Pra dar uma animada no feriado, eu tava em Salta de férias na casa de um amigo. A família morava em Tartagal, um lugar lindo pra passar as férias, pelo menos eu gostei. Nos primeiros dias foi normal, andando de um lado pro outro conhecendo a cidade. Já numa tarde, começaram a chegar os conhecidos do meu amigo, porque fazia um tempão que eles não se viam... Um par de minas, um par de caras, o normal, digamos. Era hora da sesta, então uma das gurias sugeriu ir pra casa tomar um mate pra depois sair pra farra...
Chegamos em casa e lá estava ela, a religiosa, nada fora do normal, ou pelo menos era o que eu pensava...
Uma gatinha séria, meio cara de bunda, não mostrava muito, calça largona, camiseta também... então passava despercebida pra qualquer um, inclusive pra mim...
Prepararam o chimarrão, a gente conversou sobre tudo até que o assunto religião veio à tona. Aí o clima meio que pesou, todo mundo vazou e eu fiquei ali. Sem perceber, a gente engatou uma conversa fluida com a religiosa, e foi aí que comecei a ver ela de outro jeito, e ela começou a ficar mais à vontade comigo... Parecia que ela se surpreendeu, e me chamou a atenção ela ter baixado a guarda daquele jeito, me deixando enxergar ela como uma gatinha...
Os dias foram passando e os encontros com ela eram cada vez mais frequentes, já tinha começado a sair sozinho pela cidade e sempre acabava na casa dela, alguma coisa me esquentava nela e já tinha metido na cabeça que ia comer aquela buceta...
Ela também começou a se vestir de outro jeito e isso me deixava ainda mais excitado, uma regatinha justa mostrando uns peitos médios (pra deixar claro, na época a gente tinha uns 21 anos), começaram os olhares cúmplices, os roços, tudo ia se encaixando perfeitamente, quando dava, passava atrás dela fazendo sentir o pau meio duro, ela só suspirava, não tinha coragem de me jogar de vez porque nunca se sabe como uma religiosa vai reagir e não queria confusão...
Os dias iam passando assim, tentava esquentar ela mas não dava nem meio mole... já fazia uma semana que tava fazendo o trabalho fino mas ela não afrouxava...
Até que uma tarde caí na casa dela, ela tava com uma amiga e o bebê, batemos papo, tomamos chimarrão até que a amiga pede pra gente olhar o bebê porque ia fazer um mandado...
Vai tranquilo que ela dorme, aproveita... Minha surpresa foi que acompanhei ela até a porta e ela trancou com chave. Eu tava de bobeira quando, de repente, ela se jogou em cima de mim, me beijando na boca desesperadamente. Fiquei surpreso, mas reagi na hora, ou melhor, a rola reagiu como quem diz: "Vai, trouxa!!!"
Era uma leoa. Desesperada, me apalpava toda enquanto me beijava. Levantou, pegou minha mão e me levou pro quarto. Não trocávamos uma palavra...
O olhar dela era fogo. Já não era mais a religiosa, era uma mulher gostosa, louca por uma rola...
Tirou a roupa de uma vez e se jogou na cama, de pernas abertas, mostrando a buceta cheia de mato...
Eu fiquei parado, igual um virgem vendo uma gostosa pelada pela primeira vez, porque não conseguia acreditar...
Não sei como, mas eu também tava pelado com a pica apontando pro céu, me joguei por cima dela, ela me beijou e falou: "enfia tudo devagar"... Eu queria brincar, mas não sabia quanto tempo a gente tinha até a amiga voltar ou o bebê acordar...
Eu chupava os peitos dela, ela se contorcia igual uma cobra. Passei a mão naquela buceta peluda e ela tava igual um cano d'água quebrado, toda melada... "Me come!" ela gritava. Enfiei de uma vez e ela se arrepiou, me arranhou as costas — tinha gozado só de me sentir dentro...
Ela pedia mais e mais. Comecei um vai e vem furioso, ela era um gemido contínuo. No êxtase do momento, nem percebi que a gente tava transando sem camisinha...
Já tava morrendo, a porra ia vazar. "Goza dentro de mim", ela pediu desesperada. "Me enche!"
Não precisei de mais nada, inundei ela. Os dois exaustos, ela tremendo. Levantamos, nos vestimos rápido, e a amiga chegou. A gente se fez de desentendido, mas a amiga soltou um "hummm, se comportaram bem, né?"
A religiosa falou: "Que isso, menina, se liga". Eu por dentro pensava: "Passa a mão nela que você vai ver como a gente se comportou bem, hahaha"
Desde aquela tarde e durante os três meses que fiquei na cidade, a gente trepou igual louco...
Eu viajei pra Buenos Aires e perdemos contato... mas nunca esqueci como era estar com uma religiosa.
Espero que você tenha gostado.
As fotos não são dela porque naquela época não tinha celular igual hoje, mas vou deixar umas da minha amiga com direito, haja.
Chegamos em casa e lá estava ela, a religiosa, nada fora do normal, ou pelo menos era o que eu pensava...Uma gatinha séria, meio cara de bunda, não mostrava muito, calça largona, camiseta também... então passava despercebida pra qualquer um, inclusive pra mim...
Prepararam o chimarrão, a gente conversou sobre tudo até que o assunto religião veio à tona. Aí o clima meio que pesou, todo mundo vazou e eu fiquei ali. Sem perceber, a gente engatou uma conversa fluida com a religiosa, e foi aí que comecei a ver ela de outro jeito, e ela começou a ficar mais à vontade comigo... Parecia que ela se surpreendeu, e me chamou a atenção ela ter baixado a guarda daquele jeito, me deixando enxergar ela como uma gatinha...
Os dias foram passando e os encontros com ela eram cada vez mais frequentes, já tinha começado a sair sozinho pela cidade e sempre acabava na casa dela, alguma coisa me esquentava nela e já tinha metido na cabeça que ia comer aquela buceta...Ela também começou a se vestir de outro jeito e isso me deixava ainda mais excitado, uma regatinha justa mostrando uns peitos médios (pra deixar claro, na época a gente tinha uns 21 anos), começaram os olhares cúmplices, os roços, tudo ia se encaixando perfeitamente, quando dava, passava atrás dela fazendo sentir o pau meio duro, ela só suspirava, não tinha coragem de me jogar de vez porque nunca se sabe como uma religiosa vai reagir e não queria confusão...
Os dias iam passando assim, tentava esquentar ela mas não dava nem meio mole... já fazia uma semana que tava fazendo o trabalho fino mas ela não afrouxava...
Até que uma tarde caí na casa dela, ela tava com uma amiga e o bebê, batemos papo, tomamos chimarrão até que a amiga pede pra gente olhar o bebê porque ia fazer um mandado...
Vai tranquilo que ela dorme, aproveita... Minha surpresa foi que acompanhei ela até a porta e ela trancou com chave. Eu tava de bobeira quando, de repente, ela se jogou em cima de mim, me beijando na boca desesperadamente. Fiquei surpreso, mas reagi na hora, ou melhor, a rola reagiu como quem diz: "Vai, trouxa!!!"Era uma leoa. Desesperada, me apalpava toda enquanto me beijava. Levantou, pegou minha mão e me levou pro quarto. Não trocávamos uma palavra...
O olhar dela era fogo. Já não era mais a religiosa, era uma mulher gostosa, louca por uma rola...
Tirou a roupa de uma vez e se jogou na cama, de pernas abertas, mostrando a buceta cheia de mato...
Eu fiquei parado, igual um virgem vendo uma gostosa pelada pela primeira vez, porque não conseguia acreditar...
Não sei como, mas eu também tava pelado com a pica apontando pro céu, me joguei por cima dela, ela me beijou e falou: "enfia tudo devagar"... Eu queria brincar, mas não sabia quanto tempo a gente tinha até a amiga voltar ou o bebê acordar...Eu chupava os peitos dela, ela se contorcia igual uma cobra. Passei a mão naquela buceta peluda e ela tava igual um cano d'água quebrado, toda melada... "Me come!" ela gritava. Enfiei de uma vez e ela se arrepiou, me arranhou as costas — tinha gozado só de me sentir dentro...
Ela pedia mais e mais. Comecei um vai e vem furioso, ela era um gemido contínuo. No êxtase do momento, nem percebi que a gente tava transando sem camisinha...
Já tava morrendo, a porra ia vazar. "Goza dentro de mim", ela pediu desesperada. "Me enche!"
Não precisei de mais nada, inundei ela. Os dois exaustos, ela tremendo. Levantamos, nos vestimos rápido, e a amiga chegou. A gente se fez de desentendido, mas a amiga soltou um "hummm, se comportaram bem, né?"
A religiosa falou: "Que isso, menina, se liga". Eu por dentro pensava: "Passa a mão nela que você vai ver como a gente se comportou bem, hahaha"
Desde aquela tarde e durante os três meses que fiquei na cidade, a gente trepou igual louco...
Eu viajei pra Buenos Aires e perdemos contato... mas nunca esqueci como era estar com uma religiosa.
Espero que você tenha gostado.
As fotos não são dela porque naquela época não tinha celular igual hoje, mas vou deixar umas da minha amiga com direito, haja.
3 comentários - La evangelista