Cornudo entregado a mi ex 8

Cornudo entreguei pra minha ex 8

Era terça-feira, fiquei matutando o assunto, não conseguia decidir, o Mauro era meu amigo mais próximo, era uma decisão difícil pra mim. Por sorte, na quinta a Mara veio jantar, a gente conversou sobre tudo um pouco, ela disse que a mãe voltou super feliz das férias, que tinha começado a trabalhar pesado, ela tava muito bem com o namorado, pensando em largar o grupo de amigas que tinha e ir morar com ele.

No domingo depois do paddle, fomos tomar umas cervejas, com ele e os outros dois senhores que jogam, que são amigos dele, eu tava nervoso, não sabia como falar, quando os amigos foram embora e ficamos sozinhos, eu disse:

— Lembra que eu tava puto com a Romi... que não falei mais com ela desde que ela pediu o divórcio...
— Sim, claro...
— Então... fomos numa festa da Mara... a gente se viu, começou a bater um papo... e tamo saindo pra jantar de vez em quando... nos vemos como amigos...
— Tá de sacanagem!!! Falei que tu não era normal, parar de falar com ela do nada assim...
— Ela tá renovada... — senti que começava a ficar excitado e assustado, meu pulso acelerou, a voz saía meio estranha. — Tá se produzindo pra caralho... sai bastante com os amigos... entre aspas, amigos...
— Tá me zoando!!! A Romi era uma gostosa... sorte que era tua esposa...
— Bom, agora somos só amigos, nada mais... se tu visse como ela se arruma, tu morre... — falei e senti a voz saindo fina.
— Já que vocês são amigos e ela se dava super bem com a Clara... por que não vêm jantar aqui em casa uma noite...
— Não sei se ela vai querer... nos fins de semana ela sai bastante...
— Pergunta pra ela... adoraria ver ela... se tu diz que ela tá renovada... porque ela tinha um gênio forte... mas era uma gostosa...
— Vou falar com ela pra ver se quer... tem alguma data?
— Se quiserem, venham sábado que vem...
— Vou perguntar...
— Não te incomoda... ela sair tanto... estar na farra...?
— A gente tá divorciado... ela pode sair com quem quiser... — falei e senti uma pontada no lado.

Quando cheguei em casa, mandei um zap pra Romi, se a gente pode, tão nos esperando sábado. que vem jantar.
–Muito bem… você ganha muitos pontos… onde você está…?
–Em casa…
–Por que você não vem… e eu brinco um pouco com você… a gente não brinca junto… eu brinco com você…
Que tesão ela falar assim comigo.
–O que você vai fazer comigo…?
–Sei lá… o que me der na telha… não esquece que você é o último da lista… você voltou porque falou pro seu amigo… mas ainda vamos ver como você se sai… você tá em avaliação… talvez eu deixe você olhar e tocar um pouco… nada muito além disso… você não merece muito mais…
–Vou tomar um banho e saio praí…
–Entra com a chave de baixo… bate na porta do apê…
Subi como ela mandou e bati na porta do apartamento, ela estava com o vestido preto e os sapatos de salto agulha.
–Me vesti assim pra você… entra… tira a roupa… enquanto eu sirvo umas taças de vinho…
Tirei a roupa, tava duro, ela me olhava divertida. Colocou uma toalha e me fez sentar naquele lado do sofá. Ela sentou do meu lado, me deu um dos copos e a gente brindou.
–O que seu amigo disse… ele tá feliz…
–Ele custou a acreditar que a gente tivesse se visto… que saísse como amigos…
–A gente não é amigo…
–Foi o que eu disse pra ele…
–Já sei, bobo… era uma piada… levanta… lembra quando a Mara tinha três ou quatro… que a gente entrou numa crise… e pra esquentar o clima começou a brincadeira… lembra que a gente se amarrava…
–Claro que lembro, como vou esquecer…
–Quando você me amarrava na cama, não sabia muito bem o que fazer, ficava inseguro… quando eu te amarrava, eu ficava louca de tesão… lembra?
–Óbvio que lembro… mas você também não tinha coragem de continuar…
–É verdade… bom, eu tenho um dos meus amantes que me ensinou uns nós bem bons… quero te amarrar do jeito que você tá em pé, braços cruzados pra trás… quer…? Pra você não ficar com a mão solta…
–Adoro…
Segurei meus dois braços pra trás, dobrados na altura dos cotovelos, e ela amarrou meus dois antebraços com uma corda que trouxe, os antebraços todos amarrados e o nó era realmente forte, tava bem apertado e eu não conseguia me mexer de verdade. Ela sentou e eu fiquei em pé. Ela deu um gole no vinho, se deliciando me olhando. Levantou, foi pro quarto, voltou só de calcinha preta e um preservativo, ajoelhou na minha frente e colocou ele com a boca. Levantou e me abraçou por trás, se encostando em mim, sentia o quadril dela apoiado no meu, os peitos nas minhas costas, a respiração no meu ouvido. Começou a passar a mão no meu peito com uma mão e na outra na minha bunda, de vez em quando dava uns apertões suaves na minha raba, e passava a mão no meio do meu cu, acariciava minhas bolas por trás. Num momento, ela se afastou um pouco e me deu uns tapinhas leves nos glúteos, eu gostei.
—Que bunda gostosa você tem… lembro quando você me comia de papai e mamãe, segurava minha mão e levava meus dedos pro seu cu… e eu tava brava… ou achava que não era certo fazer isso… que idiota…

Senti ela ajoelhar atrás de mim, separou meus glúteos com as mãos e começou a chupar meu cu, enfiava a língua, brincava com ela, de vez em quando colocava um dedo que fazia círculos nas bordas, meu pau dava pulinhos no ar, cada vez mais quente. Ela não disse nada, agora aquele mesmo dedo entrava suave no meu cu e escapou um gemido meu. Continuou explorando, brincando, chupando, depois colocou outro dedo, tirou, levantou e foi pro quarto, quando voltou veio na minha frente e me deu um beijo de língua bem molhado, me mostrou um vidro de lubrificante que tinha trazido.
—Essa bunda sensível e a malvada da Romi nunca cuidou… mas tudo tem jeito… né…?

Agora ficou de pé atrás de mim, com a mão esquerda pegou meus cabelos da nuca e virou minha cabeça pra ela, com a direita que já tinha lubrificado começou a brincar enfiando um, depois dois e depois três dedos, mexendo como se tivesse me comendo com eles, eu tava cada vez mais excitado, quase gozando, ela falava baixinho no meu ouvido
—Que bunda gostosa você tem… hein… gosta que eu enfie os dedos, né…? Gosta…?
—Eu amo tudo que você faz você faz…
-Abri a boca… -quando eu abri, ela cuspiu com força dentro da minha boca, isso excitou a gente pra caralho, quando éramos jovens e eu comia ela de papai e mamãe, costumava apertar o pescoço dela, ela abria a boca e eu cuspia nela.
-Estou quase gozando…
Ela me agarrou mais forte pelos cabelos da nuca, cuspiu de novo e acelerou a dedada.
-Vai, goza… me dá toda a porra… vai, punheteiro… assim você não bate punheta hoje…
Comecei a gemer enquanto sentia os jatos enchendo a camisinha, ela continuou com os dedos por um bom tempo e agora me beijava, meu pau não perdia muito a ereção, ela foi tirando os dedos um por um.
Ela me desamarrou, disse que era tarde, pra eu me vestir e ir descansar. O tom dela era sério. Me vesti, ela me alcançou a taça de vinho. Na porta, ela disse: depois me confirma a que horas passo pra te buscar sábado que vem.

3 comentários - Cornudo entregado a mi ex 8

qqqqa00 +1
que bueno que seguiste con este relato
jajaja, te va a terminar haciendo re puto amigo, ya me imagino lo que viene después
sebirra +1
relatos son relatos, hay que dejarlos jugar