Como já falei, minha namorada Lucía é muito pervertida e tarada, adora se masturbar e ver hentai. O maior trunfo dela são os peitões e ela gosta de tirar proveito do corpo, mesmo sendo bem tímida na hora de se vestir.
Desde que virou minha namorada, ela se acalmou com aquelas atitudes ousadas e insinuações para os colegas da escola, ficando mais reservada e muito mais entregue a mim. A gente sempre se sentava junto, eu costumava acompanhá-la até em casa e depois ia para a minha. Naquela época eu era virgem, era minha primeira namorada oficial, e embora antes eu tivesse ficado com outras garotas, nunca oficializamos nada nem passou para algo maior. Por outro lado, a Lucía já tinha tido vários namorados e não era mais virgem, aliás, ela costumava terminar um relacionamento e começar outro. Nesse caso, eu fui o sortudo, deve ter sido pela confiança de nos conhecermos desde criança, porque eu realmente não sabia como ela estava comigo.
Como eu disse, ela era muito fogosa e eu era o namorado dela, então era fácil eu virar o vibrador ambulante dela. Ela sabia que eu via muito pornô e me batia muito punheta. Muitas vezes ela me obrigava a ficar a semana toda sem bater uma, só pra quando a gente se encontrar eu estar com muito mais tesão. Ela também vivia vendo hentai e se masturbando, a gente costumava se encontrar pra fazer isso e também se mandava muitos gifs pornô no WhatsApp. Além de tudo isso, ela era muito fã de roleplay e sexting, adorava me mandar fotos dela e que eu batesse uma vendo.
Ela não fazia ideia de que eu me encontrava na casa do Cristian pra ver pornô e bater punheta. Mas quando eu e o Cristian nos juntávamos, a gente sempre via vídeos de peitudas, era nossa fraqueza. Muitas vezes eu ficava sozinho em casa, já que meus pais trabalhavam muito à tarde. Foi numa dessas que a Lucía me deu o primeiro boquete, e eu não aguentei nada – ela fez tudo.
Teve um momento desses que eu pedi, implorei pra ela fazer uma espanhola com os peitos, porque era uma das minhas maiores taras.
Ela toda excitada me disse que sim, mas ela tinha um complexo com o tamanho e a verdade é que meu pau não era tão grande quanto nos vídeos que ela via. Isso, antes de me deixar mal e fazer eu broxar, acabou me excitando muito e eu gozei super rápido.
Lucia, naqueles momentos do nosso relacionado em que a gente se masturbava e fazia sexo oral um no outro, ela nunca me chamou de pau pequeno, mas eu sei que ela pensava. Muitas vezes a gente não transava porque eu realmente não tinha coragem e sentia que não ia dar conta. É algo que eu tinha comentado com o Cristian e ele sempre me dizia a mesma coisa:
Cristian: Se ela tá com você é porque te ama, além do mais, vocês dois, no tesão, ficam fazendo um monte de putaria.
Ele sabia de muita coisa que a gente fazia porque nós dois éramos amigos dele e quando a gente se encontrava os três pra dormir na casa do Cristian, a gente costumava falar sobre isso.
Uma coisa que o Cristian nunca conseguiu acreditar era o que a gente fazia na sala de aula. Com a desculpa do frio, eu colocava meu casacão por cima da Lucia e eu, cobrindo quase todo o corpo. A Lucia era muito tarada e várias, várias vezes ela me bateu uma punheta na escola até eu gozar.

Era desconfortável pra mim terminar com a calça do moletom toda melada, mas ela geralmente lambia a mão depois de gozar. Na real, isso me deixava com muito tesão, mais de uma vez ela me chupou nos banheiros da escola. Como eu falei, eu era virgem e já tinham passado uns 6 meses de namoro. Eu me sentia um pouco mais pronto pra comer ela, mesmo com aquele medo ainda. Numa tarde dessas em que a gente se encontrava pra ver pornô e se tocar, eu e a Lucía começamos vendo o hentai que ela gostava
Naquele dia, a gente tinha voltado das aulas direto pra minha casa e estávamos com uma puta tesão, a ponto dela pegar o travesseiro da cama de visitas e começar a se masturbar com aquilo.

Essas imagens dela, se masturbando com um travesseiro meu, na minha cama, totalmente nua, totalmente gostosa e entregue a qualquer coisa, me deixaram muito excitado. Enquanto não parávamos, começamos a ver um pornô de um trio entre dois homens e uma mulher com peitões.

Lucía: Como será a sensação de ser comida assim?...
Eu: Não sei, você gostaria de experimentar?
L: Parece que ela está gostando bastante
Eu: Quer ter dois paus só pra você? Cristian e eu sempre nos excitávamos muito com a ideia de comer uma gostosa juntos. Por isso naquele momento eu estava tão excitado, não por pensar no Cristian, mas pela situação de tesão.
L: É que nunca experimentei no meu cu... Você quer me dar?
Ela se colocou diretamente de quatro e com as mãos abriu suas nádegas como se já desejasse ser comida. Naquele momento eu coloquei uma camisinha e comecei a enfiar um dedo ensalivado de forma inexperiente, ela estava gemendo enquanto olhava fixamente o vídeo pornô. Depois enfiei um segundo dedo e ao ver que ambos já entravam com facilidade, decidi apoiar meu pau e entrar devagar.
L: Ai... mais fundo
Ela era virgem do cu, não era da buceta, que vários já tinham estado lá dentro antes de mim. Pelos seus gemidos parecia que não doía muito, eu realmente não sabia se ela tinha mentido e já tinham arrombado o cu dela, se ela estava muito excitada ou se não sentia nada pelo meu pau. Comecei a enfiar mais e mais até entrar tudo.
L: Ai sim, papi... mais fundo...
Eu realmente não sabia como dizer que já tinha entrado tudo... Mas comecei a dar mais e mais forte com uma enfiada e tirada intensa. Ela não parava de gemer e se tocar enquanto eu comia ela. Estava sendo minha primeira vez e eu estava comendo o cu da minha namorada enquanto ela assistia atentamente ao vídeo pornô.
Nós dois continuamos transando um bom tempo até que eu não aguentei mais e gozei, realmente o cu dela apertava bastante, então decidi acreditar que ela era virgem do cu. Depois disso nos beijamos, nos vestimos e eu a acompanhei até sua casa.
Sem perceber, era minha primeira vez e o começo de uma mudança no comportamento da Lucía.
Desde que virou minha namorada, ela se acalmou com aquelas atitudes ousadas e insinuações para os colegas da escola, ficando mais reservada e muito mais entregue a mim. A gente sempre se sentava junto, eu costumava acompanhá-la até em casa e depois ia para a minha. Naquela época eu era virgem, era minha primeira namorada oficial, e embora antes eu tivesse ficado com outras garotas, nunca oficializamos nada nem passou para algo maior. Por outro lado, a Lucía já tinha tido vários namorados e não era mais virgem, aliás, ela costumava terminar um relacionamento e começar outro. Nesse caso, eu fui o sortudo, deve ter sido pela confiança de nos conhecermos desde criança, porque eu realmente não sabia como ela estava comigo.
Como eu disse, ela era muito fogosa e eu era o namorado dela, então era fácil eu virar o vibrador ambulante dela. Ela sabia que eu via muito pornô e me batia muito punheta. Muitas vezes ela me obrigava a ficar a semana toda sem bater uma, só pra quando a gente se encontrar eu estar com muito mais tesão. Ela também vivia vendo hentai e se masturbando, a gente costumava se encontrar pra fazer isso e também se mandava muitos gifs pornô no WhatsApp. Além de tudo isso, ela era muito fã de roleplay e sexting, adorava me mandar fotos dela e que eu batesse uma vendo.
Ela não fazia ideia de que eu me encontrava na casa do Cristian pra ver pornô e bater punheta. Mas quando eu e o Cristian nos juntávamos, a gente sempre via vídeos de peitudas, era nossa fraqueza. Muitas vezes eu ficava sozinho em casa, já que meus pais trabalhavam muito à tarde. Foi numa dessas que a Lucía me deu o primeiro boquete, e eu não aguentei nada – ela fez tudo.
Teve um momento desses que eu pedi, implorei pra ela fazer uma espanhola com os peitos, porque era uma das minhas maiores taras.
Ela toda excitada me disse que sim, mas ela tinha um complexo com o tamanho e a verdade é que meu pau não era tão grande quanto nos vídeos que ela via. Isso, antes de me deixar mal e fazer eu broxar, acabou me excitando muito e eu gozei super rápido.
Lucia, naqueles momentos do nosso relacionado em que a gente se masturbava e fazia sexo oral um no outro, ela nunca me chamou de pau pequeno, mas eu sei que ela pensava. Muitas vezes a gente não transava porque eu realmente não tinha coragem e sentia que não ia dar conta. É algo que eu tinha comentado com o Cristian e ele sempre me dizia a mesma coisa:Cristian: Se ela tá com você é porque te ama, além do mais, vocês dois, no tesão, ficam fazendo um monte de putaria.
Ele sabia de muita coisa que a gente fazia porque nós dois éramos amigos dele e quando a gente se encontrava os três pra dormir na casa do Cristian, a gente costumava falar sobre isso.
Uma coisa que o Cristian nunca conseguiu acreditar era o que a gente fazia na sala de aula. Com a desculpa do frio, eu colocava meu casacão por cima da Lucia e eu, cobrindo quase todo o corpo. A Lucia era muito tarada e várias, várias vezes ela me bateu uma punheta na escola até eu gozar.


Era desconfortável pra mim terminar com a calça do moletom toda melada, mas ela geralmente lambia a mão depois de gozar. Na real, isso me deixava com muito tesão, mais de uma vez ela me chupou nos banheiros da escola. Como eu falei, eu era virgem e já tinham passado uns 6 meses de namoro. Eu me sentia um pouco mais pronto pra comer ela, mesmo com aquele medo ainda. Numa tarde dessas em que a gente se encontrava pra ver pornô e se tocar, eu e a Lucía começamos vendo o hentai que ela gostava
Naquele dia, a gente tinha voltado das aulas direto pra minha casa e estávamos com uma puta tesão, a ponto dela pegar o travesseiro da cama de visitas e começar a se masturbar com aquilo.

Essas imagens dela, se masturbando com um travesseiro meu, na minha cama, totalmente nua, totalmente gostosa e entregue a qualquer coisa, me deixaram muito excitado. Enquanto não parávamos, começamos a ver um pornô de um trio entre dois homens e uma mulher com peitões.

Lucía: Como será a sensação de ser comida assim?... Eu: Não sei, você gostaria de experimentar?
L: Parece que ela está gostando bastante
Eu: Quer ter dois paus só pra você? Cristian e eu sempre nos excitávamos muito com a ideia de comer uma gostosa juntos. Por isso naquele momento eu estava tão excitado, não por pensar no Cristian, mas pela situação de tesão.
L: É que nunca experimentei no meu cu... Você quer me dar?
Ela se colocou diretamente de quatro e com as mãos abriu suas nádegas como se já desejasse ser comida. Naquele momento eu coloquei uma camisinha e comecei a enfiar um dedo ensalivado de forma inexperiente, ela estava gemendo enquanto olhava fixamente o vídeo pornô. Depois enfiei um segundo dedo e ao ver que ambos já entravam com facilidade, decidi apoiar meu pau e entrar devagar.
L: Ai... mais fundo
Ela era virgem do cu, não era da buceta, que vários já tinham estado lá dentro antes de mim. Pelos seus gemidos parecia que não doía muito, eu realmente não sabia se ela tinha mentido e já tinham arrombado o cu dela, se ela estava muito excitada ou se não sentia nada pelo meu pau. Comecei a enfiar mais e mais até entrar tudo.
L: Ai sim, papi... mais fundo...
Eu realmente não sabia como dizer que já tinha entrado tudo... Mas comecei a dar mais e mais forte com uma enfiada e tirada intensa. Ela não parava de gemer e se tocar enquanto eu comia ela. Estava sendo minha primeira vez e eu estava comendo o cu da minha namorada enquanto ela assistia atentamente ao vídeo pornô.
Nós dois continuamos transando um bom tempo até que eu não aguentei mais e gozei, realmente o cu dela apertava bastante, então decidi acreditar que ela era virgem do cu. Depois disso nos beijamos, nos vestimos e eu a acompanhei até sua casa.
Sem perceber, era minha primeira vez e o começo de uma mudança no comportamento da Lucía.
3 comentários - Mi camino a ser cornudo PT3: Mi primera vez