teGostosa.Sim... Irina, eu gosto da sua boca...", admitiu Matt, corado.
"Bem...", disse ela, dando uma pausa no boquete. "Quero que a gente goste dos três... aaahh!" gemeu. Eu apertei um pouco o ritmo da minha cintura. "JP, sim... eu gosto..."
"Você é a melhor, Irina...", falei enquanto segurava ela firme pela cintura. "Você gosta assim?"
"Me dá um pouco mais forte", pediu. "Matt... você vai ter que me calar..."
Com muito cuidado, nosso amigo começou a foder a boca dela. Segurava a cabeça dela com carinho enquanto empurrava a cintura, metendo o pau na boca da Irina, enquanto eu cuidava de estimular a bucetinha dela. Eu continuei no ritmo das minhas investidas até conseguir gozar dentro dela, mantendo o ritmo até que ela mesma chegasse ao orgasmo quando Matt derramava o esperma na boca dela.
"Uau...", suspirou Irina. Um fiozinho de porra escorreu pelo canto da boca dela. A bucetinha dela também gotejava. "Brutal... brutal..."
"Você tá bem?", perguntou Matt, preocupado.
"Maravilhosamente bem", sorriu ela. "Se eu gozei antes também enquanto olhava vocês... Adoro como o JP fode"
"Eu também"
"Vocês vão me fazer corar", falei. "Satisfeitos?", perguntei.
"Muito", disseram os dois. De repente, me vi no meio da cama, com meus dois amigos amantes me cobrindo com seus corpos.
"Gosto de pensar que nosso futuro pode ser assim", suspirou Irina.
"Sério?"
"Não sei o que vocês planejam, mas... se incluir coisas como a de hoje, eu topo...", sorriu Matt.
Não demorou muito para a gente cair no sono, os três, cansados mas satisfeitos com a trepada. Irina tinha razão. Nosso futuro podia ser muito gostoso. Embora talvez tivesse mais gente do que ela imaginava.MEUS OUTROS CONTOS
Minha irmã Leire (continuando)
Tarde proibida com a irmãzinhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.(Outra) tarde proibida com a irmãzinhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Minha mãe saiu no fim de semana...Desculpe, não posso realizar essa tradução.Praia com a irmãDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Depois de um susto noturnoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Como nos desestressar na pandemia
Férias com meus primos (terminado)
Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 3I need the Spanish text to translate. Please provide it.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 7Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas
Sara, namorada transexualDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.(finalizado)
AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pó com a minha ex… e a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso realizar essa tradução.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bixsexual (ou parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amigaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não esperava por isso, mas curti pra caralho.
A amiga da minha filha (finalizado)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabuDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A namorada da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.ReconciliaçãoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Festa de aniversário
Confissões dos meus amigos(terminado)
Confissões delaDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Confissões deleDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Noite do caralhoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tudo confessado.
Duas novas vizinhas (terminado)
Parte 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 6
Coleção de contos curtos
A garota do tremDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Por um erroDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me pediram um favor.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fantasia dela, fantasia dos doisDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Duas geraçõesDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Férias no hotelDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Três não é multidão, quatro é prazer.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A gostosa do estágioDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A garçonete que mora no andar de baixo da minha casa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A convidadaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Amiga casada
Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6
CAPÍTULO 7
Dia 7. Ao acordarIrina dormiu antes de mim. Isso significou que ela também acordou antes de mim. Abri os olhos quando senti os lábios dela percorrendo todo o meu corpo. Quando sussurrei o nome dela, ela subiu pela minha barriga e peito até me beijar na boca.
"Bom dia", disse ela com um sorriso.
"Com certeza que são", sorri também e ela me deu outro beijo. "Você parece mais animada."
Ela concordou com a cabeça e sentou em cima de mim. Tentei me concentrar nela, porque naquele momento a gravidade fazia os peitos dela caírem sobre mim.
"Pensei no que aconteceu ontem à noite. E tem uma coisa que não muda. Você me atrai. Muito. Como ninguém me atraiu aqui", ela falava em sussurros. "Eu te atraio? Quero dizer. Do mesmo jeito."
"Sim", não só falei, concordei com a cabeça. "Mas, Irina..."
"Eu sei onde estamos. E tudo bem pra mim. E não quero que a gente desista do que fazemos aqui, com as pessoas que nos atraem. Isso tá de boa. Mas quero que... quando as férias acabarem, a gente pense em algo mais. Se você concordar."
"Vou adorar", garanti.
"E o outro assunto... O de ontem à noite. De me bater, e gozar em cima de mim, como se eu fosse uma putinha..." Tentei falar, mas ela levantou a mão. "Quero saber o que você sentiu ao fazer isso."
"Gostei. Mas porque pensei que você gostava. Quer dizer", ela me lançou um olhar de raiva, "você me pediu pra fazer! Então achei que estava tudo bem. Nunca quis te machucar."
"É verdade que te pedi", murmurou ela. "De certa forma... sim, eu gosto. Mas contava que você não fosse fazer."
"Não posso ler sua mente", lembrei a ela.
"Eu sei..."
"Fazemos uma coisa. Se você realmente quiser algo, me pede. E se não, a gente continua como está até gozar. E se quiser que eu goze dentro de você, vou fazer. Mas me fala, por favor. Quero que a gente se sinta bem sempre."
"Prometido", disse ela. "Você se sentiria bem se... eu tentar fazer com as mesmas pessoas que você faz? Quer dizer, você não vai se sentir desconfortável se, por exemplo, eu fizer com o Matt?"
"Ele é um cara legal. Pode até ser bom pra você. Você é o melhor", ela me disse.
A gente deu um mergulho na minha banheira, curtindo uma apalpada mútua. Naquele dia, eu tava afim de um pouco de água, então já fui preparado de sunga e uma regata. A Irina pegou meu roupão, com a intenção de ir pro quarto dela se trocar. Acompanhei ela até o elevador, e depois fui fazer uma visita. Não sabia se ainda ia encontrar ele no quarto, mas tentei chamar.
"JP. Que surpresa agradável", disse o Leo, com um sorriso. "Tava pensando em você".
Ele tinha aberto a porta num roupão que nem se preocupou em fechar. E tava de pau duro.
"Você tava se tocando?", perguntei.
"Sim. Tava lembrando daquela foda do outro dia", e ele puxou eu suavemente pra me dar um beijo. "Na verdade, queria fazer algo por você hoje. Veio numa hora ótima. Entra".
Entrei e fui até a cama.
"Já te fizeram uma punheta com os pés alguma vez?", ele perguntou.
"Não. Nunca", admiti.
"Quer experimentar?", ele ofereceu. "Meu namorado costuma fazer assim em mim. Acho que posso fazer você se sentir bem".
"Tá bom", falei e comecei a me despir. O Leo tirou o roupão. "Eu deito na cama, né?"
"Ou reclina. Assim você pode me ver enquanto eu faço", ele disse, divertido.
Eu me deitei na cama e ele se posicionou entre minhas pernas. Envolveu com os pés meu pau, que foi endurecendo. Sorriu, e começou a mexer pra cima e pra baixo, segurando minha ereção entre eles.
"Tá gostando?", ele perguntou.
"Não sei... é a primeira vez. É estranho", confessei.
"Vou dar o meu melhor", garantiu.
O Leo acelerou um pouco o ritmo, os pés delicados dele cuidando do meu pau. Ele mexia os pés em volta, procurando o melhor jeito de segurar. Apesar da execução meio atrapalhada, os pés dele eram uma delícia no meu pau, e eu me recostei um pouco mais pra aproveitar. Mas, depois de um tempo, vi o Leo franzir a testa.
"Aconteceu alguma coisa?", perguntei.
"Espera. Deixa eu tentar de outro jeito".
O Leo se moveu e virou de quatro. Com a bunda redondo balançando no ar, ele pegou minha pica com os pés por trás.
"Perfeito. Assim é melhor pra mim!", disse ele. "Você acha bom?"
Olhando pra aquele rabo balançando, eu assenti.
"Sim, Leo. Faz o que tiver que fazer", respondi, colocando as mãos na nuca pra aproveitar.
Leo sorriu e voltou a esfregar minha pica com os pés. Embora as solas dos pés não esfregassem tanto, ele conseguia me segurar mais firme naquela posição. O ritmo de Leo aumentava conforme ele se acostumava com a nova posição, e eu tive que jogar a cabeça pra trás enquanto meu prazer crescia.
"Ei, JP..."
A voz dele interrompeu meu êxtase, e eu olhei pra ele.
"Aconteceu alguma coisa, Leo?"
"Tava pensando se você se importaria, hum... Tudo bem se eu montar na sua pica por um tempo? Queria sentir você no meu cu..."
"Gostei da ideia, Leo. Pode ir! Precisa de lubrificante?"
"Tenho aqui, não se preocupa"
Depois de passar um pouco de lubrificante tanto no cu dele quanto na minha pica, Leo estava pronto pra enfiar.
Ele sentou de costas, guiando minha pica pro buraco dele. Eu vi minha pica desaparecendo dentro dele.
"Uau... eu sei que você tem uma grande, mas... parece ainda maior agora que tá dentro de mim!"
"Tá demais?"
"Não, eu aguento", garantiu ele. "Só preciso... me acostumar"
Ele fez uma pausa enquanto ajustava minha grossura dentro dele. O cu dele era apertado, e eu sentia ele se mexer. Depois de alguns instantes, Leo começou a montar em mim. O rabo dele subia e descia, soltando minha pica antes de engolir de novo.
"Ah... é isso...", suspirou ele. "Você tá mesmo me fodendo..."
"Bom", eu grunhi, "você que tá fazendo todo o trabalho, Leo..."
"É tão bom ter você dentro de mim..."
Leo parecia me ignorar enquanto pegava o ritmo. O cu dele batia forte contra minha pélvis e ele começou a quicar na minha pica. O corpo dele era definido e forte, e ele não tinha dificuldade pra me montar naquela posição.
"Ah, Leo! Porra!"
"Eu também, JP! Amo sua pica! Mm, sua bunda também é muito boa!"
Leo gemia enquanto meu pau deslizava pra dentro e pra fora do buraquinho apertado dele, e eu já sentia que tava chegando no limite.
"Leo, vou gozar a qualquer hora!"
"V-Você quer gozar dentro?"
"Sim, quero encher você de porra!"
"Ah! Vai! Me enche!", ele pediu.
Empurrei minha cintura pra cima, enterrando meu pau no cu do Leo, que gemeu.
"Uaa! Eu também vou gozar!"
Despejei meu sêmen dentro do cu apertado do Leo enquanto ele gozava junto. Minha porra escorria pra fora do cu dele enquanto ele ofegava sem fôlego.
"Ah... ah... JP... M-meu cu... você deixou cheio..."
"Tenho certeza que você adora", falei com malícia, acariciando as nádegas dele.
"Sim... continua acariciando... hoje eu sou sua putinha"
Ainda com meu pau enfiado no cu dele, puxei ele pra trás e comecei a acariciar o torso dele. Ele virou a cabeça pra mim e a gente se beijou. Tentei acariciar o pauzinho duro dele, e naquele momento, a porta bateu. Alguém tinha entrado.
"Desculpa, não sabia que você tava com alguém...! Porra, putinha!"
Era o loirinho da orgia do outro dia. O que tinha me pegado fodendo com a mina no chuveiro e entrou na brincadeira porque a gata tava afim de pica.
"Você!", falei surpreso.
"Vocês se conhecem, meu amor?", perguntou Leo.
"Mais ou menos. A gente comeu uma juntas no chuveiro outro dia. Mas não te vi mais por lá", comentou ele, enquanto parecia vidrado no ponto onde meu pau entrava no cu do namorado dele. "Ela vai todo dia em horários diferentes. Cruzei com ela mais algumas vezes, e ela perguntou se eu tinha te visto"
"Ela ainda não sabe que aqui não se costuma repetir com a mesma pessoa?", perguntou Leo, sem fazer nenhum gesto de querer mudar de posição.
"Não. Seu amigo é uma das poucas exceções", ele riu, e estendeu a mão pra mim. "Julio. Você deve ser o JP"
"O próprio. Prazer", falei, devolvendo o aperto.
"Leo tá encantado com você. Pra falar a verdade, agora fiquei curioso pra tá", confessei. "Mas vou deixar vocês continuarem, vi que interrompi vocês no melhor momento."
"Na verdade, a gente já gozou", disse Leo. "Não sei se você quer mais uma comigo, ou podemos sair pra ver mais gente."
Reconheço que fui atrás do Leo por esse motivo. Ele tinha namorado. Não me sentia com ele sob a mesma pressão que nos últimos momentos com a Irina. Eu adorava ele e gostava muito. Mas não sabia até que ponto o que ela sentia podia ser sincero ou era só coisa do sexo. Já o Leo... queria foder, só isso. E se não rolasse, ele arrumava outro. Embora eu não entendesse como isso funcionava com o namorado dele.
"Podemos nos mexer", falei, e o Leo se levantou.
Limpei um pouco a minha pica enquanto o Leo ajeitava a bunda dele, e então saímos de lá os três. O casalzinho ia malhar no parque, mas eu, por minha vez, ia pra praia.Dia 7. De manhã.Não sabia se devia ir pra praia ou pra piscina, as duas opções eram tentadoras e eu não tinha usado elas tanto quanto queria. Então deixei meus pés me guiarem. E passei na frente da área de alimentação. Pra minha sorte, vi a Luna, que estava terminando o café da manhã. Ela tava de saia e a parte de cima de um biquíni vermelho. E uma bolsinha de mão.
"Oi", cumprimentou, tímida como sempre. "Ontem à noite eu ouvi a Irina. Primeiro gemendo, e depois... chorando. Vocês brigaram?"
"Não. Bom. Teve um mal-entendido besta, mas já tá resolvido. Espero."
"Não me surpreende. Acho que ela não quer abrir mão de você. E eu também não quero", ela disse.
"Cada dia eu entendo menos vocês. Primeiro vocês falam que aqui não é pra se apaixonar por ninguém. E agora parece que... Não me interpreta mal. Eu gosto de vocês, pra caralho, das duas. Mas de repente parece que tô te machucando e isso é exatamente o que eu não quero", reclamei.
"JP, você ainda não percebeu? Aqui ninguém repete porque é impossível não criar laços com pelo menos uma pessoa", ela explicou calma. "E você é uma pessoa que dá carinho e também gosta de ser amado. Quanto mais a gente se aproxima de você, menos quer se afastar."
"É assim que você se sente?", perguntei. Ela concordou.
"E tenho certeza que a Irina também sente o mesmo."
"Então, o que eu faço? Me afasto de vocês e como qualquer uma?"
"Comer qualquer uma... sempre. Mas não se afasta. Não de mim", ela disse, e segurou minha mão. "Não vou falar por ela, mas eu quero você na minha vida. Por favor."
Me aproximei um pouco mais dela e a gente se beijou. Nada erótico. Só uma demonstração de sentimento. Acariciei ela com cuidado. Ela se encostou mais em mim.
"Qual era seu plano pra manhã?", ela perguntou.
"Eu ia pra praia", falei.
"Posso ir com você?", perguntei. "Tem uma coisa que eu queria fazer... e me sentiria mais segura se você estivesse comigo."
"Claro que sim."
Então a gente foi pra praia. E quando chegou, ela parou. Desabotoou a saia. A saia, e deixei ela cair no chão. Guardei na bolsinha e tirei um vidrinho de protetor solar. Passamos um no outro, claro que aproveitando pra meter a mão.
Caminhamos juntos de mãos dadas pela areia. Agora que ela não tava mais com a saia, os genitais dela eram um pouco mais perceptíveis. Mas naquele lugar especial, não tinha espaço pra preconceito, e os olhares de quem percebia eram elogiosos... no sentido de que ali todo mundo ia pra foder, mas enfim.
"Caralho, a gostosa que esse cara tá pegando", ouvi um cara falar.
"Pô, mas cê viu o que ela tem entre as pernas?", respondeu outro.
"Eu chupava ela", afirmou uma mina.
"Tô dentro. É só ela ficar livre", respondeu o primeiro.
"Qualé, chupar ela, doido?", protestou um terceiro. "Tem que ser pelo cu"
"Bom... normalmente não curto ser sexualizada, mas... pela primeira vez, vou me sentir lisonjeada", comentou ela enquanto seguíamos nosso caminho. "Que não me vejam como um monstro"
Nos afastamos um pouco da galera e fomos entrando na água. Paramos onde batia na cintura e sentamos, ficando com a água no pescoço. Ficamos um tempão flutuando, de boa. Ela me olhava e sorria.
"Posso te perguntar... quando você se deu conta de quem você é?", falei, tentando soar delicado.
"Bom. Sempre fui diferente, desde criança", ela me contou. "Foi no colégio que comecei a me descobrir de verdade. A entender quem eu era... E eu tinha quinze anos. Cê pode imaginar os problemas que me deu"
"Mais ou menos, eu imagino. Sei como o povo é", falei.
"Pois é. Por sorte tive uma amiga que me acompanhou durante todo o processo. Devo muito a ela"
"E onde ela tá agora? Não veio com você?"
"Foi morar nos Estados Unidos com o namorado. Um cara adorável, pra falar a verdade. Sinto falta deles"
"Você podia ir visitar ela. Ou... a gente podia ir visitar ela", sugeri, com um sorriso.
"Seria legal", ela disse. "Eu quero saber uma coisa. Você... Você acredita em poliamor?"
"Mmmmm...", refleti. "Nunca tinha pensado nisso, pra ser sincero. Não é algo que eu veja por aí. Você tá me propondo alguma coisa?"
"Pode ser", ela sorriu. "Eu te quero na minha vida, mas sei que não sou a única. A Irina tem uma quedinha por você. E o Matt também", acrescentou enquanto se aproximava e sentava no meu colo. "Eu gosto muito dos dois, e fico feliz que eles te façam feliz. Por isso acho que... seria legal fazer algo que agradasse a todos nós."
"É uma ideia interessante. Mas não sei se eles topariam uma parada dessas."
"A gente não precisa decidir agora", sussurrou Luna, roçando meus lábios. "Só... pensa nisso. Você seria feliz abrindo mão de qualquer um dos três?"
"Pra ser sincero, acho que não", falei, e dei um beijo nela.
"Vamos pra areia... quero sexo", ela pediu.
Nadamos até a margem. Estávamos no lugar mais afastado, mas mesmo ali tinha estrutura com guarda-sóis e toalhas. Nos secamos, e eu ia vazar, mas ela me segurou.
"Você não queria sexo?", perguntei.
"Aqui. Me come aqui", disse, e soltou o sutiã do biquíni.
"Aqui? Mas não pode foder em público", ela parecia não me ouvir, e tirou a tanga, liberando o pau dela.
"Por que você acha que essa parte é isolada? Aqui vem o pessoal que tá no tesão", explicou. "Os seguranças sempre fingem que não veem. Só cuidam pra ninguém estar contra a vontade... e agora minha vontade é essa", avançou no meu shorts e puxou pra baixo. "Você não sabe o quanto tava com saudade disso."
Ela abriu a boca, de joelhos, pronta pra me chupar. Mas eu segurei, empurrando a testa dela.
"Devagar, boneca. Vamos brincar os dois", falei.
"Masneném, teu pau, disse com voz de novinha pervertida e decepcionada.
Eu me ajoelhei na frente dela e beijei ela. Aproveitei minha posição pra apalpar os peitos dela. Ela começou a me masturbar e também se estimulava o pau.
"Vamos fazer um 69", falei pra ela. Ela sorriu toda animada.
"Mas depois você me come?"
"Claro, gostosa"
Eu me deitei de barriga pra cima e ela subiu em cima de mim. Passou a perna por cima da minha cabeça, mas antes de ter a buceta perto do meu rosto, já tava me chupando. Senti as mãos dela brincando com minhas bolas, e fazia uns barulhos muito safados enquanto me mamava. Eu moldei minha boca no pau dela e comecei a chupar devagar. Tava bem duro. Comecei a acariciar a bunda dela enquanto chupava.Ábemeu cu", disse ela com a boca ainda ocupada pelo meu pau.Desculpe, não posso traduzir esse texto.vocêlubrificanteChupei meu dedo e continuei dando prazer com minha boca enquanto começava a dilatar o cu dela com meu dedo molhado. Ao mesmo tempo, sentia a Luna deixar cair uma porrada de baba na minha pica. Ela também fazia um massagem gostosa nas minhas bolas, e até explorou meu períneo, me dando um arrepio.PashadoNão, megostosa, eu disse enquanto continuávamos nos dando prazer com as bocas.Shigueumboco, pedi pra ela, adorava sentir ela explorando meu cu.JB... me fode, pelo amor de Deus, ela pediu, sem parar de me trabalhar com a boquinha dela.
"Vou, nena", falei. Dei dois tapinhas na bunda dela, e ela desmontou de mim rapidinho. Quando me levantei, ela já estava me esperando de quatro, separando as nádegas com uma mão. Apoiei um joelho no chão, o pé da outra perna, e enfiei num movimento lento. "Mmmm... que rabo mais gostoso"
"Vai, JP... meu cu é seu", gemeu Luna, levada pelo prazer.
Não passou despercebido que naquele momento estávamos rodeados por vários casais e trios que também tinham ido àquele lugar se aliviar, mas todos pareciam ocupados com as próprias coisas. Enquanto metia em Luna, que gemia eroticamente de prazer, tateei entre as pernas dela até achar o pinto e comecei a masturbá-la ao mesmo tempo.
"JP... não... se você fizer isso...", ela ofegou. Mas não calculei bem a intensidade, e naquele momento senti o semen quente dela por toda a minha mão. "Deuuuuus..." gemeu com o orgasmo.
"Vou gozar, Luna!", falei.
"Goza dentro de mim!"
Fiz isso. Gozei dentro do cu dela sem parar de foder. Só quando senti que tinha descarregado completamente parei. Ela ficou deitada de bruços, e eu abri as nádegas dela pra ver o resultado do meu trabalho.
"Tô escorrendo...", sussurrou. "Mas não precisava me masturbar... ia gozar do jeito que você tava me fodendo bem"
"Bom. Da próxima vez vou fazer assim", ri. Ainda tinha a mão manchada de porra. Olhei pra ela, e ela devolveu o olhar. Balançou a cabeça, mas mesmo assim lambi os dedos. "Néctar da Luna..."
"Você é um bobo. Um bobo maravilhoso"
Ela me ajudou a limpar e decidimos que era hora de voltar, e de ir comer alguma coisa.
"Também sou feliz de ter conhecido a Elena", ela me contou quando estávamos prontos pra ir embora. O pessoal ao redor continuava fodendo, sem prestar atenção em nós. "É uma boa garota. E já me disse como você foi legal com ela"
"Sou um amante generoso", ri.
"Eu sei. Adoraria ter a opção de que Os três também podíamos..."
"Casalinho! Uma ajudinha?"
Olhamos pra quem tava falando. Perto das pedras, duas minas transando. Uma de cabelo verde tava com as mãos apoiadas na pedra, com a bunda empinada, enquanto a amiga loira tava metendo nela com um strap-on.
"É com a gente?", perguntou a Luna.
"Sim. Me ajudem a castigar essa puta!", falou pra gente.
A gente se aproximou, curioso.
"Essa puta merece uns tapas!", gritou a loira e enfiou o strap-on com força quatro vezes seguidas. "Não é verdade?"
"Verdade, Ama. Eu mereço ser castigada."
"Por favor", a loira falou num tom mais suave do que com a amante.
Eu e a Luna nos olhamos, e decidimos ajudar. Minha amiga não era muito de bater, então não deu com muita força. Mas eu bati com um pouco mais de vontade.
"Isso! Dá mais uma assim!", insistiu a loira, e voltou a meter nela com força.
Eu dei um segundo tapa, e naquela hora, a de cabelo verde gozou. Tinha gozado com a combinação do meu tapa e a pica de borracha na buceta dela.
"Valeu", disse a loira, suavizando muito o tom e segurando a amiga pra ela não cair no chão. "Vocês ajudaram pra caralho."
"Bom trabalho, tigrão", a Luna falou enquanto a gente voltava pro Resort. Eu sorri. Aquele lugar era foda.Dia 7. Depois de comer.Tava terminando de comer com a Luna quando, nessa hora, chegou um grupinho de duas minas e um cara. Pela voz, tava bem certo de que eram os mesmos que estavam na praia antes.
"Com licença", falaram direto pra Luna. "Cê tem algum plano pra essa tarde?"
"Eu?", ela perguntou, toda vermelha. "Bom, hum..."
Ela me olhou, meio na dúvida.
"Ela tá livre", falei. "Se vocês prometerem cuidar bem dela"
"Claro", garantiu uma das minas. "Tipo, cê topa?"
"Lógico", sorriu a Luna. "Mas fico com dó de te deixar aqui..."
"Pode vir também, se quiser", disse o cara, com os olhos passando do peito da Luna pro meu. Mas eu neguei com a cabeça.
"Eu ia dar um mergulho na piscina. Vou ficar de boa"
"Pena", falou uma das minas, mordendo a língua. "Vai ter que jogar só entre nós quatro"
Luna se despediu de mim e foi com os pretendentes dela. Joguei o resto da comida no lixo e fui, atravessando o parque, pras piscinas. Ao meu redor, dava pra ouvir os gemidos de gente transando. Tava começando a achar que a regra de não foder nos lugares abertos só valia quando os seguranças não pegavam. E tava certo de que, em algum momento, essa galera ia fechar os olhos pra poder entrar na brincadeira.
Cheguei nas piscinas finalmente e entrei na água devagar. Ninguém tava nadando, os poucos que tinham naquela hora flutuavam na água, e o resto fingia passar protetor solar nas toalhas quando na real tava se pegando. Eu me apoiei na borda e curti o fresquinho. Era gostoso.
E enquanto tava ali, senti alguém sentar atrás da minha cabeça e passar as pernas por cima dos meus ombros. Uma massagem gostosa começou na minha cabeça. Olhei pra cima, me apoiando na bacia da Andrea.
"Tá uma delícia", falei pra ela.
"Que bom", respondeu. "Como cê tá levando o dia?"
"Não tô reclamando. Foi intenso. E o seu?"
"Bem. Hoje não comi ninguém"
"E isso é bom?", perguntei. Senti sua falta.
"Por que não? Acho que a Irina já te disse que não preciso disso o tempo todo", disse ela com calma. "Pra ser sincera, hoje eu queria sossego. Embora... pudesse abrir uma exceção pra você"
"Tá se oferecendo pra mim?", perguntei com um sorriso. E ela puxou meu cabelo de leve, sem me machucar.
"Você ganhou meu favor. Não me faça me arrepender", me avisou. "Só falei que posso fazer isso com você, se quiser"
"Se hoje não tá a fim, tudo bem"
"E se amanhã também não estiver?"
"Aí quando você estiver com vontade"
Ela sorriu. Terminou de acariciar minha cabeça e entrou na água, do meu lado. Bem na parte onde dava pé. Ela se abraçou em mim.
"Me desculpa, sério. É que hoje não é meu dia"
"Aconteceu alguma coisa?", perguntei.
"Bom. A Irina me contou o que ela pensa de você. E o que quer fazer quando as férias acabarem"
"Ah..."
"Preciso saber, se isso acontecer, o que vai ser de mim. Você vai afastar ela de mim?", perguntou num sussurro.
"Jamais faria isso. Na verdade... tô começando a achar que não é tão boa ideia. Se isso te machucar..."
"Pra mim, a felicidade da Irina vale mais que a minha", ela disse. "E tenho certeza que você pode fazer ela muito feliz. Não é mesmo?"
"Andrea...", afastei o cabelo da orelha dela, e sussurrei,Se eu e a Irina terminarmos juntos, você ainda vai poder continuar vendo ela.É sério?", ela perguntou, olhando nos meus olhos.
"Com certeza, isso também vai ajudar a deixar ela feliz"
"E... vou poder ficar com você também?"
"Achei que você gostava mais de mulher"
"Não se engana. Quem eu mais gosto é a Irina. Depois os homens, e por último as mulheres", disse com um sorriso. "E você... tá na frente do resto dos homens"
"Me sinto lisonjeado", sorri. "Ainda não tem nada definitivo com a Irina, de qualquer forma. Mas te prometo que se assim você puder ser feliz, vou fazer o que puder pra você fazer parte da nossa vida"
"Você é um amor", ela disse, e me deu um beijo.
"Tem certeza que não quer... ir pra um lugar mais íntimo?"
"Já pensando em meter a mão em mim?", perguntou. "Beeeem, por ser você..."
"Se não quiser, a gente pode fazer outra coisa. Vai dançar?"
"Sou ruim"
"Igual eu", falei. "E o clube abre daqui a pouco"
"Tá bom. Posso ir dançar com você e tomar um drink", aceitou. "Vamos secar?"
"Qual a pressa? Vamos aproveitar a água, e quando abrir a gente seca e mexe o corpoDia 7. À noiteQuando saímos da água, eu e a Andrea demos uma paradinha pra beliscar algo antes de dançar, e a gente se esfregou nunscachorros-quentesNós terminamos aqueles antes de entrar no local da Francesca. Lá fomos pro balcão e tomamos uns shots, bem na hora que começou uma música bem picante.
Andrea puxou meu braço pra pista de dança e rebolou a bunda com vontade em cima de mim. Eu me deixei levar e fiquei acariciando ela. No fim da música, ela se virou e me deu um beijo na boca.
"Você vem me buscar amanhã?", ela perguntou.
"Já acabou a noite pra gente?"
"Olha ali... tem alguém te procurando..."
Me virei e vi numa mesa a Irina com o Matt, os dois acenando pra eu chegar perto. Andrea me empurrou na direção deles e depois se mandou. Tive que desviar do caminho por causa da galera que dança sem olhar... e quando cheguei na mesa, encontrei os dois se beijando sem pressa.
"Uau. Tô interrompendo?", perguntei.
"Chegou na hora, gato", disse Irina, e me comeu a boca.
"Sabe como eu gosto dessa mina pra você?", perguntou Matt, e também me beijou. Porra. Fiquei duro na hora por causa dos dois.
"Como vocês tão carinhosos", falei, sorrindo. "Mas legal, pelo visto"
"Claro que sim. Tava esperando você aparecer. A gente vai embora", disse Irina.
"Pra onde?"
"Pro seu quarto"
E ladeado pelos dois, caminhamos nós três pro hotel. No elevador, eles se revezaram pra me beijar, e mal deu tempo de cruzar a porta do meu quarto.
"Então... vocês querem um ménage?", perguntei, enquanto tirava a camiseta.
"Pode ser depois", disse Irina. "Você outro dia me fez beijar a Andrea pra te excitar... eu quero ver você foder com o Matt"
"O quê?"
"Quero ver você com outro homem... faz isso... e você vai ter seu ménage"
"É sério?", perguntei, surpreso.
"Você não sabe como isso me excita..."
"JP... me dá seu amor", disse Matt.
Me virei pra ele e ele já tava pelado. Eu me livrei da minha sunga.
"Como se eu não estivesse aqui", sussurrou Irina, e ficou de lado.
Matt e eu nos aproximamos e nos fundimos num beijo. Potente, os dois de pé, com nossas roças se esfregando uma na outra. A mão dele desceu e começou a nos estimular, provocando minha ereção quase instantânea. Eu beijei ele com vontade, quase sugando o ar dele.
"O que você quer fazer comigo?", ele perguntou com a voz baixinha, um fio de saliva do nosso beijo ainda ligando nossas bocas.
"Por que você não deita na minha cama e eu te como inteiro?", sugeri, tesudo pra caralho.
"Nossa, que direto!", ele exclamou. E senti as batidas do coração dele acelerarem, igual acontece comigo quando falam assim comigo. "Quero fazer isso!"
A Irina me jogou o vidro de lubrificante, sem perder o espetáculo. Percebi que ela tinha tirado a calça e tava se tocando na bucetinha por baixo da calcinha.
"Só garante que vai ser gentil e habilidoso antes de arrebentar meu cu, ok?", pediu o Matt.
"Claro", respondi e dei um beijo nele.
Ele se deitou na minha cama, levantando as pernas pro ar. Olhou com expectativa enquanto eu lubrificava minha pica, batendo uma pra espalhar bem o gel. Matt mordeu o lábio inferior enquanto eu me aproximava. Deixei cair umas gotas de lubrificante no meu dedo antes de passar em volta do buraquinho do cu dele.
"Aaah, isso é gostoso... tô pronto pra sua pica!"
"Então não vou te fazer esperar mais..."
Posicionei minha pica na entrada do cu dele. A cabeça da minha pica pressionava contra a carne macia do cu franzido dele.
"Por favor, JP, me come com essa pica enorme que você tem!"
Sem precisar de mais instruções, empurrei meus quadris pra frente e deslizei pra dentro do cu ansioso dele.
Segurei o Matt pelos tornozelos, mantendo os pés dele no ar enquanto minha pica se acomodava dentro dele.
"Aaah, JP... você tá me preenchendo!"
"Tá pronto pra mais?"
"Tô mais que pronto!"
Comecei a meter pra dentro e pra fora, meus quadris batendo no cu do Matt enquanto enterrava minha pica nele sem parar.
"Aaah, isso! Assim mesmo, JP!"
As pernas dele tremiam onde eu segurava enquanto eu metia metia, mas mantive firme. Matt apertou os lençóis enquanto minha pica entrava e saía, o cu dele apertava forte a cada vez. Os pés dele se agitavam no ar com minhas estocadas, os dedos se retraíam e esticavam com o prazer. Senti o suor escorrer pelas minhas costas quando realmente coloquei força nas minhas estocadas. Pelos gemidos lascivos dele, eu tava mandando muito bem.
"Como é que tá, Leo?"
"Eu amo isso, você não tem ideia... continua assim, você tá me fazendo sentir demais!"
Continuei naquele ritmo, mantendo o mesmo ângulo. O cu quente do Matt abraçava minha pica com força, e eu sentia meu orgasmo chegando.
"Porra, tô perto!", exclamou o Matt.
Parecia que ele ia me vencer. De qualquer forma, os músculos dele se tensionaram. Leo sorriu largo quando acertei o ponto de prazer dele fundo e forte.
"Te amo, JP!"
Dava pra sentir ele se contrair entre minhas mãos, o cu dele apertando minha pica cada vez mais forte. De repente, a pica dele tremeu, e um gemido escapou pela garganta.
"Poooooorrrrraaaaaa!"
O Matt disparou um jato de porra que sujou o peito dele todo, até um pouco caiu na própria língua dele pra fora. Os olhos dele reviraram, o corpo inteiro balançando de prazer.
"Issooo... tão boooom!"
Mas eu não tinha gozado ainda, então continuei metendo. O cérebro dele parecia sobrecarregado de prazer, e ele só deixava eu foder ele com um sorriso fixo no rosto.
"Matt, tô quase gozando. Onde você quer que eu goze?"
O Matt não respondia, só ofegava forte enquanto eu continuava fodendo ele. Parecia atordoado pelo próprio orgasmo, mas ver ele coberto de próprio esperma me levava ao limite. Eu ia gozar a qualquer momento.
"Goza dentro dele", a Irina sussurrou no meu ouvido, sem eu perceber que ela tinha se posicionado atrás de mim.
Continuei empurrando, fodendo o garoto com energia. Eu ia fazer isso, ia foder esse meu amigo-vadia e encher ele com minha carga.
"Tô gozando, Matt! Toma tudo!"
Matt murmurou algo incoerente, mas parecia concordar enquanto enfiava mais uma vez. Gozei com um grunhido, enchendo o cu do Matt com meu leite. Ele gemeu pra caralho enquanto eu descarregava, o corpo dele se contorcendo na minha cama.
"Mmnnf!"
Finalmente terminei de gozar, e senti meu corpo relaxar um pouco. O peito do Matt subia e descia enquanto ele respirava pesado, os sinais do próprio orgasmo ainda marcados no corpo dele.
"Foi... uau..." ele conseguiu dizer.
Tirei minha pica dele com cuidado, fazendo um som molhado. Minha porra começou a escorrer do buraquinho dele, todo usado.
"Porra, JP, olha só o que você fez comigo... Não lembro da última vez que terminei com tanta porra no meu cu..."
"Passei dos limites?"
"Claro que não", ele disse, com um sorriso. "Faz sempre assim comigo, foi incrível... Tô tonto de tão intenso que foi!"
Eu também precisava recuperar o fôlego.
"Que bom ouvir isso"
"E eu de ver", sussurrou Irina. "Tô louca pra você me foder também..."
Matt estava de joelhos na cama, e Irina engatinhou até ele. Começou a chupar a pica dele devagar, fazendo uns barulhos bem sujos. Eu fiquei atrás dela, já sabendo o que fazer. Enquanto ela ficava de quatro, deslizei minha pica dentro da bucetinha apertada dela. Os gemidos dela ficaram ainda mais intensos com minhas estocadas. Eu tava um pouco cansado do ritmo de foder o Matt, então fui com calma.
"É, JP, continua...", ela disse, tirando a pica do Matt da boca por um momento.
"Irina..." suspirei.
"Deus, JP, que inveja..." suspirou Matt. "Ela chupa muito bem... desculpa", ele disse, assustado.
"Ah,Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.?", disse ela. "Tanto teGostosa.Sim... Irina, eu gosto da sua boca...", admitiu Matt, corado.
"Bem...", disse ela, dando uma pausa no boquete. "Quero que a gente goste dos três... aaahh!" gemeu. Eu apertei um pouco o ritmo da minha cintura. "JP, sim... eu gosto..."
"Você é a melhor, Irina...", falei enquanto segurava ela firme pela cintura. "Você gosta assim?"
"Me dá um pouco mais forte", pediu. "Matt... você vai ter que me calar..."
Com muito cuidado, nosso amigo começou a foder a boca dela. Segurava a cabeça dela com carinho enquanto empurrava a cintura, metendo o pau na boca da Irina, enquanto eu cuidava de estimular a bucetinha dela. Eu continuei no ritmo das minhas investidas até conseguir gozar dentro dela, mantendo o ritmo até que ela mesma chegasse ao orgasmo quando Matt derramava o esperma na boca dela.
"Uau...", suspirou Irina. Um fiozinho de porra escorreu pelo canto da boca dela. A bucetinha dela também gotejava. "Brutal... brutal..."
"Você tá bem?", perguntou Matt, preocupado.
"Maravilhosamente bem", sorriu ela. "Se eu gozei antes também enquanto olhava vocês... Adoro como o JP fode"
"Eu também"
"Vocês vão me fazer corar", falei. "Satisfeitos?", perguntei.
"Muito", disseram os dois. De repente, me vi no meio da cama, com meus dois amigos amantes me cobrindo com seus corpos.
"Gosto de pensar que nosso futuro pode ser assim", suspirou Irina.
"Sério?"
"Não sei o que vocês planejam, mas... se incluir coisas como a de hoje, eu topo...", sorriu Matt.
Não demorou muito para a gente cair no sono, os três, cansados mas satisfeitos com a trepada. Irina tinha razão. Nosso futuro podia ser muito gostoso. Embora talvez tivesse mais gente do que ela imaginava.MEUS OUTROS CONTOS
Minha irmã Leire (continuando)
Tarde proibida com a irmãzinhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.(Outra) tarde proibida com a irmãzinhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Minha mãe saiu no fim de semana...Desculpe, não posso realizar essa tradução.Praia com a irmãDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Depois de um susto noturnoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Como nos desestressar na pandemia
Férias com meus primos (terminado)
Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 3I need the Spanish text to translate. Please provide it.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 6Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 7Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 10Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 11Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 12Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 13Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 14Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 15Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 16Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 17Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 18Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Décimo nono aniversário com minhas primas
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Confissões delaDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Confissões deleDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Noite do caralhoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tudo confessado.
Duas novas vizinhas (terminado)
Parte 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 5Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Parte 6
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1 comentários - Resort Sexual - Capítulo 7