O Despertar de um Homem - Cap. 12, Parte 1

O DESPERTAR DE UM HOMEM
Capítulo 12: Uma festa de aniversário doida Parte 1

- chegou o domingo, o aniversário da minha mãe, como eu tinha planejado fazer o menage com a Viviana e, já que eu tô impossibilitado de fazer movimentos fortes ou bruscos,
Viviana deu um jeito de fazer isso acontecer.
- à tarde, eu tava no meu quarto na companhia da Natália, a gente tava conversando sobre as coisas que vinham acontecendo, sobre como o destino nos colocou ali no caminho deles, pra protegê-los.
- Enquanto a gente conversava, a gente se acariciava, se dava uns beijos, como se fosse um casal de namorados, papeando deitado na cama, era comum
Quando voltamos do hospital, nós dois, ela subia todas as tardes.
depois dessa conversa, a gente decidiu descer pra tomar um mate no quintal.
preparamos os mates, nisso a Viviana apareceu na cozinha, cabelo meio bagunçado,
imagina o que tinha rolado naquele quarto, não tinha ninguém na cozinha, então cheguei nela e dei um beijo na boca, óbvio que ela deixou

Ser- esse gostinho eu conheço, mmm,- vou saborear um pouco
Viviana – sim, e você conhece muito bem ele, tenho que falar com você pra essa noite
Senta aqui, sou todo ouvidos — ela se aproximou do meu ouvido.
Viviana—essa noite, quando todo mundo dormir, vou te buscar.
Só que tu não pode fazer força, mas tenho uma ideia de como fazer, tá pronto?
Se é você quem diz, eu vou atrás, por algo você é doutora.
- me deu mais uns beijos, me deixando saborear o suco da buceta da minha mãe

- à noite celebramos o aniversário da minha mãe, cada vez eu gostava mais dela
as comemorações, a gente era muita, vieram outras amigas e amigos que eu já tinha conhecido na época, entre eles estava o Marcelo, um ex. Vi como ele olhava pra minha mãe, do jeito que falava, como tentava tocar nela. Minha mãe tratava ele como mais um amigo, o interesse por ele já tinha sumido faz tempo, mas alguma coisa me dizia que...
de vez em quando eles davam uma rapidinha, se me perguntam se me incomodava, de jeito nenhum, não me considero uma pessoa extremamente ciumenta, tinha meus limites,
Eu não ia exigir nada, minha mãe era foda e também não precisava pedir satisfação nem pra ela nem pra ninguém, as atitudes dela eram o que mais me interessava.
- em algum momento, ele sussurrou algo no ouvido da minha mãe, e ela disse que não.
e vi que ela se afastava dele, viviana percebeu isso e seguiu ela até o quarto lá em cima. Uns segundos depois, vi ele se mexer, sem perceber que eu tava olhando. Peguei a paola pela mão, falei pra ela vir comigo. Vi ele subindo a escada, subimos atrás dele em silêncio. Lá em cima, as luzes estavam apagadas. Olhei pelo lado,
pude ver minha mãe, abraçada na Viviana falando bem pertinho, se beijavam de vez em quando, o magrelo tava paralisado olhando a cena, ele deu um grito,
Sua puta de merda, sapatão, você gosta de mulher, vagabunda.
A música tava tocando alto lá embaixo, então o que ele gritava, não dava pra ouvir.
— eu falei pra paola, e a gente interviu
Ser – quem você tá xingando, seu merda? Quem você pensa que é pra vir me xingar?
pra minha mãe e pra minha tia
Paola – o que houve com você e minhas duas mães?
- me surpreendi com isso, achei que era o único que sabia
Marcelo - vocês sabem como são essas duas gostosas
Ser – sim, tem algum problema com isso? Eu aceito, e a Paola também.
Quem você pensa que é pra rebaixar assim as nossas mães?
Paola—qual é, tá com inveja? Você passou a noite toda nessa.
atrás da mama moni, e nem te dei bola, acho que tava na cara
— minha mãe e a Viviana não diziam uma palavra, tinham se soltado e estavam só de mãos dadas.
Marcelo — mas isso é absurdo para duas médicas tão prestigiadas.
Ser- e ninguém sabe, elas curtem escondido e com a família
o resto é de pau, ou por acaso tu acha que vai dar a buceta em todo o sanatório?
Paola—atreve-te a falar alguma coisa, e as consequências vão ser pesadas.
Marcelo - os caras acham que eu tenho medo dele, vou dar um jeito nisso.
arruinar a vida dela
Paola, se eu fosse você, teria mais cuidado, antes que eu termine a frase.
caiu de cara no chão.
— Minha mãe e a Viviana tinham empurrado ele no chão, aí eu peguei ele por trás.
dobrando os pulsos dela, minha mãe dava umas palmadas terríveis
até em mim doeu
Mamãe— que que houve, seu idiota, com os nossos filhos? Cê acha que pode vir assim?
pra julgar nosso love, cê tá ressentido, se acha tão machão pra ser chefe de segurança, mas sabe que, tua pica é pequena, meu filho tem uma maior que a sua
Ele sabe foder melhor que você, e sabe, ele é bem macho, você mal abre a boca.
e eu falo de como te como, o touro no elevador de serviço
;- Marcelo arregalou os olhos, como quem diz "como é que ele sabe".
Viviana — você não é o único que sabe dos segredos naquele sanatório, ou o que você acha?
por que você é da segurança sabe tudo, mal tenho 2 anos aí, a gente tem
10 anos trabalhando lá, a gente conhece cada canto daquele sanatório, então, se eu fosse você, calava essa boca.
Mamãe— por que você acha que terminei com você? Te vi com o touro, e não foi só isso, não.
O touro é um baita parceiro e contou pra gente como ele te arrombou a buceta e você adorou.
;- Marcelo finalmente tinha calado a boca,
Sabe, isso nem uma palavra, se vazar, a sua cabeça é que vai voar.
Paola—você ouviu bem, já conhece a saída.
;- saiu correndo e vazou, acho que as perninhas dela não deram conta de correr
Ser- as duas tão bem
Mamãe—seu filho, obrigado, sempre nos salvando.
Paola – sim, mas acho que eu começaria a ter medo de vocês duas
Ser- as duas juntas são dinamite, acho que sem a gente, as duas teriam dado conta.
deu uma surra violenta
Vivina—nós duas juntas somos bravas, e mais ainda quando a gente ataca.
Vou fazer o possível pra não deixar elas putas.
- a gente riu disso, se abraçou, e deram um beijo em cada um
descemos pra continuar a festa, - antes de descer, falei com a paola, peguei ela pela cintura e levei pro meu quarto,
Ser— desde quando você sabe?
Paola—minha mãe já tinha proposto isso há um tempo e eu aceitei, a Naty e a Paola sabiam disso.
Ser- eu descobri, mas minha mãe ainda não falou nada, vivi se ela me disse e claro que eu disse que sim, minhas irmãs ainda não sabem.
Paola — se forem como você, vão aceitar.
Ser assim como eu sou.
Paola, você é um amor, muito compreensivo, super corajoso, honesto e fode muito bem.
Ser, gua, tudo isso eu sou. Você ainda não esqueceu as noites em que a gente transou.
Paola - não toda noite que posso, eu me masturbo pensando em você e esperando que você me coma de novo. Ainda não, porque você ainda não pode fazer esforço, mas não posso deixar você baixar a guarda assim.
;- não tinha percebido que meu pau tinha endurecido
- ela se agachou, abaixou minha calça e recebeu a visita, colocou a língua pra fora, passou a língua
por toda a cabeça, o orgulho na boca dela, e começou um boquete magistral, beijava ele, passava a língua, tava morrendo de vontade de chupar, escapavam uns gemidinhos da boca dela, a atitude que ela colocava pra chupar era magistral
Meu orgasmo tava chegando, avisei ela e ela continuou até sair toda a porra, não parou, engoliu tudo que saía, escapou um pouco, mas na hora juntou com os dedos e engoliu, subiu minha calça, levantou, me abraçou e me comeu de boca, isso excitava ela ainda mais.
Ser—amor, não continua não, tô com uma vontade danada de te comer todinha.
Paola — sei sim, priminho, também tô morrendo de vontade de você.
Sé- não somos primos, agora somos irmãos de criação.
Paola - maninho, vou embora porque vou ter que te comer.
- saiu correndo pra baixo, depois de um tempo desci eu, a festa continuava
entre todas as amigas, também tinha a Nelly, a Nelly é uma das melhores amigas
ela tinha ensinado tudo sobre o sanatório pra ele, eu conhecia ela desde pequeno, ela tem
45 anos, é médica, especialista em otorrinolaringologia, tem 5 filhos.Solidão24 anos, muito gostosa, loira, magrinha, curvas bem definidas, parecida com a (Candela Ruggeri), eu seguia elaPaula, 23 anos, muito gostosa, tinha uma raba e uma frente de dar inveja
se você visse ela na rua, não hesitava em olhar por trás, ela tinha o corpo da (Mônica Ayos)
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.19 anos, viciado em fisiculturismo, tinha cara de mau, mas era mais bonzinho que o Lassie amarrado. Ele apareceu com o cabelo preto.Maria José15 anos, uma modelinha, perfeita, cabelo preto, pele branca, olhos claros, muito gostosa, o defeito dela é antipática pra caralho, bem metida, e por último,Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.13 anos, gato pra caralho o cara, acho que era igual ao Benjamin Rojas quando fazia Rebelde Way, o defeito dele era ser ciumento com as irmãs. Enfim, quando as duas irmãs dele se aproximavam de mim, ele aparecia atrás de mim, marcando território. Já tava começando a não aguentar mais e ele tava me irritando. Eu tenho irmãs, mas não fico fazendo marcação ou controlando elas.
então vou pular essa merda, tamo falando desde quando a gente não se vê
Ser—quanto tempo faz desde a última vez que a gente se viu?
Sole- faz uns 5 anos mais ou menos
Pau – se faz muito tempo que passou
Sério... lembro que abusaram de mim da última vez.
Sole, você ainda lembra disso?
Ser... como é que vou esquecer das mãos inquietas dela
Pau- shhhhh, cala a boca, gatinho.
Sé—não me diga que você ficou com vergonha, me segurava no colo desde pequeno.
e depois de continuar crescendo, continuaram brincando comigo, de médico
Das policias ruins, tudo isso eu lembro
Sole, lembro perfeitamente, éramos umas vadias e continuamos sendo.
Pau—sim, e não acenda o pavio, brincar com fogo é perigoso.
- me aproximei do ouvido das duas e disse
Sér- eu gosto de brincar com fogo e ainda mais agora que tô em chamas ao ver elas de volta.
Daniela—olha que rápido você tá, já tá maior, mas ainda é um menino pra gente.
Pau—você tá muito confiante em si mesmo, acha que é capaz de pegar as duas.
ao mesmo tempo
Sério—você não me conhece, mudei ultimamente, já fiquei com duas mulheres bem experientes.
;- as duas se surpreenderam,
Sole—olha você pra esse pequenino, vamos ver o que você sabe fazer.
Bom— primeiro tem que se livrar da sombra.
- Só ela me entendeu perfeitamente, nem ela mesma conseguia se livrar de mim.
Pau — já que agora não dá pra fazer muita coisa, vamos indo uma por uma.
vamos ver o que você sabe fazer — ela disse com malícia
- muito não pudemos fazer, a sombra nos seguia pra todo lado, principalmente
Eu tive que dar uma lição nesse pivete. Juntei as minas da casa num instante, e a Natália me contou que ele tentou chegar junto e beijar ela, mas não teve sucesso — ela mandou ele pastar. Expliquei o plano: era expor ele e deixar ele no ridículo de qualquer jeito. A música tava rolando, e eu comecei a beijar as minas na boca. Elas fizeram uma roda, comigo no meio. Ele me encarava de perto, não tirava os olhos de mim, mas também olhava muito pra Natália. Então, foquei mais nela. Comecei a beijar ela como se fosse o namorado dela, e a cara dele se transformou. Com as outras minas, fiz a mesma coisa, do jeito que beijava a Naty. Num momento, ele tentou fazer o mesmo com a Natália — se posicionou atrás dela, vi ele agarrar o braço dela e tentar beijar ela à força, mas não conseguiu. A Natália se soltou e, em vez de dar um tapa, deu um soco na cara dele, direto, jogando ele contra uma mesa que tava atrás. A música parou bem na hora de todo mundo ouvir o que ela disse.
Naty, o que cê tá fazendo, mano? Quem você pensou que era pra vir me beijar assim?
Rodrigo – você é uma puta fácil que adora uma pica; – com uma mão segurava o volume,
Naty—pra quem você chamou de puta, tá desesperado, é porque não te dei bola, deve ter uma piroquinha minúscula.
- pegou na mão dela e abaixou a calça
Rodrigo — aqui ó, a gatinha tá aqui. — A Naty começou a rir pra caralho.
- não estava nada mal, pra um moleque da idade dele, talvez se eu não tivesse me desenvolvido
mais do que o normal, ela teria como o dele
- A Naty pegou a Sole e o Pau pelas mãos, chegou perto do ouvido e disse: "abaixem a calça dele".
- Elas mesmas se surpreenderam com o que tinham na mão, balançaram um pouco e guardaram.

- agora foi ele quem ficou surpreso, bom, um pouco
Rodrigo — vocês são mais putas que elas
- quando terminei de dizer a última palavra, a Nelly se aproximou
Nelly - Rodrigo Seferino Velázquez, pra quem caralho você chamou de puta?
Que tipo de vocabulário é esse e que comportamento é esse, não sou o suficiente pra você?
a última surra que você levou ou quer receber de novo
Rodrigo — é que eu tava protegendo a Sole e a Pau daquele tarado.
Nelly—que depravado, do Sérgio, se ele tem a mesma idade que você.
Suas irmãs você vai defender, elas já são grandes pra se cuidar sozinhas.
Rodrigo— mas ele tava beijando todas, é um tarado, tá assediando elas
Nelly — você é um idiota, e se eu beijo todas, qual é o problema? — Nelly olhou para
as minas, e perguntou pra elas: o sérgio assediou vocês?
Paola — a gente deixa ele beijar a gente porque a gente gosta e tem confiança entre nós três.
Só—se a gente se deixasse beijar, a gente conhece ele desde pequeno e tava se divertindo entre a gente. Se eu tivesse agido diferente, talvez tivesse participado, mas ela passou a noite toda atrás dele, não deixava nem a gente conversar.
Estamos cansadas da marca pessoal dela.
Nelly, agora você vai sentar do meu lado e não sai daí, sempre arrumando confusão.
- a gente tinha ganhado, a Nelly pegou na mão dela e levou embora.
- a música recomeçou e a dança continuou, as minas se ligaram numa boa, num momento fui ao banheiro, no quarto tava a Luzmila e a Maria José batendo um papo.
Juli e Yesi já estavam dormindo, elas estavam na cama conversando, e tinham uma camiseta minha na mão, cheirando ela. Achei estranho, mas não quis tirar conclusão nenhuma.
- quando eu entrava no banheiro, a Paola entrou atrás de mim, trancando a porta
Ser... hmm, alguém tá ansiosa aqui
Pão - então já quer nos trocar?; - ela disse num tom sensual
Ser- como é que vou mudar minhas três gostosas irmãs postiças
Pão—sei lá, tenho que acreditar em você—nesse momento eu encostei ela na parede e comecei a beijá-la, meti a mão por baixo da saia dela, ela facilitou a entrada abrindo as pernas, encontrei a calcinha fio dental, a buceta dela tava encharcada, comecei a dedar, enquanto a gente se comia de boca, ela soltou da minha boca e começou a gemer gostoso, —mmmmm aaaaah sim, não para não para não para, que eu vou gozar, meu amor
mas mas mas aaaaaaaaahhhhhhhhhh, cê ficou com as pernas bambas desse orgasmo
Peguei ela pela cintura e comecei a beijar ela de novo.
Paola—eu precisava daquele orgasmo, depois de te ver beijando todas as garotas, me deixou com muito tesão, meu amor — naquele momento, ouvi a porta se fechar.
Ser- tínhamos espectadores
Paola- com certeza, deixa as, foi pra elas verem do que tu é capaz
Ser- com quem eu tô pensando
Paola — sim, amor, Paula e Sole, queria te levar pra cama, mas falei pra elas que você ainda não tava bem pra uma parada dessas. Espero que não fique puta comigo.
Sé, coração, como eu vou ficar bravo? É verdade o que você diz, não tô pra esse tipo de partido, obrigado por cuidar de mim, coração.
;- nisso a gente nem sentiu a porta e a Andrea entrou, bem na hora que nos viu se beijando
Andrea — ah, desculpa — a coisa que mais me surpreendeu foi ver com quem eu tava me beijando.
Paola—oi Andrea, não precisa pedir desculpa, já me deu o que eu queria
- piscando o olho, saímos do banheiro morrendo de rir,
-,Andreaé a última que entrou pro grupo de amigas, ela é médica.
Entrou como residente, especialista em cardiologia infantil, às quatro.
Estão na área infantil, a Andrea tem 23 anos, não têm filhos, pele branquinha.
Olhos azuis, carinha redonda, cabelo cacheado, 1,50m, tem uma cinturinha linda e um par de peitões bons, além de uma raba empinada, lindíssima. Tinha vários pretendentes, mas ela não tava interessada em nenhum. Gosta de se divertir, mas o que mais ama é a carreira profissional dela.
- a festa continuou, dançamos todo mundo junto, entre roçadas e uns beijos aqui e ali, o esteban se juntou na dança e se encaixou com a gente, a analia chegava bem perto dele e eu achava ótimo que ela fizesse isso, assim tirava uma de cima de mim, entre as quatro não dava conta, as amigas da casa também entraram na dança, a andrea me olhava muito
Será que o bio viu que eu beijava as outras minas, não só a paola, acho que bateu a curiosidade nele. No decorrer da noite, senti uma pontada no peito.
Acho que cheguei no meu limite, a Natália percebeu, se aproximou e me abraçou.
Nati- chega pra vocês, meu amorzinho, você passou do seu limite e não me venha com essa que não, porque eu vi sua cara,- ele segurou meu rosto e me beijou,- me levou pra sentar, minha mãe percebeu isso e se aproximou
Mamãe—tá bem, meu homenzinho?
Ser, sim, tô bem, deu uma dor, mas já tá passando.
Mamãe, não deixa ele sair daqui, não.
Naty, não se preocupa, gostosa, daqui não sai.
Só quero deitar um pouco, vou pro quarto lá embaixo.
Naty—vou com você, amor.
Tá bom, coração, continua dançando, não perde essa. No quarto tem luz, qualquer coisa mando chamar elas.
Naty—vem, amor, te levo do mesmo jeito
- fomos até o quarto e tava a Luz e a Maria José, elas tinham subido no beliche.
Quando me viu entrar pendurado na Naty, a Luz se assustou e desceu na hora pra me ajudar.
Luz — que foi, irmão, cê tá bem? — vi a carinha triste dela.
Fica tranquila, mana, tô bem, só deu uma dor no peito, vim deitar um pouco, espero não atrapalhar
Luz—nada, nada, mano, até porque a gente tava falando de você.
Ser — valeu, isso me lisonjeia. Dei um beijinho na Naty e falei pra ela continuar dançando, que tava em boas mãos e qualquer coisa eu avisava.
- A Naty se despediu e foi dançar, eu me deitei na minha cama velha, tirando os tênis. A Luz veio do meu lado e me perguntou se ainda tava doendo, falou pra trazer um remédio e eu disse que sim, ela saiu correndo pra pegar um.
Ser- como você tá passando, Maria?
M.jose—por favor, me chama de majo, tá? Não sou muito de sair pra festa, ainda mais se for daquelas de família.
Ser — beleza, mô. Pode me chamar de Sérgio ou Ser, do jeito que você preferir.
Ser—acho que sacanhei, tu curte música metálica, ou barulho de lata como alguns chamam.
M. José - rock punk eu curto, Metallica, Ramones, Pink Floyd, esse tipo de som aí.
Ser—você já deve ter ouvido Limp Bizkit e a música "Faith", Oasis e a música "Wonderwall".
o The Cranberries com a música Salvation;- ela se surpreendeu com o que foi dito
M. José—não sabia que você tava ouvindo esse tipo de música, por que não se veste de preto?
Ser — aí é que você se engana, não precisa se vestir de preto pra ouvir esse som.
Tipo de música, na sua opinião, que tipo de música eu ouço?
M. José — a verdade é que não consigo te tirar, não sou de ficar observando os outros.
Só- nisso eu tenho que te corrigir, a primeira coisa que você fez ao entrar foi me olhar
o tempo todo, tu fazia disfarçado, mas fazia
M. José — que fome que tu tem, tá muito convencido
Ser- nisso você também se engana, não sou tão metido quanto seu irmão Rodrigo.
e pelo que vi, você também não curte sentir o cheiro da minha camisa ou minha irmã falar com você
de mim, a primeira vez que vejo ela ficar corada
M. José: —Cala a boca, moleque, agora fica espiando atrás das portas. —Falou num tom de brincadeira.
Ser—finalmente consegui ver teu sorriso,— naquele instante entrou luz, com um comprimido e um copo d'água, do qual tomei e me deitei mais um pouco, devo ter apagado de vez, ainda dava pra ouvir a música lá fora e ainda era noite, as luzes do quarto estavam apagadas, tinha alguém nas minhas costas, meio que abraçando, mas a mão dela tava segurando meu pau, tinha afrouxado meu cinto e enfiado a mão,
- me pergunto quem será, luz acho que não, tem que ser a paola ou a natalia, fui puxando a mão dela bem devagar, quando me virei me surpreendi, era a maria josé que tinha pegado na minha pica, olha só pra essa putinha, do lado dela estava a luz abraçada com a natalia,
Na cama de beliche tava o Pau, e no sofá-cama tava a Sola, então eu levantei na maciota pra deixar as minas dormirem, saí e fui pra cima.
No meu quarto estavam Nelly e Rodrigo dormindo. Desci e fui até o quintal, a Paola tava dançando bem colada na Andrea, agarrada na cintura, muito melosas.
Por outro lado, a Viviana e a minha mãe se pegando, se beijando e brincando com as mãos, tavam fervendo. Acho que a Paola e a Andrea também. Tava faltando duas, e acho que sei onde ia encontrar elas. Entrei pela cozinha e fui pro quarto da Analía. Ela tava com o Esteban, ele deitado e ela chupando o pau dele. Pelo que vi, ele tinha um negócio parecido com o meu, só que mais fino, mas parecia que não subia. A Ana chupava e nada. Acho que ela cansou de tentar. Como era o único quarto disponível...
Era a da Natália, fui deitar lá. A da Natália ficava bem no meio, entre o quarto da Vivi e o da Paola. Entrei, tirei a roupa e deitei pelado. Ela tem uma cama gostosa e os cobertores esquentavam bem. As minas já me conheciam.
nu, depois de um tempo escuto a música desligar, minha mãe e a Vivi iam ter a própria festa delas e, pra ser sincero, não quis participar, era a noite delas. Ouvi alguém perguntar por mim, e quem respondeu foi a Paola, dizendo que eu tava dormindo no quarto das minhas irmãs. Ouvi os cumprimentos e fecharam os quartos. Achei que ia ser muito difícil dormir com minha mãe e a Vivi transando, os gemidos delas começaram a ser ouvidos. Mas o que mais me surpreendeu foi ouvir outros gemidos, era a Paola e a Andrea. Que concerto de gemidos era aquele? Passaram alguns segundos e a porta do meu quarto se abriu, era a Analia entrando. Ela não tinha acendido a luz, ficou parada na porta e começou a falar sozinha.

Analia—desculpa, maninha, preciso ouvir os gemidos dessas quatro éguas.
O grandão filho da puta não conseguiu ficar duro e me deixou com muita vontade, nem sabe chupar uma pussy, tô tão tesuda, e ainda por cima o Sergio tá rodeado de mulheres.
gosto do pau dele, esse sim é um macho, adoro o pau dele, duro e resistente, quero dar pra ele, gostoso
;- naquele instante, falei com ela sem acender a luz
Vem, gostosa, se você gosta tanto do meu pau, vem e me fode.
Acendeu a luz e me viu pelado ali — ela não é de gritar quando se assusta.
Analia — o que cê tá fazendo aqui, cara? Ia meter na minha irmã.
Ser- tinha outros planos com quem foder, mas se não quer minha pica e que eu tire essa vontade toda que você tem, continua se tocando sozinha, já ouvi o que queria
Escuta, aqui tem um lugar, mas vai com calma comigo que ainda tô me recuperando.
- A Analia chegou na minha cama apagando a luz, atrás dela, quando chegou na cama, já tinha tirado tudo, se deitou de lado e começou a me beijar, desceu a mão procurando o tesouro dela, eu fiz o mesmo, a buceta dela depilada, com uma moita de pelo no monte de Vênus, enfiei dois dedos e saiu o primeiro gemido da boca dela, - mmmm sim, guy, adoro isso, não para -, ela tava tão gostosa
que o primeiro orgasmo dela saiu pela boca dela, - aí, cara, que gostosa a puta mãe
Ser- agora vem a melhor parte
;- deitei ela de barriga pra cima, desci até as pernas dela, comecei a beijar por dentro, cheguei nos lábios dela, abri com minha língua, que buceta suculenta que tava
comecei a brincar, enfiando minha língua bem fundo, me aproximei do clitóris dela, comecei a brincar, minha língua balançava, — aí, cara, como você chupa bem minha buceta, que chupada gostosa você tá me dando, continua e não para, senão te mato —, os gemidos dela eram insultos, passar minha língua naquela buceta era um prazer pra minha boca, brinquei com meus dedos, o orgasmo dela se aproximava, pelos insultos dela, — não para, cara, se eu gozar de novo, pelo amor de deus, filho da puta gostoso —, as pernas dela tremeram enquanto ela balançava a cintura pra cima e pra baixo, aproveitei a posição, peguei nos tornozelos dela, levantei e juntei pra cima, me ajoelhei, peguei meu pau e esfreguei na vulva dela, mal ela se recuperou do primeiro orgasmo, enfiei de uma vez, — aí, filho da puta, meteu de uma vez, finalmente tô cheia de pau, agora me fode, cara, e não para
Nem pense em parar... Foi assim que comecei com uma meta e meto fundo, cada estocada.
era um gemido dela, acompanhado de um xingamento, — que bem que você fode, guy, e eu te ignorando, agora me fode e muito — continuei metendo e tirei outro orgasmo dela.
- pra caralho, não aguento mais -
Ser—que que foi, não tá aguentando muito não e isso ainda nem acabou
- virei ela de costas e coloquei de quatro, puta que buceta gostosa ela tem
Ser—agora vou te arrebentar essa bunda, e você sabe que vou encher ela de porra.
por ser uma puta bem safada
Analia - fala assim comigo, cara, isso me deixa com tesão.
;- acho que entrei no jogo dela, embora não goste de insultar uma mulher,
Ela gosta assim, vou realizar o desejo dela.
Ser- agora vou continuar te arrombando a buceta, putinha minha, porque agora
Você vai ser minha putinha, entendeu? Puxando o cabelo dela.
Analia—aí sim, me faz teu, buceta.
- e assim comecei a bombar ela, brincava com a buceta dela enfiando meus dedos
- assim, cara, arrebenta minha buceta, aaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaahahh
Ser- não te ouço implorar, vadia.
Analia— por favor, papai, arrebenta minha buceta.
Ser, se quiser que o papai te arrebente essa buceta.
- aí, gato, continua me comendo, arrebenta minha buceta, aí, meu deus
tô sentindo, tô sentindo, cê tá me matando, cara... as pernas dela bambearam
De novo, ela caiu rendida no quarto orgasmo.
Analia, caralho, como você fode bem.
- eu caía do lado dela, minhas pernas não estavam me obedecendo
e sentia uma dor no peito
Sé- quero ver o quanto você sabe montar numa pica na buceta.
Você vai me satisfazer, puta, -agarrei ela pelos cabelos e beijei com força-
Analia — se for meu macho, vou enfiar tudo nela.
Ser- vem aqui, sua puta, senta, espera a sua rola aqui.
- subiu em cima de mim, foi sentando devagar, segurei na cintura dela e sentei de uma vez, enfiando toda a minha pica bem fundo, ela deu um grito
Analia – aí, filho da puta, me arrebentou a buceta.
Senta, sua putinha, agora me fode e não para até que seu cu fique cheio de porra.
Analia - sim, meu macho
- começou a subir e descer, apoiou as mãos nos meus joelhos, enquanto eu brincava com a buceta dela, que jeito de se rebolando sozinha.
- aí assim, deus, cara aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh aaaaaa-
Nesses 10 minutos de enrabada, outro orgasmo veio nela.
- aaaaaaaaaaaaay cara, não aguento mais, me dá meu gozo, por favor
Quer, você quer gozo? Você vai ter, sua puta.
- agarrei ela pelos quadris e comecei a meter forte, muito forte
- ela gritava, não parava de gritar
Se- queria gozar aí, tá aí, sua puta.
Analia - siii, me dá, me dá, me dá, vai filho da puta aaaaaaaaaaaaaahhhhhh
- quando eu tava enchendo o cu dela de porra, os berros que ela deu
Analia — cara, tu encheu meu cu de porra, que delícia que você me comeu e arrombou meu cu, cara, isso sim é um macho
- caiu pra trás ainda com minha pica enterrada no cu dela, ainda não tinha descido de vez, continuava dura
- assim que terminou o orgasmo dela, ela se levantou, tampou a buceta dela pra não cair na cama, pegou meu pau com a mão e me deu uma chupada pra deixar ele limpinho
enquanto ela foi ao banheiro, tentei escutar pelas paredes, no quarto da Mima tava em silêncio e no da Paola, dava pra ouvir elas conversando, deve ser sobre o show que a gente deu pra elas. fui me deitar e a Analia voltou pra cama, vestiu a tanguinha e o sutiã e se aninhou do meu lado, eu via ela relaxada
Analia—pra ser sincero, você me surpreendeu, me comeu muito bem, até agora ninguém chega aos seus pés.
Ser—valeu pelo elogio, mas eu não tava 100% não, a história seria outra, até agora a gente continua trepando.
Analia—cala a boca que eu fico de tesão de novo.
Ser, você também fode muito bem.
Analia - depende da rola que eu pegar, e a sua merecia o melhor de mim, não só
Seu pau, você merece o melhor de mim.
Valeu, Ana, tu me deu uma buceta gostosa.
Analia—você um, eu como seis gozadas você tirou de mim, vai ser um bom fodedor.
Ser- é uma das minhas metas, me tornar um bom amante, não vou esquecer de você
Sempre vou gostar de te comer.
Analia - vou estar esperando você me foder e me tratar como uma puta safada
Ser—agora você é minha putinha, não esquece. Vamos descansar e amanhã a gente continua se odiando de novo, até eu te dominar e te comer por puta safada.
- nós dois rimos
Analia — até amanhã, meu macho.
Ser- até amanhã, puta.
- ficamos deitados de conchinha, dormimos na hora


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