Quase 50 anos de diferença

No terceiro ano do ensino médio, decidi mudar para o período noturno porque queria trabalhar para ter meu próprio dinheiro. Então, quando dava, fazia uns bicos, já que estudava numa escola técnica à tarde e às vezes tinha aula prática. Foi assim que acabei trabalhando às vezes com um vizinho que fazia todo tipo de reparo em casas. Num dia frio de inverno, estávamos tirando as telhas do telhado de uma casa. Depois do almoço, me deixaram sozinho removendo as telhas e separando as que ainda estavam boas. Era o segundo dia que a gente ia naquela casa, e eu não sabia de quem era nem quem morava lá. A questão é que, na sesta, eu tava entretido tirando telha, e de repente o céu começou a escurecer, umas nuvens pretas enormes vieram pra cima de mim. Pouco depois, começou a ventar um pouco forte. Quando vi que os trovões já estavam bem em cima, tentei cobrir com uma lona a parte do telhado que tinha ficado sem telhas pra não entrar chuva. Mas aí já tava molhando tudo naquela tarde fria. De outra parte da casa, uma senhora bem idosa me chamava pra descer, dizendo que era perigoso por causa dos raios. Ensopado pela chuva, desci e a senhora me alcançou uma toalha e me fez entrar na cozinha, que estava quentinha por causa do aquecedor. Eu tava encharcando o chão todo com a água que escorria da minha roupa. Enquanto tentava me esquentar, a senhora se apresentou como dona da casa e me ofereceu um mate quente. A senhora, de uns 70 anos, de repente saiu e me deixou sozinho, enquanto lá fora a tempestade estava muito pior. Quando voltou pra cozinha, trouxe outra toalha maior e uns panos pra colocar no chão molhado. Quando me entrega a toalha, ela diz:
— Tira a roupa pra eu botar pra secar, você vai ficar doente assim todo molhado.
Fiquei pasmo com o que ela disse. Ela me olhou, vendo que eu não fazia nada, se aproximou e começou a me ajudar a tirar a roupa, enquanto falava:
— Vai, tira tudo, não fica com vergonha, eu poderia ser sua avó.
— Não tem problema, senhora, assim tá bom — eu disse. enquanto eu tentava evitar que ela tirasse minha roupa — não, não, não, tira tudo que você vai ficar doente, e não me chama de senhora, ela disse — me chama de Mercedes ou de vovó. Enquanto ela me servia outro mate quente, fui tirando a roupa molhada e me cobrindo com a toalha. Ela pegou minha roupa e tênis molhados e colocou na frente do aquecedor. Depois disso, fiquei em pé na frente do aquecedor enquanto ela me oferecia outros mates. Lá fora, a tarde parecia noite de tão escuro que tinha ficado por causa da tempestade. Minutos depois, a luz acabou. A vovó acendeu umas velas e continuamos conversando enquanto a roupa secava. Eu, em pé na frente do aquecedor, virava de frente pra ela e tentava abrir um pouco a toalha pra secar a cueca. A vovó percebeu e pediu que eu tirasse pra secar também. Assim secava tudo mais rápido. A vovó ligou o forno da cozinha e colocou mais roupa pra secar na frente dele. Eu dizia que não precisava de tanto trabalho, e ela respondia que era o mínimo que podia fazer por eu ter me arriscado no telhado pra tampar. Em pé só com uma toalha na cintura, o calor do aquecedor começou a subir entre minhas pernas, e isso fez meu pau começar a ficar um pouco duro. Minutos depois, já não estava um pouco duro, estava durasso. Eu não sabia como esconder minha ereção que saía das minhas pernas magras e queria aparecer por baixo da toalha. A vovó percebeu e, sem vergonha nenhuma, disse: — Parece que você já não está com frio. Fiquei todo vermelho e não disse nada. Ela aproximou uma cadeira perto de mim e falou: — Senta, não fica nervoso, é normal na sua idade. Também trouxe uma cadeira pra ela e sentou na minha frente. Eu, sentado na frente dela, ficava ainda mais difícil esconder meu pau duro. Então, como se nada fosse, enquanto me dava outro mate, a vovó diz: — Deixa eu ver, nunca vi outro pau além do do meu marido. E com a mão, afastou as minhas que tentavam tampar minha ereção por cima da toalha. Eu, bem devagar e olhando pra qualquer outro lugar, abri a... enxuguei a toalha e minha pica dura emergiu apontando para o teto da cozinha. A vovó se levantou e trouxe uma vela para enxergar melhor. Não sei por que, em vez de sentir vergonha da situação, minha pica estava ainda mais excitada e se mexia sozinha. Ela cabeceava como se tivesse vida própria, parecia que queria sair da minha virilha.

— Seu pau parece estar feliz, como ele se mexe — posso tocá-lo? — me disse a vovó.

E depois de pedir permissão, ela esticou a mão e agarrou minha pica com muita suavidade. Muito devagar, ela a acariciava e, com muita falta de jeito, me masturbava. Enquanto fazia isso, não parava de olhar para minha pica, movendo-a para todos os lados e examinando bem. Eu olhava para qualquer canto enquanto a vovó continuava entretida com minha pica. A ponta dos dedos dela esfregava a cabeça da minha pica, a gotinha que emanava dela, enquanto ela me dizia:

— É a primeira vez que toco em outro pau que não seja o do meu marido.

Aí me deu por pensar que alguém poderia chegar a qualquer momento. Então perguntei se não havia perigo de alguém vir. E ela me disse que era viúva há 10 anos.

— Fique tranquilo que estamos sozinhos e ninguém vem — me disse.

Ela continuou acariciando e olhando a pica enquanto dizia:

— O que estou fazendo? — Isso está errado — Isso é novo para mim.

"Está errado" ela não parava de dizer, enquanto sua respiração já não era tão tranquila. Então ela agarrou minha pica com as duas mãos, me masturbou com força e, justo quando eu estava quase gozando, ela soltou e ficou olhando para ela. Eu a olhei como dizendo: "Véia safada, me deixou com o gozo na ponta da pica".

Ela quebrou o silêncio e me disse com voz muito doce:

— Deixa eu dar um beijinho nela? — Sim — respondi.

A vovó, sentada na sua cadeira, se inclinou para frente e aproximou seus lábios da minha pica. Enquanto a cheirava, dava beijinhos na ponta e descia pelo tronco. Como minha pica cabeceava loucamente, ela ajudou com a mão para mantê-la quieta e assim continuar dando beijos. Eu tinha uma vontade louca que ela a colocasse na boca, então, com cuidado, me levantei e, quando ela estava dando beijos na cabeça da... Apoiei minha mão atrás da cabeça dela e empurrei para frente, enfiando meu pau na sua boca. Ela começou a chupar como se fosse um pirulito, me arranhando um pouco com os dentes. Comecei a mover minha pelve para frente e para trás e, quase sem perceber, gozei na sua boca, justo quando ela tinha começado a mover a língua em volta do meu pau. Ela ficou parada com meu pau no meio da boca, sem fazer nenhum movimento ou som, recebendo cada jato de porra de adolescente dentro da boca.

Quando senti que não saía mais porra, puxei para trás para tirar meu pau da boca dela e uma grande quantidade de sêmen caiu no chão. A vovó pegou a toalha que estava em cima da cadeira e cuspiu nela o resto de sêmen que tinha na boca. Eu continuei parado na frente dela, pelado, com meu pau meio mole. Ela terminou de limpar a boca e, com a respiração ainda mais agitada, disse:

- Olha o que você me fez fazer.
- Isso é errado.
- Que vergonha.
- O que você vai pensar dessa vovó?

Sem deixá-la pensar muito, agarrei sua cabeça de novo e levei até meu pau. Ela já meteu na boca sozinha e, sem me arranhar com os dentes, chupava como se tivesse experiência. O barulho que ela fazia com a boca deixava meu pau mais duro. Naquela idade, não demorou muito para ficar feito pedra.

- Está mais duro e maior que antes – a vovó me dizia.

De repente, a luz voltou e pude me ver bem, pelado na frente da vovó enquanto ela me chupava. Ela ficou com um pouco de vergonha e disse: "Vamos continuar". Segui ela até o quarto, onde se sentou na cama alta e se inclinou para frente, continuando a chupar meu pau. Peguei a mão dela e levei até minhas bolas para que massageasse. Tomei coragem, agarrei seus braços e a fiz ficar de pé. Girei ela para a cama e, muito submissa, se deixou manipular. Apoiei uma mão no ombro dela e fui guiando para que se inclinasse para frente. Quando ficou deitada sobre... Na cama, com as pernas dela no chão, levantei o vestido e desci a calcinha. Não tinha muita luz no quarto, mas dava pra ver a bunda magra e ossuda dela tremendo junto com as pernas. Vi que a vovó estava assustada e, antes que ela se cagasse toda, perguntei: "Quer que eu continue?" "Lá fora ainda tá chovendo, você não pode ir com a roupa ainda molhada", ela disse. "Enquanto a gente passa o tempo", falei. A altura da cama deixava a bunda dela bem na altura do meu pau. Então apontei o pau e esfreguei um pouco na buceta dela, que parecia bem peluda e molhada. Antes de enfiar, toquei um pouco com meus dedos e coloquei alguns dentro da buceta. A bunda e as pernas dela continuavam tremendo. Não sei se era pela posição ou por medo. Então, quando fui enfiar o pau, fiz bem devagar. Quando comecei a comer, a cama pesada começou a se mover a cada empurrão que eu dava pra frente. A vovó respirava cada vez mais rápido, mas quase não soltava nenhum gemido. Com a pouca luz, só dava pra ver a pele bem branca dos quadris e da bunda dela. Comecei a comer mais forte, com ritmo, e me agarrei nos ossos dos quadris dela, enchendo a buceta de porra. Depois disso, fiquei alguns segundos dentro dela com o pau meio mole. A vovó começou a se mover pra trás, como indicando pra não tirar o pau. Então, assim, com o pau meio mole, comecei a comer de novo. Mal me mexia pra que meu pau meio flácido não saísse. Por sorte, minha idade fez com que meu pau ficasse duro de novo alguns minutos depois. Aí comecei a comer forte de novo e, de vez em quando, bem devagar. Tirando meu pau até quase sair da buceta e depois enfiando de uma vez até o fundo. Isso fazia a vovó soltar uns peidos da buceta. Quando isso acontecia, sentia que respingava nas minhas bolas. Então comecei a comer com muito mais força. Cada vez mais forte. A cama já percorria todo o... quarto, me arrastrando até sentir que sua respiração estava muito mais ofegante e ela movia o corpo para todos os lados, e vejo que de repente ela relaxa sem emitir nenhum som. Acho que naquele momento a vovó teve um orgasmo. Continuei metendo nela mais um pouco, mas minhas pernas começaram a câimbrar, e assim, sem conseguir gozar, tirei meu pau da boceta. Recuei e sentei numa cadeira que estava ali. Ela ficou deitada na cama, naquela posição, respirando ofegante. A luz batia bem na sua boceta peluda e escura. Escorria pelos seus lábios um fio de porra que se misturava pelos seus pelos e continuava escorrendo pela sua perna. Ela se levantou e foi ao banheiro. Enquanto isso, eu, pelado com meu pau pendurado, exausto, voltei a empurrar a cama para a posição original. Quando a vovó saiu do banheiro, me encontrou sentado ao lado do fogão, olhando se a roupa tinha secado. Pedi licença para ir ao banheiro, me enrolei na toalha e fui me higienizar. Ao sair do banheiro, minha roupa já seca estava arrumada na cadeira. Enquanto me vestia, sem dizer palavra nenhum dos dois, a vovó voltou para o quarto. Ao voltar para a cozinha, ela pegou minha mão com a dela fechada, envolvendo algo. Enquanto me dizia: "Isso é para você, por favor, nunca conte isso." Passou para minha mão um rolinho com dinheiro, que depois vi que era o que eu ganhava em uma semana. Me vesti e fui para casa debaixo de uma garoa. Choveu vários dias mais e não fomos trabalhar até dias depois. No dia que voltei, fiz como se nada tivesse acontecido. A vovó, nos poucos dias que estivemos trabalhando, sempre que podia, nos trazia chá ou café quente. No último dia de trabalho, de propósito, deixei algumas ferramentas esquecidas para voltar outro dia buscá-las. Com esse pretexto, ficamos sozinhos de novo e eu comi ela de novo. Dessa vez, os dois pelados na cama, à vista, algo não muito agradável. Essa história foi nos anos 80, e naquela época, uma vovó de 65/70 anos, seu corpo e aparência... É a que as mulheres dessa idade têm agora. Na segunda vez ela não me deu dinheiro, mas outra vez eu deixei ela usar a buceta correndo porra e senti ela gozar algumas vezes. Depois disso nunca mais soube dela.

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